Nova Orla Jaboatão

13/10


2006

RS: Yeda tem 30 pontos sobre Olívio

A candidata do PSDB, Yeda Crusius, está 30 pontos à frente do petista Olívio Dutra na disputa pelo governo gaúcho, segundo pesquisa realizada pelo CPCP (Centro de Pesquisas Correio do Povo).

A pesquisa mostra Yeda com 61,7% das intenções de voto e Olívio com 31%. Há 3,7% de votos brancos ou nulos e 3,6% de indecisos. Em votos válidos, Yeda tem 66,6% e Olívio tem 33,4%.

A pesquisa, registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número 060992/ 2006, foi a campo nos dias 10 e 11. Foram consultados 2.009 eleitores em 80 municípios gaúchos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na eleição presidencial, segundo o CPCP, 59,9% dos gaúchos estão dispostos a votar em Geraldo Alckmin (PSDB) e 32,2% no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A pesquisa do CPCP mostra números semelhantes à do Ibope, divulgada no último domingo. De acordo com o Ibope, Yeda seria eleita com 68% dos votos válidos, contra 32% de Olívio. Considerando-se os votos totais --incluindo brancos, nulos e indecisos--, Yeda teria 63% das intenções de voto, contra 29% de Olívio. Brancos e nulos seriam 3%. Os indecisos somam 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa do Ibope foi realizada entre os dias 4 e 6, com 2.002 eleitores de 101 municípios.( Folha Online)


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Comentários

segundo mandato. Entendemos que muitos petistas tem que ser banidos da política, assim como de muitos partidos, e iremos cobrar isso do Lula, e do Congresso Nacional, pois, honestidade, terá que ser uma condição imprescindível, em quem queira fazer política séria nesse país. Sociedade, vamos lá.

O povo gaúcho, ja foi firme na decisão em quewrer o governo petista por vários anos, e talvez hoje tenha o mesmo sentimento afirmativo em mudar. Caros petistas, ainda podemos revertes essa situção, lembrem-se que muita gente tem falhado na assessoria do Lula e que esta limpa, vai ser feita nesse


Petrolina Julho 2

13/10


2006

OAB quer debater com presidenciáveis

Até agora, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não respondeu ao convite para participar do debate promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) com os presidenciáveis. Programado para ocorrer entre os dias 16 a 18 próximos, o debate já tem a presença garantida do candidato tucano Geraldo Alckmin.

No caso de Lula não comparecer, a exemplo do que fez a TV Globo no primeiro turno, a OAB deixará uma cadeira vazia para marcar a sua ausência. ''Não podemos deixar de registrá-la (a ausência) publicamente, como uma recusa ao debate democrático'', diz o presidente da OAB, Roberto Busato.

O debate na OAB será diferente daqueles realizados pelas televisões, assemelhando-se mais a sabatinas, pois os candidatos serão ouvidos em sessões separadas. A primeira meia hora está reservada para que exponham, sem apartes, suas plataformas de governo. E o tempo restante será reservado a perguntas por parte de uma bancada de sete advogados, membros do Conselho Federal, escolhidos pelo seu plenário.

O presidente Lula - cujo convite foi feito diretamente pelo presidente da OAB, Roberto Busato, ao ministro Tarso Genro - pediu prazo para responder. O primeiro prazo, dia 6, venceu sem resposta. E o segundo, dia 10, também, o que gerou entre os organizadores do debate receio de que Lula não compareça.

''Não acredito que o presidente recusará, pois em todas as suas campanhas anteriores bateu à nossa porta e serviu-se de nossa tribuna, que é a tribuna da sociedade civil, para difundir suas idéias. Não será agora, que estamos a lhe oferecer essa mesma tribuna, para um exercício democrático de cidadania, que ele a recusará'', disse Busato.

As regras do debate, que a OAB colocou em seu site na internet, não permitem perguntas ofensivas à honra dos candidatos, mas não fazem restrições a temas. Assim, tema como o dossiê Vedoin poderá ser explorado.(Estadão)


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Comentários

LandRover

A OAB tem que iniciar sua formação pela carta do ABC. Na época de Collor, por mil vezes menos que hoje, ela pediu o seu afastamento. Hoje, se rouba aos milhões de dólares e a OAB faz de conta que tá tudo bem. Que esperar de uma entidade que manda para ministro da justiça um T Bastos, protetor do mal

Ivan Câmara de Andrade

Lula não tem que ir a esse debate, essa OAB, sob a presidência desse Roberto Abusado, já mostrou de que lado está, seria o mesmo se Alckmin fosse a um debate promovido pela CUT, que é também uma entidade de classe e todos sabem que está com Lula para presidente.

Eduardo Peres Ramos da Silva

Lula não deveria ir à OAB. O presidente Busato é descaradamente um inimigo de Lula e sua vida é pregar o impeachment. Esse Busato é perigoso e usa a tradição e a história democrática da OAB para fazer suas sacanagens partidárias. Lamentável que a OAB esteja em mãos tão suspeitas.


Pousada da Paixão

13/10


2006

Heloisa Helena não apóia ninguém no 2º turno

A senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), que se candidatou ao cargo de presidente da República no primeiro turno da eleição pela coligação Frente de Esquerda (PSOL-PSTU-PCB), protocolou nesta quarta-feira, no fim da tarde, documento em que comunica e formaliza ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não apóia nenhum dos dois candidatos à Presidência da República neste segundo turno, nem permite o uso de sua imagem nas campanhas deles.

No documento, assinado por seu advogado, a senadora afirma ao presidente do TSE, ministro Marco Aurélio, que encaminhou aos representantes das coligações Por um Brasil Decente (PSDB-PFL) e A Força do Povo (PT-PRB-PCdoB) declaração de que não apóia nenhum dos dois candidatos e de que desautoriza a utilização de sua imagem ou referência a apoio ou pedido de voto.

Na declaração, a senadora explicita que não autoriza a divulgação de material em que se faça referência a apoio ou pedido de voto relacionando o nome dela com o do candidato Geraldo Alckmin. Também pede a retirada de material já divulgado neste sentido.

Leia, abaixo, a íntegra da declaração encaminhada pela senadora às duas coligações presidenciais. Os grifos reproduzem os constantes do documento.

''Venho respeitosamente a presença de V. S., pelo procurador que a presente subscreve, INFORMAR E DECLARAR, diante do fato de que não participarei do segundo turno das eleições presidenciais do ano de 2006, que não apoio a candidatura a presidência por esta coligação do Ilmo. Sr. Geraldo Alckmin, por tal motivo, não autorizo a divulgação, utilização, confecção ou veiculação, por qualquer meio de comunicação, de qualquer material em que se faça referência a apoio ou pedido de voto relacionando o meu nome com a candidatura do Ilmo. Sr. Geraldo Alckmin, bem como solicito a retirada imediata de qualquer material já divulgado ou utilizado em contrariedade a esta manifestação, sob pena de provocação das vias judiciais para salvaguarda de direitos.

Ressalto que foi encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral, cópia da presente declaração, para fins de registro.

Renovo-lhe os votos de elevada estima e distinta consideração.

Heloísa Helena Lima de Moraes Carvalho''

(Estadão)


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Ipojuca - Muro de Arrimo

13/10


2006

PCB decide quem apoiar no fim de semana

O PCB decide como vai se posicionar em relação ao segundo turno das eleições presidenciais em encontro que será realizado amanhã e depois. O partido integrou, junto com o PSTU e o PSOL, a Frente de Esquerda que apoiou no primeiro turno a candidatura da senadora Heloísa Helena (PSOL-AL) à Presidência da República.

Dos três partidos, só o PCB ainda mantém a indecisão em relação à disputa eleitoral para a Presidência no segundo turno. O PSTU defende o voto nulo e o PSOL liberou os militantes e eleitores para votarem como quiserem.

De acordo com um comunicado divulgado pelo comitê central do PCB, um eventual apoio à candidatura de Alckmin é totalmente descartado, mas um provável apoio à candidatura de Lula vai depender de pronunciamentos do presidente sobre determinados assuntos, como a unidade da América Latina; a manutenção dos direitos trabalhistas, previdenciários e sindicais; mudança na política econômica; desmonte do esquema de corrupção e punição aos culpados; fim dos leilões de exploração de petróleo e revisão das privatizações realizadas durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

''Para a Comissão Política Nacional do PCB, é cedo para adotar uma posição conclusiva a respeito do segundo turno, além do Fora Alckmin. O PCB não endossará a eleição de um segundo governo Lula piorado. Não colocará sua chancela, só para dar um exemplo, na diminuição de direitos trabalhistas. De outro lado, na hipótese de vir a apoiar criticamente Lula, não participaremos de aliança política nem de eventual governo'', diz o comunicado do partido. (Folha Online)


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13/10


2006

PDT: Apoio à Lula é improvável

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, afirmou que seu partido deve apoiar Alckmin ou se manter na neutralidade no segundo turno da eleição presidencial. O partido deve anunciar nesta segunda-feira sua posição oficial. A definição deve sair após reunião dos cerca 300 membros do Diretório Nacional, no Rio de Janeiro.

''Ainda não tem [uma tendência], porque falei com poucas pessoas, mas está difícil o caminho do Lula. É provável que seja o da neutralidade ou do apoio ao Alckmin'', disse Lupi.

Segundo o presidente do partido, o apoio à candidatura do petista geraria muita confusão dentro do PDT.

Até lá, a Executiva Nacional do partido avalia as respostas das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Geraldo Alckmin (PSDB) à consulta feita pelo PDT sobre compromissos programáticos.

Em carta enviada às duas campanhas, o partido apresenta quatro exigências mínimas como condição para que o PDT declare apoio a uma das candidaturas.

Entre os quatro compromissos listados pelo PDT está a definição de metas para a implementação da educação em tempo integral no Ensino Fundamental em todo o país, bandeira levantada durante toda a campanha do candidato do partido, Cristovam Buarque, no primeiro turno.

Em seguida, o partido inclui como condições para o apoio no segundo turno a garantia da manutenção dos atuais direitos trabalhistas, mesmo sendo feita uma reforma da legislação; a não privatização de nenhuma estatal e uma política desenvolvimentista voltada para os pequenos e médios empresários.(Folha Online)


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Comentários

Ivan Câmara de Andrade

Pouco importa que esse partido (PDT) declare quem apóia, pesquisas já indicam que a maioria do eleitorado que votou no PDT, no 1º turno, já está com Lula. Apoiar ou não apoiar, é um mero ato formal.

retornar o atraso pelas mãos neo liberais de Alckmin, é demais.

Cuidado PDTistas, para no afã de um candidato derrotado no primeiro turno, sem decolar, dos 3,5 pontos percentuais nas eleições, de 01/10/2006, venha rasgar a história de um partido de luta, pela democracia que temos hoje. Sabemos que muito ainda temos a fazer, agora ventilar a possibilidade em


Caruaru Novas Creches

13/10


2006

Lula retira da Internet ataques à família de Alckmin

O comitê da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nesta quinta-feira, por algumas horas, boletim na internet lembrando que uma filha do candidato adversário Geraldo Alckmin (PSDB) trabalhou numa loja acusada pelo Ministério Público Estadual de contrabando e a mulher, Lu Alckmin, ganhou de presente de um estilista ''400 vestidinhos chiques''.

Ao ser informado no final da manhã dos ataques pessoais à família do candidato tucano, Lula mandou retirar o artigo da página na internet. ''Agora, mais uma vez, vão dizer: ele sabia ou não sabia'', reclamou Lula à equipe de campanha.

No final da tarde, o presidente nacional do PT e coordenador geral da campanha de Lula, Marco Aurélio Garcia, divulgou nota em que destacou que a coligação ''A força do povo'' estimula o balanço comparativo entre os governos Lula, FHC e Alckmin; bem como o debate entre os programas dos candidatos à Presidência da República. Contudo, considera totalmente ''inadequado, inapropriado e lamentável lançar mão de ataques pessoais, envolvendo os candidatos ou suas famílias''.

De acordo com o documento, esta também é a posição do presidente Lula, ''que por diversas vezes, inclusive na atual campanha, foi vítima de ataques pessoais, dirigidos contra ele e contra seus familiares''. A nota termina com um pedido público de desculpas pelas referências feitas aos familiares do tucano.

Já o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, considerou natural as críticas do boletim de campanha de Lula ao jornal O Estado de S. Paulo, a revista Veja e a família de Alckmin. ''Hoje há, sem a maior sombra de dúvida, e eu não estou dizendo que seja uma conspiração, nem estou dizendo que é ilegal, nem estou dizendo que seja antidemocrático, mas há massivamente uma campanha onde 80% da grande mídia apóiam Alckmin e combatem a candidatura Lula então é natural que se responda. Isso não significa desrespeito nem significa acusação de conspirativismo'', disse.

Críticas internas

Responsável pelo boletim, o petista Valter Pomar, da Executiva do PT, não gostou da decisão de Lula de censurar o artigo intitulado ''O telhado de vidro de Alckmin''. ''Agora tem acordo?'', questionou Pomar ao presidente. Na tentativa de conter o estrago, Lula reclamou: ''Que acordo? Vocês sabem que eu não admito isso. Já fui vítima dessas coisas''. O presidente referia-se a notícias envolvendo parentes dele em outras campanhas. Em plena campanha de 1989, veio à tona a revelação de que o petista tinha uma filha, Lurian.

O boletim produzido por Pomar acusava Alckmin de baixar o nível no debate de domingo da TV Bandeirantes. ''Só para lembrar: Alckmin questionou Lula sobre as denúncias de corrupção e disse que o presidente deveria obter respostas junto aos seus amigos mais íntimos'', destaca o texto de Pomar. ''Afinal, alguém poderia perguntar se ele (Alckmin) sabia que sua filha era funcionária de uma empresa acusada de contrabando, a Daslu, ou se tinha conhecimento que sua esposa ganhou de presente 400 vestidinhos chiques.''

O teor do artigo de Pomar é caro para o presidente. Em boa parte dos discursos de campanha, Lula acusou a imprensa e a oposição de baixar o nível do debate político. Na última segunda-feira, o presidente chegou a chamar Alckmin de ''delegado de porta de cadeia'' pela atuação no debate da Bandeirantes. ''Por que nossos adversários não querem discutir política econômica? Por que eles não querem discutir política social?'', questionou o presidente num discurso para cantores evangélicos no Palácio da Alvorada.

No artigo, Pomar vai além e ataca O Estado de S.Paulo, por um editorial que comentou a performance de Alckmin no debate e as revistas Veja e Época, por publicar foto do tucano na capa do final de semana. ''Se os Mesquita preferem Alckmin, as lideranças de esquerda votam em Lula'', destaca o texto.

O boletim cita como lideranças de esquerda o ''eleitor de Heloísa Helena'' Michel Lowy, o ''militante do PSB'' Ariano Suassuna, o ''desenhista'' Ziraldo, o ''dirigente do Movimento dos Sem-Terra'', João Pedro Stédile, e o ''arquiteto'' Oscar Niemeyer.

O texto retirado ainda comentava a pesquisa Datafolha em que Lula aparece com 56%. ''Os apoiadores de Lula recebem a pesquisa com alegria. Mas não subiremos no salto alto: faltam 18 dias para a eleição e a direita brasileira já demonstrou que não brinca em serviço.''


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Comentários

dessa informações chegarem as pessoas com custo da campanha eleitoral, pois o governos de pernambuco nesses anos gartou em torno de R$320.000.000,00 em mídia, é isso mesmo. Para mentir ao povo pernambucano, pois priorizou estradas, e deixou a saúde, habitação, fome, emprego, do povo na regra três.

É isso aí presidente e futuro presidente Lula, vamos continuar na medida do possível mantendo esta campanha com nível elevado, até porque, temos que informar aos brasileiros de forma mais detalhada todas as nossas ações governamentais e isso demanda de tempo, e não podemos perder esta oportunidade


CABO

13/10


2006

PF tenta identificar 200 mil saques suspeitos

Ao menos 200 mil saques acima de R$ 10 mil para investigar, 650 quebras de sigilos telefônicos para cruzar com a lista de sacadores, uma relação de ''várias casas de câmbio'' e depoimentos contraditórios são as dificuldades enfrentadas pela Polícia Federal na identificação da origem do dinheiro, em dólares e reais, que seria usado por petistas na comprar o dossiê contra tucanos.

São R$ 1,116 milhão e US$ 248,8 mil apreendidos com emissários do PT, no dia 15 de setembro, no hotel Ibis em São Paulo.

No caso do dinheiro em reais, há notas miúdas de R$ 10 e R$ 5 no volume apreendido. Existe a suspeita de que parte da quantia seja ilícita, oriunda do jogo do bicho.

A Justiça Federal quebrou o sigilo de agências bancárias do Bradesco, BankBoston, Banco do Brasil e Safra nas praças São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

As agências foram escolhidas porque cintas de papel com o nome delas separavam os maços de notas em reais do dinheiro apreendido.

O objetivo da PF com a quebra de sigilo é identificar saques acima de R$ 10 mil naquelas agências. O volume de dados enviado ao delegado Diógenes Curado Filho é muito grande. Somente as agências do Bradesco enviaram informações sobre 200 mil saques.

''Dinheiro vivo não tem cheiro. É muito difícil identificar a origem'', disse um juiz que rastreou dinheiro do crime organizado em Mato Grosso.

Em relação aos dólares, a PF descobriu que dos US$ 248,8 mil cerca de US$ 109,8 mil entraram legalmente no Brasil por meio do banco Sofisa, de São Paulo.

O banco revendeu os dólares a casas de câmbios que comercializou o dinheiro com outras corretoras. A PF faz o rastreamento do dinheiro para saber quem sacou os dólares usados para comprar o dossiê.

Diante da dificuldades no rastreamento de dólares, a PF pediu, e obteve da Justiça, a quebra dos sigilos de 650 telefones para os quais os envolvidos com a negociação do dossiê ligaram ou receberam telefonemas nos dias em que tratavam da compra do material contra tucanos.

A PF cruza os dados obtidos com a quebra de sigilos telefônicos com as informações sobre saques em agências bancárias. A estratégia é verificar se houve contato por telefone dos envolvidos na negociação do dossiê com algum sacador.

Os envolvidos na negociação do dossiê são o advogado Gedimar Passos e o empresário petista Valdebran Padilha, presos com o dinheiro, além de Osvaldo Bargas e Jorge Lorenzetti, que trabalhavam na campanha de Lula, Expedito Veloso, então diretor do Banco do Brasil, e Hamilton Lacerda, que coordenava a campanha do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo.

Há contradições nos depoimentos prestados por eles. Hamilton, que a PF acusa de ter levado o dinheiro ao hotel, nega envolvimento com o dossiê.(Folha Online)


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Bandeirantes Junho 2021

12/10


2006

Guia: Lula faz comparações e Alckmin repete promessas

Na primeira propaganda eleitoral gratuita do segundo turno em horário nobre, o candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, abriu o programa destacando as diferenças entre ele e seu adversário, Geraldo Alckmin (PSDB).

O tucano repetiu praticamente todo o programa exibido à tarde, em que afirmou que irá ''continuar o Bolsa Família, ampliar o Bolsa Família, melhorar o Bolsa Família''.

Lula, que havia ''requentado'' sua participação no debate da Band, voltou à noite dizendo que ''começamos uma nova etapa nessa eleição'' e que precisa ''mais do que nunca de seu apoio para dar continuidade ao projeto de transformação do Brasil.''

Alckmin novamente afirmou ser ''inimigo dos impostos altos'' e que ''o Brasil dos escândalos, do imposto alto e do governo de um partido só é coisa do passado.''

Apesar de ressuscitar o ''Lulinha paz e amor'', o petista acusou o PSDB de ter ''sempre trabalhado para uma pequena elite'' e de fazer uma ''campanha de ódio'' que ''divide o país''. Além disso, afirmou que ''eles'' [o PSDB] ocultaram escândalos e abafaram CPIs, enquanto ''nós [o PT] investigamos'' mesmo que isso significasse ''cortar a própria carne'' e mesmo que implicasse na exposição de seu governo à ''críticas oportunistas''.

Logo depois, justificou sua ausência nos debates do primeiro turno para evitar ''a baixaria'', mas admitiu ter se equivocado.

O programa de Alckmin exibiu imagens dele no debate perguntando ao candidato do PT sobre o dinheiro do dossiê, sobre a afirmação do presidente acerca da ''saúde pública quase perfeita'' e repetiu sua proposta de venda do avião presidencial para construir cinco hospitais. Também falou de estar no segundo turno com fé e esperança redobrados.

Enquanto Alckmin repetia o programa exibido à tarde, Lula não poupava comparações entre seu governo e os oito anos do governo FHC. Em seguida, inverteu a tática do primeiro turno, em que aparecia dando apoio a seus correligionários nos Estados.

Mostrou o apoio de Jaques Wagner (PT-BA) a Sérgio Cabral (PMDB-RJ); de Cid Gomes (PSB-CE) ao candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro, senador Marcelo Crivella. Também exibiu dados de investimentos em Estados em que perdeu para Alckmin, como São Paulo e Rio Grande do Sul, além daqueles em que venceu.

Marketing do medo

Ao fim do programa petista, surgia a exibição de duas reportagens de jornal. Uma delas dizia que Lula investirá na segurança pública e que isso ''é certo'', enquanto a segunda apontava um declaração de Alckmin dizendo que combaterá o crime organizado e que isso ''é duvidoso''. Ato contínuo, pedia ao eleitor para ''não trocar o certo pelo duvidoso''.

Outro destaque foram os jingles. O PT usou a Nona Sinfonia, de Beethoven, de fundo na primeira parte do programa e depois um forró que dizia, entre outras coisas, ''deixa o homem trabalhar'' e ''a gente não tem por que mudar''.

O PSDB, que também usou forró como tema musical, ressaltou a idéia de que quem votou em Alckmin no primeiro turno foi porque viu que ele ''é gente boa'', ''joga limpo'', ''manda bem'' e ''sabe cuidar da gente''.

Por fim, o tucano fez uma homenagem ao Dia da Criança, para quem ''temos de mudar o Brasil'' e por quem ''temos de trabalhar''. Informações da Folha Online.


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Mariana

Mendonça tem que fazer o mesmo comparar os dois governos.


Serra Talhada 2021

12/10


2006

Vox Populi: Lula tem 10 pontos sobre Alckmin. No Ibope 12

Pesquisa Vox Populi/Carta Capital, para a eleição à Presidência da República, divulgada agora à noite no Jornal da Band, confirma os números de sondagens anteriores,  mantendo o candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) à frente de seu competidor Geraldo Alckmin(PSDB) por uma margen de dez pontos percentuais, tanto na sondagem estimulada(51% a 41%), quanto na de votos válidos(55% a 45%) e na espontânea(50% a 40%).

IBOPE: Também o Ibope divulgou, posteriormente ao Jornal da Band, no Jornal Nacional desta noite,  pesquisa em que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva bate o seu competidor Geraldo Alckmin por 52% a 40% das intenções de votos.


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Mariana

Esse IBOPE é DUVIDOSO.

andamento e os novos, vamos continuar mostrando o que Lula investiu em Pernambuco, especificamente, e não foi pouco, procurem saber. Não reeleger o Lula, é querer que sintamos de novo na pele, os oito anos de governo do atraso de FHC. E isso com certeza não queremos. É Lula 13 lá e Eduardo 40 aqui.

Estamos presenciando que nos três grande oinstitutos de pesquisa, a vantgém de Lula é em 11% na média, goostaríamos de continuar nessa Lula com os companheiros do Brasil, no dia-a-dia, não exiaste o já ganhou, vamos continuar informando o trabalho do lula, para o social, e divulgar os projetos em

Ruan Rodrigues

Espontânea é com "s", blogueiro...



12/10


2006

EXCLUSIVO: Alckmin diz no Recife que fará a refinaria

 Na entrevista exclusiva que deu, há pouco, ao repórter Adriano Roberto, da Rádio Melodia, o candidato do PSDB ao Planalto, Geraldo Alckmin, criticou as ações do Governo Lula no Nordeste, prometeu tirar a refinaria do papel e reabrir a Sudene. ''Há muita obra virtual de Lula no Nordeste. Eu vou fazer de fato a refinaria e transformar a Sudene num grande instrumento de desenvolvimento da região'', disse.

Alckmin aproveitou para, mais uma vez, alertar o povo nordestino contra a boataria de que iria acabar com o Bolsa-Família. ''Isso é mais uma grande mentira do PT e dos aliados de Lula. Nós, não só vamos manter, mas ampliar o programa para chegar até aquelas famílias que ainda necessitam e estão de fora'', enfatizou.

Adiantou que o Bolsa-Família não foi Lula que criou. ''Ele é uma junção dos vários programas sociais criados por Fernando Henrique. Dizer que Lula é o pai da idéia é uma grande mentira'', afirmou. Alckmin está no Recife de passagem para Paraíba, onde tem compromissos na sua agenda de campanha hoje à noite.

Neste momento, ele faz uma reunião informal com o seu coordenador de campanha, Sérgio Guerra, e o candidato a vice na sua chapa, senador José Jorge, no hotel Atlante Plaza, em Boa Viagem. Lá, o tucano se encontrou, ainda, com o diretor da Rádio Melodia, Marcos Dias, e os pastores Silas Malafaia, Jabes de Alencar e Jorge Linhares, todos de projeção nacional e que se encontram em Pernambuco participando de um evento gospel no Centro de Convenções.

Na conversa exclusiva com o repórter Adriano Roberto, Alckmin falou, ainda, do plano para o Nordeste, que lançou em Pernambuco no primeiro turno, e criticou o tímido crescimento do PIB brasileiro em relação aos outros países. ''Enquanto o Brasil cresceu 2% no ano passado, o PIB da Argentina chegou a 9%. Não podemos continuar assim. Nossa proposta é fazer o Brasil crescer, gerar mais emprego e desenvolver as regiões mais pobres'', afirmou.


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Mariana

É ISSO AÍ MAGNO DEU MAIS UM FURO.

Joao Paulo Mendonça

Ele vive chamando a refinária de obra virtual, pra ele essa refinaria nunca vai existir Ninguem é burro de votar em você aqui seu chuchu FHC nunca fez nada por aqui voce vai fazer mto menos È Lula lá!

Eduardo Peres Ramos da Silva

41% dos projetos analisados pela CGU detectou indícios de fraudes. Sudene teve sua importância para o Nordeste mas foi desvirtuada dos seus nobres fins por políticos e empresários inescrupulosos. Ah! Quem fechou a Sudene foi FHC! Avisem a Chuchu!!!

Eduardo Peres Ramos da Silva

O médico-anestesista da Opus Dei (segmento mais reacionário da Igreja Católica) desconhece que uma obra de construção e montagem depende da execução de projetos básicos e executivos, ora em andamento. Ele pensa que pernambucano é bicho-besta. É LULA-LÁ E EDUARDO-CÁ!!!

Ivan Câmara de Andrade

Isso é que é um candidato apagado, passa por Recife e apenas alguns repórteres tomam conhecimento.