FMO

21/07


2019

Brasileiro acredita em imprensa sim, diz pesquisa

Essa história de que ninguém acredita em imprensa não passa de história. O Instituto Ipsos, em pesquisa internacional, concluiu que o brasileiro é um dos povos que mais confiam em veículos impressos, TV e rádio (65%).

Os sites de notícias, em geral ligados à grande imprensa, são bem aceitos por 58% do público.

Os brasileiros acreditam (70%, quase vinte pontos percentuais acima da média mundial) que jornais e revistas são relevantes.

A pesquisa inteira pode ser vista no linkhttps://bit.ly/2XIrMrq

A TV Gazeta de São Paulo acaba de retirar do ar um de seus melhores programas: Todo seu, apresentado por Ronnie Von. É pena. E assim também sai o ex-governador Geraldo Alckmin, médico, que dava dicas de saúde.


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Fernandes

Cadê Juan Guaidó? Impressionante: Depois de fracassar, o golpista escafedeu-se e a mídia esqueceu dele de vez.


Prefeitura de Abreu e Lima

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17/11


2019

Estudo: é alto o suicídio entre crianças indígenas

Estudo mostra que é alto o suicídio entre crianças indígenas.

Divulgação Prefeitura de Maricá/Fernando Silva/via Agência Brasil

O Globo - Por Ancelmo Gois

Estudo mostra que o número de suicídios entre crianças índigenas (de 10 a 14 anos) é 18,5 vezes maior do que o cometido por crianças não indígenas. 

O meio mais usado é o enforcamento, e a maior parte dos óbitos ocorre onde a criança (indígena ou branca) reside. 

A pesquisa é de Maximiliano Loiola e foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública, da Fiocruz.

 


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Prefeitura de Paulista

17/11


2019

“O espirito que move Lula é de resistência', diz Luciana

Do JC Online

A governadora de Pernambuco em exercício, Luciana Santos (PCdoB), foi uma das protagonistas políticas de Pernambuco a manifestar seu apoio ao ex-presidente Lula, na tarde de hoje. Tendo assumido a cadeira por motivo de viagem do governador Paulo Câmara e dos demais governadores do Nordeste para a Europa, em missão pelo Consórcio Nordeste, a comunista esteve presente no hotel Atlante Plaza, zona Sul do Recife, para confraternizar com aliados e correligionários, a liberdade do petista.

"Essa tarde foi um momento de encontro de muitos militantes que há anos se conhecem. Então foi um resgate de momentos, de histórias, de luta, de alegria, e, portanto, muito enriquecedor", disse Luciana, que no plano nacional também é presidente do PCdoB. O vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira (PCdoB) e o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB), também foram ao hotel.

O PT e o PCdoB são partidos que já possuem um envolvimento político histórico. Nas últimas eleições de 2018, inclusive, compôs, com Manuela D'Ávila, a chapa presidencial encabeçada pelo petista Fernando Haddad. "Muita gente aqui de várias forças políticas, de diferentes correntes, todos se confraternizando e todos partilhando com o presidente Lula esse momento da conquista da liberdade dele, com a certeza de que ele está com muita disposição para ir à luta, para poder provar a sua inocência e nós estamos, portanto, com a certeza que esse espírito que está movendo Lula hoje é um espírito de resistência, espírito de a gente fazer o bom combate contra essa agenda antinacional e anti-povo comandada por Bolsonaro", completou.


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Prefeitura de Serra Talhada

17/11


2019

Maia quer votar reforma tributária em março de 2020

Maia quer votar reforma tributária em março de 2020.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Dia

 

A declaração foi feita neste sábado (16) durante uma entrevista a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público.

A reforma tributária pode ser votada em março de 2020 no plenário da Câmara dos Deputados. A expectativa é do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). 

“A nossa intenção é trabalhar esses dois meses [novembro e dezembro], ter o texto pronto até o final do ano e, assim que o Congresso seja reaberto, que a gente possa votar na comissão, e até março no plenário”, afirmou Maia.

A declaração foi feita neste sábado (16) durante uma entrevista a jornalistas em Nova York, onde Maia recebeu o prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público. As informações são do site G1.

Sobre o clima político no Congresso Nacional para discutir mudanças nos impostos do País, Rodrigo Maia afirmou que a reforma tributária “nasceu” no Congresso e que isso facilitaria o debate sobre o tema.  

“Então, há um comprometimento maior, maior responsabilidade dos parlamentares no texto que foi criado pela Casa, isso facilita a tramitação”, disse.

Puxão de orelha? Alcolumbre cobra atuação maior do governo na reforma tributária

A Câmara e o Senado, porém, discutem propostas de reforma tributária diferentes. Além disso, o governo também estuda uma proposta própria, mas não chegou a apresentá-la para o legislativo.

Diálogo

O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) é o relator da reforma tributária na Câmara. A proposta em análise foi apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e pelo economista Bernard Appy.
 
Já no senado, a reforma tributária  tem como relator Roberto Rocha (PSDB-MA). O texto foi elaborado por um grupo de senadores e foi apresentada pelo então deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que chegou a ser aprovada em comissão especial na Câmara, mas não chegou a ser analisada em plenário.

“O deputado Baleia junto com o Appy e a equipe econômica vão começar, junto com os senadores, principalmente o Roberto, vão começar a dialogar e tentar construir um texto que resolva esse problema que ainda existe no setor de serviços, por causa da alíquota do novo imposto de bens e serviços”, afirmou Rodrigo Maia.


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17/11


2019

Aliança pelo Brasil e Integralismo: separados por 87 anos

O presidente Jair Bolsonaro em apresentação de cartas credenciais no Planalto | Daniel Marenco/08.03.2019

Deus, Pátria e Família

 

O Globo - Por Bernardo Mello Franco

Deus, Pátria e Família era o lema do integralismo, movimento de inspiração fascista fundado por Plínio Salgado em 1932. Deus, Pátria e Família é o lema da Aliança pelo Brasil, partido lançado pelo presidente Jair Bolsonaro em 2019.

Os dois grupos de ultradireita são separados por 87 anos e duas ditaduras. Unem-se no apelo à fé, ao nacionalismo e ao anticomunismo para mobilizar seguidores e disputar o poder.

Os integralistas buscaram referências na Europa. Salgado chegou a ser recebido por Mussolini, que comandava a Itália com seus milicianos de camisas negras. Voltou decidido a copiar o modelo de Estado autoritário, com partido único, hierarquia rígida e submissão total ao chefe.

Alguns rituais do fascio foram abrasileirados. A saudação com o braço esticado ganhou a companhia do grito indígena “Anauê!”. Em tupi, a palavra significa “Você é meu irmão”. Os integralistas desfilavam de camisas verdes e, a exemplo dos nazistas, se engalanavam com braçadeiras. No lugar da suástica, exibiam a letra grega sigma.

“O símbolo lembra que o nosso movimento tem o significado de integrar todas as forças sociais do país na suprema expressão da nacionalidade”, explica o site da Frente Integralista Brasileira, que cultua a memória e o ideário de Salgado.

Na quinta-feira, o grupo celebrou a reciclagem do lema pelo partido de Bolsonaro. “É mais uma demonstração do quanto estão vivos os ideais essencial e sadiamente cristãos e brasileiros do integralismo”, festejou, nas redes sociais.

O historiador Odilon Caldeira Neto, da Universidade Federal de Juiz de Fora, vê traços de continuidade entre os dois movimentos. “O integralismo ajudou a formar uma cultura política nacionalista e autoritária”, explica.

Autor do livro “Sob o Signo do Sigma: Integralismo, Neointegralismo e o Antissemitismo” (Eduem, 2014), ele acompanha os pequenos grupos que se espelham em Salgado. Depois da extinção do Prona, do ex-deputado Enéas Carneiro, eles se aproximaram do PRTB, do vice-presidente Hamilton Mourão.

Com a eleição de Bolsonaro, os neointegralistas encontraram um governo partilha suas bandeiras ultraconservadoras. Isso não significa que a Aliança pelo Brasil seja uma nova versão da Ação Integralista Brasileira. O mundo é outro, os personagens também.

Plínio Salgado cultivava veleidades intelectuais. Circulou com os modernistas e escreveu cerca de 70 obras. Bolsonaro e seus filhos não têm intimidade com os livros: preferem os vídeos do guru Olavo de Carvalho. O líder integralista admirava Mussolini, fuzilado em 1945. A família presidencial mira-se em Donald Trump, que sonha com a reeleição em 2020.

Na campanha, o capitão usava uma camiseta com a frase “Meu partido é o Brasil”. Para o historiador Caldeira Neto, a criação da Aliança reforça o caráter antissistêmico do bolsonarismo. “Ela nasce como um partido e, ao mesmo tempo, como um antipartido”, define. Ao mesmo tempo, o clã promove uma “purificação” na tropa, abandonando os dissidentes no PSL.

No que isso vai dar? “Ainda é uma incógnita”, diz o professor da UFJF


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Prefeitura de Limoeiro

17/11


2019

Ato se opõe à presença de Lula no Recife

Neste domingo, dia em que o ex-presidente Lula discursa no festival Lula Livre, no Pátio do Carmo, no Centro do Recife, o Pixuleco, boneco inflável de Lula com roupa de presidiário foi colocado no Cabanga, no percurso que o petista deve fazer para chegar ao Centro da cidade. O movimento “Vem Pra Rua” circulou, ao longo da manhã e tarde de hoje, com um banner colocado em um caminhão, repudiando a vinda do petista à capital pernambucana. As informações são da Folha de Pernambuco.

De um lado, o material diz que "Recife repudia esse criminoso. Está solto, mas continua condenado". No outro, o ex-presidente também é chamado de "criminoso" e é alvo uma ironia. "Tão 'inocente' que mudaram uma lei para livrá-lo da cadeia!", afirma.

O caminhão percorreu a Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Um banco auxiliou os manifestantes contrários à liberdade de Lula que queriam subir na caçamba do caminhão para tirar fotos com os banners. A maioria estava com a camisa do Brasil, enrolados com a bandeira do País. Por volta das 14h30, os manifestantes se organizaram e ocuparam parte da Avenida Boa Viagem, com cartazes contra Lula e membros do Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com a organizadora do movimento em Pernambuco, Maria Dulce, o ato pretende mostrar "que o cidadão recifense não aceita a presença de um condenado que está querendo se passar por inocente". "O STF mudou o entendimento sem ter havido nenhum fato relevante para essa mudança. Não havia motivo para mudança de entendimento, temos vídeo de Gilmar Mendes e Dias Toffoli apoiando a prisão em segunda instância, depois mudam, então a mudança foi para atingir a Lava-Jato e soltar Lula".

Maria Dulce acrescentou ainda que o caminhão circulará apenas em Boa Viagem, e não irá para onde ocorrerá o evento do PT. "Não queremos confronto".


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Capacitação de Candidatos

17/11


2019

Professor: República ainda não cumpriu importantes promessas

Imagem: Arquivo TV Brasil

"República não garantiu fim de mecanismos que reproduzem desigualdades"

Para o professor da Faculdade de Economia da USP, República ainda não cumpriu algumas de suas promessas importantes.

Do Terra - Por Douglas Gavras, do Estado de S. Paulo

 

Para o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP) Renato Colistete, a experiência republicana no Brasil, apesar de bem-sucedida, ainda tem promessas importantes que não foram cumpridas, como igualdade de oportunidades, acesso à terra e educação de qualidade para grande parte da população. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Na virada da monarquia para a República, o manejo da economia era mais conservador?

A tendência, em geral, dos gabinetes imperiais era de um predomínio da opinião de que a política fiscal e monetária teriam de ser administradas de maneira rigorosa. Em alguns momentos, esse rigor foi flexibilizado e acabou causando problemas de oferta de moeda e de desconfiança em relação ao seu valor. Era uma economia baseada na exportação de produtos agrícolas.

Como os políticos de tendência mais liberal contribuíram para a troca de regime?

Ao longo do Império, conservadores e liberais tiveram, muitas vezes, semelhanças. A diferenciação que surge nesse sistema é a presença de políticos republicanos, como um desdobramento da ala mais radical dos liberais. No fim da década de 1870, vão surgir os primeiros clubes republicanos, e se destacam figuras como Américo Brasiliense, Prudente de Morais e Campos Sales. Esses homens estão ligados à produção agrícola exportadora de café. A sociedade brasileira do fim do século 19 ainda é uma grande fazenda, mas que já tem elementos novos, com novas ideias circulando, que vão aparecer no cenário político também.

Confira a íntegra da entrevista clicando aqui: 'República não garantiu fim de mecanismos que reproduzem ...


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Magno coloca pimenta folha

17/11


2019

Incoerência tem nome

Após apoiar Aécio no segundo turno depois da morte de Eduardo Campos e apoiar Haddad nas eleições passadas, a cúpula do PSB pernambucano almoçou, hoje, com Lula num hotel da cidade. Provaram do mesmo menu Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, João Campos, filho do ex-governador e pré-candidato a prefeito do Recife, e o prefeito Geraldo Júlio.

Cena, realmente, de cinema. Na pauta, com certeza, a fritura da candidatura de Marilia Arraes, deputada federal e neta do ex-governador Miguel Arraes, pré-candidata à prefeita do Recife pelo PT.

Isso mostra muita coisa, uma delas é que Lula não mudou nada. Para ele, no reino da falsidade, vale tudo. Tanto que vai, numa postura cínica, jantar com Marília.


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Fernandes

Lula é um fenômeno da comunicação, diz cientista político. Alberto Carlos Almeida.


Banner de Arcoverde

17/11


2019

A chegada de Lula no Recife

Portal FolhaPE

O ex-presidente Lula chegou a um hotel, em Boa Viagem, por volta das 14h20. Ao chegar, foi recepcionado por seus apoiadores. Aos gritos de "Lula livre", o ex-presidente tirou fotos e abraçou várias pessoas. Questionado pela reportagem sobre o encontro, Lula desconversou. Ele apenas afirmou que ainda não sabia o que seria discutido no almoço.

A expectativa é que o petista deixe o hotel às 16h e siga ao Pátio do Carmo, no Centro do Recife, onde discursará no Festival Lula Livre. No hotel, além dos apoiadores, uma comitiva do PSB, e políticos de outras legendas. Entre eles, a viúva do ex-governador Eduardo Campos, que chegou por volta das 13h50, acompanhada dos filhos, o deputado federal João Campos e Eduarda Campos. O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também está presente.

A namorada de Lula, Rosângela Silva, acompanhou o petista em sua chegada, junto com o ex-candidato do PT à Presidência em 2018, Fernando Haddad.


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Shopping Aragão

17/11


2019

Após festival, Marília Arraes oferece jantar a Lula

Após o festival Lula Livre, que acontece no Pátio do Carmo, no bairro de Santo Antônio, onde o ex-presidente Lula é esperado para discursar aos seus apoiadores, a deputada federal Marília Arraes (PT) oferecerá um jantar em sua residência, no bairro de Apipucos, para o ex-presidente e seletos convidados.

Segundo informações extra-oficiais, o ato é um sinal de apoio de Lula à candidatura de Marília à Prefeitura do Recife, no próximo ano. Entre os convidados, o senador Humberto Costa (PT) vai estar presente.

Neste momento, Lula almoça no hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem, com nomes da política como a vice-governadora, Luciana Santos (PCdoB), o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), o ex-presidenciável do PT em 2018, Fernando Haddad, o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB), Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos, e o seu filho e deputado federal, João Campos (PSB).


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17/11


2019

EUA e China: Os impactos da guerra comercial

Foto: Agência Brasil

Do Terra - Por Estadão

 

Ernesto Lozardo*

Os EUA importaram US$ 488 bilhões da China em 2018, 15% do total das importações. Elas tiveram um papel importante na redução dos preços internos e, por conseguinte, na estabilidade da renda social. O déficit em conta corrente dos EUA monta US$ 500 bilhões, 2,4% do PIB. O governo Trump pretende reduzir esse déficit, começando pelas importações da China. Estima-se que tal déficit esteja em torno de US$ 375 bilhões. A primeira medida foi elevar a tarifa em 15% sobre US$ 200 bilhões das importações chinesas. Agora, aumentou 5% sobre US$ 300 bilhões. A China retaliou. Impôs 10% de tarifas sobre US$ 75 bilhões, o que representou 65% das exportações dos EUA para a China, que somaram US$ 118 bilhões em 2018.

O relevante é conhecer o quanto das exportações chinesas e dos EUA impacta no crescimento do produto de cada país. Assim, precisa-se considerar o conteúdo de valor adicionado das exportações no PIB. Na China, ele representou 25% em 2015. Isso significa que cada dólar exportado para os EUA gerou US$ 0,25 no PIB chinês. Já nos EUA, o conteúdo de valor adicionado das exportações para a China correspondeu a 50% em 2015. Assim, cada dólar exportado para a China contribuiu com US$ 0,50 no PIB norte-americano - praticamente o dobro do conteúdo de valor adicionado das exportações chinesas para os EUA.

Se as medidas de contenção das importações chinesas chegarem a 50%, as exportações da China para os EUA cairão pela metade, ou seja, para 1,7% do PIB. O efeito sobre o PIB chinês seria uma redução de 0,43% (1,7 x 0,25). Ao serem consideradas todas as rodadas de exportações e os efeitos negativos dessa medida sobre o valor agregado das exportações chinesas para os EUA, ao fim, em termos de valor agregado, a perda total no PIB chinês é estimada em 66%. Assim, o resultado negativo das exportações no PIB chinês seria de 1,12% (1,7 x 0,66). O impacto das medidas protecionistas dos EUA no PIB chinês, supondo uma taxa média de crescimento em torno de 5,7% ao ano, reduziria o crescimento do PIB em 1,12%, ou seja, a taxa de crescimento da China seria de 4,58%. Considerando o valor do PIB chinês em US$ 12,2 trilhões, a perda no PIB seria equivalente a US$ 137 bilhões. Portanto, o resultado negativo dessa limitação das exportações no PIB chinês seria de 1,1%. É um porcentual pequeno, mas impacta negativamente no crescimento global.

A política de contenção das importações chinesas reduzirá o déficit norte-americano com os chineses, mas o déficit da conta corrente permanecerá, importando bens e serviços de outras nações, como Brasil, Camboja, Vietnã, Bangladesh, Coreia do Sul, etc. O embate político-comercial resultará num acordo limitado de cooperação. A China reduzirá as exportações de bens de consumo e aumentará as importações de commodities dos EUA.

Caso o presidente Trump seja reeleito, a guerra comercial continuará, confrontando as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC), desencadeando uma onda comercial protecionista, influindo negativamente no crescimento econômico mundial, que deverá ficar em torno de 3%, por seu turno, mantendo juros reais baixos e ou negativos e expondo a fragilidade do sistema financeiro internacional: um cenário de alto risco.

*PROFESSOR DE ECONOMIA DA EAESP-FG


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17/11


2019

Geraldo, Renata e João Campos recebem Lula em Hotel

Blog da Folha

Na expectativa pela chegada do ex-presidente Lula ao hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem, vários políticos e autoridades começam a se reunir. Entre eles, a viúva do ex-governador Eduardo Campos, que chegou por volta das 13h50, acompanhada dos filhos, o deputado federal João Campos e Eduarda Campos. O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também está presente.

Além deles, o vice-prefeito do Recife, Luciano Siqueira, o secretário de Meio Ambiente, José Bertotti, o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, e os deputados estaduais Fabíola Cabral e Aglailson Júnior aguardam Lula. Lula deve se reunir com os políticos no hotel antes de seguir para o festival Lula Livre, no centro da cidade.

Pessoas começam a se aglomerar na frente do hotel para recepcionar Lula. Apoiadores com camisas vermelhas e em homenagem ao ex-presidente e também com protestos contra a privatização da CHESF, proposta pelo Governo Federal, estão no local.

A governadora em exercício, Luciana Santos (PCdoB) também compareceu para recepcionar o presidente e informou que Lula já está no Recife. De acordo com ela, haverá apenas "um almoço informal" para o ex-presidente. A namorada de Lula, Rosângela da Silva, também está presente. Ela chegou acompanhada pelo candidato pelo PT à Presidência, em 2018, Fernando Haddad.

Em sua chegada, o ex-presidente Lula desconversou e disse não saber como será a programação de hoje. A previsão é de que Lula deixe o hotel rumo ao Pátio do Carmo por volta das 16h.


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17/11


2019

Povo aguarda discurso de Lula em festival no Recife

Foto: Reprodução Facebook - Teresa Leitão

O Festival Lula Livre, que contará com a presença do ex-presidente na tarde de hoje, já começou a ser realizado no Pátio do Carmo, no Centro do Recife, desde às 12h. De acordo com uma programação divulgada pela organização, o petista deve aparecer por volta das 17h20, quando fará um discurso de uma hora, em média. As informações são do Diário de Pernambuco.

O palco também já recebe shows de vários artistas. Ainda segundo a programação, nomes locais como Feiticeiro Julião e Romero Ferro já se apresentaram. Chico César, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Lia de Itamaracá, Mundo Livre S/A e Francisco El Hombre são outros nomes escalados. A previsão é que o festival se encerre por volta das 21h30.

Políticos aliados a Lula também já se encontram no local. A deputada federal Marília Arraes (PT), a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), o senador Humberto Costa (PT) e a deputada estadual Teresa Leitão (PT) são alguns nomes presentes no evento.


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17/11


2019

Bolsonaro: medidas para que empresas se tornem competitivas

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Boa notícias

 

Por Carlos Brickmann

O Governo está reduzindo a zero as alíquotas de importação de quase 500 bens de capital e 34 bens de informática e telecomunicações. Com isso, as empresas brasileiras ganham condições de renovar equipamentos e reduzir custos, tornando-se mais competitivas. 

Esta política vem sendo executada discretamente desde o início do Governo Bolsonaro: 2.300 produtos foram liberados de impostos de importação, incluindo remédios para Aids e câncer, máquinas para produzir medicamentos, equipamentos médicos para exames e cirurgias, máquinas pesadas para construção e robôs industriais.


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Fernandes

Tropas da ONU à caminho da Bolívia. Rumores de guerra.

Fernandes

Achei brilhante e inovador esse lance de taxar o seguro desemprego. Falta agora cobrar IPTU de quem mora nas ruas...

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Eita! publicou uma verdade positiva do Governo. Espero que pelo menos, reflita que não consegue mais enganar a população.



17/11


2019

"A ideia, que parecia absurda, da renda universal, não sei mais se é absurda"

Para ex-presidente, a mudança da forma de produção, que aumenta sem a criação de emprego ou renda, levará à necessidade de políticas de distribuição de renda.

Fernando Henrique Cardoso Wilson Dias/Agência Brasil

Do Terra - Por Marcelo Godoy, Paula Reverbel e Pedro Venceslau, do Estadão

 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançou recentemente o quarto último volume de seu Diários da Presidência. Para ele, a crise das representações nos dias de hoje só será resolvida por meio da participação popular. O ex-presidente acredita ainda que a mudança da forma de produção - que aumenta sem a criação de emprego ou renda - levará à necessidade de políticas de distribuição de renda. Só assim seria possível reafirmar valores como os da liberdade e da igualdade, vindos da Revolução Francesa. Eis aqui a sua entrevista.

Presidente, a República completa 130 anos. Quais os valores o senhor pensa que devem ser reafirmados por todos e quais devem ser acrescidos aos que fundaram a nossa República?
Nós não sabemos ainda como vamos organizar a relação entre a população e o poder. A democracia organizou essa relação por meio dos partidos, da representação, das grandes discussões, Rousseau. Isso está em crise. O que está em crise é tudo o que foi construído desde o século 18. Mudou o quê? Mudou a forma de relação das pessoas e a forma de organização da produção. Qual vai ser a expressão política disso? Por que está em crise nos Estados Unidos, na Itália e no Brasil? Onde não está em crise? Onde tem ditadura, onde não tem liberdade. Onde tem liberdade, as pessoas não estão contentes com as organizações políticas. Eu não jogo fora os partidos e as representações. Estou simplesmente dizendo que nós temos de levar em consideração que os partidos e a representação foram postos em causa pela capacidade que as pessoas têm de reagir por elas próprias. E nós não temos solução pronta para isso.

A educação seria uma forma de resolver isso?
A educação faz parte desse processo de autonomização. O que nós estamos assistindo é a uma certa autonomização, apesar de haver uma certa personalização da política. Ao mesmo tempo você tem autonomização e personalização porque as estruturas organizadas intermediárias estão ficando bamboleantes, estão balançando. Qual era minha discussão geral até hoje? Muita gente não está percebendo é que nós estamos em outra época, na época da globalização. Escrevi minha teses de livre-docência sobre o empresariado nacional. Naquela época, em 1963, o livro foi publicado em 1964, naquela época você tinha a ideia de que íamos repetir a história da Europa. A burguesia que tinha interesses próprios e ia se aliar ao povo contra o imperialismo e o latifúndio. Quando fui fazer pesquisa, não tinha nada disso. Já havia um começo de integração muito maior do que se imaginava. Quando escrevi um livro mais tarde, no Chile, Dependência e Desenvolvimento, nós não sabíamos que estávamos escrevendo sobre globalização. Não havia a palavra. A palavra multinacional, que se usa banalmente hoje, foi criada em 1971. Eu escrevi o livro em 1967. Você estava tateando para entender o que estava acontecendo. Quando eu cheguei ao governo, a globalização era uma realidade, mas o pessoal achava que não era; a esquerda não entendia e dizia que isso era neoliberalismo.

Leia a entrevista na Íntegra aqui: 'A ideia, que parecia absurda, da renda universal, não sei ...


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Fernandes

Lula é um fenômeno da comunicação, diz cientista político. Alberto Carlos Almeida.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

O Presidente que instituiu o Bolsa Bandido. O PT de gravata.



17/11


2019

Bolsonaro e os modos de governar de Collor e Jânio

Bolsonarismo colorido

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Por Carlos Brickmann

 

O Brasil se habituou a demonizar Fernando Collor, mas foi ele que iniciou a abertura de importações (obrigando a indústria brasileira a se tornar mais competitiva), criticou as multinacionais automobilísticas pelas “carroças” que produzia por aqui, acabou com o cheque ao portador, combatendo a lavagem de dinheiro. Em meio a inúmeras besteiras, a confrontos (evitáveis) de que parecia gostar e ao desprezo pela política, fez coisas boas. As besteiras o derrubaram. E Pedro, seu irmão, o levou de vez ao naufrágio.

Bolsonaro tem muito em comum com Collor: o desprezo pelos partidos (vai agora para o nono) e pela política, o gosto pelo confronto, a dificuldade de negociar os melhores caminhos para atingir seus objetivos. Tem feito boas coisas, também como Collor: os acordos com a China, na infraestrutura e na agroindústria, têm potencial para dar impulso à economia e gerar empregos. Boa parte das medidas econômicas facilitará os negócios, outra boa parte deve tirar das costas do Governo imensas despesas. A baixa inflação e os juros oficiais no ponto mais baixo da história são fatores importantes para a retomada do crescimento – se bem que alguém precisa convencer os bancos privados de que, ganhando sozinhos, logo não terão mais a quem esfolar.

O problema de governar por atrito é que atrito desgasta. Collor caiu e, não houvesse tantos atritos, teria ficado. Bolsonaro também detesta negociar e gosta de atritos. Como Collor, tem muitos inimigos. E também tem parentes.

Lembrando longe Jânio Quadros

Jânio Quadros foi um fenômeno político. Em 15 anos, passou de suplente de vereador em São Paulo a presidente da República. Dizia-se adversário dos ricos (“o tostão contra o milhão”), exigia a moralização dos costumes – chegou a se intrometer na moda feminina, condenando biquínis – atacava a imprensa, proclamava-se um homem do povo, que comia sanduíches no comício e tirava bananas do bolso por não ter almoçado ou jantado. Usava roupas surradas, amassadas, sempre com vestígios de caspa nos ombros, detestava partidos e publicamente renegava negociações.

Depois de sete meses de Presidência, incapaz de negociar sequer com seus partidários, como Carlos Lacerda, renunciou esperando voltar nos braços do povo. Não voltou.


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Fernandes

Lula é um fenômeno da comunicação, diz cientista político. Alberto Carlos Almeida.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Não adianta querer comparar um homem de bem com os políticos de outra estirpe e em circunstâncias, tempo e realidade de comunicação diferentes. Acredito que o Carlos Brickmann deveria se atualizar junto a população para saber que opiniões e artigos devem espelhar a verdade. O Brasileiro não mais se deixa enganar por essa esquerda que só fez afundar o País na incompetência e na corrupção.