FMO janeiro 2020

31/03


2012

Kassab almoça com Eduardo em Palácio

Rivânia Queiroz

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, que participa, daqui a pouco, de encontro regional do partido o Clube Líbano, no Recife, almoça com o governador Eduardo Campos, logo após o encerramento do evento. O regabofe será no Palácio das Princesas. Quem acabou de chegar ao local, neste momento, foi o presidente estadual da legenda, André de Paula.


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IPTU Cabo

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16/02


2020

Em entrevista, Moro critica Democracia em Vertigem

Foto: Reprodução/YouTube / Estadão

Por Estadão Conteúdo

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afastou a relação da Lava Jato com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, e a eleição de Jair Bolsonaro para a presidência da República, dois anos depois. "São movimentos que foram distintos. Claro que existe um contexto no qual o presidente foi eleito. Mas, assim, o impeachment não teve a nada a ver com a eleição do presidente Jair Bolsonaro. São coisas dissociadas", disse o ex-juiz federal de Curitiba.

A declaração de Moro foi feita em entrevista ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar estreou na última sexta-feira um programa de entrevistas em seu canal no YouTube, chamado de  O Brasil precisa saber. Antes da exibição, Eduardo divulgou o anúncio da gravação, chamando seus seguidores para acompanhar o programa. Moro fez referência ao impeachment e à eleição presidencial ao criticar o documentário Democracia em Vertigem, da diretora Petra Costa, indicado ao Oscar. "Para um documentário, acho que presta um desserviço aos fatos porque é uma visão deturpada daqueles acontecimentos."

A atuação de Moro na Lava Jato é contestada pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados do petista acusam o ex-juiz de agir com parcialidade ao condenar Lula no caso do tríplex do Guarujá e depois assumir um cargo no primeiro escalão do governo Bolsonaro. O julgamento da suspeição de Moro deve ser concluído ainda neste semestre na Segunda Turma do STF.

Custódia. Na entrevista, Moro elogiou o ministro Luiz Fux, do STF, por derrubar um item da lei anticrime que obrigava presos a serem submetidos à audiência de custódia em 24 horas. O dispositivo foi incluído no pacote proposto por Moro na tramitação do projeto no Congresso.

Ao ser questionado sobre futuros projetos a serem encaminhados ao Legislativo, destacou a intenção de deixar a Força Nacional de Segurança expressa na Constituição. A intenção é dar segurança a uma nova modelagem para o órgão, que atualmente reúne policiais estaduais em operações especiais. O ministro também se manifestou favorável à diminuição da idade penal para 16 anos em caso de crimes gravíssimos.  


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Governo de PE - Decimo Terceiro

16/02


2020

Caso Hans River: mentiras demais

Por Carlos Brickmann

Hans River do Rio Nascimento, um ex-funcionário da Yacows, empresa de marketing digital que trabalhou para Bolsonaro em 2018, tenta se livrar de problemas na Comissão Parlamentar Mista de Inquéritos sobre Fake News inventando histórias sobre a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S. Paulo. Depois de passar informações sobre a empresa (confirmados por processo que tramitava na Justiça do Trabalho), para a jornalista, a Folha publicou reportagem mostrando que muitas firmas, entre elas a Yacows, usavam irregularmente nome e CPF de idosos para registrar chips de celular a partir dos quais disparavam mais mensagens em favor de seus candidatos. Logo depois de chegar a um acordo com a Yacows, River do Rio enviou mensagem de texto a Patrícia Campos Mello, dizendo: “Pensei melhor, estou pedindo pra você retirar tudo que falei até agora, não contem mais comigo”.

Até aí, tudo bem: mas, na CPMI, acusou Patrícia de ter “se insinuado sexualmente em troca de informações”. Só que as conversas foram gravadas. E mentir à CPMI pode render-lhe um indiciamento O deputado Eduardo Bolsonaro disse que não duvida que a jornalista tenha “se insinuado sexualmente em troca de informações para tentar prejudicar a campanha do presidente Bolsonaro”. Talvez acredite que mulheres não tenham capacidade para apurar uma reportagem. Só que não havia como: em dezembro, quando a história do assédio surgiu, as eleições já tinham se realizado.


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acolher

16/02


2020

Evento no Rio contou com presença de Bolsonaro

Do Último Segundo

Ao mesmo tempo em que milhares de foliões se espalhavam pelas ruas do Rio para curtir os blocos de Carnaval, na enseada de Botafogo, o Ano da Unção Dobrada, evento promovido pela Igreja Internacional da Graça de Deus, reuniu cerca de 100 mil fiéis, segundo a organização. A festa marcou os 40 anos da congregação e contou com a presença de autoridades, entre elas, o presidente Jair Bolsonaro e o prefeito do Rio, Marcelo Crivella .

Logo às 6h, o Aterro do Flamengo, na Zona Sul da cidade, foi fechado ao trânsito de veículos. Cerca de mil ônibus de viagem foram fretados pelas igrejas para o transporte do público, que veio de diversas regiões do país. O evento começou por volta de 15h30, com apresentações de cantores gospel. Em um dos momentos mais aguardados pelos fiéis, o missionário R.R. Soares levantou um clamor a favor de Bolsonaro e de sua família.

"A Bíblia manda que oremos pelas autoridades. Temos que orar por ele", disse. Já Bolsonaro, agradeceu o apoio dos evangélicos. "Quero agradecer a todos vocês que acreditam na mudança. O Brasil tem um presidente evangélico ", afirmou.


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16/02


2020

"Moro e Bolsonaro: vejo uma coisa só", diz Rosângela

Do Terra, por Estadão Conteúdo

Em 2016, no auge da Operação Lava Jato, a advogada Rosângela Wolff Moro criou uma página no Facebook chamada "Eu moro com ele". O objetivo era reunir as homenagens feitas às investigações e, especialmente, os elogios direcionados ao seu marido, o então juiz federal Sérgio Moro, que cuidava dos casos em Curitiba. A página acabou desativada com a proximidade das eleições de 2018, mas o casal continua com forte presença nas redes sociais. No mês passado, após a mulher "pegar no pé", Moro abriu uma conta no Instagram, onde já é seguido por 1,1 milhão de pessoas.

Rosângela tem 305 mil seguidores no seu perfil. Lá, publica fotos de viagens e registros de encontros com o marido, e tece comentários sobre questões que abalaram o Judiciário, como a criação do juiz de garantias e o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Também já simulou estar atrás das grades, espaço para onde foram despachados investigados por decisões de Moro. "Sensação de estar presa é estarrecedora. Não façamos nada de errado. Basta seguir o conselho de nossos pais", escreveu Rosângela.

Especializada em Direito Tributário, a advogada rejeita o rótulo de "digital influencer", mas abraça a alcunha de "fã número 1" do marido. Ela recebeu o Estado na última quarta-feira para uma rara conversa em Brasília, no escritório da Federação Nacional das Apaes, entidade voltada para a ajuda às pessoas com deficiência intelectual, uma de suas bandeiras pessoais.

Diante do clima de radicalização política no País, Rosângela acha que não dá para levar tudo "a ferro e fogo" na internet. "Tem pessoas (nas redes sociais) que respondem com vocabulário mais pesado, num tom mais de 'vamos comprar uma briga', mas não é o meu objetivo perder energia nisso", disse.

Abstinência. Católica, ela carrega na carteira um medalhão com a imagem de duas santas: Terezinha das Rosas e Rita de Cássia. Tenta se manter alheia às guerras políticas de Brasília, marcada na última semana por mudanças no ministério de Bolsonaro e pelo avanço militar na equipe. Sobre o governo, Rosângela é só elogios, inclusive à campanha da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que traz a abstinência sexual como uma das formas de evitar a gravidez precoce.

Confira a íntegra aqui: 'Moro e Bolsonarovejo uma coisa só', diz mulher do ministro


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Cúpula Hemisférica

16/02


2020

Delação de Cabral atinge senadores

O Globo - Por Lauro Jardim

A delação de Sérgio Cabral não deixou de fora alguns ex-companheiros de Senado — mais precisamente o ex-senador Romero Jucá e os senadores Valdir Raupp, Renan Calheiros e Rose de Freitas.

Quando deputada, a capixaba Rose, de acordo com Cabral, recebia uma mesada que ele próprio mandava pagar.


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Prefeitura de Serra Talhada

16/02


2020

Pesquisa: Moro, de novo

Por Carlos Brickmann

 

A pesquisa do portal jurídico Jota sobre as eleições presidenciais (calma: só ocorrerão em 2022) mostra Sérgio Moro em primeiro lugar, com 48,5%, Jair Bolsonaro em segundo (45,4%- praticamente empatado com Moro) e Lula (40,9%). Uma pesquisa tão longe das eleições está sujeita a todas as chuvas e trovoadas: uma campanha bem feita, o clima eleitoral, surpresas em geral. Não quer dizer rigorosamente nada. Vale apenas para acompanhar os acontecimentos e avaliar a movimentação dos candidatos. Pois a posição no grid de largada influi no ânimo de todos os presidenciáveis. Como estará a cabeça de Moro, por exemplo, sentindo que pode ser presidente e não vice?


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Prefeitura de Limoeiro

16/02


2020

Identidade estudantil pode ser baixada de graça até hoje

Por Agência Brasil

Os interessados na identidade estudantil digital têm até este domingo (16) para tentar garantir o documento que é gratuito. É que a Medida Provisória 895/2019, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, em setembro, vai perder a validade na segunda-feira (17). A partir dessa data, o Ministério da Educação (MEC), não terá mais autorização para emitir a ID Estudantil.

Até as 12h30 de ontem, mais de 320 mil ID estudantis haviam sido emitidas, cada uma a um custo de R$ 0,15 para o governo.

O documento dá ao estudante direito a pagar meia-entrada em espetáculos artístico-culturais e esportivos e fica disponível no celular. Segundo o MEC, o objetivo é oferecer uma alternativa à carteirinha de plástico que continua sendo emitida por entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e que custa R$ 35.

Validade

Diferentemente das carteirinhas tradicionais, que valem até março do ano seguinte, segundo o MEC, a ID estudantil poderá ser utilizada enquanto a matrícula do aluno em uma instituição de ensino estiver ativa no Sistema Educacional Brasileiro (SEB), que é um banco de dados nacional dos estudantes.

Mais de 6 milhões foram cadastrados na plataforma por 7,1 mil instituições de educação básica e superior. O SEB permite o acompanhamento, por exemplo, da regularidade escolar do estudante. O projeto foi pensado para que as políticas públicas sejam, cada vez mais, aperfeiçoadas e usado como base para emitir as identidades estudantis.

Como emitir o documento:

- Baixe o aplicativo "ID Estudantil" disponível, gratuitamente, no Google Play ou na Apple Store;

- Faça um cadastro pelo login do gov.br, usando o CPF e uma senha para acesso ao sistema do governo federal;

- Clique na opção para inserir uma nova ID Estudantil e aceite os termos e condições;

- Caso o estudante tenha CNH, será feito um cruzamento com a fotografia tirada no aplicativo com dados do Denatran para reconhecimento facial. Caso o estudante não tenha esse documento, serão solicitadas uma foto do rosto e uma do RG (frente e verso);

- Pronto. A ID Estudantil foi criada e ficará disponível no aplicativo.

Também é possível que o responsável emita o documento para menores de 18 anos. Neste caso, selecione a opção "ID Estudantil – dependente"

Congresso Nacional

A MP enfrentou resistências e não chegou nem a ter a comissão especial mista – primeira etapa de tramitação – instalada no Congresso Nacional. Para partidos de oposição, a criação da ID Estudantil seria uma forma de retaliar entidades que promoveram manifestações de rua contra o governo, especialmente contra o contingenciamento de recursos para a educação.

Em uma live no Facebook esta semana, o presidente Jair Bolsonaro lamentou a não aprovação da medida pelo Congresso. “Pelo que tudo indica, nossa MP que permitia ao estudante tirar a carteira pela internet vai caducar. A UNE está vibrando, mas nossa intenção era facilitar a vida do estudante e evitar que ele tivesse que pagar R$ 35”, disse o presidente.

Perguntada pela Agência Brasil, a assessoria do MEC não respondeu se o governo pretende enviar outra proposta, como um projeto de lei, com o mesmo objetivo ao Congresso.


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Banner de Arcoverde

16/02


2020

Brasileiros em quarentena seguem sem sintomas de coronavírus

Por Estadão Conteúdo

O Ministério da Defesa informou na tarde de ontem, que os 58 brasileiros que regressaram da China e cumprem um período de quarentena em Anápolis (GO) seguem sem apresentar nenhum tipo de sintoma que indique contaminação pelo novo coronavírus.

O grupo passa por avaliações clínicas de saúde, que incluem aferições de sinais vitais, como medição de temperatura, pressão e frequência cardíaca e exame de nasofaringe.

Entre os brasileiros que estão em quarentena se encontram diplomatas, profissionais de saúde, tripulantes, membros das Força Aérea Brasileira (FAB) e jornalistas.

Os brasileiros que não apresentarem sintomas da doença serão liberados para seguirem para as suas casas depois de 18 dias de isolamento.


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16/02


2020

A Rural usada por JK em Brasília

Toda vez que vejo essa Rural Willys no hotel Brasília Palace, minha residência quase fixa em Brasília, cidade que amo e que me realizo profissionalmente, fico profundamente emocionado.

O modelo é de 1964. Esta Rural foi utilizada na comitiva da última visita do ex-presidente Juscelino Kubitschek à Brasília, em janeiro de 1972. Uma visão geral dela, mantida sobre cavaletes, nos permite fazer uma viagem no túnel do tempo.

Meu pai Gastão Cerquinha, próximo a completar 98 anos, aprendeu a dirigir numa bichinha dessa, num vai e vem num campo aberto de futebol. Eu estava no carro numa das aulas e ainda morro de rir até hoje quando lembro que ele baixou a cabeça quando o carro cruzou a trave do campo. Lamartine, filho de Guaxinim, foi o grande professor dele e de tantos outros afogadenses.

0 Basília Palace Hotel é o mais antigo da capital federal. Abriu suas portas em 30 de junho de 1958, sendo considerada a primeira obra inaugurada em Brasília. Foi projetado para hospedar arquitetos, engenheiros e técnicos que trabalhariam na construção da capital. Projetado por Oscar Niemeyer, o hotel também ostentou os primeiros azulejos de Athos Bulcão da cidade.

Em agosto de 1978, um incêndio provocado por uma máquina de café expresso obrigou o hotel a fechar as portas. Por conta de brigas judiciais, caiu no abandono. Os painéis originais de Athos Bulcão foram pichados, arrancados e quebrados.

Só em 2006 foi reinaugurado, seguindo o projeto de 1957, salvo pequenas adaptações visando a modernização do estabelecimento. A restauração foi supervisionada pelo Departamento de Patrimônio Histórico e Artístico e pelo escritório de arquitetura de Niemeyer, autor da obra.

A Rural de JK tem uma história também fantástica. Sua versatilidade e robustez tem origem na Jeep Station Wagon, lançada em 1946 nos Estados Unidos. No Brasil, chamou a atenção da Willys-Overland do Brasil, fundada em abril de 1952.

A empresa montava desde 1954 o Jeep Universal e passou a oferecer a perua dele derivada em 1956, sendo chamada de Rural. Mantendo suas qualidades de resistência, a aposta era de que o veículo seria ideal para um país com vias de tráfego tão precárias quanto o nosso.

Com peças importadas e o mesmo desenho do modelo americano, a Rural vinha com pintura “saia-e-blusa” (verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca), dava um toque de charme a um utilitário rústico. A partir de 1960 o utilitário passou a ser considerado nacional.

É impossível alguém resistir a uma foto em frente à Rural usada por JK. O hotel a exibe com muito orgulho e até expõe nela um recorte de jornal contando a sua bela trajetória.


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Comentários

Wellington Antunes

A velha Rural Willys com marcha royal.



16/02


2020

Coronavírus: São Paulo registra novo caso suspeito

Do Estadão Conteúdo

A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo registrou ontem, um novo caso suspeito de Coronavírus. O homem, que mora na capital, tem histórico de viagem à China e apresentou os sintomas da doença.

O Estado possui dois casos suspeitos de contaminação pelo COVID-19 - nome oficial que a Organização Mundial da Saúde deu ao vírus. O segundo caso foi registrado em Campinas na sexta. Outros 20 casos já foram descartados no Estado.

O Brasil não possui nenhum caso confirmado de Coronavírus. Os dados oficiais estão sendo registrados pelos municípios em um sistema de notificação do Ministério da Saúde.

Amostras biológicas das vias aéreas dos pacientes de casos suspeitos são colhidas pelo hospital onde foram atendidos e enviadas para análise no Instituto Adolfo Lutz. O resultado dos exames é encaminhado de volta ao município que é o responsável por notificar o descarte ou confirmação do caso.

"As equipes seguem atentas para realizar respostas rápidas e efetivas quando necessário", falou a diretora da Vigilância Epidemiológica de São Paulo, Helena Sato.

Os dois casos considerados suspeitos estão em isolamento domiciliar. Seus familiares são orientados a usar máscaras, higienizar as mãos e não compartilhar objetos de uso pessoal com os pacientes em potencial.

Saiba como se prevenir

. Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
. Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
. Não compartilhar objetos de uso pessoal;
. Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
. Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
. Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
. Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.


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16/02


2020

Segurando o Talo faz passeio emocionante

É de se imaginar pular o Carnaval com o antropólogo e um dos mais importantes sociólogos do Século XX, Gilberto Freyre (1900-1987). Entre os anos 1984 e 1986, a Troça Carnavalesca Mista Turma da Jaqueira Segurando o Talo só ganhava as ruas da Zona Norte do Recife após o escritor receber em mãos a fruta que brota nos jardins da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e, por isso, dá nome à agremiação. Três décadas depois de sua morte, a Fundaj manteve a tradição e convidou seu neto, o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, para o lançamento da exposição Segurando o Talo por uma Sociologia da Alegria, que ocorreu ontem, no campus Casa Forte.

Ao abrir a exposição, o presidente da Fundação Joaquim Nabuco e escritor, Antônio Campos, saudou aos servidores da Casa, amigos e o secretário de Cultura do Estado. “Homenagear o Segurando o Talo e seus longos 36 anos é reverenciar o Carnaval do Recife, de Olinda, do Interior pernambucano com suas belas manifestações. O homem é um ser local, dono da sua casa, extensão da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, para então ser um cidadão global”, declarou Antônio Campos.

Gilberto Freyre Neto lembrou que tinha apenas 11 anos quando o bloco dos motoristas da Instituição criada pelo avô ganhou as ruas pela primeira vez, em 1984. Das tantas histórias vividas — “a grande maioria impublicável”, brinca ele —, recordou as tantas pessoas que passaram pela troça, os que deixaram seu legado e já partiram. “Naquela época, sentíamos a ausência de manifestações carnavalescas na Área Norte. Então, a Turma da Jaqueira é precursora do Carnaval que a gente cultiva hoje”, refletiu o secretário.

A história da troça é revisitada pela exposição. O background colorido, preparado especialmente para explorar o saudosismo próprio do carnaval recifense, serve de contorno aos manequins fantasiados que vestem camisetas de outras edições do Talo. Entre confetes e serpentinas, o boneco gigante de Gilberto Freyre traja capa e cartola especialmente para integrar a mostra. 

Um curta-metragem com imagens das edições anteriores e depoimentos dos foliões também é exibido no local. De acordo com a curadora e museóloga do Museu do Homem do Nordeste, Ciema Mello, a exposição foi uma iniciativa do presidente da Fundação, Antônio Campos e dá forma ao túnel do tempo de um dos principais blocos do Recife. “Nós, do Museu, não guardamos somente objetos. As instituições têm índole, temperamento, têm memórias. Hoje rememoramos as saudades”, explica Ciema. 

No aquecimento para a abertura da mostra, se apresentaram passistas de frevo da Companhia Brasil com Dança, do bairro do Amparo, em Olinda, e os caboclinhos da Tribo Indígena Tapirapé, do Alto José do Pinho, no Recife. Orquestras e maracatus rurais garantiram o esquenta na concentração da Troça Carnavalesca Mista Turma da Jaqueira Segurando o Talo. Neste ano, o bloco saiu às ruas arrastando 150 mil foliões.


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16/02


2020

Cervejaria anuncia recall de lotes com problemas na garrafa

Do Estadão Conteúdo

A Heineken anunciou um recall voluntário para garrafas da cerveja long neck de 330ml dos lotes iniciados pelas letras CH. A empresa diz que identificou uma alteração na embalagem da bebida que pode fazer com que uma pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura, o que poderia ocasionar lesões ou ingestão acidental dos pedaços.

Os consumidores podem realizar a substituição ou solicitar reembolso do produto diretamente com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da companhia.

Segundo a empresa, a alteração ocorreu em menos de 0,3% das long necks desses lotes. "Apesar da baixa probabilidade e do problema já ter sido solucionado, o Grupo Heineken no Brasil decidiu realizar um recall voluntário", afirma a cervejaria em comunicado.

A companhia acrescenta que os consumidores que optarem pela substituição do produto receberão 2 long necks a cada unidade devolvida. "Reforçamos que a alteração já foi corrigida e não há impacto na qualidade do líquido. Outros produtos da companhia que não fazem parte dos lotes específicos podem ser consumidos normalmente", diz a cervejaria.


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16/02


2020

Adido militar de Maduro com desenvoltura no exército do Brasil

Época - Por Eduardo Barretto

O general Manuel Antonio Barroso, adido militar de Nicolás Maduro no Brasil, tem circulado com desenvoltura no Exército brasileiro.

Barroso foi à cerimônia militar de troca da bandeira, em frente ao Palácio do Planalto, em novembro do ano passado e em janeiro deste ano.

O governo Bolsonaro reconhece Juan Guaidó, e não o chefe de Barroso, como presidente venezuelano.

Não se trata da única ambiguidade da gestão Bolsonaro com os vizinhos: a embaixada venezuelana em Brasília tem 23 diplomatas irregulares, com credenciais e vistos de trabalho vencidos.


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16/02


2020

Bolsonaro: miliciano morto era herói quando foi condecorado

Por Deutsche Welle

Presidente quebra silêncio sobre morte de Adriano da Nóbrega e afirma que foi ele quem pediu ao filho Flávio Bolsonaro para que homenageasse o ex-capitão na Alerj em 2005. "É comum PM em operação matar vagabundo."O presidente Jair Bolsonaro quebrou o silêncio ontem sobre a morte do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de comandar uma milícia no Rio de Janeiro e fazer parte de um grupo de assassinos profissionais, durante operação policial na Bahia.

Em entrevista à imprensa brasileira durante um evento no Rio de Janeiro, o presidente disse que Adriano era um herói na época em que foi homenageado pelo senador Flávio Bolsonaro.

"Ele foi condenado em primeira instância e absolvido em segunda", afirmou o mandatário, em referência a um processo em que o ex-PM foi acusado de homicídio. "Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando o capitão Adriano por nada. Sem querer defendê-lo. Desconheço a vida pregressa dele. Naquele ano [2005], era herói da Polícia Militar. Como é muito comum, um PM quando está em operação mata vagabundo, mata traficante."

Segundo Bolsonaro, ele próprio pediu que seu filho Flávio, então deputado estadual fluminense, homenageasse Adriano na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

"Para que não haja dúvida. Eu determinei. Meu filho condecorou centenas de policiais militares. Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam. Não estou fazendo juízo de valor", afirmou.

Em 2003, quando iniciou seu primeiro mandato na Alerj, Flávio propôs uma primeira homenagem a Adriano. Na moção de louvor, o então deputado disse que "o policial militar desenvolvia sua função com dedicação e brilhantismo, desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento as suas atividades".

Em 2005, Adriano recebeu a medalha Tiradentes da Alerj, a pedido de Flávio. Ele estava preso na ocasião, suspeito pela morte do guardador de carro Leandro dos Santos Silva, de 24 anos. O miliciano foi detido provisoriamente em janeiro de 2004 e condenado em outubro de 2005. Após obter recurso para um novo julgamento, ele foi libertado em 2006 e absolvido em 2007.

Agora réu na Operação Intocáveis, Adriano estava foragido há mais de um ano, acusado de comandar um esquema de agiotagem, grilagem de terras e construções ilegais em Rio das Pedras, no estado do Rio de Janeiro, envolvendo pagamento de propina a agentes públicos.

Ele foi localizado pelas autoridades de segurança da Bahia num imóvel na cidade de Esplanada, no interior do estado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública baiana, o ex-PM resistiu a uma tentativa de prisão no último domingo, 9 de fevereiro, disparou contra os policiais e acabou sendo morto em meio à troca de tiros.

Questionado se estava acompanhando as investigações sobre o caso, Bolsonaro afirmou que a responsabilidade pela morte de Adriano era da Polícia Militar da Bahia - e fez questão de lembrar que o estado é governado por um petista, Rui Costa.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", afirmou o presidente. Ele evitou responder se a morte estaria ligada a uma questão política, reiterando que quem matou o ex-capitão foi a Polícia Militar baiana.

Bolsonaro disse ainda que conheceu Adriano em 2005 - ano em que o então deputado federal defendeu o ex-policial em discurso na Câmara dos Deputados, em relação à condenação por homicídio - e negou ter qualquer relação com a milícia do Rio.

"Homenageei centenas e centenas de policiais militares e vou continuar defendendo, não adianta querer me vincular com a milícia, não tem absolutamente nada com milícia", afirmou. "Eu não conheço a milícia no Rio de Janeiro. Desconheço. Não existe nenhuma ligação minha."

Acusações contra Adriano da Nóbrega

Além das acusações no âmbito da Operação Intocáveis, o ex-capitão também era suspeito de cometer diversos homicídios e de comandar o chamado Escritório do Crime, um grupo de extermínio formado por membros da "banda podre" da polícia que comete assassinatos por encomenda, muitas vezes a mando da milícia.

A polícia também investiga a suspeita de participação desse grupo no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, por encomenda da milícia que controla a favela de Rio das Pedras.

Em 2011, Adriano já fora preso numa operação de grande repercussão no Rio, por suspeita de atuar como segurança de um bicheiro. Em 2014 foi expulso da Polícia Militar (PM).

Ele também é citado na investigação que apura um esquema de "rachadinha" (divisão de salários de funcionários) no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.

Adriano trabalhou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia do Rio e investigado por lavagem de dinheiro na prática da "rachadinha". Segundo o Ministério Público, Adriano participava do esquema: contas bancárias controladas pelo miliciano teriam sido usadas para abastecer Queiroz.

Além disso, a mãe e a ex-mulher de Adriano trabalharam no gabinete de Flávio na Alerj, supostamente contratadas por Queiroz, que é amigo de décadas de Jair Bolsonaro. Parte do salário das duas ficava com o ex-PM, segundo aponta o Ministério Público.

Operação controversa

A ação policial que terminou com a morte do miliciano, da qual participaram cerca de 70 agentes, foi alvo de controvérsias. O que se sabe até agora é a versão oficial das autoridades, de que ele foi morto durante uma troca de tiros, após reagir à ordem de prisão.

A mulher de Adriano, por outro lado, fala em execução com intuito de "queima de arquivo". Em entrevista à imprensa brasileira, o advogado do ex-policial, Paulo Emílio Cata Pretta, corroborou essa hipótese, afirmando que Adriano temia se entregar à polícia por acreditar que seria morto, e não preso. Autoridades baianas chamaram a versão de "estapafúrdia".

Em meio à polêmica, a Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública da Bahia abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte.

Flávio foi o primeiro membro da família Bolsonaro a comentar o caso, dias após a morte do ex-policial. Em mensagem no Twitter, ele sugeriu que Adriano foi "brutalmente assassinado" durante a operação na Bahia e pediu que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas pelas autoridades.


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Comentários

Fernandes

Pois é. 3 bandidos.



16/02


2020

Bolsonaro sugere que morte de ex-PM na Bahia foi queima de arquivo

Do Terra - Por Reuters

 

O presidente Jair Bolsonaro indicou ontem que a morte do miliciano e ex-capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Adriano Nóbrega em uma ação policial na Bahia no último fim de semana pode ter sido uma queima de arquivo.

A hipótese de queima de arquivo é defendida pelo advogado da vítima, mas a polícia baiana argumenta que o miliciano estava armado e atirou contra os agentes no cerco feito em um sítio no fim de semana passado.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? PM da Bahia do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", disse Bolsonaro a jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Ao ser questionado qual seria o motivo por trás da morte, o presidente disse que "a imprensa está dizendo que foi queima de arquivo" e que as fotografias dos peritos mostram que a vítima morreu com tiro à queima roupa.

Bolsonaro disse que, "sem querer defender o ex-capitão", não havia nenhuma condenação contra o ex-PM em segunda instância.

O miliciano foi condecorado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pelo ex-deputado estadual e hoje e senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

Bolsonaro afirmou que não tem ligação com a milícia do Rio e chamou para si as homenagens na Alerj ao ex-capitão do Bope.

"Não existe nenhuma ligação minha com a milícia do Rio de Janeiro. Zero, zero", disse ele. "O Adriano eu conheci pessoalmente em 2005 e nunca mais tive contato...eu que pedi para meu filho condecorar. Ele era um herói e eu determinei. Pode trazer isso para cima de mim", acrescentou Bolsonaro ao lembrar que as homenagens a policiais na Alerj são práticas corriqueiras.

O presidente reclamou que a imprensa insinua haver proximidade com milícias e acrescentou que sua luta contra a corrupção continua e não aceitará ser posto num "saco de gatos".

Presente ao mesmo evento, o senador Flávio Bolsonaro disse que "homenageou centenas e centenas policiais militares que venciam a morte todos os dias".

"Não adianta querer me vincular à milícia por que não tem nada a ver absolutamente com milícia, e condecorei o Adriano há mais de 15 anos. Como posso adivinhar o que ele faz de certo ou errado hoje?", disse o senador

"Pelo que eu soube ele foi torturado, para falar o que? Com certeza nada contra nós por que não tem o que falar. Não temos envolvimento nenhum com milícia", disse.

O ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega foi apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) como um dos líderes de uma milícia responsável por diversos crimes e suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.

A mãe e a mulher do "capitão Adriano" trabalharam no gabinete na Assembleia Legislativa do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.


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