Lavareda

22/10


2020

Datafolha: João 31%; Marília 18%; Patrícia 16% e Mendonça 15%

Do G1/PE

A Pesquisa Datafolha divulgada hoje aponta os seguintes percentuais de intenção de voto para a prefeitura do Recife nas Eleições 2020:

  • João Campos (PSB): 31%
  • Marília Arraes (PT): 18%
  • Delegada Patrícia (Podemos): 16%
  • Mendonça Filho (DEM): 15%
  • Coronel Feitosa (PSC): 2%
  • Carlos (PSL): 1%
  • Charbel (Novo): 1%
  • Thiago Santos (UP): 1%
  • Nenhum/branco/nulo: 12%
  • Não sabe/não respondeu: 4%

Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB) e Claudia Ribeiro (PSTU) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto. Victor Assis (PCO) não foi citado.

Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 8 de outubro:

João Campos (PSB): saiu de 26% para 31%

Marília Arraes (PT): saiu de 17% para 18%

Delegada Patrícia (Podemos): saiu de 10% para 16%

Mendonça Filho (DEM): saiu de 16% para 15%

Coronel Feitosa (PSC): saiu de 1% para 2%

Carlos (PSL): se manteve em 1%

Charbel (Novo): tinha menos de 1% e, agora, 1%

Thiago Santos (UP): tinha menos de 1% e, agora, 1%

Claudia Ribeiro (PSTU): se manteve com menos de 1%

Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): saiu de 2% para menos de 1%

Victor Assis (PCO): tinha menos de 1% e, agora, não foi citado

Em branco/nulo/nenhum: saiu de 21% para 12%

Não sabe: saiu de 5% para 4%

Destaques por segmento

De acordo com o Datafolha, João Campos registrou avanço mais intenso entre as eleitoras do Recife (passou de 25% para 33%), na faixa de 45 a 59 anos (de 20% para 30%), na parcela com a escolaridade fundamental (de 32% para 47%), entre os mais pobres, com renda familiar de até dois salários-mínimos (de 28% para 38%) e entre evangélicos (de 23% para 33%). Entre os mais ricos, houve queda na preferência pelo candidato do PSB: entre quem tem renda de cinco a dez salários, suas intenções de voto passaram de 16% para 11%.

Apesar da estabilidade em relação à pesquisa anterior, com oscilação positiva dentro da margem de erro, Marília Arraes ganhou força em segmentos em que já aparecia com destaque no início do mês, como o eleitorado mais escolarizado, em que passou de 23% para 27%. Na faixa de renda familiar que ganha de cinco a dez salários, a petista passou de 25% para 32%.

A candidatura de Mendonça Filho ganhou quatro pontos entre os mais velhos (de 20% para 24%), segmento no qual só fica numericamente atrás de Campos, que tem 32%.

Delegada Patrícia avançou em quase todos os segmentos do eleitorado, à exceção dos mais velhos, no qual passou de 13% para 10%. Mais velhos, mais ricos e menos escolarizados (no qual também tem 10%) são, por ora, os pontos mais fracos da candidata do Podemos, que tem intenções de voto bem distribuídas entre os demais grupos sociodemográficos.

Dentro do universo de 21% dos eleitores que têm o PT como partido de preferência no Recife, a escolha por Marília Arraes passou de 36% para 42%, e os demais se dividem, principalmente, entre Campos (33%), Delegada Patrícia (10%) e Mendonça (7%).

Grau de conhecimento do entrevistado sobre o candidato:

Mendonça Filho (DEM): 94% conhecem (muito bem, 34%; um pouco, 29%; de ouvir falar, 31%); 6% não conhecem

João Campos (PSB): 92% conhecem (muito bem, 28%; um pouco, 31%; de ouvir falar, 33%); 8% não conhecem

Marília Arraes (PT): 84% conhecem (muito bem, 21%; um pouco, 27%; de ouvir falar, 36%); 16% não conhecem

Delegada Patrícia (Podemos): 68% conhecem (muito bem, 9%; um pouco, 18%; de ouvir falar, 40%); 32% não conhecem

Coronel Feitosa (PSC): 40% conhecem (muito bem, 5%; um pouco, 9%; de ouvir falar, 26%); 60% não conhecem

Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 30% conhecem (muito bem, 4%; um pouco, 9%; de ouvir falar, 17%); 70% não conhecem

Carlos (PSL): 13% conhecem (muito bem, 0%; um pouco, 4%; de ouvir falar, 9%); 87% não conhecem

Cláudia Ribeiro (PSTU): 12% conhecem (muito bem, 1%; um pouco, 1%; de ouvir falar, 10%); 88% não conhecem

Thiago Santos (UP): 11% conhecem (muito bem, 0%; um pouco, 2%; de ouvir falar, 9%); 89% não conhecem

Charbel (Novo): 10% conhecem (muito bem, 1%; um pouco, 3%; de ouvir falar, 7%); 90% não conhecem

Victor Assis (PCO): 8% conhecem (muito bem, 0%; um pouco, 1%; de ouvir falar, 7%); 92% não conhecem

Rejeição

A pesquisa também perguntou em quem os eleitores não votariam de jeito nenhum. Os percentuais foram os seguintes:

  • João Campos: 34%
  • Mendonça Filho (DEM): 28%
  • Coronel Feitosa (PSC): 27%
  • Marília Arraes (PT): 22%
  • Charbel (Novo): 21%
  • Victor Assis (PCO): 21%
  • Carlos (PSL): 20%
  • Marco Aurélio Meu Amigo (PRTB): 17%
  • Thiago Santos (UP): 17%
  • Claudia Ribeiro (PSTU): 16%
  • Delegada Patrícia (Podemos): 15%
  • Não votaria em nenhum: 4%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 5%

Em relação ao levantamento anterior do Datafolha, divulgado em 8 de outubro, a rejeição aos candidatos evoluiu da seguinte forma:

  • João Campos: saiu de 30% para 34%
  • Mendonça Filho: saiu de 32% para 28%
  • Coronel Feitosa: saiu de 21% para 27%
  • Marília Arraes: saiu de 15% para 22%
  • Charbel: saiu de 18% para 21%
  • Victor Assis: saiu de 17% para 21%
  • Carlos: saiu de 17% para 20%
  • Marco Aurélio Meu Amigo: saiu de 15% para 17%
  • Thiago Santos: se manteve em 17%
  • Cláudia Ribeiro: saiu de 12% para 16%
  • Delegada Patrícia: saiu de 13% para 15%

Rejeita todos/não votaria em nenhum: saiu de 9% para 4%

Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: se manteve em 2%

Não sabe: saiu de 6% para 5%

Simulações de segundo turno

O Datafolha também questionou se, caso o segundo turno da eleição para prefeito fosse hoje, em qual candidato os eleitores votariam, apresentando três cenários. Os números são os seguintes:

  • João Campos 40% x 37% Marília Arraes
  • João Campos 43% x 43% Delegada Patrícia
  • João Campos 48% x 36% Mendonça Filho

Sobre a pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”.

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

Quem foi ouvido: 868 eleitores da cidade do Recife

Quando a pesquisa foi feita: nos dias 20 e 21 de outubro

Número de identificação no TRE-PE: PE-05988/2020

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.


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Comentários

MARCOS MORAIS

E agora Magno, você vai dizer que a pesquisa Data folha também é mentirosa? Sua candidata tá estacionada e João Campos sobe cada vez mais. Vai ganhar no primeiro turno.

ABAIXO FALSO MORALISMO

Carlos deve estar com RECIFILIS. Essa vagabunda vai ganhar porra nenhuma, nem ela é nem o cavalo paraguaio do Mendonça

Carlos

A Delegada Patrícia disparou, e aí Magno, tu dissestes que era mentira do Ibope, qual vai ser a desculpa agora? Aceita que dói menos.


ALEPE

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04/12


2020

Decisão do STJ sepulta permanência de equipe da saúde

EXCLUSIVO

Decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), publicada ontem, reforça a necessidade, já declarada nos bastidores, do prefeito eleito João Campos (PSB) renovar toda a equipe da saúde no Recife, não deixando ninguém da atual gestão. O STJ, através da ministra Laurita Vaz, negou habeas corpus para Felipe Soares Bittencourt voltar ao cargo comissionado de ordenador de despesas da saúde do Recife, para poder assinar contratos e fazer pagamentos.

A ministra Laurita Vaz, ao analisar a investigação de Bittencourt, colocou expressamente na sua decisão oficial que Felipe "na condição de gestor financeiro dos recursos, tem concreta possibilidade de voltar a delinquir, até o fim das investigações, valendo-se da flexibilidade das regras de contratação trazidas pela situação de emergência" e "é investigado em outros procedimentos de Dispensa, para os quais há Inquéritos Policiais em aberto". 

A menção da ministra do STJ que Felipe "tem concreta possibilidade de voltar a delinquir" sepulta a chance da atual equipe da saúde ser mantida na nova gestão. 

Por incrível que pareça, o habeas corpus de Bittencourt tinha o pedido de retorno ao cargo. Bittencourt está afastado da Prefeitura do Recife por decisão cautelar da Justiça Federal por suspeita de corrupção. 

Sem demonstrar preocupação com o calendário eleitoral, Bittencourt pediu o habeas corpus ao STJ em 27 de novembro, dois dias antes do segundo turno. Poderia ter deixado para depois, em mais uma demonstração que o assessor não teve preocupação com o momento delicado que a campanha municipal passava.


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O Jornal do Poder

04/12


2020

Cristovam acusa Supremo de casuísmo

Do ex-ministro e ex-senador Cristovam Buarque, do Distrito Federal, ao ser informado da decisão do Supremo Tribunal Federal pela autorização dada à reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, até então vedada pela Constituição.

"No tempo da ditadura militar chamávamos osso de “casuísmo”. Agora, é interpretação, porque casuísmo é feito por farda, interpretação, por toga. De um jeito ou de outro, corroemos a confiança nas regras. Qualquer dia alguém vai entrar no STF para seu time ser campeão com base em gols quase feitos. Sou contra isto, mesmo que fosse para beneficiar o Náutico, ainda que ele mereça".


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Abreu no Zap

04/12


2020

Lewandowski acompanha Gilmar em apoio à reeleição

O ministro Ricardo Lewandowski acaba de acompanhar o relator Gilmar Mendes na liberação da reeleição de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia.

Já votaram no mesmo sentido Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Kássio Marques também corroborou o entendimento de Gilmar em relação a Davi Alcolumbre, mas vetou Maia.


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04/12


2020

Moraes vota para liberar reeleição de Alcolumbre e Maia

O ministro Alexandre de Moraes acompanhou Gilmar Mendes e Dias Toffoli e também votou para liberar a reeleição inconstitucional de Rodrigo Maia na Câmara e Davi Alcolumbre no Senado.

A Constituição é claríssima ao vedar a recondução a cargos da Mesa Diretora na mesma legislatura, não deixando margem alguma para interpretação divergente.

Mas Moraes entendeu que “o limite de uma única reeleição ou recondução deve orientar a formação das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal a partir da próxima legislatura, resguardando-se, para aquela que se encontra em curso, a possibilidade de reeleição ou recondução, inclusive para o mesmo cargo”.


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Banco de Alimentos

04/12


2020

Voto de Gilmar Mendes permite reeleição de Alcolumbre e Maia

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou a favor de uma tese jurídica que, na prática, viabiliza a reeleição dos atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Relator de uma ação do PTB que busca impedir a reeleição, Mendes entendeu – em julgamento no plenário virtual do Supremo, iniciado à 0h de hoje – que a Constituição permite uma reeleição para os comandos da Câmara e do Senado.

De acordo com o voto do ministro, esse entendimento deve orientar a eleição para as mesas das duas Casas do Congresso a partir de 2023.

Para o ano que vem, quando haverá eleição para escolha dos presidentes do Legislativo no biênio 2021-2022, Mendes considerou possível a reeleição ou recondução para o mesmo cargo dos atuais presidentes de Câmara e Senado.

O julgamento no plenário virtual é um formato pelo qual os ministros apresentam os votos pela internet, sem a necessidade de uma sessão presencial ou por videoconferência. Se não houver pedidos de destaque, que interrompem a atuação do plenário virtual, a análise termina no dia 14.

Votos de ministros

No voto, Gilmar Mendes afirmou que o Supremo não vai decidir o resultado para as eleições da Câmara e do Senado. “É a maioria parlamentar que define quem 'fala pela Casa'”, segundo o ministro.

"Esclarece-se, portanto, que o STF não está a decidir o resultado das próximas eleições às Presidências das Casas Legislativas, matéria que, por óbvio, insere-se na mais absoluta soberania deliberativa dos atores congressuais", escreveu.

Mendes afirmou que o Supremo está decidindo apenas sobre a constitucionalidade de dispositivos regimentais que tratam da composição da Mesa das Casas do Congresso Nacional.

O ministro disse que o Congresso deve ter autonomia para analisar seus assuntos internos.

"O Parlamento deve gozar de espaço de conformação organizacional à altura dos desafios postos pela complexidade da dinâmica política. Em verdade, determinadas conjunturas e situações de fato podem não apenas reputar desejável, como também exigir que a vedação à recondução para o mesmo cargo da Mesa possa ser objeto de exceção: desde que assim a Casa do Congresso Nacional repute necessário para fins de preservação de sua autonomia constitucional", disse Gilmar Mendes.

O relator afirmou que não cabe uma interferência do Judiciário na autonomia do Legislativo.

"Ao mesmo tempo, considerando que a proibição de reeleição não constitui preceito constitucional estruturante, não cabe ao Poder Judiciário interferir no alcance da referida norma."

O ministro ressaltou que "é republicana a preocupação que se pode levantar contra a perpetuação de agentes políticos em posições centrais de poder de forma indeterminada" e votou pelo estabelecimento do limite de uma única reeleição ou recondução.

Votos de Dias Toffoli e Nunes Marques

O ministro Dias Toffoli também votou nesta sexta-feira, acompanhando o relator.

O ministro Nunes Marques entendeu que é possível a reeleição uma única vez, independentemente se dentro da mesma legislatura ou na mudança de uma legislatura para outra. Na prática, o voto do ministro impediria a reeleição de Maia (já reeleito, em 2019), mas autorizaria a de Alcolumbre.

"Se o presidente da República pode ser reeleito uma única vez – corolário do princípio democrático e republicano – por simetria e dever de integridade, este mesmo limite deve ser aplicado aos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal", afirmou.

"É por isso que admito a inovação interpretativa adotada pelo Relator, como parte de um romance em cadeia, segundo o qual é possível nova eleição subsequente para o mesmo cargo na Mesa Diretora, independentemente se na mesma ou em outra legislatura. Contudo, desacolho a possibilidade de reeleição para quem já está na situação de reeleito consecutivamente , sob pena de ser quebrada a coerência que dá integridade ao Direito e ser aceita, na verdade, reeleição ilimitada, que não tem paralelo na Constituição Federal", completou


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04/12


2020

José Múcio também sondado por Dória

O ministro em processo de aposentadoria por antecipação do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, não foi sondado apenas pelo presidente Bolsonaro em público para assumir um posto na sua gestão. De olho no Planalto na disputa de 22, o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), também assedia o agora ex-presidente do TCU.

Ana Arraes, de linhagem igualmente pernambucana, foi eleita para substituir Múcio na quarta-feira passada. Sua posse está prevista para o próximo dia 10. Depois que passar o bastão para ela, Múcio se afasta do TCU dois anos e 7 meses antes do prazo legal de aposentadoria. Por isso e por ter ocupado com competência várias funções públicas, entre elas a de ministro responsável pela articulação política de Lula, passou a receber convites.

Dória gostaria de contar com ele em sua equipe em São Paulo. Bolsonaro chegou a dizer, em tom de brincadeira, que era apaixonada por Múcio. Entre os Ministérios que poderia ocupar está o de Cidadania, pilotado hoje por Ônix Lorenzoni, cuja performance na função não estaria agradando ao presidente.


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03/12


2020

Dasa compra Grupo Leforte por R$ 1,77 bi

A Dasa - Diagnosticos da America SA adquiriu por R$ 1,77 bilhão 100% do Grupo Leforte, que detém três hospitais e cinco clínicas na Grande São Paulo. As informações são do Brazil Journal. O Leforte surgiu há 75 anos e tem forte atuação no setor, com hospitais em pontos estratégicos da Grande São Paulo: no Morumbi, no ABC Paulista e na Liberdade.

Com a compra de hoje, a Dasa dobrou sua rede de seis para 12 hospitais, incluindo a inauguração do hospital Águas Claras em Brasília e a aquisição do Grupo Nossa Senhora do Carmo, dono de dois hospitais no Rio. Esse crescimento ocorreu em apenas seis meses. 


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03/12


2020

Blog recebe denúncia sobre sumiço de macas de Quixaba

Em Quixaba, no Sertão do Pajeú, uma fonte ligada à administração municipal se queixa da retenção de macas na hora de deixar os pacientes em unidades de saúde pública de médio e grante porte de cidades como Recife e Caruaru. A preocupação maior se dá pelo fato de haver poucas macas em posse do modesto município sertanejo para prestar socorro a moradores, além do fato de os recursos serem escassos.


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03/12


2020

Acusados na Operação Torrentes ocupam cargos em Suape

EXCLUSIVO

Dois réus em uma ação penal ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) em decorrência da Operação Torrentes estão ocupando cargos estratégicos na administração do Porto de Suape. Conforme o blog apurou, os coronéis da reserva da Polícia Militar de Pernambuco Eduardo José Pereira da Silva e Paulo Estevam Vilela atuam no Complexo Industrial Portuário.

Eduardo Pereira exerce a função de coordenador de Segurança Portuária, enquanto Paulo Estevam é coordenador de Operações Portuárias de Suape. Ambos foram acusados pelo MPF em junho de 2019 por terem praticado fraudes na execução de ações de auxílio à população afetada pelas chuvas, que deixaram mais de 80 mil pessoas desabrigadas em Pernambuco. Até aquele momento, 40 pessoas tinham sido acusadas por envolvimento nesse esquema criminoso.

O Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros (Suape) é vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. O blog segue aberto para que a administração do Porto de Suape se pronuncie sobre o assunto.


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03/12


2020

Repercussão nacional

O furo de “O Poder” repercutiu nacionalmente. Os principais veículos da mídia nacional entraram na pista do palpitante assunto. É o jornal “O Poder” pautando a mídia nacional. Vem chumbo grosso por ai.

Quem não é assinante, pode ter acesso às edições e assinar grátis em:

www.jornalopoder.com.br/edicoes


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