01/10


2006

Votação tranquila no Distrito Federal

 O secretário de informática do Tribunal Regional eleitoral (TER), Ricardo Negrão, divulgou há pouco o boletim da primeira meia hora de votação no Distrito Federal. Segundo ele, nenhum problema foi registrado e não houve qualquer reclamação quanto ao funcionamento das urnas. Foram instaladas no DF 4.340 urnas.

Também não há queixas quanto a filas.O TRE vai divulgar boletins a cada hora sobre a situação no DF. A partir de 19 horas, de 20 em 20 minutos serão divulgados boletins sobre a apuração. A expectativa é de que entre 23h30 e meia noite termine a apuração em Brasília.

Os boletins da apuração só serão divulgados a partir de 19 horas, para esperar o final da votação no Acre, que tem duas horas a menos do que o horário de Brasília.

O TRE do Distrito Federal é que vai totalizar os resultados das votações no exterior e já recebeu os votos da Austrália e do Japão. São 240 urnas no exterior, em 77 países.

Hoje pela manhã o TER fez um operação conjunta com o serviço de limpeza urbana para tentar manter a cidade limpa principalmente nas proximidades dos locais de votação. O Distrito Federal tem 1.665 milhão de eleitores.As informaçõessão da Agência Brasil.


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Jaboatão Habitacional Suassuna

01/10


2006

Lula sem horário definido para votar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores, acorda cedo para votar, ainda sem horário definido, na Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, localizada na rua Maria Azevedo Florence, Jardim Lavínia - 296ª zona eleitoral de São Bernardo do Campo (SP).

O tucano Geraldo Alckmin vota no Colégio Santo Amaro, em São Paulo (SP) e acompanhará os candidato ao governo de São Paulo, José Serra, e ao governo de Minas, Aécio Neves, nas votações.

A candidata do Psol, senadora Heloísa Helena (AL), votou no início desta manhã na 185ª Seção, 2ª Zona Eleitoral, instalada no Grupo Escolar Antonio Vasco, Praça Emídio de Carvalho, Praia de Riacho Doce, em Maceió (AL).

O senador Cristovam Buarque (DF), candidato pedetista, vota às 10h na seção eleitoral 38, zona 14, no Colégio Leonardo da Vinci, 914 Norte, em Brasília. Das 11h às 16h30 percorre zonas eleitorais em várias cidades do Distrito Federal. A partir das 18h, acompanha apuração dos votos na sede do PDT. As informações são do Último Segundo.


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Pousada da Paixão

01/10


2006

Urnas eletrônicas: 49 apresentaram defeito em PE

Em Pernambuco, apenas 49 urnas eletrônicas apresentaram defeitos, das quais 26 já foram substituídas. A votação transcorre tranquila, tendo sido registrado apenas duas denúncias de boca-de-urna.


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01/10


2006

Diap prevê pequena renovação na Câmara

 O analista político Antônio Queiroz, diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), acredita numa pequena renovação na Câmara e no Senado neste ano. Na Câmara, o Diap calcula que serão eleitos menos da metade de novos parlamentares entre os 513 deputados --a maioria será dos que já exercem mandato em Brasília.

Já o Senado vai renovar apenas um terço das suas 81 cadeiras, uma vez que a maioria dos senadores têm mandato de oito anos até 2011.

Mas entre os que prometem renovar a Câmara, o analista reconhece que eles estarão divididos em três categorias: artistas que se destacaram em programas de TV, filhos de políticos famosos e bispos de Igrejas Evangélicas.

Queiroz atribui a vantagem de tantos artistas nas pesquisas a uma espécie de gratidão dos brasileiros por momentos descontraídos oferecidos enquanto tiveram destaque na TV.

''A razão para votar nessas pessoas é a gratidão pelos serviços prestados em atividades anteriores. Não vejo como um voto de protesto, nem de renovação. Em São Paulo, por exemplo, no universo de 70 deputados federais, temos três artistas famosos que devem se eleger: Soninha, Clodovil e Frank Aguiar'', disse o analista.

Já em relação a ex-políticos que deixaram a vida pública marcados por escândalos de corrupção, como Collor e Maluf, Queiroz acredita que o voto também é decorrente de ações praticadas no passado. ''São eleitores que não querem abandona-los porque, lá atrás, em algum momento, lhes ajudaram'', disse.

O analista acredita, no entanto, que as eleições deste ano vão encerrar um ''ciclo'' na política brasileira. Queiroz acredita em ampla renovação do Congresso em 2011, quando políticos tradicionais como José Sarney (PMDB-AP), Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o próprio Maluf devem encerrar a atuação política nacional.

Sarney, no entanto, corre o risco de não conseguir se reeleger ao Senado já este ano. A candidata Cristina Almeida (PSB) apareceu nas últimas pesquisas de intenção de voto sete pontos percentuais atrás do senador, que tem uma rejeição mais alta entre os eleitores do Amapá. Cristina é militante do movimento negro e participa ativamente das festividades populares tradicionais, além de ser dançarina.

Com a reeleição ameaçada por uma novata na política, o senador intensificou a campanha pelo interior do Amapá e ensaiou passos de marabaixo --uma dança típica do Estado-- na propaganda eleitoral na TV.


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01/10


2006

Se eleito, Alckmin quer governo formado por técnicos

 Caso vença as eleições para a Presidência da República, o tucano Geraldo Alckmin deve optar por um ministério mais técnico. Os aliados afirmam que Alckmin não é do estilo de fazer nomeações que atendam apenas os interesses políticos.

Ao contrário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cedeu os principais postos do governo para o PT, Alckmin não deve garantir tanto espaço ao PSDB.

''O Geraldo não atua muito nesta questão de partido. O partido para ele é complemento, não é determinante. Ele trabalha muito a questão técnica'', disse o deputado Walter Feldman (PSDB-SP).

O deputado também não aposta num ministério formado por notáveis. ''O governo dele nunca teve essa característica.''

Entre aliados do candidato tucano, se especula nomes que teriam espaço num eventual governo Alckmin. O economista Yoshiaki Nakano, ex-secretário da Fazenda de São Paulo, é dado como certo no Ministério da Fazenda se Alckmin vencer as eleições. O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (PE), ou o coordenador do programa de governo de Alckmin, João Carlos Meireles, são nomes citados para ocupar a Casa Civil.

O coordenador nacional da campanha de Alckmin, senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), evita falar em possíveis nomes, mas reforça a tese de que o colega de partido deve optar pela indicação de técnicos para áreas essenciais do governo. ''Não tenho a menor dúvida de que ele não vai lotear o governo. Vai optar por gente técnica e competente'', disse.

Guerra aponta ainda que Alckmin deve ter mais facilidade para lidar com o Congresso do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ''Acho que uma vantagem da nossa campanha sobre a outra é que temos uma aliança mais composta, formada pelo PSDB, PFL e PPS.

A alternativa de Lula é compor com as legendas envolvidas com os esquemas do mensalão e do sanguessuga. ''São partidos que em 2007 ainda estarão fragilizados por causa do escândalo dos sanguessugas que continuará a ser investigado no ano que vem'', disse.


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Petrolina abril 2021

01/10


2006

Enquete: primeira parcial sinaliza segundo turno

As pesquisas do Ibope e DataFolha, que sinalizam para um segundo turno na eleição presidencial, batem com o sentimento manifestado pelos leitores deste blog. Na primeira parcial de enquete, a maioria - 53% - acha que a eleição terá dois turnos. Vote! Participe!


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Ipojuca 2021

01/10


2006

Eduardo Campos chega com militância para votar

O candidato a governador de Pernambuco pelo PSB, Eduardo Campos, acaba de chegar na Escola Silva Jardim, na Praça do Monteiro - Poço da Panela - onde vota, segundo informações do repórter Adriano Roberto, da Rádio Melodia 106,9 FM. Campos chegou acompanhado da militância do partido. Na escola, já aguardavam o candidato e sua mãe, Ana Arraes, candidata a deputada federal, e o escritor Ariano Suassuna.


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Caruaru Campanha São João

01/10


2006

Se reeleito, Lula reduzirá espaço do PT

 Se garantir um segundo mandato nas eleições deste domingo ou no segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá mudar a composição do seu governo, segundo integrantes dos partidos que apóiam a candidatura de Lula à reeleição. São duas as motivações: evitar os escândalos que marcaram o seu primeiro mandato e garantir governabilidade no Congresso.

O PT e os amigos de longa data devem ter papel coadjuvante num eventual segundo mandato. Os aliados, por causa da conjuntura, terão mais espaço.

Integrantes da base de apoio de Lula afirmam que o presidente sabe que precisa de uma maioria consolidada no Congresso para fazer frente à oposição que irá enfrentar de partidos como o PSDB, PFL e PPS. Essas siglas não descartam pedir o impeachment do presidente se ele for reeleito e ficar comprovado seu envolvimento com o episódio do dossiê ou outro escândalo.

''A expectativa é que o modelo de composição do segundo mandato seja diferente do primeiro, com uma participação maior de partidos como o PMDB. O presidente sabe que a oposição continuará raivosa e que não terá a boa vontade da grande imprensa num segundo mandato. Vai precisar de apoio'', avalia o presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, que integra o conselho da campanha de Lula à reeleição.

Além do PMDB, Lula deverá governar com o PSB, PC do B e as siglas que abrigam a maioria dos envolvidos nos escândalos do mensalão e dos sanguessugas --PL, PTB e PP.

Os amigos próximos e o PT devem ter o espaço reduzido significativamente num segundo mandato de Lula. O presidente já disse a interlocutores que não pretende repetir o que fez em 2002, quando nomeou amigos e derrotados nas eleições para ministérios, autarquias e estatais.

Segundo aliados próximos, Lula tem afirmado que não está mais disposto a pagar o preço de ter que responder por atitudes de seus ''companheiros'' nem do PT, pois avalia que muitos que privavam de sua intimidade ultrapassaram os limites e jogaram por terra a principal bandeira do partido --construída ao longo de 25 anos-- de luta contra a corrupção.

''Acredito que o presidente está ressabiado com os amigos. Ele ficou muito ferido com esse último episódio [do dossiê] e provavelmente num segundo mandato esse cenário [de levar amigos de longa data para o governo] não estará mais posto'', afirmou o senador Sibá Machado (PT-AC), coordenador da campanha de Lula no Estado.

Responsável pela coordenação política do governo, o ministro Tarso Genro tem afirmado que se for reeleito Lula quer evitar ''uma mistura de relacionamento pessoal'' com o mandato. Seria uma forma de diminuir a ''possibilidade de ocorrência de irregularidade''.

Sibá avalia ainda que o PT de São Paulo deve ser o mais afetado com essa decisão. Os escândalos que se acumularam no governo atingiram em cheio o PT de São Paulo.

No balcão de apostas dos aliados de Lula, a maioria joga suas fichas na permanência de ministros que conquistaram a sua confiança nos últimos quatro anos. É o caso do próprio Tarso Genro, de Dilma Roussef (Casa Civil), Guido Mantega (Fazenda) e Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome).

Em comum, esses ministros têm o fato de atuar com discrição e se expor para defender o chefe. Nos demais, inclusive no Banco Central, a avaliação é que haverá mudanças. No BC, Lula deve indicar um técnico do Ministério da Fazenda. Além dos aliados, Lula vai procurar preencher os cargos com notáveis que lhe ajudem a recuperar sua imagem e o discurso da ética. (Folha Online)


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CABO

01/10


2006

CE: Lúcio Alcântara acredita no voto dos indecisos

Antes de realizar sua caminhada, ontem pela manhã, no Centro de Fortaleza, o candidato à reeleição ao governo do Estado pela coligação Pra Frente Ceará, Lúcio Alcântara (PSDB), fez um balanço de quase três meses de campanha, comentou sobre o último debate da TV Diário e ainda aproveitou para tecer mais críticas ao seu principal adversário Cid Gomes (PSB), segundo o DIÁRIO DO NORDESTE.

 Na Praça do Ferreira, para os jornalistas presentes, o tucano afirmou que está animado com a campanha que vem fazendo neste período eleitoral e disse acreditar em um bom resultado nas urnas amanhã. “Visitamos o Ceará todo, levei a minha mensagem, mostrei o que fiz e farei, se for reeleito governador. Então cumpri o meu papel”, esclareceu. Mais uma vez, Lúcio reiterou a busca pelo voto dos eleitores indecisos como forma de reverter a vantagem de Cid Gomes (PSB) apontada pelos institutos de pesquisa.

 Sobre o balanço de sua campanha, o postulante tucano voltou a atacar, de forma indireta, o senador Tasso Jereissati e outros grupos políticos que eram contra sua campanha. “Eu enfrentei um poder político muito forte e um poder econômico poderoso e até a mídia também. Então levamos nossa mensagem, nossas propostas e convencido de que nós vamos dar essa virada no domingo”, disse empolgado. As informações são da Agência Nordeste.


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Bandeirantes Junho 2021

01/10


2006

PE: Humberto Costa aposta vitória no 2º turno

 Indicado pelas primeiras pesquisas como o candidato das oposições melhor colocado, Humberto Costa (PT) teve a campanha desestabilizada por denúncias de suposta participação em escândalos de alcance nacional.  O petista, que contava com a popularidade de Lula para fazer crescer a candidatura, ainda teve que dividir os louros do presidente com seu principal concorrente na disputa pelo segundo turno, Eduardo Campos (PSB). Apesar das adversidades, Humberto permanece confiante e aposta na militância para continuar na disputa a partir de amanhã.

Os problemas enfrentados por Humberto eram ainda anteriores ao período eleitoral. O postulante entrou na briga com o PT no centro de denúncias de corrupção, caixa dois e cobrança de propina, o que poderia ser - e foi - explorado durante a campanha. A escolha por Humberto para disputar o Governo não foi consenso dentro do PT.

Humberto enfrentou uma série de eventos que ajudaram a desgastar sua candidatura. Primeiro o empresário Darcy Vedoin, integrante do esquema das sanguessugas, incluiu seu nome como participante nas irregularidades. Logo depois, o próprio lobista o inocentou de qualquer envolvimento, mas a denúncia já havia habitado as páginas dos jornais. No mesmo mês, o petista anunciou seu indiciamento, pela Polícia Federal, por suposta participação na “Máfia dos Vampiros”. A menos de uma semana do pleito, o Ministério Público encaminhou a denúncia da PF à Justiça. O petista atribui as denúncias a um complô político para prejudicar sua candidatura e a do presidente. Apesar das adversidades, ele permanece confiante: “Vamos chegar no segundo turno e depois vencer as eleições. Vamos avermelhar esta cidade”, afirmou. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Comentários

Drácula

SÓ CABEM DOIS VAMPIRO... VC SÓ ENTRA SE FOR PENDURADO NO PESCOÇO DO DUDU PRECATÓRIO........


Serra Talhada 2021