Lavareda

29/09


2020

Os maus efeitos da pandemia, além da morte

Por José Nêumanne*

O diabo do novo coronavírus virou o Brasil velho da guerra pelo avesso. Médicos renomados, como Drauzio Varella, dublê de astro da informação científica na televisão, Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde que deu início ao combate na União, e Davi Uip, que chefiou a equipe do governo paulista para enfrentá-lo, não alertaram para seus riscos. Assim, perdeu-se a oportunosa ensancha de reduzir efeitos de sua disseminação, mormente quando associados à promiscuidade de um carnaval de rua assassino em nossas grandes cidades. Reduzido a mero imitador do ídolo de sua vida, Donald Trump, o presidente da República, Jair Bolsonaro, abusou do diminutivo, chamando a covid-19 de “gripezinha”. Mal aconselhado pelas próprias limitações intelectuais, ignorou seu perímetro ventral, que nada tem de tanquinho, ao se dizer inexpugnável, por ser “atleta” e “valente”. E, aí, ele não passou incólume pelo contágio, mas a cura precoce autorizou seu vezo de homem do óleo de cobra das feiras do interior a propagar a hidroxicloroquina, droga tida como ineficaz contra a covid e capaz de agravar outras enfermidades mórbidas por experts.

Mas se algum brasileiro se beneficiou da pandemia e da consequente recessão econômica, foi ele. Os terríveis efeitos econômicos – o crescimento na casa dos milhões do número de desempregados, a perda do ano escolar agravando o péssimo cenário da instrução pública em tempo normal e a perda de renda de até 25% de quem se manteve ocupado – não prejudicaram o mais letal inimigo, que o capitão de milícias ignorou e favoreceu. Ao contrário, ele deu a impressão de que foi o único a alertar para a queda da economia, que vinha mal das pernas havia muito tempo e nunca deu sinais de recuperação. Permitiu-lhe a esperteza de superar a própria mesquinharia ao triplicar o auxílio emergencial, que seria de R$ 200 por mês e terminou sendo de R$ 600 após o Congresso ter aumentado para R$ 500. E isso aumentou os índices de bom e ótimo de seu governo na pesquisa Datafolha para 40%, 11 pontos acima do resultado de oito meses antes, quando sua péssima gestão o tornaria o maior culpado pelos números absurdos de velocidade de contágio e total de óbitos por qualquer tipo de medida que fosse adotada. O improvável vencedor da disputa eleitoral em 2018 tornou-se o favorito para se manter no lugar em 2022.

O chefe do Executivo, porém, não é o único vilão desta história sem mocinhos no faroeste do Brasil e quiçá do mundo. O populismo de esquerda da Itália malogrou miseravelmente, assim como sua versão direitista nos Estados Unidos, onde Donald Trump, ao contrário de seu fanático seguidor tupiniquim, vê ameaçada a reeleição, antes dada como certa. Os governadores e prefeitos, que ele acusou de carrascos dos pobres, pela crise econômica, também contribuíram para a piora dos índices sanitários e o consequente pavor econômico. O governador paulista, João Doria, e o prefeito paulistano, Bruno Covas, autorizaram o funcionamento de negócios e mantiveram espaços públicos fechados sem justificativa alguma. Wilson Witzel, do Rio de Janeiro, foi flagrado com a boca na botija, emulando o antecessor Sérgio Cabral, com a agravante de ser acusado de furto no superfaturamento de respiradores e na instalação de hospitais de campanha. O que provocou mais um efeito positivo para o chefão da União, tornado capitão da sesmaria da Guanabara.

O cidadão comum associou-se à tragédia generalizada, com 54% dizendo aos entrevistadores dos institutos de pesquisa apoiar o amplo isolamento social, como mandam o juízo e a ciência, mas o ignorando na prática. Com a atenuante de que não é fácil ficar, como tem ficado, seis meses em casa e até a calçada de sua moradia facilita aglomerações. Séculos de incúria tornam as calçadas da maior cidade do País impróprias para o distanciamento exigido por epidemiologistas – de 4,5 metros –, pois somente 2,7% delas o permitem.

Para completar, a imoral gestão da maior paixão popular, o futebol, entrou na esbórnia generalizada no calendário anual das competições. No Flamengo, campeão de tudo o que disputou no ano passado, a hipocrisia de seus dirigentes, exibida em rede nacional, causou o vaivém jurídico promovido pela própria inépcia na confecção de um “protocolo” que estava longe de ser “excelente”, como apregoavam. Após o reinício dos torneios que sustentam clubes, federações e confederação, o negócio do futebol conviveu mais uma vez com a distância absurda entre fatos e versões. Ao tentar anular a partida contra o Palmeiras no Allianz Parque, domingo 27, alegando contágio por covid de vários titulares, recorrendo à Justiça comum, o clube da maior torcida do Brasil foi flagrado em explícita tentativa de ser premiado pelo próprio grave erro. Para tanto apelou para uma razão humanitária, a contaminação de seus jogadores e funcionários. Isso após haver demitido o fotógrafo que flagrou sua delegação sem máscaras no voo fretado no qual voltava do Equador, onde se apresentou desfalcado para disputar a Taça Libertadores da América, sem reclamar.

Só que a covid-19 nada trouxe à tona que surpreendesse. O Flamengo já tinha sido negligente na tragédia do incêndio do Ninho do Urubu, que vitimou jogadores promissores de sua base. E até hoje, neste país da impunidade premiada, nenhum cartola foi punido por evidente omissão. Como Bolsonaro, ídolo de seus dirigentes, estes contaram com o esquecimento de sua desídia e com o heroísmo de jovens como o goleiro Hugo Moura, o melhor jogador em campo na partida que começou com meia hora de atraso. E isso devolveu ao torcedor um orgulho que os magnatas rubro-negros haviam transformado em náusea.

*Jornalista, poeta e escritor


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ALEPE

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01/12


2020

Maia quer aprovar a Reforma Tributária

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que a reforma tributária pode ser aprovada ainda este ano. Disse que tem votos para aprovar o texto mesmo sem o apoio do Governo.

O relator da reforma, deputado Aguinaldo Ribeiro, deve apresentar o parecer nesta semana à equipe econômica do Governo e aos líderes partidários.

Em relação ao apoio dos partidos de oposição, Maia afirmou que há convergência em alguns temas, como a possibilidade do aumento do imposto sobre herança e a tributação de dividendos.

Ele fez ressalva em relação ao imposto sobre grandes fortunas, já que é contra a proposta.


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O Jornal do Poder

01/12


2020

Futuro de Geraldo é a presidência do PSB

O prefeito do Recife em final de gestão, Geraldo Júlio, vai tentar ocupar a presidência nacional do PSB ou a estadual para ficar na vitrine com vistas ao seu projeto de disputar o Governo do Estado em 2022. Segundo uma fonte do partido, o desejo dele é a nacional, pela visibilidade que poderá ter em todo o Brasil.

O problema é que o atual presidente Carlos Siqueira, embora seja mais burocrata do que político, cumpre bem o papel de dirigente nacional articulando-se com os núcleos do partido de São Paulo, do ex-governador Márcio França; do Rio Grande do Sul, liderado por Beto Albuquerque; Casa Grande, no Espírito Santo, e Alexandre Molon, atual líder na Câmara e mandachuva no Rio de Janeiro.

Há quem diga, entretanto, que se não se acomodar na estrutura partidária do PSB, para estruturar as eleições estaduais de 22, Geraldo pode ocupar a Secretaria de Governo de Paulo para mergulhar na estruturação da sua própria campanha rumo ao Palácio das Princesas.


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Abreu no Zap

01/12


2020

Os dois primeiros nomes em postos chaves da PCR

Independente dos espaços a serem distribuídos com os partidos aliados no seu primeiro escalão, o prefeito eleito do Recife, João Campos (PSB), não abrirá mão de dois amigos e auxiliares diretos, o jornalista Paulo Marinho, que cuida da imagem dele desde sua eleição de deputado federal e seu chefe de gabinete Victor Marques.

Ambos são jovens e de geração próxima ao prefeito eleito. No staff, Victor deve ficar mesmo na chefia de gabinete e Marinho na Diretoria de Imprensa, já que no organograma da gestão municipal não existe Secretaria de Imprensa nem tampouco de Comunicação.


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01/12


2020

Bolsalulismo e obscurantismo desabam abraçados

Por José Nêumanne*

O “acordão” secreto do corrupto condenado em segunda instância Lula da Silva com o presidente Jair Bolsonaro para chegarem ao segundo turno de 2022, um acreditando garantir a própria vitória e contando com outro como adversário perfeito, sobrevive na UTI após as eleições municipais do domingo 29. Bolsonaro nomeou os petistas Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República e André Mendonça no Ministério da Justiça e indicou outro, Kassio Nunes Marques, para o Supremo Tribunal Federal (STF) para facilitar a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao segundo turno da eleição presidencial de 2022. E Lula espera chegar lá conquistando a ficha limpa em julgamento no STF. Ou para tanto indicar, caso isso não seja viável, um poste, como Dilma Rousseff em 2010 e 2014 e Fernando Haddad em 2018. Os dois lados do abjeto cambalacho, contudo, perderam feio nas últimas disputas eleitorais municipais.

O PT, que, em 2016, só tinha vencido uma eleição em capital agora deixaou claro que a estratégia única do “Lula livre” foi suicida: não elegeu prefeito em capital nenhuma. Jilmar Tatto, candidato do partido, repetiu o fiasco anterior de Fernando Haddad, não disputando o segundo turno em São Paulo. Marília Arraes, neta do doutor Miguel, levou uma surra de votos do primo João Campos, bisneto do patriarca da esquerda nacional. Já o chefe do Executivo federal, que ainda não dispõe de um partido para chamar de seu, objetivo cumprido por qualquer borra-botas no Brasil, cometeu crimes eleitorais protagonizando lives em palácio para 16 candidatos, e só elegeu quatro, um quarto, nenhum em colégio eleitoral que pudesse avalizar o delírio de sua reeleição. Na única vitória de um bolsonarista em capital, Vitória (ES), Delegado Pazolini, Clio, deusa irônica da História, reservou o malogro ao petista histórico João Coser.

Em São Paulo, numa de suas amostras grátis de “arrognância” (junção de arrogância com ignorância, criada por Roberto Campos), o chefe do governo federal adotou como favorito o “cavalo paraguaio” Celso Russomanno, No primeiro turno, este chegou em quarto lugar e, ao perder para Covas, Boulos e o ex-governador Márcio França, repetiu a tradição de partir na cabeça e acabar na rabeira. No Rio, Bolsonaro dobrou a aposta e ficou no placê com a tunda imposta pelo ex-prefeito Eduardo Paes, do DEM. Os vencedores no Rio e em São Paulo fizeram questão de inovar e comemorar a vitória com discursos lembrando a principal causa do fiasco do chefão da extrema direita nos dois maiores colégios eleitorais do País. Não será fácil sequer chegar ao segundo turno em 2022, embora eleições municipais não decidam a presidencial, posterior.

O prefeito reeleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), teve a seu lado a aposta do capitão de milícias no adversário a destruir, o governador João Doria, que durante a campanha, por causa da própria rejeição, foi mantido a discreta distância. No discurso triunfal, este lembrou as vitórias do PSDB, legenda dos dois, no Estado mais populoso do País. E o vencedor do domingo 29 deu um tom nacional a seu primeiro discurso após o anúncio do resultado da apuração. Nele fez críticas indiretas ao presidente Bolsonaro, dizendo que os paulistanos derrotaram o “obscurantismo e o negacionismo” e votaram “a favor da ciência”. Parece uma análise correta num discurso promissor. Além da garantia de continuidade da política de combate à pandemia, apoiada pelo povo no voto, o neto do patriarca tucano Mário Covas previu: “Restam poucos dias para o negacionismo e o obscurantismo”. Isso, é claro, dependerá de confirmação na campanha presidencial de 2022. “É possível fazer política sem ódio, falando a verdade”, disse, em outra investida sobre o “mito”, mas adiou para depois da apuração a decisão de retroceder medidas de reclusão dos cidadãos depois do recrudescimento do contágio da covid 19.

Paes atirou em outra evidência contra o presidente, que votou em Crivella: “Nós passamos os últimos anos radicalizando a política brasileira e contestando aqueles que exercem a atividade política, e os resultados desse quadro de extremos, de divisão, não fez bem aos cariocas nem aos brasileiros. Essa eleição manifestou uma força muito grande daqueles que exercem a atividade política, a gestão pública”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, chefão do DEM e do Centrão bolsonareiro, deu uma de papagaio de pirata para aumentar o próprio cacife e da trupe no apoio ao governo federal, ao lado do vencedor. Embora o flagrante de que a politicagem continua reinante na política brasileira em geral e na fluminense em particular, não se pode omitir, no caso, que a aposta de Bolsonaro em Crivella foi a decisão mais estúpida da história política brasileira, e logo em seu domicílio eleitoral.

Ao agradecer em idioma parecido com o português, imitando o PT, o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, foi elogiado por seus simpatizantes nos meios de comunicação por ter cumprido o protocolo de cumprimentar o vencedor. E também agradeceu às “duas milhões de eleitores” (sic) que o sufragaram nas urnas. Nos cursos universitários citados nos perfis da campanha, seu professor de Português deve ter sido Lula ou Bolsonaro. Mas, infelizmente, isso importa pouco num cenário em que pouquíssimos líderes políticos falam um vernáculo escorreito. Mais importante será destacar o esquecimento da matemática dos analistas da esquerda, omitindo o fato de que o vencedor lhe impôs uma derrota histórica de quase 20 pontos porcentuais, um capote, como se dizia em meus tempos de péssimo jogador de vôlei no seminário em Campina Grande. De fato, 59% a 31% é uma diferença acachapante. As análises que falam do derrotado como líder de uma nova esquerda são, portanto, lorota de tontos. Parodiando pelo oposto o sucesso de Luiz Gonzaga, popularizado por Sílvio Santos: “que mentira, que lorota má”.

*Jornalista, poeta e escritor


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Banco de Alimentos

01/12


2020

Bolsonaro aponta Tarcísio e Gilson craques da equipe

Em desabafo, ontem, no Rio, sobre a eficácia do seu Governo e estilo de gerir o País, o presidente Bolsonaro citou e elogiou como auxiliares exemplares em resultados de gestão o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Vieira, e o presidente da Embratur, o pernambucano Gilson Neto. Veja!


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Comentários

gilson

De que adianta craques, se temos um técnico incompetente.



01/12


2020

Prefeito eleito de Limoeiro pode ser cassado

A Justiça Eleitoral pode cassar o mandato do prefeito eleito de Limoeiro, Orlando Jorge (Podemos), por abuso de poder político e econômico. 

As denúncias estão sendo investigadas pela Justiça Eleitoral em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), processo de número 0600536-09.2020.6.17.0024. Entre os indícios apontados estão que Orlando Jorge disponibilizava veículos de campanha para os eleitores de Limoeiro, município no Agreste do Estado, irem fazer cirurgias e receberem outros atendimentos médicos e odontológicos em Paudalho, na Zona da Mata, cidade onde o então candidato exercia a função Secretário Municipal de Saúde. 

Nas denúncias enviadas à Justiça, há imagens nas quais são possíveis flagrar veículos adesivados com propaganda de campanha de Orlando Jorge.  

A audiência será realizada nesta sexta-feira (04/12). Caso confirmada as irregularidades, o prefeito eleito pode ter a cassação do diploma e ainda responder por improbidade administrativa.


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01/12


2020

Criciúma tem madrugada de violência com cidade sitiada

A cidade de Criciúma, no Norte de Santa Catarina, passou por uma madrugada de violência, hoje. Criminosos fortemente armados trocaram tiros com a força policial da cidade, arrombaram agências bancárias e caixas eletrônicos. Os bandidos também provocaram incêndios e fizeram reféns nas ruas do centro do município.

Segundo informações do portal UOL, a ação começou pouco depois da meia-noite e teve fim antes das 3h. Pouco após as 2h da madrugada, o prefeito da cidade, Clésio Salvaro (PSDB), foi a público pelas redes sociais explicar que a cidade estava sendo alvo de um assalto de “grandes proporções” e pediu que as pessoas não saíssem de casa.

“Criciúma é alvo de um assalto de grandes proporções. Junto às autoridades militares e forças de segurança, seguimos monitorando e acompanhando o desenrolar dos fatos. Fiquem em casa. Muito cuidado!”, escreveu o prefeito.

Ao portal G1, a Polícia Militar do estado informou que o grupo incendiou acessos à cidade, além de atacar um batalhão da polícia. Pelas redes sociais vários vídeos do momento da ação mostram a violência dos criminosos. Reféns são vistos sentados no meio da rua e notas de dinheiro foram espalhadas nas ruas. Até a publicação desta matéria não havia informações oficiais sobre possíveis vítimas ou feridos, assim como a prisão de suspeitos.


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30/11


2020

João vai limpar área infectada por Geraldo

O blog apurou, há pouco, que o primeiro dia de atividade do prefeito eleito do Recife, João Campos (PSB), já foi concentrado nas negociações em torno da montagem do seu secretariado, que será o mais amplo possível no que diz respeito ao atendimento dos mais diversos segmentos partidários que o ajudaram a derrotar Marília Arraes na eleição de segundo turno no dia de ontem.

O que se ouve já é muita gente reclamando da perda de espaços, a começar pelo grupo do prefeito Geraldo Júlio (leia-se a sua cozinha). O que João deve fazer de imediato é limpar a área de Saúde, espectro de corrupção da atual gestão, objeto de seis operações da Polícia Federal.

E distribuir cargos com partidos do centrão que integraram a sua ampla coligação. João quer dar uma cara própria ao seu Governo para não ficar refém ou a reboque de Geraldo Júlio. Nunca um prefeito eleito dispensou o primeiro dia útil pós eleição para cuidar da montagem do secretariado.


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Pera! Depois de querer ser censor, juiz, desembargador, ministro do TSE, PF, MP, agora quer mandar na administração do João Campos? Acho que endoidou de vez.



30/11


2020

PSB encolhe, mas lidera ranking de prefeitos eleitos

Um levantamento feito pelo G1/PE mostra que o mapa dos partidos que governam as cidades de Pernambuco sofreu mudanças após o fim das eleições 2020. O PSB, do governador Paulo Câmara e do prefeito do Recife Geraldo Julio, continua com o maior número de prefeituras, assim como nas eleições passadas, mas elegeu 15 prefeitos a menos em comparação com 2016, saindo de 68 para 53.

O MDB teve um crescimento após o resultado das urnas e se tornou o segundo partido com maior número de prefeitos eleitos no estado. No país, o partido lidera o ranking de prefeitos eleitos, seguido pelo PP e PSD.

O Republicanos, o Avante e o PP foram os partidos que mais cresceram percentualmente em Pernambuco, desde as eleições em 2016.

O resultado aponta um crescimento de partidos considerados do “Centrão” ou com inclinação à direita. Também houve quedas de partidos tradicionais como PSDB, PTB, PDT e PT.

O levantamento não considera os candidatos a prefeito sub judice, que aguardam julgamento da Justiça Eleitoral. Seis cidades de Pernambuco estão nessa situação: Tuparetama, Palmares, Capoeiras, Palmeirina, Itamaracá e Pesqueira. Clique aqui e confira a matéria completa.


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30/11


2020

Editorial analisa resultado das eleições no segundo turno

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre resultado das eleições no segundo turno em todo Brasil e, especificamente no Recife. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


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