FMO


21/03


2015

Coluna do sabadão

     Dilma tem dinheiro?

Enfim, os governadores do Nordeste terão uma agenda conjunta com a presidente Dilma. Acontece na próxima quarta-feira, em Brasília, depois de o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), insistir. Foi em João Pessoa, há dois meses, que os nove chefes de Estado da região se encontraram para discutir pleitos consensuais.

Os governadores querem priorizar novas fontes de financiamento para a saúde que garantam a elevação do patamar de atendimento à população, que tem se tornado cada vez mais difícil, bem como a ampliação dos serviços contemplados com as atuais fontes de financiamento.

Acham que o Governo Federal e o Congresso Nacional precisam abrir uma discussão que traga recursos financeiros para o custeio do Sistema Único de Saúde, com o direcionamento prioritário dos recursos para a Média e Alta Complexidade, possibilitando eficiência com a implantação de novas formas de gestão.

A Dilma, dirão que solicitaram aos ministros do Supremo Tribunal Federal a votação do mérito da ADIN 4917, que permite a entrada em vigor da Lei dos Royalties do Petróleo (Lei 12.734/2012), legitimamente aprovada no Congresso Nacional. Querem também a redefinição do papel da União com a construção de uma política nacional que contemple a modernização das Forças de Segurança (polícias militar, civil e bombeiros) dos Estados.

E também a elaboração de um plano nacional integrado de combate às drogas e armas, e a imediata implementação do Programa Crack: é Possível Vencer, que, apesar de anunciado pelo Governo Federal, ainda não foi totalmente implantado, bem como a criação do Fundo Complementar para a segurança pública.

Pedirão ainda investimentos na infraestrutura e logística de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos do Nordeste, visando ao fortalecimento da integração regional como fator fundamental de competitividade e a inclusão de estudos que viabilizem a implantação de uma malha aeroviária da Região.

Por fim, os governadores querem a criação de uma linha de crédito especial, PROINVESTE NORDESTE, já no primeiro semestre de 2015, para investimentos em infraestrutura dos Estados, nos moldes do Pro investe atualmente em execução.

Isso sem falar da conclusão do projeto de modificação da tributação das operações interestaduais não presenciais, inclusive aquelas realizadas na modalidade de comércio eletrônico (compras pela internet), destinadas ao consumidor final, que precisa ser finalizado este ano no Congresso para entrar em vigor em 2015.

“O Nordeste não pode continuar a conviver com as perdas decorrentes do atual modelo de tributação do comércio eletrônico. Reivindicamos a manutenção dos juros praticados pelo BNB abaixo daqueles de outras instituições de crédito, como instrumento de desenvolvimento regional”, diz a carta dos governadores assinada em João Pessoa. Segundo o governador Paulo Câmara, os governadores também dirão a Dilma que apoiam as investigações dentro do Estado de Direito e o combate incessante à corrupção, com a punição de todos os culpados em quaisquer casos.

“Porém, entendemos que o Brasil não pode ser o País da agenda negativa e única. É preciso convergir esforços para superar os problemas e construir soluções que coloquem o País num cenário de crescimento, competitividade, aumento e distribuição de riquezas. O Brasil precisa de uma nova agenda política e econômica”, assinalou.

SAI O FEM– O governador Paulo Câmara anuncia o seu primeiro FEM na próxima segunda-feira no seminário da Amupe, a Associação Municipalista de Pernambuco. São R$ 300 milhões para investimentos, mas prefeitos que não tiverem prestado contas do fundo I e II não irão ter direito ao novo FEM, segundo explicou ao blog o governador durante o fórum Todos por Pernambuco, ontem,  em Afogados da Ingazeira.

Pedra no caminho – A deputada e presidente estadual do PT, Teresa Leitão, tem sido apontada por setores do Governo como impedimento para um entendimento em torno do aumento dos professores. Tudo porque, para discutir o reajuste, o Governo teria que, antes, contemplar 4.060 professores com o piso nacional, que ainda não recebem. A parlamentar não concorda.

 

 

A primeira baixa– O governador Paulo Câmara nomeou o ex-prefeito de Afrânio, Carlos Cavalcanti, o Carlinhos, para a Assessoria Especial sem saber que ele responde por processos na justiça por improbidade administrativa, sendo, portanto, ficha suja. Pelo que deixou a entender, ontem, na passagem pelo Pajeú, pode revogar a decisão.

Os excluídos – O vice-governador Raul Henry (PMDB) tem defendido a tese de que os prefeitos que não tenham prestado contas dos recursos recebidos para a última etapa do FEM, o Fundo de Emergência dos Municípios, não sejam contemplados no novo fundo que venha a ser anunciado pelo governador no seminário da Amupe, segunda-feira, no Recife.

Candidatíssima! – Presente, ontem, em Afogados da Ingazeira, ao seminário “Todos por Pernambuco”, a deputada estadual Raquel Lyra (PSB) praticamente confirmou que disputa a Prefeitura de Caruaru nas eleições do próximo ano. “Estou muito animada”, afirmou. Sobre a nomeação da ex-deputada Miriam Lacerda para a Assessoria Especial, a socialista disse que quem deveria explicar era o Governo.

 

 

 

CURTAS

HAJA APETITE! – Em Floresta, o governador teve que almoçar duas vezes na última quinta-feira após a abertura do seminário Todos por Pernambuco. Primeiro, na casa da prefeita Rorró Maniçoba (PSB), que é Ferraz; depois na casa do deputado Rodrigo Novaes. Ferraz e Novaes não se bicavam até Rodrigo ser vice de Rorró antes de ser eleito deputado. Mas já estão novamente rompidos.

DE BRANCO– Neopetista, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, apareceu, ontem, de camisa branca no seminário Todos por Pernambuco em Afogados da Ingazeira, o que pegou muita gente de surpresa. O branco é a cor adotada pelo ex-governador Eduardo Campos em campanha. Será que vai aderir ao Governo?

Perguntar não ofende: Paulo Câmara tem em caixa R$ 300 milhões para bancar um novo FEM?


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marcos

dilma BURRA, dilma BURRA, dilma BURRA, dilma BURRA, dilma BURRA, dilma BURRA

Nehemias Fernandes Jaques

LEMBRA DISSO? Apoio a Fujimori - O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem. Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).


Governo de PE - Redução nos Homicídios


20/03


2015

Coluna da sexta-feira

   Algo tirou Cid do sério

O agora ex-ministro Cid Gomes (PROS) foi jogar para a plateia, querendo ser mais honesto do que o rei e se deu mal. Entra para a história como o primeiro ministro a ser defenestrado do cargo quando discursava da tribuna da Câmara dos Deputados. Discursava não, berrava.

Berrava não, soltava impropérios, dignos de uma republiqueta de bananas. Seu comportamento não surpreendeu ninguém, só os que não conhecem o DNA dos Gomes cearenses, pontilhado pela arrogância e a petulância. Cid vem da escolinha do irmão, o ex-ministro Ciro Gomes.

Para quem não se lembra, candidato à Presidência da República, Ciro inviabilizou-se, perdendo o lugar na briga de segundo turno, atropelado pela língua. Agrediu gratuitamente as mulheres brasileiras insinuando que a sua esposa só cumpria o papel de dormir com ele.

No caso de Cid, ele já chegou à Câmara dos Deputados arrotando poder, para dar explicações sobre as declarações de que a Casa tinha 400 achacadores. Fosse mais inteligente, educado e humilde, teria pedido desculpas perante o plenário e se saído muito bem.

Mas, não. Agrediu de forma virulenta o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontando, da tribuna, o dedo em direção a ele, para carimbá-lo de achacador. Uma postura lamentável para um homem público, que governou o seu Estado e vinha ocupando uma pasta que devia educar e com o gesto deseducou o País.

É fato que o Congresso está desgastado e vive uma terrível fase, mas as agressões do senhor Cid não atingiram os deputados e sim a instituição, um poder, que tem que ser respeitado e zelado. A impressão que Cid deixou é que não estava dentro da sua normalidade, mas sob o efeito de algo que o tirou do sério.

CHORA, FLORESTA! – A prefeita de Floresta, Rorró Maniçoba (PSB), caprichou nos pleitos encaminhados, ontem, ao governador Paulo Câmara. Enumerou nada menos do que 25 reivindicações, citando uma a uma no seu discurso. “No nosso município é carente de tudo e não poderíamos ter perdido a oportunidade”, disse Rorró, que acabou arrancando aplausos da plateia na medida em que lia o seu listão de pedidos.

Segurança na UTI – Na passagem, ontem, por Floresta, onde abriu o seminário Todos por Pernambuco em sua quarta etapa, o governador Paulo Câmara inaugurou uma delegacia regional que passa a ser uma ilha de exceção em termos de equipamentos, porque as demais da região estão um caos. Algumas, como as de Carnaubeira da Penha e Jatobá, fechadas para o balanço no turno na noite por fala de policiais.

 

Corte salgado– Presente, ontem, ao seminário de Floresta, o prefeito de Petrolândia, Lourival Simões (PR), fez uma grave denúncia. Relatou que seu município perderá este ano R$ 8 milhões de receitas do ICMS da geração de energia da usina de Sobradinho. “São 18 municípios prejudicados por uma decisão injusta do Governo Dilma”, afirmou, pedindo ao governador apoio para o enfrentamento junto à União.

Fla x Flu – Deu em Ilimar Franco, de O Globo: “A performance do ex-ministro Cid Gomes na Câmara é uma síntese da postura do governo Dilma. Um lulista define: “A concepção é a do confronto permanente, como se fosse um Fla x Flu”. Em um dia, o governo prega humildade. No outro, um ministro vira as costas para a Câmara. E lembra que, quando era possível compor, o Planalto bateu de frente com o PMDB. Agora, corre atrás do presidente da Câmara, Eduardo Cunha”.

Um aliado poderoso – Com a bola cheia junto ao ministro das Cidades, Gilberto Kassab, o secretário estadual de Cidades, André de Paula, soprou no ouvido do aliado que o prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB), precisava destravar dois empréstimos na CEF. Em menos de uma semana, a burocracia foi vencida e Geraldo vai poder contar com um total de R$ 200 milhões, R$ 120 milhões de um contrato e R$ 80 milhões de outro, ambos já liberados.

 

 

 

 

 

 

CURTAS

AVISO– Por falar em Ministério das Cidades, a assessoria do ministro Kassab lembra que vence em 13 de abril o prazo para que municípios acima de 20 mil habitantes apresentem seus projetos de mobilidade urbana. Do contrário, ficarão inadimplentes com a União para qualquer ação em mobilidade.

NA ESTRADA– Após abrir o seminário Todos por Pernambuco, hoje em Afogados da Ingazeira, como etapa do Sertão do Pajeú, o governador Paulo Câmara (PDB) vai a Tuparetama inaugurar obras do FEM, mas deve vistoriar antes as obras da estrada que liga o distrito de Albuquerquené ao município de Afogados da Ingazeira.

Perguntar não ofende: Quem vai ser o próximo ministro a cair?


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Nehemias Fernandes Jaques

STF reconhece adoção de crianças por casal homossexual. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso do Ministério Público do Paraná e manteve decisão que autorizou a adoção de crianças por um casal homoafetivo. No texto, a ministra argumentou que o conceito de família não pode ser restrito e, com regras de visibilidade, continuidade e durabilidade, também deve ser aplicado a pessoas do mesmo sexo. O conceito contrário implicaria forçar o nosso Magno Texto a incorrer, ele mesmo, em discurso indisfarçavelmente preconceituoso ou homofóbico”, justificou a ministra. Segundo ela, “a isonomia entre casais heteroafetivos e pares homoafetivos somente ganha plenitude de sentido se desembocar no igual direito subjetivo à formação de uma autonomizada família”. A decisão de Cármen Lúcia foi baseada na decisão do plenário do Supremo que reconheceu em 2011, por unanimidade, a união estável para parceiros do mesmo sexo. Na ocasião, o ministro aposentado Ayres Britto, então relator da ação, entendeu que “a Constituição Federal não faz a menor diferenciação entre a família formalmente constituída e aquela existente ao rés dos fatos. Como também não distingue entre a família que se forma por sujeitos heteroafetivos e a que se constitui por pessoas de inclinação homoafetiva\". A decisão foi assinada no dia 5 de março e publicada na última terça-feira (17).

MAXHANRY SILVEIRA LOPES COUTINHO

Cid Gomes não é um exemplo de politico. Mas eu não trocaria um Cid Gomes por um caminhão de Eduardo Cunha. Não sou um cidadão de situação em relação ao governo, mas admirei a atitude do mesmo, Brasilia precisa de mais um pouco desse Cid Gomes da tribuna da câmara (não o que levou a sogra para europa com o jatinho do governo cearense) e menos de Eduardo Cunha.

Diego da Silva Araújo

Cid está é fazendo como o Romero Jucá: não está nem um pouco a fim de ficar na suíte de luxo do Titanic. De quebra ainda virou heroi dos revoltados com o congresso e posou para a presidente como seu defensor mais fervoroso.

Ramilson Correia de Carvalho

Ele foi brilhante. Não mudou sua fala simplesmente para agradar ninguém. Continuo com a mesma opinião. Falou o que todos os brasileiros querem dizer e não tem oportunidade. Ele representou milhões de brasileiros que estão cansados desses deputados. Parabéns Cide Gomes pelo seu excelente discurso. Merece uma medalha. Simplesmente brilhante!!!

Beto Barros

Cid, não falou mais do que a verdade.


acolher


19/03


2015

Coluna da quinta-feira

   Derrubada pelos desacertos

Nunca um chefe de Nação no País, com exceção de Collor, despencou em popularidade numa velocidade tão impressionante como Dilma. Diferente de Collor, que estava na metade do seu mandato, a petista tem pouco mais de dois meses de seu segundo mandato e já está indo para o fundo do poço.

Foi a corrupção e a roubalheira na Petrobras que arruinaram Dilma de uma hora para outra? Tenho impressão que não. A roubalheira na estatal e em outros setores do Governo já estavam presentes no noticiário ao longo da campanha e nos últimos 15 meses e nem por isso o povo deixou de dar a ela um novo mandato.

Os escândalos, portanto, em nada influenciaram e não vêm surtindo efeito a ponto de cortar as gorduras da popularidade da presidente. O que provocou a queda assustadora na imagem dela e do seu Governo foram as decisões que contrariaram à população, refletindo no bolso do trabalhador.

Dilma garantiu ao longo da campanha que a inflação estava sob controle e não era verdade. Garantiu, igualmente, que os juros não subiriam. E subiram. Estufou o peito e garantiu que não haveria aumento na conta de energia. E houve, em percentuais muito mais elevados do que se esperava.

Onze dias depois do segundo turno das eleições, a Petrobras anunciou reajuste de 3% na gasolina e de 5% no diesel. A Inflação de 2014 fechou em 6,41%. Resultado foi o maior desde 2011. Dilma fechou o primeiro mandato sem alcançar o centro da meta do Banco Central. Anúncio de regras mais rígidas para concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários.

Aumentou ainda os preços da energia elétrica isso sem falar que a falta de planejamento e seca nos reservatórios de hidrelétricas ameaçam brasileiros com apagões. Dilma promoveu, e depois recuou, o veto ao reajuste de 6,5% do Imposto de Renda. Aumentou de 1,5% para 3% da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em empréstimos bancários para pessoas físicas.

Promoveu o aumento de 9,75% para 11,75% nas alíquotas do PIS/COFINS (imposto sobre produtos importados); aumento da alíquota de importação de 9,25% para 11,75%; equiparação da incidência do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre cosméticos nos setores atacadista e industrial.

No caso da Petrobras, a estatal sangrou por meses diante dos desdobramentos da Operação Lava Jato e da resistência da presidente em mudar a diretoria da estatal. Pressionada pelo mercado, oposição e aliados, a petista promoveu mudanças, forçadamente, nomeando Aldemir Bendine, presidente do Banco do Brasil, para o comando da companhia.

O resultado disso tudo, conforme mostrou a pesquisa Datafolha, é o crescente descontentamento da população com o Governo e, especialmente, com a petista, que tenta, desesperadamente, reverter essa tendência de queda com um pacote anticorrupção. Mas se não tomar medidas que repercutam na área social de nada vai adiantar.

O PACOTE– Ao anunciar o pacote de medidas para inibir e aumentar a punição a irregularidades na administração pública, a presidente Dilma afirmou que o combate à corrupção é "coerente" com sua trajetória pessoal e com sua atuação como chefe do Executivo federal. Dilma entregou ao Congresso um conjunto de cinco propostas para combater a corrupção. "Meu compromisso com o combate à corrupção é coerente com minha prática política e é coerente com minha atuação como presidente”, disse.

Acredite se quiser – O deputado Tony Gel (PMDB) garante que a nomeação de sua esposa, a ex-deputada Miriam Lacerda, não tem relação com a sucessão municipal em 2016. “Não vi nenhuma reação nessa direção. Miriam chega para somar, ajudar no sucesso do Governo Paulo Câmara”, diz. Mas em Caruaru o prefeito José Queiroz e o ex-governador João Lyra Neto torceram o nariz para o ato de Câmara.

 

PT segura Vaccari – Os petistas colocaram um ponto final no debate sobre o afastamento do tesoureiro João Vaccari. Seus dirigentes concluíram que, para o Ministério Público, Vaccari é uma pessoa jurídica, é o PT. E, portanto, ele ficar ou não no cargo não fará diferença no contexto da atual luta política, em que os adversários pretendem vender o partido como uma organização criminosa.

Efeito da economia – A crise do governo Dilma vem agravada pelo fraco desempenho da economia, o que reduz o cardápio de reação para reverter o quadro. Esta é avaliação do próprio Executivo a partir da pesquisa do Datafolha, que mostra que 62% dos brasileiros consideram a gestão da petista "ruim" ou "péssimo". No auge da crise do mensalão, em 2006, a economia estava embicada para cima, com o preço dos alimentos em baixa. Na ocasião, o governo Lula reagiu autorizando um forte aumento do valor do salário mínimo e assim reiniciou a recuperação de sua imagem e venceu as eleições daquele ano.

Modelo alagoano – O governador Paulo Câmara (PSB) aprovou o método do sistema prisional utilizado em Alagoas e adiantou que, caso venha a copiar a ideia, será uma solução rápida e eficaz para Pernambuco, que enfrenta uma situação de emergência no sistema penitenciário. “Tivemos uma série de incidentes no nosso sistema prisional e estamos buscando ações que diminuam a lotação. Alagoas está com um modelo construtivo diferente e que é célere", afirmou, após a visita.

CURTAS

GIRADOURO– Na passagem pelo Sertão do Moxotó, no próximo sábado, para o seminário Todos por Pernambuco, o governador Paulo Câmara assina a ordem de serviço para o anel viário de Sertânia, ao custo de R$ 14 milhões. Isso depois de inaugurar o trecho da estrada que liga o município até Custódia.

VISTORIA– Já em Afogados da Ingazeira, o secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, fará uma vistoria às obras de restauração da PE-295, que liga o município ao distrito de Albuquerquené. Trata-se da primeira obra autorizada pelo governador em seu mandato, em evento no dia 4 de janeiro passado.

Perguntar não ofende: Só o pacote anticorrupção salva Dilma do perigoso abismo?


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marcos

João Vaccari o povo Brasileiro lhe adverte, faça DELAÇÃO ou vai morar na PAPUDA UNS 10 ANOS E CUMPRIR UNS 20 ANOS EM REGIME SEMI ABERTO. A quem interessa seu silêncio? A LULA, DILMA E O PT, OU A SUA FAMÍLIA? Pense na nega-veia, nos filhos e nos netinhos chorando a sua falta. Enquanto isso os verdadeiros culpados, LULA, LULINHA, DILMA, RUI FALCÃO, MERCADANTE, BERZOINE, ROUSETO, CARDOZO, ETC tomando champagne, comendo caviar e fumando charutos cubanos. Depois não diga que o povo NÃO avisou!!!

marcos

DILMA BURRA, DILMA BURRA, DILMA BURRA, DILMA BURRA, DILMA BURRA, DILMA BURRA.

Nehemias Fernandes Jaques

Renan, você não quer assumir essa sua condição, eu lhe conheço de velhos carnavais, você é um xirimbaba de primeira linha, não negue!

RENAN

NEHEMIAS PARASITA, DEIXA DE SER IDIOTA QUE EU NÃO DEFENDO POLÍTICO A OU B, NÃO SOU DA TUA RAÇA NOJENTA QUE TEM QUE DEFENDER A TURMA DO PT À TODO CUSTO SENÃO A MERRECA NO FINAL DO MÊS NÃO SAI E VC PASSA FOME... EU DEFENDO QUE POLÍTICO QUE ROUBOU TEM QUE SER CONDENADO, SEJA DE QUE PARTIDO FOR, SÓ ISSO! COMO VC NÃO PODE TER UMA POSIÇÃO DESSA, ENTÃO FICA COM TUA POSIÇÃO DE BOSTÍFERO SUBORDINADO!!! NINGUÉM TEM CULPA SE A ÚNICA LEI QUE O TEU PT CUMPRE É A LEI DO ROUBO, DO DESMANDO, DA MENTIRA, DA INCOMPETÊNCIA E DA ARROGÂNCIA...

Nehemias Fernandes Jaques

Doação ao PT é propina e ao PSDB é amor? Os milhões da OAS, da Odebrecht, da Serveng-Civilsan e da Queiroz Galvão doados ao PSDB, foram doados por espírito cívico?


Prefeitura de Serra Talhada


18/03


2015

Coluna da quarta-feira

    De plantão pelo País

Depois de afirmar, de forma muito corajosa, que há sustentação jurídica, técnica e política para o impeachment da presidente Dilma, o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB) deu mais uma demonstração, ontem, de que atua na política com elevado espírito público.

Declinou da convocação expressa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para presidir a Comissão do Pacto Federativo, temática da maior importância, reclamada por governadores e prefeitos, para se encontrar uma forma mais equânime de distribuição do bolo orçamentário da União. Sua recusa teve uma causa maior: o País.

Jarbas disse ao presidente da Câmara que ninguém mais do que ele, que já passou pelo executivo como prefeito do Recife e governador de Pernambuco, entendia a dimensão da referida comissão, mas diante da gravíssima crise que vive o País, principalmente após as manifestações de rua do último dia 15, não poderia se ausentar do Congresso.

A discussão da crise passa pelo Senado e a Câmara e Jarbas, se tivesse assumido a presidência da comissão, atendendo a um pedido de Eduardo Cunha, teria que abdicar da tribuna neste momento complicado, porque o novo cargo envolve compromissos em vários Estados da Federação.

“Não posso e não devo me ausentar de Brasília. A Comissão pelo Pacto Federativo é tão fundamental para os Estados que exige do seu presidente dedicação exclusiva, com 40 sessões aqui e nos Estados”, observou, adiantando que está aberto e disposto a receber outras missões, desde que estejam ligados ao debate fundamental da crise que o Brasil atravessa.

Cunha ainda tentou convencer Jarbas sob o argumento de que a Comissão estava a altura do seu tamanho e envergadura, mas o deputado pernambucano agradeceu e arrematou: “Não posso me desgrudar um só momento desta que é a maior crise nacional, uma crise tão grande que não saberemos de fato o que será deste Pais amanhã”.

FOCO É A CRISE– A presidente Dilma não vai patrocinar ou impulsionar a votação de uma reforma política no Congresso. Durante reunião na noite de segunda-feira, no Palácio da Alvorada, com ministros e o ex-presidente Lula, ficou delineado que a prioridade do governo no Congresso é a aprovação do ajuste fiscal e de outras medidas que venham se revelar necessárias ao enfrentamento da crise econômica.

Pegou quem? – A nomeação da ex-deputada Miriam Lacerda (PMDB), esposa do deputado Tony Gel (PMDB), pré-candidato a prefeito de Caruaru, para Assessoria Especial do governador Paulo Câmara (PSB) provocou interpretações as mais variadas em Caruaru. Há quem diga que foi um recado para o ex-governador João Lyra, cuja filha Raquel, disputa a Prefeitura. Mas há setores que dizem que o prefeito José Queiroz acusou o golpe, pois Gel se apresenta como o adversário mais forte em 2016.

 

 

Água para irrigação – Prefeitos do Sertão de Itaparica, que se reúnem amanhã com o governador Paulo Câmara, em Floresta, durante o seminário Todos por Pernambuco, pedirão que interfira junto ao Governo Federal no sentido de que as reservas do Lago de Sobradinho, que estão se esgotando, sejam priorizadas para irrigação e não geração de energia. “O que está em jogo são milhares de empregos em projetos de irrigação”, antecipa um prefeito.

Polêmica das ruas – O governo e a oposição ouviram as ruas? No Planalto, prevalece a visão, expressa pelo ministro Miguel Rossetto, de que o protesto foi do eleitor que não tinha votado na presidente. No PSDB, muitas vozes repetem que a defesa da reforma política e do combate à corrupção não atendem a ira social. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, diz que não ouviu nenhum apelo pela reforma política nos protestos.

Humberto bate duro – O senador Humberto Costa, na condição de líder do PT no Senado, deu, ontem, uma declaração polêmica. Disse que muitos manifestantes não têm qualquer apreço pelo regime democrático, e procuram resolver os problemas da sociedade por meio da força, a supressão do diálogo, o desrespeito à lei, o golpismo e xingamentos. Será?

 

 

CURTAS

ATRASO– Os pipeiros do Sertão continuam reclamando que o Estado não atualiza o pagamento das suas faturas mês a mês. Muitos alegam que estão sem receber desde novembro do ano passado, mas mesmo assim continuam dando um crédito ao IPA, abastecendo regularmente às comunidades.

MURIÇOCA – Em Sertânia, a população está apavorada com a invasão das muriçocas em todos os bairros da cidade, sem que a Prefeitura tome qualquer iniciativa. As reclamações contra o prefeito Guga Lins (PSDB) partem de moradores especialmente das áreas mais afastadas.

Perguntar não ofende: Dilma terá condições de superar tamanha crise política?


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marcos

A

marcos

É HUMBERTO, democracia é o que você e o PT fazem com o nosso dinheiro! Mas seus dias em libertdade estão se acabando. Quem recebeu o vídeo pelo ZAP ZAP VIU O NOME DO TEU arrecadador e pagador das TUAS DESPEZAS de campanhas. UM TAL DE MÁRIO. É COMO DIZ A JUSTIÇA AMERICANA ¨SIGAM O DINHEIRO ¨.

Nehemias Fernandes Jaques

SERÁ QUE O POVÃO SABE DESSA ATROCIDADE? Parlamentares triplicam fundo partidário Por meio do orçamento aprovado na noite desta terça-feira, verba pública destinada a siglas chegará a quase R$ 1 bilhão a partir de 2015. União terá R$ 2,9 trilhões para gastar neste ano. Mesmo em meio a uma crise econômica, parlamentares aprovaram uma medida que triplica o volume destinado ao Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, o chamado Fundo Partidário. Na proposta de Orçamento Geral da União de 2015, aprovado pelo Congresso na noite desta terça-feira (17), o fundo passará dos atuais R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões. O projeto segue agora para sanção presidencial. De acordo com o relator-geral da proposta orçamentária, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a medida já é um primeiro passo em direção a uma da propostas do PT visando o combate à corrupção no país: o financiamento público de campanhas eleitorais. “Ampliar o fundo é uma necessidade dos partidos e o início das discussões do financiamento público”, admitiu Jucá. Ainda pela proposta do Orçamento da União para 2015, houve um remanejamento de R$ 2,67 bilhões na proposta inicial para emendas parlamentares dos 265 novos congressistas eleitos para a atual legislatura (2015/2018). Ainda segundo Jucá, o Orçamento da União prevê um crescimento de R$ 13 bilhões nos gastos públicos em relação ao projeto encaminhado pelo Poder Executivo. Ao todo, o governo federal prevê gastos da ordem de R$ 2,9 trilhões durante o ano de 2015. “Cada um dos 265 novos parlamentares que ingressaram neste ano no Congresso contará com cerca de R$ 10 milhões em emendas, dos quais metade para o setor de saúde”, afirmou o senador Romero Jucá. Jucá também defendeu o orçamento impositivo para investimentos e políticas públicas, além do já aprovado para emendas parlamentares por meio da Emenda Constitucional 86. Ele disse que o projeto orçamentário em votação é uma “peça de ficção” porque depende da boa vontade do Tesouro para efetuar os gastos. “Eu defendo um orçamento impositivo para não ficarmos à mercê de contingenciamentos”, opinou. Se, por um lado, parlamentares conseguiram aumento de receita para emendas parlamentares, por outro o relator do Orçamento admitiu que os reajustes solicitados por servidores do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Justiça Federal não foram concedidos. A projeção de receita toma como base um crescimento de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2014, um IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – principal base de cálculo da inflação) da ordem de 6,5% e uma taxa selic de 11,97%. É mole ou quer mais?

Nehemias Fernandes Jaques

Lei de FHC afrouxou controles da Petrobras. origem do escândalo de corrupção que atinge a Petrobras pode ser a lei 9478/97, idealizada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e por seu ex-genro David Zylberstajn, que presidiu a Agência Nacional do Petróleo. Conhecida como \"Lei do Petróleo\", a 9478/97 abriu o mercado brasileiro a firmas internacionais e, em compensação, permitiu que a Petrobras adotasse regras mais flexíveis para contratar bens e serviços. A partir daquele ano, a empresa foi dispensa da Lei de Licitações, a duríssima 8.666, e ganhou poderes para contratar de forma simplificada – em muitos casos, até por meio de carta-convite.

Nehemias Fernandes Jaques

ricardo antonio santiago, você é michê?




17/03


2015

Coluna da terça-feira

 

       Fernando na ofensiva

Depois de fazer desabafos durante os seminários “Todos por Pernambuco”, na semana passada em Araripina, Petrolina e Salgueiro, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) subiu, ontem, à tribuna do Senado. Em longo pronunciamento, afirmou que não tem culpa no cartório no esquema da operação Lava Jato, defendeu a memória do ex-governador Eduardo Campos e pediu pressa no seu julgamento.

Sobre as declarações do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o senador disse que teve com ele diversas reuniões e agendas, sempre para tratar de temas institucionais na condição de secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, no governo Eduardo Campos, e Costa como executivo da Petrobras.

“Como todos sabem, está sendo concluída uma grande refinaria em Pernambuco. Nenhum dos contratos para qualquer tipo de serviço na refinaria passou pelas minhas mãos. Todos, absolutamente todos, foram realizados exclusivamente pela Petrobras, sem qualquer gerência estadual”, afirmou, para acrescentar:

“Em 2010, não participei da coordenação da campanha à reeleição de Eduardo Campos. Portanto, nunca tratei de doações para aquela disputa com quem quer que fosse. Aliás, abro aqui um parêntese para fazer justiça a um amigo. Eduardo foi um gestor público sério, comprometido com as melhores causas democráticas e republicanas, e por isto mesmo deixou o governo com uma aprovação superior a 80%”, afirmou.

Fernando disse, ainda, que todas as contas dele foram devidamente analisadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. “Atacar Eduardo, agora que ele já se foi, é tentar macular a imagem de um grande líder que o Brasil perdeu de maneira tão precoce. Eduardo merece respeito pelo que foi e pelo que fez. As contradições nos depoimentos dos delatores são evidentes, e isso ficará demonstrado no curso das investigações”, assinalou.

PACOTE– O ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, foi chamado, ontem, a Brasília, tão logo proferiu palestra no Recife sobre os rumos da economia em 2015. Ele integra o grupo de ministros convocado pela presidente Dilma para discutir as manifestações de rua do último domingo e a reação do Governo. Entre as iniciativas que o Governo vai propor como ofensiva está o lançamento do pacote anticorrupção.

Na corda bamba – Há muita preocupação no Governo com o destino do ministro Cid Gomes (Educação). Ele não se desculpou nem retirou a afirmação de que há uns 400 deputados achacadores. Na semana passada, quando foi adiado seu depoimento na Câmara, a temperatura subiu. O governo teme que a situação fique insustentável quando ele for depor no plenário.

Críticas a Rosseto – De passagem ontem pelo Recife, o ministro Armando Monteiro disse que o Governo deveria ter usado apenas um ministro para falar após as manifestações e criticou Miguel Rosseto, secretário-geral da Presidência. A manifestação de Rossetto foi uma tentativa de atribuir [os problemas] à crise internacional. Sou do governo, sou solidário, mas posso expressar minha opinião livremente. Rossetto tem a sua avaliação e eu tenho a minha”, afirmou.

Saiu da toca – Um dia após os protestos realizados em diversas capitais do País contra o governo federal, a presidente Dilma defendeu, em pronunciamento, a liberdade das manifestações e disse que "valeu lutar pela liberdade" e contra a ditadura militar. "Presto homenagem a todos os que lutaram contra o regime de exceção e pela democracia e pelo restabelecimento pelas liberdades democráticas", afirmou. Ela acrescentou que teve a "honra de participar da resistência à ditadura".

Nova agenda – O governador Paulo Câmara diz que as manifestações demonstraram "claramente a necessidade de ajustes". Segundo ele, é preciso discutir uma nova agenda para o País. "O Brasil assistiu manifestações que demonstram claramente a necessidade de ajustes, de humildade, de transparência e de muito diálogo. Tem que ser apresentada e discutida uma nova agenda para o País”, pregou.

CURTAS

DIÁLOGO– O vice-presidente Michel Temer, acha que em vez de se assustar com os protestos realizados nas principais cidades do País, o Governo tem de "aplaudir" a iniciativa popular. Para ele, as ruas sinalizam que o Executivo tem de dialogar com "muita humildade" com a população.

INSATISFAÇÃO – Ministros do PT ainda insistem que as manifestações tiveram adesão apenas dos que não votaram em Dilma. Os ministros de outros partidos, porém, deixaram claro, na reunião de avaliação com a presidente, que há uma insatisfação muito mais ampla e difusa contra o governo do que se imaginava anteriormente.

Perguntar não ofende: O novo Governo Dilma será de coalização ou de transição?


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Comentários

ricardo antonio santiago

O nehemias está recebendo do PT para ficar o dia todo postando nos Blogs informações replicadas... è dinheiro sem fim, né não??

Nehemias Fernandes Jaques

O massagre dos aposentados - FHC, bolou uma fórmula e terminou por atacar direto o bolso dos aposentados em até 40%. A fórmula foi um sucesso para o INSS, mas é odiado pelos aposentados desde sua concepção. A idéia consiste em traçar uma relação entre idade do aposentado e o valor do benefício. Quanto mais se vive, conforme expectativa de vida do IBGE, menor será o valor a ser recebido mensalmente pelo segurado.

Nehemias Fernandes Jaques

Renan. As pessoas têm mania de julgar os outros pelos seus próprios valores.

Moura Mestre

A água está subindo e os ratos que não sabem nadar estão apavorados! Mais duas semanas de cadeia federal e o Duque propõe delação e entrega todo mundo, inclusive a \"presidenta\" e seu \"alter ego\" de nove dedos. O Vacari é outro que está com diarreia, se apertar mais um pouquinho ele se borra todo.

RENAN

NEHEMIAS, VC NUNCA IRÁ ENCONTRAR UM TEXTO POSTADO POR MIM QUE TENHA SIDO COPIADO! MINHA OPINIÃO É MINHA, NÃO PEGUEI DE NINGUÉM, TAMBÉM NÃO VIVO DISSEMINANDO POSTAGENS QUE MOSTRAM CAMINHOS MAIS CURTOS PRA SE CONSEGUIR AS COISAS, SOU DAQUELES QUE ACHA QUE MENTIRA NÃO PODE SER VERDADE E VICE-VERSA! O PROBLEMA DE VCS BAJULADORES DO PT É ESSE, ACHAR QUE ESSA INVERSÃO PODE ACONTECER E FICAR POR ISSO MESMO!!!


Prefeitura de Limoeiro


16/03


2015

Coluna da segunda-feira

O Planalto amarelou 

São Paulo, palco, ontem, da maior manifestação de rua contra o Governo Dilma, surpreendeu o País com uma multidão vestida de amarelo e verde, de cara pintada e faixas pedindo o impeachment da presidente. O clima de revolta contra a roubalheira e a multidão entusiasmada derrubam o discurso da fraca oposição, de que o momento não comporta o afastamento de Dilma.

O Governo subestimou a capacidade de mobilização das pessoas pelas redes sociais. Mais de 1 milhão de almas vivas não sairiam às ruas sob o chamariz de algum partido ou o do conjunto da oposição. O ato foi soberano da sociedade e lembrou muito o que aconteceu no País em junho de 2013.

Lembrou, igualmente, a campanha das diretas, em 1984, cujo diferencial eram os grandes comícios em São Paulo, Rio, Belo Horizonte e outras capitais, com políticos respeitados nos palanques, como Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, Tancredo Neves, Mário Covas, Brizola, Arraes e Lula, este muito mais como líder sindical.

O serviço secreto de Dilma já havia avisado que a população estava disposta a ir às ruas, tanto que, por ordem expressa da presidente, nenhum ministro saiu de Brasília no fim de semana. Muitas capitais atraíram menos gente do que esperava. Isso, entretanto, pouco importa.

O termômetro para medir a temperatura política do ato foi São Paulo, maior centro urbano do País, coração da economia, referência para a mídia internacional, que destacou em chamadas online o verdadeiro arrastão que ocorreu na capital paulista. Acuado, o Governo, através das suas eminências pardas que consolam Dilma, interpretou a manifestação como algo exclusivo da classe média, um terceiro turno, sem presença de povo.

O Planalto se preocupou em monitorar o perfil dos manifestantes, para encampar a tese de que o movimento é socialmente segmentado, mobilizando muito pouco os mais pobres. Se o grito das ruas pode levar ao impeachment isso ainda leva um caminho muito grande, mas o fato é que o Governo vai reagir.

Dilma deve mudar rapidamente sua agenda, saindo da defensiva e buscando adotar medidas que atendam às necessidades da população, que se sentiu traída com as medidas de arrocho, incluindo o aumento de juros, da energia e dos combustíveis. É possível que apresente de imediato um pacote anticorrupção.

Uma promessa de campanha, aliás, até hoje esquecida. Isto, por sinal, é uma crítica feita pela própria equipe de Governo, de que o Palácio do Planalto ficou preso à agenda do ajuste e não teve celeridade para gerar concretamente notícias positivas.

PESQUISA– Na transmissão ao vivo dos atos ontem, as televisões chamavam a atenção para São Paulo, aduzindo que estavam nas ruas 1 milhão de pessoas. Mas o Instituto Datafolha fez uma projeção, através de uma pesquisa inédita, apontando que o número real supera a casa dos 200 mil manifestantes, número contestado pela Polícia Militar, que fez a estimativa se aproximando da faixa de 1 milhão.

Abril vem ai – O ato do Recife foi um dos mais fracos do País, reunindo pouco mais de oito mil pessoas, segundo a Polícia Militar. Mas os grupos organizadores já planejam novas manifestações para abril e junho. Até lá, dependendo do ambiente que o País passará a viver depois da ida da população às ruas, o tom pode ser diferente.

Reação imediata – Coube ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, manifestar a reação do Governo a voz rouca das ruas. No início da noite, ainda impactado pelo sucesso dos atos contra Dilma em todo o País, principalmente São Paulo, anunciou um pacote de medidas de combate à corrupção. Falou em reforma política e no fim do financiamento de campanhas por empresários.

Mais panelaços – Enquanto o ministro da Justiça recebia jornalistas e falava ao vivo na televisão em várias áreas de Brasília, que colocou 45 mil pessoas nas ruas, o que se ouvia era o barulho de panelas com o grito “Fora, Dilma” e Fora, PT”. Os panelaços começaram no País depois do pronunciamento da presidente em rede nacional de TV, no Dia Internacional da Mulher.

Em cima do muro – Há quem diga que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) cometeu um erro estratégico ao não ir às ruas na primeira manifestação da população contra o Governo Dilma. Temendo politizar o ato, o ex-candidato do Planalto acompanhou de casa. “Se fosse Lula na condição de Aécio, ou seja, na oposição, com certeza teria ido à manifestação”, avalia um marqueteiro.

CURTAS

SOLIDARIEDADE– Num momento em que afirma enfrentar “a maior infâmia” contra ele nos últimos anos – a inclusão do seu nome na lista dos políticos envolvidos na operação Lava Jato, o senador Fernando Bezerra Coelho ganhou a solidariedade do governador Paulo Câmara e toda sua equipe, num jantar realizado em sua casa, em Petrolina.

CRESCIMENTO – O seminário “Todos por Pernambuco” chegou ao final da sua primeira etapa, ontem, em Salgueiro, contabilizando a participação de 3,2 mil pessoas dos mais diversos segmentos da população de Araripina, Petrolina e Salgueiro, sedes dos encontros sexta, sábado e ontem, respectivamente. Trata-se de um crescimento de 20% em relação a 2011.

Perguntar não ofende: E agora, depois que o povo botou a cara nas ruas?


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14/03


2015

Coluna do sabadão

Dilma TensaClima de tensão no País

As atenções no País se voltam para as manifestações de rua amanhã, convocadas pelas redes sociais, em defesa do impeachment. É possível repetir o sucesso dos atos de junho de 2013? É bom cautela para os que acham que terá gente na rua com cara de povo.

O perfil dos que protestam amanhã remete à classe média, presente com mais força hoje na internet. Se houver uma presença maior acima disso será surpresa, embora o Governo, precavido, tenha destacado uma super força policial em todo o País para evitar problemas de violência no ato.

Até os ministros foram convocados pela presidente Dilma. Informações dos serviços de inteligência sobre as manifestações chegaram, aliás, a levar pânico ao Palácio do Planalto. Ministros começaram a ser informados ontem de que não poderão deixar Brasília a partir de ontem.

Todos os órgãos do governo estarão mobilizados para tentar esvaziar os protestos u para enfrentar eventuais “consequências”. Serviços de inteligência advertiram para possíveis confrontos. Os milicianos do MST fizeram manifestações em favor do impeachment, no Rio, cercando e agredindo opositores do governo.

Na Itália de Mussolini, jovens milicianos eram treinados para caçar e agredir opositores do fascismo. Era os “camisas pretas”. Os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e José Eduardo Cardozo (Justiça) adotam a estratégia de chamar indignação popular de “ódio”.

PROMESSAS– Na fala que fez, ontem, na abertura do seminário Todos por Pernambuco, o governador Paulo Câmara (PSB) reconheceu que enfrenta dificuldades pelo ano de vacas magras, mas garantiu que cumprirá as promessas de campanha. “Estamos aqui para reiterar o que pregamos em praça pública e o fato de ouvir a população mostra a nossa sintonia com as ruas”, afirmou.

Fernando Bezerra

Olho na defesa – Ressaltando ter sido pego de surpresa, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) disse que ainda não contratouadvogado para fazer a sua defesa como mais um incluído na lista dos políticos envolvidos na operação Lava Jato. “Vou cuidar isso semana que vez, até porque ainda estou impactado”, observou.

A volta de Jucá – Os petistas estão indóceis com a demora da escolha do líder do Governo no Senado. Reclamam que a presidente Dilma insiste em indicar alguém do PMDB. Mas os senadores do aliado dizem que não querem. No PT, a convicção é que o senador Romero Jucá, que a presidente trocou por Eduardo Braga, é nome forte, porque tem o respaldo da cúpula e a simpatia de Dilma.

LulaPediu ou não? –  Lula pediu ou não a cabeça de Mercadante? Em vez de afastamento, o ex-presidente teria defendido a dedicação exclusiva do ministro à coordenação das ações de Governo. A versão de que Lula sugeriu a substituição do ministro na chefia da Casa Civil foi desmentida pelos dois, mas tem muita gente acreditando que Lula fez a cabeça de Dilma.

Contra atrasos – O deputado Sílvio Costa (PSC) garante que não criticou nem é contra o FEM, o Fundo de Emergência para os Municípios, durante encontro com 40 prefeitos e bancada federal. “Na condição de vice-líder do Governo Dilma o que eu disse, na verdade, é que poderia ajudar os prefeitos a cobrar do Governo do Estado que mantenha o programa em dia, que está sofrendo atrasos”, afirmou.

CURTAS

PROTESTO– O PSB definiu que irá apoiar as manifestações contra o governo da presidente Dilma Rousseff marcadas para amanhã, mas não deverá convocar a população para ir às ruas como fez o PSDB.  "O partido é favorável a qualquer expressão. Faz parte da democracia. Só espero, como governador, que seja um protesto pacífico”, disse, ontem, em Araripina, o governador Paulo Câmara.

ESTRATÉGIA – Na sua relação com o PSB, o senador Fernando Bezerra pisa em ovos. Falando, ontem, na abertura do seminário “Todos por Pernambuco”, em Araripina, fez questão de tocar em 2018. “Câmara governará por dois anos mandatos tamanho o seu entusiasmo para fazer muito mais como Eduardo fez”, disse.

Perguntar não ofende: Teremos povão amanhã nas ruas ou uns gatos pingados?


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Nehemias Fernandes Jaques

Estar na lista foi ruim para o PSB A inclusão do nome do senador Fernando Bezerra na lista do procurador-geral Rodrigo Janot vai respingar em Eduardo Campos Foi ruim para o PSB a inclusão do senador Fernando Bezerra, um dos mais vistosos quadros do partido, no rol dos políticos que serão investigados na Operação Lava Jato por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. O senador diz estar tranquilo e que tem como defender-se das acusações do ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, que o incriminou em delação premiada. No entanto, só o fato de estar na lista do Ministério Público Federal vai arrastar também, por tabela, o ex-governador Eduardo Campos, que teria seria o beneficiário dos recursos em sua campanha à reeleição em 2010. É improvável que a delação premiada de Paulo Roberto tenha sido homologada pelo ministro Teori Zavascki se o ex-dirigente da Petrobras não tivesse apresentado algum tipo de prova sobre o que disse, donde se conclui que o PSB foi arrastado para o “olho do furacão” ao lado do PT, PMDB, PSDB e PP.

Nehemias Fernandes Jaques

Estar na lista foi ruim para o PSB A inclusão do nome do senador Fernando Bezerra na lista do procurador-geral Rodrigo Janot vai respingar em Eduardo Campos Foi ruim para o PSB a inclusão do senador Fernando Bezerra, um dos mais vistosos quadros do partido, no rol dos políticos que serão investigados na Operação Lava Jato por suposto envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. O senador diz estar tranquilo e que tem como defender-se das acusações do ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, que o incriminou em delação premiada. No entanto, só o fato de estar na lista do Ministério Público Federal vai arrastar também, por tabela, o ex-governador Eduardo Campos, que teria seria o beneficiário dos recursos em sua campanha à reeleição em 2010. É improvável que a delação premiada de Paulo Roberto tenha sido homologada pelo ministro Teori Zavascki se o ex-dirigente da Petrobras não tivesse apresentado algum tipo de prova sobre o que disse, donde se conclui que o PSB foi arrastado para o “olho do furacão” ao lado do PT, PMDB, PSDB e PP.




13/03


2015

Coluna da sexta-feira

Violência pauta seminários 

No primeiro seminário “Todos por Pernambuco”, hoje, em Araripina, o governador Paulo Câmara (PSB) vai perceber que em quatro anos, tempo que o ex-governador Eduardo Campos (PSB) cumpriu igual agenda, a violência aumentou muito, comprometendo o Pacto pela Vida.

Reforçar o aparelhamento do sistema de repressão, melhorar as condições de trabalho das polícias Civil e Militar, além de políticas de combate ao crack, praga que se disseminou no Interior, serão as principais reivindicações que os prefeitos, lideranças empresariais e sindicais apresentarão ao governador.

O crescimento dos índices de homicídio tem se dado em todas as regiões do Estado, acentuando-se em todos os segmentos sociais. Ontem, por exemplo, a classe política de Serra Talhada, o segundo maior colégio eleitoral do Sertão, foi alvo da violência com o assassinato do vereador Cícero Fernandes da Silva, do PRP.

Anteontem em Petrolina, maior cidade do Sertão, mataram um empresário de pequeno porte. O prefeito Júlio Lóssio (PMDB) contou que na audiência que teve com Câmara, no mês passado, fez um relato do aumento da criminalidade. O assunto, portanto, estará não apenas na pauta de Araripina, mas também de Petrolina, amanhã, segunda etapa do fórum, e domingo, em Salgueiro.

Reunidos com a bancada federal na quarta-feira passada, 40 prefeitos reclamaram das dificuldades de manter em dia o pagamento dos servidores, principalmente em cumprir o piso dos professores com o aumento de 13%, além do reajuste do salário mínimo em 7,5%.

Frente a Frente com os prefeitos, hoje, Câmara vai ouvir o relato que foi feito à bancada federal e mais do que isso ser cobrado por novas parcerias, principalmente pela edição de mais um FEM – o fundo emergencial de ajuda aos municípios, criado pelo ex-governador Eduardo Campos.

CHIADEIRA – Na volta à base municipal, o governador vai ser cobrado também por mais agilidade nas obras em parceria. O caso mais simbólico é o da estrada que liga o distrito de Albuquerquené ao município de Afogados da Ingazeira, no Sertão. Trecho de apenas 60 km, representou o primeiro ato administrativo de Câmara, mas as obras só começaram de fato esta semana, ou seja, duraram um intervalo de mais de 60 dias.

Deputado trapalhão – O mico da semana coube ao deputado Sílvio Costa (PTB). Em meio a uma reunião com a bancada federal em que 40 prefeitos pediam socorro para aumentar as receitas e tentar cumprir o piso salarial dos professores, Costa carimbou o FEM – Fundo Emergencial dos Municípios – como obra eleitoreira e se posicionou contra, atraindo para se a ira dos gestores.

UTI aérea – Tão logo soube do assassinato do vereador Cícero Fernandes, o secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, informou ao governador Paulo Câmara e ao secretário da Casa Civil, Antônio Figueira. Na tentativa de salvar a vida do aliado, ofereceu à família uma UTI aérea, mas já era tarde. “Cícero era um homem valente, policial de bem”, lamentou Oliveira.

Chove, chuva! – Além de ordenar que ministros não saiam de Brasília neste fim de semana, a presidente Dilma aposta na chuva para desmobilizar o protesto do próximo domingo. Em Brasília, há previsão. Mas a dança da chuva é por São Paulo. O PT quer cautela na manifestação. Para evitar brigas e cenas como as que aconteceram no ato no Rio em defesa da Petrobras, as regionais da CUT foram orientadas a pedir patrulhas da PM.

Candidato em Olinda – O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, entregou à presidência da Comissão de Ética do partido ao advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos. Com forte inserção cultural em Olinda, onde ontem lançou mais um livro pelo transcurso do aniversário da cidade, “Tonca”, como é mais conhecido, deve criar as condições para disputar a prefeitura do município em 2016.

CURTAS

ENTENDIMENTO– Com a morte do vereador Cícero Fernandes, ontem, em Serra Talhada, quem volta à Câmara daquele município é o suplente Paulo Melo. Embora filiado ao PR, de Sebastião Oliveira, Melo não apoiou os candidatos proporcionais do partido nas eleições passadas.

ATRASO – Vigilantes que prestam serviços aos Correios em boa parte do Sertão estão sem receber seus salários em dia, através da terceirizada Rima. Nem mesmo o assalto à agência da ECT em São José do Belmonte sensibilizou o Governo a repassar o dinheiro dos vigilantes.

Perguntar não ofende: Os prefeitos vão ver a cor do dinheiro de Paulo Câmara nos seminários que começam hoje por Araripina.


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R.Soares

a mairoria da imprensa é golpista pricipalmernte estes blogs que tem lado politico, deixa DILMA trabalhar em paz raça ruim

Nehemias Fernandes Jaques

FALÊNCIA À VISTA - Atores de “Império” não renovam contrato com a Globo. Rumores dão conta de que o clima de despedida nos bastidores de “Império” - trama das 21h da TV Globo, que chega ao fim nesta sexta-feira (13) - não será apenas pelo fim da novela. Isso porque há quem diga que muitos atores não renovarão contrato com a emissora carioca após o término do folhetim de Aguinaldo Silva. Segundo o jornal “Folha de S. Paulo”, os tais artistas terão apenas acordos por obra com o canal de Roberto Marinho.

Nehemias Fernandes Jaques

Se os demônios crêem em Deus, então por que eles não são salvos?

sonia

Exército monitora exército vermelho do MST.

sonia

Fracassam atos de apoio a Dilma no Rio Grande do Sul. É hora de acordar Brasil, vamos as ruas em 15 de março, fora Dilma, fora petralha, fora Cesare Battist




12/03


2015

Coluna da quinta-feira

Viva Recife e Olinda! 

Duas cidades repletas de história, riqueza cultural e principais destinos turísticos do Nordeste festejam aniversário, hoje. Recife, com seus 477 anos, e Olinda, que completa 479. São chamadas de cidades-irmãs, porque estão situadas uma ao lado da outra. Foi Olinda, em 1535, palco do pontapé do desenvolvimento de Pernambuco.

Em 1630, Olinda foi tomada pelos holandeses, que a incendiaram no ano seguinte; em 1654 os portugueses retomaram o poder e expulsaram os holandeses. Olinda voltou a ser capital de Pernambuco, muito embora os governadores residissem em Recife. Por volta de 1800, com a fundação do Seminário Diocesano e, em 1828, do Curso Jurídico, transformou-se num burgo de estudantes.

Sob certos aspectos, Olinda rivalizava com a metrópole portuguesa. Seus velhos sobrados tinham dobradiças de bronze, enquanto as igrejas, principalmente a Sé, ostentavam, em suas portas principais, dobradiças de prata e chaves fundidas em ouro. Olinda foi a segunda cidade brasileira a ser declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco, em 1982, após Ouro Preto.

Já Recife foi fundada em 12 de março de 1537. O nome se deve aos arrecifes – rochedos de coral e arenito formando uma barreira natural que cerca o litoral. Com mais de 1, 5 milhão de habitantes, a cidade tem 33 bens, entre casarios e igrejas, tombados pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O início do século XIX no Recife foi marcado por revoltas inspiradas no ideário liberal vindo da Europa: comerciantes, aristocratas e padres, para exigir mais autonomia para a colônia. Entretanto, a classe dominante evitava questões como o fim da escravatura e dispensava a participação popular, temendo revolução.

Nesse mesmo século, ocorreram as revoluções mais conhecidas da História do Recife. A Revolução de 1817, a Confederação do Equador, de 1824 e a Revolução Praieira, de 1848. O Recife deixou de ser vila, não se subordinava ao poder central, nem estava subordinado a Olinda.

Nesse tempo, iniciou-se um grande período de desenvolvimento da cidade. A elevação à categoria de cidade ocorreu em 1823. Nesse mesmo período Recife buscou se modernizar usando como modelo as formas arquitetônicas europeias (sobretudo a francesa), assim como a adoção dos costumes do Velho Mundo considerados "civilizados" tentando com isso se libertar da imagem de atraso atribuída ao seu passado colonial.

CORDA BAMBA – As especulações sobre a saída do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, foi o prato do dia ontem, em Brasília. Tudo porque está na linha de tiro do PT e do PMDB, apontado como o grande responsável pelos erros do Planalto. O maior deles foi ter bancado que derrotaria o principal aliado do governo na eleição para a presidência da Câmara. Esse embate semeou a desconfiança que explodiu com a lista Janot.

Contra a fusão - Líder do DEM na Câmara dos Deputados, o pernambucano Mendonça Filho não se anima com a possibilidade de uma fusão do partido com o PMDB, conforme foi posto no cardápio do jantar que a bancada teve com o vice-presidente Michel Temer. “O PMDB é um partido governista e não tenho vocação para adesismo”, alega.

Na discussão – O secretário de Planejamento, Danilo Cabral, informa que o governador Paulo Câmara abre o seminário “Todos por Pernambuco” amanhã, em Araripina, depois segue para uma pauta de visita e inauguração de obras na região e a tarde regressa ao local do fórum para participar das plenárias. “Ele não abre mão das discussões setoriais”, diz.

Apartidário – De Aécio Neves ao justificar sua ausência no ato pelo impeachment de Dilma: "O fato de eu ter disputado as eleições pode fortalecer o discurso do terceiro turno. Estamos estimulando que nossos companheiros participem da forma que acharem mais adequada. Tenho certeza que vai ser um movimento extremamente expressivo, mas para não caracterizarmos esse movimento como algo partidário”.

O fujão – Com receio de ser hostilizado, ontem, na Câmara dos Deputados, o ministro da Educação, Cid Gomes, mandou avisar que estava doente, internado num hospital no Rio. Para um bom entendedor, o cearense fugiu da raia, porque sabia que, acuado, dificilmente teria alguma chance de se sair bem depois de tanta bobagem que falou contra a instituição Congresso Nacional.

CURTAS

ENTENDIMENTO – O prefeito de Jaboatão, Elias Gomes (PSDB), mandou, ontem, ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a mesma carta entregue ao senador Aécio Neves em defesa aberta de um entendimento nacional para criar as condições de governabilidade a Dilma neste momento de crise.

CISTERNAS – Ao anunciar, ontem, o Comitê Integrado de Convivência com a Seca, o governador Paulo Câmara anunciou a entrega de 31 mil cisternas em diversos modalidades para este ano, priorizando escolas, postos de saúde e centros de assistência social.


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11/03


2015

Coluna da quarta-feira

Educação com cobertor curto

Prefeitos de 40 municípios em Pernambuco têm encontro agendado, hoje, em Brasília, com a bancada federal, incluindo os três senadores – Humberto Costa (PT), Fernando Bezerra Coelho (PSB) e Douglas Cintra (PTB). A pauta da choradeira inclui 11 itens, mas a principal diz respeito à falta de condições financeiras para assumir o aumento dos professores da rede municipal.

Alegam os gestores que até o final da era Lula, o reajuste da categoria se dava em cima do INPC – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – que cobria apenas a reposição da inflação. Mas agora eles estão sendo obrigados a dar um aumento de 13%, sem contar o reajuste do salário mínimo, na ordem de 7,5%.

Em janeiro, segundo a Confederação Nacional dos Municípios, que também terá assento na reunião, o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) chegou 15% menor aos municípios e em janeiro, 9%. “Não temos, assim, condições de pagar 13% aos professores, que formam o maior contingente da folha, acima de 50%”, desabafa o prefeito de Cumaru, Eduardo Tabosa (PSD), tesoureiro da Amupe.

Tabosa enumera ainda outras preocupações dos prefeitos, como o subfinanciamento de programas federais. Cita o caso do transporte escolar, que a União banca apenas R$ 12 por aluno, enquanto o custo na rede privada é de R$ 300. “Outro absurdo é a merenda, que o Governo garante apenas 30 centavos por dia, mas não permite que o completo saia dos 25% destinados aos gastos com educação.

Segundo ele, o Governo não permite, igualmente, mudanças na Lei de Diretrizes Básicas da Educação para se adequar ao financiamento de outras necessidades primordiais do ensino em municípios pobres, como os custos para o fardamento. “Acabamos sem poder dar o fardamento porque não computamos como gasto em educação”, reclama Tabosa.

NA PINDAÍBA– Presidente da Amupe, a Associação Municipalista de Pernambuco, o prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), coordena a reunião de hoje com a bancada. Ele tem dito que os municípios, sem a União estender as mãos, não podem bancar sozinhos a conta dos reajustes dos professores. Por isso, ele convocou a bancada federal e os senadores para encontrar alternativas que não esgotem as finanças municipais.

Ministro Cid GomesPau no lombo– O ministro da Educação, Cid Gomes, deve enfrentar um clima de confronto e animosidade na sua passagem, hoje, pela Câmara dos Deputados, para explicar sua afirmação que na Casa tem uns “400, 300 deputados achacadores”. Um ministro sugeriu a ele que pedisse desculpas, mas tem deputado defendendo que pague preço da língua solta e da irresponsabilidade com um processo no lombo.

Comitê da estiagem – O governador Paulo Câmara (PSB) está disposto a enfrentar a seca. Lança, hoje, o Comitê Estadual de Combate à Estiagem, que será presidido pelo secretário de Agricultura, Nilton Mota. Apesar de ter chovido em algumas regiões do Estado, a projeção é de um ano com reservatórios secos ou operando no limite, o que deve levar o Governo a investir num programa de ampliação da água potável.

Governo cede– O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estuda uma possibilidade de se chegar a um ajuste de até 6,5 por cento para a faixa de menor renda na tabela do Imposto de Renda. Segundo ele, o consenso é dar um ajuste mais significativo para as faixas de menor renda, para que os tetos tenham um aumento um pouco maior do que o pensado inicialmente.

Jarbas VasconcelosPelo impeachment – Em entrevista ao programa de Edvaldo Morais, ontem, na Rádio Folha, o deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB) pregou abertamente o impeachment da presidente Dilma. “O dinheiro do esquema da Petrobras alimentou o caixa da campanha da presidente e há ministros próximos a ela envolvidos. Há razões para o seu afastamento”, afirmou. Jarbas está confiante na mobilização da sociedade no ato de rua pelo impeachment no próximo domingo.

CURTAS

ESTATUTO– A Comissão do Estatuto da Família será instalada hoje na Câmara dos Deputados, para analisar projeto de autoria do deputado Anderson Ferreira (PR). Serão empossados 27 titulares, dos quais sairá o relator da matéria, que é polêmica e deve gerar uma discussão acalorada.

ELEIÇÃO NA UVP– Presidente da Câmara de Timbaúba, o vereador Josinaldo Barbosa (PTB) fez campanha, ontem, no Sertão, para presidente da UVP – a União dos Vereadores de Pernambuco. Em Arcoverde, participou de um debate na Câmara e garimpou votos. Seu adversário é Biu Farias, atual presidente, candidato à reeleição.

Perguntar não ofende: Dilma vai continuar ignorando o pedido dos governadores do Nordeste para um encontro em Brasília?


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marcos

Não esquece nehemito fernandos, que Humberto pediu a Zé Dirceu pra interceder por ele a Lula, mas zé Dirceu é quem tá precisando de ajuda , Lula com o coração bondoso e, como sempre fazendo inclusão social, disse Humberto, eu te tirei da operação VAMPIRO, DEPOIS DA SANGUE-SUGA e agora tu vens pedir para eu interferir na LAVA-JATO, ASSIM É DEMAIS . JÁ usei minha força para tirar Dilma, Dercídio, Mercadante, Okamoto, Fernando Pimentel, Paulo Bernardo, Jacks Wagner, Graça Foster, Sergio Gabrielle, EU TÔ PEDINDO MAIS QUE FILHA DE CEGO, e todo mundo sabe que tu és um pseudo elitista moreno bufão. Sendo assim vai pedir arrego ao PT. (metam os peitos, mas cuidado com o SILICONE) kkk

Nehemias Fernandes Jaques

Essa elite branca bufão, não tem jeito mesmo!

Nehemias Fernandes Jaques

Não esquece marquito, que ele pediu a Zé Dirceu pra interceder por ele a Lula, pra ser ministro do STF e, Lula com o coração bondoso e, como sempre fazendo inclusão social, ele pediu arrego ao PT, tu que não sabe, ele é um pseudo elitista branco classudo.

Nehemias Fernandes Jaques

Não esquece marquito, que ele pediu a Zé Dirceu pra interceder por ele a Lula, pra ser ministro do STF e, Lula com o coração bondoso e, como sempre fazendo inclusão, ele ele pediu arrego ao PT, tu que não sabe, ele é um pseudo elitista branco classudo.

ENILDO LUIZ GOUVEIA

E Jarbas depois de ter afundado o estado de Pernambuco durante o seu governo, agora está ajudando a afundar o Brasil. Literalmente, é a vingança dos derrotados.




09/03


2015

Coluna da segunda-feira

Dilma pode ser investigada

DilmaNão dá para deixar de associar o maior escândalo do País – a operação Lava Jato – ao Governo. Isso não significa dizer que a presidente Dilma está diretamente envolvida ou foi um pecado capital seu nome não aparecer na lista de Janot. O Governo está comprometido porque a lista de suspeitos passa por gabinetes influentes e poderosos da Esplanada, do Palácio do Planalto e do Congresso.

Envolve políticos de cinco partidos – PMDB (7), PP (32), PSDB (1), PTB (1) e o PT, partido que está no poder, oito. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, pediu abertura de inquérito por ter encontrado indícios de crime de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas. O envolvimento dos políticos com mandato se deu nas delações do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

E também nas delações do doleiro Alberto Youssef. Quem se beneficiou do dinheiro desviado na Petrobras vai ter de se explicar, inclusive pessoas bem próximas a presidente Dilma e ao ex-presidente Lula. Dilma não teve seu nome citado, mas procuradores já consideram a possibilidade de pedir ao ministro Teori Zavascki, relator do caso no STF, autorização para tomar o depoimento da presidente.

Tudo porque, em uma das peças enviadas ao STF, o procurador-geral cita nominalmente um trecho da relação premiada, do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em que afirma que, em 2010, o então coordenador da campanha de Dilma, Antônio Palocci, que aparece na lista, pediu dinheiro do esquema para pagar despesas do comitê da petista.

Paulo Roberto, em seu depoimento, revela que autorizou o doleiro Alberto Youssef a repassar R$ 2 milhões para a campanha de Dilma em 2010. Dilma não foi citada porque há um artigo da Constituição no qual se lê que o presidente da República, na vigência do mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício das suas funções.

Na fase de investigação, outros políticos podem ser incluídos ou apenas convocados a depor, até mesmo a presidente Dilma, mediante autorização do relator Zavascki. A presidente tem imunidade temporária. Ela só pode ser processada por fatos atinentes ao seu mandato.

Isso, porém, não significa uma declaração de inocência. Ela poderá ser investigada e denunciada ao fim do mandato, ou antes, caso se comprove que usou o cargo para beneficiar a quadrilha ou recebeu vantagem. Quanto ao ex-presidente Lula, caso os investigadores decidam investigá-lo, a apuração se dará no âmbito da Operação Lava Jato no Paraná, já que ele não tem mais direito a foro privilegiado.

SEM PRISÃO– Nenhum político com mandato que aparece na lista pode ter prisão preventiva decretada. A Constituição diz que parlamentares só podem ser presos se condenados ou flagrados em crimes inafiançáveis. Quanto a governadores e presidente, só depois de sentenciados. Assim, eventuais prisões preventivas só poderão ser decretadas para políticos sem mandato ou ministros.

Empreiteiros na corda bamba– Diferentemente dos políticos com mandato, os empreiteiros envolvidos na operação Lava Jato poderão ser objeto de um julgamento muito mais rápido. Até porque eles já estão presos e neste caso os processos ganham prioridade na Justiça, isso sem esquecer que já se enquadram como réus.

Delação de políticos – Os políticos que serão investigados também podem recorrer aos pedidos de relação premiada. A única diferença é que terão que negociar o acordo diretamente com a Procuradoria Geral da República e não com o Ministério Público Federal. Há quem diga, entretanto, que ao firmarem o pacto assumem um risco maior de ter o mandato cassado, na medida em que reconhecem ter cometido o delito.

Mais agilidade– O julgamento dos políticos envolvidos não se dará no plenário do STF, como no mensalão. Tudo porque uma mudança no regimento do STF em 2014 transferiu para as turmas de ministros a competência de julgar crimes comuns de parlamentares. Os processos da Lava Jato estão a cargo dos ministros Teori Zavascki, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello.

No fundo do poço – O governador de Minas, Fernando Pimentel, recebeu uma pesquisa encomendada ao Vox Populi em seu Estado que é desastrosa para a presidente Dilma. Feita apenas em Minas, onde ela venceu a eleição passada, mostra que 62% dos mineiros consideram seu governo ruim ou péssimo. Já o próprio Planalto tem pesquisas que jogam Dilma em patamares de impopularidade nunca vistos, segundo a revista Veja.

CURTAS

ENCONTRO– De volta a Pernambuco desde ontem, depois de uma temporada no México, o governador Paulo Câmara (PSB) retoma a rotina, hoje, com a expectativa de ir a Brasília para o encontro dos governadores do Nordeste com a presidente Dilma. A Casa Civil deve anunciar hoje a data da reunião.

PÉ NA ESTDADA– De olho no Palácio das Princesas em 2018, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) vai acompanhar de perto a primeira etapa do seminário “Todos por Pernambuco”, que começa na próxima sexta-feira por Araripina, no sábado se estende para Petrolina e no domingo Salgueiro.

Perguntar não ofende: Dilma está disposta a receber os governadores do Nordeste?


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sonia

Fala da presidente: Dilma tenta se apoia na antigo argumento da crise internacional. Sempre jogando o problema para o outro lado da rua.

sonia

Eita panelaço da p... Dia 15/3 vem ai - O protesto pelo impeachment de Dilma não será permitido a presença de meliantes do black bloc \" serão detidos e entregues à polícia\" DIVULGUEM EM CADA ESQUINA !!!!




07/03


2015

Coluna do sabadão

   Humberto no ataque

Dos nomes de políticos pernambucanos citados na lista de Janot, que pede investigação por envolvimento na operação Lava Jato, pelo menos até ontem de imediato apenas o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, se posicionou, mandando uma nota à mídia.

Nela, Humberto se apresenta surpreso e afirma que ficou indignado. Ressalta que não tem conhecimento formal de quaisquer fatos que lhe tenham sido atribuídos, salvo pelas supostas informações de criminosos vazamentos seletivos oriundos de delações prestadas à Justiça por réus confessos.

Reitera a lisura de sua conduta e de sua vida pública e que todas as doações que recebeu em campanhas eleitorais de que participou foram legais, auditadas, julgadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. Ainda na mesma nota, diz que, há quatro meses, já deixou à disposição do Supremo, do Ministério Público e do Senado Federal, todos os seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.

E que, aberto o inquérito pelo STF, e diante da exposição a que ficará submetido, espera celeridade do processo e confia no seu consequente arquivamento, em razão de estar certo da insubsistência de qualquer ilação que haja contra ele. “Estou pronto a cooperar com todas as etapas de eventuais investigações e diligências, seguro de que, ao fim, minha inocência será rigorosamente comprovada”, afirmou.

Da bancada de Pernambuco, com mandato aparece citado também o deputado Eduardo da Fonte (PP), que não se pronunciou, e políticos sem mandatos, como Pedro Correa Neto (PP) e sua filha Aline Correa, que atua em São Paulo, além do seu genro Roberto Teixeira, ex-deputado federal pelo PP.

SÓ COM CONHECIMENTO– Ligado ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), que também aparece na lista, o deputado Eduardo da Fonte avisou, ontem, através da sua assessoria, que só vai se pronunciar sobre a decisão do ministro Teori Zavascki, de liberar a lista dos envolvidos na operação Lava Jato, após ter o conhecimento do processo. Já o ex-deputado Roberto Teixeira não se pronunciou, o que deve fazer, segundo sua assessoria, hoje ou amanhã.

Em nome de Corrêa– Em defesa do primo, o juiz aposentado Clóvis Corrêa (na foto) se disse surpreso com o nome do ex-deputado Pedro Correa na lista de Janot. “Em 2010, Pedro estava com os direitos políticos cassados e não se candidatou a nenhum cargo na ocasião, foi condenado a sete anos e dois meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do Mensalão e cumpre pena atualmente”, afirmou, para acrescentar: “Estou surpreso, pois em 2010 ele não foi candidato a nada e já tinha tido o mandato cassado. Como uma pessoa sem mandato e sem disputar a eleição conseguiria receber dinheiro da Petrobras?”

Os crimes de Renan – O presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), será investigado pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A partir das petições 5254 e 5274, Calheiros será investigado, juntamente com o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em dois inquéritos separados.

Nem um pio– Confirmado na lista dos inquéritos instaurados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Fernando Collor (PTB-AL) acompanhou a divulgação da “lista de Janot” em Alagoas. Collor não foi encontrado para comentar o assunto. Quem também acompanhou a divulgação da lista a partir de sua cidade natal foi o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que teve o pedido de instauração de inquérito acatado pelo ministro do STF Teori Zavascki. “Vou analisar primeiro as acusações para depois de manifestar. Só vou falar depois de ler o despacho”, disse.

Mais um pernambucano – Também pernambucano, embora atuando em Roraima há muitos anos, o segundo vice-presidente do Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que não irá comentar a inserção do nome dele na lista. “O senador só vai se pronunciar quando tiver acesso à petição”, disse um assessor. O nome de Jucá aparece em depoimentos de delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Foi citado em uma relação de outros 27 políticos que, segundo o ex-diretor, seriam beneficiários do esquema de desvios envolvendo contratos da Petrobras.

CURTAS

REAÇÃO – Localizada nos Estados Unidos, a ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), afirmou que está “indignada e completamente injustiçada”. Ela diz que o contato que teve com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa foi institucional e que nunca teve relação com ele ou qualquer outro citado nas investigações.

VERSÃO– Em nota, a ex-deputado Aline Corrêa, filha do ex-deputado Pedro Corrêa, se apresenta tranquila e confiante. “Não tenho nada a esconder nem dos meus eleitores nem da vida minha pública, que é transparente”, disse. A PGR pediu abertura de inquérito para investigar a ligação de Aline com o esquema.

Perguntar não ofende: Renan e Eduardo Cunha, presidentes do Senado e Câmara, respectivamente, têm condições de continuar no cargo depois da lista?


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ObservatorioDoPovo

Que família essa do sr pedro correia! pai e filha (aline) juntos na prática da gatunagem.E isso vem de longe. http://oglobo.globo.com/politica/stf-abre-acao-penal-contra-deputada-aline-correa-filha-de-mensaleiro-2821368

marcos

É muito engraçado esse Humberto Costa, ( já deixou à disposição do Supremo, do Ministério Público e do Senado Federal, todos os seus sigilos bancário, fiscal e telefônico ). Todos se recordão que no auge do MENSALÃO , o BARBA MOLUSCO nunha entrevista em Paris falou que o partido ( PT) e seus membros praticavam normalmente CAIXA 2. Então seu vampiro, sangue-suga, petrolão, o dinheiro que o doleiro afirma ter chegado as suas mãos ( R$ 1.000.000,00) foi como dizia o GRANDE DLÚBIO SOARES, DINHEIRO NÃO CONTABILIZADO. Tenha vergonha Senador, RENUCIE antes que fique provado como o senhor bancava suas campanhas e sua vidinha de elite burguesa e a justiça lhe bote atrasdas grades.

adalberto ribeiro

LISTA DE SCHINDLER Em resumo, todos sao inocentes de pai e mãe. O procurador Janot e os ex-diretores da Petrobras estavam delirando quando conceberam a lista de Schindler




06/03


2015

Coluna da sexta-feira

     Ferido e vulnerável

Nos bastidores de Brasília corre solta a versão de que os presidentes do Senado e da Câmara foram incluídos na lista de Janot, que relaciona os envolvidos na operação Lava Jato, por uma manobra do Governo, para fragilizar o Congresso neste momento tão difícil que a presidente Dilma enfrenta, estando programado para 15 de março um ato nas ruas pedindo o seu impeachment.

Com um Congresso igualmente comprometido pelo escândalo, segundo os comentários, não haveria ambiente para se iniciar a discussão de um processo de afastamento de Dilma, até porque pega de proa os dois dirigentes das Casas Legislativas – Renan Calheiros (PMDB-AL) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), respectivamente do Senado e Câmara,

Os aliados de Renan e Cunha têm a convicção que o Planalto interferiu diretamente para colocar seus nomes na lista Janot. “Teve interferência sim, para colocar e tirar”, diz um parlamentar bem próximos aos dirigentes. A irritação se deve à crença de que o Planalto poderia excluir seus nomes.

“Eles estão irados porque achavam que o ministro José Eduardo Cardozo tinha poder e caneta e não quis tirá-los”, se repete, abertamente, no Palácio. Outo aliado, por sua vez, pergunta: “O que o governo ganharia ao incluir o nome de Renan?” Outro ironiza a postura do senador: “Para quem precisa de apoio no Senado, e não quer a oposição no pé, ficar contra o governo rende”.

Renan e Cunha, o presidente estão convencidos de que houve o dedo do Governo, com a atuação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, através da Polícia Federal, para incriminá-los com o objetivo de fragilizar o Congresso e dividir as atenções neste momento de crise que o país atravessa.

A presença dos presidentes do Congresso na lista Janot constrange a oposição. Na opinião pública, embalada pela indignação, deve haver forte simpatia pelo afastamento de ambos. Os líderes da oposição avaliam que a situação será muito incômoda. Eles vão ser pressionados a cortar a cabeça de quem sequer foi indiciado. A leitura nas ruas é a de que a lista é de julgados e condenados.

CRISE BRABA– O cenário complicado de negociações da presidente da República com o Congresso virou mote para mais especulações. Diante da revelação de Renan Calheiros e Eduardo Cunha na lista de Janot, o que se questiona é se a confirmação dos dois representantes do Congresso nas investigações configuraria uma desestabilização maior para Dilma. Há quem aposte que sim, mas cientistas políticos ouvidos avaliam que não.

Brasília 40 graus– O ministro Teori Zavascki divulga, hoje, os nomes contra os quais o procurador-geral Rodrigo Janot pediu a abertura de inquéritos. Numa sexta-feira de Congresso vazio, o que se espera é que pelo menos não haja retaliações imediatas de terceiro grau, como a de Renan Calheiros, na terça-feira passada, quando mandou de volta ao Planalto a MP do ajuste fiscal.

 

Vai ter que provar – O deputado Raul Jungmann(PPS) entende que o ministro da Educação, Cid Gomes, cometeu crime de injúria em declaração durante visita à Universidade Federal do Pará, quando disse que existe, na Câmara, 300 deputados que vivem de achacar. Por isso, entrou com interpelação judicial para que o ministro aponte quem são os achacadores ou se retrate publicamente.

Estelionato eleitoral– Na passagem, ontem, pelo Recife, a presidente do PSOL, Luciana Genro, disse que houve estelionato eleitoral com a reeleição de Dilma. “A situação política brasileira está bem complicada. A polarização Dilma X Aécio fez que muitos acreditassem que o PT estava indo para a esquerda. No fim das contas, a presidente aplica as mesmas medidas que acusou Aécio de querer praticar, inclusive com aquela peça publicitária que mostrava a comida desaparecendo da mesa”, avaliou.

Milho mais barato – O secretário de Agricultura, Nilton Mota, voltou, ontem, de Brasília, confiante na possibilidade de o Governo reeditar a portaria interministerial que subsidia o milho da Conab repassado aos criadores e produtores do Nordeste. Em Pernambuco, segundo ele, o governador já prorrogou a isenção do ICMS nas operações com a Conab para reduzir o preço do milho.

 

CURTAS

CHOVE, CHUVA! – Choveu bastante, ontem, em vários municípios do Sertão do Pajeú, principalmente em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Tabira. As chuvas se estenderam também ao Sertão do Moxotó, com maior incidência na cidade de Arcoverde, a porta do Sertão.

CONSÓRCIO– O prefeito de Tuparetama, Edvan Pessoa (PSB), é o novo presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), cuja diretoria tem como vice-presidente o prefeito de Sertânia, Guga Lins (PSDB). O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), assumiu a coordenação da entidade no Baixo Pajeú.

Perguntar não ofende: A terra vai tremer hoje em Brasília com a divulgação dos nomes envolvidos na operação Lava Jato?


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05/03


2015

Coluna da quinta-feira

    Azedou ainda mais

Brasília vive uma terrível crise, de natureza política e moral. Entrando para o terceiro mês do seu segundo mandato, a presidente Dilma não governa, está acuada, tem uma equipe amadora no comando da política. Nem a liberação da “lista de Janot”, que não tem ainda os nomes por causa do segredo de justiça, trouxe o alívio político.

A impressão é que serviu para agravar ainda mais a crise. Achando que seu nome apareceu na lista por arte do “fogo amigo”, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), teve um chilique, manifestado no gesto de devolver a chamada MP da Desoneração, que aumenta a carga tributária das empresas.

Para quem esteve com Renan, ele quis mandar o seguinte recado: se a presidente acha que poderá escapar de danos do escândalo Lava Jato, transferindo parte do desgaste para o Congresso, o tiro por sair pela culatra, porque o PMDB, o mais atingido, pode reforçar a oposição ao governo.

Segundo maior partido da base, o PMDB foi atingido mortalmente, com a inclusão dos dois dirigentes das Casas Legislativas: Eduardo Cunha (PMDB-RJ), da Câmara, e Renan, do Senado. Há quem diga que os oposicionistas têm interesse em enfraquecer Dilma com a intenção de minar uma eventual candidatura de Lula em 2018.

Isso ficou muito claro com o entusiasmo juvenil em cima da decisão de Renan. Até então um aliado poderoso, o presidente do Senado se afasta do Governo em consequência dos efeitos da lista Janot. Mas diz que o senador já estava contrariado com o governo por outras questões, como o poder sobre o Ministério do Turismo e a relação ruim com o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil).

Como não houve uma divulgação oficial dos nomes da lista de Janot, que traz 54 políticos e o pedido de abertura de inquérito para investigar 28 do total, não dá ainda para medir a dimensão exata do efeito político. Pedidos de abertura de inquérito significam que o procurador-geral da República quer investigar mais.

Assim, Janot vê fragilidade no trabalho feito pelo juiz Sérgio Moro e os investigadores em Curitiba e avalia como necessário ter mais material para solicitar abertura de processos. A partir de agora, os nomes da lista serão mais investigados e poderão responder a uma futura ação penal.

Todos têm direito de defesa e não podem ser considerados culpados. Mas o aperitivo da lista que já vazou mostra potencial de agravamento da crise do ponto de vista político, porque pode tirar o PMDB da base do Governo, potencializando a oposição, que anda mais animada.

A reação do Renan e eventuais atitudes duras futuras de outros citados na lista têm de ser vistas como tentativas de salvar a própria pele usando o poder que possuem em suas mãos. Isso está sendo interpretado como chantagem política, para não classificar de abuso.

Afinal, Dilma não controla o procurador-geral da República nem o Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal tem agido com liberdade. O próprio senador Renan falou em independência de poderes ao rejeitar a MP da Desoneração. Por essa independência, Dilma não teria o que fazer em relação a Janot e ao STF.

DIFICULDADES– Cresceu a dificuldade para o governo aprovar medidas econômicas no Congresso na tentativa de recuperar a economia. A presidente já transformou em projeto de lei a MP rejeitada por Renan e pede para ser avaliado em regime de urgência urgentíssima, repetindo o teor da MP da Desoneração. Mas isso não mudou um milímetro a resistência ao contrário da sua própria base, incluindo o próprio PT.

Start da polêmica– Autor do projeto que cria o Estatuto da Família, o deputado Anderson Ferreira (PR) garante que haverá um amplo debate na comissão especial que trata do assunto, incluindo todos os segmentos da sociedade, inclusive os movimentos preocupados que a proposta proíba a adoção de crianças por casais homossexuais. “Estamos abertos ao diálogo”, diz.

Pela tangente – Em entrevista ao Frente a Frente, ontem, o senador Fernando Bezerra Coelho foi forçado a tratar de 2018, mas negou que já esteja em campanha para governador. “Sou candidato a fazer um grande mandato aqui no Congresso e ninguém vai me impedir de continuar andando e trabalhando em favor do Estado”, afirmou, saindo pela tangente.

Vingança maligna – Convencido de que a inclusão do seu nome na lista de Janot seja objeto de uma manobra do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), promete vingança. Aos aliados, diz que virá na CPI da Petrobras, que tem como presidente seu aliado Hugo Motta (PMDB-PB).

Candidato palaciano – Na frente de todas as pesquisas de intenção de voto para prefeito do Cabo, como do Instituto Plural, na qual aparece com 47%, o deputado Lula Cabral (PSB) é o candidato que terá o apoio do governador Paulo Câmara, conforme avalia a bancada federal do PSB. Embora animado, Lula diz que só fala em candidatura no momento certo.

 

 

CURTAS

CONSELHEIROS– Em audiência, ontem, com a ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, o deputado Zeca Cavalcanti (PTB) conseguiu a garantia de melhores condições de trabalho para o Conselho Tutelar de Poção, onde ocorreu o assassinato de três conselheiros tutelares e de mais uma pessoa envolvida da chacina. Zeca esteve na audiência acompanhado do prefeito, o Padre Cazuza.

REAÇÃO– Ainda não divulgada, embora já entregue pelo procurador-geral da República, a lista dos políticos envolvidos na operação Lava Jato tem chegado muita gente com os nervos à flor da pele. “A minha consciência é tranquila. Nunca participei de nenhum processo de licitação, de corrupção, estou tranquilo", reagiu o líder do PT no Senado, Humberto Costa, sobre rumores de que seu nome teria sido incluído.

Perguntar não ofende: Quais são os pontos da reforma política que serão consensuais na reunião da executiva nacional do PSB hoje em Brasília?


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Nehemias Fernandes Jaques

Como diz Ribeirolândia. Metam os peitos!

Nehemias Fernandes Jaques

O barba vai voltar, o barba vai pegar você!

Diego da Silva Araújo

Eu pensava que a ideia do Impeachment era algo ilusório, que não tinha chance de acontecer. Mas Dilma tá tão mal assessorada, criando inimigos dentro da própria base e até dentro do próprio PT e desagradando tanto a população, que sinceramente a oposição se movimentando ou não, comprovando-se crime de administração ou não, completar esse mandato não vale a pena nem pra ela.

Holderlin Correia da Silva

Esqueçam Lula ex presidente, pois é por culpa dele e do pt que nosso país estar quebrado. Quero ver dinheiro o poder pra fazer eu votar em alguém do PT , nunca jamais.




04/03


2015

Coluna da quarta-feira

    Uma longa estrada

Há um caminho longo para que os políticos com mandato envolvidos na operação Lava a Jato sejam punidos e possam ser cassados. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve pedir o fim do segredo de Justiça para todos os casos, mas essa decisão depende do relator do processo no tribunal, ministro Teori Zavascki, o que deve ser feito em seguida.

Para cada pedido de inquérito haverá um pedido de fim do segredo; Zavascki deve analisar cada caso separadamente para decidir. Se derrubado o segredo, os nomes devem ser conhecidos em bloco, de uma vez só. Além de pedidos no STF, a PGR pode também apresentar petições no Superior Tribunal de Justiça (STJ), caso se confirmem indícios de crimes cometidos por governadores.

Neste caso, os pedidos serão analisados pelo ministro Luís Felipe Salomão. Após receberem os documentos da PGR, os dois ministros decidirão se atendem o que foi requisitado por Janot. É praxe, porém, os magistrados aceitarem a abertura de inquérito ou ação penal mediante o pedido do Ministério Público Federal.

Os pedidos serão divididos em fatos, cada um contendo indícios de que houve crime e suspeita de quem os praticou. Por isso, é possível que um mesmo pedido de inquérito envolva mais uma pessoa e que uma mesma pessoa apareça em mais de um caso.

A base desses pedidos serão depoimentos dados pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Youssef, considerado o principal operador do esquema, que teria lavado R$ 10 bilhões em dinheiro desviado da estatal.

Também serão usados dados já apurados na Lava Jato, que já levou à abertura de mais de uma dezena de ações penais e investigações contra pessoas sem foro privilegiado, julgados na primeira instância da Justiça Federal no Paraná.

Em alguns pedidos, no entanto, é possível que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, entenda que não é possível verificar a existência de delitos com base nas afirmações ou mesmo não ser possível chegar aos culpados. Nestes casos, pedirá o arquivamento das investigações.

Se considerar que já há provas, poderá apresentar uma denúncia, passando a uma fase mais adiantada do processo penal. O pedido de abertura de inquérito no STF é o primeiro passo para se investigar um político. Caberá também a Teori Zavascki abrir o inquérito e autorizar diligências para a descoberta de irregularidades, como a quebra de sigilos telefônico, bancário ou fiscal, novas buscas e apreensões de documentos ou mesmo interceptações telefônicas.

Várias dessas ações podem permanecer sob sigilo, para evitar que o investigado apague os rastros dos crimes. Durante a fase investigatória, os advogados dos investigados ainda não podem fazer a defesa judicial ou contestar as diligências. Só depois de aberta a ação penal, eles poderão apontar irregularidades na produção de provas e anular acusações feitas com base nelas.

Encerradas as investigações, caberá à PGR apresentar as denúncias, que são as acusações formais contra os investigados, apontando os crimes, culpados e provas. Se aceita pela Justiça, a denúncia leva à abertura de uma ação penal, que é próprio processo judicial, em que serão ouvidas testemunhas e quando a defesa poderá apresentar outras provas que contestem a acusação, além de contestar as investigações.

Só ao final do processo, os ministros julgam e decidem pela inocência ou culpa do réu; no último caso, determinando as penas, multas e ressarcimento de danos aos cofres públicos. No caso da Operação Lava Jato, a eventual abertura de ações penais caberá à Segunda Turma do STF, composta, além de Zavascki, pelos ministros Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Celso de Mello.

SIGILO– Nos pedidos de inquérito, o procurador já pode pedir quebras de sigilos bancário e fiscal e deverá propor oitivas de testemunhas. A avaliação da PGR é de que a quebra de sigilo telefônico pode não ser eficaz, já que os suspeitos devem ter adotado cautela após a deflagração das primeiras fases da operação. Se aberto o inquérito, é possível que parte dessas diligências sejam mantidas em sigilo.

Saindo na frente– Independente do que a bancada do PSB na Câmara venha a decidir, o deputado João Fernando Coutinho antecipou sua posição, ontem, sobre o ajuste fiscal. Em entrevista ao Frente a Frente, afirmou deixou a entender que votará contra. “Fico com o trabalhador, que não pode pagar o preço da irresponsabilidade e da má gestão do PT”, disse.

 

 

 

 

Defesa da memória – Em nota, o PSB se disse surpreso com a notícia de que o ex-governador Eduardo Campos teria recebido R$ 10 milhões, conforme informou à justiça o doleiro Youssef. “O Partido adotará todas as medidas necessárias, se confirmada a denúncia do delator, para promover a defesa da memória do seu líder, cuja conduta na sua vida pessoal e política sempre foi considerada por todos, irrepreensível”, diz o comunicado, assinado pelo presidente Carlos Siqueira.

PT bate fofo – No jantar que a presidente Dilma promoveu, anteontem, com a cúpula do PMDB, para se aproximar mais do partido, no qual a principal ausência foi a do presidente do Congresso, Renan Calheiros, o que se viu foi muitas queixas dela em relação à postura do PT, que estaria contrário ao ajuste fiscal anunciado pela equipe econômica na semana passada.

Levando o emprego – Da tribuna da Câmara, ontem, o deputado Augusto Coutinho (SD) fez um duro pronunciamento sobre as demissões em massa que vêm ocorrendo nas empresas em Suape, especialmente nas que estão citadas na operação Lava Jato. “O Governo age como gatuno, roubando o emprego dos trabalhadores”, disse Coutinho. Segundo ele, mais de três mil postos de trabalho já foram fechados nos últimos dias.

 

 

 

 

 

 

CURTAS

LOBBY CONTRA– O ex-presidente da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB), Mozart Pires, e o desembargador pernambucano Antenor Cardoso foram vistos, ontem, no Congresso, trabalhando contra a PEC da Bengala, que aumenta de 70 para 75 anos a idade para aposentadoria compulsória dos ministros de tribunais superiores.

O ÚNICO– Dos 27 governadores, apenas o do Acre, Tião Viana (PT), aparece na lista que o procurador geral da República, Rodrigo Janot, pede abertura de inquérito para políticos com mandato envolvidos na operação Lava Jato. Ele foi citado pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

Perguntar não ofende: Janot abrandou na hora de decidir pelo pedido de abertura de inquérito contra os políticos da Lava Jato e não a denúncia formal?


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marcos

marquito, não esquece de EC, SG, Álvaro Dias, LULA ,DILMA, HUMBERTO COSTA ,GLEISE, RENAN ,EDUARDO CUNHA,TIÃO VIANA, ZÉ DIRCEU, LINDENBERG FARIAS, DELCIDIO AMARAL CANDIDO VACAREZA, VANDER LAUBER, EDISON LOBÃO, ANTONIO PALOCI, JAQUES WAGNER, SERGIO CABRAL todos comeram a famosa propina, o famoso toco. Metam os peitos!

Nehemias Fernandes Jaques

marquito, não esquece de EC, SG, Álvaro Dias, todos comeram a famosa propina, o famoso toco. Metam os peitos!

Nehemias Fernandes Jaques

Como diz Ribeirolândia metam os os peitos! BRASIL – Novo recorde na produção de gás natural. Produção da gás natural bate novo recorde em janeiro A produção de gás natural do país em janeiro deste ano foi a maior registrada, atingido 96,6 milhões de metros cúbicos por dia (m/dia) . O recorde anterior foi registrado em dezembro do ano passado, com produção de 95,1 milhões (m/dia).

RENAN

ESSE NEHEMIAS É UM DOENTE MESMO! BABACA, BAJULADOR BARATO, DEIXA DE SER IDIOTA E POSTA ARGUMENTOS EM DEFESA DO FIM DA ROUBALHEIRA, SEJA QUEM QUER QUE TENHA FEITO! PODE SER PT, PSDB, PMDB, PP, PSB, DEM, PSD OU QUALQUER PARTIDO OU POLITICO DESSA REPÚBLICA! ERROU, TEM QUE PAGAR! PARA DE TÁ JUSTIFICANDO AS MERDAS QUE TEU PT NOJENTO FEZ COLOCANDO O QUE OS OUTROS FIZERAM! SE FIZERAM, TÊM QUE PAGAR! FALA DE TIÃO VIANA, QUE É DO PT E PELO QUE SE SABE FOI O ÚNICO GOVERNADOR QUE METEU A MÃO NA CUMBUCA! PROCURA SABER COMO ESTÁ O BNDES, QUE DESDE O (DES)GOVERNO DO TEU CHEFE LULA MENTIRA QUE VEM DE DESMANCHANDO E A RAINHA DA MENTIRA SÓ PIOROU, O BURACO NO BNDES É MAIOR QUE O DA PETROBRÁS! FALA DAS INÚMERAS OBRAS QUE ESTÃO PARALISADAS! FALA DO ARROCHO QUE TUA PATROINHA TA DANDO NO POVO BRASILEIRO PRA COBRIR O ROMBO GIGANTESCO! E TAMBÉM VC AGORA JÁ DÁ VALOR À POSTAGENS DE RIBEIROLÂNDIA, É? VAI SER IMBECIL ASSIM LONGE DAQUI, EM CUBA, ONDE TUA PATROINHA GASTOU UMA FORTUNA DO NOSSO DINHEIRO!!!

marcos

Senhor nehemias, o assunto agora é LAVA-JATO. DEIXE DE TÁ POSTANDO MERDA. Olha aí uma notícia aunciada TIÃO VIANA (PT) JÁ FOI PREMIADO PELO JANOT. META OS PEITOS KKKKK


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