Faculdade de Medicina de Olinda

20/05


2019

Reforma: centrão vai se render e tocar mais rápido?

Apesar da tensão no ambiente político, a equipe econômica acredita que a reforma da Previdência está “blindada”, graças à ponte estabelecida diretamente entre Paulo Guedes e Rogério Marinho com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e a cúpula da comissão que analisa o projeto.

Há temor, porém, de que manifestações com foco no Congresso acabem contaminando o clima no Legislativo de modo a inviabilizar que, mesmo pessoalmente engajado, Maia consiga fazer a proposta andar. 

Simpatizantes de Olavo de Carvalho dentro do PSL pensam diferente. Acham que, sob pressão, o centrão vai se render e analisar a reforma com mais celeridade. (Folha)


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Governo de PE

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22/09


2019

Célio deixa correr solta turma do “gabinete do ódio”.

Célio Fária Júnior e presidente Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/Facebook Célio Faria Júnior

O Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão

 

Militares no Planalto andam incomodados com a dificuldade de Célio Faria Júnior, chefe da Assessoria Especial da Presidência, em controlar a turma do “gabinete do ódio” (sob o guarda-chuva dele).

Servidor civil da Marinha, Célio faz parte do seleto grupo que despacha no mesmo andar do gabinete de Bolsonaro e goza da sua confiança. Participa das agendas mais delicadas e, economista, aconselha de perto o presidente.

Quem o acompanha de quando ele era assessor parlamentar, período no qual conheceu Bolsonaro, diz que a insatisfação tem origem em uma disputa entre Marinha e Exército, em função da sua proximidade com o chefe.

Célio Faria Junior (ao centro): quem o defende, diz que ele é um pacificador. Mas, para seus críticos, ele deixa correr solta a turma do “gabinete do ódio”.


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Prefeitura de Abreu e Lima

22/09


2019

ONU descarta Bolsonaro e confirma governador de PE

Conversa Afiada

Diante do isolamento internacional de Jair Bolsonaro, o Nordeste brasileiro começa a despontar como alternativa para as relações diplomáticas do Brasil na área ambiental. Depois de rejeitar o discurso do presidente brasileiro na Cúpula do Clima, que acontece em Nova Iorque (EUA) a partir de segunda-feira (23), a Organização das Nações Unidas (ONU) convidou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), para discursar representando o Nordeste.

Câmara teve o nome referendado por outros governadores nordestinos que compõem o Consórcio do Nordeste, que se reuniu na última segunda-feira (16) em Natal (RN). 

A ONU convidou o governador para discursar na Cúpula do Clima por conta de seu trabalho na área do meio ambiente, e citou como exemplo a recuperação e ampliação da reserva de caatinga e de Mata Atlântica, localizada na área próxima ao Horto de Dois Irmãos, entre outros projetos ambientais.

Pelo Twitter, Câmara, que embarca para Nova Iorque no domingo (22), comemorou.  “Ao contrário do que, infelizmente, vemos no Brasil, aqui em Pernambuco apostamos na convergência para avançarmos conjuntamente. Que o futuro nos reserve muita cooperação e parceria”. O discurso do governador será na abertura do evento, segunda-feira (23), um dia antes do início da Assembleia Geral da ONU, também em Nova Iorque.

 


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Prefeitura de Limoeiro

22/09


2019

Bolsonaro: Brasil contra o mundo

O Brasil contra o mundo

Bolsonaro discursa em Davos | AFP
O Globo - Por Bernanrdo Melo Franco

 

Em agosto de 2018, Jair Bolsonaro expôs sua visão particular das Nações Unidas. “Não serve para nada a ONU. É um local de reunião de comunistas”, afirmou. Em visita à Academia Militar das Agulhas Negras, onde assistiu a uma formatura de cadetes, o então candidato fez uma promessa: “Se eu for presidente, saio da ONU. Não serve pra nada essa instituição”.

É difícil que ele repita a bravata na terça-feira, quando debutará na Assembleia Geral. Mesmo assim, seu discurso tem potencial para agravar o desgaste do Brasil no exterior.

No último dia 11, o chanceler Ernesto Araújo ofereceu uma palinha do que pensa o governo. Em visita a Washington, ele esbravejou contra o “globalismo”, o “climatismo” e uma penca de pensadores mortos, como Jacques Lacan e Michel Foucault. Incluiu na lista a filósofa Rosa Luxemburgo, fuzilada por milícias de extrema-direita há exatos cem anos.

Em outra passagem, Araújo criticou os vegetarianos e disse que se vê num “apocalipse zumbi”. É como se sentem diplomatas mais experientes diante do Itamaraty da “nova era”.

“O Brasil tem um patrimônio diplomático construído ao longo de décadas. Agora ele está sendo posto a perder por uma guinada radical à extrema direita”, diz o embaixador aposentado Roberto Abdenur.

Ele se diz apreensivo com a estreia de Bolsonaro na ONU. “Estou muito preocupado com o discurso, porque temo que ele opte por uma linha de confrontação. Está se configurando um panorama muito negativo para o Brasil, que pode resultar em graves prejuízos políticos e econômicos”, alerta.

Com medo de protestos, o presidente já cancelou uma viagem a Nova York. Desta vez, terá que enfrentar os descontentes com a sua política antiambiental. Eles são cada vez mais numerosos: na sexta, a Greve Global pelo Clima tomou as ruas de 150 países. Os incêndios na Amazônia foram lembrados em dezenas de idiomas.

Amanhã, a ONU promoverá uma cúpula especial sobre a crise climática. Com a credibilidade em baixa, o Brasil não foi incluído entre as 60 delegações que usarão a palavra. Melhor assim. Um discurso negacionista causaria ainda mais desgaste à imagem do país.

Na quinta passada, Bolsonaro mostrou que não está alheio ao que o espera. “Tá na cara que eu vou ser cobrado”, admitiu, referindo-se à grita internacional contra as queimadas.

O presidente prometeu que “ninguém vai brigar com ninguém”, mas insistiu na tese de uma conspiração mundial contra o Brasil. “Vou enfrentar as críticas, vou enfrentar os chefes de Estado dos países que estão nessa campanha”, desafiou.

O embaixador Abdenur sugere que ele adote um tom menos belicoso. “O Brasil precisa se mostrar aberto ao diálogo com outros países. Existe uma prepocupação legítima com a Amazônia, com a questão indígena e com os direitos humanos”, observa.

Essa preocupação não é coisa de “comunistas”, como sugere o presidente. Na última semana, 230 fundos de investimento pediram ao governo que adote medidas eficazes para proteger a Amazônia. Eles administram uma fortuna estimada em R$ 65 trilhões, cerca de dez vezes o PIB do Brasil.


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22/09


2019

Provável cassação da Juíza Selma atiça política

Mato Grosso

(Foto: Geraldo Magela) Fonte: Brasil247

O Estado de S. Paulo - Coluna do Estadão

 

O cenário político no Mato Grosso já começa a se movimentar diante de uma provável cassação da senadora Juíza Selma (ex-PSL atual Podemos-MT) no TSE.

Um dos nomes que circula para disputar eleição suplementar é do deputado Nelson Barbudo (PSL), o mais votado do Estado. Outro é de Blairo Maggi, mas ele nega.