O flagelo Gengis Khan

Jose Adalbertovsky Ribeiro*

MONTANHAS DA JAQUEIRA – O Imperador mongol Gengis Khan, que se autoproclamava “um flagelo de Deus” e veio às trevas em nosso planeta no século 12, é considerado o patrono da guerra bacteriológica. O divertimento preferido dele era usar uma catapulta para lançar cadáveres nas muralhas do inimigo. Reza a lenda que ele avançou até na muralha da China e foi o maior conquistador de territórios da história. Também conquistou o coração de 500 esposas e concubinas. Em sendo boiola, conquistou o amor de muitos mancebos.

Alma penada, o espírito de Gengis Kahn foi perpetuado como memória do mal. Onde houver surtos, epidemias e pandemias, ele estará presente. Na Peste Negra, ocorrida século 15, quando foram dizimadas cerca de 150 milhões de almas, ele ficou felicíssimo.o bicho era amigo do peito da terrível bactéria Yersinia pestis, transmissora da doença. Ainda hoje essa miséria transmite a peste bubônica.

Discípulos de Gengis circulam livremente nos tempos de hoje. Nascem por geração espontânea nos estrumes da vida. Há indícios de que o “flagelo de Deus” era uma bactéria gigante em forma de gente. A saber. Qual a diferença entre um protozoário e um ser humano? Primeiro, tamanho não é documento. Bactérias microscópicas medem milionésimos de milímetros e são apenas visíveis em microscópios eletrônicos. Bactérias humanoides pesam arrobas e medem até 1 metro e 80 de altura.    

A política, a mídia, as artes, as universidades estão infestadas de bactérias e micróbios de vários gêneros sob a forma de humanoides. De humanos possuem apenas a carcaça e o esqueleto.

A saber, existem bactérias do bem. O corpo humano é um depósito de bactérias na pele, nos cabelos, nas tripas, nas mucosas, elas sempre trabalhando para fazer a digestão, proteger o corpo contra micróbios invasores, fortalecer o sistema imunológico.     

Até hoje nem 1 cientista conseguiu provar que uma excrescência comunista chamado Nicolas Maduro seja gente. Tudo indica tratar-se de um big coliforme com talvez 10 arrobas de peso. A bactéria Persinia pestis matou milhões na Eur-Asia, a bactéria Nicolas Maduro martiriza milhões na Venezuela.

O bode rouco corrupto é um vírus terrível que ainda hoje paralisa o cérebro dos devotos. A maioria dos devotos são anencéfalos, possuem apenas minhocas no cérebro.          

Noutros tempos, quando ainda não havia a Covid19 e mesmo sem conhecer esta terra dos arrecifes lendários, George Orwell apitou em tom profético na Revolução dos Bichos: “Doze vozes gritavam, cheias de ódio, e eram todas iguais. Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já era impossível distinguir quem era homem, quem era porco”.

Nesta terrinha dos altos coqueiros e dos altos chiqueiros os porcos hoje respiram com ajuda de aparelhos superfaturados.  

*Jornalista. E-mail: joseadalbertoribeiro@gmail.com.

Publicado em: 14/09/2020