Faculdade de Medicina de Olinda

14/09


2019

Chanceler confirma que filme sobre Chico foi censurado

Em Washington, Ernesto Araújo confirma que filme sobre Chico foi censurado.

Chico: o artista brasileiro

Bolsonaro apresenta o futuro chanceler Ernesto Araújo | Sérgio Lima/AFP

O Globo - Por Ancelmo Gois
 

Em Washington, Ernesto Araújo confirmou as suspeitas do cineasta Miguel Faria Júnior de que a Embaixada do Brasil em Montevidéu interferiu para que o filme “Chico: artista brasileiro” não fosse exibido no Brazil Film Festival 2019 — decisão depois, melhor assim, revogada pela produtora Inffinito.

O chanceler disse que a produtora pediu apoio da embaixada brasileira em Montevidéu para o festival. Segundo Araújo, a embaixada pediu a lista dos filmes e indicou quais seriam os de sua preferência. “Acho que o interesse da embaixada não estava nesse filme sobre o Chico Buarque”.

Segue...

Para o ministro, a empresa seguiu, pelo que ele sabe, essa sugestão da Embaixada:

— É uma situação em que, se você pede o apoio institucional da embaixada brasileira, é natural que a embaixada fale: eu quero dar apoio para esses que são determinados filmes a serem exibidos.

Ou seja...

Portanto, a desculpa inicial da produção do festival, de que o filme foi retirado “por ter sido lançado há muito tempo, 2015”, era balela.


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Governo de PE

14/09


2019

Futuro incerto gera disputa e medo de paralisia na PF

Indefinição sobre futuro da PF gera disputa interna e temor de paralisia. Dirigentes cobram decisão de Moro, que ainda não foi claro sobre intervenção de Bolsonaro no órgão; troca de chefia é dada como certa.

(Foto: ABr | Reprodução)

Folha de S. Paulo - Por Camila Mattoso

A ameaça do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de trocar o diretor-geral da Polícia Federal desencadeou uma disputa interna por cargos-chave e o temor de paralisação de setores do órgão.

Para neutralizar a ação do presidente, a cúpula da PF e superintendentes de unidades regionais cobram uma decisão do ministro da Justiça, Sergio Moro, que até agora não foi claro sobre o tema.

A mudança na cúpula da PF produziria um efeito dominó, com substituições nas chefias das superintendências regionais. Além do órgão central, a PF tem 27 superintendências, uma em cada estado e no Distrito Federal.

Segundo integrantes da alta hierarquia da PF, a indefinição sobre o futuro de Maurício Valeixo, atual DG, como é conhecido o diretor-geral, impacta a rotina das superintendências.

Investigadores avaliam que os trabalhos que estão em andamento continuam seguindo seu ritmo próprio, mas casos que estão para começar ficarão em compasso de espera.

No campo administrativo, novos projetos, como reformas, remoções e transferência de servidores já foram em certa medida afetados.

A crise na PF teve início em 15 de agosto, quando Bolsonaro atropelou a cúpula e disse que iria trocar o superintendente do Rio, Ricardo Saadi, por questões de “produtividade e gestão”. Ele ainda deu como certo o nome do sucessor —que não era a escolha do diretor-geral. 

A declaração foi rebatida pela instituição, que negou a relação da troca com problemas de desempenho. Bolsonaro também passou a ser criticado por interferir em um tipo de cargo que, historicamente, não costuma ter ingerência presidencial.

Após semanas de desgaste, Bolsonaro chamou, em entrevista à Folha no começo deste mês, de "babaquice" a reação da Polícia Federal, disse que o comando da instituição precisava dar uma “arejada” e que já havia conversado com Moro sobre isso. 

Na origem da paralisia e da movimentação da bolsa de apostas na PF sobre o eventual sucessor de Valeixo e dos chefes das superintendências está, segundo relatos obtidos pela reportagem, a postura do ex-juiz, por não ter saído em defesa do diretor-geral.

O ministro tem evitado a imprensa, fazendo apenas breves pronunciamentos em eventos, mas se recusando a responder perguntas. Nos bastidores, tem dito que não comenta o assunto.

A Folha questionou o Ministério da Justiça sobre o futuro da PF novamente nesta sexta-feira (13), mas a resposta segue sendo que não se falará sobre isso.

A informação que circula internamente na PF é que o ministro da Justiça ainda se apoia em uma esperança de que a poeira baixe para que consiga manter Valeixo no cargo.

Mas no comando do órgão a saída dele já é dada como certa, e a cobrança agora é para que ao menos Moro tente participar do processo de definição do sucessor.

Embora o discurso seja de que o órgão tem de continuar funcionando independentemente de questões externas, a indefinição no topo da PF irradia-se para as outras instâncias.

Valeixo, escolhido por Moro para a diretoria-geral, acompanhou a Lava Jato desde os primeiros passos, participou diretamente da prisão dos ex-presidentes Lula (PT) e Michel Temer (MDB) e conta com respaldo interno da corporação.

Com a mudança no comando da PF, a diretoria inteira deve sair —por conta própria ou trocada pelo novo chefe.

Bolsonaro passou, no último domingo (8), pela quarta cirurgia por causa da tentativa de assassinato que sofreu em setembro de 2018, durante a campanha eleitoral.

O presidente está afastado das funções —o vice, Hamilton Mourão, fica no posto até terça (17). A data de retorno tem sido monitorada pela PF, como um prazo para decisão dos novos rumos.

Além da instabilidade, a indefinição também causa uma disputa interna para ocupar as vagas dos que podem estar de saída e uma série de teorias conspiratórias.

Na semana passada, por exemplo, uma das entidades de classe, a Fenapef (Federação Nacional de Policiais Federais) enviou para parlamentares, entre eles o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), um comunicado dizendo “reiterar a confiança no presidente e autoridade deste para nomeação e escolha do diretor-geral”.

A nota foi vista como oportunista por setores da PF e mais um capítulo do embate entre agentes e delegados. Movimentações como essa têm ocorrido nos bastidores desde o início da crise. 

Em entrevista à Folha, Bolsonaro não negou que Anderson Torres, atual secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, seja o seu preferido para substituir Valeixo.

Com isso, o nome do delegado é o mais forte no momento, mas não é a escolha de Moro.

A direção da PF vê a possibilidade de nomeação de Torres como um retrocesso para a corporação. Os dirigentes argumentam que o fato de ele estar fora do órgão há quase uma década e ter trabalhado como assessor de um político durante esse tempo são pontos ruins para a PF.

O agora secretário de Segurança foi assessor legislativo do ex-deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR) por oito anos.

Durante os 30 dias de crise que correram, Moro falou apenas uma vez sobre o assunto, em entrevista à GloboNews, em declaração considerada pela cúpula como pouco firme.

“Veja, como eu tenho as várias funções aqui do Ministério da Justiça, as coisas eventualmente podem mudar, mas ele está no cargo, permanece no cargo, tem a minha confiança”, disse.

A PF já trabalhava na substituição de Ricardo Saadi no Rio, a pedido dele, quando Bolsonaro atropelou e anunciou a troca em agosto.

Nos bastidores, uma investigação no Rio que envolve um homônimo do deputado federal Hélio Negão (PSL-RJ), aliado do presidente, aumentou a temperatura da crise.

Moro determinou a abertura de apuração sobre o caso, para saber se houve fraude na inclusão do nome do parlamentar no inquérito.

ÓRGÃOS SOB PRESSÃO
 

PF

Crise começou em meados de agosto, quando o presidente Jair Bolsonaro anunciou troca no comando do órgão Rio, atropelando a direção-geral; depois do episódio, permanência do diretor-geral da PF no cargo ficou em xeque

PGR

Bolsonaro escolheu o nome do subprocurador Augusto Aras para a chefia da Procuradoria-Geral da República, um nome que ficara de fora da lista tríplice da entidade, provocando protestos de procuradores no país

Receita

Marcos Cintra, chefe do órgão, foi demitido nesta semana por causa do vazamento antecipado de proposta de recriação da CPMF e também por não ter feito mudanças que lhe foram solicitadas em cargos de comando

Coaf

Depois da transferência frustrada do Ministério da Economia para o da Justiça, o órgão de combate à lavagem de dinheiro passou a ser subordinado ao Banco Central; aliado de Moro foi demitido do posto de presidente


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Governo de PE

14/09


2019

Mega Sena: sorteio de hoje pode pagar R$ 100 milhões

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 100 milhões neste sábadoApostas podem ser feitas até as 19h, em lotéricas ou pela internet.

Aposta única da Mega-Sena custa R$ 3,50 — Foto: Marcelo Brandt/G1

Do G1 

 

O concurso 2.188 pode pagar um prêmio de R$ 100 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) deste sábado (14) em São Paulo (SP).

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.


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Prefeitura do cabo

14/09


2019

Site: Witzel plagiou autores em dissertação de mestrado

Witzel plagiou seis autores em dissertação de mestrado, diz site. Reportagem da BBC Brasil apontou 63 parágrafos que teriam sido copiados de outras obras sem citá-los nas referências bibliográficas.

Witzel comentou no Twitter a prisão de milicianos na Praça Seca: 'No meu governo bandido não tem vida fácil' Foto: Guito Moreto / Agência O Globo

O Globo

 

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), envolveu-se em nova controvérsia em relação a seus títulos acadêmicos. Segundo reportagem da BBC Brasil, Witzel plagiou pelo menos 63 parágrafos de seis autores diferentes em sua dissertação de mestrado, defendida na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em 2010. Em maio, O GLOBO revelou que o governador mentira sobre ter realizado parte do seu doutorado na Universidade Harvard, conforme constava em seu currículo Lattes.

Segundo o site, cinco dos seis autores copiados por Witzel sequer aparecem nas referências bibliográficas, um requisito obrigatório em trabalhos acadêmicos. O sexto teria sido citado em obra diferente da que foi usada.

19 página plagiadas

Há vários trechos na dissertação nos quais o governador reproduz parágrafos idênticos aos dos títulos plagiados sem fazer qualquer citação direta, como seria obrigatório. É o caso de um artigo de dois estagiários da divisão gaúcha da Advocacia Geral da União (AGU), Renato Braga Vinhas e Filipe Loureiro Santos, intitulado "A competência absoluta e o princípio da proporcionalidade", publicada em 2005.

O trecho “A competência ratione materiae (em razão da matéria) é aquela que se refere à natureza da causa, podendo ser vista sob duas vertentes” é copiado sem qualquer mudança na dissertação do então juiz, um dos 11 parágrafos que foram reproduzidos integralmente, segundo o site. A BBC ouviu especialistas em plágios acadêmicos que confirmaram as irregularidades no trabalho de Witzel.

A dissertação, orientada pelo docente Jader Ferreira Guimarães, tem como título “Medida Cautelar Fiscal” e soma 139 páginas, incluindo índices e referências. De acordo com a BBC, o trabalho tem 118 páginas de desenvolvimento teórico, dos quais 16%, ou 19 páginas, seriam fruto de plágio.

Procurada pelo GLOBO, a assessoria do governo do Rio afirmou que "os trechos citados exemplificam a dissertação de mestrado apresentada pelo governador Wilson Witzel em 2010, que foi aprovada pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)". A nota segue: "Como toda obra acadêmica, a tese de Witzel se utiliza de citações de diferentes autores e fontes que compõem a abordagem teórica sobre o tema".

O GLOBO verificou as citações citadas pela BBC Brasil e confirmou que são idênticas ou muito similares às usadas pelo então mestrando. Parágrafos tiveram palavras pontualmente substituídas, sem alterar a estrutura do original. Neste caso, seria necessário fazer citações indiretas, o que também não foi feito por Witzel. Os autores, ainda assim, deveriam ser identificados na bibliografia.

Relembre a polêmica do doutorado 

Há três meses, Witzel reconheceu ter incluído indevidamente na plataforma Lattes uma passagem pela Universidade Harvard, nos Estados Unidos, durante o seu doutorado, no formato “sanduíche”. O governador chegou a incluir o professor que o teria orientado na instituição americana, Mark Tushnet.  

Na ocasião, alegou que a inclusão de Harvard refletia a intenção de cursar parte do doutorado na universidade, o que não se concretizou. O governador apresentou sua tese de doutorado no fim de agosto por videoconferência, após a ocorrência de protestos durante a banca de qualificação duas semanas antes


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14/09


2019

Hospital: mortes por asfixia e desligamento de aparelho

Incêndio em hospital no Rio

Incêndio no Hospital Badim: vítimas morreram por asfixia e desligamento de aparelhos. Todos eram pacientes e idosos. Oficial dos Bombiros confirma combate a incêndio dentro de CTI. Chamas atingiram prédio às 18h30 de quinta; unidade foi interditada nesta sexta.

Incêndio em hospital particular do Rio deixa 11 mortos/Imagem TV Globo

Por Cristina Boeckel e Fernanda Rouvenat, G1 Rio

A direção do Hospital Badim – atingido por um incêndio na noite desta quinta-feira (12) – afirmou nesta sexta (13) que os bombeiros encerraram, no fim da madrugada, as buscas por mortos. Ao menos 11 corpos – todos de pacientes e idosos – foram retirados.

Por volta das 15h desta sexta, o diretor do hospital, Fabio Santoro, afirmou que o incêndio deixou 11 mortos. A mesma informação foi dada pela Defesa Civil, ainda durante a madrugada.

No início da tarde, no entanto, a Polícia Civil comunicou que 11 corpos estavam no Instituto Médico Legal (IML).

Segundo exames preliminares, a maioria das vítimas estava no CTI do hospital e morreu asfixiada com a fumaça, sem queimaduras graves. Algumas pereceram com o desligamento dos aparelhos.

"A maioria foi por asfixia, alguns casos não, mas coisas correlacionadas ao acidente (...) São descompensações das doenças que as pessoas, relacionadas aos aparelhos que as mantinham vivas e que deixaram de funcionar com o incêndio", explicou Gabriela Garça, diretora do IML que coordenou a necropsia.

Confira a íntegra da reportagem aqui: Incêndio no Hospital Badimvítimas morreram por asfixia e ...


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Prefeitura de Abreu e Lima

14/09


2019

Peritos buscam causa de Incêndio no Hospital Badim

Peritos buscam causa do incêndio que deixou 11 mortos em hospital no Rio. Delegado que investiga o caso afirma que ainda não é possível assegurar se o fogo começou no gerador do centro médico.

Para tentar identificar o início do fogo, a polícia recolheu os aparelhos de imagem do hospital (Celso Pupo /Fotoarena/Folhapress)

Da redação da Veja

 

Peritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro estão tentando encontrar o foco primário do incêndio que atingiu, na quinta-feira 12, o Hospital Badim, na zona norte da cidade. A tragédia deixou onze pacientes mortos. De acordo com o delegado Roberto Ramos, da Praça da Bandeira (18ª DP), que investiga o caso, ainda não é possível confirmar onde começou o fogo.

A hipótese inicial é de que as chamas tenham começado com um curto-circuito no gerador de energia do hospital. Para Ramos, no entanto, ainda não se pode afirmar isso. “Sabemos que o fogo chegou ao gerador, mas estamos vendo o foco primário, para saber se foi no gerador ou não”, disse. Também está sendo investigado se houve um pico de luz que possa ter afetado o aparelho.

Para tentar identificar o início do fogo, a Polícia Civil recolheu os aparelhos de imagem do circuito interno do Hospital Badim. Segundo o delegado Roberto Ramos, o trabalho dos peritos está sendo dificultado pela fumaça, calor e pouca luminosidade dos locais investigados.

Ao ser questionado sobre a hipótese levantada pelo prefeito carioca, Marcelo Crivella, de que o incêndio possa ter sido criminoso, o delegado disse que ainda é prematuro fazer esse tipo de afirmação.

O coordenador de Operações da Defesa Civil do Município, Sérgio Gomes, disse que o prédio que pegou fogo foi interditado. Outra ala do hospital, recém-inaugurada, que não foi afetada, está liberada. Uma casa particular, nos fundos do Badim, foi interditada parcialmente, pois sofreu danos. O edifício residencial ao lado, que chegou a ser totalmente interditado na quinta, já foi liberado aos moradores, com exceção de uma parte da garagem.

“Interditamos uma parte da garagem, porque há probabilidade de queda de uma parte do revestimento”, disse Gomes.

Flores

No início da tarde, uma cena que chamou a atenção foi a chegada de um grupo de estudantes de escolas municipais, internos de um abrigo em Vila Isabel, que levaram um buquê de flores e um cartaz com frases de apoio às vítimas e às famílias.

“As crianças viram que aconteceu esta tragédia, e resolveram fazer esta homenagem”, disse o responsável pelo grupo, o diácono Roberto, da Arquidiocese do Rio. No cartaz estava reescrito: “Nosso carinho e solidariedade aos doentes, aos familiares e aos profissionais do Hospital Badim”.

O Instituto Médico-Legal (IML) do Rio de Janeiro confirmou na tarde desta sexta-feira a 11ª vítima fatal do incêndio: Ivone Cardoso, que havia sido transferida para o Hospital Israelita Albert Sabin, também na zona norte, e não resistiu.

(Com Agência Brasil e Estadão Conteúdo)


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Magno coloca pimenta folha

13/09


2019

Alepe nos Municípios chega à cidade de Ribeirão

A cidade de Ribeirão, na Zona da Mata Sul, conhecida como a ‘Princesa dos Canaviais”, receberá pela primeira vez, na próxima segunda-feira, o Programa Alepe nos Municípios, produzido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco. Criado para informar de maneira pedagógica o funcionamento e as atribuições do Poder Legislativo estadual, a iniciativa visa também mostrar os caminhos que o cidadão pode seguir para acessar os serviços oferecidos pela Casa e fazer sugestões.

Os encontros entre os deputados estaduais, os técnicos da Alepe e a população acontecem sempre em espaços públicos. A ideia, segundo os organizadores, é proporcionar uma maior interação com a comunidade escolar e atrair um maior número de participantes das cidades. O programa pretende ir aos 184 municípios pernambucanos. Já foram visitadas Timbaúba, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho. Nesta segunda, o evento acontecerá na Escola de Referência em ensino João Lopes de Siqueira Santos a partir das 13 horas.

Com grande inserção na região, o deputado Clóvis Paiva (PP) gravou uma mensagem convidando os moradores para participar do evento. Haverá palestras, exibições de vídeos e um jogo de perguntas e respostas para os estudantes a respeito do Poder Legislativo. “Pela primeira vez na história de Ribeirão vamos trazer o Alepe nos Municípios, ou seja, a Assembleia virá para participar de uma audiência pública em Ribeirão”, destacou o parlamentar.

O Alepe nos Municípios foi criado na gestão do presidente Eriberto Medeiros (PP) e tem como foco aproximar o Poder Legislativo estadual da população, desmistificando o papel dos deputados. Na avalição de Clovis Paiva, o programa possibilitará que a sociedade conheça o trabalho dos deputados, suas atribuições e limitações, além da população fazer críticas e sugestões.

“É importante conhecer qual a importância de um deputado no contexto nacional e estadual. Saber o que que ele (o político) pode fazer por você e sua família e o que o cidadão pode fazer para mostrar as coisas importantes que existem no seu município e o que não está sendo feito na sua região”, afirmou o parlamentar, acrescentando que, além de Ribeirão, será uma boa oportunidade para discutir as questões de toda a região.


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Prefeitura de Limoeiro

13/09


2019

Meu editorial no Frente a Frente – 13/09/2019

Se você perdeu o Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7 FM, no Recife, escute agora o meu editorial.


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