FMO janeiro 2020

20/02


2020

Ciro: os Bolsonaro são “canalhas” e permitiram que milícias controlassem o Rio

Por ISTOÉ

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) respondeu ontem as críticas do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) contra o senador licenciado Cid Gomes, irmão de Ciro. Pelo Twitter, Eduardo havia dito que o senador não teve “o mínimo de inteligência” para lidar com os policiais grevistas do Ceará.

“Deputado Eduardo Bolsonaro, será necessário que nos matem mesmo antes de permitirmos que milícias controlem o Estado do Ceará como os canalhas de sua família fizeram com o Rio de Janeiro”, rebateu Ciro, também por meio do Twitter.

A resposta de Ciro faz referência à relação do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), irmão mais velho de Eduardo, com o miliciano e ex-policial Adriano Magalhães da Nóbrega, morto no último dia 9 na Bahia.

Em 2005, Flávio propôs que Nóbrega recebesse a Medalha Tiradentes, mais alta honraria do Legislativo fluminense. À época, o miliciano estava preso por suspeita de homicídio.

Cid Gomes foi baleado

Na tarde de quarta-feira (19), o irmão de Ciro foi atingido por um disparo na cidade de Sobral, no interior do Ceará. Um vídeo mostra o momento em que Gomes, dirigindo um trator, avança sobre um portão de um quartel da Polícia Militar; do outro lado estavam pessoas mascaradas, de onde vem o disparo.

O Hospital do Coração de Sobral, onde o senador foi internado, informou que Cid foi vítima de ferimento por arma de fogo em região torácica. Ele apresenta boa evolução clínica, estando “lúcido e respirando sem auxílio de aparelhos”.


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Fernandes

Certíssimo Ciro.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

No Ceará não precisa de milicianos pois já tem a família Gomes.


Abreu e Lima

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29/03


2020

Por diferença editorial, CNN sofre primeira baixa

A advogada Gabriela Prioli, que participava do programa ‘Grande Debate’, da CNN Brasil, anunciou neste domingo (29), pelas redes sociais, seu desligamento da emissora.

Mestre em Direito Penal, professora de pós-graduação na Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em política de drogas, Prioli estreou na CNN Brasil há menos de um mês.

No primeiro dia de exibição, ela virou um dos assuntos mais comentados do Twitter ao debater com o analista político Caio Coppolla, que posteriomente foi substituído por Tomé Abduch, em razão de problemas de saúde.

Gabriela Prioli citou constrangimento como motivo para essa tomada de decisão. O clima interno na emissora mudou na última sexta-feira (27), quando ela travou uma discussão ao vivo com Reinaldo Gottino, ex-Record, apresentador do programa e umas das maiores estrelas da CNN Brasil.

Através da sua conta no Twitter, a advogada deu mais detalhes sobre o ocorrido e afirmou que continuará debatendo, mas agora em suas redes sociais.

“Eu digo a vocês, de forma reiterada, para se posicionarem, serem firmes e não cederem diante de comportamentos que vocês considerem inadequados. Se agora, quando a vida demanda isso de mim, eu agisse de outra forma estaria sendo hipócrita. Em mais de uma oportunidade tive que me posicionar cobrando respeito ao meu espaço de fala. É preciso ser mais contundente. O meu compromissão é com um debate racional, prospectivo, informativo e respeitoso. Não consigo atingir o meu objetivo se for constrangida e não posso seguir participando do debate sem que a convicção sobre a gravidade do constrangimento não seja só minha, mas de todo os envolvidos, na frente e atrás das câmeras”, declarou.

E completou: “Não posso legitimar que o achismo seja equiparado ao conhecimento cientifico nem contribuir para acirrar a polarização. Seguirei, por enquanto, dividindo com vocês as minhas análises nas minhas redes e pensando em outras formas para podermos interagir e evoluir com qualidade. Nessas últimas semanas o nosso grupo cresceu e isso me traz profunda satisfação. O meu maior prazer é essa troca que tenho com vocês. Fica aqui então o meu muito obrigada”.

Até o fechamento desta matéria, a CNN Brasil ainda não havia se pronunciado sobre o pedido de demissão de Gabriela Prioli.


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29/03


2020

Por diferença editorial, CNN sofre primeira baixa

Por Conexão Política

A advogada Gabriela Prioli, que participava do programa ‘Grande Debate’, da CNN Brasil, anunciou neste domingo (29), pelas redes sociais, seu desligamento da emissora.

Mestre em Direito Penal, professora de pós-graduação na Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em política de drogas, Prioli estreou na CNN Brasil há menos de um mês.

No primeiro dia de exibição, ela virou um dos assuntos mais comentados do Twitter ao debater com o analista político Caio Coppolla, que posteriomente foi substituído por Tomé Abduch, em razão de problemas de saúde.

Gabriela Prioli citou constrangimento como motivo para essa tomada de decisão. O clima interno na emissora mudou na última sexta-feira (27), quando ela travou uma discussão ao vivo com Reinaldo Gottino, ex-Record, apresentador do programa e umas das maiores estrelas da CNN Brasil.
 
Através da sua conta no Twitter, a advogada deu mais detalhes sobre o ocorrido e afirmou  que continuará debatendo, mas agora em suas redes sociais.

“Eu digo a vocês, de forma reiterada, para se posicionarem, serem firmes e não cederem diante de comportamentos que vocês considerem inadequados. Se agora, quando a vida demanda isso de mim, eu agisse de outra forma estaria sendo hipócrita. Em mais de uma oportunidade tive que me posicionar cobrando respeito ao meu espaço de fala. É preciso ser mais contundente. O meu compromissão é com um debate racional, prospectivo, informativo e respeitoso. Não consigo atingir o meu objetivo se for constrangida e não posso seguir participando do debate sem que a convicção sobre a gravidade do constrangimento não seja só minha, mas de todo os envolvidos, na frente e atrás das câmeras”, declarou.

E completou: “Não posso legitimar que o achismo seja equiparado ao conhecimento cientifico nem contribuir para acirrar a polarização. Seguirei, por enquanto, dividindo com vocês as minhas análises nas minhas redes e pensando em outras formas para podermos interagir e evoluir com qualidade. Nessas últimas semanas o nosso grupo cresceu e isso me traz profunda satisfação. O meu maior prazer é essa troca que tenho com vocês. Fica aqui então o meu muito obrigada”.

Até o fechamento desta matéria, a CNN Brasil ainda não havia se pronunciado sobre o pedido de demissão de Gabriela Prioli.


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Prefeitura de Serra Talhada

29/03


2020

Covid-19 prejudica os produtores de coco de PE

Por G1 - Petrolina

Produtores de coco estão preocupados com os prejuízos causados pela queda na procura pelo fruto em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Em dezembro, o coco estava sendo vendido por R$ 1 a unidade. Desde os registros dos primeiros casos de infecção pelo novo coronavírus no Brasil, o preço caiu até chegar a R$ 0,30. Com as medidas de prevenção e distanciamento social, a compra ficou ainda mais difícil.

No verão, uma microempresa de Petrolina engarrafaria cerca de 800 litros de água de coco por dia. Desde o dia 18 de março, as máquinas estão sem funcionar. Com a Covid-19, as vendas tiveram uma queda drástica. Quatro funcionários já foram afastados e estoque está cheio, são 2 mil e 500 litros do produto.

“Com relação ao estoque que a gente tem hoje, só temos uma alternativa. Primeiro, fazer uma doação, se for possível até pela questão da logística, de como transportar e chegar até as pessoas que precisam ou descartar, porque a validade nossa é de 20 dias e a gente não vê alternativa a não ser essa”, diz o microempresário, Francisco Nunes.

O produtor rural Pedro Cavalcante é um dos fornecedores da envasadora de Francisco Nunes. Ele tem 70 hectares plantados com coqueiros, mais de 19 mil plantas. Em um mês comum, colheria cerca de 250 mil cocos. Mas, os dez compradores com quem sempre fechou negócio não querem mais receber os frutos. “A venda caiu e eles não conseguiram vender os últimos cocos que pegaram para vender há oito dias. Nem pegaram, nem pagaram o que já pegou. Está tudo travado as vendas", lamenta Pedro.

Com o cancelamento de pedidos e a queda na procura, o preço do coco acabou despencando. O fim de verão é uma das épocas em que o fruto é mais consumido e mais pessoas pagam caro por ele. Mas, a pandemia de Covid-19 interrompeu os planos.

O agrônomo Pedro Ximenes tem uma área de oito hectares e meio plantados e produz cerca de 35 mil cocos por mês. A colheita precisou ser interrompida, porque os dois compradores que ele tinha suspenderam os negócios. “A expectativa do produtor de coco é esperar. Não nos resta muito. Não tem o que fazer nesse momento. É esperar que essa pandemia passe rapidamente para que consigamos vender nossas produções”, diz.


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29/03


2020

Raquel só decide São João em 15 dias

Na última sexta-feira, a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), fez uma live pelas redes sociais para tratar especificamente sobre as cobranças da população quanto aos festejos juninos deste ano com ameaça de cancelamento por causa da expansão da praga do coronavirus. Ela disse que vai aguardar os próximos dias para tomar uma decisão mais segura.

Campina Grande já cancelou e Petrolina também. "Ela vai dar um tempo, acompanhar os desdobramentos do corona no País, especialmente em Pernambuco", revela Rubens Júnior, o secretário-forte da prefeita, que responde pela pasta de Governo acumulando com a Secretaria de Cultura. 

Campina Grande já cancelou, segundo ele, porque começa mais cedo os preparativos da festa. "Aqui, começamos um pouco mais tarde", explica Rubens. Quanto à Petrolina, o prefeito Miguel Coelho não marcou data, mas é provável  que faça o evento no início do segundo semestre.

Até o momento, Caruaru não registrou nenhuma morte pelo coronavirus. Segundo o boletim oficial da Secretaria Municipal de Saúde, só tem dois casos confirmados da Covid-19 e 19 suspeitos, além de 20 descartados.


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O Jornal do Poder

29/03


2020

Pandemia: Afrânio decreta estado de calamidade

Por G1 - Petrolina

O município de Afrânio é mais um do Sertão de Pernambuco a decretar estado de calamidade pública. De acordo com a prefeitura, o decreto facilita ações de combate ao novo coronavírus (Covid-19) eliminando burocracias e aumentando o foco na assistencial a população.

A prefeitura informou que, com o decreto, todas as medidas da administração pública serão direcionadas para o enfrentamento da elevação do Covid-19, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, com ações preventivas e de assistência social.


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Banner de Arcoverde

29/03


2020

Meu pé de seriguela

Por Heron Cid

A chegada de sempre ao quintal de casa foi diferente. Lá embaixo, a imagem rasgou o comum de supresa e desalento. Havia acabado de chegar, no pingo do meio dia, depois da escola e da viagem de todo santo dia à cidade vizinha.

Incrédulo perguntava a si mesmo e depois à mãe, como chamava pela bondosa avó, o que havia acontecido com os pés de seriguela. A resposta trespassou o peito. O tio Zé havia derrubado tudo para evitar as folhas e o trabalho para tirá-las.

Só fizeram pelas costas, pensava metido a valente. Se estivesse na hora, teria gritado e protestado.

Lá estavam tombados no leito de morte, mesmo cheio de tanta vida. Não havia como compreender aquela áspera providência contra quem só dava verde e frutos o ano inteiro, sem cobrar nada.

Mas, era mais do que o sabor e a fartura abundante para todo gosto: de vez, inchada e vermelha feito uma rosa, doce que nem favo, se espremendo entre um galho e outro, desabando madura e enfeitando o chão.

Via o triste fim, a existência precoce dos confidentes, um mundo à parte. Refúgio repentino e repetido do menino calado, doente de timidez. Nele se socorria à cada visita de estranhos ou nem tão desconhecidos assim.

Quando se esconder dentro da rede não resolvia, carreira para o “muro”, onde viviam silenciosos os bons e seguros abrigos, amigos. Subia nos seus braços em segundos, mesmo pouco hábil em alturas e na arte da exploração. Uma das poucas que se arriscava e que a coragem dava para encarar.

Agora, no lugar de suas asas frondosas, o vazio. Aquele planeta particular virou um buraco ermo, desértico, sem cor e sem graça. Nem adiantava o consolo. Nada os substituiria. Mas ninguém ligava, ninguém sabia o significado daquele corte. Doía que só.

Eles já guardavam muitas histórias, confissões, ilusões, sonhos. Eram amigos compreensivos. Só ouviam desabafos e ofereciam os ombros por calos de veias em erupção de resinas semelhantes a mel de abelha.

Palavras tatuadas em seus membros. Nomes, batismos. No ventre gentil, safras, muitas e generosas safras.

Pelas suas frestas, o sol entrava devagar e incandescia levemente. Os olhos penetravam os orifícios daquele tecido de sombra e proteção e viajavam pelos azuis dos céus. Rodopiava, girava sem encontrar nunca um fim. Só começo, só recomeço.

Debaixo deles, horas de pensamentos flutuantes. Na dúvida, no medo solitário, o pai protetor e conselheiro que faltava. Foi portal de travessia da infância para outros desejos. A testemunha única e conivente da primeira incursão adolescente. Confidentes, viram tudo calados.

E nem estava para defendê-los da dor derradeira, da machadada por motivo fútil. Nem houve despedida. Já se chegou para o enterro frio bem naquela “hora do almoço”. Na cabeça quente, nunca mais haveria aquela sobremesa natural e espumada de sumo.

Abatedores e cúmplices estavam recolhendo os restos mortais. Todas as histórias e confidências abafadas dentro de sacos, condenadas à sequidão. Aquelas colunas de castelo incomum, escadas e cômodos de imaginação no máximo queimariam alguma fogueira no próximo São João.

No rápido lance de olhar durante a passagem gélida dos féretros até o carro do lixo na calçada, deu tempo apenas de fazer uma promessa por ser cumprida. Um dia seriam resgatados e renasceriam noutras raízes. O menino de mim continua lá, à espera. Agora com outros meninos. Aqueles com quem sonhava aos seus pés que um dia seriam meus.


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Fernandes

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Prefeitura de Limoeiro

29/03


2020

PE registra 73 casos confirmados do coronavírus

Por G1 - PE

Aumentou para 73 número de casos de Covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus, em Pernambuco, neste domingo (29). São cinco confirmações a mais do que no sábado (28), quando havia 68 pacientes com diagnóstico positivo para a infecção. Não houve aumento do número de mortes, permanecendo em cinco casos.

As confirmações divulgadas neste domingo (29) são de três homens e duas mulheres, de idades entre 27 e 83 anos. Os cinco novos pacientes moram no Recife e em Jaboatão dos Guararapes, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES).

Além dessas duas cidades, os casos de Covid-19 em Pernambuco são de pessoas que vivem em Olinda, Camaragibe, São Lourenço da Mata, Goiana, Belo Jardim, Caruaru e Petrolina. Há, ainda, um caso em Fernando de Noronha, além da ocorrência de pacientes em outros estados e países.

Há 19 pacientes internados, sendo nove em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e outros dez em leitos de isolamento. Há, também 38 pacientes em isolamento domiciliar.

O estado também registrou, também, mais dois casos de cura clínica, totalizando 11 pessoas que se curaram do vírus. Entre elas, está a advogada Renata Berenguer, de 30 anos, que defendeu que a recomendação de isolamento social precisa ser seguida à risca.

Mortes

Neste domingo (29), a SES não registrou novos óbitos de pacientes com a Covid-19. A contagem, portanto, é de cinco casos, sendo quatro homens e uma mulher. Em relação ao local de residência, quatro pessoas viviam no Recife e uma delas era estrangeira.

Além das cinco mortes de pacientes com Covid-19, a SES também registrou outros nove óbitos causados pela Influenza A e cinco pela Influenza B. Outras 30 amostras não apresentaram resultado para Covid-19 nem para Influenza.


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Fernandes

As vezes quem chama Lula de ladrão, corrupto pode ir atrás que na família tem ladrão mais não denúncia.

marcos

Quem chama o nosso Mito de bozo Queima a Rosca. Ui mortadela

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Shopping Aragão

29/03


2020

Bolsonaro fala em baixar decreto para volta ao trabalho

Por Revista Forum

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo (29) durante entrevista na entrada do Palácio da Alvorada que estuda instituir um decreto para fazer com que as pessoas voltem ao trabalho durante a pandemia do coronavírus. Presidente disse que a ideia veio de um “insight” e é voltada para “toda e qualquer profissão”.

“Eu estou com vontade, tenho como fazer, estou com vontade: baixar um decreto amanhã. Toda e qualquer profissão, legalmente, existente ou aquela que é voltada para a informalidade, se for necessária para o sustento dos seus filhos, levar o leite dos seus filhos, arroz e feijão para sua casa, vai poder trabalhar”, disse.

“Me deu um insight, me deu uma ideia aqui agora e falei que estou pensando em fazer um decreto desses, para ver se cabe. Acho que ajuda um decreto desses. O cara vai cortar grama. Se não cortar grama, não tem dinheiro para comprar o leite, arroz e feijão para as crianças, ele vai cortar grama”, continuou.

Nesta manhã, Bolsonaro voltou a ignorar todas as orientações das autoridades da área de saúde, no sentido de manter isolamento domiciliar por conta da pandemia do novo coronavírus, e foi às ruas de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal.

Em conversa com um grupo de pessoas que estava em volta de uma barraca, onde um ambulante preparava churrasco, o presidente voltou a defender que a população deve sair de casa para trabalhar.

O presidente também visitou o Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, para ver “o fluxo de pessoas” no local.


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Fernandes

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marcos

Se é revista Fórum é Fake Mortadela.

Fernandes

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29/03


2020

Recife: praias e parque têm aumento de movimentação

Por G1 - PE

Várias pessoas foram às praias de Boa Viagem e do Pina, na Zona Sul do Recife, e ao Parque da Jaqueira, na Zona Norte, neste domingo (29). Houve movimento intenso de banhistas, ciclistas e pessoas caminhando na areia e no calçadão. Um decreto do governo estadual determinou que esses espaços só podem ser utilizados para práticas esportivas.

A determinação faz parte da série de medidas para evitar a propagação da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Também foram proibidas aglomerações com mais de 10 pessoas.

No dia 21 de março, quando a determinação começou a valer, praias e parques estavam desertos na capital, cenário diferente do encontrado neste domingo (29). Em diversos pontos da orla, foi possível ver a população fora de casa.

A reportagem da TV Globo circulou pela Zona Sul do Recife e encontrou crianças brincando na areia, ciclistas pedalando na ciclovia e idosos fazendo caminhadas.

Em um trecho da Avenida Boa Viagem próximo ao 2º Jardim, os aparelhos públicos de ginástica não estavam sendo utilizados e permaneciam isolados por fitas.

No Pina, também na Zona Sul do Recife, a situação foi semelhante em relação ao aumento do fluxo de pessoas. No parque da Jaqueira, na Zona Norte, a movimentação também foi mais intensa neste domingo (29), apesar das recomendações da prefeitura e do estado para que os cidadãos fiquem em casa.

Em um dos trechos da praia de Boa Viagem, nas proximidades da Rua Bruno Veloso, policiais militares estavam a cavalo acompanhando a movimentação, mas durante o tempo em que a reportagem do G1 esteve no local, não houve abordagens feitas aos banhistas. Por meio de nota, a Polícia Militar informou que “está atuando para evitar aglomerações”.

Coronavírus em Pernambuco

Até o sábado (28), havia 68 casos confirmados de pacientes com a Covid-19, doença transmitida pelo vírus em todo o estado. Desse total, cinco pessoas diagnosticadas com a doença faleceram. Há, ainda, nove casos de cura clínica.

Devido ao aumento no número de casos desde o dia 12 de março, data em que foram feitas as duas primeiras confirmações da doença em Pernambuco, o governo estadual decretou, no dia 23 do mesmo mês, a proibição de eventos com mais de 10 pessoas.


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29/03


2020

Bolsonaro vai a hospital, mas não diz o motivo

Do UOL

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deixou neste domingo (29) o Palácio da Alvorada Bolsonaro vai a hospital, mas não explica motivo

O Planalto informou apenas que Bolsonaro esteve em "agenda pessoal". 

A visita de Bolsonaro à unidade de saúde ocorre em um momento onde ele é cobrado a mostrar o resultado dos exames que fez para detectar se há contaminação pelo coronavírus. 

O mandatário diz que está bem e não foi infectado. No entanto, mais de 20 pessoas que estiveram com ele na viagem aos Estados Unidos, no início de março, já testaram positivo. Entre os contaminados está o ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Augusto Heleno, e o chefe da Secretaria Especial de Comunicação, Fábio Wajngarten.


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Fernandes

As vezes quem chama Lula de ladrão, corrupto pode ir atrás que na família tem ladrão mais não denúncia.

marcos

Quem chama o nosso Mito de bozo Queima a Rosca. Ui mortadela

Fernandes

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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Essa manchete só pode ser da UOL, Grupo Folha. Fica a divulgar que o Exército está contra Bolsonaro. Que o Vice não gostou das declarações do Presidente. Tudo Fake. Mídia mentirosa que quer a todo custo derrubar o Presidente. Eles não acesso ao Poder Executivo e fica a inventar notícias. O povo não é bobo e sabe muito bem quem está ao seu lado. É o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos. Muito diferente dessa esquerda canalha que vive a desdenhar de Deus e de quem é cristão.



29/03


2020

Um bobo alegre

Crônica do Mário Sérgio Conti na Folha de São Paulo*

Bolsonaro é um bobo alegre e perigoso. Não liga para a lógica e a coerência. Despreza os fatos, o real, a verdade. Não tem compromisso com os brasileiros. Como foi eleito, se acha no direito de arrotar absurdos. Mas não se é presidente impunemente.

Em 15 de janeiro de 1793, um advogado de 25 anos, autor de um poema épico-libertino que açoitava a corte de Versalhes, associou o exercício do poder não apenas à responsabilidade —mas ao dolo, à culpa e à condenação. Chamava-se Louis Antoine Léon de Saint-Just.

Na notável peça oratória com a qual acusou Luis 16 de ser inimigo do povo, ele tonitruou: “Não se pode reinar inocentemente: a loucura é demasiado evidente”.

O jovem de traços finos não deu chance ao meio-termo: “Esse homem deve reinar ou morrer”. Foram 361 os deputados da Convenção que concordaram com Saint-Just. A cabeça do rei rolou uma semana depois.

Como os tempos são outros, a invectiva do Arcanjo da Revolução deve ser suavizada: a loucura de Bolsonaro é demasiado evidente, esse homem deve governar ou ser derrubado. Não se pode permitir que sabote o combate à pandemia, que aumente a dor e a desordem.

Não se trata só da sua estupidez. Seu governo ineficaz transformou-se num inimigo. Veja-se o ministro da Saúde. Ao invés de dizer se o confinamento é necessário ou não, fez média. Mas empostou a voz, deu-se ares de sumidade e fugiu das perguntas de repórteres. Revelou-se um politiqueiro pomposo e servil.

No aspecto prático, foi pior. Os equipamentos que prometeu não chegaram aos hospitais: alegou que não recebera os endereços. Não apresenta números que possam orientar o combate à propagação do vírus. É prolixo e opaco.

No Ministério da Economia, o tagarela de todas as tevês emudeceu. Ele nem sequer alinhavou meia dúzia de medidas imprescindíveis. Não tem ideia de como fará chegar algum dinheiro aos desafortunados.

Numa situação de emergência, seus dogmas ideológicos o paralisam.

Mandetta e Guedes são os bumbos da charanga regida por um ignorante que crê piamente em remédios não testados. Que acha melhor que “uns velhinhos” morram a ele mesmo se aplicar e trabalhar. Que opõe questões sanitárias à economia sem saber o que são uma e outra.

O resultado é o que se vê. Ausência de testes para detectar o vírus. Falta de UTIs e ventiladores pulmonares. Governadores a favor do confinamento e outros contra. Comerciantes sem saber se abrem ou fecham suas lojas. Panelaços contra o presidente e carreatas a seu favor.

Há mais. Um ministro senil que rompe a quarentena. Pastores argentários que promovem cultos de massa nos quais extorquem o dízimo.

Traficantes e milícias decretando toque de recolher em favelas. Saques aqui e ali. Boatos, baderna, vale-tudo.

A anarquia aumentará à medida que a Covid-19 congestione hospitais. O pico da pandemia tende a pegar o país pela proa, abatendo-o sabe-se lá por quanto tempo. É preciso fazer algo —dizem todos. Mas o quê?

Saint-Just, que, além de resoluto era realista, talvez tenha algo a nos dizer. “Não há grandes homens, só há grandes conflitos”, escreveu.

E ainda: “A força das coisas nos conduziu talvez a resultados nos quais não havíamos pensado”. E arrematou: “Ousem!”.

Não há o que esperar de Bolsonaro e sua tropa de néscios, da horda de odiosos que ele atiça. Mas é preciso lhes opor os argumentos da ciência e da solidariedade. Contra a força das coisas, a força da razão virtuosa. Política não é chicana, é rigidez contra o mal.

Ainda que hoje a política esteja reduzida à retórica. Ao contrário de Saint-Just, vivemos dias de anomia. Ele dizia não haver barulho mais belo do que o de um povo que discute e delibera o seu destino. E nós aqui, encerrados em bolhas virtuais, falando a língua das panelas. Ousar como?

Estamos em boa medida na dependência daqueles que detêm poder factual e prático. Ou seja, da elite —seja ela econômica, parlamentar, científica, institucional, midiática ou jurídica.

Dado o prontuário histórico dos mandachuvas do Brasil, dá vontade de chorar. Tanto que pululam os que querem lucrar com a crise; os demagogos impenitentes; os atravessadores desabusados; os pilantras sem pejo. Mas a força das coisas não é unívoca nem unilateral.

Há gente séria e empenhada despontando. Cientistas que pesquisam e buscam saídas. Médicas e enfermeiras que vivem dias macabros. Políticos tradicionais que se insurgem contra os palermas do Planalto. Que eles ousem tirar o problema Bolsonaro do caminho.

*Jornalista


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Fernandes

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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Não vou nem comentar o que esse crápula fala. Basta se da Folha par ter o DNA da esquerda caviar que só defende bandidos e quadrilheiros.

Fernandes

Mandetta cobra Bolsonaro: Estamos prontos para caminhões levando corpos?. Torço pela briga.



29/03


2020

Bolsonaro visita comércios e cumprimenta populares

Do Terra

O presidente Jair Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada nesta manhã de domingo, 29, pelo acesso à residência oficial da vice-presidência, o Palácio do Jaburu, evitando assim o contato com a imprensa. Em meio à pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro, que tem 65 anos, foi visitar vários comércios locais ainda abertos em Brasília.

São poucos os estabelecimentos abertos neste domingo, porque a cidade cumpre decreto do governador, Ibaneis Rocha, que determina o fechamento de lojas e shoppings para evitar a circulação das pessoas e tentar controlar a propagação da covid-19. Apenas os serviços considerados essenciais podem funcionar.

O presidente saiu por volta de 9h30 do Palácio da Alvorada e seguiu para um posto de gasolina. Bolsonaro desceu do carro para cumprimentar e tirar fotos com frentistas que estavam trabalhando. Também conversou com populares. Em seguida, Bolsonaro visitou uma farmácia, padaria e uma mercearia no Sudoeste, bairro residencial que fica cerca de 10 km do Congresso Nacional.

Confira mais aqui: Bolsonaro visita comércios e cumprimenta populares


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29/03


2020

Prefeito de Nazaré da Mata faz teste para coronavírus

Do Diario de Pernambuco

O prefeito de Nazaré da Mata, Inácio Manoel do Nascimento, o Nino (PSDB), de 72 anos, está internado no Recife e fez teste para coronavírus. A secretária de Saúde do município da Zona da Mata Norte de Pernambuco, Vera Dantas, afirmou que Nino está bem de saúde, mas pediu para fazer o teste no sábado (28) porque esteve em Brasília nos últimos dias.

“Ele esteve com o presidente Bolsonaro (sem partido). Quando voltou, foi ao hospital e fez uma bateria de exames de rotina”, afirmou Dantas, que não quis informar em qual hospital o prefeito está internado. “Nino estava sem sintomas, e os exames que ele fez deram que está tudo normal. Mas ele preferiu fazer o teste do coronavírus, e por isso tem que ficar internado”, explicou.

Segundo a secretária de Saúde, o resultado sai de 3 a 5 dias depois que foi feito o teste. Geruza Albuquerque, assessora do prefeito, também está isolada por conta da pandemia. “Ela está em casa, tem 72 anos, é do grupo de risco. Mas está bem, só está isolada por causa disso”, afirmou Vera Dantas.


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29/03


2020

"Não é momento de Bolsonaro dar cutucada em ninguém"

Por Estadão Conteúdo

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), criticou, em entrevista ao Estado, o enfrentamento do presidente Jair Bolsonaro com governadores que optaram por manter a quarentena. Segundo ele, uma “crise de saúde, uma crise econômica e uma crise política” ocorrendo ao mesmo tempo têm potencial explosivo para o País. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Por que o sr. flexibilizou as regras para a quarentena no Mato Grosso?

Nós não mudamos praticamente nada. A única mudança que teve é que em um decreto nós proibíamos shopping e neste decreto abrimos. As demais restrições de convívio social, de aglomeração de pessoas e qualquer tipo de movimento social continuam valendo.

O sr. então nunca mandou parar as atividades econômicas?

Nós nunca proibimos em Mato Grosso o exercício das atividades econômicas, até porque estamos seguindo o protocolo técnico. Para salvar vidas, ele é necessário, mas tem que ter a hora certa para aplicar. O País vai quebrar de uma maneira que nunca mais se recupera.

O sr. pode rever essa medida mais flexível?

Claro. Não se pode aplicar um remédio na hora errada. As medidas restritivas precisam ir evoluindo, porque, segundo os cientistas, é impossível o vírus não contaminar a população.

O sr. liberou o funcionamento dos shoppings, que é um ambiente de aglomeração…

Qual a diferença de entrar num supermercado, que estão cheios no Brasil inteiro, e entrar num shopping e ir determinada loja? Vai ter muito menos gente no shopping, onde não permiti o funcionamento das praças de alimentação.

O sr. está alinhado ao presidente Bolsonaro?

Eu não estou alinhado. Eu não compartilho com tudo o que o presidente disse.

Bolsonaro criticou governadores que adotaram medidas mais restritivas para conter o avanço do novo coronavírus. Como o sr. vê isso?

Respeitosamente ao nosso presidente, mas não é momento dele ficar dando cutucada em ninguém. Não é o momento de ficar criando problemas. Nós estamos tendo hoje uma grave crise na saúde, que vai se transformar numa grave crise econômica e pode virar uma grave crise política. A combinação dos três é explosiva.

Nesta crise do coronavírus, o sr. vê o risco de Bolsonaro se isolar tanto politicamente a ponto de sofrer um processo de impeachment?

Crises gigantescas podem ter consequências imprevisíveis e inimagináveis. Nós precisamos ter serenidade e reconhecer quem são os líderes nacionais no Congresso, governadores, prefeitos e ministros. E não fazer pequenas disputas com interesses eleitorais.

Mas, objetivamente, o sr. vê risco de impeachment?

Podemos ter surpresas inimagináveis, como podemos também, com cientistas encontrando um remédio, acalmar os ânimos e a coisa voltar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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Comentários

Fernandes

CAMPANHA! HOJE VAMOS AJUDAR A GLOBO DERRUBAR O BOZO ! ASSISTA O FANTÁSTICO DÊ AUDIÊNCIA!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Quer dizer que os governadores que fizeram essa quarentena querendo derrubar o Bolsonaro pode dizer o que quiser. Vai te catar canalha. Fica na tua e vai ver com sair dessa encrenca que vocês se meteram.

Fernandes

Mandetta cobra Bolsonaro: Estamos prontos para caminhões levando corpos?. Torço pela briga.



29/03


2020

Papa apoia cessa-fogo global por conta do Covid-19

Por Ansa

O papa Francisco fez um apelo neste domingo (29) para a paralisação de todas as guerras no mundo durante o período de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) para que seja possível abrir corredores humanitários em áreas de conflitos. “A atual emergência pela Covid-19 não conhece fronteiras. Eu me associo a todos aqueles que acolheram esse apelo e convido a todos a dar sequência parando todo tipo de hostilidade bélica”, disse o Pontífice durante o Angelus.   

O apelo de Francisco se une ao pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Antonio Guterres, que fez o pedido de um cessar-fogo total e global para ajudar os mais necessitados. Para o líder católico, além de abrir os corredores humanitários, esse é o momento de “abrir à democracia e dar atenção àqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade”. “Que o compromisso conjunto contra a pandemia possa fazer com que todos reconheçam a nossa necessidade de reforçar os laços fraternos como membros de uma única família humana. Em particular, suscite nos responsáveis das nações e em outras partes um renovado compromisso de superação de rivalidades. Os conflitos não são resolvidos através de guerras. É necessário superar os antagonismos e contrastes mediante o diálogo e uma construtiva busca pela paz”, afirmou Jorge Bergoglio. (ANSA)


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