FMO janeiro 2020

06/04


2020

O vírus virou um animal político

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O vírus está sendo politizado, ideologizado. Aristotelicamente, o vírus virou um animal político. Em tempos autoritários afloram as maldades humanas e desumanas.

A pandemia também suscita e uma guerra de comunicação.  O combate ao governo está sendo conduzido com a mesmo virulência do combate ao vírus, ou vice-versa.   

O Capitão amplia frentes de batalha em todas as áreas e vez por outra emenda os bigodes até com o ministro Mandetta. Já brigou com Bebianno, o General Santos Cruz, com Joice Hasselman, com o pornô Alexandre Frota, com Luciano Bivar, o major Olimpio, com o governador Ronaldo Caiado, com Dória, com Witzel, com a Folha de S. Paulo, com a Globo, com a mãe de pantanha. A outra metade briga com ele. O filósofo Olavo de Carvalho bota lenha na fornalha.

Faz parte da síndrome antropofágica, devorar a si mesmo. Só não briga com o líder no Senado, Fernando Bezerra Coelho, porque o cara é ninja, sabe trabalhar.

Assim como foi gerada ao longo do tempo a onda anti-PT e anti-Lula, está sendo alimentada, de grão em grão, a onda anti-Bolsonaro. Convém não subestimar, a soberba é má conselheira.

O comandante em chefe da Embratur, multi colaborador Gilson Machado Neto, deve estar ligado em acionar aliados fiéis na área de comunicação para explorar a derivada positiva do governo.     

Ex ministro da Cidadania e adversário do ministro Mandetta, o médico gaúcho Osmar Terra lança proposta heterodoxa contra o confinamento amplo, geral e irrestrito da manada, como sendo antiprodutivo e desnecessário.

Chamado de “Osmar Trevas” e hostilizado pela turma-cabeça, o Dr. Osmar jura que a Organização Mundial de Saúde (OMS) opera como um aparelho de esquerda cujo dirigente máximo é de origem marxista-leninista na Etiópia a serviço da ditadura comunista da China.

Desde os primórdios os vírus e as bactérias flagelam a humanidade terrestre. Os beatos e os crentes fanáticos acreditam na vingança divina contra a humanidade pecadora. São doidos varridos. O Deus cósmico e universal que rege as galáxias e as estrelas é uma grandeza infinitamente além de microcosmos terrestres. 

Imaginem que daqui a três ou quatro meses ou um ano, se Zeus quiser e os pesquisadores também, a pandemia será vencida pela ciência, o vírus será esquadrinhado, haverá controle ou vacina. Aleluia, aleluia!  

Todos nós somos macróbios que transportamos centenas de milhões de micróbios-bactérias na pele, na boca, garganta, nas tripas, no corpo todo. Os cientistas chamam de microbioma, ou seria macrobiomas. Os alimentos que ingerimos são metabolizados no trato intestinal, no sangue,  até a despedida dos restos mortais dos nutrientes na porta de saída. Isto nivela a humanidade, de reis a plebeus.

Até hoje o Homo Sapiens não conseguiu construir uma armadura para se blindar contra esses inimigos microscópicos.

*Jornalista


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Detra maio 2020 CRLV

25/05


2020

Filhos de *** asterisco implantam ditadura

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Hoje eu tô invocado. Incorporei o espírito da reunião ministerial em Brasília.

O jornal O Globo contou, como parte do jornalismo investigativo, 42 palavrões cabeludos e de grosso calibre durante a reunião do presidente da República no Palácio do Planalto e na Esplanada dos Monastérios. O Capitão disse que alguns prefeitos filhos de *** asteriscos estão implantado uma ditadura no Brazil. Prefeitos e governadores estrumes querem ver a hemorroida do governo.

As mulheres do grelo duro e os marmanjos do sexo flex da seita vermelha e derivados ficaram horrorizados com os *** asteriscos. Audácia do bofe, disseram.  Só não ficavam horrorizados com as peças financiadas pela Lei Roaunet em que os andróginos chamavam, sem asteriscos, Jesus Cristo de gay. Diziam que era apenas liberdade de expressão.

Seria ótimo se o jornalismo investigativo de O Globo pesquisasse os decretos de dispensa de licitação, os superfaturamentos e a farra de centenas de milhões de reais dos cofres públicos em nome da pandemia. Que tal investigar a pandemia de corrupção nas prefeituras e governos de Estado de todo o País?! 

Falar asteriscos e palavrões é o de menos. Sempre com palavras amáveis, os goelas estão esfolando o coração do Brazil, para não usar outra palavra do vocabulário presidencial.  

Exemplo: o prefeito de uma cidade lendária editou um decreto para contratações sem licitação de bens e serviços contendo R$ 650 milhões de palavrões e asteriscos socialistas. Somente em referência a respiradores veterinários, havia R$ 11,5 milhões de asteriscos cabeludos. E mais, lançou o IPTU do futuro com 2021 palavrões.

A Polícia Federal deu um baculejo na prefeitura da cidade lendária para saber dos contratos sem licitação de centos milhões de reais. Bonito pra você, prefeito!

Quando eu encontrar com tal prefeito numa esquina da vida ou nas montanhas da Jaqueira eu direi a ele: “Seu Julho, com todo respeito, você é um síndico, aliás, você é um cínico, aliás, você é um asterisco”. 

O maior palavrão do ano foi dito pelo bode rouco corrupto, semianalfabeto e demagogo ao celebrar a criação do maldito vírus comunista chinês. O bode rouco é um #]***¨¨’(_¨:;; Entendeu?!

Sabemos que o objetivo da Tv Globo é *** a vida do Capitão do governo. O padrão de qualidade global é baseado nas surubas das novelas e do Big Brother, teleaulas sobre trairagem, roubalheira, bandidagem, mudanças de sexo, pilantragem, fuleragens em geral. Atores, atrizes, apresentadores e estrelas globais são criaturas virtuosas que usam cintos de castidade e jamais pronunciam asteriscos.

*Jornalista


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Abreu e Lima

18/05


2020

No tempo em que a Terra era plana

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A humanidade terrestre vivencia uma experiência inédita e sem precedentes neste caso da pandemia. Certo?!  Erradíssimo. Aliás, 1345 vezes errado. Na Idade Média, idos de 1350, século 14, quando todos eram inocentes e se amarrava cachorro com linguiça, a Peste Negra, também chamada Bubônica, matou cerca de 350 milhões de almas na Eur-Ásia, causou convulsões religiosas, econômicas e sociais, mudou a história do continente e do planeta.

O maledeto coronavírus de agora é manso em comparação com a antepassada, a devastadora bactéria Yersinia pestis.

Os novos sábios do Império GAFA – Google, Apple, Facebook e Amazon --  precisam estudar e pesquisar um pouquinho para não cometer ignorações.             

A maldita bactéria Yersinia pestis não foi transmitida para os outros continentes na Era Medieval porque naquela época a terra era plana, o mundo começava e acabava na Europa e na Ásia. Havia também um pedaço de mundo pré histórico na África. Os filósofos e os Santos Papas sabiam que havia um abismo nos mares e no fim do mundo depois da linha do horizonte. As almas encantadas habitavam o Paraíso Celeste, segundo os crentes, ou o purgatório ou o inferno, lugar dos ímpios e dos pecadores.

Felizmente eu ainda não era nascido na Era Medieval, pois se tivesse nascido eu teria morrido vítima da Bubônica e não estaria hoje escrevendo estas metáforas para o magnífico blog do Magno. A TV Globo, as outras emissoras e locutores sensacionalistas da Idade Média não transmitiam histericamente o placar mundial da bactéria Yersinia porque Cristóvão Colombo ainda não havia descoberto a América e Pedrálvares não tinha aflorado nas praias de uma nação corrupta chamada Pindorama.

Os medievais viviam tristes porque não amavam os Beatles nem as canções de Cole Porter, nem os sussurros de Janis Joplin, nem as cantigas de Michael Jackson do Pandeiro.

Se na Idade Média o gov tranca-rua Paulo Câmara editasse o decreto autoritário Covid-19, para ferir o direito humano da liberdade e mandar a Polícia prender as pressoas, ele seria excomungado pelo Santíssimo Papa Inocêncio VI por cometer o pecado de massacrar o próximo, ao invés de amar o próximo. Havendo o prefeito Geraudo Julho caído na tentação diabólica de cobrar o IPTU do ano 1351, o piedoso prelado o condenaria a mil penitências com o joelho no chão, por ter cometido o pecado da usura.   

Tenho certeza que em tempos da Idade Média os governantes ladrões dos cofres públicos que se aproveitam do estado de calamidade para superfaturar contratos sem licitação seriam condenados ao fogo dos infernos, pois os ímpios e bandoleiros não são dignos do Reino dos Céus nem de comer o queijo do reino.

*Jornalista


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Prefeitura do Ipojuca

11/05


2020

A realidade vai além da ficção

José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Breaking news: a invasão dos bárbaros extraterrestres ao nosso planeta está sendo transmitida ao vivo, de costa a costa nos Estados Unidos da América, pela rádio CBS – Columbia Broadcasting System, com audiência de mais de 6 milhões de terráqueos. O programa relata que marcianos em fúria acionam armas mortíferas, incendeiam as cidades e lançam veneno nos rios.

São travadas batalhas ferozes entre os terráqueos e os alienígenas. Os exércitos humanos são aterrorizados. Espalhou-se o pânico na face da terra. Os crentes prostraram-se de joelhos pediram clemência ao Criador. Castigo dos céus, estavam sendo cumpridas as profecias. O mundo parou.

Aconteceu em 1938. Esta foi uma obra de ficção. Programa radiofônico “A Guerra dos Mundos”, transmitido pela CBS, criação artística do cineasta Orson Welles com base em livro de ficção científica, relatou a invasão de extraterrestres marcianos ao nosso planeta. Os alienígenas haviam desembarcado numa máquina gigante de guerra tipo um disco voador e lançam fumaça venenosa na cidade de New York.

Somente depois da transmissão os milhões de ouvinte foram alertados que se tratava de uma ficção artística. 

Em tempos da maldita pandemia, a realidade hoje vai muito além da ficção. A realidade é feito a linha do horizonte, sempre fugidia. A ficção de Orson Welles seria agora apenas uma inocente cantiga de ninar criança. “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia”, lembra a sublime criação de William Shakespeare.   

Take it easy, brother, fique peixe, somos todos pecadores, mas os Deuses do Olimpo ainda não decretaram o trânsito em julgado do Juízo Final. A vida continua. A menos enquanto os semideuses do Olimpo em Brasília não decidirem subjugar a vida de todos os habitantes do planeta Brazil.

O santíssimo bicho-grilo evangelista João cantou as guerras do fim do mundo na epopeia do Apocalipse, o mais maravilhoso livro já escrito na humanidade terrestre. “Houve batalhas no céu” (Apocalipse 12-7). 

Os Deuses do Olimpo castigam a humanidade terrestre. Os Deuses são desumanos, demasiadamente desumanos, no dizer de Nietzsche, ou são demasiadamente Desumanos, desde os saudosos tempos do paraíso de Eva e Adão.

Até agora a humanidade terrestre não deu certo, a contar 100 mil anos de quando uma mulher feminina das cavernas deu à luz um bebê de Neandertal e depois o marmanjo se enroscou com uma  Mulher Sapiens.   

A história da desumanidade terrestre é uma história de guerras, dilúvios, pestes, pandemias, escravidão, guerras, a fome ancestral na África, terremotos, tsunamis, a servidão nos cinco continentes.

A epopeia do Apocalipse do santíssimo bicho-grilo João evangelista é a epopeia dos martírios da humanidade. 

*Jornalista


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04/05


2020

No planeta Saturno não tem disso não

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Entrevistei recentemente um extraterrestre do Planeta Saturno, meu amigo Saturnovsky, em visita ao nosso planeta para analisar a invasão dos micróbios chineses. Ele é um saturniano da gema dos anéis do planeta, parido, criado e crescido na cidade lendária de Saturnolândia. Delirar é preciso. 

Meu amigo extraterrestre ficou chocado quando eu falei que neste planeta Brazil existem vírus socialistas, conservadores, vírus da direita, vírus comunistas, vírus globalistas e vírus do Centrão. Os macróbios cultivam um micróbio político para chamar de seu. No planeta Saturno não tem disso não, disse meu amigo Saturnovsky.

Reza uma sentença proverbial que a primeira vítima nas guerras é a verdade. Os governos dos principais Estados estão em guerra com o Governo Federal em torno do vírus maledeto. A verdade sobre os óbitos nos Estados está contaminada de interesses políticos camuflados. Acamada e entubada, a verdade respira com ajuda de aparelhos de ar condicionado nos gabinetes oficiais.

Atribuir causos “suspeitos” à Covid em Pernambuco já está virando lenda urbana, tipo “depois de intenso tiroteio com a polícia, o meliante tombou suspeito de coronavírus”.

Os vírus da bala e da violência continuam a matar muito mais em Pernambuco e no Brazil. Mas a consciência nacional está anestesiada e só desperta quando ocorrem casos de grande repercussão social. Lavem bem suas consciências.

Quais as novidades nesta terra dos altos coqueiros? Eu contei ao meu amigo Saturnovsky que o socialista Paulo lidera uma dinastia infravermelha, junto com a comissária do cordão encarnado Tchê Lucianovskaya. Ao lado do cobrador de multas da CTTU e do IPTU-2021, Geraudo Julho, o camarada Kim Jong-Lucianovsky Sikera foi proclamado, desde o século passado, vice-prefeito vitalício desta cidade maurícia.

Se o vírus existe, tudo é permitido, liberou geral a farra das compras superfaturadas sem licitação. Segue em curso a temporada dos baixos instintos da corrupção.

Direita, volver, o Governo do Capitão encarna o reino do mal e recaem sobre ele os raios e tempestades, sob o signo do dragão da maldade. Em sendo autoproclamados de esquerda, os governadores se consideram credores de todas as indulgências e inocências, na licitude ou ilicitude. Que tal um governador margarina Doriana adquirir 3 mil respiradores chineses ao preço unitário de 183 mil reais e total de R$ 550 milhões, enquanto o similar nacional é cotado de R$ 40 a R$ 60 mil reais?! Não existe pecado em tempo de pandemia de corrupção.

A bordo do seu CD voador movido a álcool gel, meu amigo ET embarcou de volta aos anéis do planeta Saturno para fazer a crônica interplanetária dos micróbios políticos.  Volare, Saturnovsky, volare!

*Jornalista


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Banco de Alimentos

27/04


2020

A culpa é da casca de banana

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Um belo dia, ao caminhar numa estrada da vida, o Capitão Johnnie Bravo avistou uma casca de banana. “!Lá vou eu escorregar de novo”, avisou. Dito e feito. Atolou os quatro pés, de corpo e alma, na casca de banana, sem medo de ser infeliz. Esborrachou-se. Taokay!

A culpa é da casca de banana. A culpa é das bananas. A culpa é do bananal, protestou. Ao lado dele, à esquerda da vírgula, vinham caminhando os três zeros do Apocalipse, os detonautas  Zero 1, Zero 2 e Zero 3. Todíssimos unidos, eles deram um banana para a mundiça. Tá okay!

A vida é uma casca de banana. A política é uma casca de banana. Navegar em cascas de banana é o ofício da vida.

Eu vos direi: as bananas são inocentes. Banana dá sustança, engorda e faz crescer.

O Capitão e seus cordões umbilicais não cultivam aliados. O governo é autofágico, devora aliados. As provas estão nos autos,  senhores do conselho de sentença. Olhai o lírios dos campos, vide um Bebbiano, um general Santos Cruz, um Mandetta, o mais recente o valente e competente Sérgio Moro. Dedetizar um oportunista tipo Dória, tudo bem, pau nele.

A autofagia de que falo refere-se ao caso do aliado fiel de primeira hora, deputado Luciano Bivar, uma mulher intrépida feito a deputada Joice Hasselmann, entre outros que se tornaram alvo dos detonautas da família.

Até onde minha retina alcança Sergio Moro é herói nacional, credor de todos os louvores. Não me passa pela cabeça, nem de raspão, a ideia de que ele seja um traíra. (O bode rouco deve estar adorando) Isto não combina com a trajetória nem com o desapego dele ao poder.

A história do combate à corrupção no Brazil se divide em antes e depois do juiz Sérgio Moro e da Operação LavaJato. Apenas para lembra o óbvio, ele foi o cara que desbaratou e botou na cadeia a maior quadrilha de assalto aos cofres públicos do País. Botou na cadeia e amarrou os processos, lutando contra as forças supremas do mal. Isto não é pouca coisa. E o mais são filigranas jurídicas. Não se combate corrupção pesada com delicadezas nem com luvas de pelica.

A partir de agora o previsível é que as forças do mal irão redobrar o empenho para anular os processos das quadrilhas do Petrolão, com base na declaração, sumamente inverossímil, de que Moro tentou barganhar para ser indicado ministro do Supremo. Um cara que enfrentou e venceu tantos demônios na Operação LavaJato ... imagino que esteja acima mesquinharias, ou do contrário devemos acreditar na conspiração das cascas de banana.  

Ao meu rei, tudo, menos a honra, diz a sabedoria proverbial. Ser aliado e defensor, sim; ser capacho, never jamais.  

A fila anda. Próxima temporada qual ministro irá interpretar o papel de casca de banana? Novos episódios são previsíveis.

Este é o meu tratado filosófico sobre as cascas de bananas.  Meu colega o filósofo Nietzsche, modéstia à parte, falava no “eterno retorno”. O tema vem desde a Antiguidade. É a predestinação da vida.

*Jornalista


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Prefeitura de Serra Talhada

20/04


2020

O AI-19 lacrou. É a ditadura horizontal

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Ditadura de esquerda, ditadura de direita, que bicho é este? A bordo do maledeto vírus chinês, a nova onda é a ditadura horizontal, o AI-19.

“Nada do que foi será/ de novo do jeito que já foi um dia/ tudo passa, tudo sempre passará”, decretou o filósofo Lulu Santos.

Ditaduras do passado? Atos Institucionais?! Tanques de guerra. Isto são vírus do passado. AI-5 é tipo um Covid-Zero. Caducou, como uma onda no mar.

No momento em que o mundo civilizado adota precauções científicas para retomar, gradualmente, as atividades econômicas, o Brazil segue na linha do mais fácil, lacrar o máximo possível e aprofundar a recessão.

Por decisão do STF os governadores e prefeitos mandam mais que o presidente da República. Quem é funcionário público e tem emprego garantido, aproveita o descanso prolongado, e o mais, comércio, serviços, que se exploda.

A novidade é editar o AI-19, por conta do estado de emergência, pra torrar dinheiro em contratos sem licitação, espionar a vida dos cidadãos e manter a ditadura do confinamento horizontal.

À moda das tropas nazistas e da KGB, a polícia prendeu, humilhou e algemou um cidadão pelo “crime” de estar sentado, sozinho e desarmado, num banco no calçadão da Av. Boa Viagem. Dizei, governador truculento Paulo Câmara: o nome disto é o que? Democracia?! Estado de Direito?! Se for corrupto, bandido ou ladrão, não poderá ser preso e nem em terceira instância.

Dirão que não foi preso, foi apenas detido. Algemado,  humilhado, agredido e conduzido até a delegacia debaixo de tapas e beijos, pero sem perder la ternura jamais.Cinismo.  

Que tal editar o AI-19 numa ilha turística de 3.500 habitantes?! Os ilhéus estão sendo obrigados a preencher um requerimento, à moda da ditadura cubana, ao sair de casa para fazer compras na padaria ou na farmácia. Se deixar de preencher o formulário será preso e humilhado em primeiríssima instância. Faz lembrar o Grande Irmão-Big Brother de George Orwell no livro “1984”. “O Grande Irmão está te observando”, dizia o ditador. O livro foi inspirado na figura sinistra do ditador soviético Joseph Stalin.     

Há muito tempo Pernambuco vivencia uma pandemia de tiros, facadas, acidentes de carros e de motos, diabetes. Não de agora, há muito tempo foi decretado, com trânsito em julgado, o colapso do Hospital da Restauração, do Hospital Oswaldo Cruz, das unidades de saúde no geral que atendem pelo SUS. 

Sempre haverá em Pernambuco, numa população de 10 milhões de habitantes, 200 ou 300 casos de doenças respiratórias. E sempre haverá uma centena de mortes por doenças no pulmão, tuberculose ou infecções do gênero. A depender destas estatísticas, nunca mais o comercio regular de Pernambuco será reaberto.

A China Continental que exportou o vírus também construiu a Grande Muralha, uma das sete maravilhas do mundo, bem lembrado pelo nosso amigo, o querido deputado Inocêncio Oliveira. Digo eu, precisamos construir muralhas bioquímicas contra o novo coronavírus e também contra o novo arbítrio da ditadura horizontal.

*Jornalista


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Comentários

adalberto ribeiro

Esta Foto pedindo que militares fechem o Congresso ou intervenção militar não tem a ver com meu artigo


O Jornal do Poder

13/04


2020

Zeus me livre de acreditar num Deus do ódio

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Existe uma lenda no Hemisfério Norte de que abril é o mais cruel dos meses. A crueldade fica por conta das nevascas, do gelo, do confinamento nas lareiras. O genial T. S. Elliot traduz no tom poético:

“Abril é o mais cruel dos meses,

Germina lilases da terra morta, mistura

Memória e desejo, aviva

Agônicas raízes com a

Chuva da primavera”

Este ano no hemisfério Norte, no planeta, no hemisfério Brazil, no hemisfério do bairro das Graças, da Jaqueira, da Serra da Borborema et Orbi – a crueldade ficou por conta da curva ascendente/ou declive do maledeto inseto chinês. As penitências e a Ressurreição da Quaresma transcorrem em meio a horizontes sombrios.

Além da politização do vírus, também existe um componente de crendice nesse capítulo da pandemia. Pessoas alienadas, por ignorância ou inocência, atribuem as doenças a um castigo dos céus, dizem que as profecias estão sendo cumpridas.

O Deus criador do universo, regente das estrelas e dos planetas, é uma grandeza infinitamente além de instintos perversos. Zeus me livre de acreditar num Deus do ódio que comanda vírus para provocar tragédias e se vingar da humanidade pecadora.

Na Idade Média, ainda não havia acontecido o festival de sexo, drogas e rock n’roll de Woodstock, nem as surubas do Big Brother Brazil, nem peças de teatro chamando o  Divino Nazareno de gay. Nem a cocaína rolava nas noites de New York. Nem os maconheiros de Jamaica navegavam no nirvana. Mesmo assim, a Peste Negra dizimou mais de 150 milhões de almas.

Os bacanais sempre existiram desde os tempos do presidente Nero e de Sodoma e Gomorra. Vem daí o ibope das novelas da Globo.

Os globalistas preconizam a formação de um organismo planetário para governar as nações, assim tipo a ONU, com poderes de fato e de direito sobre todos os governos nacionais.

Noves fora teorias conspiratórias, vale a constatação de que instituições internacionais tipo a Organização Mundial de Saúde (OMS) opera na condição de afiliada do império comunista da China. O dirigente máximo veio de uma facção marxista-leninista da Etiópia.

A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), braço regional da OMS, funciona como mão-de-força ideológica no continente.

A pandemia desnuda o potencial das guerras bacteriológicas, mais que os arsenais atômicos dos Estados Unidos, da China e da Rússia.

*Jornalista


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Shopping Aragão

30/03


2020

Darth Vader e o vírus das trevas

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Efeito Borboleta é uma realidade. O bater de asas de uma borboleta no Japão produz terremotos nos quadrantes da terra. Faz parte da Teoria do Caos em forma de alegoria. Na versão da bem-aventurança o beijo de beija-flor no luar do sertão ilumina os cientistas na descoberta de vacinas e irradia esperanças nos corações humanos.

Está decretada a Primeira Guerra Cibernética Planetária. Um vírus bateu asas nas cavernas da cidade de Wuhan na China e abalou as placas tectônicas do planeta. Os vírus navegam na velocidade da peste bubônica e na velocidade de Dom Flash, o velocista escarlate.

Desde a Peste Negra na Idade Média, os bichos invisíveis matam mais que as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki. Só não matam mais que comunistas e nazistas, genocidas de milhões de humanos.     

Com sua mascara de aço e respiração mecânica, o herói Darth Vader combate o vírus Cavaleiro das Trevas em Ameaça Fantasma.

Vade retro, coronavirus maledeto!  

O genial Michael Jackson cantava e dançava na lua – Moonwalk, lindo, emocionante!  Darth Vader, o herói da Guerra nas Estrelas, foi nascido Skywalker, o caminhante do céu.   

A metáfora do Efeito Borboleta me veio à lembrança ao ler artigo do guru tributário Everardo Maciel, em torno de uma preconizada moratória tributária por conta da tragédia do vírus. “Jamais foi tão dolorosa a expressão real de uma alegoria do Efeito Borboleta, extraída da Teoria do Caos: uma borboleta bate as asas em Pequim e produz um terremoto em San Francisco”.   

Falar em moratória, ah inocente! O previsível é que os donos do Fisco irão aproveitar a crise para esfolar ainda mais os pagadores de impostos. Faz parte da natureza do escorpião.    

Criatura de boa fé, Everardo propõe um refrigério nos litígios e cobranças tributárias do governo. Abril é o mês de arrastão do Imposto de Renda. Assim feito os vírus e as bactérias, os vilões da Receita Federal despejam bombinhas atômicas nas cabeças das pessoas físicas, pessoas bioquímicas e pessoas jurídicas.

Figura inoxidável, Everardo sabe tudo sobre o sistema tributário, sabe tudo e mais um delta Y. À moda do filósofo grego Sócrates, deveria desaprender muitas coisas para se tornar mais sábio. Também erra ao digitar a palavra “contribuinte”, uma miragem, quando o nome certo é “pagador”, ou “paciente”.

Um agente do Fisco bate asas a bordo do sistema tributário e estremece o coração do Brazil. Eis a teoria do Efeito Terremoto da descarga tributária.

*Jornalista    


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23/03


2020

Os vírus conspiram contra a humanidade

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Século 14, anos mais ou menos de 1343 a 1353, a peste negra dizimou um terço da população da Eurásia (atual Europa e Ásia), algo em torno de 150 milhões de almas. Hoje seria mais que toda a população da China. A peste era transmitida pela bactéria Yersinia Pestis através das pulgas dos ratos pretos. O bicho da Peste Negra veio da Rota da Seda na China, e o Coronavírus também.

Tempos medievais, havia a crença de castigo dos céus diante dos pecados da humanidade terrestre. Deus, ou os deuses, segundo a crença, era vingativo, implacável diante dos hominídeos pecadores. Não bastava condenar os pecadores ao fogo eterno do inferno, a religião também condenava os degredados de Eva e Adão a sofrimentos cruéis neste vale de lágrimas.

O Continente demorou mais de dois séculos para se recuperar da tragédia, a maior pandemia da historia da humanidade.

Ou seria a Peste Negra naqueles tempos medievais, segundo os fanáticos, a expiação dos pecados assim feito os sofrimentos de Jó: “Deus permitiu que Satanás tirasse os bens e a família de Jó e que lhe afligisse com úlceras malignas...”

O Deus implacável dos Sofrimentos de Jó não combina com o Deus cósmico e universal, nem combina com o humanamente divino de Spinoza:

“Pare de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que você mesmo construiu e acredita ser a minha casa! Minha casa são as montanhas, os bosques, os rios, os lagos, as praias, onde vivo e expresso Amor por você. Pare de me culpar pela sua vida miserável! Eu nunca disse que há algo mau em você, que é um pecador ou que sua sexualidade seja algo ruim. O sexo é um presente que lhe dei e com o qual você pode expressar amor, êxtase, alegria. Assim, não me culpe por tudo o que o fizeram crer.

“Pare de ter medo de mim! Eu não o julgo, nem o critico, nem me irrito, nem o incomodo, nem o castigo. Eu sou puro Amor”.

O século 20 foi o século das guerras, das atrocidades e genocídios cometidos por comunistas e nazistas e das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki no Japão. E foi também o século da descoberta da penicilina e das vacinas. 

Aterrorizante é saber que pela primeira vez na história um vírus paralisou o planeta, irá afetar a saúde dos povos e a economia mundial.

Existe o princípio de que as nações se unem em tempos de guerra. Pandemia é mais que uma guerra. Nosso País e o mundo estão à beira de uma recessão/depressão econômica, com resultante de desemprego em massa e crise social. Eis uma triste realidade no momento em que o País começava a recuperar empregos.

Desviar o foco no enfrentamento da pandemia e fazer oposição mesquinha ao governo é atitude leviana e antipatriótica. Faz parte do fanatismo ideológico vermelho.

*Jornalista


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16/03


2020

O amor nos tempos do Coronavírus

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – “O amor nos tempos do cólera”, eis um romance maravilhoso, de Gabriel Garcia Marques, o genial Dom Gabo, ficção com tinturas de realismo mágico.  Hoje seria “O amor nos tempos do Coronavírus”. 

A inspiração do enredo vem da seiva do amor em família. O pai de Dom Gabo, Gabriel Eligio Garcia, telegrafista, violonista e poeta, vivenciou um amor proibido.

O vibrião colérico infestava os ares e os lares da cidade lendária  de Cartagena de Las Índias, no Caribe. O amor impregnava o coração dos jovens Fermina Daza, uma deusa coroada, e Florentino Ariza, humilde telegrafista, violonista e poeta. Mas, no meio do caminho havia o coração colérico do coronel Lorenzo Daza, pai da donzela.

“Afaste-se do nosso caminho”, ordenou o coronel Lorenzo Daza.  Fermina foi mandada em viagem a um porto distante de modo a esquecer o amor de Florentino. O coração dela estava reservado para o doutor Juvenal Urbino, um médico afamado, figura aristocrática e Comendador da Legião de Honra. Feito um São Lucas, médico de homens e de almas, ele cuidava dos desvalidos enfermos do vibrião colérico.

O doutor Juvenal Urbino casou com Fermina Daza e o poeta Floretino Ariza ficou na sofrência. O vibrião colérico barbarizava e o coração de Florentino Ariza flamejava de amor.   

Qual a terapia para exterminar o vibrião colérico? Tiros de canhão com pólvora eram detonados para purificar os ares pestilentos e apascentar o coração de Fermina Daza. 

Muitas luas se passaram. Um belo dia, o doutor Juvenal Urbino morre de morte morrida. (A descrição sobre a morte do Doutor Juvenal Urbino é uma das páginas mais belas e comoventes da literatura latino-americana).      

Florentino Ariza continuava ligado na virtuosa viúva.  Foi visitar o velório, um olho no caixão, outro na criatura. Fermina, meu coração por ti gela, estou aqui para ti consolar. Perguntou a ela: vc faz parte do Instagram? Que tal a gente dar um rolé na night para tomar um vinho?! Fermina ficou ligada. 

Para encurtar a história, a viúva Fermina Daza ainda dava um bom caldo e o caçador Florentino Ariza aproveitou para tirar o atraso.   

Os vírus afligem a humanidade desde os primórdios. As paixões incandescem os corações humanos desde as cavernas.

*Jornalista


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09/03


2020

Corona chegou e a mundiça vermelha delirou, delirou

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O coronavirus derruba a Bolsa de Valores. O dólar opera em alta. São registrados 15 ou 12 ou 20 casos suspeitos da doença em todo o Brazil-continente numa população de 221.195.203 habitantes. A mundiça da seita vermelha faz uma farra danada, comemora as trapalhadas. O ideal, segundo eles, seria o presidente sair na tapa e chamar os jornalistas de filhos de uma mãe heterodoxa. A seita vai adorar.

Ah maldade! Estão dizendo que a irmã Damares quer impor a abstinência sexual aos gregos e aos troianos, aos pernambucanos, aos paulistanos, paraibanos, Waldick Sorianos, baianos, maometanos e até aos últimos dos moicanos. Never, jamais! A dama da goiabeira recomenda abstinência sexual apenas para as meninas de 10 ou 12 anos não serem emprenhadas nos bailes punks e funk e na dança da boquinha da garrafa.

No mais, as donzelas do grelo duro, os marmanjos do grelo mole, criaturas do sexo binário e trifásico de 20, 30 e 80 anos, mulheres sexag que têm um ponto fora da curva, liberem seus hormônios, os pequenos lábios, os grandes lábios, podem rosetar à vontade, enquanto houver sol, enquanto houver lua, enquanto aguentar o rojão.

A erotização das empresas públicas levou o Brazil aos caminhos da perdição. Nosso País parecia uma casa de recursos, como se dizia antigamente, o Eros. A Petrobras refinava sonhos eróticos. Eu quero mesmo é rosetar o Brazil, dizia o bode rouco a bordo da petrolífera.

Maior casa de recursos do Brazil, onde rolam bilhões de denários, o BNDES serviu de ponto de encontro para transas escandalosas com ditadores de Cuba, Venezuela, Nicarágua e republiquetas africanas.

Conhecido taradão internacional, um tal de Nicolas Maduro participou de grandes orgias nas alcovas de cetim. Um dos casos mais escandalosos aconteceu com uma família de tarados de Angola,  milionários e tarados por corrupção. Mais de 3 bilhões rolaram nessas transas libidinosas, parceria BNDES-Angola. A família dos tarados corruptos mantinha laços de amizade com a seita vermelha.      

Assim tipo condenamos a erotização de crianças e inocentes, também  devemos repudiar a prática de sexo explícito pelos órgãos públicos de nosso Brazil.   

À moda de Damares, sugiro que as empresas públicas adotem usar cinto de castidade para evitar a prática de atos libidinosos contra nosso Brazil. E vou além: quem rouba os cofres públicos deveria ser capado para never more rosetar nossos sonhos verde-amarelos!

*Jornalista


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02/03


2020

O direito de ir às ruas

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – A mentira inventou que a mentira tem pernas curtas. Que mentira, que lorota boa. A mentira tem pernas compridas, grossas, roliças. A mentira é cabeluda, cheia de charme. Viaja de supersônico com botas de sete léguas.

Autoproclamada dona da verdade, dona mentira inventou a lorota de que as manifestações de rua no dia de 15 março, em apoio ao presidente da República, seriam um golpe contra a democracia.

Constituição Federal – Capítulo I – Dos Direitos e deveres individuais e coletivos – Art. 5 – Parágrafo XVI:

Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente.

Não se vislumbra na mensagem do presidente da República um fio de cabelo de sapo que possa configurar ofensa aos poderes constituídos ou ao Congresso Nacional. O presidente é que foi chamado até de arroz doce. As lideranças governistas deram vacilo na votação em plenário e agora correm par tirar o prejuízo através de veto. 

As manifestações visam garimpar apoio popular para o presidente da República se livrar do chamado “parlamentarismo branco”, ou furta-cor, no qual os inocentes donos do Congresso poderiam dispor de uma bagatela de 30 bilhões de denários para fazer caridade pública. 

Os goelas, aliás, os donos do Congresso Nacional juram ser movidos pelas melhores intenções para deglutir, ou seja, para distribuir recursos bilionários com seus filhotes. 

Somos todos bem intencionados na vida. Se você perguntar a um senador a bordo de uma retroescavadeira: Quais são suas intenções, excelência? Ele dirá: minhas intenções são as mais nobres possíveis. Eu quero apenas estraçalhar, exterminar e trucidar esse bando de filhos de mães não republicanas.  Quero mandá-los para o céu, diria, cheio de intenções angelicais.   

Haveria suspiros antidemocráticos no meio do caminho? Com a palavra o vice-presidente general Mourão, figura inoxidável: o governo cumpre a missão de restaurar e reerguer a Pátria, de libertá-la do jugo da corrupção, da criminalidade e da submissão ideológica vermelha.

E mais, tremei mundiça vermelha: o Brazil está na trilha para se transformar numa vibrante e próspera democracia liberal do Hemisfério Sul, noves fora os coronarovírus marxista e submarxista.              

Depois da travessia do mar vermelho, o Governo navega muito além de factoides do dia a dia ou eventuais dissonâncias de seus  personagens expostos na ribalta. O Brazil conquistou seu livramento. Oh glória!

*Jornalista


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17/02


2020

O amor púrpura e os tiranos vermelhos

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O chefe de Estado do Vaticano recebeu em audiência o autoproclamado guru da seita vermelha para tratar de 1) um mundo mais justo e fraterno, ou seja, prisão de meliantes na milésima instância; 2) o Sínodo da Amazônia, tipo as benditas palestras da Odebrecht; 3) o combate à pobreza, a saber, o coronavírus da corrupção no Brazil.

E a mundiça da seita vermelha delirou, delirou! Nunca antes na história do Vaticano...

Qual a razão do encontro dessas potências? Zero religião. As duas almas são políticas até o tutano. O chefe do Estado do Vaticano não reza uma Ave Maria. Adora um palanque, de preferência vermelho. Dia desses ele recebeu de presente do cocalero boliviano um Crucifixo na forma do símbolo comunista foice e martelo. Ficou encantado. Que lindo!

Quando toma um pileque, ou seja, todo santo dia, o guru da seita vermelha chama Jesus de Genésio.

Qual a religião do bode rouco? Assim falou o Cardeal Dom Eusebio Scheid aos seus discípulos em 13 de abril de 2005, quando da escolha do atual chefe de Estado do Vaticano. “(....) não é católico, é caótico (....) Ele e o Espírito Santo não se entendem bem. (....) Não é um modelo de cristão. Quem é católico não pode ser a favor do aborto”. Pronto. Falou. Dom Eusebio foi um dos 117 cardeais que participaram do Conclave para eleição do atual Papa. 

Em meados dos anos 1970 e 1980 a Argentina vivenciou a brutal   ditadura militar do general Jorge Rafael Videla, sendo os cristãos perseguidos.  Há relatos de que um certo cardeal Bergoglio foi omisso, e também de que salvou vidas, mas em tempo algum o cardeal globalista enfrentou a ditadura de peito aberto.

A juíza aposentada do Rio de Janeiro, Denise Frossard, matou a charada: “O Papa recebeu um criminoso no Vaticano. Como religioso, nada a opor. Mas ele também é chefe de Estado e aí tudo a opor. Esclareça, Santidade”. 

Frossard é aquela mulher valente e competente que em 1993 botou na cadeia a máfia do jogo do bicho no Rio de Janeiro.       

O amor da cor púrpura do Vaticano já confraternizou com ditadores fratricidas tipo Nicolas Maduro, o energúmeno Fidel Castro, com licença da palavra, e o cocalero Evo Morales, e agora beija as mãos do guru da seita vermelha.

Agnes Dei, qui tollis peccata mundi, miserere nobis – Cordeiro de Deus que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós!

*Jornalista


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Comentários

Kelson Menezes da silva

Adoro esse blog no entanto esse jornaliste é ridículo , tremendo babaca que toma partido deveria ser apartidário talvez desse certo , detalhes quando vejo as publicações desse nem leio



10/02


2020

Pessoas Jurídicas são seres quase humanos

Por José Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Zero novidade dizer que a cada ano 60 mil pessoas físicas e bioquímicas morrem a cada ano neste Brazil de morte matada, de susto, de surto, de bala ou vício. Um pouco de novidade é lembrar que o índice de violência foi reduzido em 22 por cento ano passado, graças ao bom combate do nosso herói ministro Sérgio Moro e políticas regionais, noves fora a torcida malévola da seita vermelha.  

Dizei-me, pesquisadores, quantas Pessoas Jurídicas, de todíssimos os tamanhos, são assassinadas, abortadas e oprimidas pelo Fisco, dos cobradores de impostos federais, estaduais, distritais e de quarteirões e agentes do sistema financeiro parasitário! Além dos homicídios e feminicídios, os PJoticídios são praticados pelos esquadrões antissociais, antieconômicos e desumanos. A cada Pessoa Jurídica trucidada, também são mutiladas famílias de pessoas físicas e bioquímicas.  

William Zé do Bonner deveria informar em nome do bom jornalismo: Telespectadores dos sexos monofásico, binário e trifásico, nossa equipe de reportagem apurou que durante arrastão do Fisco e de goelas do sistema financeiro parasitário, milhares de Pessoas Jurídicas entraram em óbito e tiveram que fecharas portas.

Isto a Globo não fala, nem o bispo Macedo, nem Gugu Liberato, nem Roberto Marinho, nem Chacrinha, nem Ferreira Costa, nem Silvio Santos, nem o Repórter Esso, nem Sérgio Moro, ninguém fala. Não sei porquê.  

Pessoas Jurídicas recém nascidas padecem com os coronarovírus das licenças, taxas, impostos, encargos trabalhistas, propinas, burocracias, burrocracias e estupidez dos burocratas e tecnocratas. Até hoje, os cientistas não conseguiram produzir nenhuma vacina contra o vírus da burrice e da estupidez reinante na burocracia e na máquina administrativa em todos os quadrados.

Os algozes sócios das receitas públicas e do sistema financeiro parasitário sentem orgasmos múltiplos quando esfolam e levam uma Pessoa Jurídica a óbito. Essa gente parte do princípio de que pagar impostos imorais e extorsivos é uma fatalidade na vida.        

As empresas assassinadas deixam herdeiros... herdeiros de dívidas. São os viúvos, viúvas, órfãos, desempregados, dependentes. Os cobradores de impostos e tributaristas navegam nos altíssimos salários e privilégios às custas dos trabalhadores e empresas de que são sócios compulsórios.

Quando eu crescer e for um juiz valente feito Sergio Moro vou acionar a Operação LavaJato para combater a corrupção de costumes dos Pjoticídios. Pessoas Jurídicas possuem telhados, paredes e coração, são seres quase humanos, são seres transumamos.

*Jornalista


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03/02


2020

Viva a democracia! Viva o cordão azul! Viva o tatu!

Por José  Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O que seria do azul se não fosse o amarelo?! O que seria do cordão encarnado se não fosse o cordão azul?! A democracia é um pastoril. Viva a democracia! Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu! Assim diria o veio Mangaba em seu pastoril.

Boa noite, bom dia, meus senhores todos, boa dia senhoras também, as pastorinhas belas anunciam o pastoril do cordão azul e do cordão encarnado.  

Alvíssaras! Olha só quem aflorou no recinto, o artista-empreendedor Gilson Machado Neto, presidente da Aliança pelo Brasil em Pernambuco e comandante em chefe da Embratur, o coronel Meira, coordenador das caravelas bolsonarianas nesta capitania de Pernambuco.  

Aconteceu no sábado (dia 1) o mega evento de mobilização da Aliança no Centro de Convenções. Esta é uma realidade emergente em Pernambuco e no Brazil. O magnetismo do poder federal irá gerar ressonâncias na boca das urnas municipais.

Qual a mensagem, comandante Gilson Machado Neto? A Aliança pelo Brasil nasce sob o signo do respeito aos valores religiosos e da família, o conservadorismo cristão e o liberalismo no campo econômico, estímulo ao empreendedorismo e à meritocracia. Eis o primado da democracia e repúdio às ditaduras, reforça o jornalista Sílvio Nascimento, coordenador da agremiação.     

Coronel Meira, qual é o mote? Os grupamentos de direita estão se unindo em Pernambuco. O evento no Centro de Convenções cadastrou mais de 3 mil apoiadores. Conservadorismo nos princípios e liberalismo na economia, este é o lema da Aliança.

A partir de março a sigla deve estar organizada para as eleições.    

Os cavalheiros andantes proclamam, sem medo das patrulhas rodoviárias ideológicas, a criação de um partido de direita em Pernambuco e no Brazil.

O prisma da democracia contempla todas as cores do arco-íris, o azul e o encarnado, o amarelo, verde, violeta, índigo, laranja, e a soma é o branco da paz.   

Durante mais de cinco décadas foi aplicada a lavagem cerebral malévola das esquerdas no coração do Brazil. A doutrinação deitou raízes na consciência nacional e certamente irá demorar uma geração para ser revertida.  

A esquerda ortodoxa continua doente de ódios. Exemplo é a indicação da atriz Regina Duarte para a Secretaria Nacional da Cultura. As lombrigas vermelhas destilam, respiram e inspiram maldades contra a regente Regina. Faz parte da natureza do escorpião.

O cordão encarnado dos corruptos presos e condenados se autoproclama credor de todas as indulgências.

*Jornalista


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Comentários

Kelson Menezes da silva

Ridículo as postagens desse bosta , o cara respira odio a um partido e amor ao outro ridículo, magno tão inteligente abrir espaço pra um bosta desse literalmente um bosta de jornalista se essa bosta for



27/01


2020

Eleição municipal é parada federal

Por Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Cada eleição tem sua história peculiar e nada se repete. Esta é uma lei imutável, transitada em julgado, nem os aiatolás de Brasília revogam.

Olha só quem aflorou no recinto, o cavaleiro andante da Embratur, Gilson Machado Neto! Bolsonariano-raiz, faz parte da legião dos pioneiros da Aliança Pelo Brasil. GMN comanda o cruzeiro orquestral da Embratur em mar de almirante e céu de tenente-brigadeiro. Empreendedor, amigo do peito do capitão e a bordo do pavilhão da Aliança Pelo Brasil, GMN é liderança emergente que poderá se converter em fato novo na sucessão municipal de Recife.

Convém analisar as CNTP – Condições Naturais de Temperatura e Pressão. O cara é ninja no pentagrama musical e nas plataformas da Embratur. Tá ligado em 220 volts, segundo o capitão.  

Experiente e engenhoso, o ex governador Mendonça Filho reúne condições objetivas para encarar e vencer a patota da mundiça vermelha e assemelhados, no primeiro ou segundo turno.     

Formosa criatura, montada no cavalo branco de combate à corrupção, a delegada Patrícia Domingos apresenta lampejos de fato novo. Mas, é feito meteoro, estrela passageira. O nome dela não ecoa na Cova da Onça, nas esquinas de Água Fria, nas periferias. Ser candidata a vice ou Câmara de Vereadores já seria de bom tamanho.

Governo do Estado e Prefeitura do Recife mobilizam estruturas poderosas para impulsionar a candidatura do garoto que se presume herdeiro da capitania hereditária. Mas, o pirralho na avança nas pesquisas internas. Há pedras no caminho, a saber, a mamadeira da Odebrecht e as desavenças de família que poderão inviabiliza-lo.      

O guru da seita vermelha estimula a candidatura da sinhazinha Marília Arraes. Vejamos o que dirá o psiquiatra do cordão encarnado.                

O PSDB é uma barragem com rachaduras. Um passarinho me contou que um afluente tucano fará a transição para novo abrigo em busca do apoio do presidente Bolsonaro.

Ex-prefeito e ex-governador, Joaquim Francisco faz parte da malha das cogitações para ocupar posição majoritária na sucessão municipal.

Lembrai a proverbial sentença de que a ilusão eleitoral é maior que a ilusão do amor.

*Jornalista


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