Ipojuca 2021

30/01


2021

Prefeito de Paulista faz varredura e exonera 15 detratores

Com uma só canetada, o prefeito de Paulista, Yves Ribeiro (MDB), exonerou 15 integrantes da equipe do secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Cláudio Nunes. O motivo que levou o gestor a essa decisão foi o fato desses servidores comissionados terem apoiado o candidato derrotado Francisco Padilha (PSB), principal adversário de Yves na disputa pela Prefeitura em 2020.

A informação obtida pelo Blog é que o novo prefeito já mandou um recado para o secretariado: não vai tolerar a presença de "inimigos políticos" em sua administração. Aos poucos, Yves se depara com esse tipo de situação.

Entre os próprios secretários, havia a presença de detratores, como o titular da pasta de Comunicação, José Ronaldo, que chegou a difamar o gestor durante a campanha. O assunto foi notícia neste Blog no último dia 6. Yves Ribeiro o substituiu no dia 10 por Jovine Júnior, um amigo e nome de total confiança.


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Correto. Cargo de confiança já diz pelo próprio nome. Confiança.


Petrolina abril 2021

Confira os últimos posts



17/04


2021

No túnel do tempo

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

A reedição online do livro "A derrota não anunciada", de Magno Martins, titular deste blog, resgata momentos marcantes da disputa à Prefeitura do Recife em 2000, que resultou em uma surpreendente vitória de João Paulo, naquela época no PT e hoje deputado estadual pelo PCdoB. Um deles diz respeito ao guia eleitoral, em particular ao do candidato a prefeito pelo PPS, o então senador Carlos Wilson.

O publicitário José Nivaldo Júnior, responsável pela campanha de Wilson, acrescentou humor ao pleito com a inserção do personagem Mané da China, interpretado pelo multiartista Walmir Chagas. O quadro dentro da propaganda eleitoral do postulante do PPS também contava com a participação do ator Aramis Trindade e serviu para satizirar o prefeito Roberto Magalhães (PFL), que concorria à reeleição.

Em sintonia com o livro, esta publicação traz um vídeo com o Mané da China em suas andanças pela capital pernambucana.


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ALEPE

17/04


2021

Afogados: Cineteatro São José é reequipado

O Cineteatro São José, em Afogados da Ingazeira, recebeu novos equipamentos na última quinta-feira (15). O ato também selou a assinatura da gestão compartilhada do espaço entre a Prefeitura e a Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos remédios. De acordo com a administração municipal, o objetivo é "aproveitar, ao máximo, todo o potencial do cineteatro, valorizando a cultura local e abrindo o espaço para apresentações dos artistas".

“Quando a pandemia arrefecer, vamos usar o cineteatro para a apresentação dos nossos músicos, de peças teatrais, para espetáculos de dança, enfim, para que o nosso povo possa ter acesso gratuito a todas as manifestações da nossa cultura”, afirmou o prefeito Alessandro Palmeira (PSB).

O termo do compartilhamento da gestão do Cineteatro São José foi assinado entre Palmeira e o representante da Fundação, o comunicador Nill Júnior. Os novos equipamentos de audiovisual entregues na ocasião vão permitir a exibição de filmes com alta qualidade de som e imagem.

O material consiste em um sistema sonoro com qualidade surround 5.1, contendo caixas acústicas, amplificadores subwoofer, Blu-ray, gerenciador de energia e projetores. Todo esse material foi enviado pela Fundarpe, graças a uma solicitação do ex-vereador e atual vice-prefeito, Daniel Valadares. O deputado estadual Waldemar Borges (PSB), por sua vez, canalizou uma emenda para a aquisição de parte dos equipamentos.

O Cineteatro São José também contará com um projetor de filmes com qualidade Full HD, que foi obtido com recursos da Fundação Bom Jesus dos Remédios e da Prefeitura de Afogados. Já em 1994, ano em que encerrou as atividades, o professor Augusto Martins, hoje secretário de Turismo, Cultura e Esportes, trabalhou pela reabertura do espaço fundado em 1942.

Outros nomes, como Evanildo Mariano, representante da Associação Cine São José, também encamparam a luta pelo retorno, o que ocorreu em 2003.


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Bandeirantes 2021

17/04


2021

Campanha da Cultura FM arrecada mais de 2 toneladas

A Rádio Cultura 96,5 FM, de Caruaru, uma das emissoras que compõem a Rede Nordeste de Rádio e retransmite o programa Frente a Frente, ancorado pelo titular deste blog, encerrou hoje a campanha Cultura Solidária. A iniciativa foi bem-sucedida e resultou na arrecadação de mais de duas toneladas de alimentos não-perecíveis.

Os produtos doados serão destinados às famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A campanha contou com o apoio dos voluntários do Transforma Caruaru. 


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17/04


2021

Gigolô Americano – A série sem fim

Por Weiller Diniz*

O francês “Le Monde” chacoalhou o país com uma pedagógica reportagem expondo a permissividade da Lava Jato aos interesses norte-americanos no Brasil, políticos e econômicos. A contundência é irretorquível: “Algo está podre no Estado do Brasil. O país inteiro está sendo atingido por uma série de crises simultâneas, uma espécie de tempestade perfeita – recessão econômica, desastres ambientais, polarização política extrema, Covid-19 e agora o naufrágio do sistema judicial”.

A reportagem reconstituiu as promiscuidades de Sérgio Moro, agindo como agente infiltrado dos EUA, e concluiu: “Um magistrado julgado ‘tendencioso’, uma equipe de promotores cujos métodos às vezes eram ilegais, a intervenção dos Estados Unidos e, por fim, um escândalo retumbante: a Lava Jato serviu a muitos interesses, mas não à democracia”.

Transbordam imoralidades entre a “equipe de Moro” na Lava Jato e orgias ilícitas com agências internacionais: CIA, FBI, Departamento de Justiça dos EUA e de outros países. Em 06/07/2015, os procuradores Deltan Dallagnol e Orlando Martello Júnior revelam uma relação adúltera com agências externas, com a perspectiva de “regularizar a posteriori” e Deltan escarnece: “Faz tpo (tempo) que não tenho vergonha na cara kkkk”. Ao vibrar com a ordem de prisão do ex-presidente Lula, Dallagnol é licencioso: “foi um presente da CIA”. As perversões da Lava Jato, como prisões arbitrárias, vazamentos seletivos, delações, desrespeito aos direitos individuais, alvos pré-selecionados, blindagem de aliados e manipulações são libertinagens largamente utilizadas pelos EUA em conspirações mundo afora.

A infidelidade da Lava Jato com a Nação seria recompensada com parte dos recursos recuperados. O michê pela ‘bovaryzação’ lubrificaria o projeto próprio de poder da operação com candidatos em todos os estados, defendido por Dallagnol, e, quem sabe, a lascívia presidencial de Sérgio Moro. “Nós estamos com pressa, porque o DOJ [Departamento de Justiça dos EUA] já veio e teve encontro formal com os advogados dos colaboradores, e a partir daí os advogados vão resolver a situação dos clientes lá… Isso atende o que os americanos precisam e não dependerão mais de nós. A partir daí perderemos força para negociar divisão do dinheiro que recuperarem. Daí nossa pressa”, disse Dallagnol em um grupo, excitado com o cofrinho bilionário.

A quebra da soberania com objetivos políticos e/ou financeiros é outro ofício muito antigo do mundo. Em nome de interesses inconfessáveis, a CIA patrocinou vários golpes e intervenções. Brasil e Chile foram cenários de duas grandes operações: a derrubada dos presidentes João Goulart e Salvador Allende para a instalação de ditaduras militares. A CIA financiou políticos e manifestações contra Jango com lemas mundanos contra o comunismo. O general e adido no Brasil Vernon Walters, segundo homem da CIA, era o gigolô dos EUA contra a ameaça da casa da luz vermelha. Hoje os tanques são anacrônicos. A guerra híbrida prostitui órgãos de Estado para os golpes “constitucionalizados”. Nos fatos narrados pelo “Le Monde”, houve cooptação de parte da Justiça brasileira e do MP, tendo na ponta da linha a Polícia Federal, velha cortesã dos EUA.

Entre 2002 e 2004 – nostalgia dos tempos de jornalismo investigativo – publiquei na Revista “Isto É” uma série de reportagens, documentalmente comprovadas, expondo órgãos que se rebaixaram ao poderio financeiro dos EUA. A Polícia Federal foi ‘cafetinada’ pelos norte-americanos em troca de dólares em malas, depósitos ilegais para remunerar simpatizantes que compartilhassem investigações confidenciais, inclusive informações sobre segurança nacional. A arapongagem se infiltrou em um bureau estratégico da PF: CDO (Centro de Dados Operacionais), onde FHC foi grampeado. A missão não era derrubá-lo, mas monitorá-lo e assegurar que a empresa dos EUA – Raytheon – abocanhasse a bilionária licitação dos radares do Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia) contra a francesa Thomson. O valor era de US$ 1,4 bi e uma ‘dica’ do serviço de informações dos EUA foi capital para o triunfo da Raytheon.

O ex-corregedor da PF, o delegado Arthur Lobo, viu evaporar a tentativa de investigar o escândalo e sintetizou: “Aí é o velho esquema: paga quem quer, mantém quem quer e xereta o que quer. Isso não é invasão de soberania? É coisa muito pior. Grampearam o presidente.” Lobo se referia ao grampo em FHC e seu braço-direito, o embaixador Júlio Cesar Gomes. Toda volúpia clandestina da CIA foi denunciada formalmente aos superiores por dois tiras da elite da PF, José Roberto Benedito Pereira e Luiz Zubcov. Ela se transformou na sindicância 1414/97 com imputações gravíssimas e obscenas. “O equipamento usado para grampear FCH era da CIA”, disse à época Benedito Pereira. A “CIA se valia do programa de cooperação com a PF para manter sua base de coleta de informações no Brasil”, reforçou Zubcov. Benedito Pereira também indicou o agente da CIA à época: Robert Evans, camuflado em um cargo na embaixada norte-americana.

O “mantém quem quer e xereta o que quer”, realçado por Arthur Lobo, aludia a Getúlio Bezerra. Um delegado que, por anos, mandou mais que seus superiores hierárquicos. A origem do poder: ele recebia as malas de dinheiro e mantinha duas contas correntes para depósito dos recursos dos EUA, invisíveis ao controle público e à fiscalização brasileira. Nem Congresso Nacional, nem TCU sabiam do orçamento paralelo. As prestações de contas eram feitas apenas à embaixada dos EUA. No Banco do Brasil, o delegado mantinha a conta corrente de número 284.002-2, agência 3476-2, abastecida secreta e regularmente pelo DEA – Drug Enforcement Administration –, a agência de combate ao narcotráfico dos EUA. Na conta do BB passaram pelas mãos de Bezerra R$ 11 milhões entre 1999 e dezembro de 2002.

Uma base de dados das contas CC5 (não-residentes) mostrou que, entre março e setembro de 1999, Bezerra também recebeu grana através de outra conta, número 200323 do Unibanco. Foram 7 depósitos menores, que somaram R$ 244 mil. No BB ele operava desde 25 de março de 1999. Chegou a receber R$ 53,7 mil na conta do Unibanco, no dia 13 de agosto de 1999, e, no mesmo dia, recebeu dois depósitos na conta do BB. O primeiro de R$ 37 mil e o outro de R$ 73 mil. Ele não era único parceiro dos americanos na PF. Na mesma época o delegado Mauro Espósito também mantinha duas contas e recebia os agrados ianques. Em 11 de novembro de 1998 recebeu R$ 30 mil na conta 40665 da Caixa Econômica Federal e mais R$ 20 mil em uma conta não especificada no BB. Apenas a conta do Banco do Brasil de Bezerra era de conhecimento da direção da PF, disse-me à época o diretor da PF, Paulo Lacerda.

Depois das denúncias, uma segunda investigação sobre fundos clandestinos da PF foi aberta na COIE. Novo nome dado ao CDO, onde FHC foi grampeado. O resultado da sindicância 003/2003 – concluída em 5 de maio daquele ano – era pornográfico. Foram 46 páginas com 14 depoimentos de tiras da elite e do doleiro George Fouad Kammoun, que fazia o câmbio dos federais no submundo do crime. A PF tinha um doleiro de estimação e a troca dos dólares ilícitos com um fora da lei contava até com escoltas. O delegado Rômulo Berredo, escalado para apurar a devassidão, pediu um inquérito para responsabilizar os culpados. Ele identificou crimes contra o sistema financeiro e a Lei de Licitações: “Um setor da PF se acha na mais completa insustentabilidade jurídica, o que ocasionaria a ilegalidade dos atos ali praticados”, dizia o relatório final. Além da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), a COIE também recebia o patrocínio clandestino dos EUA.

A então servidora Maria Celina Martins (da contabilidade da Coordenação de Operações de Inteligência Especializada- COIE) explicou em seu depoimento que o sistema de pagamento pelos EUA era feito de acordo com a despesa. “A média de ressarcimento mensal é de R$ 160 a R$ 200 mil com recibos e notas fiscais. Feito o balancete, uma pessoa da embaixada vai à COIE e retira a prestação de contas. Já foram realizadas três ou quatro auditorias pelo governo americano”, revelou. O zelo se explica. Pelos números apresentados, a “boquinha” girava entre R$ 2 milhões e R$ 2,4 milhões por ano, perto de R$ 19 milhões em oito anos. Celina contou que a operação na COIE era feita com grana viva, ora dólares, ora reais, como nos lupanares.

“O dinheiro do ressarcimento das despesas é sempre trazido ao setor em espécie, sendo guardado no cofre e distribuído conforme a necessidade. Antes de o delegado Rosseti (Disney Rosseti, que chefiou a COIE) assumir a chefia, a verba do setor era recebida da embaixada em dólares americanos (em espécie), os quais eram depositados em conta corrente do delegado Getúlio Bezerra”. Ele também chefiou a Diretoria de Combate ao Crime Organizado. Antes Bezerra dirigia a Delegacia de Repressão a Entorpecentes. Todo esse bacanal contábil e financeiro era feito com base em um acordo de cooperação de 1997, igualmente invisível e ilícito. “Tal modalidade de entrega (em dólares) fere a qualquer padrão legal/formal capaz de dar um mínimo de credibilidade ao processo”, reprovou em vão o delegado Berredo no relatório final.

O então chefe dessa unidade na PF (COIE), Disney Rossetti, que foi interino da PF após a demissão de Sérgio Moro e Maurício Valeixo em 2020, também depôs e disse acreditar que o departamento era frequentado por agentes camuflados da CIA: “Em média duas vezes por semana comparecem à COIE. São sempre oficiais de ligação. Não tenho como afirmar categoricamente se algum deles tem vinculação com a CIA, embora acredite que pertençam à agência americana.” A diretora de inteligência policial (DIP), Mariam Ibrahim, escancarou o rendez-vous financeiro de então: “Toda verba utilizada nas atividades da COIE é fornecida pelo governo dos Estados Unidos através da embaixada em Brasília.”

A operação Diamante – iniciada pelo Ofício 300/2000, do poderoso Getúlio Bezerra – era uma das vedetes da PF naquela década. Após três anos de investigação em dez estados, uma das maiores quadrilhas do tráfico internacional, capitaneada por Leonardo Mendonça – preso em Goiânia –, foi desbaratada. Mendonça e o traficante Emival das Dores eram celebridades nos EUA. Os dois figuravam entre os dez mais procurados pelo DEA. A operação Diamante rendeu 28 prisões, e ilustres nomes caíram em desgraça. Um dos resultados foi a renúncia do ex-deputado federal Pinheiro Landin e o afastamento do cargo de dois magistrados: Vicente Leal, ministro do STJ e Eustáquio Silveira desembargador do TRF1, acusados de venda de sentenças.

O advogado de um dos investigados entrou na Justiça com um pedido explosivo: a anulação das escutas telefônicas. O que sustentava o pedido do advogado eram os CDs, que traziam as milhares de horas com gravações autorizadas judicialmente de todo bordel. Ao abrir os CDs, constatou-se que 22 gravações tinham como autora, oficializada no processo, a embaixada norte-americana. O relatório intitulado de Final da Operação Diamante, de 21 de janeiro de 2003, é um dos CDs que trazem como autor a Embaixada USA e “gravado por Embaixada USA”. Em um ofício à Justiça, o delegado Ronaldo Urbano da PF confirmou que os equipamentos eram dos EUA, de fato. O orgulho virou vergonha e a PF não passou barriga de aluguel na operação. Até onde se sabe, nenhuma dessas promiscuidades gerou punições além do strip-tease nas 2 sindicâncias.

Nos filmes, os agentes da CIA podem tudo. Espionam, compram informação, roubam documentos, matam e derrubam governos. As leis dos outros países são ignoradas. Na vida real o rufianismo segue desinibido. Depois do fim da guerra fria, os órgãos de espionagem dos EUA, para manter o status e justificar a manutenção dos orçamentos, passaram a trabalhar em espionagem comercial, monitorando acordos internacionais de interesse de empresas americanas. O Brasil nunca saiu do radar. Se há 20 anos o interesse era o SIVAM, agora, desenhou o “Le Monde”, a ação foi mais ambiciosa, para diminuir a influência geopolítica do Brasil e conter o avanço econômico do país. O gigolô Tio Sam segue mandando na casa de tolerância. Só que na Lava Jato recrutaram 2 estagiários que estão nus: Sérgio Moro e Deltan Dallagnol.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no portal Os divergentes.


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Serra Talhada 2021

17/04


2021

Flávio Bolsonaro se acidenta em praia cearense

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) sofreu um acidente ao passear de quadriciclo na tarde de hoje, na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, Ceará. De acordo com informações preliminares, o filho do presidente Jair Bolsonaro quebrou a clavícula e foi atendido numa UPA local. 

Flávio estava na companhia da esposa, a dentista Fernanda Bolsonaro, e amigos. A previsão é de que o casal retorne a Brasília ainda hoje.


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17/04


2021

Filho de lavadeira passa em 1º na UFRN em Medicina

Por Isaiana Santos, da Inter TV

O primeiro sinal de um aprovado no Sisu é a cabeça raspada e a testa riscada com o nome do curso. O de Luiz Gustavo de Oliveira, de 19 anos, é Medicina. E, no caso dele, representa muita superação. Além de toda a adaptação necessária em um ano de pandemia, ele contou com uma ajuda especial: a dedicação da mãe, dona Francileide Marques, que trabalha como lavadeira e também como boleira.

São cerca de 14 horas de trabalho por dia para conseguir ajudar nos estudos do filho. "Eu acordava muito cedo para lavar roupa. Lavava, passava. Quando dava umas 5h30, já soltava as roupas para ir para os bolos. Minha casa é pequena. Eu carregava a batedeira para dentro do meu quarto, cobria com um pano de prato e fechava as portas para ele não ouvir", conta a mãe.

Por causa da dificuldade financeira dos pais, Luiz Gustavo contou com a ajuda de uma tia, que financiava os estudos dele. Em 2019, concluiu o Ensino Médio, concorreu também ao curso de Medicina, mas não passou.

No ano passado, conseguiu uma bolsa de estudos em um cursinho da cidade. Foram várias noites de sono perdidas, mas a recompensa veio. O jovem fez o Enem e atingiu 940 pontos. Com apenas 19 anos, foi aprovado em primeiro lugar no curso de Medicina da UFRN em Caicó.

"Eu encontrava as vezes com Luiz indo de bicicleta para a escola. Eu passava de carro para ir trabalhar e achava ele no caminho", relata o professor Rhodriggo Mendes

"Sábados, domingos, que ficava ali fazendo simulados, algo extremamente cansativo. E agora, estou colhendo os frutos. Isso é o que vem na minha mente", diz o rapaz.

A história de Luiz Gustavo é praticamente a mesma de milhares de potiguares que tentam, através dos estudos, dar uma vida melhor aos pais. "Minha mãe e meu pai acordam às 4h da manhã para começar a trabalhar em um trabalho que às vezes vai acabar umas 22h, 22h30. Isso é muito cansativo para ela. O mais rápido que eu conseguir tirar minha mãe dali, eu vou tirar. Essa era minha motivação. Era ver meus pais, saber que o que eles estavam fazendo era muito mais difícil do que eu estava fazendo, que era estudar", afirma o jovem.

"É por você mainha, por você pai, vocês que trabalham muito por mim e estão orgulhosos de mim. Isso tudo é por vocês", declarou Luiz.

"É muita felicidade, muita gratidão. Eu sabia que esse dia ia chegar", disse Francileide. "Estou me sentindo feliz", resumiu o pai do novo universitário, José Procópio.


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Rafael C.Soares Quintas

Meus parabéns a esse estudante guerreiro, que Deus ilumine seus caminhos e que tenha um futuro brilhante!


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

17/04


2021

Ex-ministro da Justiça quer gestão Bolsonaro punida por pandemia

Por Walter Santos, da Revista Nordeste

Ultimamente afastado das lides políticas, pois se dedica à academia e à advocacia, o ex-Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, fez uma pausa neste sábado para comentar a conjuntura do Brasil diante da Pandemia e, especialmente, sobre os efeitos da decisão do STF de anular os processos do ex-presidente Lula à quem trata como personagem decisivo para a sucessão em 2022, por isso aponta erro de Ciro Gomes de brigar com o PT. Ele revela e analisa ainda a interferência externa na Lava Jato e no Impeachment de Dilma.

Mas, em entrevista para a Revista Nordeste em fase de produção e conclusão, ele expõe diversos assuntos de grande relevância na conjuntura política, sobretudo em relação ao Governo Bolsonado no trato da Covid estando ele defendendo punição ao membros do Governo Bolsonaro pela ampliação de mortes em face de erros e medidas da atual gestão.

"O cenário no Brasil diante da Covid expõe descaso e incompetência comprovada do presidente e de seu governo. Diante desta realidade posta entendemos que todos os membros do Governo envolvidos com este contexto precisam ser responsabilizados, sobretudo pelo alto índice de mortalidade advinda especialmente pelas políticas atrasadas e irresponsáveis do Governo em não saber lidar com protocolos sadios em sintonia com os governos estaduais e municipais. É evidente que poderíamos ter evitado grande parte das mortes registradas por incompetência de gestão. Atestem onde chegamos com a 'Gripezinha' do presidente, por isso precisa ser responsabilizado", afirmou.

Ele também analisa o futuro do ex-juiz Sergio Moro, bem como do procurador federal Dallagnol também defendendo punição aos dois pelos estragos produzidos ao País com a Lava Jato que, segundo ele, esteve nas estratégias definidas por interesses de fora do País a partir do Impeachment de Dilma Rousseff.

Toda a íntegra da entrevista estará disponível na próxima semana na edição da Nordeste.


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Fernandes

Bozoloide, teu genocida vai perder feio. LULA É ETERNO, SEMPRE SURFANDO NO TOPO DAS ONDAS MAIS FEROZES, AMADO, RESPEITADO, CARISMÁTICO, DONO DA HISTÓRIA.

Rafael C.Soares Quintas

Coitado desse petralha, saudosista do Lulaladrão, tem que aguentar o presidente eleito pela maioria do povo brasileiro, se quer mudar tem que ser no voto e o bandido do Lularápio se for candidato, vai perder feio, pois o sudeste, Sul e Centro-oeste votam no Capitão, apenas a região comunista do Brasil, que é o Norte e Nordeste, onde a maioria do povo vive de auxílio, bolsa etc, é onde o bandido do Lularápio pode ter uns votos ????????????



17/04


2021

Tabira: Nicinha celebra emendas e retroescavadeira

A prefeita de Tabira, Nicinha Melo (MDB), foi a Petrolina, ontem, receber uma retroescavadeira nova, fruto de emenda do deputado federal Fernando Filho (DEM). Além do maquinário, a gestora celebrou a conquista de duas emendas parlamentares: a primeira, de R$ 6 milhões, servirá para a conclusão do saneamento na cidade; já a segunda, de R$ 1,5 milhão, será destinada à pavimentação de ruas tabirenses. No encontro, Nicinha agradeceu a Fernando Filho.


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17/04


2021

Homem que alvejou delegado em Jataúba é morto a tiros

O homem responsável pela morte do delegado Anderson Liberato, titular da Delegacia de Polícia Civil do Brejo da Madre de Deus, no A greste pernambucano, foi assassinado a tiros na tarde de hoje. De acordo com informações obtidas com exclusividade por este blog, o suspeito se chama José Carlos de Santana Rosa Júnior.

Ele chegou a ser levado ao Hospital Geral do Agreste, em Caruaru, e morreu a caminho da unidade de saúde. A ambulância foi interceptada por homens armados no trajeto e o suspeito foi alvejado.

José Carlos e a esposa eram procurados por homicídio. Na manhã de hoje, uma equipe de policiais chefiada por Liberato cumpriu um mandado de prisão em Jataúba, cidade vizinha ao Brejo, contra o casal.

Na diligência, o acusado reagiu e disparou quatro tiros contra o delegado, que foi atingido por pelo menos três projéteis. Na sequência, o suspeito foi baleado por policiais e socorrido. 


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17/04


2021

Bolsonaro viaja com Pazuello e causa aglomeração

O presidente da República, Jair Bolsonaro, deixou o Palácio do Planalto de helicóptero na manhã de hoje rumo a Goianápolis (GO), cidade de cerca de 11 mil habitantes a aproximadamente 170 quilômetros de Brasília. Dois helicópteros decolaram do gramado do palácio às 9h12. Bolsonaro está acompanhado do ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello. O atual ministro da Saúde, Marcelo Quiroga, tem compromissos na Paraíba neste sábado.

Acompanharam Bolsonaro:

  • o ex-ministro da Saúde general Eduardo Pazuello;
  • o ministro da Defesa, general Braga Netto;
  • o líder do PSL na Câmara, Major Vitor Hugo, um dos deputados mais próximos do presidente;
  • o subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, Eduardo Aggio.

A comitiva pousou em um campo de futebol na cidade. Bolsonaro, sem máscara, conversou com uma aglomeração de apoiadores. A cidade de Goianápolis é famosa por ser a terra natal da dupla sertaneja Leandro & Leonardo, que fez sucesso nos anos 1980 e 1990, e pela produção de tomates.

Até o momento o município tem 20 mortes registradas para o coronavírus. O número por habitante é próximo do geral do Brasil. No momento, 91% dos leitos de UTI administrados pelo Estado de Goiás, onde fica o município, estão ocupados.

A assessoria de imprensa do Palácio do Planalto disse ao Poder360 que não há “previsão de compromissos oficiais”. Os helicópteros usados no deslocamento são bancados pelo Executivo federal.


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