Faculdade de Medicina de Olinda 2

17/09


2019

Bolsonaro: Petrobras não vai mexer no preço dos combustíveis

Presidente da Petrobras diz a Bolsonaro que estatal não vai mexer no preço dos combustíveis. Segundo Bolsonaro, economia brasileira ainda não está no nível em que esperávamos que estivesse.

Bolsonaro ao chegar ao Alvorada nesta segunda, após a alta do hospital. Foto: ADRIANO MACHADO / REUTERS

O Globo - André Machado, Ramona Ordoñez e

Manoel Ventura

 

RIO - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira em entrevista à TV Record que a Petrobras não vai mexer no preço dos combustíveis no país após o ataque com drones a instalações petrolíferas da Arábia Saudita no último sábado.

- A tendência natural é seguir o preço internacional que vem da refinaria para a bomba, no final das contas. O governo federal já zerou os impostos da Cide e não podemos exigir nada de governadores no tocante ao ICMS. Conversei agora há pouco com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e, como é algo atípico, ele não deve mexer no preço do combustível - disse o presidente.

- A companhia vai aguardar a volatilidade dos preços e tomar uma decisão. A estatal tem mecanismos de proteção, com a sua política de hedge. Além disso, o preço do barril fechou a US$ 68. Por isso, não há nada que justique ainda um aumento - disse uma fonte do setor.

Bolsonaro também mandou um recado aos caminhoneiros, mencionando o Cartão Caminhoneiro.

- Com esse cartão, lançado há poucos dias, o caminhoneiro pode chegar no posto e comprar X litros de óleo diesel, e por 30 dias esse preço estará garantido para ele.

Mais cedo, em nota, o Ministério da Economia  disse que o governo observa com atenção os ataques com drones a instalações de petróleo da Arábia Saudita.

Uma possível alta no preço do óleo preocupa por conta da reação imprevisível dos caminhoneiros.  O governo não sabe como a categoria receberia um aumento repentino no valor do combustível e teme a “fúria” dos motoristas.

"O Ministério da Economia informa que sua equipe técnica está acompanhando os desdobramentos do ataque à refinaria de petróleo na Arábia Saudita e analisando seus impactos no mercado internacional e na economia doméstica", afirma a nota.

Em maio, o anúncio de que a Petrobras iria reajustar o preço do óleo diesel irritou os caminhoneiros, que ameaçaram fazer uma nova paralisação nacional. Naquela ocasião, um acordo costurado pelo Ministério da Infraestrutura estabeleceu que o custo do diesel seria repassado para a tabela do frete sempre que o combustível subir mais que 10%.

Agora, o governo conta com esse gatilho para segurar uma eventual insatisfação da categoria.

O presidente falou ainda sobre acordos de fornecimento de produtos para outros países, como carne para a China e Indonésia.

- Basicamente, isso é o restabelecimento da confiança no Brasil, na qualidade de nossos produtos, e também quanto ao nosso zelo em relação ao meio ambiente - afirmou. - A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem rodado o mundo, conseguindo boas parcerias e bons contratos comerciais.

Ele reconheceu que a tramitação da reforma da Previdência "está demorando um pouquinho", mas que este mês "estará tudo resolvido, se Deus quiser".

"Guedes exonerou Cintra"
Sobre a demissão do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, Bolsonaro declaoru que foi o ministro Paulo Guedes que o exonerou, devido à discussão pública sobre a chamada "nova CPMF".

- Cintra foi meu colega por três mandatos no Parlamento, tínhamos boa relação, e foi indicado por Paulo Guedes para a Receita - contou. - Tínhamos combinado que não se entraria em detalhes na reforma tributária até a apresentação final do projeto. Mas em duas oportunidades isso foi antecipado pela equipe dele, e na última vez falou-se na volta da CPMF, e eu decidi que não se deve tocar mais nesse assunto, porque é um imposto contaminado.

Depois dessa defesa da CPMF, disse o presidente a situação de Cintra ficou insustentável.

- Quem o exonerou foi o ministro Paulo Guedes - afirmou.

Segundo Bolsonaro sua única interferência na Receita agora é a seguinte: o presidente quer um quadro interno à frente do órgão.

Viu isso? 'Possivelmente em alguns dias', diz Guedes sobre novo nome da Receita

Para ele, a CPMF é um imposto marcado, e o governo "não vai insistir" nele.

O presidente mencionou ainda os saques emergenciais do FGTS de R$ 500, recém-liberados pela Caixa Econômica, cujo impacto, avalia, será rápido.

- O dinheiro está ali. Muita gente criticou o valor baixo, mas eu já fui militar, e considero R$ 500 um valor muito bem-vindo. Esse dinheiro entra de imediato na economia, é uma injeção na veia, e vai ajudar a movimentá-la, porque a economia não está ainda no nível em que nós esperávamos que estivesse.

Segundo ele, o governo está fazendo "o possível para  movimentar a economia, desburocratizando, desregulamentando".

- Há tantas normas hoje em dia que acabam jogando você para a informalidade. Por isso, estamos fazendo a nossa parte - disse Bolsonaro.


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Detran

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20/10


2019

STF avalia que Lula pode passar o Natal em cas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Arquivo O GLOBO

Ministro do STF avaliam que Lula passará Natal em casa. Opinião é unânime.

Épcoa - Por Guilherme Amada

 

]Ainda não há certeza sobre como nem em que semana, mas ministros do STF têm a avaliação unânime de que Lula passará o Natal de 2019 em casa — e não deve ser pelo regime semiaberto.


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13° Bolsa Familia

20/10


2019

Governo Bolsonaro supera o “nós contra eles”

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Governo Bolsonaro superou, finalmente, o “nós contra eles” em que se havia transformado a política nacional: os três zeros à esquerda, 01, 02 e 03, e seu pai, o presidente Bolsonaro, promoveram a união de todos os partidos. Brigaram com um por um – inclusive o seu, o PSL. Conseguiram ser surrados no partido que antes de sua entrada era também um zero à esquerda.

O líder do PSL de Bolsonaro, Delegado Waldir, chamou-o de vagabundo. Joice Hasselmann, a bolsonarista das bolsonaristas, foi afastada da liderança por Bolsonaro – mas diz que será candidata à Prefeitura paulistana com ou sem ele. O presidente quis afastar o Delegado Waldir e não teve força para isso. Quer se livrar de Luciano Bivar, que comanda o partido, e não sabe como. Se sair, corre o risco de sair sozinho: os parlamentares que saírem com ele sabem que, fora do PSL, não terão dinheiro para tentar a reeleição.

Alguém falou em dinheiro? Que mau gosto! Todos sabem que a briga é ideológica, uma disputa sobre posições políticas e caminhos a seguir – sendo que o melhor caminho é o que leva ao fim do arco-íris. Não que queiram dar um fim ao arco-íris, que simboliza a diversidade sexual e que um partido tão conservador rejeita; mas dizem que o arco-íris termina num pote de ouro.

Mas, nessas brigas todas, quem tem razão? O caro leitor não será ingênuo de pensar que essa questão está em pauta. Como é habitual nas discussões políticas brasileiras, ninguém tem razão, nem pai nem filhos. E não há santos.


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Prefeitura de Limoeiro

20/10


2019

A réplica de Gílson Neto ao deputado Romero Filho

Caro Magno,

Sobre as críticas do deputado Romero Sales Filho, que subestimou a ajuda federal na limpeza das praias em Ipojuca, informo que o Governo Federal está realizando todos os esforços possíveis para reduzir os impactos, inclusive com uso de pessoal dos diversos ministérios e instituições federais em terra, mar e água.

Existem navios realizando trabalhos de contenção e retirada do óleo nas proximidades das áreas monitoradas. Tanto que a quantidade de óleo vazado é muito menor a cada dia.

Estou em missão internacional ao lado do presidente Bolsonaro na China para buscar novos investimentos que gerem renda e emprego para nosso Brasil com olhar constante no que está acontecendo e tomando todas as medidas necessárias e possíveis.

O deputado talvez esteja desinformado e só tenha tido acesso a uma parte pequena da nossa operação, pois o nosso Governo está atento e operante muito antes de qualquer pedido de apoio.

Atenciosamente,

Gilson Machado Neto – presidente da Embratur


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20/10


2019

Após Previdência, virão medidas econômicas

Após Previdência, governo planeja enviar medidas econômicas ao Congresso. Intenção da equipe econômica do governo é aprovar reformas tributária e administrativa, fazer mudanças no pacto federativo e acelerar privatizações.

Partidos chegam a acordo para divisão de recursos de megaleilão de petróleo

Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

 

A área econômica do governo Bolsonaro, chefiada pelo ministro Paulo Guedes, já tem praticamente fechado um amplo pacote de medidas para propor ao Congresso Nacional após a conclusão da reforma da Previdência. A intenção é apresentar o plano como uma agenda de "transformação" do Estado.

De acordo com interlocutores da equipe econômica, as propostas têm sido debatidas internamente nos últimos meses e só não foram apresentadas ainda para evitar ruídos no Legislativo e afastar problemas na aprovação da reforma da Previdência, considerada prioridade e cuja tramitação deve ser concluída nesta semana.

O pacote econômico vai prever ações com o objetivo de melhorar as contas do governo, dos estados e municípios, simplificar procedimentos e estimular o crescimento da economia, visando a geração de empregos. Várias das medidas já foram comentadas por autoridades do Ministério da Economia nos últimos meses.

Confira a reportagem na íntegra aqui: Após Previdência, governo planeja enviar medidas ... - G1


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Magno coloca pimenta folha

20/10


2019

Financeira promove juros exorbitantes

A loucura dos juros

Foto: IBE/Getulio Vargas 

Por Carlos Brikmann

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo condenou a financeira Crefisa a pagar R$ 10 mil de danos morais e devolver em dobro “a quantia cobrada de forma abusiva” de um cliente – um senhor de 86 anos, pobre (“em situação de hipossuficiência social”). 
A Crefisa, patrocinadora do Jornal Nacional e do Palmeiras, cobrava juros de mais de mil por cento ao ano, informa Pedro Canário, do ótimo portal Consultor Jurídico. 

Mesmo considerando-se os imensos juros bancários no Brasil, a porcentagem chama a atenção. Os juros foram cobrados em três contratos, todos de empréstimo consignado. Nos três casos, foram superiores a mil por cento ao ano. O primeiro empréstimo, de R$ 325,00, tinha juros de 1.415% ao ano. A dívida de R$ 325,00 passou em três meses a R$ 1.900,00. O segundo, de R$ 1.500,00, com juros de 1.019% ao ano, em oito meses chegou a R$ 3.100,00. O último, de R$ 348,00, em seis parcelas, com juros de 1.032% ao ano, alcançou R$ 2 mil.

Além dos danos morais, a Crefisa tem de reajustar os contratos para cobrar os juros da média do mercado, calculados mês a mês pelo Banco Central. O que foi cobrado a mais terá de ser devolvido em dobro, por ordem da Justiça. Diz o desembargador Roberto Mac Cracken, no voto vencedor: “Os juros cobrados são de proporções inimagináveis, desafiando padrões mínimos de razoabilidade e proporcionalidade, e de difícil adimplemento em quaisquer circunstâncias”. O desembargador determinou providências ao Procon de São Paulo, à Defensoria Pública do Estado e ao Banco Central.


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Banner de Arcoverde

20/10


2019

Morre coronel da confiança de Arraes

O coronel Luiz Pinto, 63 anos, morreu pela madrugada de hoje vitimado por um infarto. Serviu por muitos anos como ajudante de ordens do ex-governador Miguel Arraes, mas era também muito a ligado a dona Madalena, viúva de Arraes. Vivi boas aventuras com Pinto. Amanhã, conto neste espaço. O velório começa a partir do meio dia no cemitério Morada da Paz, com cremação prevista para às 16 horas.


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Comentários

Norma Soares

Muito triste essa notícia! Ele trabalhou alguns anos na Assistência Militar da ALEPE! Todos sentiremos muito! Deus o Ilumine e aos familiares! Muita Força! Fé!



20/10


2019

Eletrobras: auditoria milionária só andou após Lava Jato

Auditoria de R$ 400 milhões em obras da Eletrobras só andou após a Lava-Jato. Investigação interna na estatal identificou superfaturamento em obras, mas esquema foi revelado pela operação.

Vista aérea da usina de Belo Monte, no Pará 29/01/2016 Foto: Divulgação

O Globo - Leandro Prazeres e Vinícius Sassine

 

BRASÍLIA —  Uma investigação interna contratada pela Eletrobras constatou superfaturamentos milionários em obras da estatal, como Belo Monte e Angra 3, em diversos estados; um esquema massivo de destruição de provas por executivos; e vazamento de informações e diversos indícios de má gestão na condução da estatal.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da companhia e ter usado empresas especializadas em espionagem como a Kroll, a investigação comandada pelo escritório americano Hogan Lovells não conseguiu detectar sozinha esquemas de pagamento de propina e formação de cartel em obras que foram, posteriormente, revelados somente pelas investigações conduzidas pela Operação Lava-Jato.

Um exemplo é o caso das usinas de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Nos relatórios produzidos pela Hogan Lovells, em outubro de 2016, os investigadores afirmam que não haviam conseguido encontrar evidências de que qualquer ato de corrupção relacionado aos empreendimentos. Os relatórios das investigações, que vinham sendo mantidos sob sigilo até o início deste mês, foram obtidos pelo GLOBO.

“Apesar da ampla investigação do Ministério Público Federal, dos diversos documentos públicos disponíveis até agora e da grande cobertura da mídia sobre essa investigação, o time de investigação (da Hogan Lovells) não encontrou alegações de corrupção, pagamento de propina ou formação de cartel relacionada a Jirau”, relata o documento.

A mesma conclusão foi feita em relação a Santo Antônio. Apenas seis meses depois, no entanto, a divulgação dos acordos de colaboração premiada de executivos da Odebrecht revelou o que a Hogan Lovells não conseguiu detectar: que as empreiteiras ligadas às duas hidrelétricas (Odebrecht e Andrade Gutierrez) pagaram propina relacionada a essas obras.

A investigação, que começou em 2015, só foi finalizada em 2018. No total, dez empreendimentos foram analisados, entre eles as usinas nucleares de Angra 1, 2 e 3 e uma série de usinas hidrelétricas como as de Belo Monte, no Pará, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia. Além de buscar indícios de corrupção, os investigadores também procuraram identificar outros tipos de irregularidades.

Um dos relatórios produzidos pela Hogan Lovells é o que se debruça sobre irregularidades na usina de Belo Monte. A Eletrobras tem 15% das ações da Norte Energia, consórcio que comanda a usina.

Dados apagados

No documento, entregue à Eletrobras em outubro de 2016, os investigadores estimaram o tamanho do prejuízo causado pela corrupção à companhia nesse empreendimento. De acordo com as estimativas do escritório, a corrupção em Belo Monte tinha custado pelo menos R$ 165 milhões.

Os investigadores da empresa constataram que HDs, servidores de e-mails, computadores e dispositivos como telefones celulares tiveram dados apagados logo após os casos de corrupção na estatal virem à tona.

Apesar de ter custado mais de R$ 400 milhões aos cofres da empresa estatal, a Eletrobras tentou, a todo custo, manter os relatórios produzidos pela Hogan Lovells sob sigilo. Os documentos só vieram à tona em outubro deste ano e, depois, por força de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

O ministro Bruno Dantas concedeu medida cautelar tirando o sigilo dos documentos, mas a estatal recorreu. No plenário, os ministros do TCU acataram a tese de Dantas e determinaram o fim do sigilo dos papéis.

A reportagem enviou questionamentos à Eletrobras, à Hogan Lovells e ao escritório da ex-ministra Ellen Gracie, que comanda o comitê especial de investigação montado pela estatal para apurar irregularidades na empresa. Em nota, a Eletrobras mostrou ignorar que os relatórios da Hogan Lovells já haviam sido tornado públicos. “Informamos que os relatórios produzidos no âmbito da investigação independente que teve curso na Eletrobras encontram-se classificados como confidenciais [...] neste sentido, não podemos comentar nenhum aspecto específico”, diz um trecho da nota.

Em outro trecho, a Eletrobras diz que “contribui, de forma proativa e constante, em diversas frentes, fornecendo informações irrestritas a todas as autoridades interessadas”. A Hogan Lovells e o escritório de Ellen Gracie não responderam às questões enviadas até o fechamento desta edição.


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20/10


2019

Deputado vai pedir suspensão de Eduardo do PSL

Deputado diz que pedirá ao PSL para suspender Eduardo Bolsonaro das funções partidárias

 Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Do Blog do Camarotti 

Por Gerson Camarotti e Nilson Klava

 

O deputado Junior Bozzella (PSL-SP) informou que pedirá ao PSL para suspender o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) das funções partidárias.

Eduardo Bolsonaro é filho do presidente Jair Bolsonaro e está no centro da disputa pela liderança do partido na Câmara.

Enquanto a ala bolsonarista tenta assumir o posto, o grupo ligado ao presidente do partido, Luciano Bivar, quer manter o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) na função.

"Vou entrar com uma representação no partido pedindo a suspensão das suas funções partidárias e também encaminhar processo no nosso Conselho de Ética. Ele [Eduardo] vem agredindo deputados e o próprio partido de forma injusta e irresponsável. Quanto antes suspender, melhor", disse Bozzela.

Além da suspensão, aliados de Luciano Bivar também querem que Eduardo Bolsonaro seja retirado da presidência do partido em São Paulo, e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), da presidência da legenda no Rio de Janeiro.

“O problema não é Jair Bolsonaro, o problema são os filhos, que atrapalham ele. Nós estamos há uma semana com o país parado por causa dos caprichos de um dos filhos, que quer ser tudo e não é nada e vive atacando integrantes do partido", declarou Bozzela.

Ele se referiu à tentativa de Eduardo de assumir a liderança do PSL e ao fato de o presidente Jair Bolsonaro já ter dito que indicará o filho para a Embaixada do Brasil em Washington (EU).


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20/10


2019

2022 chegando: até lá tudo pode acontecer

Foto: Agência Brasil                                     Foto: /wikipedia                        Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil     Foto: Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

E chega de brigas entre pai, filhos e nada de santos. Já se pensa em 2022. É cedo; até lá, tudo pode ocorrer. Se o julgamento de Lula for anulado e ele percorrer o Brasil em campanha, as condições mudam, para melhor ou pior. Mas o que temos hoje é uma surpresa: Luciano Huck, que nem partido tem, está forte na pesquisa, no segundo turno. 

Bolsonaro, líder da pesquisa no primeiro turno, tem empate técnico com Huck, no limite, no segundo turno: 38 a 34%. Contra Moro, também haveria empate técnico, mas ao contrário: 38 a 34% contra Bolsonaro. Moro bateria Lula por 50 a 37%. 

Outros cenários: Huck perde para Moro, tem empate técnico com Bolsonaro (com vantagem numérica para Bolsonaro), bate Lula, Haddad, Amoedo, Dória – todos. Moro tem empate técnico com Bolsonaro (mas com vantagem numérica) e derrota os demais candidatos no segundo turno. Se houver crescimento da economia e do emprego, muda tudo. Por enquanto, a pesquisa é apenas um retrato a ser pendurado na parede, esperando os novos fatos


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20/10


2019

Pacto federativo: o que dizem os especialistas

Pacto federativo: saiba o que é, conheça propostas e o que especialistas dizem sobre o tema. Defensores de uma revisão nas regras de divisão de recursos e deveres entre União, estados e municípios dizem que medida pode reequilibrar contas públicas.

Governadores e senadores debatem proposta de pacto federativo/Foto: G1

Por Vitor Matos, Guilherme Mazui e Gustavo Garcia, G1 — Brasília

 

Nestes últimos meses de 2019, governo e Congresso intensificaram as discussões em torno do chamado pacto federativo.

Defensores da proposta argumentam que vai ajudar no reequilíbrio das contas públicas, principalmente dos estados.

O tema já aparecia durante a campanha eleitoral do ano passado, mas ainda está nas fases iniciais de tramitação na Câmara e no Senado.

A fala recorrente dos últimos meses, de revisão ou mudanças no pacto federativo, não se refere a um projeto específico, mas sim a uma série de medidas previstas em lei que dividem receitas e deveres entre União, estados e municípios.

O atual pacto federativo foi estabelecido pela Constituição de 1988 e vem sendo modificado desde então por meio de emendas.

Confira a reportatagem na íntegra aqui: Pacto federativo: saiba o que é, conheça propostas e o que ...


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20/10


2019

Bolívia: Evo Morales disputa reeleição neste domingo

Com vantagem menor nas pesquisas eleitorais, líder boliviano pode ter de enfrentar um segundo turno em dezembro contra Carlos Mesa.

 (Pedro Ugarte/AFP)

Da Veja - Por Vinícios Noveli

 

Os bolivianos vão às urnas neste domingo, 20, para decidir se o comandante do partido Movimento para o Socialismo (MAS), Evo Morales, continuará na Presidência do país até 2025. O presidente da etnia uru-aimará, um ex-líder cocaleiro, concorre ao seu quarto mandato como líder da nação com amplas chances de ser reeleito. Sua candidatura somente foi possível graças à “sensibilidade” do Tribunal Constitucional da Bolívia ante as pressões de políticos aliados a Morales, que passou por cima do referendo de 2016, que o proibia de entrar na disputa.

Morales conseguiu reorientar a economia da Bolívia para uma mudança estrutural, a ponto de o país tornar-se exemplo mencionado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). O Produto Interno Bruto (PIB) cresce a taxas superiores a 4,0% ao ano desde pelo menos 2010. A dívida pública líquida equivale a 45,6% do PIB. A taxa de inflação, que chegou a 9,9%, em 2011 em um país com experiência de hiperinflação no passado, despencou para 4,5% no ano seguinte e fechará 2019 a 2,3%. O desemprego abarca 4,0% da população ativa desde 2016.  Guardadas as diferenças, trata-se de um quadro de dar inveja ao Brasil e à Argentina, as maiores economias da América do Sul. 

As pesquisas mais recentes apontam a vantagem de Morales nestas eleições, mas aquém das margens registradas em eleições anteriores, especialmente por causa de episódios nos quais exibiu um claro traço de autoritarismo.

Uma sondagem do instituto Ciesmori, na semana passada, mostrou o presidente com 36,2% e seu principal concorrente, o ex-presidente Carlos Mesa (2004-2005), do partido Comunidade Cidadã, com 26,9%. Se mantida essa diferença, o pleito seguirá para o segundo turno, em dezembro. A consultoria Ipsos Bolívia, porém, prevê uma decisão já neste domingo ao registrar Morales com  40% das intenções de votos, contra 22% de Mesa.

As regras eleitorais na Bolívia são parecidas com as da Argentina, onde haverá eleições presidenciais em 27 de outubro. Para levar a Presidência logo no primeiro turno, Morales teria que ganhar com 50% mais um dos votos ou obter 40%, mas com uma diferença de dez pontos percentuais para o segundo colocado.

Confira a reportagem completa aqui: Com traço autoritárioEvo Morales disputa reeleição neste ...


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20/10


2019

Rio: morre 4º bombeiro que combateu fogo na wiskeria

Morre quarto bombeiro que combateu fogo na Whiskeria Quatro por Quatro. Sargento Rafael Magalhães Frauches Alves estava internado em estado grave desde o incêndio; corpos das outras três vítimas foram sepultados na tarde deste sábado (19) no Rio.

Do G1

 

O Corpo de Bombeiros informou que o sargento Rafael Magalhães Frauches Alves, internado após o incêndio na Whiskeria Quatro por Quatro, morreu na madrugada deste domingo (20). Frauches Alves estava internado, em estado grave, no Hospital Central Aristarcho Pessoa (HCAP).

O sargento foi a quarta vítima do incêndio. Neste sábado (19), os corpos do 2º sargento Geraldo A. Ribeiro, do cabo José Pereira de S. Neto e do cabo Klerton G. de Araújo foram sepultados no Rio de Janeiro.

Segundo os bombeiros, o capitão David Mont`serrat Vieira da Cunh, ferido no incêndio, continua internado na unidade hospitalar da corporação e seu estado é estável. O capitão Capitão Thiago Agostinho Dias recebeu alta hospitalar.

Investigação

A licença de funcionamento do prédio estava regularizada junto ao Corpo de Bombeiros. A corporação informou que vai abrir uma sindicância para apurar as causas do ocorrido. A 1ª Delegacia de Polícia (Centro) abriu inquérito, fará perícia e já começou a ouvir testemunhas para investigar o caso.

"Equipes de assistentes sociais já estão em contato com os familiares das vítimas. O CBMERJ está consternado com a notícia e se solidariza com parentes, amigos e colegas de farda", acrescentou a corporação.

O governador Wilson Witzel decretou luto oficial de três dias e disse que bombeiros foram heróis.


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2019

Um sonho de mãe que virou pesadelo

Já encontrei no trânsito do Recife muitos profissionais jogados no novo e expansivo mercado da Uber remanescentes da indústria naval e da refinaria em Suape. Gente que viveu o sonho frustrado de ter um emprego digno para o sustento da família. Sucumbido, o estaleiro trazido na era Lula já demitiu, ao longo dos últimos anos, 70 mil trabalhadores, contando também com os postos de trabalho fechados na refinaria. 

Na volta ao Recife, depois de três dias no Rio, em visita ao complexo de energia nuclear de Angra dos Reis, já na madrugada do sabado, ouvi uma triste história contada pelo amigo Maurício Carneiro Leão, engenheiro de altíssimo gabarito, ex-dirigente do Metrorec, hoje atuando na área de produção de energias renováveis.

 E julguei que merecia ser trazida ao debate neste espaço. O enredo diz respeito à um engraxate batedor de ponto no Aeroporto dos Guararapes. A mãe dele, almejando, como toda boa mãe cuida de um filho com o coração, um lugar ao sol, o inscreveu num curso de soldador para se habilitar a uma vaga no estaleiro de Suape. 

Garoto habilidoso e aplicado, logo trocou a caixa de engraxate do aeroporto pela nova atividade de soldador no estaleiro. Viveu, feliz, o sonho de um destino no mercado de trabalho que parecia prosperar, sem interrupção no futuro. 

Mas num país de tamanhos contrastes e de injustiças, sem estabilidade no emprego, o garoto viu seu sonho naufragar com as demissões em massa com o quase fechamento da indústria naval em Pernambuco. 

Sem opções de ser absorvido no mercado de trabalho na Grande Recife, voltou a meter a mão na graxa, abrilhantado os sapatos dos executivos que cruzam os céus brasileiros partindo do aeroporto dos Guararapes. 

Chorei com o relato do meu amigo Maurício Carneiro Leão.


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20/10


2019

Mega-Sena acumula: pagará R$ 21,5 milhões no próximo sorteio

Cartelas da Mega-Sena Foto: Arquivo O Globo

O Globo

RIO — Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.199 da Mega-Sena, realizado neste sábado. O próximo sorteio pode pagar R$ 21,5 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 15 - 23 - 30 - 35 - 38 - 44.

A quina teve 29 apostas ganhadoras, que receberão R$ 58.063,07, cada. Outros 3.056 apostadores acertaram a quadra e vão levar R$ 787,13, cada.


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20/10


2019

Eduardo: precisamos de apoio para tirar delegado Waldir

Precisamos de apoio, assinatura, para tirar Delegado Waldir, disse um dos filhos do presidente, Eduardo Bolsonaro.

Fotos: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Da Isto É - Por Estadão Conteúdo

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou há pouco os deputados de seu partido que estão apoiando a manutenção do Delegado Waldir (PSL-GO) como líder da legenda na Câmara. “O meu nome era o que mais angariava apoio (como líder na Câmara) e, neste momento, precisamos de apoio, assinatura, para tirar o Delegado Waldir, para tentar voltar à normalidade”, defendeu-se, em transmissão ao vivo em sua conta do Facebook.

Eduardo Bolsonaro ponderou, entretanto, que uma parte desses deputados que hoje apoiam o Delegado Waldir “está confusa ou sofrendo pressão”. “Existe uma possibilidade de que eles venham a assinar não a lista do Eduardo, mas principalmente contra a liderança do Delegado Waldir”.

Na live, o filho do presidente avaliou que a tentativa de obstrução da votação da Medida Provisória 886/2019 pelo Delegado Waldir, na última terça-feira, demonstrou a “imaturidade” do parlamentar, uma vez que o que estava em jogo era uma “pauta do governo, do Brasil”. Ele ainda classificou como “repugnante” o áudio vazado em que o parlamentar afirma que “implodirá” o presidente.

De acordo com Eduardo Bolsonaro, ao correr atrás de assinaturas para tentar manter o deputado Delegado Waldir na liderança da legenda na Câmara, Joice Hasselmann (PSL-SP) demonstrou não ser uma pessoa de confiança e que, por isso, foi destituída do cargo de líder do governo no Congresso. “Porque ela quebrou a confiança do presidente, agindo de forma contrária. Isso não é governo, é oposição”, disse.

O deputado salientou que a “esmagadora” maioria dos deputados eleitos pelo PSL não era conhecida, não era da política e, conforme ele, se alguém tivesse que apostar, ninguém asseguraria que essas pessoas seriam eleitas. “Ora, será que não foi a onda Bolsonaro que passou e impulsionou todos eles? Essas pessoas estão ganhando bruto R$ 33 mil, em torno de R$ 35 mil por mês de verba de gabinete, mais em torno de R$ 100 mil para contratação de assessoria. O que mais essas pessoas querem? Essas pessoas que agora falam que foram tratadas iguais cachorros, essas pessoas que não nos atendem em nada. O que mais elas querem? Por que estão se irritando com o presidente Bolsonaro e apoiando o Delegado Waldir”, questionou.

O filho do presidente da República questionou a quem esses deputados estão servindo e o porquê de eles terem se virado contra o governo e o próprio Jair Bolsonaro. Segundo ele, muito desses parlamentares passaram a ter a reeleição como “missão número um”, em vez de atender aos interesses de seus eleitores.

Na avaliação de Eduardo Bolsonaro, o que “essas pessoas” querem e o que tem sido angariado para conquistar votos para o Delegado Waldir é a promessa de fundo partidário, é a garantia de legenda. “Alguns deputados têm a seguinte teoria: o que aconteceu em 2018 não se repetirá em 2022, logo, precisa do fundo partidário, de emendas do Orçamento, do diretório do PSL, que o presidente permita que eles indiquem cargos dentro das estatais, dentro do governo porque se não eles não se reelegerão”.

Na mensagem, o deputado pediu um pouco mais de lealdade e ainda deu um recado àqueles que dizem que ele e seus irmãos dificultam o trabalho do governo. “Ficam falando que os filhos ficam atrapalhando, mas na verdade se alguém quiser puxar minha orelha, eu prefiro que o presidente o faça, e não algumas outras pessoas”, finalizou.

Troca de farpas

Neste sábado, a troca de acusações entre Eduardo Bolsonaro e Joice Hasselmann prosseguiu no Twitter. A parlamentar, chamou o filho do presidente de “picareta” e “zero à esquerda”, após ele alfinetar: “Galvão, deixe de seguir a Pepa”

Mais cedo, escreveu Joice: “Picareta! Menininho nem-nem: nem embaixador, nem líder, nem respeitado. Um zero a esquerda. A canalhice de vocês está sendo vista em todo Brasil. Ouvi agora aplausos num tradicional restaurante em SP e a palavra: como eles foram canalhas com você! Saiba que você está entre o ‘eles'”.


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