FMO janeiro 2020

04/04


2020

Teobaldo anuncia apoio do Podemos a Raquel

Em Caruaru, o Podemos com o aval do ex-suplente de senador Douglas Cintra, histórico adversário da prefeita Raquel Lyra (PSDB), decidiu pelo apoio à reeleição da tucana, segundo confirmou, há pouco, o presidente estadual da legenda, deputado Ricardo Teobaldo.

"O apoio a Raquel vem para endossar o trabalho que ela tem feito no município. Entendemos que o trabalho que ela tem feito no município precisa continuar, para promover ainda mais avanços na saúde, educação e diversas outras áreas”, afirmou.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu e Lima

04/04


2020

Brasil: 366 mortes e passa dos 9 mil casos de covid-19

Por G1

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 10h29 deste sábado (4), 9.244 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 366 mortes pela Covid-19. Apenas três estados ainda não registraram mortes: Acre, Amapá e Tocantins.

Na manhã deste sábado, a Bahia registrou a 7ª morte por Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Paciente era uma mulher de 28 anos, que tinha ido a Itapetinga realizar uma cesária.

O Distrito Federal registrou 22 novos casos, somando 658. Na sexta (3), o ministro da saúde, Henrique Mandetta, demonstrou preocupação com o estado e disse que o DF é "o primeiro [colocado], com número bem maior inclusive que São Paulo nessa relação de número de casos confirmados pela população."

Um boletim epidemiológico feito pelo Ministério da Saúde nesta sexta (3), diz que Distrito Federal, São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Amazonas podem estar na transição para uma fase de aceleração descontrolada da pandemia.

O último balanço do Ministério da Saúde, divulgado na tarde de sexta-feira (3), aponta 359 mortes e 9.056 casos confirmados de coronavírus no Brasil.

O avanço da doença está acelerado: foram 25 dias desde o primeiro contágio confirmado até os primeiros 1.000 casos (de 26 de fevereiro a 21 de março). Outros 2.000 casos foram confirmados em apenas seis dias (de 21 a 27 de março) e quase 4.000 casos de 27 de março a 2 de abril, quando a contagem bateu os 8.000 infectados.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

Pesquisador: "Ideia de levar pleito para 2022 é absurda"

Por Estadão Conteúdo

Com o avanço do número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil e a recomendação de que o isolamento social, na ausência de vacinas e tratamentos comprovados, é a principal medida para prevenir o contágio, o debate sobre a viabilidade das eleições municipais de outubro ganha cada vez mais espaço.

Mexer no calendário eleitoral, no entanto, não é de fácil implementação, seja do ponto de vista legal ou do político. Para o cientista político Jairo Nicolau, pesquisador da Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil, da FGV, a melhor solução seria tentar realizar o pleito até dezembro ou nas primeiras semanas de 2021. “Não vejo sentido em estender mandatos”, disse ele.

Nicolau ainda considera um risco esvaziar por completo o fundo eleitoral. “Não deixar nenhum dinheiro para financiar campanhas é abrir as portas para o caixa 2 e para o sucesso dos candidatos ricos que podem se autofinanciar.”

Diante da pandemia, é possível dizer que as eleições já estão comprometidas?

Precisamos de mais uns dias para avaliar melhor. Minha sugestão é que o Congresso Nacional e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) organizem uma comissão para avaliar a probabilidade de a eleição acontecer em 4 de outubro e pensar em alternativas. É preciso lembrar que o processo eleitoral demora meses, e algumas mudanças exigem emendas à Constituição. Para dar um exemplo: as convenções partidárias para escolha de candidatos devem acontecer até 4 de agosto. Será que é plausível reunir dezenas de pessoas para a escolha dos candidatos já no mês de julho e começo de agosto?

Qual a melhor solução em caso de adiamento da eleição? Estender mandatos?

A melhor solução seria tentar adiar para acontecer ainda esse ano, talvez em dezembro, ou, no máximo, nas primeiras semanas de 2021. Não vejo sentido em estender mandatos.

O que acha da proposta de adiar o pleito para 2022?

A ideia de adiar o pleito para 2022 é absurda. Os atuais prefeitos foram eleitos para ficar quatro anos, com possibilidade de reeleição. Particularmente, acho as eleições locais separadas das estaduais e nacionais excelente. Em 1982, tivemos a única experiência da história em que votamos para prefeito e governador – presidente ainda não era permitido – e não funcionou. A agenda dos temas municipais foi completamente apagada pela discussão dos temas estaduais. Uma eleição geral exigiria até nove escolhas do eleitor, e a discussão sobre os problemas municipais provavelmente vai ficar em segundo plano.

Quem ganha e quem perde com o eventual adiamento das eleições municipais? O presidente Jair Bolsonaro, que não conseguiu montar um partido a tempo de participar da eleição em outubro, seria um dos favorecidos?

O adiamento não significa uma mudança de outras partes da legislação. A lei diz que, para concorrer, um candidato deve estar filiado em um partido até 4 de abril desse ano. A meu juízo, não vejo justificativa para mudar essa regra. Portanto, o Aliança (pelo Brasil, partido que o presidente pretende criar) não está apto a concorrer. Não consigo ver nenhum partido ou político que ganhe ou perca com o adiamento do pleito.

O fundo eleitoral pode ter sua finalidade modificada? Pode ser usado na Saúde, por exemplo?

Nesta crise, todos os recursos públicos estão sendo alvo de escrutínio. O fundo eleitoral, cujo recurso será gasto somente no segundo semestre, poderia tranquilamente ser reduzido. Por conta da crise, provavelmente tenhamos menos candidatos concorrendo. Mas não deixar nenhum dinheiro para financiar campanhas é abrir portas para caixa 2 e para o sucesso dos candidatos ricos que podem se autofinanciar.

O mesmo poderia ocorrer com o Fundo Partidário?

Legendas utilizam recursos do Fundo Partidário para viagens, reuniões e seminários. Muitas dessas atividades estão suspensas. Como o recurso é distribuído ao longo do ano, creio que haja espaço para que parte do dinheiro tenha outro destino. Mas não saberia dizer como viabilizar isso em termos legais.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Serra Talhada

04/04


2020

Não estamos em ano eleitoral

Por José Nivaldo Junior*

As pessoas, principalmente as que ocupam os mais altos cargos, não gostam de receber críticas, reparos, sequer sugestões. Por isso, o diálogo fica tão difícil e o entendimento distante. Justo no momento em que deveríamos estar todos juntos para enfrentar o inimigo invisível que está devastando o mundo.

A JUSTIÇA ELEITORAL HABITA EM MARTE

No meio de uma confusão dessas, a justiça eleitoral insiste em manter os seus prazos como se nada estivesse acontecendo. Esta semana, foi um corre corre generalizado, reuniões sucesdivas porque chegou ao fim o prazo de filiações partidárias. Suspenderam o futebol. Mas o jogo político continuou a todo o vapor.

REFLETIR PARA ACERTAR O RUMO

O ano eleitoral impõe uma série de restrições à atuação do poder executivo municipal. Como os prefeitos vão conseguir atender situações de emergência, especialmente na saúde, economia e assistência social com as mãos atadas por regras draconianas? 
Para quem está contaminado, o vírus não tem partido. Para quem está com fome, o pão não tem ideologia.

PROTOCOLOS E BUROCRACIAS

O Brasil vive amarrado a um cipoal de leis que nesta hora imobilizam o país. A rigor, todos são prisioneiros dos seus protocolos, estão acorrentados ao seu mundo particular de regras, normas, dispositivos.
Some-se a isso à mentalidade fiscalista que se instalou no país. Na prática, todo gestor é suspeito até prova em contrário. Um absurdo que, neste momento, virou ameaça ao bem-estar e até à sobrevivência das pessoas. 

O BRASIL DA FANTASIA

É tradicional a distância entre o que se decide em Brasília ou nos palácios estaduais e a mesa do pobre. Os de cima governam para um mundo irreal. Essa distância é a receita para o caos, caso o vírus se alastre e a necessidade do confinamento prossiga por semanas, talvez meses.
Um exemplo patético: o ministro Paulo Guedes anunciou na televisão que sua prioridade era garantir uma blindagem jurídica para os atos de atendimento à população. Através de uma PEC. Se este for o caminho, bote tempo.

A HORA DO BOM SENSO

Tenho em mão documentos de orientação para os gestores públicos que tem tantos considerandos, pressupostos, citações legais que ninguém consegue decifrar.

CASOS DRAMÁTICOS

Ouvi relatos de casos dramáticos: a merenda escolar está se deteriorando e os representantes locais do Ministério Público ameaçam prender prefeitos por “abuso do poder econômico em ano eleitoral” caso distribuam para os famintos alunos da rede pública. Cestas básicas já compradas mofam nos depósitos pela mesma razão. Enquanto isso, aumenta a fome e a impaciência do povo.

ESTADO DE CALAMIDADE

Prisioneiros dos seus protocolos, do Presidente da República ao delegado municipal,  a maioria das autoridades ao invés de ajudar está atrapalhando a ação das prefeituras, que lidam com o mundo real.

FORA BUROCRACIA

Depositem sem demora o dinheiro dos benefícios nas contas cadastradas. Mandem o dinheiro dos informais para os gestores que estão na frente de batalha. Parem de exigir providências sem disponibilizar os meios. Flexibilizem a burocracia infernal na saúde e no atendimento social.

ANO DA SOBREVIVÊNCIA 

Nunca, nos últimos 100 anos, tantos lutaram pela direito de continuar vivos. Nesse contexto, autoridades em geral, por favor, pensem com grandeza no que restará do nosso país quando o pesadelo acabar. 

ANO DE GUERRA

Pensem que simplicidade, confiança e objetividade podem evitar muitos efeitos colaterais dessa calamidade. Sejam generosos e tolerantes. 

Afinal, não estamos em ano eleitoral. Estamos em ano de pandemia.

NOTA DO BLOG

Para acompanhar os pontos de vista de José Nivaldo, assine O PODER: http://www.jornalopoder.com.br

* Historiador. Consultor em comunicação 


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

PE prorroga recolhimento do ICMS do simples

Por Folha de PE

Para reduzir os efeitos da crise provocada pelo avanço da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, o governo de Pernambuco vai prorrogar o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) das empresas do Simples Nacional por 90 dias. Já no que diz respeito ao diferimento do ICMS dos Microempreendedores Individuais (MEI), a prorrogação será de 180 dias. As decisões vão ser oficializadas por meio de um decreto assinado pelo governador Paulo Câmara.

A medida foi aprovada após uma reunião do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). Na ocasião a gestão estadual optou votar pela prorrogação, abrindo mão da arrecadação de R$ 74 milhões ao longo do período. Com essa medida, cerca de 100 mil micro e pequenas empresas que empregam 52% da mão de obra do Estado serão beneficiadas.

Com a prorrogação, o intervalo de apuração dos meses de marco, abril e maio serão comprometidos. A partir dessa modificação na arrecadação, os seus prazos de recolhimento dos meses em questão foram prorrogados para os meses de julho, agosto e setembro, respectivamente.

Segundo o secretário da Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha (Foto), a decisão foi tomada em conjunto para impactar o maior número de empresas de diversos estados do País. "Pernambuco, através da orientação do governador Paulo Câmara, fez um voto formal há alguns dias de pela postergação do Simples Nacional. Vários Estados que já tinham um pensamento parecido votaram junto, e fizemos uma articulação para dirimir as dúvidas de outros entes e no Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), com o propósito de garantir uma decisão unânime e com impacto em todo o país", destacou o secretário da Fazenda de Pernambuco, Décio Padilha.

Essa é mais uma medida tomada pelo governo de Pernambuco para auxiliar a manutenção de empresas e empregos no Estado. Na última terça-feira a administração estadual já havia anunciado medidas de incentivo ao setor produtivo. Foram prorrogados os prazos relativos ao cumprimento de obrigações tributárias e contestações, suspensão de execuções fiscais e notificações de débitos. Também foram suspensas as emissões de Notificação de Débito e Notificação de Débito sem Penalidade e dos procedimentos que visem ao descredenciamento dos contribuintes do ICMS relativas às diversas sistemáticas especiais de tributação.

As medidas anunciadas ao longo da semana de incentivo econômico foram baseadas em estudos promovidos pelas secretarias integrantes do Comitê Estadual Socioeconômico de Enfrentamento à Covid-19, criado para articular ações conjuntas de enfrentamento aos efeitos da pandemia na economia.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

04/04


2020

Avante não aceita imposição de Madalena em Arcoverde

O presidente de honra do Avante em Pernambuco, deputado Sebastião Oliveira, disse, há pouco, ao blog, que  admira a prefeita de Arcoverde, Madalena Brito (PSB), com a qual construiu uma relação de respeito, mas não abre mão da vereadora Cybele Roa, pré-candidata do partido à prefeita, em disputar pelo Avante.

"Gostaria muito do apoio de Madalena, sei da sua liderança e da sua importância. Enxergo uma gestora competente e séria, mas Cybele será candidata pelo Avante", afirmou, adiantando que Arcoverde é   prioridade da executiva nacional e estadual do Avante.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

04/04


2020

Madalena impõe condição: Cybele no PSB

A prefeita de Arcoverde, Madalena Brito (PSB), teve dois encontros ontem com a família Roa, a vereadora Cybele, pré-candidata à prefeita e o marido Rodrigo, este ontem a noite. Sem candidato natural do seu grupo, Madalena aceita apoiar Cybele, mas impôs uma condição: que troque de partido. Hoje ela está no Avante e só seria apoiada no PSB.

O impasse está na direção estadual do Avante. Principal líder do partido no Estado, o deputado Sebastião Oliveira não abre mão de Cybele disputar pelo seu partido. Ela corre contra o tempo. 

A lei permite a troca de partido até à meia noite de hoje para quem, no caso dela, não vai à reeleição, mas para uma disputa majoritária. Para vereador de mandato de olho na reeleição, o prazo se esgotou ontem.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Limoeiro

04/04


2020

A última equipe do Correio

Por Heron Cid

Nessa imagem acima, postada há pouco pela editora-geral Sony Lacerda, aparece parte da equipe que viu as cortinas do Correio da Paraíba se fecharem 66 anos após a sua estreia no jornalismo impresso estadual.

A outra pequena parte está em casa protegendo-se dos efeitos do novo coronavírus.

Nenhuma das duas, porém, livrou-se da doença que matou nosso último jornal comercial impresso na Paraíba.

O novo e impreciso mercado vem ferindo de morte o negócio comunicação. Na verdade, um novo modelo nasceu e com ele a obrigação de readaptação dos pacientes.

Por natureza, o impresso é mais caro, demanda gráfica, papel, mão de obra e um custo elevado que o anunciante contemporâneo já não se dispõe a pagar.

Os hábitos também mudaram. Foram transferidos da folha para a tela. Mas, todos os veículos, incluindo os da Internet, também vivem as dores desse parto.

Nessa foto, os últimos soldados daquele que foi um dos mais importantes e influentes periódicos das últimas gerações.

Um dos integrantes desse quartel até cinco anos atrás, quando lá escrevi coluna política diária, sei como deve ter sido difícil para quem precisou botar um sorriso no rosto e registrar essa fotografia final.

Foi menos duro para os que ficaram em casa. Esses puderam chorar a sós.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Shopping Aragão

04/04


2020

Mais de 40 vão depor em processo de Lula

Por G1

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, marcou para maio os depoimentos de testemunhas em uma ação penal que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais dez pessoas atuaram para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) favorecesse a Odebrecht.

Ao todo, mais de 40 testemunhas listadas pela defesa de Lula serão ouvidas, por videoconferência, entre 26 de maio e 8 e junho. Entre os depoentes estão o ex-ministro Miguel Jorge e os assessores de Lula Paulo Okamotto e Clara Ant.

A defesa do ex-presidente afirma que Lula não cometeu crime e que a acusação contra ele é "frívola e sem qualquer base real".

"O ex-presidente Lula não praticou qualquer crime e essa acusação, tal como as demais, é frívola e sem qualquer base real. As próprias testemunhas arroladas pelo Ministério Público, como o colaborador Marcelo Odebrecht, afirmaram serem injustas as acusações contra Lula. As testemunhas de defesa certamente reforçarão esse cenário, que deverá levar à absolvição do ex-presidente", afirmou o advogado Cristiano Zanin.

Lula, o sobrinho da primeira mulher dele, Taiguara dos Santos, o empresário Marcelo Odebrecht e outros réus são acusados pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência. As irregularidades foram investigadas a partir da Operação Janus, da Polícia Federal.

Na denúncia oferecida contra Lula, o Ministério Público Federal afirma que o ex-presidente atuou junto ao BNDES "e outros órgãos de Brasília" para favorecer a construtora Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia em Angola. Em retribuição, diz o MPF, a empreiteira pagou aos envolvidos valores que chegam a R$ 30 milhões.

Ainda conforme a denúncia, a participação de Lula ocorreu em duas fases. Na primeira, entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, os investigadores dizem que Lula praticou corrupção passiva. Na segunda, entre 2011 e 2015, já sem mandato, Lula teria cometido tráfico de influência.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

Coluna do sabadão

O fim da notícia em papel

A notícia em papel, trazida aos leitores pelos tradicionais jornalões brasileiros, está cada vez escassa e acessível. A era é da informação em tempo real, fatos que chegam ao público pelos mais diversos instrumentos online, a mais recente pelo WhatsApp. Pernambuco saiu na frente com o primeiro jornal transmitido diretamente para o celular, O Poder, projeto idealizado pelo meu amigo José Nivaldo Júnior.

Os jornais morrem porque não consequem mais acompanhar a velocidade da informação, trazem a notícia do dia anterior em meio a um consumo ansioso da sociedade pela notícia em tempo real, no exato momento em que o fato está ocorrendo. E vão desaparecer num tempo mais breve do que se possa imaginar. No Brasil, já existem Estados que não têm mais jornais, como a Paraíba, que hoje põe nas bancas a última edição do Correio da Paraíba, que circulou por 66 anos, ininterruptamente até ser nocauteado pela internet.

Alagoas também perdeu o seu grande e último jornal, a Gazeta, da poderosa família Collor, que detém o controle acionário da TV-Globo naquele Estado. Os jornais impressos têm leitores cuja idade mínima é de 40 anos; jovens ignoram a mídia impressa, sequer usam o computador de mesa, a não ser para trabalhos escolares e preferem o telefone para ler e resolver casos do cotidiano. Nos Estados Unidos, 45% dos adultos já imitam os filhos no uso da tecnologia móvel.

Para completar o mau vaticínio, uma pesquisa do New York Times anunciou que a sobrevida dos jornais impressos seria de apenas cinco, no máximo dez anos. A maior parte dos jornais está se dedicando ao desenvolvimento do jornalismo digital com o desafio de conseguir modelos de negócios mais rentáveis. No The Washington Post, por exemplo, engenheiros e repórteres trabalham lado a lado na criação de experiências digitais.

Há também as opções de se cobrar pelo conteúdo colocado na rede, que ficaram famosas especialmente depois da adoção do chamado paywall pelo The New York Times e pelo The Wall Street Journal, dois dos principais jornais dos Estados Unidos.

O fim do papel, porém, não significa que o apetite por consumir notícias diminuiu. Pelo contrário. Mais empresas estão entrando no mercado da comunicação, especialmente as grandes companhias de tecnologia. Google News, Apple News e Instant Articles do Facebook são algumas das apostas que prometem mexer com o setor. Nessa ânsia de sobreviver à inovação, o também britânico The Times deixou de publicar notícias em tempo real e atualiza seu site apenas duas ou três vezes por dia.

Último dos moicanos – O Correio da Paraíba é o último a fechar suas portas, depois de O Norte, com quem rivalizou por décadas, Diário da Borborema e Jornal da Paraíba, este extinto em abril de 2016. Agora, permanece em circulação apenas o Jornal A União, mantido pelo Governo do Estado, e que há muito perdeu audiência, resumindo-se hoje em dia a um papel simbólico, uma espécie de museu dos seus tempos áureos, praticamente reduzido à fonte oficial, com exceção de colunas e espaços de crônicas. Um dos fatos mais marcantes da história do Correio foi a morte de Paulo Brandão, então sócio proprietário do Sistema Correio. Ele foi assassinado em 13 de dezembro de 1984. O homicídio virou um “holocausto” para o grupo, no dizer do seu presidente Roberto Cavalcanti.

Rainha da Inglaterra – Espécie de herdeiro político do senador Jarbas Vasconcelos, com quem tem relação histórica e a quem deve sua ascensão na cena estadual, o presidente do MDB, Raul Henry, deu uma de Pilatos, lavando as mãos no processo fechado e antidemocrático de filiação ao partido no Recife, cujo prazo para disputar as eleições deste ano foi encerrado ontem. Quem fechou as portas para qualquer político que ameaçasse a sua reeleição foi o vereador Samuel Salazar, conhecido como olho grande, que só coça para dentro, usando o partido apenas para renovar seu mandato.

Santander fecha – Como medida para frear o avanço do novo coronavírus, o Santander fecha parte de suas agências no Recife e na Região Metropolitana do Recife. Ao todo, 12 unidades do banco ficarão sem atendimento ao público durante o período da pandemia. De acordo com o Sindicato dos Bancários de Pernambuco, o Itaú também fecha agências. De acordo com nota enviada pelo banco, a medida é de segurança e preza pela saúde dos funcionários da empresa e dos clientes.

Praias e parques – O governador Paulo Câmara determinou, ontem, o fechamento de praias e parques por três dias: de hoje até segunda-feira. Além disso, o fechamento do comércio, serviços públicos e demais atividades não classificadas como essenciais fica mantido até 17 de abril. As escolas das redes públicas e privadas devem permanecer fechadas até, pelo menos, o dia 30. No entanto, esses prazos podem ser prorrogados a depender da disseminação da doença Covid-19. Em nota, o governador afirmou que “é extremamente importante que, nos próximos 15 dias, as pessoas mantenham o isolamento social”.

CURTAS

FIM DO AUMENTO – A Câmara de Vereadores aprovou, ontem, a revogação da lei que estabelecia o reajuste salarial de 4% para servidores do Legislativo Municipal do Recife. A ação busca redirecionar verba para enfrentar a pandemia provocada pelo novo coronavírus. Até ontem, Pernambuco contabilizou dez mortes e 136 casos confirmados da doença Covid-19. A primeira votação ocorreu na última quinta-feira, quando houve 32 votos a favor e nenhum contra. Também foi registrada a ausência de sete vereadores. Na segunda votação, foram 30 votos a favor da revogação e nove parlamentares faltaram.

QUEBRADEIRA – O presidente Bolsonaro continua sua cruzada pela reabertura lenta e gradual da atividade econômico e ontem fez um novo desabafo desalentador. “Vai quebrar tudo. Vocês sabem do meu posicionamento: não pode fechar dessa maneira, e atrás disso vem desemprego em massa, miséria, fome, vem violência”. Bolsonaro, ao ser interpelado por um simpatizante que se queixou de medidas do Governo do Distrito Federal, pelo fechamento de comércios e a suspensão de aulas, afirmou que continuará divergindo do governador Ibaneis Rocha (MDB).

PAU NO ALIADO – O Sindicato dos Professores da Rede Municipal Recife comprou uma briga com o prefeito Geraldo Júlio e o secretário de Educação, Bernardo D’Almeida, que ameaçam cortar o adicional de acumulação da classe com a justificativa de que, com a suspensão das aulas durante o período da pandemia do Covid-19, os professores não estariam em dupla jornada. Em ofício encaminhado aos servidores, o secretário comunica a suspensão temporária do pagamento de horas extras dos servidores administrativos, o carregamento dos vales transportes e o pagamento das passagens intermunicipais. Com esses cortes, o Sindicato alega que serão suspensos os 50% dos salários dos professores. Por ironia, esse Sindicato integra a CUT, aliada hoje do PSB no Estado e da candidatura de João Campos.

Perguntar não ofende: A propósito, Geraldo Júlio vai anunciar mais alguma medida de enfrentamento ao coronavírus ou não?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

A esquerda corrupta ninguém merece. Ladrão Nunca Mais. Xô Corrupção

Fernandes

A NOVA OPOSIÇÃO: A DIREITA DEMOCRÁTICA SE UNE À ESQUERDA CONTRA BOZONARO.

marcos

Ladrão Nunca Mais.

marcos

Processo de cassação do PT aponta recebimento de, R$1,4 Bilhões de Reais de propina. Xô Corrupção, o povo brasileiro cansou de ser roubado.

marcos

Cleptocracia é o modelo PeTista de governar.



04/04


2020

Barragem em Águas Belas pode romper

Os serviços de Defesa Civil de Pernambuco e Alagoas emitiram, há pouco, um alerta quanto à possibilidade da barragem de Ipanema, em torno do Rio do mesmo nome em Águas Belas, vizinho ao Estado de Alagoas, romper por causa de fortes chuvas previstas para as próximas 48 horas na região. Veja abaixo o comunicado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

Neta e bisneto de Robert Kennedy estão desaparecidos

Por G1

Maeve Kennedy Townsend McKean, de 40 anos, e o filho dela, Gideon Joseph Kennedy McKean, 8, desapareceram após saírem em uma canoa em Chesapeake Bay, nos Estados Unidos. Eles são, respectivamente, neta e bisneto de Robert F. Kennedy, que foi procurador-geral dos EUA e irmão do ex-presidente John F. Kennedy. As informações são do jornal The Washington Post da sexta-feira (3).

O marido de Maeve, David McKean, relatou que eles “foram mais longe do que sabiam lidar e não conseguiam retornar”. Segundo ele, foi um dia de muitos ventos e em que a correnteza estava mais forte que o habitual.

O caso aconteceu na quinta (2) em Chesapeake Bay, em um local próximo da casa de Maeve, em Shady Side, litoral do estado de Maryland.

Equipes de busca com barcos e helicópteros estão em ação no local. Uma canoa com característica semelhante a que era usada por mãe e filho foi localizada.

Maeve é diretora-executiva de saúde da Universidade de Georgetown.

Família marcada pela tragédia

A família Kennedy é marcada pela tragédia. O avô Robert F. Kennedy foi morto a tiros meio século atrás, na noite em que comemorou vitória do Partido Democrata na Califórnia para as eleições presidenciais de 1968. Cinco anos antes, o irmão mais velho de Robert, o presidente John Fitzgerald Kennedy, havia sido assassinado em Dallas, Texas.

O irmão mais velho de ambos, Joseph Kennedy, morreu em 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. Uma irmã, Kathleen, morreu quando um avião caiu na França em 1948.

Em 1984, David Kennedy, filho de Robert, morreu de overdose de drogas e, em 1997, outro de seus filhos, Michael, morreu em um acidente enquanto esquiava.

Em 1999, John Kennedy Jr, filho do presidente assassinado, sua esposa, Carolyn, e sua cunhada morreram quando o avião em que estavam viajando ao largo da costa de Martha's Vineyard (Massachusetts) caiu.

Em 2011, a esposa de Robert Kennedy Jr (filho de Robert F. Kennedy), Mary Richardson, cometeu suicídio.

Em 2019, outra neta de Robert F. Kennedy, Saoirse Kennedy Hill, morreu aos 22 anos como resultado de uma overdose acidental de drogas.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

Mandetta evitará confronto com Bolsonaro

Por Reuters

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, evitará confrontar diretamente com o presidente Jair Bolsonaro para seguir à frente da pasta ao menos durante a crise decorrente do avanço do novo coronavírus no país, ainda mais após ter recebido respaldo da cúpula do Congresso e sua gestão estar bem avaliada pela opinião pública, mas deu sinais de que poderá sair do governo depois.

Essa avaliação foi feita à Reuters por fontes ligadas ao ministro na pasta e no Legislativo nesta sexta-feira. Mandetta tem sido o principal rosto do governo Bolsonaro durante a pandemia e tomado decisões que contrariam o próprio chefe.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

JN: derrota do Bozonaro na luta à Covid: Mandetta76 % x 33% Bozonaro.

marcos

Mandetta o ídolo da esquerda e dos idiotas úteis. Kkkkkkkkk

marcos

Lula é Ladrão. Isso todo mundo sabe.

Fernandes

JN: derrota do Bozonaro na luta à Covid: Mandetta76 % x 33% Bozonaro.



04/04


2020

PE lidera ranking de transparência no combate ao Covid-19

O Globo

Um estudo feito pela ONG Open Knowledge Brasil (OKBR) avaliou a transparência dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal no âmbito do combate ao coronavírus no país. Com base em critérios pré-estabelecidos, Pernambuco lidera o ranking nacional.

A seção brasileira da Open Knowledge International também concluiu que apenas um estado, o Tocantins, tornou público o número de testes de diagnóstico da Covid-19 disponíveis para a população. Além disso, a OKBR descobriu que 90% dos estados não divulgaram dados suficientes para o monitoramento da situação da pandemia no Brasil até o momento, incluindo o governo federal.

Subnotificação: Dados sugerem desaceleração da Covid-19 no Brasil, mas falta de testes eleva incerteza da avaliação

Foram analisados boletins epidemiológicos, informes e demais dados a partir dos portais oficiais dos governos estaduais e de suas respectivas secretarias de Saúde na internet com base no conteúdo disponibilizado até a manhã da última quinta-feira.

Além do detalhamento de informações, como idade, sexo e hospitalização dos brasileiros diagnosticados, foram avaliadas a oferta e ocupação de leitos, bem como a quantidade de testes disponibilizados e realizados e o formato das plataformas onde as informações podem ser acessadas (como código aberto e planilhas editáveis, por exemplo), além do grau de detalhamento por municípios e bairros. 

Com base no levantamento, a OKBR criou um índice de avaliação dos estados. Pernambuco foi o único ente federativo a atingir um nível alto de transparência, com 81 pontos entre 100 possíveis. O Ceará, terceiro estado mais afetado pelo coronavírus, ficou na segunda colocação, com 69 pontos. O Rio vem em terceiro lugar, com 64 pontos. Ambos foram enquadrados na faixa considerada "boa".

Cinco estados tiveram desempenho médio, incluindo Minas Gerais, e a transparência de 11 outros foi classificada como baixa, como é o caso de São Paulo. O governo federal também foi incluído nesta categoria. O pior desempenho está entre os estados "opacos", que, na avaliação da ONG, precisam avançar consideravelmente na publicação de dados. São, ao todo, oito. Pará e Rondônia, na lanterna do ranking, receberam nota zero.

Dados heterogêneos

A diretora-geral da OKBR, Fernanda Campagnucci, aponta para a diferença nos parâmetros de divulgação de dados, o que gera uma heterogeneidade das informações divulgadas. Esse cenário causa prejuízo na comparação de números e, por fim, no planejamento das estratégias necessárias para lidar com o coronavírus. Fernanda Campagnucci pontua, ainda, que a a avaliação foi conduzida no intuito de colaborar com os estados para a melhoria da transparência.

A metodologia da OKBR não avaliou conteúdos publicados nas redes sociais. Apesar de reconhecer "os esforços dos gestores em utilizar redes sociais e aplicativos para incrementar a comunicação com a população", a organização defende que sites são plataformas mais acessíveis e democraticas, além de mais intuitivas. Além disso, chamou atenção para a gestão dos perfis destes canais por empresas privadas.

"Esses aspectos são particularmente importantes para pessoas e entidades que estão conduzindo pesquisas sobre a pandemia do novo coronavírus em todo o país e precisam coletar dados com confiança e agilidade", segundo informou a OKBR em nota técnica.

Confira o ranking completo:
 

1. Pernambuco - 81 (Alto)

2. Ceará - 69 (Bom)

3. Rio de Janeiro - 64 (Bom)

4. Tocantins - 50 (Médio)

5. Minas Gerais - 48 (Médio)

6. Maranhão - 45 (Médio)

Mato Grosso do Sul - 45 (Médio)

7. Roraima - 40 (Médio)

8. Rio Grande do Sul - 36 (Baixo)

Governo federal - 36 (Baixo)

9. Alagoas - 33 (Baixo)

Bahia - 33 (Baixo)

10. Mato Grosso - 31 (Baixo)

São Paulo - 31 (Baixo)

11. Rio Grande do Norte - 29 (Baixo)

12. Distrito Federal - 21 (Baixo)

Piauí - 21 (Baixo)

13. Amazonas - 17 (Baixo)

14. Acre - 14 (Baixo)

Goiás - 14 (Baixo)

15. Amapá - 10 (Opaco)

Espírito Santo - 10 (Opaco)

Paraíba - 10 (Opaco)

Paraná - 10 (Opaco)

Santa Catarina - 10 (Opaco)

Sergipe - 10 (Opaco)

16. Pará - Zero (Opaco)

Rondônia - Zero (Opaco)


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

marcos

Palavras de Didier Raoult, francês descobridor do tratamento para coronavírus com a cloroquina e PHD em doenças infecciosas: “Eu produzi mais dados sobre doenças infecciosas do que qualquer pessoa no mundo. Sou médico, tenho 75 pacientes hospitalizados, 600 consultas por dia. O problema neste país é que as pessoas que têm voz são totalmente ignorantes. Eu publiquei um estudo científico sobre cloroquina e os vírus treze anos atrás. Desde então, quatro estudos de outros autores mostraram que o coronavírus é sensível à cloroquina. Nada disso é novo. É desesperador que o círculo de tomadores de decisão nem sequer esteja informado sobre o estado da ciência. Já sabíamos que a cloroquina é um antiviral eficaz. As pessoas dão opinião sobre tudo, mas eu só falo do que sei. Hoje, a comunicação científica neste país é semelhante à conversa de botequim. Para aqueles que dizem que precisamos de trinta estudos multicêntricos e mil pacientes incluídos, respondo que segundo as regras dos atuais metodologistas teríamos que refazer um estudo sobre a eficácia do pára-quedas. Pegue 100 pessoas, metade com pára-quedas e a outra sem, e conte os mortos no final para ver o que é mais eficaz. Quando você tem um tratamento que funciona contra outro tratamento inexistente, aquele deve se tornar a referência, obviamente. É meu direito prescrever, como médico. Não precisamos obedecer às ordens do governo ou de órgãos, para tratar os doentes. Desde Hipócrates, o médico faz o melhor que pode, no estado de seu conhecimento e no estado da ciência. Dois dos maiores especialistas do mundo, um em doenças infecciosas e outro em tratamentos com antibióticos, entraram em contato comigo pedindo detalhes sobre o tratamento com a cloroquina. Até Donald Trump twittou sobre os resultados de nossos testes. É apenas neste país que não está claro quem eu sou. Na Coréia e na China, eles decidiram realizar testes em larga escala para poder diagnosticar mais cedo os pacientes infectados. Esse é o princípio básico do gerenciamento de doenças infecciosas. Mas chegamos a tal nível de loucura que os médicos que aparecem na TV não aconselham mais diagnosticar a doença, dizendo às pessoas para ficarem confinadas em suas casas. Fizemos isso no século 19 para a cólera, em Marselha, mas nunca nos tempos modernos. Isso não é Medicina. Testar pessoas apenas quando já estão gravemente doentes é uma maneira extremamente artificial de aumentar a mortalidade. A idéia de limitar a circulação de pessoas para bloquear doenças infecciosas nunca foi comprovada. Nem sabemos se funciona. É improvisação social, e não medimos seus efeitos colaterais. O que acontecerá quando as pessoas ficarem trancadas por 30 ou 40 dias?” Fonte original: https://www.upr.fr/actualite/pour-comprendre-les-enjeux-du-traitement-du-coronavirus-par-la-chloroquine-nous-vous-conseillons-de-lire-lentretien-du-professeur-raoult-dans-le-parisien-du-22-mars-2020/?fbclid=IwAR0qApJxzIt56EeOz0YlS841QVpbwoQwkQpd_816RdHobz6QFvYoLeduBqk



04/04


2020

Senado libera reuniões presenciais em igrejas

Do Congresso em Foco - Por Flávia Said 

Os senadores excluíram as organizações religiosas dos grupos que devem praticar o isolamento social durante a pandemia de covid-19. A mudança foi feita no projeto que flexibiliza as relações jurídicas durante a pandemia, aprovado nesta sexta-feira (3) pelos senadores e enviado para a Câmara dos Deputados.

No texto original, as entidades religiosas, associações, sociedades e fundações precisariam restringir a realização de reuniões e assembleias presenciais, até o prazo de 30 de outubro de 2020, conforme determinações sanitárias de autoridades locais.

O trecho foi modificado pela relatora, senadora Simone Tebet (MDB-MS), que excluiu as organizações religiosas do rol de grupos que precisam respeitar o isolamento.

“A razão foi jurídica”, disse Tebet ao Congresso em Foco. A alteração não atendeu a pedido de integrantes do governo, mas sim de senadores que apresentaram emendas alegando que a redação implicava desrespeito ao princípio da liberdade religiosa.

Os senadores entenderam que o objetivo do trecho em questão é apenas cuidar de como as pessoas jurídicas podem se reunir para deliberar sobre questões administrativas, não podendo adentrar no campo religioso.

Um dos autores do pedido de mudança, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF), alegou que recebeu solicitação do segmento evangélico.  “Pessoal estava preocupado com uma interpretação equivocada proibindo qualquer profissão de fé”, disse ele.

Segundo Izalci, são as autoridades sanitárias locais são as responsáveis estipular medidas para conter as aglomerações. “Você não pode impedir a profissão de fé, agora você pode, a nível municipal, recomendar, proibir ou orientar de forma de diferente”, afirmou.

O projeto

O texto aprovado é de autoria do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), com sugestões do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. O objetivo da matéria é evitar o colapso do sistema judiciário devido à quantidade de demandas que deverão surgir durante a pandemia do novo coronavírus.

São feitas alterações temporárias no Código Civil, no Código de Defesa do Consumidor e em outras legislações para garantir segurança jurídica no período de crise.

Entre os pontos aprovados, estão a suspensão temporária de concessão de liminar para despejo de inquilinos e a redução dos repasses que motoristas de aplicativos precisam fazer às empresas.

O projeto precisará ainda ser analisado pela Câmara antes de seguir para sanção presidencial. Caso os deputados façam alterações no texto, ele passará por uma nova rodada de votação no Senado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


04/04


2020

Ministério da Saúde: Brasil não chegará a 100 mil mortos

Por Estadão Conteúdo

Um dos principais pontos do projeto refere-se à suspensão da concessão de liminar para despejo de inquilino até 30 de outubro de 2020. A relatora, senadora Simone Tebet (MDB-MS), modificou o texto para retirar a possibilidade de parcelamento dos aluguéis vencidos. O texto original previa que os locatários que forem demitidos ou tiverem redução de carga horária ou da remuneração pudessem suspender o pagamento dos aluguéis a partir de 20 de março de 2020 até 30 de outubro de 2020, mediante acréscimo de 20%.

“Buscaremos evitar uma moratória geral e irrestrita que poderia prejudicar não só o locador, mas também o inquilino”, justificou a senadora. Tebet ponderou que o locador muitas vezes depende da renda do aluguel, como complemento da aposentadoria, até para comprar remédios e se alimentar; enquanto o inquilino teria que, mensalmente, por vários meses após o período da suspensão, pagar um valor equivale ao dobro do que pagava, a fim de compensar os atrasados.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha