FMO janeiro 2020

20/09


2019

Secretário: déficit dos estados só melhora em 2060

Secretário: Mesmo com reforma, déficit dos estados só melhora em 2060. Constatação foi feita em evento pelo secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim.

 (Eduardo Teixeira/Raw Image/Estadão Conteúdo)

Da redação da Veja

 

Mesmo após a aprovação da reforma da Previdência, o déficit dos estados no setor deve começar a cair só na década de 2040, e a melhoria do quadro atual vir apenas na década de 2060, disse, nesta quinta-feira 19, o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, ao participar do Fórum Nacional, no Rio de Janeiro.

Segundo o secretário, tal cenário foi traçado sem a proposta de emenda à Constituição (PEC). Rolim disse que a PEC ajuda os estados, mas não aplica de imediato as regras de benefício. Se os estados adotarem as mesmas regras da União, vai melhorar muito a situação deles, mas o crescimento da despesa nos próximos anos ainda deve ocorrer em percentual elevado, em função do envelhecimento dos servidores, explicou o secretário.

Ele ressaltou que estados como o Rio Grande do Sul já estão perto do pico de despesas com a Previdência, enquanto nos mais novos, como Tocantins, Amapá e Rondônia, o pico só vai ocorrer próximo da década de 2030. “Varia muito de caso a caso.”

O déficit da Previdência evoluiu de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), em 1995, para 2,9% em 2018. Nos últimos 10 anos, a despesa com a Previdência Social cresceu à média de 5,2% ao ano.

Causa do déficit

Rolim explicou que, mesmo que os estados adotem as regras da União, os servidores que forem se aposentar nos próximos anos terão integralidade e paridade. “Terão uma vantagem grande em função da regra da PEC que os estados podem adotar, caso aprovem mudanças nas suas leis, porque vai adiar essas aposentadorias. Mas não acaba a integralidade e paridade para quem ingressou até 2003″, salientou. De acordo com ele, este é o principal motivo do déficit previdenciário dos estados.”É o benefício que tem o maior custo.”

O secretário disse que o Senado está trabalhando com a PEC paralela, que deve ser aprovada depois da PEC 06, e terá de ir para a Câmara dos Deputados. Leonardo Rolim lembrou que, inicialmente, a Câmara quis que cada estado aprovasse sua própria regra de benefícios e afirmou que a PEC 06 tem avanços importantes para estados e municípios.

Sobre as incorporações, ele disse que esse avanço vai reduzir custos para as unidades da Federação e os municípios. Rolim citou também a Lei de Responsabilidade Previdenciária, que prevê a possibilidade de os estados e municípios cobrarem alíquotas de aposentados e pensionistas que excederem o salário mínimo. “Tem avanços importantes que vão ajudar os estados e municípios a equilibrar suas previdências. Mas eles vão ter que tomar iniciativa legal.”

Ambiente melhor

Na opinião de Rolim, o ambiente político em torno da reforma da Previdência melhorou depois que a proposta saiu da Câmara e foi para o Senado. Ele observou, porém, que não dá para ter convicção de que, voltando para a Câmara, a reforma vai ser aprovada. “Sem dúvida, existe um ambiente mais propício hoje”. O secretário destacou que o governo tem discutido com deputados e senadores se a PEC paralela deve adotar algumas regras da PEC 06, mas advertiu que o Congresso tem autonomia para deliberar. “A decisão final é do senador Tasso Jereissati [PSDB-CE, relator da proposta] e do Senado”, afirmou.

Para Rolim, existe um ponto que não deve constar da PEC paralela: o que cria um regime diferenciado para policiais civis. “Não dá para imaginar, no momento em que você está endurecendo as regras para todo mundo, criar uma casta privilegiada”. Ele disse ainda que a questão da gratificação, acolhida por Jereissati na PEC original, não atrasa a tramitação, mas reduz o impacto. “E é um impacto que afeta não só a União; afeta mais estados e municípios. É você estar reduzindo o impacto fiscal e o potencial de equilíbrio da Previdência”. Segundo o secretário, esse impacto ainda não foi calculado pelo ministério, porque exigiria olhar carreira por carreira e, em algumas delas, servidor por servidor, porque são casos individualizados.

A ideia é trabalhar para que a PEC paralela seja aprovada tal como passou na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), evitando mudanças no plenário que possam diminuir seu impacto, acrescentou. “E, se possível, resgatar o texto da Câmara. O texto da CCJ também é um grande avanço. Nós não pretendemos que tenha mais perdas, porque quem mais perde é a sociedade.”

Capitalização

Quanto à PEC original, que deve ser votada no Senado em primeiro turno na próxima semana e em segundo turno, no dia 10 de outubro, Rolim disse acreditar que o calendário será cumprido e mostrou-se otimista com a aprovação.

Em relação à implantação do regime de capitalização, o secretário destacou que a discussão foi suspensa pelo governo, mas será retomada em breve, “com calma”. E, quando isso ocorrer, já tem que ser com um modelo definitivo, porque no texto que foi enviado à Câmara havia apenas uma autorização. “[O fato de] não ter todas as regras gerou muita discussão. E discussão estéril”. Segundo Rolim, dependendo do modelo adotado, o custo de transição pode ser pequeno. Isso “depende das regras paramétricas do modelo.”

O ideal é que o custo seja pequeno, uma vez que o Brasil tem um sistema altamente deficitário, e é preciso discutir o assunto com calma. “Em um futuro próximo, pretendemos retomar a discussão, discutindo com a sociedade para ser encaminhado um projeto já com um modelo completo”. Na opinião do secretário, houve um problema de comunicação na apresentação do sistema de capitalização. “As pessoas não sabiam, por exemplo, que já existem modelos de capitalização obrigatórios no país. Houve uma interpretação equivocada do que se pretendia fazer em termos de capitalização.”

Ele explicou que, conforme o modelo que vá ser implementado, pode haver necessidade de nova autorização constitucional. Se for uma PEC, já pode trazer as regras embutidas. O secretário disse que, se o modelo não tiver nenhuma inovação em relação aos princípios constitucionais previdenciários, não será preciso PEC. “Se for apenas criado um modelo de custeio capitalizado e uma regra de cálculo desse benefício capitalizado, não precisa de PEC”. No entanto, se for mexer com algum princípio, como os da contributividade, da solidariedade, do benefício mínimo, por exemplo, precisará de PEC. O regime de capitalização perdeu a oportunidade e terá de voltar ao debate, afirmou Rolim.

(Com Agência Brasil)


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Detra maio 2020 CRLV

Confira os últimos posts



29/05


2020

Cadê Recife no Jornal Nacional?

O que houve? Desde segunda-feira, com o início das operações da Polícia Federal em Fortaleza em cima dos desvios do dinheiro da Covid-19, o assunto gatunagem-coranavirus vai para as manchetes do Jornal Nacional. Foi assim no Ceará, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul. Por que só Recife ficou de fora? O povo quer saber.

A Globo local fez até uma boa e abrangente cobertura ao longo da sua programação, mas estranha algo tão escabroso, superfaturar contratos com dinheiro para salvar vidas, não ter um destaque no principal telejornal do País. Com um detalhe: respiradores testados e adequados apenas para porcos.

Só isso, por si só, seria notícia em qualquer pasquim do mundo.


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Abreu e Lima - Maio

28/05


2020

Prefeito de Araripina com Covid

Em vídeo postado, há pouco, pelas redes sociais, o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, comunicou que testou positivo para a Covid-19. Informou que foi contaminado por um secretário da sua equipe. Confira!


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Prefeitura do Ipojuca

28/05


2020

Filho de Bolsonaro será denunciado por incitar golpe

Na live pelo Instagram do blog, há pouco, o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou, em primeira mão, que os partidos que se opõem ao Governo na Câmara vão entrar, amanhã, no Conselho de Ética, com o pedido de abertura de processo de cassação do deputado Eduardo Bolsonaro (RJ-sem partido) por quebra do decoro parlamentar. Ao pregar um movimento numa live ontem, para promover uma ruptura institucional no País, o filho do presidente, segundo o senador, incitou um golpe militar.

"Amanhã, estaremos formulando oficialmente esse pedido ao Conselho de Ética", disse. Ao longo da entrevista, Randolfe culpou o presidente Bolsonaro pelo agravamento da crise política e o acusou de ser também responsável pelo descontrole da pandemia do coronavírus. "O Governo já mudou dois ministros da Saúde e o País perdeu completamente as rédeas das medidas de combate à Covid-19", afirmou.

Autor de um pedido de impeachment do presidente, dentre outros que já deram entrada na Câmara, o líder oposicionista disse que há sustentação jurídica para tal medida, mas admitiu que o momento conturbado que o País está mergulhado não é o mais propício. "O mal maior do País é o presidente. O seu impeachment deve vir após a pandemia", afirmou. O vídeo da live está disponível nas postagens do Instagram do blog para quem perdeu e quiser assistir.


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28/05


2020

A milícia anunciada por um governo com gângsteres

Por José Nêumanne*

Em reunião mafiosa, Bolsonaro avisa que armará bandos contra seus ‘inimigos’ eleitos

Quando o vídeo da reunião do Conselho de Governo de 22 de abril teve o sigilo levantado, inocentes inúteis adotaram a definição do gabinete do ódio bolsonarista de que a bala de prata teria virado traque junino: “Ufa, a prova material da interferência política de Jair Bolsonaro na Polícia Federal, denunciada por Sergio Moro, não foi exibida!”.

Nenhum figurão da República deu importância a uma personagem relevante do inquérito, a deputada Carla Zambelli, que havia oferecido uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) ao então ministro da Justiça. Antes de ser divulgado o vídeo, ela definiu: “Moro caiu porque é desarmamentista”. Nem sequer lhe foi dedicado um muxoxo de “tolinha”. Pois não é que a atual pomba-correio do presidente da República na Câmara dos Deputados e na Secretaria Especial de Cultura tinha razão? Meninos, eu vi. Basta ver e ouvir o que seu “mito” que mente disse.

Segue transcrição oficial: “Como é fácil impor uma ditadura no Brasil. Como é fácil. O povo tá dentro de casa. Por isso que eu quero, ministro da Justiça e ministro da Defesa, que o povo se arme! Que é a garantia que não vai ter um filho da puta aparecer pra impor uma ditadura aqui! Que é fácil impor uma ditadura”, esbravejou o chefão. E frisou: “Eu peço ao Fernando (Azevedo e Silva, ministro da Defesa) e ao Moro que, por favor, assinem essa portaria hoje”, disse o “senhor Constituição” na reunião em que, ao contrário do agendado, não se discutiu a reconstrução da economia pós-pandemia. A não ser por discursos “kaftianos” (apud Weintraub) do “posto Ipiranga” da economia. Tudo numa linguagem que não foi de prostíbulo de porto nem de botequim pé-sujo, mais respeitáveis, mas das reuniões da Máfia de Chicago, sob o taco de beisebol de Al Capone, durante a Lei Seca nos Estados Unidos.

O “capitão cloroquina” fez aí referências explícitas a dois ministros e sobre elas o advogado-geral da União, José Levi do Amaral Júnior, nem se importou em inventar a mentira deslavada do pito na segurança pessoal, assumida pelos generais palacianos, de que tratava, em linguagem de chulé, de crimes que o procurador-geral da República, Augusto Aras, nem sequer se quis dar ao luxo de ver e ouvir na sessão prévia para as partes. No dicionário limitado de um, União, que inclui o Legislativo e o Judiciário federais, é sinônimo exclusivo de “meu chefe” (que o chama de “meu advogado”). O que é algo de pouca relevância, de vez que este se diz dono da voz do povo. E o outro, ao que parece, não se esforça para investigar algum eventual crime do usuário da caneta BIC capaz de alçá-lo ao “pretório excelso”.

Em 23 de abril, um dia depois, a portaria que Bolsonaro cobrou, e para a qual Zambelli chamou a atenção, foi publicada. O volume autorizado, que era de 200 cartuchos por ano, passou a ser de até 300 unidades por mês, a depender do calibre do armamento. A nobre parlamentar deve estar bem informada sobre o assunto, pois é casada com o coronel da PM cearense Aginaldo de Oliveira, egresso da corporação que pode ter lembrado ao capitão de milícias seus tempos de terrorista condenado e depois absolvido pela Justiça Militar. Então, foi-lhe permitido pelo Exército alterar provas do atentado a bomba que preparava contra quartéis e a adutora do Rio Guandu em sua luta obsessiva para melhorar o próprio soldo. Isso levou o ex-presidente Ernesto Geisel a chamá-lo de “mau militar”. Por sinal, a simpatia do chefe da famiglia Bolsonaro pelo motim recente da corporação do marido da devota fã ficou patente.

É claro que também confessou crime de interferência política, que levou os generais palacianos e o advogado-geral da União a agirem de má-fé, os três primeiros em depoimento no inquérito aberto pelo procurador-geral da República com autorização do STF e o último na defesa oficial do chefe do Executivo nessa mesma investigação.

A confissão de querer armar bandos contra o Estado de Direito foi adicionada à de interferir na polícia judiciária para ajudar o filho 01 e um amigo (Fabrício Queiroz) e à da existência de um serviço clandestino de informação pessoal. Os atos lembram os fasci di combattimento (grupos de combate) do fascismo do italiano Benito Mussolini. Mas pela linguagem usada e pelo passado de quem os comete têm mais que ver com as milícias da periferia do Rio, com as quais o idealizador do armamentismo cobrado de Moro se identifica. Ele saudou o tenente Adriano da Nóbrega, do Escritório do Crime, como herói do Bope, quando este já tinha sido condenado por homicídio. E mandou o filho 01 condecorá-lo com a medalha mais importante do Legislativo fluminense. A esse respeito comentou o citado ministro da Defesa, em abril de 2019: “A milícia começou numa intenção de proteger as comunidades. Na boa intenção. Começou com uma intenção de ajudar, mas desvirtuou. Desvirtuou e são bandos armados”. Que flor de ingenuidade!

Mas mais grave do que isso é que nossos falsos pais da Pátria passam ao largo de óbvias ameaças ao Estado de Direito. Incluindo-se aí as vítimas da milícia chavista de direita: João Doria, Wilson Witzel e Bruno Covas, ungidos da mesma consagração pelo voto popular em que se justifica o capo di tutti capi.

*Jornalista, poeta e escritor


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Banco de Alimentos

28/05


2020

PE anuncia plano de reabertura das atividades econômicas

Nos últimos dois meses, o Governo de Pernambuco vem realizando uma série de reuniões com representantes de vários setores produtivos para estabelecer os parâmetros de um plano de convivência das atividades econômicas com a pandemia da Covid-19. O estudo foi conduzido pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Gestão, da Fazenda, do Trabalho e Qualificação e de Desenvolvimento Urbano. O estudo prevê uma retomada gradativa, respeitando as orientações sanitárias e com um período de 11 semanas para ser totalmente posto em prática.

A data de início da estratégia dependerá de um conjunto de indicadores definidos pelas autoridades sanitárias e científicas que fazem parte do Gabinete de Enfrentamento ao Novo Coronavírus, do governo estadual. O plano também inclui a análise da quantidade de trabalhadores por setor e de que maneira o retorno de cada atividade influenciará em pontos complementares, como o transporte público. A ideia é que os setores adotem horários diferentes de expediente para não saturar o sistema nos horários de pico.

“Sem vacina ou medicamento comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus, todos teremos que conviver com a doença. Nosso plano pesa quais atividades têm menos impacto nas curvas de contaminação e a relevância econômica de cada setor para definir o cronograma de liberação”, detalhou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Bruno Schwambach.

A epidemia da Covid-19 atingiu de maneira direta a economia mundial, e no Brasil não foi diferente. A estimativa da Secretaria da Fazenda é de que a paralisação das atividades econômicas, por conta das medidas de isolamento social, tenha um reflexo negativo na arrecadação da ordem de 20%, no comparativo com 2019. “A ajuda aos Estados, sancionada nesta quinta-feira pelo Governo Federal, é insuficiente para repor as perdas impostas pela epidemia do novo coronavírus”, destacou o secretário da Fazenda, Décio Padilha.


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Prefeitura de Serra Talhada

28/05


2020

Lula Cabral anuncia feriados e reabertura do comércio

O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB), antecipou os feriados dos dias 11 de junho (Corpus Cristhi), 13, Santo Antônio (padroeiro da Cidade) e 24 (São João) para os dias 1,2 e 3 de junho. Ao mesmo tempo, anunciou, hoje, a flexibilização “com restrições” para uma retomada gradual e consciente das atividades econômicas do município.

A retomada dar-se-á, tendo em vista os efeitos das ações de combate ao coronavírus e pela disponibilidade de leitos no município, instalação de dois hospitais de campanha, taxa do distanciamento social, uso de máscara, profilaxia das ruas e logradouros públicos e redução do número de casos confirmados.

O plano é estabelecido por setores da economia e terá ritmos diferentes, por etapas, de acordo com as características de cada setor. Não significa que será encerrado o período de quarentena, algumas atividades serão flexibilizadas, outras não.

O plano está amparado na ciência, na saúde, nas questões regionais, dados analíticos e economia. “Entendemos que, de forma responsável, podemos salvar economicamente nosso comércio e atender as orientações das autoridades sanitárias”, disse o prefeito.

A abertura obedecerá aos seguintes critérios:

  • Acatamento aos parâmetros da OMS relativos à prevenção e combate da Covid-19;
  • Abertura do comércio por protocolos de prevenção;
  • Redução do horário funcionamento.


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Comentários

Fernandes

Lula Cabral, o prefeito com DNA do POVO.

marcos

Lula Cabral o prefeito que governa de Tornozeleira. Bandido Monitorado.


O Jornal do Poder

28/05


2020

PSB de Pernambuco sai em defesa de Geraldo

Nota oficial

O PSB de Pernambuco destaca e reitera a confiança no trabalho desempenhado pelo prefeito Geraldo Julio e pelo secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia. Desde o primeiro caso confirmado da Covid-19 na cidade, a gestão municipal tem trabalhado arduamente para salvar vidas.

Esse trabalho resultou na construção de sete hospitais de campanha, com mais de mil pacientes que já receberam alta.

A população recifense reconhece o trabalho do prefeito Geraldo Julio, um gestor que tem a vida dedicada ao serviço público. O PSB apoia e acredita no andamento das investigações, que mostrará a realidade dos fatos.

Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Foi a Polícia Federal abrir a porta da Prefeitura do Recife e os números de infectados e de mortes começaram a cair. Já pensam até em abrir o comércio. Não existe melhor remédio para essa pandemia, no Brasil, que a vacina PF.

Fernandes

A população brasileira reconhece o Roubo do Clã Bolsonaro Milicianos Rachadinhas e a vergonha que está passando. Cadeia nesses Bandidos.

marcos

Só lembrando, já são 03 secretários do grande prefeito Geraldo Júlio que estão na Cadeia. Inclusive o da Saúde! Amém

Fernandes

A população brasileira reconhece o Roubo do Clã Bolsonaro Milicianos Rachadinhas e a vergonha que está passando. Cadeia nesses Bandidos.

Fernandes

Grande prefeito Geraldo Júlio.


Shopping Aragão

28/05


2020

Randolfe Rodrigues na live do blog daqui a pouco

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), é o convidado para a live de daqui a pouco pelo Instagram do meu blog, às 19 horas. Na pauta, a crise nacional e a extensão dos problemas decorrentes da pandemia do coronavírus na economia.

Pernambucano de Garanhuns, começou na vida pública como deputado estadual pelo Amapá. Em 2010, foi o senador mais votado daquele Estado e em 2018 reeleito. Se você quer acompanhar a live e ainda não segue o blog pelo Instagram, vá lá e passa a seguir. O endereço é @blogdomagno.


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28/05


2020

18 anos sem Tim Lopes

Por Irineu Tamanini

Há 18 anos, no dia 2 de junho de 2002, o jornalista Arcanjo Antonino Lopes do Nascimento, conhecido como Tim Lopes, foi torturado e assassinado pelo traficante Elias Maluco e seus comparsas na Vila Cruzeiro, na Penha, no Complexo (conjunto de favelas) no Morro do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. Tim era repórter investigativo e produtor da Rede Globo desde 1996.

Gaúcho de Pelotas, nasceu no dia 18 de novembro de 1950. Tim era o quarto filho de uma família de doze. Quando tinha 8 anos, seus pais se mudaram com a família para o Rio de Janeiro, onde viveram em circunstâncias humildes na favela da Mangueira em uma casa de três cômodos. A Mangueira abriga a escola de samba Mangueira e está localizada em uma colina perto do estádio de futebol do Maracanã.

Tim Lopes cursou a faculdade de jornalismo da Faculdade Hélio Alonso (FACHA) no Rio de Janeiro e durante sua carreira escreveu para os jornais do Rio O Globo, O Dia, e Jornal do Brasil. Como parte de uma peça de investigação em 1978, Lopes trabalhava em um canteiro de obras em subterrâneo do Metrô do Rio, para destacar condições de trabalho difíceis no calor sufocante. Lopes ganhou um prêmio de jornalismo brasileiro chamado Prêmio Abril de Jornalismo em 1985 e 1986 por reportagens envolvendo o futebol na revista esportiva Placar.

Na tarde de 2 de junho de 2002, Tim Lopes deixou seu apartamento em uma zona de classe média do bairro de Copacabana, onde vivia com a mulher Alessandra Wagner e o filho Bruno Quintella, então com 19 anos. Estava a caminho da Vila Cruzeiro porque tipo obtido a informação que uma gangue de traficantes de drogas que controlava a Vila Cruzeiro estava dando um baile funk naquela noite. Lopes foi avisado pelos moradores locais da área que os traficantes estavam promovendo a prostituição infantil no baile na Vila Cruzeiro.

Antes de subir a favela, Tim Lopes foi ao shopping Penha, onde montou uma câmera escondida. Ele estava usando uma microcâmera escondida dentro de um pequeno pacote em sua cintura. Um dos propósitos deste baile funk era atrair multidões de outros bairros, então a presença de Lopes não o tornaria um alvo em si. No entanto, o relatório “Feirão das Drogas” do ano anterior havia recebido muita atenção e levado a inúmeras detenções. Além disso, depois que Lopes e sua equipe receberam o Prêmio Esso, sua imagem tornou-se posteriormente popular por todo o Rio.

Após uma caçada humana de três meses liderada pela cúpula da segurança do Rio de Janeiro,[4] a polícia lançou no dia 16 de setembro de 2002 a chamada “Operação Sufoco”, cercando o Complexo do Alemão com o objetivo de capturar Elias Maluco. Após 50 horas de cerco policial, foi capturado no dia 19 de setembro na Favela da Grota, não tendo resistido à prisão. É dele a frase, no momento da prisão, “Perdi, chefe. Só não esculacha, não.”, em referência à ânsia da polícia em prendê-lo.

Elias Maluco foi condenado em dezembro de 2002 a 13 anos de prisão pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, num processo que envolvia o cantor Belo. Em 10 de novembro de 2003, foi condenado a 18 anos de prisão pela 23ª Vara Criminal do Rio de Janeiro pelos mesmos crimes no âmbito de outro processo, e em 25 de maio de 2005 foi condenado a 28,5 anos de prisão pelo 1º Tribunal do Júri do Rio de Janeiro pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, formação de quadrilha e ocultação de cadáver no caso do assassinato de Tim Lopes.

Tim sempre foi conhecido por seu olhar humano e por lutar pelas causas sociais. Sua primeira matéria para o jornal alternativo O Repórter retratava bem isso. A reportagem retratava as precárias condições que os operários da construção do metrô do Rio trabalhavam. Ele sentiu isso na pele. Para produzi-la, trabalhou por um período na construção.

Lopes também era apaixonado por futebol, mais precisamente pelo Club de Regatas Vasco da Gama. Essa paixão pelo esporte o levou até a Revista Placar, emprego no qual foi contemplado com o Prêmio Abril de Jornalismo nos anos de 1985 (com a matéria Tricolor de Coração) e em 1986 (com Amizade sem Limite).

Em sua carreira, ele se destacou pela série de reportagens intitulada ‘Funk: som, alegria e terror’, no qual mostrava como os cidadãos das favelas do Rio eram submetidos ao terror sob as leis dos traficantes. Ele achava que o governo do Rio cedeu o controle de bairros pobres a traficantes violentos.


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28/05


2020

Presidente do PSB sai da toca em socorro a Geraldo

Pressionado pelo prefeito Geraldo Júlio, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, emitiu, hoje, nota oficial de apoio ao aliado. Conhecido ensaboado, Siqueira não conseguiu até hoje justificar porque Renata Campos teve bloqueio de bens declarados. Com certeza, não era porque Eduardo Campos estava rezando. O trecho principal da nota abaixo:

“As investigações em curso, conduzidas pela Polícia Federal, não maculam a administração de Recife que já veio a público, em nota oficial, para esclarecer a situação objeto das diligências realizadas. Nestes termos, o PSB Nacional manifesta sua solidariedade para com o Prefeito Geraldo Julio, convicto de que os fatos se esclarecerão rapidamente, e em favor da administração municipal.”

Brasília-DF, 28 de maio de 2020.

Carlos Siqueira – presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB)


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28/05


2020

Petrolina anuncia plano de reabertura das atividades

Petrolina deve ser a primeira cidade pernambucana a iniciar a reabertura gradual das atividades econômicas. Após entendimento com o governador Paulo Câmara, o prefeito Miguel Coelho vai anunciar as etapas de liberação do comércio e diversos outros segmentos econômicos na cidade sertaneja. O anúncio será feito amanhã, às 17h, em coletiva transmitida pelas redes sociais do prefeito.

O plano da Prefeitura de Petrolina para reabertura gradual da economia já estava pronto. A liberação das atividades, porém, dependiam de autorização do Governo do Estado, que decretou em todos os municípios de Pernambuco a restrição do comércio e outros setores. A autorização veio nesta quinta, depois de conversas do prefeito com o governador Paulo Câmara.

A autonomia do município para decidir a liberação de atividades econômicas vinha sendo defendida nas últimas semanas pelo prefeito Miguel Coelho. O gestor salienta que esse processo só será possível porque Petrolina tem um quadro de contaminação da Covid-19 muito diferente de cidades como o Recife, Olinda entre outras da região metropolitana, permitindo assim a retomada gradual e com medidas de segurança sanitária.

"Agradeço ao governador pela sensibilidade de atender nosso pleito. Desde o começo da pandemia, fizemos todas as medidas de controle social, segurança e prevenção em saúde. Investimos na prevenção, na testagem, e numa grande estrutura de atendimento médico. A prioridade sempre foi e continua sendo salvar vidas. Mas precisamos enfrentar também os duros efeitos econômicos e sociais da pandemia. Já vínhamos sentindo as condições para uma reabertura gradativa, mas não podíamos fazer isso sem anuência do Governo do Estado. Agora vamos providenciar essa retomada com segurança sanitária e todas as medidas necessárias para proteger a população", explica o prefeito.


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28/05


2020

Recife está se tornando a “capital dos escândalos”

Por Patrícia Domingos*

O prefeito Geraldo Júlio parece empenhado em transformar a nossa "Capital do Nordeste" na capital dos escândalos.

Dia após dia a população assiste atônita às infindáveis denúncias sobre as contratações irresponsáveis efetuadas pela Prefeitura do Recife, que vão de respiradores comprados em loja de produtos veterinários, testados apenas em porcos, a contratações com empresas suspeitas de serem fantasmas.

Tenho realizado intenso trabalho de fiscalização e denúncia dessas atrocidades e hoje recebi com grande entusiasmo a notícia de que uma operação da Polícia Federal está investigando um dos fatos que denunciei.

Torço para que essa investigação seja concluída e os culpados sejam severamente punidos pelos seus atos, já que demonstram total desprezo pela população recifense, que ainda hoje chora por tantas vidas perdidas enquanto o dinheiro público é utilizado de forma indevida.

Parabenizo a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Contas pelo incansável e irretocável trabalho de combate à corrupção.

*Delegada e pré-candidata à Prefeitura do Recife pelo Podemos


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Fernandes

Vai perder, é muito fraca.



28/05


2020

“É um crime contra a vida”, diz Mendonça

O ex-ministro Mendonça Filho, que denunciou ao Ministério Público Federal, ao TCU e a Controladoria Geral da União a compra de 500 respiradores pulmonares pela Prefeitura do Recife, afirmou que é crime contra a vida desviar recursos na aquisição de um item fundamental para salvar vidas. “Enquanto a Polícia Federal está na Prefeitura do Recife investigando essa fraude, pacientes sofrem na fila aguardando um leito de UTI. Temos cerca de 200 leitos de UTI fechados por falta de respirador. Quantos pacientes já morreram por causa disso?”, questiona, cobrando do prefeito Geraldo Júlio que venha à público explicar esse processo nebuloso.

Mendonça Filho denunciou o contrato com a Juvanete Barreto Freire nas suas redes sociais, na semana passada, e fez denúncia aos órgãos de controle e fiscalização.  Segundo ele, essa compra despertou estranheza pelo perfil da empresa - capital social de R$ 50 mil, criada há sete meses e o comércio de produto veterinário como atividade principal - e o gritante desencontro de informações nos sites da Prefeitura do Recife, como valores diferentes, contratos com páginas faltando. “No início era só isso. Depois da nossa denúncia, descobrimos que os respiradores não tinham aval da Anvisa, não foram testados em humanos e estavam em fase experimental em porcos”, afirmou.

Após as denúncias, a Prefeitura anunciou o cancelamento da compra dos respiradores numa tentativa de fugir das investigações. “O parecer técnico da Prefeitura do Recife para encerrar em tempo recorde o contrato e justificar a devolução de 35 dos 500 equipamentos comprados é um escárnio. A Prefeitura admite que os equipamentos não tinham homologação da Anvisa, não foram testados em humanos e estavam encaixotados por serem mecânicos. Isso é brincar com a vida das pessoas”, criticou. Com o cancelamento da compra pela PCR, Mendonça apresentou um aditivo a sua denúncia junto aos órgãos de controle e fiscalização federal e estadual, questionando o fato de o cancelamento da compra de respiradores pulmonares ter sido feita em tempo recorde. “Em menos de 24 horas fizeram o destrato e a devolveram 35 ventiladores pulmonares ao representante da empresa no Recife”, relata do aditivo.


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Comentários

Fernandes

Esse cidadão é muito chato , eu não suporto esse senhor, até a voz dele é irritante. Um perdedor.



28/05


2020

Anderson: Estado tem dois pesos e duas medidas

O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, disse ter ficado surpreso com ofício emitido pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, que libera a construção de um habitacional no município, apesar de, no Decreto 49.017, de 11 de maio de 2020, o setor da indústria da construção civil não ser considerado serviço essencial. Anderson explica que a prefeitura só pode autorizar o início da obra caso o decreto do governo estadual seja alterado. Na opinião do prefeito, o governo deve dar atenção a todo o segmento e não restringir somente para alguns grupos.

“Achei estranha a atitude do Estado, até porque temos 50 projetos da construção civil já com alvará, mas estão impedidas de iniciar as obras porque há um decreto do Governo que não permite. No entanto, o mesmo governo libera, através de um ofício, a obra de um habitacional. Vejo nisso dois pesos e duas medidas porque a maioria das construtoras não têm os pleitos atendidos. Defendo que todo o setor receba o mesmo tratamento”, disse Anderson Ferreira.

O prefeito lembra que há mais de 60 mil trabalhadores sem serviço no estado desde que o Decreto 49.017 entrou em vigor para restringir a circulação de pessoas no período de pandemia da Covid-19. “A construção civil é um dos principais setores da economia e na geração de empregos, mas em apenas três estados do País está paralisado, entre os quais Pernambuco”, assinalou.

Anderson conta que, no ofício recebido pela Prefeitura do Jaboatão, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico justifica que a construção do habitacional de uma empresa privada se trata de obra emergencial. No entanto, não encontra respaldo no Artigo XXI do Decreto 49.017.

O artigo XXI do decreto considera quatro situações de serviço essencial para a construção civil: atividades urgentes, assim consideradas aquelas que tenham de ser executadas imediatamente, sob pena de risco grave e imediato ou de difícil reparação; atividades decorrentes de contratos de obras particulares que estejam relacionadas a atividades essenciais previstas neste decreto; atividades decorrentes de contratos de obras públicas; e atividades prestadas por concessionários de serviços públicos.


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28/05


2020

Bolsonaristas ameaçam com ditadura; militares com Constituição

Em sua coluna no Portal UOL, o jornalista Tales Faria comenta, através de uma conversa que teve com um amigo militar de alta patente e especializado em análise estruturada, sobre as possibilidades de impeachment do presidente Jair Bolsonaro e a diferença de posição e visão de bolsonaristas e militares diante do atual cenário político brasileiro.


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Comentários

Fernandes

Wellington Antunes: Oxente!!!! Vivi pra ver bosoloides revoltados contra o combate às fake news é sem dúvida a maior confissão de culpa.

marcos

Ainda bem que existe o artigo 142. Luiz Inácio Corona da Silva.

marcos

Vivi pra ver a esquerda não defender a liberdade de opinião.

marcos

Bolsonaristas ameaçam com ditadura; militares com Constituição e a Esquerda ameaça com o STF.

Fernandes

Bolsonaro decreta: Quem se recuperar financeiramente terá que devolver o auxílio ao governo.


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