FMO janeiro 2020

17/01


2020

Tadeu não passa no crivo de Geraldo

Difícil o deputado Tadeu Alencar vir a substituir João Campos numa eventual troca de candidatos a prefeito do Recife, caso a briga familiar no seio da família Campos leve o PSB à desistir de emplacar o filho de Eduardo Campos na corrida municipal. Tadeu não é palatável para o prefeito Geraldo Júlio e tem um inimigo declarado dentro da cúpula socialista: o presidente do diretório estadual, Sileno Guedes.

Quando teve seu nome cogitado para disputar o Governo na sucessão de Eduardo pelo então governador, morto em acidente aéreo em 2014, Tadeu foi triturado pelas mesmas forças que hoje se oporiam a ele, como Geraldo e Sileno.

A única sustentação lógica para Tadeu surgir como sucedâneo a João no jogo sucessório seria o fator familiar. Seu filho é casado com a filha de Renata Campos, viúva de Eduardo. Com exceção disso, nada soma ao currículo de Tadeu.

Nessa história, até agora mal contada, só tem um fato: o nome de João começa a ser cogitado para sair do páreo como consequência de uma crise na família Campos, com todos insumos e ingredientes para explodir e ficar insanável.


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Jaboatão - Família Acolhedora

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02/12


2021

Site de “O Poder” ultrapassa 2,1 milhões de visitas

No mês de novembro, o site do jornal “O Poder” superou a marca de 2 milhões de acessos, segundo registros do Google Analitycs. É um recorde e uma demonstração da força do site. Esses números se somam à distribuição das edições diária de O Poder.

De acordo com o editor geral do caderno Brasil, o jornalista Antônio Magalhães, a publicação começou a dar ênfase ao site a partir de julho. "Desde então, não paramos de ampliar. Segundo o Google Analytics, foram 2.107.794 matérias lidas no mês de novembro, no site, sem contar as edições em PDF, distribuídas através de redes de conversas, afirmou.


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ALEPE - Ações Sociais

02/12


2021

Oposição vence eleição da Câmara de Inajá

Foi realizada ontem, a eleição antecipada para a Presidência da Câmara de Vereadores do Município de Inajá e, na disputa, o grupo do atual prefeito Marcelo de Alberto (PSD) saiu derrotado. Com isso, o próximo biênio da casa legislativa terá o comando do vereador Manoel de Arcelino (PP), integrante do grupo de oposição.

A vitória da oposição fortalece o ex-prefeito Leonardo Martins (PP), que pode vir a disputar uma das vagas da ALEPE ano que vem. Leonardo tem na conta os apoios do prefeito de Manari, Júnior de Audálio, da vice-prefeita Zirlândia Martins, do grupo do ex-prefeito Otaviano Martins e da oposição de Inajá, onde obteve 49% dos votos nas últimas eleições para prefeito.


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

02/12


2021

CMR suspende licitação para comprar kits de R$ 279 mil

A Câmara Municipal do Recife decidiu suspender a licitação com custo estimado de R$ 279.447,75 para contratar empresa especializada para fornecer kits executivos personalizados. As informações são do portal G1/PE.

A decisão ocorreu hoje, após a repercussão da intenção de compra de itens como canetas, agendas, blocos de anotações, calendários de mesa e mochilas executivas de couro legítimo.

Somente as canetas especificadas no edital de pregão eletrônico custam R$ 184,69, cada, segundo o site da fabricante. As mochilas são encontradas na internet por valores entre R$ 400 e R$ 1 mil.

Por meio de nota, o Legislativo municipal informou que o processo cumpre os preceitos da legalidade, mas que entendeu que a suspensão "é a decisão mais adequada a ser tomada, considerando o momento atual".

A Câmara Municipal informou, ainda, que "em anos passados já foram confeccionados tais produtos que são usados pelos parlamentares". O processo nº 91/2021, que trata do pregão eletrônico nº 016/2021, foi publicado no dia 25 de novembro.


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02/12


2021

Precatórios: Senadores pedem que texto seja mantido na Câmara

Senadores que articularam a aprovação da PEC dos Precatórios em dois turnos, hoje, dizem "desconfiar" que a Câmara possa reverter as melhorias que foram feitas no texto e enviar para promulgação uma proposta "pior" – com regras que não passariam no Senado.

O texto aprovado nesta quinta contém uma série de mudanças em relação à versão votada pela Câmara. A versão foi construída em acordo entre partidos e o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que relatou a PEC.

Durante e após a votação em plenário, senadores cobraram de Bezerra e do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que fosse firmado um "compromisso" para evitar que a Câmara rejeite as mudanças e restaure o texto original.

Entre as mudanças promovidas pelo Senado, estão regras que restringem a utilização da folga orçamentária que será aberta pela PEC. O objetivo é evitar um eventual "uso eleitoral" dos recursos em 2022 – o governo falou em dar reajustes para servidores e criar auxílios para categorias específicas, por exemplo.

"É muito difícil votar as matérias no Senado quando você desconfia da Câmara. Esse entendimento entre Câmara e Senado precisa ser realmente resolvido. A gente tem que ter certeza de que o que se vota aqui seja respeitado lá", afirmou o senador Izalci (PSDB-DF), que se reuniu com Bezerra horas antes da votação em plenário.

Em resposta, o líder do governo disse ter conversado sobre o tema com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). “É evidente que a expectativa da Câmara é que o texto do Senado fosse mais próximo do texto da Câmara. Não é essa a realidade, mas essa é a vontade política do Senado, de construir esse texto promovendo as alterações que julgou necessárias para que pudesse atender muitos interesses que estavam sendo disputados", declarou Bezerra.

"Eu tenho convicção, pelo diálogo que mantive hoje com o presidente Arthur Lira, de que essa manifestação do Senado será respeitada no sentido de que a Câmara possa concordar com essas alterações e a gente possa ter uma tramitação a mais rápida possível”, continuou.


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Petrolina outubro 2021

02/12


2021

Nem Lula nem Bolsonaro combatem corrupção, diz Moro

Em entrevista ao Frente a Frente, que será reproduzida em instantes pela Rede Nordeste de Rádio para 44 emissoras, o ex-ministro Sérgio Moro, candidato do Podemos ao Palácio do Planalto, afirma que seus dois principais adversários – o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula – não têm compromisso com o combate à corrupção. Afirma que a era PT foi marcada por dois grandes escândalos – o mensalão e a Lava Jato – e que tem provas de que os governos petistas assaltaram a Petrobras.

“A própria Petrobrás diz que houve perdas com suborno. Isso está no seu balanço. Criminosos confessaram seus crimes e devolveram dinheiro. A gente viu políticos sendo processados. O que está acontecendo agora é uma falta de vontade política de combater a corrupção. E isso precisa de liderança. E além disso, decisões do STF também têm enfraquecido esse combate. Mas a responsabilidade principal é do presidente”, disse, referindo-se a Bolsonaro, que, segundo ele, também não tem compromisso em acabar com a roubalheira no País. Eis sua entrevista abaixo:

Merval Pereira, no O Globo de hoje, diz que Lula e Bolsonaro estão preocupados com o crescimento da sua candidatura. O senhor é um ameaça a quebra da polarização Lula x Bolsonaro?

Eu acabei de me filiar ao Podemos para construir um projeto para o País. Tenho conversado com especialistas e pessoas em geral para construir um projeto que seja consistente e fundado em princípios e valores. Não tenho me preocupado com esses possíveis adversários. De um lado você tem o candidato do PT e do outro, o candidato do Valdemar da Costa Neto e eles vão construir os seus projetos, embora o Governo atual me parece que já tem algum projeto para o País. Mas a ideia é que nos foquemos na nossa missão e aí a gente ganha a confiança das pessoas.

O senhor está confiante?

Sim. No final, quem vai decidir são as pessoas. Precisamos ter um projeto que melhore a vida delas. Isso envolve combate à pobreza, à desigualdade social e estabilização da economia, pois a inflação está alta e as pessoas veem isso ao irem no mercado e no posto de gasolina e constatam que o dinheiro que elas têm não compra o que comprava no passado. Está vindo, também, um aumento de juros, que é uma resposta do Banco Central, já que o Governo não tem feito sua parte. E uma parte do nosso programa, que também é importante, é o combate à corrupção.

Combate à corrupção é sua principal bandeira?

É uma bandeira que está no meu DNA. Acredito que esses adversários não têm condições de falar sobre esse assunto, já que um, na gestão do PT, foi responsável pelos dois maiores escândalos da história, o Mensalão e o Petrolão, enquanto que o Governo atual desmantelou o combate à corrupção. Eles falam que não tem corrupção, mas o que não existe são instrumentos de controle. Isso tem sido enfraquecido pelo Governo, e foi o motivo para eu ter decido a entrar na disputa.

O senhor se arrepende de ter sido ministro? Já ouvi muito a versão de que se o senhor não tivesse sido ministro seria eleito presidente sem sair de casa...

Vamos voltar os relógios para 2018: mais de 50 milhões de brasileiros votaram no presidente Jair Bolsonaro. Havia uma energia cívica e uma esperança. A gente já sabia que Bolsonaro era um personagem controvertido e já tinha sido um deputado bastante limitado, com declarações polêmicas, mas posso perguntar a qualquer um: "havia uma chance de dar certo?" Havia. Eu era juiz da Lava Jato, estava dando resultados e pela primeira vez nós vimos pessoas que cometeram crimes de grande corrupção, respondendo por seus crimes, inclusive cumprindo pena de prisão.

Mas a resposta do presidente não foi satisfatória. Faltou apoio dele aos seus principais projetos de combate à corrupção...

Eu sabia que iria ter uma reação muito forte ao combate à corrupção. Havia conhecido alguns magistrados na Itália, que tinham vivenciado aquela operação Mãos Limpas e eles me contaram o que aconteceu. Lá, depois de dois anos de avanço, veio muito tempo de retrocesso, pois o sistema político não aprendeu a lição e quis voltar à impunidade de antes. Então, o presidente me convidou e eu pensei que não poderia negar essa chance de dar certo e aceitei. E, durante meu período, eu só trabalhei naquilo que eu prometi que iria trabalhar. Combatemos o crime organizado, conseguimos uma redução da criminalidade, com 19% a menos de assassinato, defendi e autonomia da Polícia Federal.

O senhor deixou apenas pela interferência indevida do presidente na Polícia Federal?

Apresentei o projeto de Lei Anti Crime, mas quando vi que o presidente não apoiava meus projetos e interferiu na Polícia Federal, vi que havia chegado a hora de cair fora. Vale salientar que a Polícia Federal de hoje não é mais a da época da Lava Jato. A gente não vê mais grandes operações. Temos bons profissionais, mas falta incentivo. Quando vi que o Governo havia abandonado essa pauta, saí. Poderia estar lá sendo ministro até hoje, mas não estava lá pelo cargo, sim pelo projeto.

Apostar em Bolsonaro foi um tiro no escuro?

Olha, Magno, não acho que foi um tiro no escuro. Foi uma decisão difícil na época, pois já tinha 22 anos de juiz. Perdia todos os benefícios da minha condição de juiz e era uma situação complexa de carreira. Entendi que havia uma chance de dar certo, avançar como país, e isso valia. Muita gente me dizia que já que o presidente tem esse perfil autoritário, no Governo eu seria uma garantia à lei. Então, achei que tinha esse dever com o País. Mas quando eu percebi que eu era sabotado, saí.

Foi a decisão mais acertada?

Acho que demonstrou coerência de minha parte. Estou voltando agora na condição de pré-candidato ao Planalto porque esse projeto de combate à corrupção e de melhoria da vida das pessoas tem que ser retomado. Também foi uma decisão difícil, mas precisam ser tomadas. Se as pessoas não tomarem decisões difíceis, o País não vai para frente. Inclusive, aproveitando o espaço, queria dizer que escrevi um livro chamado "Sérgio Moro contra o sistema da corrupção" e ele vai ser lançado em Recife, no domingo e todos serão muito bem recebidos.

Há uma versão corrente, principalmente depois da sentença do ministro Edson Fachin, do STF, que todo seu trabalho foi parcial. No livro, o senhor faz essa defesa?

Eu tenho muito orgulho do trabalho que fiz à frente da Lava Jato. Falam muito das minhas decisões, mas elas foram mantidas, pelo Tribunal de Apelação de Porto Alegre e pelo Tribunal de Justiça. Agora, o Superior Tribunal de Justiça (STF) entendeu que existia uma perseguição que nunca houve. O STF comete um grande erro judiciário ao começar a anular essas condenações de pessoas que foram condenadas a crimes de corrupção. Mas as pessoas sabem a verdade. Sabem que a Petrobrás foi roubada, dia após dia.

Como provar que a Petrobrás foi assaltada?

A própria Petrobrás diz que houve perdas com suborno. Isso está no balanço. Criminosos confessaram seus crimes e devolveram dinheiro. A gente viu políticos sendo processados. O que está acontecendo agora é uma falta de vontade política de combater a corrupção. E isso precisa de liderança. E além disso, decisões do STF também têm enfraquecido esse combate. Mas a responsabilidade principal é do presidente.

Quanto aos que fizeram delação premiada e devolveram fortunas, pela brecha jurídica aberta pelo STF eles podem pedir esse dinheiro de volta?

Essa é uma preocupação, mas acho que não chegará a esse ponto. Seria um tapa na cara dos brasileiros. Revela, no entanto, o quanto a gente tem que estar comprometido no combate à corrupção. As cortes de justiça têm que ser severas e precisamos reformar a legislação. Por exemplo, o foro privilegiado, a gente sabe que não funciona. Isso tem gerado impunidade. O que precisamos ter é uma liderança que se preocupe com as pessoas.

Como o senhor está falando para o Nordeste, não poderia deixar de perguntar sobre a Transposição do Rio São Francisco. Qual sua opinião e o que já tem em termos de propostas para o Nordeste?

O Nordeste é uma região importante, tem um povo maravilhoso e criativo. Precisa de alguns incentivos para que possa diminuir as desigualdades sociais. Ainda existe muita pobreza, então precisa ter uma atenção especial e projetos de desenvolvimento econômico. Projetos esses que não podem ser retidos por grupos específicos, mas que possam beneficiar toda a população. Esse projeto da transposição tem um propósito muito importante, pois tem a intenção de levar água a regiões carentes. Mas ele não resolve todos os problemas. E precisa haver cuidado para que não gere problemas ambientais. Isso precisa ser feito com cuidado para que o Rio não pereça por conta disso.

Como ir além disso?

Não adianta levar água e não levar outras coisas que facilitem a vida das pessoas. Por exemplo, facilitar o crédito na região, expandir a atenção a quem está preso na armadilha da pobreza. Um dos nossos planos é criar uma força-tarefa de erradicação da pobreza. Esse programa de transferência de renda, que era o Bolsa Família e agora se fala em Auxílio Brasil, é importante, mas não suficiente para permitir que as pessoas escapem da pobreza. Precisa haver acesso à educação, chance de emprego, saúde. Então, nosso plano é ter uma Agência Nacional de Erradicação da Pobreza.

Esses projetos poderiam ser feitos através da Sudene, hoje um órgão esvaziado?

A governança para essa força-tarefa ainda está sendo construída, estamos bastante distantes de outubro de 2022, e isso está sendo feito com especialistas. Em princípio, a ideia é não criar estruturas novas, mas trazer os melhores servidores dos Ministérios já existentes e criar uma governança dos melhores, que é o que a gente precisa para erradicar a pobreza. Queremos resolver todos os problemas em um único órgão, sem burocracia ou ter que mandar ofício para lá e para cá.

Aqui no Nordeste, Lula tem os maiores índices de intenção de voto. O senhor pensa em buscar um vice do Nordeste?

Trata-se de uma questão prematura. O que é importante é um projeto. A gente ouve falar que o Brasil é o país para o futuro e esse futuro nunca chega. Nós não conseguimos vencer problemas do passado. A gente tem visto corrupção, pobreza e inflação crescerem. A gente precisa resolver esses problemas e olhar para o futuro. É o mundo digital, educação de qualidade, com internet e tecnologia nas escolas. Precisamos preparar os estudantes para os desafios do emprego do futuro. Precisamos falar em energia renovável e conservação do meio ambiente. Temos que nos preocupar com mudança climática e nos inserir de novo no mundo com um país respeitado. Não estou preocupado nesse momento com essa questão de vice.

A prisão de Lula foi justa?

Tenho orgulho do que fiz. A prisão foi autorizada pelo STF em março de 2018. Quem ordenou a prisão do Lula foi o Tribunal de Apelação de Porto Alegre. Eu só cumpri a decisão. E a gente tinha, durante o governo do PT, um modelo de corrupção instaurado na Petrobrás. Isso é um fato inegável. Agora, nunca tive animosidade com Lula. Todas as pessoas merecem respeito. Acho que quem errou precisa arcar, mas isso não significa que a pessoa vá ser movida por sentimento de vingança ou punição. Eu fui movido pela lei”.

Clique no link e ouça a entrevista completa: https://youtu.be/Afl4g0ZgW7c


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Comentários

Jose Roberto Correia de Jesus

Um Picareta.... pensar que um dia andei 400km pra defender este traíra

Joao

E o que fez ele quando ministro do acéfalo para combater a corrupção? A grande mídia e seus jornalistas parciais, bem como blogs e blogueiros, parecem já ter escolhido o seu candidato. Assim fizeram quando escolheram o acéfalo e agora querem emplacar essa coisa!


Sindicontas

02/12


2021

Guilherme Coelho anuncia pré-candidatura

Na noite de ontem, Guilherme Coelho anunciou a sua pré-candidatura a deputado federal pelo estado de Pernambuco. O ex-prefeito de Petrolina e ex-deputado federal declarou o seu retorno à disputa eleitoral durante o tradicional Coquetel de Imprensa, evento promovido, anualmente, em parceria com o vereador Ronaldo Silva, com o intuito de prestigiar a imprensa local.

Segundo Guilherme Coelho, a sua decisão de concorrer a uma vaga no Legislativo Federal se deve à sua vontade de continuar colaborando com o desenvolvimento da região, a partir de dois pilares: Irrigação e Educação.

“Estou muito animado e capacitado para juntar a visão atual do desenvolvimento sustentável, com a visão clássica da política e o desenvolvimento regional que Osvaldo Coelho defendia. Como ele, vou lutar pelo Canal do Sertão e vou continuar na luta pelo acesso à educação do jovem sertanejo. Vou me debruçar nos polos de inovação tecnológica digital, com base no que o mundo já incorporou, tendo isso como um norteador para um novo caminho em prol da modernização das cadeias produtivas na indústria, no comércio e principalmente na agricultura familiar, tão importante para o nosso estado e nosso país”, declarou.


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Ipojuca - Novembro

02/12


2021

STF anuncia posse de André Mendonça para o dia 16

O Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou, hoje, que a posse de André Mendonça como novo ministro do tribunal acontecerá no próximo dia 16. O anúncio foi feito após Mendonça ter se reunido na sede do STF com o presidente da Corte, ministro Luiz Fux.

"O presidente do STF, ministro Luiz Fux, recebeu, hoje, André Mendonça, aprovado ontem para vaga na Suprema Corte. O encontro começou por volta de 13h e durou cerca de uma hora. Ficou definido que a posse será no dia 16 de dezembro, às 16h", informou o Supremo.

Indicado para o STF pelo presidente Jair Bolsonaro em julho deste ano, André Mendonça foi sabatinado e aprovado pelo Senado ontem. O novo ministro do STF vai herdar mais de 900 processos que estavam sob relatoria do ministro Marco Aurélio Mello, que se aposentou em julho.

No Supremo, Mendonça deverá participar de julgamentos considerados polêmicos, que abordarão temas como bloqueio de perfis de apoiadores do governo nas redes sociais e prisão após condenação em segunda instância.


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Caruaru - Feira da Sulanca

02/12


2021

Senado aprova relatório com Auxílio Brasil permanente

Com 64 votos favoráveis, o plenário do Senado aprovou, hoje, o relatório do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) sobre a PEC dos Precatórios, garantindo o pagamento do Auxílio Brasil no valor de R$ 400,00 para 17 milhões de pessoas. Ao criar um subteto para pagamento dos precatórios e alterar a base de correção do teto de gastos, a PEC abre espaço fiscal no Orçamento da União de 2022 e assegura R$ 51 bilhões para o programa Auxílio Brasil, que terá caráter permanente. Outros R$ 55 bilhões vão custear as despesas previdenciárias e assistenciais.

“Refiro-me à vinculação de todo o espaço fiscal criado pela proposta para fins sociais da mais alta importância. Cito-os: ampliação de programas sociais de combate à pobreza e à extrema pobreza; e saúde, previdência e assistência social. Assim, todo o esforço feito pelo Congresso Nacional na busca de recursos estará vinculado às finalidades sociais mais urgentes nesse momento de crise”, afirmou o senador.

O relatório de Fernando Bezerra retira os precatórios do Fundef do teto de gastos, mas mantém o cronograma de parcelamento. E determina que pelo menos 60% dos recursos recebidos por estados e municípios sejam repassados para professores, incluindo aposentados e pensionistas, na forma de abono. Já os precatórios de natureza alimentícia estarão entre as prioridades de pagamento, de acordo com a PEC aprovada.

Outro ajuste feito pelo relator Fernando Bezerra na PEC dos Precatórios é o limite para o pagamento das dívidas judiciais até 2026. “Em vez de vigorar por todo o tempo do Novo Regime Fiscal, ou seja, até 2036, o sublimite irá até 2026, dando tempo suficiente para o Poder Executivo melhor acompanhar o processo de apuração e formação dos precatórios e seus riscos fiscais, mas sem criar um passivo de ainda mais difícil execução orçamentária”.

“Tenho absoluta certeza de que o texto que estamos entregando expressa a visão do Senado de não faltar recurso para os mais pobres e, ao mesmo tempo, reforçar o compromisso com a responsabilidade fiscal. Este governo vai ser o primeiro em 20 anos que vai entregar a despesa pública como percentual do PIB menor do que encontrou. Este governo avança na arrecadação da receita. Temos hoje uma arrecadação estrutural superior a R$ 110 bilhões, e é por isso que a gente pode dar o passo de transformar em programa permanente o Auxílio Brasil”, disse o senador no plenário.


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Arcoverde novembro 2021

02/12


2021

Sport teve ano cheio de vexames

Da coluna de João Alberto

Neste ano o Sport já teve cinco presidentes, três técnicos, dois executivos remunerados, incontáveis diretores de futebol, alguns fracassos no passado, jogadores contratados que não puderam jogar, outros que só causaram problemas. Na reta final, em cinco jogos, quatro derrotas. Não poderia dar certo. Resultado: queda para a Série B, com três rodadas de antecedência, como vice-lanterna.


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Serra Talhada 2021

02/12


2021

Sugestão a Marinha e ao Exército

Caro Magno,

Li na tua Coluna (com "c" maiúsculo) que a Escola de Aprendizes de Marinheiro vai fechar. Há pouco tempo, o Exército anunciou a construção de uma Escola de Sargentos em área de preservação ambiental, protegida por lei. Por que não unir as pontas? Aproveitar o espaço, que é bem amplo da Escola de Marinheiros, para formar esses sargentos.

Caso os prédios da Escola não sejam suficientes, ainda existem várias edificações na mesma área pertencentes à Marinha, sem falar nas edificações que ficam no Recife Antigo. Prédios da Marinha, do Estado ou de particulares. Estes, abandonados.

Em outras palavras, um País que precisa ajustar despesas, faria muito bem em trocar o projeto caro e ambientalmente inapropriado e ajudar a solucionar o problema da deterioração do Recife Antigo.

Aldo Paes Barreto – jornalista


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