Ipojuca 2021 IPTU

05/04


2021

O capitão é um dragão; bode rouco é vampiro vermelho

Dedico este artigo ao meu colega um tal sociólogo FHC que criou o Ministério da Defesa em 1999

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Sem vacina e sem noção, o capitão é um dragão a vomitar fogo pelas ventas. Quem poderá conter o dragão da maldade? Valei-nos, santo guerreiro São Jorge, estendei-nos o vosso escudo para nos livrar da maldade alheia! O Brazil mergulhou na caverna dos dragões. Dizei-nos, ó mestre, qual a saída? Triste sina do Brazil: depois de se livrar da caverna dos vampiros vermelhos, ter mergulhado na caverna dos dragões da maldade!

O bode rouco vem da parte dos vampiros vermelhos. Nasceu na Transilvânia-Caetés-Garanhuns.  Zeus nos livre e guarde dos vampiros vermelhos e dos dragões da maldade!

O Brazil fez a travessia do Mar Vermelho, onde havia ratazanas, serpentes, lobos, carcarás e traíras de todas as naturezas. O mar estava infestado de predadores e sanguessugas. Quando se imaginava que essas maldições haviam sido esconjuradas, surgiu a nova pandemia dos dragões de maldade. 

O capitão é um dragão em forma de gente. Quando o bicho fala, ele cospe línguas de fogo feito um vulcão. Ele adora pólvora e chumbo. “Aí 5 que saudades dos anos de chumbo derretido no Brazil!”, suspira saudoso o capetão! 

Mas, Zeus nos livre de beber chumbo derretido de novo! Nem de chumbo eu gosto, muito menos de chumbo vermelho. Os goelas do Covidão usam chumbo em gel e chumbo em aerossol para roubar os cofres públicos. Nunca se roubou tanto neste reino de Pindorama em nome do vírus. 

A República sempre foi militar, militarista e militarizada, costumava dizer o decano Hélio Fernandes. Isto, desde quando o  Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República até o Governo do sociólogo Fernando Henrique Cardoso. Ele é filho do general Leônidas Cardoso, neto do general Joaquim Inácio Batista Cardoso e bisneto do capitão Felicíssimo do Espírito Santo. A grande inflexão na vida republicana militar, militarista e militarizada, ocorreu em 1999, quando FHC criou o Ministério da Defesa, para reger as três Armas -- Exército, Marinha e Aeronáutica, sob o comando do presidente da República, constitucionalissimamente. Comandantes das três Armas são da ativa, ministro da Defesa pode ser civil. Esta é uma pedra institucional e constitucional. 

1964 foi um ano que nunca acabou. Trogloditas vermelhos insistem em assombrações do passado. Dragões das cavernas ruminam pesadelos autoritários. Delírios ditatoriais hoje à moda do passado são impensáveis, inviáveis e seriam insustentáveis. Que tal o autoritarismo da mídia partidarizada? Prisão em segunda instância nem se fala mais, a onda agora é prisão na instância zero se falar mal de alguma autoridade. 

Sucedâneos de ditadura são os Covidão e as variantes legislativas.

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Petrolina abril 2021

12/04


2021

As tripas auriverdes estão sangrando

Dedico este artigo ao meu colega Gabriel Garcia Marques, autor da epopeia “O amor nos tempos do cólera”

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Me mataram, querida Wene”, disse Santiago Nassar ao caminhar, cambaleando, com um cacho de tripas na mão. Assim está relatado na Crônica de uma morte anunciada, de Gabriel Garcia Marques. Bêbados, os irmãos Vicário queriam vingar uma crime de honra que nunca existiu. O Brazil está sendo esfaqueado todas as horas e todos os átimos de tempo, n a luta pelo poder. Os corações e as tripas auriverdes estão sangrando, gemendo e chorando.

O diagnóstico é de fraturas expostas nas tripas e no coração. O sangue das tripas circula nas artérias e nas veias. Acontece sangria desatada nas tripas. Alô alô cardiologistas, plantonistas, rezadeiras, benzedeiras, curandeiras, providenciem um nó nas tripas do Brazil! Acontecem crimes de honra, de desonra, atentados não democráticos, todas as variantes de corrupção. Quantos atentados antidemocráticos, patifarias e atos de cleptocracia são cometidos em nome do vírus e da democracia nesta terra de Vera Cruz, a verdadeira cruz!

A verdadeira cruz são os conflitos todíssimos os santíssimos dias e madrugadas. Nenhuma sociedade aguenta tantos conflitos. As engrenagens judiciais são movidas pelo mecanismo em proveito próprio. A melodia hoje é de chafurdação todo dia. A mundiça do gado chafurda e a mundiça vermelha dobra a meta de chafurdação. Se o vírus existe, o inferno é o limite em nome do poder.

Neste Brazil favelizado, de cortiços, palafitas e moradias subumanas, falar em isolamento social é ficção anticientífica. As elites e os fidalgos do serviço público se isolam em suas torres de cristal e granito. A bagaceira econômica e social será inevitável, ainda mais agravada nas classes pobres e nas classes médias.

Os novos filósofos do vírus criaram a palavra “negacionista”. Antes, esta palavrinha, ou palavrão, nunca jamais existiu nos dicionários e manuais de filosofia. Na concepção similar, existia o “niilismo” e “niilista”. Hoje, o produto “negacionista” fulmina os insetos adversários, dizem os novos filósofos. Havia mais de 100 milhões de técnicos de futebol e da seleção brasileira. Hoje são mais de 100 milhões de especialistas em vírus e pandemias.

A sociedade continua sendo tratada como cobaia.

Ô de casa! Parceiro deste Blog, transmito minhas efusivas congratulações ao magnifico blogueiro Mogno Magno Martins em virtude dos 15 milhões de viagens de seres da espécie Homo Sapiens ao Planeta Magnolândia.

LIVRO – Meu livro “Planeta Micróbio – A vida planetária é filha das algas azuis – A humanidade é blue” está à venda na Livraria Jaqueira-Rua do Futuro, Livraria Imperatriz do Shopping Plaza, Livraria Ideia Fixa de Parnamirim e Banca do Kel (vizinha ao NACC) na Rua do Futuro. Metam os peitos!


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ALEPE

29/03


2021

Neros incendeiam os corações verdes e amarelos

Dedico este artigo ao meu colega o poeta Carlos Drummond de Andrade, que também já foi brasileiro, moreno feito vocês

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Breaking News: depois de mais de 2 mil anos de história, Pôncio Pilatos lavou as mãos com álcool gel e  proclamou, monocraticamente, que o Petrolão never jamais deveria ter sido julgado na República dos Carcarás da Judéia em Curitiba. O processo será transferido agora para a República Popular de Pindorama, onde quem manda são os goelas da freguesia, à moda do compadre Zé Araújo.    

Todíssimos os corruptos e corruptas, corruptores e corruptoras serão considerados inocentes até o tráfego em julgado no 

Dia de São Nunca, conforme as leis de Pindorama, uma república muito séria.   

O Império Romano é aqui. Pôncio Pilatos, Barrabás, Nero, eles são verde-amarelos. Enquanto tangem suas harpas, os novos Imperadores Nero estão tocando fogo em Brasília, Urbi et Orbi. O planalto e as planícies estão em chamas. Eles incendeiam a operação LavaJato e atormentam o coração do Brazil. Nesta república de Pindorama existem muitos Neros e muitas harpas. 

Barrabás, a alma mais honesta da Galileia, never jamais deveria ter sido julgado no tribunal da República Federativa da Judéia, proclamaram os imperadores, depois de incendiar os corações do cordão encarnado, do cordão azul, do coração do gado e das bestas quadradas. Entonce, seja zerada a condenação do Barrabás, sentenciaram.   

O quinteto das harpas desafinadas tange as guerras e anuncia que o Petrolão foi uma ilusão de ótica. São os negacionistas do Petrolão. Os bandoleiros, corruptos e corruptores estão adorando. Irão reivindicar para serem indenizados com juros e correção monetária. Ergam-se estátuas de bronze dos grandes goelas, tamanho GG.  

Você botaria a mão no fogo por Nero? Você compraria um carro usado de Pôncio Pilatos?    

Meu colega o abençoado Carlos Drummond de Andrade assim falou: “Eu também já fui brasileiro/ moreno como vocês./ ponteei viola, guiei forde e apendi na mesa dos bares/ que o nacionalismo é uma virtude./ Mas há uma hora em que os bares se fecham/ e todas as virtudes se negam”.

Os novos Imperadores incendeiam os corações de Pindorama e  decretam o lockdown das virtudes verde-amarelas.

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Bandeirantes 2021

22/03


2021

A peleja do Lanterna Verde contra o Homem Morcego

Dedico este artigo ao meu colega o cientista Albert Sabin, criador da vacina conta o micróbio da pólio

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Nosso planeta foi invadido por seres alienígenas microscópicos do mal, sob o comando do Cavaleiro das Trevas. Batman, o Homem Morcego, veio da Rota da Seda, na China, e transporta no sopro o inimigo invisível.  O Lanterna Verde e seus gladiadores exercitam os superpoderes para exterminar o inimigo invisível. Assim falou com voz de trovão: “Alto lá, Homem Morcego, você está recriminado. Volte para as cavernas de Wuhan na China ou vá para o raio que o parta”. 

Dizei-nos, ó valente Lanterna Verde, qual a nossa arma para derrotar a maldição das cavernas chinesas?

A Kryptonita Vermelha irá neutralizar os efeitos do inimigo invisível transportado pelos morcegos amarelos. Os cientistas Guardiões da Galáxia produzem as vacinas de Kryptonita para zelar pela saúde e a paz do nosso planeta.

Também existe a variante da Kryptonita Verde de Oxford para nocautear os seres microscópios em duas doses. E as vacinas da Kryptonita Dourada Sputnik, Kryptonita Azul da Pfizer, Kryptonita Joia Moderna, todas para dizimar os poderes do micróbio comunista chinês.

Havia uma feira de mangaios nas muralhas chinesas de Wuhan. Morcegos, cobras, lagartixas, dragões e aranhas serviam de pasto para as refeições dos fregueses. O que vier, eu traço, eles diziam. Em meio à promiscuidade dos bichos de várias espécies, os humanos, desumanos e irracionais, germinou a semente do mal disseminada pelos ventos para todos os quadrantes dos hemisférios.

As cobras do Instituto Butantã destilam o veneno do bem. São as cobras criadas do bem, inimigas dos morcegos amarelos chineses de olhos oblíquos. Os filhos das trevas causam devastações e sofrimento.

Oh, quantas lágrimas e quantas mortes neste nosso planeta de Krypton habitado pelos humanoides e infestado pelos seres virulentos. Rezam as profecias de Krypton que os bárbaros do Império das Lágrimas e os armeiros do Lobo Branco se uniram para enfrentar os gladiadores do Lanterna Verde e espalhar o mal entre os humanoides.

Este é o planeta Krypton. A feira de mangaios de Krypton e de Wuhan é aqui. Habitamos o vale de lágrimas, alegrias e micróbios de Kryptonita city. Somos todos gladiadores à moda do Lanterna Verde na luta para conquistar o feijão e o sonho de cada dia.

Viva a vacina, sem medo de virar crocodilo e sem medo de ser feliz!

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


15/03


2021

Bode rouco-capetão: O sonho da mundiça e do gado

Dedico esta crônica ao meu colega o filósofo The Gaule, um cara muito sério

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ao saber da decisão de um juiz de zerar uma penca de processos da operação LavaJato de Curitiba e tornar o bode rouco uma das almas mais inocentes do mundo, o filósofo The Gaule  proclamou, monocraticamente, do alto das montanhas da Jaqueira: “Pindorama é uma república muito séria”. A operação Petrolão também era muito séria, seus operadores foram condenados em série pelo juiz Sérgio Moro e seus perdigueiros sem nenhuma prova, nem as provas do Enem, apenas por malvadeza, segundo The Gaule.

Ora, direis, bilhões de denários jorravam nas tetas da Petrobras nos tempos do Petrolão. E então, The Gaule? Aconteceu uma pandemia de honestidade no Petrolão. Em meio às nuvens de virtudes angelicais, a alma do bode rouco flutuava com a pureza dos inocentes. 

Uma mão invisível, noves dedos invisíveis e uma barba vermelha invisível comandavam a pandemia de honestidade do Petrolão, segundo o filósofo The Gaule.

O filósofo The Gaule sugere que seja lançada a chapa dos sonhos da mundiça vermelha e da mundiça do falso mito: o bode rouco candidato a presidente e o capitão na vice, ou vice-versa. Os devotos de cada lado fingem que são rivais. Bobagem. Na verdade, ele se amam até pelo avesso. As duas corriolas trabalham para dizimar a LavaJato.

Incrível, surreal, sobrenatural! Um só bigode, uma só caneta desmonta montanhas de provas, de testemunhos, de documentos de juízes, desembargadores, procuradores e policiais federais da Operação LavaJato de Curitiba. Nunca jamais na história da República de Pindorama um bigode foi tão poderoso.

Havia dois planetas: o planeta Curitiba e o planeta Brasília. O planeta Brasília estava surdo, mudo e cego diante dos vulcões, dos terremotos, dos tsunamis, relâmpagos e tempestades do Petrolão. O planeta Curitiba comprou a briga.

Seja dito mil vezes, até exaustão: a história do combate contra a corrupção no Brazil se divide em antes e depois da operação LavaJato, sob o comando do juiz Sérgio Moro e seus gladiadores. E o mais são firulas jurídicas. Prendeu poderosos e, como toda ação corresponde a uma reação em sentido contrário, contraiu inimigos perversos.

Depois de ter sido usada como moeda eleitoral, a LavaJato está sendo esfaqueada pelos donos dos três Poderes, inclusive o capitão, eleito em nome do combate contra a corrupção. O que dizem os notáveis da República. Silêncio. Na maioria, eles estão “dormindo profundamente, profundamente”, no dizer de Manuel Bandeira.

Viva o juiz Sérgio Moro, herói nacional!

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Serra Talhada 2021

08/03


2021

Lockdown na testa dos outros é refresco

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

Dedico esta crônica ao meu colega o cientista Antoine Lavoisier, o pai da química moderna.

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O lockdown seletivo decretado pelo Sinhozinho Paulo Carcará – no comércio, parques, praias, igrejas e tempos -- irá agravar ainda mais a paralisia das atividades produtivas, potencializar o desemprego, a falência de empresas, disseminar angústia entre trabalhadores, empregadores e seus famílias. Em sendo dramática a situação, qual seria a alternativa? Vacina, vacina, vacina. Tríplice vacina, dobrar, triplicar a meta, avançar até o limite do possível.  

Mesmo sem disponibilidade de vacinas atualmente em quantidade suficiente, a tendência é que haja uma curva ascendente na oferta do imunizante em todos os mercados.

Os critérios são irrealistas e os resultados são contraproducentes.  Arejados, ventilados e ensolarados, parques e praias são espaços de saúde. Aglomeração? Fiscalização e conscientização do rebanho! A maioria dos sinhozinhos governadores obedece as ordens do presidenciável paulista em campanha, Dorian, e governa na base dos decretos imperiais. Toque de recolher! A Coreia do Norte é aqui!    

A economia quebra e traz consigo outras doenças, depressão,  cardiopatias, doenças pré-existentes, neurológicas, urológicas e ginecológicas e mais a ocorrência de conflitos domésticos.

Que tal o sinhozinho Paulo e as altezas palacianas decretarem um lockdown parcial nos seus salários e aliviar a mão no IPVA?!    

Neste o momento em que a sociedade vivencia o pesadelo da recessão, falências e desemprego, os fidalgos do Ministério Público concedem a si mesmos um auxilio-saúde extra de 2 mil denários para complementar os modestos salários de 30 mil reais que auferem.

A alegação é que existe disponibilidade de recursos no Orçamento do Estado. Claro que sim, pois os recursos públicos são um hímen complacente. A jogada dos fidalgos do Ministério Público constitui uma agressão aos princípios da moralidade e um escárnio contra a sociedade. Imorais, esses caras zombam da sociedade.

O sistema de transportes coletivos continua impávido a causar aglomerações nos ônibus. Mas, os governantes em geral são tementes aos empresários, aos vírus e a Deus, nessa ordem.       

Um dos conselheiros do Sinhozinho Paulo é o químico Eurico Lavoisier, autor da teoria de que o inseto comunista não se cria nos ônibus entupidos de gente, pois se transforma em inofensivo. Por sua teoria ultrarrevolucionária, Eurico Lavoisier é candidato ao prêmio IgNobel de química sanitária.  

Dizei-nos, sinhozinho governador e sinhozinho secretário de Saúde, André Longo, qual a serventia da sinfonia de Mozart, que custou 6,6 milhões de denários no ano passado para fazer testes RT-PCR de Covid? O gênio Mozart testou positivo pra Covid? Essas pessoas são sócias, legalmente,  do Estado brasileiro e da Capitania da Nova Lusitânia, enquanto milhões de brasileiros e pernambucanos pegam no pesado para pagar suas contas e sustentar os fidalgos palacianos.

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Anuncie Aqui - Blog do Magno

01/03


2021

Nelson e Brecht, o feijão e o sonho

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “Primeiro, meu estômago, depois vossa moral”, assim falava o dramaturgo alemão Bertolt Brecht aos seus rebanhos. E mais: “Há homens que lutam um dia, e são bons;/ há outros que lutam um ano e são melhores;/ há aqueles que lutam muitos anos e são muito bons;/ porém há os que lutam toda a vida;/ estes são imprescindíveis”. 

Revolucionário nas artes, Brecht lutou contra a opressão nazista na Alemanha, década de 1930, e reinou acima das misérias da humanidade na primeira metade do século passado. Hoje reina como guru dos vermelhos e infravermelhos em todas as latitudes. 

Os poetas e artistas revolucionários sonhavam com o “assalto aos céus” para implantar a utopia socialista”. Os tiranos e genocidas  Stalin, Lenin, Mao Tse-tung,  Pol Pot  (Camboja), Fidel Castro, Hugo Chavez, Maduro e seus sequazes assaltaram o poder e implantaram o terrorismo comunista. 

O poeta revolucionário Maiakovski matou-se de tristeza por sua bela amada Lilitchka e de desencanto diante das tragédias da revolução bolchevique. “A anatomia em mim enlouqueceu, sou todo coração.” Brecht seguiu na estrada em busca da salvação das almas  dos “proletários do mundo, uni-vos!” O comunismo e o nazismo se equivalem em genocídios na história da humanidade. 

Brecht foi um Nelson Rodrigues marxista que falava alemão. Ou ao contrário, o genial Nelson foi um Brecht que falava português. De pensamento político conservador, Nelson revolucionou o teatro brasileiro, modéstia à parte. 

“A maior desgraça da democracia é que ela traz à tona a força numérica dos idiotas, que são a maioria da humanidade”. Hoje este pensamento nelsonrodrigueano está sendo aplicado à Internet. Provérbio de Nelson: “O mundo estaria salvo se os homens de bem tivessem a mesma ousadia dos canalhas”. 

Nelson, Maiakovski, Brecht, feijão e o sonho, utopia e realidade.  

Nelson também foi um desses homens imprescindíveis que batalhou a vida inteira contra a farsa do igualitarismo socialista. Viva Nelson! Nelson vive!

"A prática é o critério da verdade”, diz um dos princípios da dialética. A prática da esquerda revolucionária no Brazil e no mundo é o fracasso em todos os campos de batalha. Feito cobra cascavel, o comunismo muda de pele. A nova cepa de vírus chama-se globalismo. Vem do DNA de origem totalitária e dissemina-se em todos os cantos onde canta o carcará e onda cantava o sabiá.   

•Dedico este artigo ao meu colega o poeta russo Maiakovski e sua musa Lilitchka.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

22/02


2021

Louvemos as Grandes Almas!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Na tradição do hinduísmo existe o conceito filosófico das “Grandes Almas”. Mahatma, no idioma sânscrito, significa almas elevadas em espiritualidade. O libertador da Índia, Mahatma Gandhi, fisicamente pequenininho, foi uma grande alma. Os sábios, filósofos e santos são grandes almas no conceito filosófico. Os estadistas seriam as grandes almas na política.       

Benemérito da humanidade, o doutor Albert Sabin abdicou dos direitos de patente da vacina antipólio para facilitar a erradicação da doença.  O doutor Sabin deveria ser chamado de Mahatma Sabin.

Ao longo de séculos a poliomielite deixou um legado de milhões de mutilados, aleijados e mortos. A milagrosa gotinha redimiu para sempre essa maldição. O Brazil recebeu o certificado de erradicação da doença em 1994. Em 1991 ocorreu o último caso do chamado poliuvírus selvagem nas Américas, no Peru.

O sanitarista Oswaldo Cruz foi um herói brasileiro na luta pela erradicação da febre amarela, varíola e peste bubônica, idos de 1904 no Rio de Janeiro, então Distrito Federal. Enfrentou o mosquito Aedes aegypti, transmissor da febre amarela e também da dengue, olho no olho, de homem para mosquito. Conseguiu exterminar o bicho, mas infelizmente o desgraçado ressuscitou nas últimas décadas devido à indigência sanitária de nossas cidades.  

Deveria ser chamado de Mahatma Oswaldo Cruz, grande benfeitor da saúde brasileira. Assim também o pesquisador Carlos Chagas, cuja vida profissional foi dedicada ao combate da malária, ao inseto “barbeiro” e às doenças tropicais. São Grandes Almas no campo da medicina. Mahatma Machado de Assis e Mahatma Dos Anjos, Poeta Augusto, são Grandes Almas no campo da literatura.    

Nestes tempos de Covidão  e de servidão, o Brazil está carente de grandes almas em todos os círculos e quadrantes. Pululam as micros almas, almas de meias tigelas, almas sujas e de predadores. São os grandes goelas, tamanho GG, grandes apenas na safadeza e na corrupção.  

Invoco a sabedoria do meu colega o poeta inglês William Shakespeare: “O inferno está vazio e todos os demônios estão aqui”. São os demônios da corrupção, da incompetência, da ignorância,  da maldade e da demagogia. Os demônios da corrupção e os grandes goelas adoram o vírus da coroa. Amam e mamam às custas do vírus. 

Viva a vacina e louvadas sejam as Grandes Almas! 

IMPUNIDADE – Deputada Flor de Liz mandou matar o marido em junho 2019 e continua impune, desfruta de mordomias e imunidade parlamentar. Membros da comissão antiética dizem que ela matou apenas 1 marido, não 2, entonce é assassina primária, não é assassina secundária nem  genocida, merece uma segunda chance para matar um segundo marido e ser inocentada em segunda instância.
 

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Jovelina Maria de Brito

Muito bom texto!!!!!!!!!!!!!!!!



15/02


2021

O capitão é uma tempestade perfeita

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A dinâmica do Governo do capitão remete ao conceito meteorológico de tempestade perfeita. O capitão atrai todos os raios, furacões, maremotos e tsunamis.

Se Johnny Bravo reunir o gado nas redes antissociais e proclamar: “Eu morri, me levem para o cemitério, porra!”, cuidado, coveiros, ele quer pegar vocês.  No popular o cara tira onde de doido para passar bem.

Mas, a loucura tem método. Neste momento enquanto o capitão faz piruetas para a plateia, a Operação LavaJato está levando uma facada mortal na barriga pelas mãos do exterminador geral da República, depois de cumprir a missão heroica de combate à corrupção durante sete anos. O exterminador foi indicado pelo capitão  exatamente para isto, para esfolar a LavaJato até a morte e está cumprindo a missão com ódio dissimulado. O capitão também tem ódio dissimulado pela LavaJato e pela prisão em segunda instância.

O gado não emitirá um mugido sequer por ser alienado. lsler , porque as viseiras lhe permitem apenas degustar capim e uivar “mito, mito!”. Ô vida de gado! Os tangedores do gabo, os vaqueiros e boiadeiros se fingem de inocentes e alienados.

O combate contra a corrupção no Brazil se divide em antes e depois da Operação LavaJato, antes e depois do juiz Sérgio Moro e a força-tarefa que botaram proeminentes ladrões e corruptos na cadeia, inclusive a versão vermelha do novo Barrabás. Impossível desmerecer a figura do grande brasileiro Sergio Mor.        

Prisão em segunda instância?! Abafa! Esta matéria nunca esteve no gibi do governo.  O que estava no gibi era para desfigurar o pacote anticrime do ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro e deletar o próprio Moro, por ser inconveniente um ministro da Justiça protagonista do combate à corrupção.     

De minha parte, eu sou pequenininho, votei e votaria de novo mil vezes no capitão nas mesmas circunstâncias para nos livrar da maior organização criminosa que já ocupou o poder neste País. Votar no poste vermelho seria votar em favor dos regimes corruptos e terroristas de Cuba, Venezuela e Nicarágua. Amanhã será outro dia e, noves fora a caterva vermelha, só Zeus sabe as volta do meu coração.  

LIVRO – Em boas mãos do Big Boss Arnaldo Afonso, da Editora Bagaço, meu livro “Planeta Micróbio – A humanidade é blue” está em fase de impressão e pré-lançamento. Das Cavernas de Platão à Civilização Adâmica, micróbios e macróbios, opero no modo do livre pensar. “Ninguém sairá incólume da leitura deste livro”, diz o prefaciador Nestor Accioly, mestre em literatura, mitologias e humanidades. Fiquem ligados, filhotes de Adão e Eva!

*E-mail: [email protected]


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


08/02


2021

A peleja do dragão e a baleia

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Reunidos nas cavernas e nos labirintos de Brasília, os sinhozinhos e as sinhazinhas elegeram os novos detentores dos tapetes azuis e dos tapetes verdes do poder. Vindos das calendas gregas, dragões e minotauros, metade gente e metade monstro, afloraram no recinto. Baleias e dinossauros distribuíram beijos e abraços, acariciaram os sinhozinhos e as sinhazinhas, deitaram e rolam com as melhores das intenções.

Aconteceu a peleja do dragão, o minotauro e a baleia nos labirintos e nas cavernas de Brasília. O capitão é um dragão em forma de gente. Quando ele abre o bico, dispara fogo pelas ventas, acontecem raios e trovoadas. Quem é você? Eu sou um domador de dragões e minotauros, disse o toureiro Maia. De tal modo houve o duelo entre as feras. Maia matou no peito para matar o capitão na unha.

Maia lutou na resistência, mas, havia muitas traíras no Oceano Não Pacífico do Planalto Central. A baleia desmaiou. O dragão venceu a peleja e o gado do capitão delirou, delirou.

Ora, direis, Brasília é uma cidade moderna, não possui labirintos, nem esquinas nem cavernas, lá não existem dragões nem dinossauros. Quanta inocência! Quem nunca visitou as cavernas e os labirintos do poder, quem não conhece dinossauros e minotauros não conhece Brasília.

Brasília também é a capital dos vulcões, em cada esquina existe um Vesúvio. A Catedral de Brasília é um epicentro de terremotos. Cada vez que os lobos e as lobas dos três Poderes confessam seus pecados, o confessionário registra sísmicos de 7 graus na escala Richter. Terremotos e furacões circulam nas veias, nas quadras, nas asas e no Plano Piloto de Brasília.

Oscar Niemeyer foi um arquiteto de vulcões. Deveria ganhar o prêmio Oscar de Hollywood na categoria vulcânica. A Praça da Paz Celestial dos Três Poderes é povoada por baleias, tubarões, escorpiões, hienas, sapos vermelhos, traíras, cascavéis, raposas, dinossauros e dragões. O bicho mais inocente da área ensinou urubu a voar.

O que dirão os tapetes azuis e os tapetes verdes? Os tapetes não falam, simplesmente exalam as conchamblanças das cavernas do poder. Devias vir, ó tapetes, para ver nossos olhos tristonhos e contar os nossos sonhos verde-amarelos.

Depois dos desmaios e dos delírios, os vulcões subiram nos telhados em Brasília. O Planalto está em chamas. Vai continuar a temporada de pelejas, erupções e terremotos. O tempo é instável, sujeito a trovoadas e pancadarias entre o gado e a mundiça vermelha. O capitão atrai todos os raios e tempestades.

Dedico esta crônica ao magnifico blogueiro Magno Martins, desbravador das cavernas e dos labirintos de Brasília, em louvor às 15 milhões de visitas em seu vitorioso Blog. Viva!

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


01/02


2021

O touro é demente. Ô vida de gado!

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Impichi? Nihil possibilidade. O governo é um touro sangrando na arena. Os opositores vão manter o capitão sangrando até o momento do abate em 2022. As esquerdas morrem de medo de deletar o capitão e ter que encarar pela proa o  vice-presidente general Mourão.

Não haverá Impichi nem com Baleia, nem com traíra, nem com Lira, nem com delírio, nem com delivery, nem com a mãe de pantanha.

Hoje é domingo, faz de conta, pede cachimbo. O touro é valente? O touro é demente. Bolsonaro é demente. Machuca a gente. Cachimbo é de barro. O mito tem pés de barro. O buraco é fundo. Acabou-se o mundo.

Quem será eleito presidente da Câmara, Lira ou Baleia? A luta é feroz. Ao sentar naquela cadeira, o ex-presidente Inocêncio Oliveira costumava dizer que parecia ver no plenário uma manada de 512 touros miúras, enfurecidos e botando fogo pelas ventas. Inocêncio marcou época na Câmara dos Deputados.     

O governo do capitão, mais propriamente ele próprio, perdeu a guerra da comunicação. Impossível o avanço de um governo repudiado pela consciência critica nacional. A partir de agora começa a contagem  regressiva até a unção dos enfermos em 2022.  

Uma ruptura institucional não passa pela cabeça das Forças Armadas, nem de raspão. Inconcebível imaginar que o Alto Comando das Forças Armadas embarque numa aventura institucional para abrigar um ex-capitão deserdado de suas fileiras. O capitão é refém dos goelas do centrão. A mamadeira custa caro.

No objetivo de agradar ao capitão, o sanfoneiro do Turismo, GêMêNê, desafia a Imprensa regional, nacional e mundial, modéstia à parte,  ao anunciar: “O Brasil é o 5º País do mundo em vacinação hoje. Isto a Imprensa não diz”. A deputada Joice Hasselmanm deu o desconto: “O Brasil está na posição 49 no ranking! que considera o número de doses aplicadas a cada 100 habitantes”. O cara trabalha com uma margem de erro de mais de 500 por cento.

O sanfoneiro tornou-se, portanto, multi-porta-voz do Palácio do Planalto, do Ministério da Saúde e da Secretaria de Comunicação, menos do turismo. Manda mais que o general Pazuello. Para agradar ainda mais ao capitão, terá que dobrar a meta e falar palavrões cabeludos, ele e seu escudeiro Sancho, o Silvio Vitalino.            

Este é um governo autofágico que devora aliados e devora a si mesmo. A nova seita do gado confia na fidelidade dos bovinos, mas esquece do estouro da boiada. Aconteceu no passado recente a onda anti-vermelhos do PT e agora uma nova onda anti-Capitão evolui feito bola de neve. É previsível e convém não subestimar. O gado está tossindo. Ô vida de gado!”

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


25/01


2021

Barrabás era ladrão de oxigênio

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – As pessoas começaram a morrer por falta de balões de oxigênio no Estado do Amazonas quando ladrões do serviço público e empresários ladrões começaram a superfaturar o preço de respiradores artificiais. Os ladrões roubam oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, gás carbônico, gazes, esparadrapos, band-aids, seringas, roubam a atmosfera, o solo e até o subsolo de nosso planeta.

O roubo se converte em mortes. Os bandidos que roubaram balões de oxigênio hoje desfilam sobranceiros e respiram o oxigênio da natureza com ajuda dos aparelhos garantistas da impunidade. Roubar oxigênio somente pode ser considerado crime na undécima instância.

Barrabás era ladrão de oxigênio, roubava cilindros de ar comprimido nos Estados amazônicos da Galiléia e da Judéia. “Quem é inocente, Cristo ou Barrabás?” Perguntou o juiz Pôncio Pilatos? A galera gritou: “Barrabás, Barrabás! Solta Barrabás!” Havia também inscrições “Barrabás livre!” em camisetas, bonés e bandeiras, nas ruas e nas praças. “Lavo minhas mãos com creolina e álcool gel”, disse o doutor Pôncio Pilatos na hora de conceder habeas-corpus ao desgraçado.

Ovacionado pela mundiça,  Barrabás se autoproclamou como a alma mais honesta da Galiléia. Águas passadas movem moinhos. São os moinhos da corrupção. Barrabás vive!

A universidade federal da Galiléia era infestada de ativistas, doutores e analfabetos, pró-Barrabás livre.  E também a Rede Galinácea da Galiléia, onde era exibido o programa de surubas Big Brother Barrabás – BBB. Ao participar do programa, em sendo sexualmente correto, Barrabás transou com todos os gêneros, monofásicos, binários e polifásicos da casa, venceu o paredão e conquistou o premio de 1 milhão de denários. Virou celebridade no reino de Pindorama.

Quem não conhece Lolita não conhece esta cidade lendária Recife. Quem não conhece Barrabás não conhece o reino verde-amarelo de Pindorama.

Agora Barrabás está recorrendo à corte da  Galiléia para ser revogado o 7º Mandamento da Lei de Moisés, sob o argumento marxista-leninista de que toda propriedade privada é um roubo e, dialeticamente, roubar oxigênio constitui um direito legítimo das classes oprimidas. Se os conservadores derem bobeira, o lobby de Barrabás irá revogar o 7º Mandamento da Lei de Moisés. Aliás, na prática, praticamente, já está quase revogado.

Lolita vive, Elvis vive, Barrabás vive no reino de Pindorama.

Dedico esta crônica ao meu amigo o procurador federal Ricardo Queiroz, um dos pesquisadores mais argutos das Repúblicas da Jaqueira e de Pindorama.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


18/01


2021

Nunca se mentiu tanto e se roubou tanto

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Nos tempos inocentes havia um ditado: “Nunca se mentiu tanto como antes dos casamentos, durante as guerras e depois das pescarias”. Bobagem. Nos tempos pecaminosos de agora convém fazer um upgrade do arsenal de mentiras. As mentiras dos pescadores são inocentes e até divertidas. 

As mentiras dos namorados e apaixonados são românticas e verdadeiras e fazem bem ao coração. Tipo assim: Você é minha musa! Oh musa bela, você é uma abelha-rainha, meu coração por ti gela! Você me encanta! Somente os apaixonados sabem os seus segredos. As musas mexem com nossas emoções e acalentam nossos corações. Ah, saudades!   

Nunca se mentiu tanto e se roubou tanto como nestes tempos de pandemia. As mentiras da guerra, sim, são a perdição da humanidade. Continua-se mentindo no Facebook, no Instagram, no Twitter, nas redes sociais e nas redes antissociais. A mentira tem pernas longas e cabeludas. 

Roubo mata sem misericórdia. Em novembro do ano passado  uma secretária bandida da saúde foi preso em Manaus durante Operação Sangria da Polícia Federal. O governador do Estado foi alvo de busca e teve bens bloqueados pela Justiça. Hoje, entre outros fatores, a saúde do Estado do Amazonas está em colapso por falta de cilindros de oxigênio para alimentar os respiradores. A secretária bandida já está solta e respira o oxigênio da natureza com ajuda das leis garantistas da impunidade. Na China seria fuzilado e a família pagaria o preço da bola. Responsabilizar hoje o Governo federal pelo caos é desonestidade intelectual.        

O pobrezinho Donald Trump reclamou que houve fraudes nas eleições dos Estados Unidos. Acusado de incitar a invasão do Capitólio, sede do Poder Legislativo americano, o galegão foi vetado,  “per omnia saecula saeculorum”, até a consumação dos séculos,  na rede social Twitter, onde seu passarinho não canta mais. O ditador Nicolas Maduro da Venezuela, é vermelho de guerra, tá liberado sem censura.   

O sumo pontífice do Facebook e do Instagram, Mark Zuckerberg, ameaçou capar o galegão. A mundiça vermelha delirou, delirou. 

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, prometeu reforçar o arsenal nuclear do seu país “com o fim pacífico de destruir” o império capitalista do “Grande Satã”, a América do Norte. Ok. Mesmo assim permanece incólume nas redes sociais. Violentos, izem,  são os vikings com chifres que invadiram o Capitólio e depois foram presos. 

Comandadas por aiatolás globalistas, as redes antissociais se convertem em novos tribunais de Nuremberg para castigar os transgressores da NOM - a Nova Ordem Mundial, urucum vermelho de guerra. 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/01


2021

O fraco Rei faz fraca a forte gente

Por José Adalbertovsky Ribeiro

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Meu amigo de infância o poeta Luís Vaz de Camões costumava dizer, em altos papos com nossa patota nas montanhas da Jaqueira: Bicho, “Um fraco rei faz fraca a forte gente!” Referia-se aos potentados da República, gregos, veganos, troianos, arianos, pernambucanos,  paraibanos, marcianos, a corriola em geral.

Que Rei sôis tu, Bolsonaro, a se negar a tomar a bendita vacina?! A mal dizer que nosso Brazil está quebrado e não pode fazer nada para consertar o estrago! Se não pode fazer nada, pega o beco, bicho, e se for por falta de adeus, hasta la vista! Tu ausência no Palácio do Planalto irá preencher uma grande lacuna. Tu já cumpriu a missão de expulsar do poder a mundiça vermelha corrupta. O vice-presidente General Mourão tá na linha e tá pronto para botar moral. 

Eu mesmo votei em tu, capitão, e votaria de novo nas mesmas circunstâncias, para expulsar do poder aa seita vermelha corrupta e seus aliados. Corrupção é fator propulsor da exclusão social. Votaria mil vezes novamente pelo fim da política externa de alinhamento e favorecimento às ditaduras corruptas e terroristas de Cuba, Venezuela, Nicarágua e Coreia do Norte. E também pelo fim das patifarias e favorecimentos aos caboclos mamadores do BNDES. Zeus me livre de ter saudade de uma seita criptocomunista que financiava os vandalismos e depredações dos terroristas do MST.

Sou vacinado contra tétano, vacina de gripe dos véios e hepatite. Quando chegar a vacina na testa contra o mosquito comunista chinês, é comigo mesmo. Daqui pra frente são outros quinhentos. Eu tenho autogestão ideológica e não me submeto às patrulhas ideológicas da mundiça da seita vermelha, nem à mundiça da nova seita que incensa o falso “mito” do capitão. A palavra “mito”, saiba vocês, analfas, refere-se a uma categoria filosófica de elevada dimensão humana e existencial.   

Existe um lema em latim: “Non ducor duco”. – “Não sou conduzido, eu conduzo”. Isto se aplica aos grandes líderes, aos estadistas das nações, e passa longe dos falsos mitos e governantes de meias tigelas. O fraco rei capitão se deixou dominar pelos juízes supremacistas, avessos à operação LavaJato, e aos  manipuladores de poderes do Congresso Nacional. Eles mandam e o capitão tira onda de vítima. O voto do juiz supremacista nomeado pelo capitão começou a desmontar a conquista da lei da Ficha Limpa.

Esculachar a mídia é fácil e até dá Ibope, confrontar os supremacistas poderosos ou até aliar-se a eles, este é o Xis da problemática.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/01


2021

Adeus, 2020! Você feriu nossos corações

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Anno Domini Ano do Senhor 2020 durou uma eternidade, quase que não acaba mais.  Sobrevivemos. Milagre! Corona vem de coroa. Cristo foi crucificado com uma coroa de espinho. Vírus são coroas de espinhos. A coroa de espinhos que martirizou Cristo se transformou em flagelo da humanidade.   O coronavírus é comunista amarelo da gema do ovo do morcego chinês.

Neste ano 2021 a ausência de Geraudo Covid na Prefeitura preenche um grande vazio. Ele deixou um importante legado: o mega pacote sem licitação do Covidão, a indústria de multas da CTTU, aumentos extorsivos do IPTU e proibição de estacionamentos nos parques da cidade. De agora em diante Geraudo é capaz de pisar no pescoço até da mãe de pantanha para dobrar a meta e ser candidato a governador pelo PSB em 2022.

O bicho veio da província portuária de Wuhan, na China Continental. Mal comparando, o mercado de animais e frutos do mar de Wuhan é tipo um mercado de São José ou uma feira de Caruaru do Império Chinês, onde se vende de um tudo, pangolins, besouros, polvos, aranhas, tubarões, aranhas, caranguejeiras, cobras e lagartixas.

O mercado de Wuhan seria uma feira de mangaios orientais do mestre Sivuca de Itabaiana, com sortimento de fumo de rolo, arreios de cangalha, alecrim, canela, cabresto de cavalo e rabichola, onde os mangaieros chineses tomam uma bicada de vinho amarelo e degustam um tira-gosto de cobra cascavel ao molho de morcego. Todos os pecados gastronômicos e pantagruélicos são cometidos na feira de  Peixinhos dos chineses.

Um homem é um homem, um morcego é um morcego, homem com homem dá lobisomem, mulher com mulher dá jacaré, diz o ditado. Homem com morcego chinês dá zebra. A nova versão do vírus mutante da coroa veio deste ambiente de promiscuidade. Os amarelos exportam bugigangas e também micróbios. Havia a Rota da Seda nos idos  de antanho, por onde transitou a tenebrosa bactéria Yersinia pestis, causadora da Peste Negra na Era Medieval.  Também germinou o casulo do Bicho da Seda, que opera os teares mais maravilhosos do universo.

Estações primevas da vida planetária, os micróbios disseram para Adão e Eva: “Nós chegamos primeiro neste vale de lágrimas e de pecados. Este planeta é pequeno demais para nós dois”. Aí começou a guerra microbiológica e bacteriológica.

Homem virtuoso amado por Deus e pelo seu povo, Noé recebeu um aviso dos céus de que haveria um dilúvio. A maldade se disseminou no espelho da terra e tornaram-se maus os desígnios dos corações humanos. Arrependido de ter criado o homem, isto lhe pesou no coração, Deus decretou a morte de todos os viventes que possuíam sopro de vida em suas narinas. Os corações humanos estavam corrompidos desde a geração de Caim e Abel.

Depois do dilúvio, de modo a lembrar a eterna aliança com Noé e todos os seres viventes, Deus desenhou um arco-íris de sete cores no céu e a paz voltou a reinar na superfície da terra. O arco-íris é o símbolo da fraternidade universal, pertence a todos e não pertence a ninguém, nem a nenhum grupamento humano. O coronavírus foi o novo símbolo do dilúvio.

O arco-íris será a redenção da vacina. Adeus, ano 2020, eu não gostei de você! Você feriu nossos corações.

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


28/12


2020

A impunidade é sangria desatada

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Crime hediondo, covarde e repugnante, o assassinato da juíza carioca Viviana Vieira provocou  indignação na consciência nacional e feriu os brios de potentados dos poderes sacrossantos da República. Ressoa a sentença: não ficará impune!  Convém conferir o script com base em dados da realidade já vivida, mais que discursos e promessas. A prática é o critério da verdade, ensina a dialética.  

Primeiro ponto: o assassino será chamado a partir de agora de “suspeito”. Com a faca em punho e sangue nas mãos, o assassino, aliás, o suspeito aplicou 16 facadas no corpo da vítima na frente de três filhas dela em desespero. Preso em flagrante, ficará recolhido em ala reservada de segurança em presídio, por ser portador de diploma superior, com direito a regalias. Vai contar com atendimento jurídico e psiquiátrico. É a lei, dizem os garantistas, a lei imoral, deveriam acrescentar.

Dá licença um aparte: em 1992 a atriz Daniela Perez, filha da diretora Gloria Perez, foi morta com 18 golpes de tesouradas aplicadas por um casal de atores bandidos que trabalharam em novela com ela. Depois de muitas manobras e patifarias jurídicas, o casal de bandidos foi condenado a sete anos de cadeia e cumpriu o final da pena em liberdade. Ainda na cadeia o bandido se converteu em pastor de seita de satanás. Excrescência humana, continua hoje a respirar impunemente o ar da natureza.

O maldito assassino da juíza, desculpa, o maldito suspeito vai dar um mergulho até que a opinião pública se envolva com novas tragédias. Se tiver grana para mexer com os pauzinhos poderá adiar o julgamento por tempo indeterminado. Enfim, digamos, poderá ser condenado a 20 anos ou 25 anos de cadeia e terá direito a recorrer em liberdade. A progressão (regressão) irá reduzir a pena a 1/6. Daqui a 4 ou 5 anos o bandido estará solto para propagar o exemplo da impunidade.  

Um ministro supremacista questiona o que poderia ter sido feito para prevenir tais feminicídios. Estes caras sabem de tudo e tiram onda de inocentes. Simples responder: reformular o arsenal de leis feitas de caso pensado para favorecer criminosos. Aliás, simples e complicado, porque a mega indústria da impunidade é poderosa e intocável. Corrupção, suborno e impunidade fazem parte das veneráveis tradições verde-amarelas.

Exemplo “máster” de impunidade: uma deputada com nome de flor mandou matar o marido em junho-2019, tudo foi provado e ela continua reinando com galhardia, sob o manto da imunidade parlamentar. Serve de mau exemplo para todos os assassinos, inclusive assassino de juíza. Imunidade parlamentar vai além do Parlamento. Se vossa excelência é impune, a galera sente-se no direito de também ser impune.  

Progressão de pena, prisão somente na undécima instância, saidinhas, regalias para réus primários – rolam as pedras da indústria da impunidade e sucedem-se os homicídios, feminicídios, infanticídios, os cídios de todas as derivadas.

Impunidade é sangria desatada, não tem remédio.

*Jornalista


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Jovelina Maria de Brito

Excelente texto. E qual interesse teriam nossas excelências para mudar qualquer coisa nessas leis que só favorecem criminosos? A assassina com nome de flor, pastora das fábricas de dinheiro que ilude otários, continua recebendo toda aquela dinheirama que o mandato lhe dá, às custas do seu, do meu, dos nossos impostos. Esse país tem mais jeito não.....