FMO janeiro 2020

30/09


2017

Empresários se preparam para influenciar eleições

Preocupados com a economia, empresários se articulam para influenciar eleições. Nova ordem. Avaliação é que falta de mobilização do setor produtivo abriu espaço para uma política econômica equivocada, que levou à crise; agora, em reuniões informais, executivos e donos de empresas tentam unificar apoio a um nome que represente o pensamento liberal.

João Doria, em visita a fabricante de calçados no interior de SP. Clima de campanha - Foto: Igor do Vale

 O Estado de S. Paulo

Por Fernando Scheller e Renata Agostini 

 

Preocupados com a economia, empresários se articulam para influenciar eleições. Nova ordem. Avaliação é que falta de mobilização do setor produtivo abriu espaço para uma política econômica equivocada, que levou à crise; agora, em reuniões informais, executivos e donos de empresas tentam unificar apoio a um nome que represente o pensamento liberal.

 O Estado de S. PauloFernando Scheller e Renata Agostini  , O Estado de S. Paulo
30 Setembro 2017 | 16h35

A um ano das eleições, o mundo empresarial está se movimentando para estruturar uma rede capaz de influenciar o resultado das próximas eleições – da disputa por cadeiras no Congresso Nacional à corrida presidencial. A articulação do setor produtivo rumo à linha de frente da política começa a ser desenhada em reuniões de pequeno porte, realizadas fora de instituições tradicionais de representação de categorias – como a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) – e que envolvem líderes de algumas das maiores companhias do País.

 O movimento mais oficial é o Renova Brasil, capitaneado por Eduardo Mufarej, do fundo Tarpon, que é sócio de negócios como BRF (dona de Sadia e Perdigão) e Somos Educação. O Renova tem esse nome porque se dedica à mudança do perfil do Congresso. O grupo tem pedido apoio financeiro a nomes do porte de Jorge Paulo Lemann (do fundo 3G), Abilio Diniz (ex-Pão de Açúcar, hoje sócio da BRF e do Carrefour), Armínio Fraga (ex-presidente do BC e sócio da Gávea Investimentos) e o publicitário Nizan Guanaes.

Linha de frente. Mas a lista de empresários se movimentando para influenciar o cenário de 2018 é bem mais extensa. Seja em pequenas reuniões – como jantares e encontros privados – ou em grupos de WhatsApp, as lideranças ainda tateiam como proceder, mas creem que não podem mais se abster. “O empresário moita ficou fora de moda”, diz Flávio Rocha, presidente da Riachuelo, um dos principais rostos da renovação do elo entre empresas e política. 

À frente há mais de 20 anos de outra grande varejista, a Renner, o executivo José Galló faz um mea culpa, compartilhado por outros empresários ouvidos pelo Estado: a situação da economia piorou porque boa parte dos líderes do setor produtivo se absteve de tentar influenciar o que ocorre em Brasília. “O fato é o seguinte: todos permitimos que isso (a crise) acontecesse”, afirma Galló. “Então hoje há grupos que estão preocupados com a gestão do País, independentemente de partidos. Os grupos estão se formando, e isso é muito bom.”

A articulação se dá também no campo virtual: um grupo de WhatsApp chamado “João Doria Acelera” reúne 140 pessoas, incluindo Rocha e Artur Grynbaum, do Grupo Boticário.

Lideranças empresariais disseram ao Estado que, entre os que têm se articulado para debater as eleições de 2018, estão ainda nomes como Jayme Garfinkel (Porto Seguro), Carlos Jereissati Filho (Iguatemi), Jorge Gerdau Johannpeter (Gerdau), Walter Schalka (Suzano), Rubens Ometto (Cosan) e Pedro Passos (Natura). Procurados, eles não comentaram ou não responderam os contatos.

Segundo um empresário que já participou de alguns debates, as conversas estão longe de um consenso. “A gente fala, fala, fala. E tem hora que desanima porque não sabe o que fazer. Mas estamos buscando uma solução”, disse. “Após o PIB cair 8% em dois anos, está claro que não dá para deixar o barco correr.” 

Outro desafio é o fato de ainda não ter surgido uma liderança que organize esse movimento. “Há um componente de medo que impulsiona as conversas. A economia está frágil. O empresário quer ter certeza que o próximo presidente vai dar conta do recado”, diz um grande investidor.

Candidatos. Uma das questões debatidas é sobre como a influência dos empresários poderia se materializar. A hipótese mais provável é o apoio a um candidato estabelecido e com chances claras de vitória – os dois preferidos são João Doria e Geraldo Alckmin, do PSDB. No “time” Doria, por exemplo, está Rocha, enquanto Rubens Ometto, segundo fontes, é entusiasta de Alckmin. 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, corre por fora. Há a avaliação que, por ora, sua contribuição na equipe econômica é mais valiosa. “Prefiro o Henrique focado na transição do que disperso tentando uma candidatura”, diz um empresário. Já Marina Silva, que nas eleições de 2014 recebeu apoio explícito de Neca Setubal, da família proprietária do Itaú, e já teve em 2010 como vice Guilherme Leal, da Natura, não foi mencionada pelos empresários ouvidos. Ao Estado, Neca disse que “não terá nenhuma participação na campanha” da possível candidata; Leal não respondeu.

Há quem defenda que o setor produtivo deva ter um candidato criado dentro de casa. O Partido Novo, de agenda liberal, vem atraindo nomes para seus quadros, como o economista Gustavo Franco. Deve lançar o ex-banqueiro João Amoêdo à Presidência. A principal meta é ter força no Congresso. “Queremos eleger 30 deputados”, diz Moisés Jardim, presidente do Novo. 

Dentro do meio empresarial, há esperança de que nomes mais conhecidos se interessem pelas eleições. Entre os nomes ventilados estão o de Rocha, da Riachuelo, que nega a intenção de se candidatar. Já Salim Mattar, da Localiza, não esconde suas pretensões políticas, mas diz que não se preparou para deixar seus negócios a tempo da próxima eleição. Outro nome citado é o de Fabio Barbosa, ex-presidente do Real e do Santander, que sempre negou a intenção de concorrer. Procurado, não quis dar entrevista.


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

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Petrolina outubro 2021

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Sindicontas

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2021

Bolsonaro: Não vou dizer que não tem corrupção

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, hoje, que não tem como saber se há corrupção na sua gestão. Ele deu a declaração no “cercadinho” do Palácio da Alvorada, onde para diariamente para atender parte da imprensa e de apoiadores do governo. As informações são do portal Poder 360.

Segundo o chefe do Estado, a amplitude do Executivo federal o impede de fiscalizar todos os setores. Disse, no entanto, que se houver suspeita de corrupção em dos braços do governo, esta será investigada. A fala foi uma resposta a um homem que afirmou ter entregado um pen drive na portaria do Alvorada, com uma suposta acusação de corrupção.

“Não vou dizer que no meu governo não tem corrupção. A gente não sabe o que acontece muitas das vezes. Se tiver qualquer problema no meu governo, a gente vai investigar isso. Eu não posso dar conta de mais de 20 mil servidores comissionados, mais ministérios com 300 mil funcionários. A grande maioria são pessoas honestas”, declarou Bolsonaro.

Congressistas e políticos da oposição reagiram à fala do presidente da República. Segundo eles, Bolsonaro mudou seu discurso em relação à corrupção governamental. Apontaram declarações anteriores do mandatário dizendo que não havia corrupção em sua administração, que a mesma teria acabado com tais crimes.


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Comentários

Joao

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk......só agora...e as rachadinhas são o quê? Ele acha que todo mundo é gado!


Ipojuca - Novembro

06/12


2021

Autorizado o início das obras da PE 270 em Buíque

Numa solenidade realizada à margem da PE 270, o governador Paulo Câmara (PSB) e o prefeito de Buíque, Arquimedes Valença (MDB), assinaram as ordens de serviços da restauração completa da rodovia estadual e da adutora do Brejo. A assinatura aconteceu por volta das 13h30, em frente à sede da Compesa.

"Hoje é um dia de comemorarmos a autorização do início dessa importante obra que há tempos cobramos. Víamos a preocupação do governador com a situação dessa rodovia e agora ele dá a ordem de serviço dessa estrada, que é o marco para o desenvolvimento de Buíque e toda a região. É uma conquista de todos", afirmou o prefeito ressaltando que o governador se comprometeu a autorizar em breve as obras da estrada que interliga Buíque ao distrito de São Domingos (Guanumbi).

Com cerca de 73 km, ligando Arcoverde a Itaíba, a restauração da PE 270 está orçada em mais de R$ 86 milhões e o Consórcio Cosampa/Uniterra será o responsável pelas obras de recuperação da rodovia.

Segundo o governador Paulo Câmara as obras deverão durar cerca de 10 meses e começam nos próximos dias com a implantação do canteiro de obras. Ele também anunciou que em janeiro vai dar a ordem de serviço da PE 300 que liga Itaíba a Águas Belas.


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Caruaru - Feira da Sulanca

06/12


2021

Wolney anuncia aporte de R$ 25 milhões para Caruaru

Em entrevista concedida à Rádio Liberdade, o deputado federal Wolney Queiroz informou aos caruaruenses a conquista do maior investimento da história da cidade, em um só ano, na área de saúde.

Os recursos trazidos pelo parlamentar somam quase R$ 25 milhões e já estão na conta do Governo do Estado. O anúncio oficial da parceria deve acontecer ainda este mês, quando Wolney receberá, em Caruaru, o governador Paulo Câmara (PSB). “Este é o maior aporte de recursos da história de Caruaru, já feito por um parlamentar. E não é dinheiro de empréstimo, não precisa ser pago. É só usar bem e fazer as obras”, ressaltou. As informações são do blog Pernambuco Urgente.

Avaliando sua atuação ao longo de 2021, Wolney destacou outros recursos trazidos para o município, como a estação meteorológica de superfície automática, instalada recentemente no aeroporto de Caruaru, com investimento de R$ 2,8 milhões.

Entre as emendas citadas, estão R$ 300 mil para a reforma da Academia de Cultura, Ciências e Letras de Caruaru, R$ 350 mil destinados à aquisição de um castramóvel pelo Instituto Quatro Patas, do vereador Fagner Fernandes, R$ 3,5 milhões para os hospitais Regional do Agreste e Mestre Vitalino, mais R$ 3 milhões para a duplicação do trecho da BR-104 próximo ao HRA, além de R$ 1,7 milhão para garantir o funcionamento do IFPE no ano 2022.


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Arcoverde novembro 2021

06/12


2021

Passaporte da vacina começa a ser cobrado em PE

A exigência da comprovação do esquema vacinal completo contra a Covid-19 para entrar em repartições públicas de Pernambuco começou a valer hoje, após ter sido adiada pelo governo estadual. A medida é válida para servidores e também para o público em geral.

Quem for a qualquer órgão deve apresentar, na entrada, um documento com foto e o cartão de vacinação físico fornecido pelo município ou o passaporte da vacina, disponibilizado via aplicativo de smartphone Conecte SUS. A cobrança é de duas doses dos imunizantes Pfizer/BioNTech, Astrazeneca/FioCruz e CoronaVac/Butantan e de apenas uma da Janssen.

"Para servidores públicos, em todas as esferas estaduais, já existe uma lei que exige a comprovação da vacina, que está em vigor. Pernambuco avançando no controle e monitoramento da vacinação do estado passa a partir de hoje a exigir a comprovação esse esquema vacinal primário de todos", declarou a secretária de Administração, Marília Lins.

Estão incluídas na exigência da vacina repartições públicas como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Expresso Cidadão e a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), além do Centro de Convenções, em Olinda, e museus como o Cais do Sertão, no Centro do Recife, e o Museu do Estado, na Zona Norte da capital. As informações são do portal G1/PE.


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Serra Talhada 2021

06/12


2021

Tracunhaém cancela festas de fim de ano e carnaval

O prefeito de Tracunhaém, Aluízio Xavier, após reunião com secretários, decidiu cancelar as festas de Natal, Réveillon e carnaval no município. Ao gestor, a equipe da secretaria de Saúde apresentou dados e estudos epidemiológicos acerca da situação da Covid-19, tendo em vista a quarta onda que ocorre em alguns países da Europa e o surgimento da nova variante Ômicron.

“Por amor à vida, nós decidimos suspender a realização do carnaval e das demais festas”, enfatizou o prefeito. O gestor explicou que, antes de tomar a decisão, foi feita uma análise da situação atual da pandemia. “Todas as decisões têm sido baseadas na ciência e na técnica”, afirmou.

Além de explicar os fatores que o levaram a recuar, Aluízio lamentou a situação dos comerciantes que dependem das festas para vender os seus produtos, mas destacou que, no momento, prevenir é a decisão mais sensata do momento.


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SESC - Férias de Janeiro

06/12


2021

Podemos marca filiação de Deltan Dallagnol

O Podemos acabou de anunciar que a data da filiação Deltan Dallagnol ao partido. O ex-procurador, que chefiou a força-tarefa da Operação Lava-Jato no Paraná, vai oficializar sua entrada na política na manhã da próxima sexta-feira, durante um evento em um hotel de Curitiba.

Dallagnol deixou o Ministério Público Federal no começo do mês passado, dias antes de o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sergio Moro se filiar ao Podemos. Ele deve se candidatar a deputado federal pelo Paraná nas eleições do ano que vem.

Segundo o partido, outras “importantes lideranças do Paraná” também assinarão suas fichas de filiação. O evento contará com as presenças de Moro, da presidente nacional do Podemos, deputada federal Renata Abreu, e dos senadores Alvaro Dias, Oriovisto Guimarães e Flávio Arns, todos do Paraná.


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Joao

Estão se juntando os falsos defensores da ética e da justiça. Bando usurpadores das leis, canalhas!


Bandeirantes novembro 2021

06/12


2021

Brasil deve recuperar em 2021 o PIB pré-pandemia

Poder 360

Se o PIB brasileiro de 2021 for de 4,7%, como indica a mediana das projeções do Boletim Focus divulgado nesta 2ª feira (6.dez.2021), o país terminará o ano com a economia num patamar 0,6% acima de 2019, ano anterior à pandemia.

O cálculo foi feito considerando a queda de 3,9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2020 e a projeção de que ele cresça 4,7% neste ano.

A mesma conta mostra que outros 8 países devem fechar o ano com um PIB superior ao pré-pandemia. São eles Turquia, China, Coreia do Sul, EUA, Rússia, Índia, Indonésia e Austrália. Neste caso, o cálculo usa as projeções de crescimento do PIB em 2021 da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

MAIORES ALTAS: CHINA E TURQUIA – Os países do G20 cuja economia deve fechar em melhor patamar frente ao prépandemia são China e Turquia. No caso da Turquia, a economia teve em 2020 (1,8%) crescimento superior ao de 2019 (0,9%). A projeção para 2021 é de um aumento de 9% no PIB. O país reduziu juros em meio à alta de inflação. Por um lado, isso teve o papel de estimular a economia. Por outro, houve uma desvalorização de 54% da lira turca frente ao dólar. Ou seja, embora o PIB de 2020 tenha crescido 1,8% se medido em moeda local, ele despencou quando se considera o valor em dólares. Passou de US$ 761,4 bilhões para US$ 720 bilhões.

Já o PIB da China desacelerou fortemente no ano passado. Cresceu 2,3% em 2020, menos da metade do verificado em 2019 (6%). Para 2021, a projeção é de alta de 8,1%, patamar não alcançado desde 2011, quando o indicador cresceu 9,5%.

AS PIORES RECUPERAÇÕES – Países com aumento de PIB superior ao brasileiro no 3º trimestre de 2021, como França (3% de crescimento) e Alemanha (1,8%), foram mais afetados que o Brasil durante a pandemia e têm um caminho mais longo para conseguir se recuperar. A França viu seu PIB afundar 8% em 2020. A Alemanha, 4,9%. O indicador do Brasil caiu menos: 3,9%.

Além desses países, Reino Unido, Japão, México, Canadá, Arábia Saudita, África do Sul e Itália não devem fechar 2021 com PIB superior ao que tiveram em 2019, antes da pandemia. A recuperação, para eles, deve acontecer apenas em 2022.

Entre os países do G20, a Argentina é aquele para o qual se projeta a pior recuperação da pandemia. Se as estimativas de crescimento da economia se confirmarem, a nação não deverá recuperar o patamar pré-pandemia nem em 2022.

A OCDE projeta que a Argentina terá alta de 8% no PIB neste ano e 2,5% em 2022. Esse crescimento, porém, será insuficiente para recuperar os 9,9% de queda da economia do país em 2020. Como a redução do PIB foi sobre um valor maior, se as projeções da OCDE se confirmarem, a Argentina deve ter em 2022 um PIB ainda 0,3% inferior ao de 2019.

RECUPERAÇÃO DO PRÉ-PANDEMIA E QUEDA NO BRASIL – Os dados trimestrais divulgados na 5ª feira (2.dez) mostram que o Brasil chegou a ter no 1º trimestre um volume de PIB superior ao dos últimos 3 meses de 2019 (os melhores daquele ano). O país voltou, no entanto, a ter PIBs trimestrais abaixo do patamar pré-pandemia no restante de 2021.

Inflação alta, juros crescentes e incertezas num ano eleitoral devem continuar segurando o potencial de crescimento do Brasil em 2022. Hoje, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidirá a taxa básica, a Selic. O mercado aposta em juros de 9,25% ao ano.


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