17/01


2021

À sombra mortal da suástica

Por Weiller Diniz*

Entre os métodos recorrentes de Jair Bolsonaro para conspirar contra a democracia representativa, avacalhando as instituições, muitos têm inspiração nefasta no nazismo: hostilizar a liberdade de imprensa diariamente, atribuir todos os malogros aos comunistas (esquerda e o PT), incensar a mitomania ignorante, reforçar o ideário de reiteração de mentiras, apostar na propaganda maciça de falsidades alienantes, o culto à morte, o belicismo, a militarização dos cargos públicos civis e a disseminação do ódio contra todas as minorias, adversários, pensadores, escritores e a academia. O que o capitão diz, pensa e faz tem similitudes despudoradas com o nazismo. Ele trama sua própria noite dos cristais, uma ruptura já vocalizada em várias oportunidades, ora pelo próprio capitão, ora pelos filhos, ora por aliados e intentada por seu preceptor diabólico, Donald Trump, após ser repelido pelo eleitor.

A selvageria assassina no capitólio dos EUA, perpetrada por ogros simpatizantes de Trump, assombrou o mundo, escancarou a barbárie do extremismo de direita e, óbvio, obteve o endosso tosco do capitão. “O pessoal tem que analisar o que aconteceu nas eleições americanas agora, basicamente qual foi o problema, a causa dessa crise toda: falta de confiança no voto. Lá, o pessoal votou e potencializaram o voto pelos Correios por causa da tal da pandemia e teve gente que votou três, quatro vezes. Mortos votaram, foi uma festa lá. Ninguém pode negar isso daí, então a falta de confiança levou a esse problema que está acontecendo lá. E aqui no Brasil se tivermos o voto eletrônico em 22 vai ser a mesma coisa, a fraude existe”. As ativações golpistas da sua base desmiolada são rotineiras e majoritariamente inverídicas, como as delirantes fraudes eleitorais aqui e nos EUA.

Mais uma vez sem provas, o capitão investiu para deslegitimar as instituições, sabotou a democracia, espancou a Justiça Eleitoral e atentou contra o livre exercício dos poderes. Os pedidos de impeachment por crime de responsabilidade se acumulam quase na mesma proporção das estéreis notas de repúdio de autoridades a cada coice autoritário vindo da estrebaria presidencial. O STF toca 3 inquéritos sensíveis (fake news, atos golpistas e uso político da Polícia Federal). O TSE tem ainda processos sobre possíveis fraudes eleitorais para julgar. Ou seja, os poderes Legislativo e Judiciário, cumprindo seu papel institucional, têm mecanismos democráticos para, além dos protestos burocráticos, abortar a índole despótica e impedir os retrocessos que estão envenenando a democracia brasileira.

Em outra manifestação de inclinação nazista o capitão opinou por segregar o que ele qualificou de alunos “atrasados”. “O que acontece na sala de aula: você tem um garoto muito bom, você pode colocar na sala com melhores. Você tem um garoto muito atrasado, você faz a mesma coisa. O pessoal acha que juntando tudo, vai dar certo. Não vai dar certo. A tendência é todo mundo ir na esteira daquele com menor inteligência. Nivela por baixo. É esse o espírito que existe no Brasil”, pontificou o falso pedagogo Bolsonaro com a mesma desfaçatez de um charlatão que prescreve medicamentos inúteis para Covid 19.

Adolf Hitler e seus facínoras deportavam e encarceravam em campos de concentração pessoas com deficiência, judeus, gays, comunistas e dissidentes. A eugenia, sinônimo de barbárie, foi a base do terror nazista e deve ser lembrada para que não se repita. “Menor inteligência” é mesmo um campo fértil e vasto para os “atrasados” bolsonaristas.

Otto Adolf Eichmann foi o carrasco da sanguinária SS que comandou a política de segregação em guetos e o extermínio na Segunda Guerra. À exemplo de Eduardo Pazuello, o coronel hitlerista também era especializado em logística, a logística do holocausto e da morte no confinamento. Eichmann fugiu após a derrota alemã, mas foi capturado pelo serviço secreto de Israel, o Mossad, em 1960 na Argentina. Levado a Israel foi julgado, condenado e enforcado em 1962 por 15 crimes. Além de Augusto Pinochet, Jorge Videla e Slobodan Milosevic, Eichmann é outro exemplo de que crimes contra a humanidade, morticínios e genocídios não ficam impunes. O “dia D e a hora H” de Pazuello, o pesadelo, trarão o castigo para o escárnio diante dos milhares de mortos. O dia D (desembarque na Normandia) na Segunda Guerra Mundial foi também o começo do fim do terror hitlerista.

Há mais sombras nazistas no governo. A Secretaria de Comunicação da Presidência, chefiada por Fábio Wajngarten, produziu uma peça publicitária em maio de 2020, em plena ascensão da pandemia contra o isolamento social. Ela foi compartilhada pelo capitão e, em determinado trecho afirma: “O trabalho, a união e a verdade nos libertará”. Há dois erros grosseiros. O de concordância e a inconcebível correspondência fúnebre à famosa inscrição nazista na entrada do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia: “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta). A incorreção gramatical foi corrigida posteriormente. O conteúdo e as semelhanças da peça com nazismo são eternas como as câmaras de gás. Um dos terroristas no vandalismo na sede do Congresso norte-americano usava uma camiseta propagandeando Auschwitz. O chefe da diplomacia isolacionista e servil aos EUA, Ernesto Araújo, também foi pressionado a se retratar por comparar erroneamente o isolamento social imposto por uma pandemia aos campos de concentração.

Em janeiro de 2020, ao som de Richard Wagner (compositor predileto de Adolf Hitler), o secretário de Cultura de Bolsonaro, Roberto Alvim, plagiou trechos de um pronunciamento do ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels: “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada”, afirmou Alvim em vídeo. Goebbels havia dito: “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferrenhamente romântica, será desprovida de sentimentalismo e objetiva, será nacional com um grande pathos e será ao mesmo tempo imperativa e vinculante – ou não será nada”, disse Goebbels em seu discurso. A fala de Alvim resgata a grande queima de livros em 1933 na Alemanha, quando Hitler já era chanceler, em nome de uma “limpeza” cultural.

A convergência de valores revela muito da índole dos integrantes do governo. A sucessora de Alvim, Regina Duarte, também demonstrou um repulsivo desprezo pelas vidas subtraídas por governos autoritários e minimizou os métodos nazistas: “Bom, mas sempre houve tortura. Meu Deus do céu… Stalin, quantas mortes? Hitler, quantas mortes? Se a gente for ficar arrastando essas mortes, trazendo esse cemitério… Não quero arrastar um cemitério de mortos nas minhas costas e não desejo isso pra ninguém. Eu sou leve, sabe, eu tô viva, estamos vivos, vamos ficar vivos. Por que olhar pra trás? Não vive quem fica arrastando cordéis de caixões”. Regina Duarte foi usada e, depois, expelida pelo governo que arrasta um cemitério de mortos nas costas e, até aqui, mais de 200 mil caixões pela inépcia no enfrentamento da Covid 19.

As excreções purulentas do nazismo não passaram despercebidas pelo ex-ministro Celso de Mello do STF. Em junho de 2020, anotou com a justificável ênfase maiúscula: “GUARDADAS as devidas proporções, O “OVO DA SERPENTE”, à semelhança do que ocorreu na República de Weimar (1919-1933), PARECE estar prestes a eclodir NO BRASIL! É PRECISO RESISTIR À DESTRUIÇÃO DA ORDEM DEMOCRÁTICA, PARA EVITAR O QUE OCORREU NA REPÚBLICA DE WEIMAR QUANDO HITLER, após eleito por voto popular e posteriormente nomeado pelo Presidente Paul von Hindenburg, em 30/01/1933, COMO CHANCELER (Primeiro Ministro) DA ALEMANHA (“REICHSKANZLER”), NÃO HESITOU EM ROMPER E EM NULIFICAR A PROGRESSISTA, DEMOCRÁTICA E INOVADORA CONSTITUIÇÃO DE WEIMAR, de 11/08/1919 , impondo ao País um sistema totalitário de poder viabilizado pela edição , em março de 1933 , da LEI (nazista) DE CONCESSÃO DE PLENOS PODERES (ou LEI HABILITANTE) que lhe permitiu legislar SEM a intervenção do Parlamento germânico!!!! “INTERVENÇÃO MILITAR”, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia, NADA MAIS SIGNIFICA, na NOVILÍNGUA bolsonarista, SENÃO A INSTAURAÇÃO, no Brasil, DE UMA DESPREZÍVEL E ABJETA DITADURA MILITAR !!!!”

Mello tem razão. Eles rastejam entre nós chocando um novo ovo da serpente, maquinando uma noite dos cristais, como no ataque contra o STF em junho de 2020. Oportuna a lembrança dos versos do pastor Friedrich Gustav Emil Martin Niemöller: “Quando os nazistas vieram buscar os comunistas, eu fiquei em silêncio; eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais-democratas, eu fiquei em silêncio; eu não era um social-democrata.

Quando eles vieram buscar os sindicalistas, eu não protestei; eu não era um sindicalista. Quando eles buscaram os judeus, eu fiquei em silêncio; eu não era um judeu. Quando eles me vieram buscar, já não havia mais ninguém para protestar.” Os versos sintetizam a infame perseguição de Adolf Hitler a comunistas, demais esquerdistas (inclusive os moderados), judeus, sindicalistas, homossexuais, oponentes, ciganos entre outros. O que atalhou esse período de terror e da banalização da vileza foi a derrota na segunda guerra simbolizada pela invasão ao bunker de Hitler em Berlin em 30 de abril de 1945. A operação das tropas soviéticas que encontrou Hitler morto foi batizada de “Mito”.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Os divergentes.


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Comentários

Cícero Ramos de Souza

Mais um com crise de abstinência. Com a teta seca essa turma tem o cérebro atrofiado e dana-se a falar besteiras. Para afastar o presidente precisa de povo. Vai pra rua ver se encontrar eco nesse pedido ridículo. Vai ser é gozado. Sugestão: tomar \" cachete\" para o coração pra aguentar mais 6 anos. Senão...embarca.

Fernandes

É a caridade da Venezuela e da China chegando ao país de Bolsonaro


Cabo 2021

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24/02


2021

Oposição pede devolução de MP da Eletrobras

Os líderes da oposição solicitaram, hoje, a devolução imediata da medida provisória 1.031/2021, que trata sobre a privatização da Eletrobras. Em ofício enviado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), os parlamentares afirmam que o texto entregue pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, na noite de ontem, não atende ao requisito da urgência necessário para a publicação de qualquer MP e também por ser inconstitucional.

“Sempre que o governo provoca uma crise que abala a confiança do mercado financeiro, como ocorreu com a troca de comando da Petrobras, usa mão da proposta de privatização da Eletrobras. O governo não pode se desfazer de uma empresa lucrativa e um patrimônio estratégico para os interesses e a soberania nacional, especialmente no momento de crise que estamos vivendo e sem a ampla discussão com a sociedade”, criticou Danilo Cabral, líder do PSB na Câmara dos Deputados e um dos signatários do documento.

Segundo os líderes da oposição, a MP não dispõe de qualquer sinalização que justifique o cumprimento real do requisito da relevância e, mais especialmente, do requisito da urgência. O conteúdo é praticamente idêntico ao texto do projeto de lei 5.877, enviado pelo mesmo governo ao Congresso Nacional em 2019. E também similar à proposta (PL 9463/18) enviada pelo Governo Michel Temer ao Parlamento. “Portanto, temos que pelo próprio entendimento do governo tal conteúdo não contém a relevância ou urgência que enseje a edição de medida provisória. Principalmente no contexto pandêmico da atualidade, que exige medidas efetivas e atenção integral do Governo e do Congresso Nacional”, diz trecho do ofício.

A MP busca acelerar a privatização da Eletrobrás, permitindo que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) inicie os estudos para que a União, hoje detentora de 60% das ações da empresa, abra o capital. O texto prevê também que o governo mantenha poder de veto sobre decisões da estatal por meio de ações preferenciais, as chamadas golden shares.

Além de violar a Constituição pela ausência do requisito de urgência e relevância, os líderes da oposição alegam que a MP, que traz a força de lei de cumprimento vigente imediato, gera profunda insegurança jurídica, em razão da permitir a formalização de contratos antes do crivo do Congresso Nacional a respeito do tema, colocando em risco o patrimônio público e atentando contra o Estado Democrático de Direito, na medida em que usurpa competência do Congresso Nacional.

“Esse é um assunto, diante de sua complexidade, precisa ser discutido no Parlamento sem açodamento. A venda de uma estatal não deve ser viabilizada apenas para gerar caixa ao governo em meio a uma crise econômica. Há outras formas de aumentar a arrecadação, como, por exemplo, promovendo um ajuste fiscal”, encerra Danilo Cabral.


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24/02


2021

Bolsonaro dá posse a João Roma e Onyx Lorenzoni

Indicado pelo Centrão, o deputado João Roma (Republicanos-BA) tomou posse, hoje, como novo ministro da Cidadania. O termo de posse foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) em evento no Palácio do Planalto. Roma assume a vaga de Onyx Lorenzoni, que também tomou posse nesta quarta para assumir o cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

"Seguiremos ampliando e aperfeiçoando a rede de assistência social no Brasil", disse Roma em seu discurso. "A área social e a área econômica são as duas faces de uma mesma moeda", disse.

A escolha por Roma para assumir o ministério é parte do compromisso de entrega de cargos no primeiro escalão do governo a nomes do Centrão. O Republicanos foi um dos partidos do bloco do Centrão que apoiou a eleição de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.

O Republicanos abriga hoje dois dos filhos do presidente Jair Bolsonaro: o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e o senador Flávio Bolsonaro (RJ). Roma será o terceiro ministro a ocupar a cadeira na Cidadania. A pasta também já foi comandada anteriormente pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS).

Antes de ser ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni chefiou até fevereiro de 2020 a Casa Civil. O retorno de Onyx ao Planalto ocorre por conta da saída de Jorge Oliveira da Secretaria-Geral para assumir, no fim do ano passado, vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).


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Banner Jaboatao 2021

24/02


2021

“Se (Daniel) quebrou o decoro, tem que ser punido”, diz Rodolfo

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) falou, há pouco, em entrevista ao programa Frente a Frente, sobre o papel que vai desempenhar como relator no caso envolvendo o colega de parlamento Daniel Silveira (PSL-RJ), que segue preso após aparecer em vídeo atacando ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi escolhido, hoje, para assumir essa função no processo que está tramitando no Conselho de Ética da Câmara contra o deputado fluminense.

Na conversa com o âncora Magno Martins, Rodolfo destacou que “o episódio da prisão foi superado” e que se restringirá a avaliar a conduta de Silveira. “Nós vamos analisar a conduta dele. Se houve quebra de decoro ou não. Essa é a grande questão”, disse. “Defender a volta do AI-5 significa quebra de decoro? Houve ameça a ministros do Supremo? É isso que vai ser discutido nesse processo”, completou.

Fernando Rodolfo se posicionou pela manutenção da prisão de Daniel Silveira, referendada em votação aberta por 364 deputados, 107 além do mínimo necessário, na última sexta-feira (19). Nos próximos 60 dias, o deputado pernambucano atestou que conversará com juristas, técnicos dentro e fora do Congresso: “O que eu posso garantir é que farei um trabalho com serenidade”.

Em suas palavras, “deixando a paixão de lado e se prendendo estritamente à questão jurídica”. “A opinião pública já está formada. Aqui a gente não vai permitir que o nosso relatório seja pautado por sentimentos de paixão política”, prosseguiu. Para Fernando Rodolfo, estando caracterizada a quebra de decoro, não há outro caminho que não seja a cassação.

“Não é uma situação confortável para ninguém. Ninguém se elege para exercer o mandato por um ou dois anos e ser cassado, mas existem regras, existe o regimento, que precisa ser cumprido. A função do parlamentar é muito nobre, é uma função muito bonita na sociedade e a gente precisa preservar em todos os momentos aquilo que foi confiado pela população. É o que nós chamamos de decoro parlamentar. Se quebrou o decoro, tem que ser punido”, concluiu.

Ouça a entrevista na íntegra.


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Comentários

Fernandes

Daniel tem que ser punido. Bandidão.

marcos

NUNCA MAIS votem em Rodolfo, ele é amiginho dos ministros do STF.



24/02


2021

Bolsonaro diz que se livrou de 20 processos de cassação

Na despedida do ministro da Secretaria Geral da Presidência, em ato, há pouco, no Planalto, o presidente Bolsonaro fez um rápido agradecimento e afirmou que o pai do ex-auxiliar o livrou, quando o assessorou na Câmara, de pelo menos 20 processos de cassação.


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Petrolina 2021

24/02


2021

Bolsonaro elogia Roma e diz que Guedes tem coração

Ao saudar o novo ministro da Cidadania, João Roma Neto, o presidente Bolsonaro afirmou não ter dúvida de que fará muito em favor dos mais necessitados. "Agradeço a João e ao seu partido, o Republicanos, por atender essa convocação que não é minha, mas do País, do Brasil que precisa mudar e avançar", afirmou.

Bolsonaro aproveitou para fazer um afago aos seus ministros. "Não existe manual para ser presidente. É preciso que haja lealdade de vocês para mim e eu para vocês, ministros", assinalou. O presidente encheu também a bola do ministro da Economia, Paulo Guedes. "O Guedes já demonstrou que tem coração, é a âncora do nosso Governo, com austeridade absoluta e responsabilidade fiscal", afirmou.


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Serra Talhada 2021

24/02


2021

Roma cita avô, Joaquim, Krause e Maciel em fala

Ao assumir o Ministério da Cidadania, há pouco, o deputado João Roma Neto, do Republicanos da Bahia, disse que sua missão é não deixar ninguém desamparado como condutor da pasta que faz ação social no Governo Bolsonaro. "Cidadania é buscar fazer mais e muito pelos que mais precisam", disse.

Roma citou o Padre Roma, um dos condutores da Insurreição Pernambucana, o seu avô João Roma, ex-deputado por Pernambuco, e os políticos Marco Maciel, Joaquim Francisco e Gustavo Krause, com quem trabalhou. Deu ênfase ao seu padrinho político na Bahia, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, presidente estadual do DEM.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

24/02


2021

FBC recebe prefeitos de diversas regiões de Pernambuco

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) recebeu, hoje, em Brasília, o prefeito de Toritama, Edilson Tavares, que pediu o apoio do governo federal para viabilizar a obra de duplicação da BR-104, na entrada do município. Cerca de 30 mil pessoas passam pelo local nos dias de funcionamento da feira de moda e confecção. Fernando Bezerra, que é líder do governo no Senado, se comprometeu a articular uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, para destravar a obra.

“Esse é um projeto muito maior que Toritama, um projeto que vai atender o estado de Pernambuco e que vai fazer diferença para o polo de confecções, gerando emprego e renda para a população do Agreste”, disse o senador.

“Esta obra, que está parada há mais de uma década, compreende a duplicação de um trecho de aproximadamente seis quilômetros, por onde passam mais de 30 mil pessoas somente no dia da feira, gerando um engarrafamento de duas horas”, acrescentou Edilson.

Já o prefeito de Timbaúba, Marinaldo Rosendo, pediu apoio para a aquisição de máquinas e equipamentos, como tratores, caminhão caçamba e retroescavadeira. “São equipamentos importantes para apoiar a produção e a limpeza urbana, além de ajudar nas obras de recapeamento e pavimentação de ruas”, disse Marinaldo.

A aquisição de máquinas também foi a demanda apresentada pelos prefeitos de Parnamirim, Nininho, e de Moreilândia, Teto Teixeira, enquanto os prefeitos de Lagoa Grande, Vilmar Capellaro, de Cortês, Fátima Borba, e de Condado, Antonio Cassiano, solicitaram recursos para o custeio da saúde.

“Os prefeitos vêm a Brasília com demandas importantes para os municípios, e é dever do parlamentar articular o apoio do governo federal, levando recursos e obras para o seu estado. Além de melhorar a qualidade de vida da população através de equipamentos de saúde, escolas e obras de saneamento e infraestrutura, os investimentos federais ajudam a movimentar a economia e gerar emprego”, afirmou Fernando Bezerra.


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Jornao O Poder

24/02


2021

Sebá assume liderança do Avante na Câmara

O deputado federal Sebastião Oliveira assumiu, hoje, a liderança do Avante na Câmara dos Deputados. No primeiro dia no exercício da nova função, o parlamentar recebeu a visita de cortesia dos prefeitos Matheus Martins (Terezinha), Douglas Duarte (Angelim), Gilmar Assunção (Frei Miguelinho) e Eudes Tenório (Venturosa).

Com Sebá como liderança nacional, o Avante Pernambuco conseguiu emplacar, nas últimas eleições, dez prefeitos, cinco vices e 112 vereadores, sendo dois deles no Recife. Antes dos irmãos Sebastião e Waldemar Oliveira, que é presidente estadual da legenda, a sigla não comandava nenhuma prefeitura no Estado.

Já na sua estreia na Câmara Municipal do Recife, os vereadores do Avante assumiram a presidência de duas importantes Comissões: Segurança Cidadã (Dilson Batista) e Acessibilidade e Mobilidade Urbana (Fabiano Ferraz). 

“Agradeço ao deputado Luiz Tibé - meu antecessor e presidente Nacional do Avante – e aos demais companheiros da nossa bancada pela confiança. Estamos totalmente alinhados com as demandas atuais e mais importantes do Brasil. Vamos trabalhar em sintonia com todas as áreas, sobretudo, com a saúde e a economia. O País pode contar com o Avante. O momento exige união e muito trabalho”, ressaltou Sebastião Oliveira.


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marcos

NUNCA NAIS votem em Sebá. Ele é amiguinho dos ministros do STF.



24/02


2021

Começa posse de João Roma

A solenidade de posse do novo ministro da Cidadania, João Roma Neto, já começou com uma hora e meia de atraso. O presidente Bolsonaro também vai sancionar o projeto de autonomia do Banco Central.


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24/02


2021

Bolsonaro anuncia sanção da autonomia do BC

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou para hoje, juntamente com a posse do deputado João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania, a sanção do texto que dá autonomia ao Banco Central.

A informação consta em postagem feita no Facebook. Junto ao texto, Bolsonaro divulgou uma foto dele com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.


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