Lavareda

21/10


2020

Mendonça critica descaso do PSB com a saúde

O candidato a prefeito Mendonça Filho (DEM) conferiu, na tarde de hoje, a situação da unidade de Saúde da Família Prof. João Rodrigues, posto que fica na Comunidade do Bode, no Pina, Zona Sul da cidade. E denunciou o descaso da gestão do PSB com a atenção básica na capital. “É uma falta de respeito com o povo. Faltam médicos, remédios. Está tudo errado, e isso mudará”, afirmou o democrata, lançando o programa “Saúde 24h”, que pretende acabar com as filas de espera de pequenas cirurgias e consultas com especialistas na rede municipal, estabelecendo como regra três turnos de atendimentos nos equipamentos públicos existentes e em hospitais e clínicas particulares conveniadas.

“Hoje, no Recife, há mais de 200 mil exames e consultas em fila de espera”, disse Mendonça Filho, lembrando ainda que há registros de casos em que pacientes esperam por até um ano e meio para serem atendidos por um ortopedista, por exemplo. “Isso vai acabar em nossa gestão. Não se pode tratar os recifenses da forma como o PSB, de Geraldo Júlio e João Campos, faz.”

Para o ex-ministro, o maior exemplo do descaso da saúde na atual gestão foi o que aconteceu durante o auge da pandemia provocada pelo novo Coronavírus. “A Prefeitura gastou muito e mal. Ela se preocupou em construir hospitais de campanha, comprar materiais em excesso, mas se esqueceu do básico, do atendimento na ponta. O resultado está nos jornais: o Recife tem a maior taxa de mortalidade por Covid-19 entre as capitais do Nordeste”, apontou.


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ALEPE

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28/11


2020

As eleições e o rio que corre pela minha aldeia

Por Arnaldo Santos*

Amanhã, em sete das nove aldeias do Nordeste, haverá segundo turno.  Em seis delas, predominam candidatos dos partidos de centro e centro- esquerda em disputa, o que revela clara rejeição do eleitor ao direitismo negacionista que viceja no Brasil, exceção feita a Fortaleza, onde um dos candidatos na disputa, apesar de ter escondido e negado por três vezes seu “mito”, e tutor político-ideológico, se filia ao que há de mais obscuro na direita brasileira. 

Registre-se o fato de que, embora os partidos de esquerda tenham se dividido no primeiro turno, o que há de ter sido determinante para que a ex-prefeita Luizianne Lins, candidata do PT, tenha ficado de fora da disputa no segundo turno (diferente do ocorrido no Recife, onde Marília Arraes, do PT, disputa com João Campos do PSB, com chances de vitória), agora a esquerda está unida em uma frente ampla, em apoio a José Sarto, do PDT, para enfrentar o candidato da direita bolsonarista, representada pelo capitão Wagner.  

Comum a essas aldeias, um caudaloso rio de problemas sociais e econômicos corre por todas elas, irrigando o solo sobre o qual se cultiva o histórico apartheid social, adubado com o agrotóxico da intolerância de uma sociedade embrutecida, preconceituosa e racista, (embora negado pelo vice- presidente da República, Hamilton Mourão), e pelo descaso de uma elite dirigente, em geral, culturalmente ignorante, politicamente analfabeta e corrupta, e socialmente insensível, que, à extensão tempo, deixou explodir a miséria e um grau de violência sem precedentes. 

Divisa-se um obscuro cenário, onde a vida do outro já não vale muito, os pretos e pobres são as maiores vítimas, como ocorreu com o João Alberto, assassinado na última semana, na frente da esposa, no estacionamento de um supermercado, por dois celerados seguranças brancos, com a cumplicidade dos que assistiam e filmavam aquelas cenas de barbaria, colidindo com o movimento mundial de proteção da vida, segundo o qual vidas negras importam. “Em verdade, em verdade vos digo”, importam muitíssimo!

Pela importância política do dia de amanhã, e do seu significado a começar em 01 de janeiro de 2021, neste artigo, a reflexão será sobre a realidade social e econômica de minha aldeia, Fortaleza, e acerca da complexidade dos problemas que aguardam aquele que será eleito nesse domingo, que, em maior ou menor grau, se assemelham ao desafio a ser enfrentado pelos que serão eleitos  nas  demais aldeias.

Fortaleza, como tantas outras capitais do Nordeste, é uma bela aldeia de quase 2,7 milhões de habitantes, (IBGE - 2020), banhada por verdes mares. Presenteia-nos com lindas praias, adornadas por jangadas com suas velas coloridas, e extensas dunas de areias brancas, e do que restou dos outrora vastos coqueirais, donde sopram ventos constantes que desalinham os negros, castanhos, loiros e ruivos cabelos das suas belas mulheres, tornando-as ainda mais lindas, exuberantes e sensuais!

Por esse panorama, “navegar é preciso”, para superar milhas e milhas de   águas turbulentas e tempestades de carências sociais, que afligem a população menos favorecida, sob o infortúnio da covid-19, que agravou a já combalida economia, aumentou o desemprego, causando a pauperização de parcela significativa da classe trabalhadora, gerando o mais caudaloso e revolto rio de problemas econômicos-sociais e urbanos da história recente de todas as aldeias brasileiras. 

Escudado no poeta Fernando Pessoa, que em um dos seus líricos poemas escreveu que, “[…] o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia”. Nesse ambiente de lirismo, como “poucos sabem qual é o rio da minha aldeia”, me permito advertir que o eleito amanhã terá que localizar e georreferenciar os pontos longitudinais, onde nasce o rio que corre pela minha aldeia,  “para onde ele vai”, e “porque ninguém nunca pensou no que há, para além do rio da minha aldeia”, ao ponto de deixar que ao longo do tempo os sedimentos de pobreza trazidos por suas águas fossem se acumulando a montante de sua foz, e fortalecendo as raízes das nossas desigualdades e misérias, até atingir o grau e a extensão que vivenciamos hoje, como veremos nos parágrafos subsequentes. 

Quando examinamos o rio da desigualdade medida pelo índice de Gini, com os dados do IBGE, referentes a 2019, portanto bem antes da pandemia, verificamos que, no Brasil, a taxa era de 0,543; na região Nordeste, esse índice era de 0,559; no Estado Ceará, a taxa era de 0,561; e, em Fortaleza, a desigualdade era de 0,574, sendo uma das mais agudas entre todas as aldeias -  o que evidencia o tamanho do problema a ser enfrentado por aquele que será eleito amanhã. 

Essas abissais desigualdades em minha aldeia, evidenciadas pelos índices apresentados pelo IBGE, demarcam a linha do tempo, revelando os indicadores sociais que o eleito encontrará depois das eleições, para que, daqui a quatro anos, possamos avaliar os avanços ou retrocessos no mapa da pobreza, permitindo-nos inferir a noção de que, com algumas poucas variações, esse também será o desafio a ser enfrentado pelos (as) chefes das demais aldeias que serão eleitos(as) amanhã, especialmente na região Nordeste. 

Em relação ao mapa da pobreza, segundo a linha de corte estabelecida pelo Banco Mundial, que é de 5,5 dólares per capita (PPC) dia, meu rio pessoano (via heterônimo Alberto Caeiro) é ainda mais largo, profundo e turbulento. Dados da PNAD, divulgados pelo IBGE, agora no início de novembro, também referentes a 2019, quando a maioria da população nem sabia o que era pandemia, informam que a pobreza em todo o Ceará já atingia 3,8 milhões de pessoas, 41,3% da população, e em Fortaleza eram 624.517 mil pessoas, algo em torno de 23,5% da sua população, à época, que viviam nessas incômodas circunstâncias.  

Adicionem-se a esses números do mapa da pobreza as pessoas que vivem na extrema pobreza, cujo valor per capita definido pelo Banco Mundial é de 1,9 dólar/dia. Em todo o Estado do Ceará, tínhamos 12,4% da população sobrevivendo nessa difícil realidade, o que correspondia a 1,13 milhão de pessoas na extrema pobreza antes da pandemia, e, em Fortaleza, esse percentual à época era de 3,8%, equivalente a 100.986 mil pessoas vivendo nessa subumana situação. Ante tão precária realidade, imagino quão grave é o problema que aguarda o eleito amanhã, no primeiro dia do próximo ano.

Nessa contextura de tão vulnerável realidade que evolui em minha aldeia, a reflexão que se impõe sobre os graves problemas econômicos e sociais que enfrentamos - e que deverão se agudizar na pós-pandemia - diz respeito ao desemprego, a exigir uma inadiável ação de geração de renda para a camada  da população, que considero o mais grave e urgente. 

Aqui o objetivo é cobrar daquele que será ungido nesse domingo, que, ao assumir em 01 de janeiro, mobilize a sociedade e o setor produtivo, das áreas do comércio, indústria e serviços, para a formulação de um amplo programa de geração de trabalho e renda, ancorado em um modelo de economia solidária, contemplando desde o financiamento dos pequenos negócios nos próprios territórios (um dos candidatos está apresentando essa proposta), até a contratação de mão de obra direto da comunidade por meio das associações comunitárias, para executar serviços de reforma dos equipamentos públicos (hospitais, escolas, postos de saúde etc.), e do seu mobiliário, potencializando a economia e o desenvolvimento locais.

Como somos uma urbe que vivencia o paradoxo entre os índices de extrema pobreza e a modernidade, evidenciada pela ciência produzida pelas nossas universidades, e pelos hubs aéreos, e cabos submarinos, estendidos aos vários continentes que a conectam ao mundo, transformando-a em uma aldeia global, na outra ponta, o eleito terá que aproveitar essa infraestrutura tecnológica, para modernizar sua economia, mediante criação de um estruturado programa na área da economia criativa, para promover, efetivamente, uma ação de inclusão digital, especialmente para a nossa juventude, apoiando e estimulando seu potencial criativo, para, assim, preparar nossa aldeia a fim de ter competitividade econômica em escala global, nesse setor. 

É de saber geral a noção de que quem se elege tem o dever político-administrativo e a responsabilidade social de governar, espacialmente, para toda a cidade, tendo como horizonte a melhoria das condições de vida dos seus cidadãos, especialmente para os mais pobres que compõem a maioria da sua população historicamente esquecida e aviltada em seus direitos. 

No contexto da multidimensionalidade da pobreza e das desigualdades, é imperioso que o eleito se ocupe da formulação de políticas públicas factíveis, considerando a magnitude desses problemas, e consoante as condições econômico-financeiras da Prefeitura, mormente nesse contexto de encolhimento da economia. Esta exprime queda brusca da arrecadação, porquanto uma política pública, para ser viável e ter efetividade, tem que responder a pelo menos quatro indagações: quais são as evidências que justificam sua estruturação, quanto custa, de onde vêm os recursos e quem vai pagar. 

Durante toda a campanha, com raras exceções, o que assistimos foi a um festival de promessas genéricas, e não propostas de governo, inclusive pelos dois postulantes a chefe da aldeia, no segundo turno, sem evidências de sua exequibilidade e sem qualquer fundamentação.

Com os olhos e as atenções dirigidos para os indicadores de pobreza,  para os altos índices de desemprego e informalidade, que, ao lado de tantos outros, formam o mais caudaloso, profundo e furioso rio que corre pela minha aldeia, o eleito amanhã tem o dever político-social e humano de por em execução  um amplo programa de inclusão e geração de renda para acudir esse contingente da população, pois, nessa perspectiva, não estamos falando de filantropia, (concessão de benefícios) e sim de economia. 

*Jornalista e doutor em Ciências Políticas. Comentários e críticas para: [email protected]


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O Jornal do Poder

28/11


2020

Jurídico de Marília tenta barrar caravanas do Interior

Partido sem militância no Recife, mas detentor do poder em vários municípios da Região Metropolitana e Interior, o PSB usou da estratégia de impressionar com maior volume de pessoas nas ruas de amarelo, para fazer também boca de urna para o candidato João Campos, que disputa amanhã, em eleição de segundo turno, a Prefeitura da capital contra Marília Arraes (PT). 

O blog apurou que, desde cedo, vários ônibus estão chegando do Interior ao Recife transportando militância paga para encher a cidade amanhã, dando a impressão de que Recife amarelou. A assessoria jurídica da coligação de Marília, no entanto, já tomou algumas providências para inibir mais um abuso de poder e uso da máquina.

Neste sentido, entrou com representação e pedido de tutela inibitória, junto à Justiça Eleitoral, para impedir o abuso, com a apreensão de todo e qualquer ônibus suspeito nas principais vias de acesso ao Recife. O blog já recebeu até vídeos, como este, comprovando a movimentação de ônibus no comitê de João.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Realmente, tem de barrar as caravanas do MST. Movimento sem registro de Pessoa Jurídica, Movimento fantasma igual aos funcionários da Marília que está sendo cobrada pelo Ministério Público.

Sergio Murilo Pereira Araujo

João Mijão, pode fazer o que ele quiser, Amanhã vai dá Marília. O povo já cansou dessa gangue.


Abreu no Zap

28/11


2020

Marília foi firme, João emparedado

O debate da Globo foi engessado, mas a candidata do PT, Marília Arraes, soube tirar mais proveito. Diferente do anterior, na rádio Jornal, foi firme e partiu para o ataque, deixando o adversário encurralado, com respostas vazias em sua grande maioria, principalmente no quesito corrupção na gestão Geraldo Júlio e no PSB.

Disse que se há alguém que não tem moral nem autonomia para acusar alguém de mal feitos é João, cuja família está com os bens bloqueados pela justiça federal por causa do envolvimento do pai, o ex-governador Eduardo Campos, na operação Lava Jato.

Igualmente o deixou sem resposta sobre a compra de um prédio superfaturado na gestão do prefeito e aliado Geraldo Júlio. O referido prédio foi comprado por R$ 7,5 milhões, mas Geraldo queria pagar R$ 38 milhões. Incrivelmente, João disse que essa cobrança deveria ser feita a Geraldo e não a ele, que não tinha responsabilidade sobre tal ato, derivando depois para transformação digital. E, em nenhum momento, João Campos defendeu Geraldo das acusações.

João parece um robô. Apresenta-se no debate com as mesmas frases pontuadas por seus marqueteiros em debates anteriores. Foge das respostas e formula mal as perguntas.


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Wellington Antunes

A maioria do povo recifense não vai votar no 40 porque sabe que estará fortalecendo Geraldo Júlio para governador em 2022, o pior prefeito da história do Recife. Só mesmo bozolóide imbecil e sem noção é que não enxerga isso.

Sergio Murilo Pereira Araujo

Será se a viúva irá depois da lapada de amanhã candidatar João Mijão para governador?

Sergio Murilo Pereira Araujo

Estamos meu bem por um triz, pro dia nascer feliz. É Marília!!!

Sergio Murilo Pereira Araujo

Amanhã João Mijão perderá. O império de Renata Campos começa a desmoronar. Daqui há dois anos perderá o governo do estado também e sobrará no futuro para essa gangue somente muita cadeia.

Fernandes

É um bozoloide.



27/11


2020

Marília lembra que sofreu ataques à fé no guia de João

Houldine Nascimento, da equipe do blog

Ainda no segundo bloco do debate da TV Globo, a candidata a prefeita do Recife Marília Arraes (PT) rebateu o adversário João Campos (PSB) sobre a declaração dele de que não faz ataques pessoais e foi categórica sobre os questionanentos feitos pela campanha do socialista à sua fé. "Candidato, vocês chegaram até a questionar a minha fé na televisão. Isso que é discurso de ódio. Isso é dividir a cidade. A gente não vai fazer isso. Inclusive, dou graças a Deus que a minha filha não tem idade suficiente ainda para presenciar e entender todas as agressões que vocês colocaram essa semana contra nós", disparou.

Mais adiante, na pergunta sobre diversidade, Marília Arraes indagou o prefeiturável João Campos sobre propostas para o setor. “Fui o primeiro candidato a anunciar que 50% dos cargos serão ocupados por mulheres. Vamos ampliar o acolhimento das mulheres vítimas de violência”, disse o socialista.

Na sequência, Marília voltou a cobrar o adversário por ataques que sofreu quanto à fé. “É muito importante haver o respeito à diversidade e individualidade. Quem me conhece sabe disso, da tolerância. Respeito muito a fé das pessoas, coisa que vocês não fizeram comigo. O candidato falou muito sobre inclusão da mulher, não era essse o tema, mas pode ter certeza que vou me sentir honrada em representar as mulheres como a primeira prefeita do Recife", declarou.


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Fernandes

Marilia preparadissima voto nela 13!!!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Não, não sofreu ataques. Quem sofreu foi o João Campos, inclusive sua família. Agora, dizer que Marília foi contra ler trechos da Bíblia na Câmara dos Vereadores, que o Ministério Público está cobrando a rachadinha, que não fez absolutamente nada como vereadora e deputada é mentira, não pode. Contra fatos não existe argumentos. Amanhã o recife confirmará 40 para não deixar o nefasto PT voltar a assombrar nossa cidade.


Banco de Alimentos

27/11


2020

João diz que PT nacional construiu candidatura de Marília

Houldine Nascimento, da equipe do blog

No segundo bloco do debate promovido pela TV Globo, os candidatos tiveram de fazer perguntas com base em temas sorteados. Em dado momento, o postulante do PSB a prefeito do Recife, João Campos, respondeu à adversária Marília Arraes (PT) sobre contradições apontadas nas declarações do socialista. Para o prefeiturável, a candidata petista se contradisse em propostas apresentadas e foi além ao falar sobre a candidatura de Marília.

"As contradições estão nas candidaturas de Marília. Ela diz que faz uma coisa, depois ela desdiz, como foi o caso das palafitas, em que todo mundo viu que ela faltou com a verdade. Mas sobre a candidatura dela: não era a gente que não queria que ela fosse candidata, mas o próprio partido dela. No Recife e em Pernambuco, foram contrários à candidatura dela, que foi construída em São Paulo pelo diretório nacional do PT. Por isso que está o sonho dos figurões do PT nacional para que possam vir ao Recife, mas o Recife não fará isso porque o Recife quer andar para a frente", disse João.


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Fernandes

Marilia preparadissima voto nela 13!!!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Construiu sim. Simplesmente por querer fazer do Recife a sede de sua organização criminosa tendo o maior ladrão do mundo, o bandido julgado e condenado Lula, como seu chefe. Não, os recifenses, mulheres e homens de bem, nunca permitirá que nossa cidade se dobre as mazelas do Partido da Trambicagem. Que Deus nos proteja.



27/11


2020

Marília diz que quem tem cabresto é João

Num outro contra-ataque, Marília mostrou que com ela prefeita quem vai mandar e ter autonomia será ela, diferente de João, sugerindo que ele será manipulado. "Quem tem cabresto aqui é você, João", afirmou.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O cabresto dos julgados e condenados por corrupção e são elogiados e prestigiados pelo PT é invisível. Melhor, o cabresto de uma Organização Criminosa que o Lula ladrão, seu presidente de honra aparece na TV como o padrinho maior da candidata realmente deixa de ser invisível para ser real. Não queremos a cúpula dessa organização fazendo do Recife a sede desse núcleo do mal.



27/11


2020

Marília diz que família de João tem bens bloqueados

Primeiro bloco do debate na Globo entre João e Marília, que disputam o segundo turno das eleições para prefeito do Recife, foi aquecido pela candidata do PT, que levantou as operações da Polícia Federal no Recife, em torno de seis. João fugiu da resposta e apelou para a acusação de que Marília está sendo acusada de contratar servidores fantasmas em seu gabinete.

Marília retrucou afirmando que o processo foi arquivado por falta de provas. Afirmou que a família de João está com os bens bloqueados pela justiça em razão da operação Lava Jato.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Arquivado nada. Mais uma mentira da candidata petista. Um processo antigo é que foi arquivado. Agora o Ministério Público está sim, cobrando da candidata os seus funcionários fantasmas. Bem, fantasmas e monstros é o que não não falta no PT. Aquele que foi chamado por um Ministro do STF como sendo uma Organização Criminosa. O Recife não será nunca mais transformado num filme de terror.



27/11


2020

Acompanhe o debate na Globo pelo blog

Aos que estão fora de Pernambuco e desejam acompanhar o debate da Globo entre João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), que disputam a Prefeitura do Recife, um aviso: a emissora não vai disponibilizar link pelo YouTube. Mas você, leitor do blog, vai poder receber as informações aqui em tempo real. Se ligue, portanto, no blog e saiba tudo que vai rolar no debate.

O ato será mediado por Márcio Bonfim e terá três blocos, o primeiro e o terceiro com temas livres e o segundo por temas determinados por sorteio. Começa logo após a novela Força do Querer, por volta das 22h30m.


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27/11


2020

Paulista: Secretário diz que ação da PF atende denúncia que fez ao MPE

O secretário de Educação de Paulista, Carlos Júnior, afirma que a ação de busca e apreensão da Polícia Federal realizada hoje na Secretaria tem a ver com uma denúncia que fez ao Ministério Público Eleitoral sobre indícios de irregularidades encontradas em computadores do órgão. De acordo com ele, as máquinas continham portarias da gestão de Jorge Carreiro enquanto esteve à frente da Prefeitura, nomeando servidores, em suas palavras, "com indicação de candidatos a vereador e do prefeito Yves Ribeiro, com fortes indícios de troca de emprego por votos".

O mandado de busca e apreensão foi expedido pela juíza da 12ª Zona Eleitoral de Paulista, Maria das Graças Serafim. Ainda na visão do secretário Carlos Júnior, trata-se de "prova de uso da máquina pública e abuso de poder com fins eleitorais".

A Polícia Federal, contudo, ainda não deu detalhes sobre a busca e apreensão realizada hoje na Secretaria Municipal de Educação. Durante a ação, o vereador Vinicius Campos (SD) chegou a filmar do lado de fora. Em vídeo publicado mais cedo no blog, ele reclamou por não ter sido autorizado pela PF a acompanhar o ato.


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27/11


2020

PMB sai em defesa de Marília e critica Michele Collins

O presidente estadual do PMB, Tinho do Povo, lançou uma nota em protesto às declarações da vereadora do Recife Michele Collins (PP) sobre a candidata a prefeita Marília Arraes (PT). Para ele, o segmento evangélico está desapontado com a legisladora e que ela, na verdade, "está querendo mesmo é preservar os cargos comissionados que tem dentro das gestões do PSB no Recife e no Estado". Tinho também chama Collins de "menina de recado dos socialistas".

Leia a nota na íntegra:

Michele não tem moral para falar mal de Marília Arraes

Ao atacar de forma vil e mentirosa a honra da futura prefeita do Recife, a vereadora Michele Collins esquece de falar que o segmento evangélico se encontra decepcionado com ela. Basta ver a vertiginosa queda na votação da missionária, que de uma eleição para outra perdeu o apoio de mais de 8.500 eleitores que deixaram de votar nela.

A vereadora peca quando fala pensar no povo evangélico. Ela está querendo mesmo é preservar os cargos comissionados que tem dentro das gestões do PSB no Recife e no Estado e para isso, cumpre o triste papel de “menina de recado” dos socialistas

A vereadora deveria lavar a boca para falar de uma mulher guerreira, altiva e corajosa, que sempre enfrentou de frente essa gestão que nunca teve compromisso com o povo recifense. Marília, diferente da senhora, é uma mulher que honra sua vida pública em defesa das lutas por igualdade. Enquanto a senhora, vereadora, além de só pensar nos cargos, esquecendo do povo, ainda teve o disparate de afirmar na tribuna da Câmara que “a mulher tem que ser submissa ao homem”

Desapegue dos cargos vereadora. Respeite o povo do Recife. São eles que sabem o que é melhor para a cidade. E o melhor é ter uma prefeita como Marilia Arraes

Tinho do Povo
Presidente do PMB-PE”


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