Lavareda

24/11


2020

Debate com farpas e acusações

No início do debate da TV Jornal, que acontece neste momento entre João Campos e Marília Arraes, candidatos a prefeito do Recife na eleição de segundo turno, a temática da agressão foi dominante. Logo de largada, Marília fez um protesto e acusou o adversário como responsável pelas baixarias que vem sendo feitas a ela na propaganda eleitoral no rádio e na TV.

João retrucou. Disse que em nenhum momento partiu para ataques e que o seu guia estava se reportando a matérias veiculadas pela mídia. Chegou a ressaltar que foi o PT que atacou o seu pai e chamou Arraes de Pinochet de Pernambuco.

Os candidatos trocam farpas o tempo inteiro, mesmo quando o tema é técnico e de problemas do Recife. João tenta carimbar Marília como parlamentar que cometeu ilegalidades em seu mandato, como contratos de funcionários fantasmas.

Marília disse, a propósito do assunto, que a denúncia já foi arquivada pelo MP, mas de forma irresponsável requentada pelo adversário.


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Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%


ALEPE

24/11


2020

Acompanhe aqui o debate do Recife ao vivo

Os candidatos à Prefeitura do Recife João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) participam de debate na TV Jornal, neste momento. Assista aqui.


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Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%


O Jornal do Poder

24/11


2020

Túlio acusa PSB de promover fake news contra Marília

O deputado federal Túlio Gadelha (PDT) emitiu, há pouco, uma nota desmentindo a matéria que foi veiculada no site da Revista Veja em que ele aparece insinuando que Marília Arraes, candidata do PT à Prefeitura do Recife, praticava rachadinha em seu gabinete. Segundo Túlio, o áudio está descontextualizado e a divulgação dele é mais uma fake news do PSB. Confira a nota.


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Fernandes

Na primeira pesquisa de intenções de voto para o segundo turno da disputa pela Prefeitura do Recife, realizada pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) em parceria com a Folha de Pernambuco, Marília Arraes (PT) aparece com 54% dos votos válidos (excluídos os brancos e nulos) e João Campos (PSB), com 46%. A margem de erro máximo estimada do estudo é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com a utilização de um intervalo de confiança de 95,45%. Na levantamento estimulado, Marília Arraes registra 44% das citações e o postulante do PSB soma 38% das menções. Assim, o desempenho de Marília Arraes pode variar de 40,5% a 47,5%, enquanto Campos pode acumular de 34,5% até 41,5% das intenções de voto. Os eleitores que afirmaram votar branco, nenhum ou ainda anular o voto são 14%. Já os que não sabem ou não responderam são 4%.

Fernandes

Pesquisa Folha/Ipespe para Prefeitura do Recife: Marília tem 54% dos votos válidos e João, 46%

Fernandes

Estão desesperados. Agora é Marília.

joao carlos da silva

O gigolô tá doidinho. Entregou sua professora de rachadinha kkkk


Abreu no Zap

24/11


2020

TV Jornal realiza debate às 11h20

A TV Jornal promove, hoje, às 11h20, mais um debate entre os candidatos à Prefeitura do Recife. João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) vão travar mais um duelo de ideias para a capital pernambucana sob a mediação do apresentador Leandro Oliveira e a participação de jornalistas do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Vale a pena conferir!


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24/11


2020

João perdeu a razão

Por Cláudio Soares*

Perder a razão é uma coisa temível...

O homem é um animal racional, que perde sempre a cabeça quando é chamado a agir pelos ditames da razão.

Como em qualquer disputa, em um confronto político o que está em ação não é o desejo pela verdade, mas o desejo pelo o poder. E o candidato do PSB à Prefeitura do Recife, que não é um ser especialmente nobre, revela seu lado mais sombrio: a vaidade e a hipocrisia triunfam.

Desafiar uma convicção soa como desvalorizar a personalidade, e uma refutação é considerada declaração de covardia desesperada.

Bastou as pesquisas de intenções de votos apontarem a candidata Marília Arraes à frente com 10% dos votos válidos que a artilharia antiética do comando do PSB, desesperadamente, mirou contra a ex-vereadora e favorita no pleito eleitoral do próximo domingo.

Portanto, cada ataque parece fazer crescer a votação da petista. Assim, atacam muitas vezes de forma parcial ou completamente passional com os tipos de truques e subterfúgios dialéticos. O pior, são os panfletos apócrifos e mentirosos, desrespeitando as mulheres do Recife, e, consequentemente, a candidata.

E esses ataques são numerosos e variados, mas repetem-se por toda parte: nas conversas de ruas e nas polêmicas dos blogs e jornais, em debates e em processos judiciais; e até mesmo em discussões acadêmicas nos deparamos, hoje, com a disseminação de fake news, práticas covardes dos Bolsonaros usadas na eleição de 2018 –,  as mesmas trapaças e manobras evasivas utilizadas por crápulas da velha política brasileira.

Dois mil anos atrás, o filósofo Aristoteles já chamava atenção para "falácias dos sofistas". Quem deve se deixar enganar por falácias?

Para a estratagema do comando da candidatura do PSB vai o provérbio popular: "Para quem está se afogando, jacaré é tronco".

Marília Arraes terá como impedir as falácias dos seus adversários de forma clara e concisa no decorrer dos próximos debates que devem ser acalorados.

João perdeu a razão quando resolveu achincalhar o debate, sem argumento e até sendo insolente. Sendo assim, afronta-se, também, a democracia.

*Advogado e jornalista


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Comentários

Fernandes

Aceita bozoloide dói menos.

joao carlos da silva

Magno, sinceramente, quem está totalmente sem razão és tu que estás esquecendo a independência de sua nobre profissão e a obrigação de informar com independência, fazendo um ativismo político em favor do PT que dá nojo. Deixa que nós o povo, decida com independência quem é o melhor para nossa cidade.


Banco de Alimentos

24/11


2020

Coluna da terça-feira

Ranger de dentes

As notícias checadas pelo blog dão conta que existe um crescente desespero na campanha do candidato-mirim João Campos (PSB). Conversei com vários políticos importantes para chegar a inferir que, do lado socialista, há muita gente fazendo de conta que apoia João, mas na verdade orienta suas bases para votar em Marília.

Parece ter chegado a hora da vingança: já são, só em âmbito do poder municipal, oito anos de humilhação, promessas não cumpridas, desatenções, enfim, um prefeito e um PSB que governam de costas para seus aliados. E agora chegam Renata, Geraldo e Paulo oferecendo novas falsas promessas, insinceros “carinhos”, “delicadezas” postiças, tudo no completo cinismo.

Só que ao mesmo tempo impõem posições públicas, como o que aconteceu com a vereadora forçada a fazer falsas acusações contra Marília, quando antes só era elogios e flores, conforme as fotos publicadas por este blog. Teve também o caso ainda mais violento, ao tentarem desmoralizar o deputado Túlio Gadelha, que fez uma denúncia verdadeira, mas foram por trás e cooptaram o chefe de gabinete, uma das fontes da tentativa de comprar o silêncio do companheiro de Fátima Bernardes.

Ainda vieram os textos encomendados a Ricardo Leitão e a Jair Pereira para tentar desqualificar, dentro da mais absurda violência, o que escreveu o jornalista Ricardo Carvalho. Além dos panfletos falsos, indicando que Mendonça Filho apoiava João, junto com inúmeros outros panfletos em papel e eletrônicos difamando Marília de todas as formas. 

A degradação está sendo tamanha que o ex-prefeito João Paulo decidiu apoiar Marília, como protesto à degradação moral e ética que Renata, Geraldo e Paulo estão impondo na campanha de um reconhecido candidato-mirim, sem qualquer estatura para ser prefeito de uma capital da importância do Recife. Dentro da campanha do PSB já tem muita gente falando: “Eu alertei que era cedo demais para João, pois ele não tem a mínima capacidade política para liderar Recife”.

Outros culpam diretamente Renata pela desmesurada ambição de fazer o filho prefeito da capital a qualquer preço. “Essa eleição já era, não estamos conseguindo virar um único voto”, disse, ao blog, um aliado do socialismo de fantasia. Enquanto isso, Marília segue com firmeza de propósito, demonstrando sua capacidade superior para lidar com os ataques sujos e degenerados. Enfrenta todas as manipulações da máquina pública, do derrame de dinheiro sujo tentando comprar consciências.

Mas tudo sinaliza que povo do Recife já tomou uma decisão e sabe o que fazer: expulsar da Prefeitura agora, e daqui a dois anos, em 2022, o Governo do Estado. A voz rouca das ruas quer ficar livre do PSB saqueador dos cofres públicos. Há ranger de dentes nos corredores das Princesas e do Palácio Capibaribe.

Tracking Marília – Os ataques torpes do PSB à candidata do PT, Marília Arraes, não surtiram nenhum efeito. O tracking, medição diária via telefone, apontou, ontem, uma dianteira de dez pontos percentuais em favor da petista. Na prática, o bombardeio das fakes news, que chegaram até diretamente às igrejas evangélicas, foi reprovado pelo eleitorado recifense. Marília ganhou na justiça e desde ontem o PSB está proibido de continuar a baixaria, o que aumentou ainda mais a tensão e o desespero no comitê de João.

O jogo é pesado – Dois panfleteiros foram flagrados, na noite de domingo passado, nas proximidades de uma igreja evangélica distribuindo material apócrifo com calúnias contra a candidata a prefeita do Recife pelo PT, Marília Arraes. Em tom apelativo, panfletos traziam a mensagem "Cristão de verdade não vota em Marília Arraes", com uma série de ilações. Chama atenção que folders da campanha de João Campos (PSB) estavam sendo distribuídos em conjunto, com dizeres positivos sobre o prefeiturável.

Perseguição e emendas – O Ciro Gomes que desfilou pelas ruas do Recife ao lado do candidato do PSB, João Campos, é o mesmo que pediu, recentemente, a cabeça no PDT da namorada do socialista, Tábata Amaral, deputada federal pelo PDT paulista, por ter votado a favor da reforma da Previdência. Enquanto João Campos acusa Marília de não destinar emendas federais para o Recife, a coluna teve acesso a uma ampla documentação na qual o socialista, também deputado federal, destinou emendas de sua autoria para Estados do Sul e Sudeste.

Vaquinha – O candidato Guilherme Boulos (Psol), que disputa o 2º turno da corrida eleitoral pelo comando da Prefeitura de São Paulo contra Bruno Covas (PSDB), bateu o recorde de arrecadação via crowdfunding (doações de pessoas físicas por meio da internet) para uma campanha municipal no Brasil. De acordo com o aplicativo Voto Legal, a candidatura levantou R$ 1.946.292 em 19.246 doações realizadas na plataforma até 13h30 de ontem. Com isso, Boulos supera a marca do deputado Marcelo Freixo (Psol-RJ), que arrecadou R$ 1.454.452 nas eleições para a Prefeitura do Rio de Janeiro em 2016.

CURTAS

REELEIÇÃO – O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, defendeu em sua coluna publicada na revista Crusoé o fim da reeleição para cargos do Executivo. No Twitter, afirmou que a prática “não funcionou bem” no Brasil, além de ser instrumento que “potencializa o surgimento de caudilhos, lideranças populistas ou candidatos a ditadores”.

CENTRO-ESQUERDA – Depois de se eleger à Prefeitura, em 2016, e ao Governo do Estado de São Paulo em 2018, com um discurso marcado pelo antipetismo, o governador João Doria (PSDB) se reposicionou e, agora, tem pregado um diálogo “contra os extremos”, por meio de uma frente que inclua a centro-esquerda. Quer ser o elo desse movimento.

Perguntar não ofende: As múltiplas pesquisas ao longo desta semana para o segundo turno no Recife serão semelhantes ou dispares?


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Fernandes

marcos mamador de piroca a Lolita safada de camaragibe, quando sai do bar da esquina bêbada a rapaziada faz a festa.

Fernandes

Major Olímpio discute com bolsonaristas e grita ladrões de rachadinha.

marcos

Eita já ia esquecendo da BR 163 que estava parada a 43 anos e o nosso mito Jair Bolsonaro concluiu.

marcos

Ô Gretchen tu esqueceu das obras da transposição do São Francisco, aquela que o nosso mito Jair Bolsonaro trouxe água para o sertão nordestino.

Fernandes

Grandes obras do BolsoNero. FIM DA CLT, FIM APOSENTADORIA, do HORÁRIO DE VERÃO, da LUZ NO AMAPÁ, do EMPREGO e FIM DO RACISMO.



23/11


2020

“Ingratidão”, diz Teresa Leitão sobre o PSB

EXCLUSIVO

Houldine Nascimento, da equipe do blog

A deputada estadual Teresa Leitão (PT) saiu em defesa da correligionária Marília Arraes, candidata à Prefeitura do Recife, sobre as diversas inserções em tom acusatório que a campanha de João Campos (PSB) tem veiculado durante o horário eleitoral no rádio e na televisão, bem como a panfletos apócrifos que difamam e caluniam a prefeiturável petista. Na visão da parlamentar, a atitude expõe diversas contradições dos socialistas.

“Em 2018, o PSB estava correndo atrás da Executiva nacional (do PT) porque só ela poderia resolver o impasse. Nós ganhamos no encontro eleitoral com 95% dos votos, mas teve uma intervenção nacional e aí a candidatura de Marília (ao Governo de Pernambuco) teve de ser retirada. Antes dessa decisão, Renata Campos e Paulo Câmara foram atrás de Lula em São Paulo. Também foram atrás de Gleisi (Hoffmann, presidente do PT), que teve uma reunião com eles. Aí agora Gleisi não presta, Lula não presta, o PT não presta. Além da ingratidão política, é uma ingratidão e uma contradição”, avalia.

Teresa acredita que o PSB não conseguirá explicar as ações futuramente, caso volte a tentar uma aliança com o PT. Ela aproveitou para relembrar o apoio que a família Campos e o PSB deram à candidatura do ex-presidenciável Aécio Neves (PSDB) no segundo turno, em 2014, marcando posição contra a reeleição de Dilma Rousseff (PT). “O PSB vai ficar com essa mácula para sempre, da mesma forma que não consegue explicar ter votado em Aécio no segundo turno”, declara.

A deputada estadual afirma que a estratégia do PT é não subir o tom e manter uma campanha mais propositiva. Ela também mencionou a equiparação que uma matéria da Veja, hoje, fez das ações de João Campos e Marcelo Crivella (Republicanos), que concorre à reeleição no Rio de Janeiro. A revista foi enfática ao chamar de “jogo sujo” e dizer que “o fantasma da derrota bate à porta” dos dois prefeituráveis.

“Não vamos baixar o nível. A gente não quer começar uma gestão sendo comparado com Crivella como João Campos está. Se o PSB e João não estão ligando para isso, paciência. Eles estão utilizando acrescentando mais uma mácula, da inverdade, do fundamentalismo. É a mesma técnica que Crivella está usando no Rio e Bolsonaro utilizou. Que PSB é esse?”, questiona Teresa.

Para ela, a atitude do adversário, “do ponto de vista eleitoral, não está surtindo efeito”. Além disso, “a reação a esse tipo de política está sendo muito grande porque a baixaria tem limites”. “Estamos nos mantendo firmes. É claro que dá um estresse porque não é fácil ser acusada de coisas que não fez”, completa.

Ainda de acordo com Teresa Leitão, a direção nacional do PT está acompanhando tudo e está “muito chocada e indignada com tudo isso que está acontecendo”, mas mantém a confiança na campanha. Ela revela incômodo com a postura de aliados de João Campos, como o deputado federal Felipe Carreras (PSB), que tentou associar os petistas à extrema esquerda, em publicação recente no Twitter.

“Eu rebati aquele rapaz um dia desses. Ele queria ser o candidato, vamos e venhamos. Trabalhou para isso, mexeu os pauzinhos para todo o lado para ser candidato a prefeito, mas não deu. Aí agora está fazendo o papel de que não está passando recibo, de que está de corpo e alma com João. É uma pessoa que não tem respaldo nem história política. A história dele é muito aí dos shows, dos eventos. Nisso ele é bom”, cutuca.

“Acho tão engraçado que ele fica falando das nossas alianças. A primeira reação dele foi aos apoios que recebemos. No partido dele não tem apoio, tem aliança com o partido dos filhos de Bolsonaro (diz em referência ao Republicanos). E aí? Ele vai dizer o quê”, prossegue.

Teresa também ficou incomodada com uma nota dura lançada há alguns dias na imprensa pelo deputado estadual Waldemar Borges (PSB), seu colega de parlamento, sobre o ex-senador Armando Monteiro Neto, que declarou apoio à Marília Arraes. “A nota que Waldemar fez sobre Armando Monteiro foi terrível. É como se ele tivesse dito que, se não fosse o PSB, Armando não era senador. Será que vão dizer o mesmo com Humberto? Isso revela uma prepotência e não é bom para as relações democráticas. É muito ruim na política achar que ganha tudo sozinho e o PSB está sendo assim”, comenta.

A deputada estadual observa que há um movimento de renovação política no Brasil e que Marília sintetiza isto na eleição do Recife. “O PT tem essa condição de voltar a governar a Prefeitura do Recife, está com uma candidata que se viabilizou politicamente perante o partido, as bases e a população. Que mal há nisso? Há um movimento de renovação política Brasil afora e aqui Marília significa isso e eu aplaudo essa renovação”, destaca.

Para Teresa, Marília tem as condições de fazer uma boa gestão. “O desafio é esse. Ganhar a eleição é o primeiro passo e tenho fé em Deus de que isso vai acontecer. Depois o grande desafio é pegar uma Prefeitura que está na mão de um mesmo grupo há oito anos e nos desconhece. Eles desconhecem que foram nosso vice de 2008 a 2012, desconhecem que nos apoiaram em 2000 e 2004. O que foi que levou João Paulo a deixá-los?”, conclui.


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Fernandes

Artur, aceita bozoloide dói menos.

Artur

Fogo no parquinho vermelho... Quero ver ela explicar o apoio de Humberto ao PSB e o mesmo tentando a todo custo rifar a candidatura de Marília. Esse PT cheira a carniça.



23/11


2020

Professores de PE marcam protesto por piso salarial

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação em Pernambuco (Sintepe) cobra o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, por uma promessa feita na campanha eleitoral de 2014, quando se comprometeu em dobrar o piso salarial dos professores. De acordo com a instituição, além de não cumprir com a proposta, em 2020, o gestor se nega a atender à Lei do Piso. Por isso, a categoria promete um ato em frente ao Palácio do Campo das Princesas, na quinta-feira (26), às 9h.

Por meio de nota, o Sintepe detalhou os motivos da paralisação:

O Governo do Estado enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 1.720/2020 que enterra nosso Plano de Cargos e Carreira conquistado com tanto suor e lutas há 22 anos.

Após oito meses de insistência e tentativas de negociação por parte do Sintepe, o Governo decidiu desobedecer duas leis federais e uma lei estadual de uma só vez. Descumpre a Lei do Piso Salarial do Magistério e rasga a Lei 11.559/1998 - que institui nosso Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV). Também, descumpre a Lei 173/2020, que trata de congelamentos de reajustes na pandemia, mas que excetua "determinação legal anterior à calamidade pública". A lei do Piso Salarial é uma determinação legal anterior à calamidade pública.

O PL 1.720, enviado vergonhosamente no apagar das luzes para a Assembleia Legislativa, reduz o poder aquisitivo de 57.389 trabalhadoras e trabalhadores em educação de Pernambuco, porque não aplica ao PCCV o Piso Salarial do Magistério. Nessa maldade do Governo incluem-se também aposentados/as e pensionistas. Apenas 5.611 professores/as serão impactados pelo reajuste do Piso que já deveria ter sido aplicado em 1º de janeiro.


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23/11


2020

XP/Ipespe: 37% aprovam Bolsonaro e 34% reprovam

Do Terra

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro oscilou negativamente, dentro da margem de erro, em novembro, apontou pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira. Segundo a sondagem, a diferença de 8 pontos percentuais entre as avaliações positiva e negativa registrada em outubro caiu para 3 pontos percentuais.

Em novembro, 37% avaliaram o governo como ótimo ou bom, ante 39% em outubro. Os que consideram o governo ruim ou péssimo oscilou para 34%. Um mês atrás, foram registrados 31%.

A avaliação sobre a condução da economia apresentou piora. Dentre os entrevistados, 52% responderam que a economia do país está "no caminho errado". Em outubro, eram 47%. Outros 35% responderam que a economia está "no caminho certo", ante 39% em outubro.

A sondagem abordou ainda a expectativa sobre a pandemia de coronavírus e 77% responderam que o Brasil ainda irá enfrentar uma segunda onda da doença. Outros 19% consideram que o país não passará por uma nova leva de Covid-19.

Houve uma redução no número de entrevistados que consideram que o pior da pandemia já passou. Em outubro, eram 64%, agora são 46%. Os que responderam que "o pior ainda está por vir" chegam a 47%, frente os 30% registrados no mês passado.

A avaliação da atuação de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia também oscilou negativamente dentro da margem de erro. O grupo dos que avaliam a atuação como ótima ou boa caiu de 30% para 25%. Os que a consideram ruim ou péssima oscilou de 47% para 49%.

A pesquisa entrevistou 1.000 pessoas em todo o território nacional entre 18 e 20 de novembro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais.


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