FMO janeiro 2020

16/02


2020

Brasileiros em quarentena seguem sem sintomas de coronavírus

Por Estadão Conteúdo

O Ministério da Defesa informou na tarde de ontem, que os 58 brasileiros que regressaram da China e cumprem um período de quarentena em Anápolis (GO) seguem sem apresentar nenhum tipo de sintoma que indique contaminação pelo novo coronavírus.

O grupo passa por avaliações clínicas de saúde, que incluem aferições de sinais vitais, como medição de temperatura, pressão e frequência cardíaca e exame de nasofaringe.

Entre os brasileiros que estão em quarentena se encontram diplomatas, profissionais de saúde, tripulantes, membros das Força Aérea Brasileira (FAB) e jornalistas.

Os brasileiros que não apresentarem sintomas da doença serão liberados para seguirem para as suas casas depois de 18 dias de isolamento.


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IPTU Cabo

16/02


2020

A Rural usada por JK em Brasília

Toda vez que vejo essa Rural Willys no hotel Brasília Palace, minha residência quase fixa em Brasília, cidade que amo e que me realizo profissionalmente, fico profundamente emocionado.

O modelo é de 1964. Esta Rural foi utilizada na comitiva da última visita do ex-presidente Juscelino Kubitschek à Brasília, em janeiro de 1972. Uma visão geral dela, mantida sobre cavaletes, nos permite fazer uma viagem no túnel do tempo.

Meu pai Gastão Cerquinha, próximo a completar 98 anos, aprendeu a dirigir numa bichinha dessa, num vai e vem num campo aberto de futebol. Eu estava no carro numa das aulas e ainda morro de rir até hoje quando lembro que ele baixou a cabeça quando o carro cruzou a trave do campo. Lamartine, filho de Guaxinim, foi o grande professor dele e de tantos outros afogadenses.

0 Basília Palace Hotel é o mais antigo da capital federal. Abriu suas portas em 30 de junho de 1958, sendo considerada a primeira obra inaugurada em Brasília. Foi projetado para hospedar arquitetos, engenheiros e técnicos que trabalhariam na construção da capital. Projetado por Oscar Niemeyer, o hotel também ostentou os primeiros azulejos de Athos Bulcão da cidade.

Em agosto de 1978, um incêndio provocado por uma máquina de café expresso obrigou o hotel a fechar as portas. Por conta de brigas judiciais, caiu no abandono. Os painéis originais de Athos Bulcão foram pichados, arrancados e quebrados.

Só em 2006 foi reinaugurado, seguindo o projeto de 1957, salvo pequenas adaptações visando a modernização do estabelecimento. A restauração foi supervisionada pelo Departamento de Patrimônio Histórico e Artístico e pelo escritório de arquitetura de Niemeyer, autor da obra.

A Rural de JK tem uma história também fantástica. Sua versatilidade e robustez tem origem na Jeep Station Wagon, lançada em 1946 nos Estados Unidos. No Brasil, chamou a atenção da Willys-Overland do Brasil, fundada em abril de 1952.

A empresa montava desde 1954 o Jeep Universal e passou a oferecer a perua dele derivada em 1956, sendo chamada de Rural. Mantendo suas qualidades de resistência, a aposta era de que o veículo seria ideal para um país com vias de tráfego tão precárias quanto o nosso.

Com peças importadas e o mesmo desenho do modelo americano, a Rural vinha com pintura “saia-e-blusa” (verde e branca, vermelha e branca ou azul e branca), dava um toque de charme a um utilitário rústico. A partir de 1960 o utilitário passou a ser considerado nacional.

É impossível alguém resistir a uma foto em frente à Rural usada por JK. O hotel a exibe com muito orgulho e até expõe nela um recorte de jornal contando a sua bela trajetória.


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Comentários

Wellington Antunes

A velha Rural Willys com marcha royal.


Governo de PE - Decimo Terceiro

16/02


2020

Coronavírus: São Paulo registra novo caso suspeito

Do Estadão Conteúdo

A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo registrou ontem, um novo caso suspeito de Coronavírus. O homem, que mora na capital, tem histórico de viagem à China e apresentou os sintomas da doença.

O Estado possui dois casos suspeitos de contaminação pelo COVID-19 - nome oficial que a Organização Mundial da Saúde deu ao vírus. O segundo caso foi registrado em Campinas na sexta. Outros 20 casos já foram descartados no Estado.

O Brasil não possui nenhum caso confirmado de Coronavírus. Os dados oficiais estão sendo registrados pelos municípios em um sistema de notificação do Ministério da Saúde.

Amostras biológicas das vias aéreas dos pacientes de casos suspeitos são colhidas pelo hospital onde foram atendidos e enviadas para análise no Instituto Adolfo Lutz. O resultado dos exames é encaminhado de volta ao município que é o responsável por notificar o descarte ou confirmação do caso.

"As equipes seguem atentas para realizar respostas rápidas e efetivas quando necessário", falou a diretora da Vigilância Epidemiológica de São Paulo, Helena Sato.

Os dois casos considerados suspeitos estão em isolamento domiciliar. Seus familiares são orientados a usar máscaras, higienizar as mãos e não compartilhar objetos de uso pessoal com os pacientes em potencial.

Saiba como se prevenir

. Cobrir a boca e nariz ao tossir ou espirrar;
. Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
. Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
. Não compartilhar objetos de uso pessoal;
. Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado;
. Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos com água e sabão ou usar antisséptico de mãos à base de álcool;
. Deslocamentos não devem ser realizados enquanto a pessoa estiver doente;
. Quem for viajar aos locais com circulação do vírus deve evitar contato com pessoas doentes, animais (vivos ou mortos), e a circulação em mercados de animais e seus produtos.


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acolher

16/02


2020

Segurando o Talo faz passeio emocionante

É de se imaginar pular o Carnaval com o antropólogo e um dos mais importantes sociólogos do Século XX, Gilberto Freyre (1900-1987). Entre os anos 1984 e 1986, a Troça Carnavalesca Mista Turma da Jaqueira Segurando o Talo só ganhava as ruas da Zona Norte do Recife após o escritor receber em mãos a fruta que brota nos jardins da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e, por isso, dá nome à agremiação. Três décadas depois de sua morte, a Fundaj manteve a tradição e convidou seu neto, o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, para o lançamento da exposição Segurando o Talo por uma Sociologia da Alegria, que ocorreu ontem, no campus Casa Forte.

Ao abrir a exposição, o presidente da Fundação Joaquim Nabuco e escritor, Antônio Campos, saudou aos servidores da Casa, amigos e o secretário de Cultura do Estado. “Homenagear o Segurando o Talo e seus longos 36 anos é reverenciar o Carnaval do Recife, de Olinda, do Interior pernambucano com suas belas manifestações. O homem é um ser local, dono da sua casa, extensão da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, para então ser um cidadão global”, declarou Antônio Campos.

Gilberto Freyre Neto lembrou que tinha apenas 11 anos quando o bloco dos motoristas da Instituição criada pelo avô ganhou as ruas pela primeira vez, em 1984. Das tantas histórias vividas — “a grande maioria impublicável”, brinca ele —, recordou as tantas pessoas que passaram pela troça, os que deixaram seu legado e já partiram. “Naquela época, sentíamos a ausência de manifestações carnavalescas na Área Norte. Então, a Turma da Jaqueira é precursora do Carnaval que a gente cultiva hoje”, refletiu o secretário.

A história da troça é revisitada pela exposição. O background colorido, preparado especialmente para explorar o saudosismo próprio do carnaval recifense, serve de contorno aos manequins fantasiados que vestem camisetas de outras edições do Talo. Entre confetes e serpentinas, o boneco gigante de Gilberto Freyre traja capa e cartola especialmente para integrar a mostra. 

Um curta-metragem com imagens das edições anteriores e depoimentos dos foliões também é exibido no local. De acordo com a curadora e museóloga do Museu do Homem do Nordeste, Ciema Mello, a exposição foi uma iniciativa do presidente da Fundação, Antônio Campos e dá forma ao túnel do tempo de um dos principais blocos do Recife. “Nós, do Museu, não guardamos somente objetos. As instituições têm índole, temperamento, têm memórias. Hoje rememoramos as saudades”, explica Ciema. 

No aquecimento para a abertura da mostra, se apresentaram passistas de frevo da Companhia Brasil com Dança, do bairro do Amparo, em Olinda, e os caboclinhos da Tribo Indígena Tapirapé, do Alto José do Pinho, no Recife. Orquestras e maracatus rurais garantiram o esquenta na concentração da Troça Carnavalesca Mista Turma da Jaqueira Segurando o Talo. Neste ano, o bloco saiu às ruas arrastando 150 mil foliões.


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16/02


2020

Cervejaria anuncia recall de lotes com problemas na garrafa

Do Estadão Conteúdo

A Heineken anunciou um recall voluntário para garrafas da cerveja long neck de 330ml dos lotes iniciados pelas letras CH. A empresa diz que identificou uma alteração na embalagem da bebida que pode fazer com que uma pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura, o que poderia ocasionar lesões ou ingestão acidental dos pedaços.

Os consumidores podem realizar a substituição ou solicitar reembolso do produto diretamente com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da companhia.

Segundo a empresa, a alteração ocorreu em menos de 0,3% das long necks desses lotes. "Apesar da baixa probabilidade e do problema já ter sido solucionado, o Grupo Heineken no Brasil decidiu realizar um recall voluntário", afirma a cervejaria em comunicado.

A companhia acrescenta que os consumidores que optarem pela substituição do produto receberão 2 long necks a cada unidade devolvida. "Reforçamos que a alteração já foi corrigida e não há impacto na qualidade do líquido. Outros produtos da companhia que não fazem parte dos lotes específicos podem ser consumidos normalmente", diz a cervejaria.


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Cúpula Hemisférica

16/02


2020

Adido militar de Maduro com desenvoltura no exército do Brasil

Época - Por Eduardo Barretto

O general Manuel Antonio Barroso, adido militar de Nicolás Maduro no Brasil, tem circulado com desenvoltura no Exército brasileiro.

Barroso foi à cerimônia militar de troca da bandeira, em frente ao Palácio do Planalto, em novembro do ano passado e em janeiro deste ano.

O governo Bolsonaro reconhece Juan Guaidó, e não o chefe de Barroso, como presidente venezuelano.

Não se trata da única ambiguidade da gestão Bolsonaro com os vizinhos: a embaixada venezuelana em Brasília tem 23 diplomatas irregulares, com credenciais e vistos de trabalho vencidos.


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Prefeitura de Serra Talhada

16/02


2020

Bolsonaro: miliciano morto era herói quando foi condecorado

Por Deutsche Welle

Presidente quebra silêncio sobre morte de Adriano da Nóbrega e afirma que foi ele quem pediu ao filho Flávio Bolsonaro para que homenageasse o ex-capitão na Alerj em 2005. "É comum PM em operação matar vagabundo."O presidente Jair Bolsonaro quebrou o silêncio ontem sobre a morte do ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega, acusado de comandar uma milícia no Rio de Janeiro e fazer parte de um grupo de assassinos profissionais, durante operação policial na Bahia.

Em entrevista à imprensa brasileira durante um evento no Rio de Janeiro, o presidente disse que Adriano era um herói na época em que foi homenageado pelo senador Flávio Bolsonaro.

"Ele foi condenado em primeira instância e absolvido em segunda", afirmou o mandatário, em referência a um processo em que o ex-PM foi acusado de homicídio. "Não tem nenhuma sentença transitada em julgado condenando o capitão Adriano por nada. Sem querer defendê-lo. Desconheço a vida pregressa dele. Naquele ano [2005], era herói da Polícia Militar. Como é muito comum, um PM quando está em operação mata vagabundo, mata traficante."

Segundo Bolsonaro, ele próprio pediu que seu filho Flávio, então deputado estadual fluminense, homenageasse Adriano na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

"Para que não haja dúvida. Eu determinei. Meu filho condecorou centenas de policiais militares. Vocês querem me associar a alguém por uma fotografia, uma moção há 15 anos atrás. As pessoas mudam, para o bem ou para o mal mudam. Não estou fazendo juízo de valor", afirmou.

Em 2003, quando iniciou seu primeiro mandato na Alerj, Flávio propôs uma primeira homenagem a Adriano. Na moção de louvor, o então deputado disse que "o policial militar desenvolvia sua função com dedicação e brilhantismo, desempenhando com absoluta presteza e excepcional comportamento as suas atividades".

Em 2005, Adriano recebeu a medalha Tiradentes da Alerj, a pedido de Flávio. Ele estava preso na ocasião, suspeito pela morte do guardador de carro Leandro dos Santos Silva, de 24 anos. O miliciano foi detido provisoriamente em janeiro de 2004 e condenado em outubro de 2005. Após obter recurso para um novo julgamento, ele foi libertado em 2006 e absolvido em 2007.

Agora réu na Operação Intocáveis, Adriano estava foragido há mais de um ano, acusado de comandar um esquema de agiotagem, grilagem de terras e construções ilegais em Rio das Pedras, no estado do Rio de Janeiro, envolvendo pagamento de propina a agentes públicos.

Ele foi localizado pelas autoridades de segurança da Bahia num imóvel na cidade de Esplanada, no interior do estado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública baiana, o ex-PM resistiu a uma tentativa de prisão no último domingo, 9 de fevereiro, disparou contra os policiais e acabou sendo morto em meio à troca de tiros.

Questionado se estava acompanhando as investigações sobre o caso, Bolsonaro afirmou que a responsabilidade pela morte de Adriano era da Polícia Militar da Bahia - e fez questão de lembrar que o estado é governado por um petista, Rui Costa.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? A PM da Bahia, do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", afirmou o presidente. Ele evitou responder se a morte estaria ligada a uma questão política, reiterando que quem matou o ex-capitão foi a Polícia Militar baiana.

Bolsonaro disse ainda que conheceu Adriano em 2005 - ano em que o então deputado federal defendeu o ex-policial em discurso na Câmara dos Deputados, em relação à condenação por homicídio - e negou ter qualquer relação com a milícia do Rio.

"Homenageei centenas e centenas de policiais militares e vou continuar defendendo, não adianta querer me vincular com a milícia, não tem absolutamente nada com milícia", afirmou. "Eu não conheço a milícia no Rio de Janeiro. Desconheço. Não existe nenhuma ligação minha."

Acusações contra Adriano da Nóbrega

Além das acusações no âmbito da Operação Intocáveis, o ex-capitão também era suspeito de cometer diversos homicídios e de comandar o chamado Escritório do Crime, um grupo de extermínio formado por membros da "banda podre" da polícia que comete assassinatos por encomenda, muitas vezes a mando da milícia.

A polícia também investiga a suspeita de participação desse grupo no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018, por encomenda da milícia que controla a favela de Rio das Pedras.

Em 2011, Adriano já fora preso numa operação de grande repercussão no Rio, por suspeita de atuar como segurança de um bicheiro. Em 2014 foi expulso da Polícia Militar (PM).

Ele também é citado na investigação que apura um esquema de "rachadinha" (divisão de salários de funcionários) no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.

Adriano trabalhou no 18º Batalhão da PM com Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio na Assembleia do Rio e investigado por lavagem de dinheiro na prática da "rachadinha". Segundo o Ministério Público, Adriano participava do esquema: contas bancárias controladas pelo miliciano teriam sido usadas para abastecer Queiroz.

Além disso, a mãe e a ex-mulher de Adriano trabalharam no gabinete de Flávio na Alerj, supostamente contratadas por Queiroz, que é amigo de décadas de Jair Bolsonaro. Parte do salário das duas ficava com o ex-PM, segundo aponta o Ministério Público.

Operação controversa

A ação policial que terminou com a morte do miliciano, da qual participaram cerca de 70 agentes, foi alvo de controvérsias. O que se sabe até agora é a versão oficial das autoridades, de que ele foi morto durante uma troca de tiros, após reagir à ordem de prisão.

A mulher de Adriano, por outro lado, fala em execução com intuito de "queima de arquivo". Em entrevista à imprensa brasileira, o advogado do ex-policial, Paulo Emílio Cata Pretta, corroborou essa hipótese, afirmando que Adriano temia se entregar à polícia por acreditar que seria morto, e não preso. Autoridades baianas chamaram a versão de "estapafúrdia".

Em meio à polêmica, a Corregedoria-Geral da Secretaria de Segurança Pública da Bahia abriu uma investigação para apurar as circunstâncias da morte.

Flávio foi o primeiro membro da família Bolsonaro a comentar o caso, dias após a morte do ex-policial. Em mensagem no Twitter, ele sugeriu que Adriano foi "brutalmente assassinado" durante a operação na Bahia e pediu que as circunstâncias da morte sejam esclarecidas pelas autoridades.


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Comentários

Fernandes

Pois é. 3 bandidos.


Prefeitura de Limoeiro

16/02


2020

Bolsonaro sugere que morte de ex-PM na Bahia foi queima de arquivo

Do Terra - Por Reuters

 

O presidente Jair Bolsonaro indicou ontem que a morte do miliciano e ex-capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro Adriano Nóbrega em uma ação policial na Bahia no último fim de semana pode ter sido uma queima de arquivo.

A hipótese de queima de arquivo é defendida pelo advogado da vítima, mas a polícia baiana argumenta que o miliciano estava armado e atirou contra os agentes no cerco feito em um sítio no fim de semana passado.

"Quem é responsável pela morte do capitão Adriano? PM da Bahia do PT. Precisa falar mais alguma coisa?", disse Bolsonaro a jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

Ao ser questionado qual seria o motivo por trás da morte, o presidente disse que "a imprensa está dizendo que foi queima de arquivo" e que as fotografias dos peritos mostram que a vítima morreu com tiro à queima roupa.

Bolsonaro disse que, "sem querer defender o ex-capitão", não havia nenhuma condenação contra o ex-PM em segunda instância.

O miliciano foi condecorado na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pelo ex-deputado estadual e hoje e senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

Bolsonaro afirmou que não tem ligação com a milícia do Rio e chamou para si as homenagens na Alerj ao ex-capitão do Bope.

"Não existe nenhuma ligação minha com a milícia do Rio de Janeiro. Zero, zero", disse ele. "O Adriano eu conheci pessoalmente em 2005 e nunca mais tive contato...eu que pedi para meu filho condecorar. Ele era um herói e eu determinei. Pode trazer isso para cima de mim", acrescentou Bolsonaro ao lembrar que as homenagens a policiais na Alerj são práticas corriqueiras.

O presidente reclamou que a imprensa insinua haver proximidade com milícias e acrescentou que sua luta contra a corrupção continua e não aceitará ser posto num "saco de gatos".

Presente ao mesmo evento, o senador Flávio Bolsonaro disse que "homenageou centenas e centenas policiais militares que venciam a morte todos os dias".

"Não adianta querer me vincular à milícia por que não tem nada a ver absolutamente com milícia, e condecorei o Adriano há mais de 15 anos. Como posso adivinhar o que ele faz de certo ou errado hoje?", disse o senador

"Pelo que eu soube ele foi torturado, para falar o que? Com certeza nada contra nós por que não tem o que falar. Não temos envolvimento nenhum com milícia", disse.

O ex-capitão da Polícia Militar Adriano Magalhães da Nóbrega foi apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) como um dos líderes de uma milícia responsável por diversos crimes e suspeita de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco.

A mãe e a mulher do "capitão Adriano" trabalharam no gabinete na Assembleia Legislativa do então deputado estadual Flávio Bolsonaro.


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15/02


2020

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 170 milhões na quarta

Do Brasil Econômico

A Mega-Sena voltou a acumular neste sábado (15) e o jejum continua sem nenhuma ter conseguido acertar as seis dezenas em 2020. O números sorteados foram 04 - 21 - 27 - 29 - 42 - 47. Na Quina, 216 apostas foram premiadas e cada uma delas levou R$ 36 mil para casa.

O prêmio deste final de semana estava avaliado em cerca de R$ 120 milhões, mas como ninguém acertou, o valor da próxima quarta-feira (19) deve ser de aproximadamente R$ 170 milhões.

Como funciona

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e  Quina , respectivamente.


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15/02


2020

Bolsonaro: preços de pedágios extrapolam o razoável no Brasil

Do Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que os preços dos pedágios no Brasil em sua maioria extrapolam o razoável a ser pago.

Bolsonaro destacou que os contratos com as concessionárias são ajustados pelo IPCA, mas afirmou que os salários dos brasileiros não acompanham a inflação.

"Eu tenho conversado com o (ministro da Infraestrutura) Tarcísio (de Freitas) que, muitas vezes, quase todos extrapolam aquilo que é o razoável para pagar", disse ele durante inauguração de obra que vai ligar a ponte Rio-Niterói com a Linha Vermelha, no Rio de Janeiro.

"Os contratos têm IPCA e tenho conversado com Tarcísio se pode por no contrato um reajuste quem sabe, né, com 90% do IPCA, ou 95% ou 80%, por que o salário não acompanha a inflação. Temos que começar a pensar no médio e longo prazos, e não no curto prazo", completou.

A declaração foi dada ao comentar a concessão da rodovia Presidente Dutra que vence no começo de 2021. Uma nova licitação será feira este ano.

O presidente voltou a criticar as agências reguladoras e disse que elas representam para o "bem e para o mal". Segundo Bolsonaro, sua preocupação é sempre indicar bons nomes para as autarquias que às vezes têm mais poder do que um ministério.

"Tem agência que é tão ou mais poderosa que um ministério. Coisa que o povo não sabe porque obviamente como é um interesse muito mais político do que técnico, isso é escondido. Espero que a imprensa comece a mostrar as agências para que a população entenda como o destino do Brasil é conduzido", disse.


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