Caruaru - Jan 2022

20/10


2021

Prefeitura de Brejo entrega clínica de fisioterapia

O prefeito de Brejo da Madre de Deus, Roberto Asfora, inaugurou, na manhã de hoje, a nova Clínica Municipal de Fisioterapia. A Clínica passar ter novo ambiente humanizado, novos equipamentos, uma recepção ampla, maior conforto e nova sala de atendimento individual para pediatria.

A equipe contará com 5 fisioterapeutas ambulatoriais e 1 fisioterapeuta a domicílio, as especialidades serão: traumatologia, neurologia adulta e pediátrica, reumatologia, pediatria e reflexologia podal. “É um avanço para o município e para os pacientes que precisem do serviço. O prefeito Roberto Asfora dá mais um passo importantíssimo no cuidado as pessoas”, declarou Rodrigo Jordão, coordenador da Fisioterapia.

“Mesmo com todas as dificuldades encontradas, já passamos dos 7 mil atendimentos fisioterapêuticos, com a Clínica Municipal vamos ampliar os atendimentos e os serviços humanizado que é prioridade em nosso governo. Nem sempre, acontecimentos que nos causam traumas são evitáveis, mas se acontecer, o brejense terá todas as ferramentas necessárias para uma recuperação adequada e eficiente”, afirmou o prefeito.

O espaço entregue a população fica na Rua Gustavo Marinho Falcão, nº66, bairro do Canecão. Os atendimentos ao público são de segunda a sexta no período da manhã e tarde.


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ALEPE - Ações Sociais - Janeiro 2022

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29/01


2022

Chuvas causam transtornos na madrugada em PE

Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

A chuva, acompanhada de relâmpagos, trovões e muita ventania, atingiu pontos do Recife, Olinda, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata, Camaragibe, além de regiões do Interior na noite de ontem. Nas redes sociais, houve relatos de lugares sem energia, como em algumas ruas de Boa Viagem, na Zona Sul, além de áreas alagadas, como em Maranguape e Paulista, na região Metropolitana.

As chuvas seguiram ao longo da madrugada, com o sábado (29), amanhecendo nublado. A Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac) emitiu nessa sexta-feira (28) um alerta de chuvas de intensidade forte e moderada para o Estado devido ''a atuação da Zona de Convergência em associação a um Cavado em altos níveis''  que ''está favorecendo a formação de nuvens convectivas em todo o Estado de Pernambuco''. 

A previsão vale para até às 14h39 de hoje. Alguns locais ficaram sem energia, como é o caso de algumas ruas em Boa Viagem. O número de ocorrências para o grupo Neoenergia teve aumento. Segundo o grupo, os chamados foram abertos devido a árvores e objetos arremessados contra a rede elétrica.

*As informações são da Folha de Pernambuco


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

29/01


2022

Quem será o próximo bode expiatório?

Por Marcelo Tognozzi*

Os bodes eram levados ao Templo de Salomão e um deles seria sacrificado na fogueira. O outro seguiria para um ritual, no qual o sacerdote colocaria as mãos sobre a cabeça do bode, transferindo para o animal os pecados dos homens. Assim está escrito na bíblia, no livro do Levítico. Já se passaram muito mais de 2 mil anos e os humanos continuam dependendo de um bode para expiar seus pecados. O bode já não é mais um caprino. Virou gente.

Todos os dias alguém é transformado em bode expiatório. A Lava Jato deu a Lula o papel de bode expiatório de todos os pecados da corrupção, mas depois veio o Supremo Tribunal Federal e decretou que o bode é Sergio Moro. Há 3 anos, Bolsonaro é bode expiatório dos pecados cometidos pelos políticos, jornalistas, juristas e outros malabaristas que viram o presidente ser eleito muito mais pelos pecados deles do que por suas próprias virtudes de político.

Esta semana foi levado ao templo um novo bode. O cientista Evaristo de Miranda, rotulado de guru ambiental de Bolsonaro pelas vestais da ecologia e da ciência, o que é mais do que uma credencial para um, digamos, bode expiatório de 1ª linha. Nada menos que 12 apóstolos da ciência colocaram as mãos sobre a cabeça do professor Evaristo e repetiram o milenar ritual de imputar ao bode a culpa por todos os males da humanidade.

É chocante o autoritarismo de quem se nega a aceitar o contraditório, como se a democracia não tivesse sua essência na tolerância e na convivência entre opostos. Ninguém deveria sofrer assédio moral e ter sua reputação estraçalhada, somente porque pensa de forma diversa de um grupo que pretende instituir no Brasil um pensamento único sob o conveniente rótulo de “ciência consensual”.

Galileu Galilei por pouco não foi parar na fogueira da Inquisição, porque ousou discordar do “consenso científico-eclesiástico”, segundo o qual o sol girava em torno da Terra, e não o contrário. Foi obrigado a retratar-se e submeter-se à ditadura do discurso único para não ter o mesmo fim do matemático e filósofo Giordano Bruno, queimado vivo em praça pública. A fogueira moderna incinera a reputação de quem ousa expor um pensamento independente. Se alguém cantar é proibido proibir em pleno século 21, será vaiado como foi Caetano Veloso no Festival da Canção de 1968.

Um dos grandes problemas destes tempos obscuros é que a imprensa parou de pensar. Virou um elemento replicante, a repetir e publicar qualquer coisa, especialmente as politicamente corretas, sem ao menos parar para checar ou tentar entender a realidade que está por trás das narrativas que ajuda a sustentar. É um papel muito mais político do que informativo, uma deformação da missão da imprensa como prestadora do serviço público de informar sem distorcer os fatos e dar espaço para mais de uma versão.

É como se estivéssemos vivendo um mundo como o descrito no livro “A revolta de Atlas” de Ayn Rand, publicado em 1957, naquele trecho em que um famoso editor diz: “Não existem fatos objetivos. Toda reportagem não passa da opinião de alguém. Portanto, é inútil escrever sobre fatos”.

O Brasil tem muitos apóstolos da ecologia autoritária dos verdes europeus e das ONGs. Eles desejam impor uma prática e um discurso, desinfetado de divergências, sejam elas razoáveis ou não. Há uma enorme dificuldade de aceitar a realidade como ela é. Esta semana dei uma checada no relatório do Instituto Trata Brasil, entidade dedicada a estudar os serviços de distribuição de água tratada e de esgoto no Brasil.

É incrível a situação da região Amazônica brasileira, a joia da ecologia mundial a ser preservada a qualquer custo, vedete da Comissão de Meio Ambiente do Parlamento Europeu, da COP26 e todas as outras COPs que virão por aí. Se alguém se der ao trabalho de reler o capítulo sobre Amazônia do clássico de Josué de Castro, “Geografia da Fome”, verá que muito pouco o quase nada mudou – exceto a chegada da Zona Franca – desde a sua publicação em 1946.

A Amazônia tem o pior IDH do Brasil. A pobreza é a regra. No relatório de 2021 sobre o Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil e do Grupo GO, os dados são estarrecedores. Na página 61, aparecem cidades com os piores índices de atendimento urbano de esgoto. Manaus tem apenas 20%, Belém 15,9%, Macapá 11,4% e Porto Velho 4,54%. Como é que alguém pode falar em meio ambiente e preservação de rios e florestas se o esgoto destas capitais está indo para os rios, igarapés, para o solo ou subsolo sem qualquer tratamento? Como é que as pessoas que vivem nestas capitais podem colaborar com a preservação ambiental e a sustentabilidade se os dejetos produzidos por elas vão direto para os rios?

Em Rio Branco, mais de 40% das residências não têm água tratada. Em Macapá, 60%. Porto Velho, 63%. Em Belém, a situação é um pouco melhor: 28%.

Isso explica a péssima qualidade de vida da maioria da população amazônica, com boa parte ainda vivendo em palafitas. Há 10 anos, o repórter Aguirre Talento publicou na Folha uma reportagem mostrando que mais da metade da população de Belém vivia em palafitas, situação que não mudou. “Não tem saneamento. A descarga do vaso cai direto no córrego”, contou um dos moradores do bairro Terra Firme, ironicamente a capital da palafita paraense quando Belém era governada por Duciomar Costa (PTB). A situação já era ruim com o Psol de Edmilson Rodrigues, antecessor, e se manteve com o tucano Zenaldo Coutinho, sucessor de Costa. Circule por Manaus e você verá que tudo é muito parecido.

Uma política de preservação da nossa Amazônia precisa levar em conta esta situação de miséria, de exclusão social e científica. Os fundos internacionais, que costumam despejar dinheiro aqui, não me parecem focados na condição humana, mas apenas na questão ambiental. Acabam sendo financiadores da hipocrisia.

No Brasil do nós contra eles, estabelecido nas últimas duas décadas, muita gente foi massacrada em nome do politicamente correto, da ecologia, dos direitos individuais mais valorizados que os direitos coletivos ou ainda narrativas recheadas de desinformação. Tivemos nestes últimos anos um rebanho de bodes expiatórios jogados aos leões por um bando de espertos, os quais raramente respondem por seus atos como aconteceu com os incógnitos responsáveis pelo incêndio do Museu Nacional da Quinta da Boa Vista.

“Sabe o que caracteriza o medíocre? É o ressentimento dirigido às realizações dos outros. Essas mediocridades sensíveis, que vivem tremendo de medo de que o trabalho de alguém se revele mais importante que o delas”, escreveu Rand. Quem eles escolherão para ser o próximo bode expiatório?

*Jornalista. Texto publicado originalmente no Poder360.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Parabéns Marcelo. Fazia tempo que não lia um texto tão lúcido e verdadeiro.


Petrolina Dezembro 2021

29/01


2022

Bougainvilles e Ipês

No Sertão, choveu, a paisagem se renova. A beleza se expressa de várias formas. Trepados sobre muros, nos quintais floridos, os bougainvilles enchem nossos olhos, são esplêndidos. Em cada canto têm um batismo diferente: primavera, três-marias, juá-francês, sempre-lustrosa, santa-rita, ceboleiro, roseiro, roseta, riso, pataguinha, pau-de-roseira e flor-de-papel. 

Também são encontrados em diversas cores, como branca, roxa, rosa claro, rosa, amarela, laranja e vermelha, espécie que fotografei, ontem, em Arcoverde, ao longo da minha corrida diária de 8 km. Rubem Alves amava os ipês das montanhas de Minas. "Amo os ipês, mas amo também caminhar sozinho. Muitas pessoas levam seus cães a passear. Eu levo meus olhos a passear. E como eles gostam", dizia, encantado com a beleza dos ipês coloridos das serras alterosas.

Os ipês foram cantados, decantados e versados por ele. “Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado”, poetizou. Rubem Alves também se entusiasmava com os ipês coloridos. "A beleza é tão grande que fico ali parado, olhando sua copa contra o céu azul. E imagino que os outros, encerrados em suas pequenas bolhas metálicas rodantes, em busca de um destino, devem imaginar que não funciono bem", disse num longo e belo poema.

Gostar dos ipês, para ele, era uma questão de afinidade. "As outras árvores fazem o que é normal – abrem-se para o amor na primavera, quando o clima é ameno e o verão está pra chegar, com seu calor e chuvas. O ipê faz amor justo quando o inverno chega, e a sua copa florida é uma despudorada e triunfante exaltação do cio", escreveu.

Ele conheceu os ipês na infância, em Minas, vendo pastos queimados pela geada, a poeira subindo das estradas secas e, no meio dos campos, os ipês solitários, colorindo o inverno de alegria. "O tempo era diferente, moroso como as vacas que voltam em fim de tarde. As coisas andavam ao ritmo da própria vida, nos seus giros naturais", recordou.

Como não tenho ipês, declaro meu amor aos bougainvilleas. Quando as palavras fogem, são elas que falam. Quem as ver na intensidade do seu vermelhão sobre elas dorme, sem sentir o tempo passar. 

Para o bougainville, meu olhar é de jardineiro. O jardineiro, mesmo tendo que cuidar de flores, rosas e espinhos, olha com amor para cada flor que brota ao amanhecer.


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28/01


2022

PF vê indícios de crime e aponta atuação direta de Bolsonaro

A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter reunido elementos "da atuação direta, voluntária e consciente" do presidente Jair Bolsonaro no vazamento de dados sigilosos de um inquérito sobre ameaças às urnas eletrônicas.

A PF também informou que há indícios de crime na conduta de Bolsonaro, do tenente-coronel Mauro César Barbosa Cid – ajudante de ordens do presidente – e do deputado federal Filipe Barros (PSL-PR). Os três participaram da transmissão em rede social em que foram divulgados os detalhes sigilosos da investigação.

A análise consta em um relatório enviado ao Supremo em novembro pela delegada Denisse Ribeiro. O documento se tornou público nesta sexta (28), depois que o ministro do STF Alexandre de Moraes decidiu retirar o sigilo do inquérito.

No relatório, Denisse afirma que não pediu o indiciamento de Bolsonaro e do deputado federal Filipe Barros (PSL-PR) porque há divergência, no STF, sobre a possibilidade de a Polícia Federal indiciar um político com foro privilegiado.

"Da mesma forma, a materialidade está configurada por meio da realização da própria live e dos links de disponibilização do material, situação que também não foi negada pelas pessoas ouvidas", afirma o documento.

Como o ajudante de ordens Mauro Cid não tem foro privilegiado, a delegada Denisse Ribeiro determinou que ele seja indiciado pela divulgação de documento sigiloso – "considerando que, na condição de funcionário público, revelou conteúdo de inquérito policial que deveria permanecer em segredo até o fim das diligências".

Segundo a PF, o ajudante de ordens auxiliou o presidente na "live" e "promoveu a divulgação do conteúdo da investigação na rede mundial dos computadores, utilizando seu irmão para disponibilizar um link de acesso que foi publicado na conta pessoal de Jair Messias Bolsonaro. Tais ações permitiram que a cópia integral do inquérito fosse divulgada por diversas mídias".

Além de retirar o sigilo do inquérito, Moraes também decidiu, ontem, que Bolsonaro deve depor presencialmente à Polícia Federal sobre esse tema. O presidente, no entanto, não compareceu ao depoimento marcado para a tarde de hoje.


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Arcoverde janeiro 2022 - 2

28/01


2022

João Alfredo adia o início de aulas presenciais

O crescente aumento de casos de Covid-19 e Influenza, inclusive com óbitos, levou o prefeito de João Alfredo, Zé Martins, a publicar, hoje, o Decreto Municipal nº 09/2022, determinando mais medidas restritivas na cidade do Agreste Setentrional. Desta vez, a medida inclui a suspensão de aulas presenciais em todas as escolas no âmbito municipal, sejam elas públicas ou privadas, até o dia 31 de março do corrente ano. Sendo assim, o semestre letivo deve começar de forma remota, com aulas pela internet.

Tanto as escolas municipais quanto as particulares já haviam preparado suas sedes para receber o alunado no início do próximo mês inaugurando o ano letivo de 2022, principalmente depois que a grande maioria dos educandos recebeu a vacina contra o novo coronavírus. Mas o comprovado avanço da variante Ômicron somado à Influenza tem preocupado o prefeito Zé Martins, os pais e professores, levando a municipalidade a adiar o início das aulas presenciais, cujo prazo poderá ser prorrogado ou antecipado, dependendo dos dados acerca da quantidade de pessoas contaminadas bem como do andamento da vacinação.

O reinício das aulas presenciais será definido em comum acordo com as instâncias de Saúde, Secretaria Municipal de Educação e escolas privadas. Vale lembrar que os alunos não serão prejudicados, tendo em vista que as aulas continuam de forma remota, visando garantir os 200 dias letivos e 800 horas-aula no ano. O prefeito Zé Martins frisa que todas as medidas tomadas até o momento são baseadas no protocolo de segurança da Organização Mundial de Saúde (OMS). “Procuramos agir com muita responsabilidade, pois o que está em jogo é a saúde da população. De nada adianta forçarmos a barra agora e daqui a algumas semanas ver o agravamento dos casos e as unidades de saúde entrando em colapso e termos que parar tudo, prejudicando ainda mais a nossa já combalida economia”, pontuou o gestor.

De acordo com outro artigo do Decreto nº 09/2022, fica proibida a entrada em prédios públicos ou estabelecimentos privados, de pessoas que não apresentem os comprovantes do esquema vacinal completo e, conforme o caso, acrescido de resultados negativos dos testes para a Covid-19.


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Serra Talhada 2021

28/01


2022

Câmara do Recife retoma atividades na terça-feira

Com a presença do prefeito João Campos (PSB), a Câmara Municipal do Recife retoma os trabalhos legislativos na próxima terça-feira, às 10h, em reunião solene que marca a Instalação da 2ª Sessão Legislativa da 18ª Legislatura. A solenidade ocorrerá no plenário, de forma híbrida (presencial e remota). De acordo com o presidente da Casa, vereador Romerinho Jatobá (PSB), a expectativa para este ano é que seja ainda mais produtivo que 2021, quando a Câmara atingiu números recordes em apresentação de matérias legislativas e participação popular.

Na reunião solene, quatro autoridades poderão fazer discursos: o presidente da Câmara, o líder do Governo e o líder da Oposição na Casa, além do prefeito da cidade. Conforme está previsto no artigo 54, inciso 7º, da Lei Orgânica, o chefe do Executivo deve “remeter mensagem e plano de governo à Câmara Municipal, por ocasião de abertura da Sessão Legislativa, expondo a situação do Município”.

O presidente Romerinho Jatobá está otimista com os trabalhos que serão realizados neste ano de 2022. “Nós esperamos um ano de muita produtividade, em que possamos pensar de fato na retomada econômica da nossa cidade. Também deveremos discutir projetos que, efetivamente, gerem emprego e renda para que o Recife volte a crescer”, afirmou.

Plenário – Este ano marcará a volta das reuniões Ordinárias e Extraordinárias ao plenário da Câmara Municipal do Recife, de forma híbrida, todas as segundas e terças-feiras, às 10h. O plenário sediará também as reuniões solenes. As audiências e reuniões públicas poderão ocorrer, presencialmente ou por via remota, no espaço do plenarinho. Já na sala das Comissões, ocorrerão as reuniões das comissões permanentes e especiais. Todas as atividades serão transmitidas, ao vivo, pelo site institucional e pelas redes sociais da Casa.

Romerinho Jatobá destacou que os desafios de modernizar a Câmara e aproximá-la mais da sociedade, mesmo durante a pandemia, são superados com muito trabalho e com o uso da tecnologia.  Para se ter uma ideia, a participação popular acompanhando as atividades da Casa, foi quatro vezes maior em 2021, do que a anotada em 2020, pelo canal do Youtube.

“O ano de 2021 foi um ano desafiador para todos nós que fazemos a Câmara Municipal e foi o ano em que nós mais produzimos. Produzimos em matérias legislativas, produzimos nos debates e nas discussões da Casa, e 2022 não ficará abaixo”, disse o presidente.


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SESC - Férias de Janeiro

28/01


2022

Ouça o Sextou com Cristina Amaral em homenagem a Nelson Gonçalves

Se o leitor não conseguiu acompanhar a entrevista da cantora Cristina Amaral ao quadro “Sextou” do programa Frente a Frente, em homenagem a Nelson Gonçalves, ancorado por este blogueiro e exibido pela Rede Nordeste de Rádio, não se preocupe. Clique no link disponível e confira. Está incrível!


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Bandeirantes novembro 2021

28/01


2022

Anvisa libera venda de autotestes de Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, hoje, que vai liberar a venda de autotestes de Covid-19 no Brasil. A decisão não tem efeito imediato: cada empresa interessada em comercializar sua versão do produto precisa pedir o registro junto à agência, que vai analisar cada solicitação. A Anvisa informou que espera ter os primeiros produtos aprovados em fevereiro. As informações são do portal G1.

Resumo da decisão em 5 pontos:

  • Anvisa liberou a venda de autotestes, mas empresas precisam pedir registro antes da comercialização em farmácias ou estabelecimentos da área de saúde;
  • Resultado positivo não será considerado como caso confirmado de Covid-19;
  • Empresas podem - voluntariamente - criar sistemas com QRCode para registro dos resultados;
  • Autoteste servirá como triagem: Ministério disse à Anvisa que vai orientar busca por atendimento médico para quem testou positivo;
  • Resultado do autoteste não servirá para apresentação para viagens ou atestado médico.

A medida vale apenas para os testes de antígenos (feito a partir do swab que coleta o material no fundo da boca e do nariz e busca sinais de anticorpos gerados após a infecção), e não se aplica ao teste RT-PCR (mais preciso, mais demorado e que detecta a presença do material genético do coronavírus).

De acordo com os diretores da Anvisa, ficou definido que o Ministério da Saúde vai incluir orientações sobre o uso dos autotestes em uma atualização do "Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19" (PNE Teste).

Além disso, sem impor como condição, a Anvisa espera que as empresas desenvolvam estratégias para que – voluntariamente – os compradores dos autotestes informem os resultados por meio de sistema na internet.

A Anvisa aceitou a argumentação do Ministério da Saúde de que é preciso diferenciar o "registro do resultado de um autoteste" e a "notificação de um caso de Covid-19".

"A partir do resultado positivo, procure uma unidade de atendimento de saúde (ou tele atendimento) para que um profissional de saúde realize a confirmação do diagnóstico, notificação e orientações pertinentes", afirmou a relatora Cristiane Rose Jourdan Gomes, citando o ministério da Saúde.


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Pousada da Paixão

28/01


2022

Santos Cruz diz que Bolsonaro sempre foi um covarde

Revista IstoÉ

Um dos primeiros a deixar o governo Bolsonaro, o ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, prepara-se para entrar de vez na política. Depois de se filiar ao Podemos, mesmo partido do ex-juiz Sergio Moro, o general estuda uma forma de impedir que Lula ou Bolsonaro vençam as eleições de outubro. Uma das alternativas seria a eventual candidatura ao Senado, algo que ele ainda não definiu. Em entrevista à ISTOÉ, o militar disse que seu maior propósito é romper “com o fanatismo que adoece o Brasil e sempre termina em violência”. Ao longo de quase uma hora de conversa em seu apartamento em Brasília, ele atacou as atitudes tomadas por Bolsonaro, em especial quando expôs os nomes dos funcionários da Anvisa, responsáveis pela liberação da vacinação de crianças contra a Covid. “Expor os servidores foi criminoso. Isso é de uma covardia infinita. E Bolsonaro sempre foi covarde”, disparou o ex-ministro, que também chamou o capitão de traidor. “Muita gente que votou em Bolsonaro acreditava no discurso dele. Mas ele é um traidor de carteirinha. Seu governo destruiu a direita e o conservadorismo”.

Qual será o clima das eleições presidenciais deste ano?

Estamos vivendo em um País doente, onde a corrupção está enraizada e há muita gente viciada em dinheiro público. Outro problema é o fanatismo, que já existiu em boa dose na época do PT. Agora, com o governo Bolsonaro, ele virou uma plataforma de governo, fruto de uma ambição pessoal do presidente.

O que Bolsonaro inseriu de novo nesse aspecto?

Um componente muito forte foi a milícia digital. É muito ativa. Uma verdadeira gangue virtual, composta também por pessoas extremistas, que gostam desse tipo de populismo barato que Bolsonaro faz. Gente que aceita o presidente passeando por aí usando dinheiro público. Ou que aceita barbaridades como essa a que assistimos, expondo os funcionários da Anvisa.

O que achou desse episódio na Anvisa?

Uma barbaridade e uma canalhice total. Órgãos técnicos como a Anvisa existem exatamente para fazer com que a sociedade não fique à mercê apenas de decisões políticas. Expor os servidores é uma coisa criminosa. Ao mesmo tempo, Bolsonaro também incentiva ações contrárias a esses servidores. Isso é de uma covardia infinita. Porque o covarde nunca vai junto. Ele estimula sempre alguém a fazer. Vide o que aconteceu na greve dos caminhoneiros. Bolsonaro incentivou a paralisação. E tem gente detida até hoje.

Bolsonaro se acovardou?

Bolsonaro sempre foi covarde. É uma característica dele. Um momento em que isso ficou perceptível foi no Sete de Setembro, quando o presidente fez um chamamento popular, uma bravata absurda na Avenida Paulista. Pouco tempo depois, chamou outra pessoa para escrever meia página para se desculpar. O episódio com a Anvisa também revelou essa parte do perfil dele. Se Bolsonaro não concordava com um parecer técnico, tinha que dizer que discordava, assinar embaixo e se responsabilizar pela decisão. E não fazer o que fez.

Quem tem mais culpa pela crise econômica: Bolsonaro ou a pandemia?

A pandemia afetou todos os países. Mas, aqui no Brasil, não houve liderança nesse processo. Quando há um problema sério assim, a autoridade máxima tinha que assumir as responsabilidades. Tinha que se unir aos governadores para cruzar esse período, apesar das divergências políticas. Um líder faria isso. Mas não. Faltou coragem a Bolsonaro para assumir essa responsabilidade. Faltou capacidade de coordenação. A partir daí, veio uma série de outros absurdos, como a propaganda que Bolsonaro fez de medicamentos ineficazes contra a Covid, como a cloroquina. Isso tudo espanta o investidor, que não quer conviver em um ambiente de insegurança. Isso faltou e ainda está faltando.

Como o País tem enfrentado a crise econômica?

A parte do auxílio aos mais pobres tinha que ser feita. Todos os países fizeram. Só que precisaria ter sido feita com mais critério. As medidas econômicas nesse governo não são bem discutidas, porque Bolsonaro não apresenta nenhum plano de redução dos gastos públicos. Quer aumentar os gastos com auxílio emergencial? Então o governo não pode simplesmente perdoar dívidas de R$ 2 bilhões das igrejas evangélicas, não pode enfiar R$ 16 bilhões em emendas de relator.

Qual a sua opinião sobre o orçamento secreto?

É compra de apoio político, um mensalão de última geração.

Não se trata da tal corrupção que Bolsonaro prometia combater?

Muita gente que votou em Bolsonaro, como eu, acreditava no discurso dele. Bolsonaro é um traidor de carteirinha. Traiu o eleitor, traiu o País inteiro. Quando você é eleito, você é presidente de todo mundo, e não só dos seus eleitores. Bolsonaro não cumpre o que fala, a começar pelo mais simples, como é o caso da reeleição. Ele dizia ser contra.

Como o senhor explica a impopularidade do governo?

As pessoas estão se conscientizando do despreparo de Bolsonaro para a função, marcado pelo populismo e pela vigarice política, que promete uma coisa e depois não sustenta aquilo que prometeu. Outro fator é que Bolsonaro só está fazendo o que sabe: campanha política. Nenhum país aguenta ficar quatro anos desse jeito. Existe um cansaço da população. Mesmo com os problemas financeiros em razão da Covid, você vê farta distribuição de dinheiro para as emendas parlamentares. A pandemia afetou a economia, mas não afetou os R$ 4,9 bilhões para o fundo eleitoral. Não afetou os R$ 36 bilhões de emendas parlamentares. Como é que a pandemia está castigando os mais pobres e para o Congresso continua tudo ótimo?

Bolsonaro se filiou ao PL, que é do Centrão, grupo fisiológico que ele prometeu combater. Seria mais uma contradição?

Isso também se enquadra na traição. Não sou eu quem vai julgar o presidente do PL. Todos os partidos têm pessoas bem intencionadas e pessoas com as quais se discorda. Mas o Centrão tinha sido taxado como criminoso. Tanto que rendeu até musiquinha do general Heleno. Você não pode dizer que não vai ter toma lá dá cá, que a política de conchavos é criminosa, e depois fazer o contrário do que falou. Afinal, que nova política é essa? Bolsonaro abraçou aqueles que criticava de maneira contundente. Isso é traição pura ao eleitorado, aos que acreditaram na sua conversa fiada de fazer política de uma nova maneira.

Como general, o que o senhor acha de Bolsonaro enaltecer sua origem militar?

Bolsonaro não tem nenhuma característica militar. Tanto que foi uma medida acertada na vida dele sair da caserna, porque não tinha característica para estar lá. De equilíbrio, de educação ou de planejamento.

Bolsonaro prejudica a imagem das Forças Armadas?

Sem dúvida. Bolsonaro tenta se apropriar da imagem das Forças Armadas. Ele não tem nenhuma noção de valorização institucional. O Brasil está passando por um período muito ruim nesse aspecto. Em todas as áreas em que o presidente teve maior atuação, as instituições foram desmoralizadas. Na PF, por exemplo, onde houve várias trocas de delegados e de superintendentes, foi muito negativo. Tirou a estabilidade da corporação. O Ministério da Saúde foi estraçalhado. A Anvisa está sofrendo um desgaste bárbaro. As Forças Armadas entram nesse pacote de desrespeito institucional. Convidar militares para o governo não é um problema. O número excessivo deles é dá a percepção de que as Forças Armadas estão institucionalmente engajadas com Bolsonaro. E não estão. Transmitir essa imagem é proposital.

A ideia é tentar usar os militares para intimidar?

Exatamente. Esse governo tem três fases distintas. A primeira foi marcada pela influência muito forte dos extremistas nos primeiros oito meses de governo. Na segunda fase, Bolsonaro tentou abertamente usar as Forças Armadas como ferramenta de pressão política. Não deu certo, porque os militares têm uma cultura muito forte e não vão admitir esse tipo de populismo. E, quando não tinha mais nada, Bolsonaro abraçou o Centrão, que é a terceira fase do governo. Aí vieram as manobras orçamentárias. Só assim ele vem conseguindo sobreviver.

O presidente envergonha as Forças Armadas?

Não vejo que um aventureiro qualquer como Bolsonaro tenha capacidade de quebrar a cultura das Forças Armadas. Elas não têm que se envergonhar de nada. Quem tem que ficar envergonhado é quem tenta desgastá-las. A população pode ter absoluta certeza de que as Forças Armadas não serão usadas no Brasil para golpe nenhum.

Os militares que ocupam cargos no governo vestiram demais a camisa do governo?

Essas pessoas não representam as Forças Armadas. Nem eu quando estava no governo representei. O pessoal da reserva não representa as Forças Armadas. O Heleno não está lá exercendo a função de general, mas a de um ministro qualquer. A expectativa da sociedade é que, por ele ser um general, ele deveria se comportar como tal. E não como um político, como está fazendo. Não foi o Exército que mandou ele para o governo. Foi um convite pessoal do presidente.

Como o senhor classifica o governo Bolsonaro?

É o governo que destruiu a direita e o conservadorismo. O PT destruiu a esquerda. Agora, é a vez de Bolsonaro fazer o mesmo com o outro polo do espectro político. Essa turma que está no Poder não tem nada de direita. O que temos é um show de ignorância. Conservadorismo de quê? Só se for de privilégios. Estão destruindo tudo em nome de interesses particulares.

O senhor já definiu sua candidatura ao Senado?

Ainda não decidi. Meu objetivo é que nosso próximo presidente não seja Lula, nem Bolsonaro. Hoje, meu interesse político é de que nenhum dos dois vença. Lula já teve a oportunidade dele. Não é o caso de voltar. E acho que Bolsonaro, em três anos, conseguiu mostrar que não está preparado para o cargo. É isso o que me motivou a entrar para a política. Algumas outras coisas influenciaram também. Como quando vi o fanatismo tomando conta da sociedade. O fanatismo sempre termina em violência. Passei cinco anos vivendo em ambientes assim, na África e na América Central. Vi muita gente morrer por briga causada por isso.


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Comentários

Rafael C.Soares Quintas

Esse Santos Cruz é um idiota, revoltado por que não tem apoio dos militares nem de Bolsonaro, se candidata Santos Cruz a Presidência kkkkkkkkk



28/01


2022

Daqui a pouco tem Sextou com Cristina Amaral

Imperdível o Sextou de daqui a pouco. Traz a história e os grandes sucessos do cantor Nelson Gonçalves, uma lenda da MPB, só atrás de Roberto Carlos em venda de discos. Convidada, a cantora pernambucana Cristina Amaral, que está lançando um CD Nelson Gonçalves, uma saudade, fala da trajetória do cantor romântico, canta e rememora episódios marcantes do intérprete de mais de 200 canções, entre elas A volta do boêmio.

Se você deseja ouvir pela internet, clique no botão Rádio acima ou baixe o aplicativo da Rede Nordeste de Rádio na play store.


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