Blog do Magno 15 Milhões de Acessos

03/01


2019

Governo garante mais água para o Sertão

O governador Paulo Câmara comandará, amanhã, o primeiro ato do seu segundo mandato à frente do Governo de Pernambuco, renovando o compromisso e a priorização da gestão estadual com a sustentabilidade hídrica. No Sertão do Moxotó, o chefe do Executivo estadual vai assinar Ordem de Serviço para o início do Sistema Adutor de Custódia. A intervenção encerrará, quando finalizada, o quadro de pré-colapso no abastecimento de água em que a cidade se encontra, beneficiando 40 mil pessoas. Na ocasião, Câmara estará acompanhado de todos os secretários que compõem a nova equipe de Governo.

"As obras de água continuarão sendo uma prioridade no nosso segundo Governo. Vamos seguir investindo muito para fortalecer o abastecimento dos pernambucanos que convivem com dificuldades na área. E faço questão de levar todo o meu novo secretariado para a assinatura dessa Ordem de Serviço para reforçar que o nosso compromisso com a melhoria da qualidade de vida das pessoas tem que nortear o trabalho de todos os servidores do Governo de Pernambuco", destacou Paulo Câmara.

O Sistema Adutor de Custódia será implantado a partir do Reservatório de Moxotó, em Sertânia, na mesma região, e levará água de qualidade para cerca de 40 mil custodienses. Ao todo, serão investidos R$ 31 milhões do Tesouro Estadual. A expectativa é de que as obras sejam concluídas em 12 meses.

A intervenção consiste no aproveitamento da captação no canal de aproximação construído na saída do Reservatório de Moxotó, da Transposição do Rio São Francisco, além da estrutura da Estação Elevatória (EB-01) da Adutora de Moxotó, na qual serão implantadas as bombas do Sistema Adutor de Custódia. Esta Estação Elevatória irá bombear o reforço de água para o sistema de abastecimento da cidade de Custódia, no total de 85 l/s, através de uma tubulação de ferro fundido com diâmetro de 400 mm até a Estação de Tratamento de Água de Custódia.

Para este mesmo empreendimento deverá ser ampliada a Estação de Tratamento de Água para a capacidade de tratamento de até 85 l/s, além da implantação de trechos curtos de Adutoras de Água Tratada que alimentarão os Reservatórios Existentes. Com a entrega da obra, a população da cidade de Custódia terá o fornecimento de água regularizado através de tubulações diretamente para suas residências. Antes da assinatura da Ordem de Serviço, o governador e sua equipe de Governo visitam a Estação Elevatória Rio da Barra, em Sertânia.


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O Jornal do Poder

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17/01


2021

Secretários de Saúde estão no limite com Bolsonaro

De acordo com a coluna Painel, da Folha de São Paulo, publicada ontem, os secretários de Saúde dos estados estão "no limite" com o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Eduardo Pazuello. "Alguns falam que o único caminho daqui para frente é um pedido de impeachment do presidente", escreveu a jornalista Camila Mattoso.

"Eles não receberam nenhuma comunicação sobre o cancelamento da ida do avião brasileiro à Índia, ficaram sabendo pelos jornais. Tampouco foram avisados sobre mudança no calendário de vacinação. Classificam o episódio como um vexame e um fracasso nacional. Gestores estaduais afirmam que o governo e o ministério estão completamente perdidos e que a próxima semana será decisiva no aspecto político", prossegue.

Ainda segundo a coluna, os secretários aguardam reuniões na segunda-feira (18) para definir qual tom vão adotar publicamente. É preciso ponderar que a publicação foi redigida antes dos acontecimentos de hoje, que resultaram na liberação para uso emergencial da Coronavac e na vacinação da primeira pessoa em solo brasileiro, enfermeira Mônica Calazans, em São Paulo..


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Abreu no Zap

17/01


2021

PGR abre apuração sobre conduta de Pazuello na crise no AM

A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu uma apuração preliminar para analisar a conduta do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Amazonas, especialmente sobre a falta de oxigênio que vitimou pessoas e agravou a crise local. A PGR quer saber se o ministro foi informado com antecedência sobre os problemas para o fornecimento de oxigênio no estado. As informações são do G1.

Em documento obtido pela TV Globo, a Procuradoria pede que Pazuello preste informações em 15 dias. “Solicito ao representado [ministro] que envie, em até quinze dias, informações sobre o cumprimento, ou não, de medidas que são de competência do Ministério da Saúde, ante a notícia de que teria sido previamente avisado, na condição de titular da pasta, “sobre a escassez crítica de oxigênio em Manaus por integrantes do governo do Amazonas, pela empresa que fornece o produto e até mesmo por uma cunhada [...] mas não agiu”, diz a PGR.

Pazuello ainda não é formalmente investigado, mas, se a Procuradoria avaliar que há elementos, pode requisitar ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito para investigar o ministro. Na semana passada, o ministro esteve no Amazonas e chegou a reconhecer publicamente a crise do oxigênio.

“Quando cheguei na minha casa ontem, estava a minha cunhada. O irmão não tinha oxigênio nem para passar o dia. 'Ah, acho que chega amanhã. O que você vai fazer?' Nada. Você e todo mundo vai esperar chegar o oxigênio para ser distribuído”, afirmou.


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17/01


2021

Pazuello diz que distribuição da vacina começa amanhã

O Globo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou neste domingo que iniciará a distribuição de doses de vacina contra Covid-19 na segunda-feira a partir das 7h, com ajuda das forças armadas, após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial de dois imunizantes. Segundo Pazuello, as doses serão distribuídas de forma proporcional aos estados e de forma simultânea.

"Todas as doses recebidas serão distribuídas de forma proporcional ao estado e simultaneamente. Qualquer movimento fora dessa linha está em desacordo com a lei. Está em desacordo com a lei. Está em desacordo com a lei. Ponto. Eu não sou representante da lei. Qualquer movimento disso está em desacordo com a lei ", afirmou o ministro, em coletiva de imprensa.

Na tarde deste domingo, a Anvisa aprovou o uso emergencial da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, e da vacina de Oxford, do laboratório AstraZeneca com a Fiocruz. Dez minutos após a reunião, o governador de São Paulo, João Doria, participou de um evento no qual uma enfermeira recebeu a primeira dose da Coronavac.

A vacina do instituto paulista é o único imunizante imediatamente à disposição das autoridades brasileiras. O governo brasileiro negociou na semana passada a remessa de 2 milhões de doses da vacina de Oxford compradas da Índia, mas o envio dos fármacos atrasou.

Questionado sobre o andamento da negociação sobre a vacina de Oxford, Pazuello informou que é "muito provável" que a entrega do produto ocorra no começo da semana.

"É muito provável que  a gente consiga coordenar a entrega para o começo da semana. Estamos nas negociações diplomáticas para entrega. Todas medidas que cabiam ao governo federal foram executadas ", afirmou.


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17/01


2021

Enfermeira é 1ª pessoa a ser vacinada contra Covid no Brasil

São Paulo vacinou a primeira pessoa contra a covid-19, hoje, antes do Ministério da Saúde lançar a campanha nacional de imunização contra o coronavírus. A escolhida foi a enfermeira Mônica Calazans. Ela é negra, tem 54 anos e trabalha na UTI do hospital Emílio Ribas. Também é obesa, hipertensa e diabética.

Mônica recebeu uma dose da CoronaVac momentos depois da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) conceder autorização para o uso emergencial do imunizante. 

*Com informações do Poder 360


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Banco de Alimentos

17/01


2021

Deputada Fabíola Cabral é vista em festa no RN

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

A deputada estadual Fabíola Cabral (PP) foi flagrada em uma festa em Nísia Floresta, na Grande Natal, no Rio Grande do Norte, na última sexta-feira (15). A comemoração intitulada White Oasis ocorreu no Espaço di Trento, uma casa de eventos da cidade potiguar, e contou com apresentações musicais, entre elas a do DJ pernambucano Jopin.

O Blog teve acesso a imagens que mostram a parlamentar sem máscara, perto de várias pessoas também sem proteção. No vídeo, é possível ouvir um trecho da música "Meia-noite", de Zé Vaqueiro, uma das atrações da festa.

Conforme o Blog apurou, quase três mil pessoas participaram do evento, o que gerou protestos nas redes sociais devido às aglomerações provocadas.

“Isso sim é falta de empatia e respeito com os que já se foram, vítimas da Covid. Absurdo!”, escreveu a internauta Regina Brito.

“Vistos a olhos nus: a ignorância, o desrespeito ao próximo, o egoísmo individualistas dos medíocres, a hipocrisia dos discursos de humanidade... as máscaras caídas. Não é questão de ideologia, é maldade mesmo”, comentou Estevão Lucio.

“Eu precisei me medicar pra poder dormir! Onde está o Ministério Público, Polícia Ambiental? Estamos em uma pandemia, hospitais lotados, p****”, desabafou Edi Germano.

Em sua conta oficial no Instagram, o DJ Jopin fez referência à festa ao publicar imagens e uma mensagem: “Estava com muita saudade disso, parabéns galera da @conceitohemotion muito massa tudo lindo.”

Por meio de decreto, o Governo do Rio Grande do Norte recomenda aos municípios "a adoção de medidas necessárias para a suspensão de shows e eventos públicos ou privados de massa". 

Até o momento, foram confirmados 129.549 casos de Covid-19 e 3.173 pessoas morreram pela doença em todo o estado, segundo dados da Secretaria de Saúde. Em Nísia Floresta, houve a confirmação de 764 pessoas contaminadas e 12 óbitos, conforme atesta informativo da Secretaria de Saúde do município.

Já em Pernambuco, o boletim epidemiológico divulgado ontem informa que 240.605 foram infectadas pelo novo coronavírus, com 9.993 mortes registradas devido à doença.

A reportagem procurou a deputada Fabíola Cabral e o DJ Jopin para que se pronunciassem sobre o caso, mas não obteve resposta até o momento.


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17/01


2021

Diretor-presidente da Anvisa também vota pelo uso de vacinas

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, acompanhou o voto de Meiruze Freitas, relatora dos pedidos de uso emergencial da Coronavac e da vacina da Aztrazeneca. Com isso, houve aprovação por unanimidade.

"Essas vacinas estão certificadas pela Anvisa, foram analisadas por nós brasileiros por um tempo, o melhor e menor tempo possível. Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certificar e quando ela estiver ao seu alcance vá e se vacine", disse Antônio Barra.


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Jornao O Poder

17/01


2021

Anvisa forma maioria pelo uso de vacinas contra Covid

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) formou maioria de votos, hoje, a favor do uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. Quatro diretores de um total de cinco já votaram em prol da autorização da aplicação das vacinas no Brasil.

Os diretores seguiram o voto da relatora Meiruze Sousa Freitas. Em relação à Coronavac, a diretora condicionou a aprovação à assinatura de termo de compromisso e publicação em "Diário Oficial". A decisão da Anvisa deste domingo passa a valer a partir do momento em que houver a comunicação oficial ao laboratório. Ela será publicada no portal da Anvisa, no extrato de deliberações da Diretoria.

*Com informações do G1


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17/01


2021

Relatora vota pela aprovação da CoronaVac e AstraZeneca

Do UOL

A diretora da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) Meiruze Sousa Freitas votou pela aprovação do uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz, contra a covid-19. Ela é a relatora das duas solicitações e fez ressalvas ao aprovar os imunizantes.

Durante a manhã e o início da tarde, ambas as vacinas foram recomendadas, com ponderações, pela gerência técnica da Anvisa. Agora, além da relatora, votarão sobre a demanda o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, e os demais diretores da agência: Cristiane Rose Jourdan Gomes, Romison Rodrigues Mota e Alex Machado Campos.

A relatora Meiruze se solidarizou com as famílias das vítimas da covid-19 no Brasil e afirmou, na reunião que foi transmitida pela Anvisa e pelo UOL, que seu único voto valeria para as duas empresas. Ela afirmou que, se guiando pela ciência, seria a favor da aprovação de ambas os imunizantes.

"Até o momento, não contamos com alternativa terapêutica disponível eficiente. Assim, compete a cada um de nós, cada um em sua esfera de atuação, tomar todas as medidas ao nosso alcance para diminuir o impacto da covid-19 sobre a vida do nosso país", declarou. "A autorização para uso emergencial a uma vacina precisa deixar claro que seus benefícios superam eventuais riscos", prosseguiu.

"As duas vacinas atendem os critérios de segurança para o uso emergencial", disse a relatora, que fez ressalvas à vacina Coronavac, recomendando o monitoramento contínuo dos estudos de imunogenicidade após o uso emergencial.

A Anvisa diz que a decisão sobre ambas as vacinas vai se basear em pareceres de áreas técnicas e que, se aprovadas, serão usadas preferencialmente em programas de saúde pública.

O foco da Anvisa é analisar a eficácia e a segurança das vacinas, de acordo com a própria agência reguladora, para o uso emergencial, ou seja, para uso destinado a imunização de grupos de risco, como indígenas, idosos e profissionais de saúde.


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17/01


2021

Nova gestão afirma que Matuto pagou honorários com Fundef

Em levantamento, a Secretaria de Finanças de Paulista atesta que o ex-prefeito Júnior Matuto (PSB) utilizou recursos do extinto Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério (Fundef) para pagamento de despesas com escritório de advocacia no valor de R$ 16 milhões. Segundo a Prefeitura, hoje administrada por Yves Ribeiro (MDB), a aplicação de recursos fora da destinação do fundo implica a imediata necessidade de recomposição do erário, responsabilizando o gestor que lhes conferir outra destinação, na forma da Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União (TCU).

Além disso, o relatório aponta que o ex-prefeito "retirou recursos da conta específica e transferiu para a conta de caráter geral da administração e de lá encaminhou para a conta da folha de pagamento de pessoal, com o objetivo claro de burlar a lei. Essa situação não possibilitou ao TCU estabelecer conexão lógica entre os recursos dos precatórios e as despesas realizadas que deveriam ser de manuntenção e desenvolvimento do ensino".

De acordo com a secretária de Educação da atual gestão, Jaqueline Moreira, o governo anterior não fez o plano de aplicação de recursos em parceria com o Conselho do Fundeb, conforme determina a legislação. Instituído pela emenda constitucional n° 53, de 19 de dezembro de 2006, o Fundeb atende toda a educação básica, da creche ao ensino médio. 60% dos recursos deveriam ser aplicados na remuneração dos professores em efetivo exercício do magistério e no aumento do salário da categoria.

A competência para fiscalizar a aplicação dos recursos complementares  do fundo é do TCU, ainda que esses pagamentos decorram de setença judicial, uma vez que são recursos de origem federal. Como as despesas efetuadas pela administração anterior, com recursos do Fundef, estão em desacordo com as disposições da lei, a assessoria jurídica do prefeito Yves Ribeiro informou que dará ciência aos órgãos de fiscalização e controle sobre os desvios de recursos do fundo.

Já a Secretaria de Finanças se comprometeu a concluir os trabalhos de verificação das despesas irregulares do Fundef num prazo de um mês, não descartando a possibilidade de instaurar auditoria interna.

O Blog segue aberto para que o ex-prefeito Junior Matuto se pronuncie sobre o caso.


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17/01


2021

Gerente da Anvisa critica, mas recomenda Coronavac

O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, afirmou na manhã de hoje que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan com o laboratório chinês Sinovac, teve o dado de imunogenicidade considerado não adequado, mas, tendo em vista a necessidade brasileira, recomendou a aprovação do imunizante. As informações são do UOL.

Na reunião da diretoria técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que começou às 10h de hoje e que avalia a liberação para o uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a Fiocruz, contra a covid-19 no Brasil, diretores avaliarão por a necessidade por, pelo menos, 5 horas.

Gustavo Mendes afirmou: "Os dados fornecidos de imunogecidade da Coronavac não são quantitativos, são qualitativos e, por isso, não foram considerados adequados pela Anvisa. É um pacote de informações que precisa ser enviado, esse dado é fundamental."

De acordo com apresentação elaborada pela equipe da Anvisa, com relação à CoronaVac, "não foram apresentados os resultados da avaliação de imunogenicidade ao longo do tempo para esse estudo, de acordo com o que era esperado e definido no protocolo" e que "o único resultado apresentado não foi considerado adequado para avaliação e conclusão".

A Anvisa afirmou que, por meio do resultado secundário de eficácia, as avaliações de anticorpos neutralizantes previstas não tiveram os resultados previstos, assim como os anticorpos de ligação previstas e de soroconversão e da imunidade celular previstas.

Apesar disso, Gustavo Mendes afirmou que recomenda aos diretores a aprovação da CoronaVac. "A recomendação, como área técnica, é que, tendo em vista o cenário da pandemia, aumento do número de casos e ausência de alternativas terapêuticas, a gerência recomenda a aprovação do uso emergencial da CoronaVac, com acompanhamento das incertezas que ainda temos e reavaliação periódica."

Reunião da Anvisa 

Participam da reunião cinco diretores da Anvisa, um de cada diretoria da agência: Antonio Barra Torres, que é diretor-presidente da Anvisa, e a relatora dos pedidos, Meiruze Sousa Freitas, e os demais diretores Cristiane Rose Jourdan Gomes, Romison Rodrigues Mota e Alex Machado Campos.


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Comentários

Fernandes

É a caridade da Venezuela e da China chegando ao país de Bolsonaro.