30/10


2006

Globo: Vitória de Lula e o fim da "era Palocci"

  Capa do jornal O Globo nesta segunda-feira dá o devido destaque para a vitória de Lula para a Presidência da República e enfoca declaração dada ontem pelo ministro Tarso Genro (Relações Institucionais), de que o país, no segundo governo, não irá conviver com a "era Palocci". Em outras palavras, Lula quer crescimento e não mais uma política econômica contida pela austeridade fiscal. Precisa mudar o perfil do apoio que o país lhe deu. Apesar de praticamente ter repetido 2002, com a expressiva votação que teve ontem (60,08% dos votos), Lula governará sem apoio popular em São Paulo e nos demais estados da Região Sul, além dos dois Mato Grosso. Seu apoio migrou para o Nordeste por conta de sua política social. Porém, mesmo com a derrota, Geraldo Alckmin deu ao PSDB a vitória nos principais estados da Federação.


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Jaboatão Habitacional Suassuna

30/10


2006

Eduardo detona o jarbismo em Pernambuco

"A vitória de Eduardo Campos em Pernambuco foi construída tijolo sobre tijolo, pedra sobre pedra, ao agregar o apoio decisivo de aliados como Inocêncio Oliveira e José Marcos de Lima, os pioneiros; Armando Monteiro Neto, João Lyra Neto e Fernando Bezerra Coelho. Todos trabalharam feito operários em construção. Jovem aos 41 anos, o governador eleito tem um horizonte de conquistas a percorrer e a projetar-se em dimensão nacional. Liderança em ascensão, credencia-se como principal referência das esquerdas em Pernambuco e contrapõe-se à liderança do ex-governador e senador eleito Jarbas Vasconcelos. O prefeito João Paulo não tem densidade política para contrapor-se a Jarbas", opina o jornalista José Adalberto Ribeiro no artigo "Eduardo Campos detona o jarbismo", que acabo de postar em Opinião. Boa leitura!


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Pousada da Paixão

29/10


2006

Uma vitória construída com as próprias mãos

Eleito o novo governador de Pernambuco, o ex-ministro Eduardo Campos (PSB) se transforma, automaticamente, na principal liderança política do Estado no campo da esquerda. Neste bloco, seu principal concorrente passa a ser o prefeito do Recife, João Paulo (PT), que está de olho no Palácio do Campo das Princesas, em 2010.

 

João Paulo, aliás, perdeu o bonde de estória, ao não entrar na disputa este ano. Sem maioria no PT e temendo enfrentar Humberto numa eleição prévia dentro do partido, o prefeito arquivou o seu projeto, mas não fez campanha para o seu concorrente no PT, o próprio Humberto.

 

Fez corpo mole a campanha inteira. Por quê? Não interessava ( e nem interessa ) a ele perder a pole position de líder nos partidos de esquerda para o ex-ministro da Saúde. Sem alternativas, teve que se abraçar com Eduardo Campos, que, eleito, atrapalha igualmente o projeto do prefeito, já que trabalhará com a perspectiva de uma reeleição, em 2010.

 

Mas, o que interessa, neste momento, é analisar a vitória de Eduardo. Muitos fatores contribuíram para sua caminhada exitosa ao poder. Eduardo entrou na disputa isolado. E como tal, nunca foi temido. Tanto que Armando Monteiro Neto, eleito o deputado federal mais votado do Estado, quando abriu mão da sua candidatura a governador, no primeiro turno, não apoiou Eduardo, mas sim Humberto.

 

Acreditava Armando que Humberto seria ungido ao cargo de governador pela força de Lula. Raciocínio lógico se não tivesse ocorrido na travessia o indiciamento do petista na máfia dos vampiros. Era tudo que Eduardo não contava para assumir a dianteira nas pesquisas entre os candidatos da oposição.

 

Eduardo chega, assim, ao Governo de Pernambuco, primeiro, pelos seus méritos e obstinação de um guerreiro. Mas, também, pelo fator sorte. Sorte de ver Humberto rifado no meio do caminho e sorte pela impressionante força de Lula, que passou a ser endeusado no Nordeste, apesar do cipoal de escândalos no seu governo, que ele nunca explicou, passando a idéia de que nada sabia.

 

Além do fator sorte, Eduardo soube dar a volta por cima na política, depois de chegar ao fundo do poço, em 1996, arrastado pelo escândalo dos precatórios. Pacientemente, esperou oito anos, para que o processo viesse a ser julgado. No Supremo Tribunal Federal, acabou absolvido. A decisão caiu no seu colo como um manjá dos deuses. Com ela, Eduardo fez a travessia do inferno para o Céu.

 

Nesse ínterim, diferente de Humberto Costa, que saiu humilhado do Ministério da Saúde, com imagem de incompetente, Eduardo, chamado por Lula para assumir uma função relevante no seu governo, fez do limão uma limonada, ao dar magnitude ao então apagado Ministério da Ciência e Tecnologia.

 

Foi ali, aprovado como bom executivo, que Eduardo traçou planos de vôos mais altos. A lógica indicava o Palácio do Campo das Princesas, que ninguém, nem ele próprio, acreditavam. Mas, como a política é uma roda gigante, uma verdadeira caixinha de surpresas, Eduardo foi construindo a sua vitória com as suas próprias mãos.

 

Saiu de um primeiro turno isolado, em que contava apenas com o apoio de Inocêncio Oliveira (PL), para um segundo turno em que agregou todas as forças políticas de esquerda em torno da sua candidatura. O PT, com quem divergiu a vida inteira, foi o primeiro a aderir. Depois, o balão inchou.

 

Difícil será Eduardo administrar de forma equilibrada que consiga agradar a tantas correntes tão díspares, de Inocêncio Oliveira a Severino Cavalcanti, passando por Armando Monteiro e chegando ao dividido PT – de um lado a corrente de Humberto Costa, de outra a do prefeito João Paulo.

 

Mas, como Eduardo fez da Ciência e Tecnologia um laboratório político e administrativo bem engendrado, é possível que consiga repetir a façanha no Governo de Pernambuco. Oxalá, tenha a mesma sorte!


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Comentários

Marcos Junior

Pernambuco, nunca teve em sua história politica um momento como este. Governador e Presidente do mesmo estado. Chegou a hora de mostrar para o Brasil que o nosso estado não é um apêndice. Junto com os partidos que contribuiram para a vitória de Eduardo,eles irão trabalhar com muita, muita dignidade.

Marcos Junior

Antes de tudo, Eduardo Campos é um homem inteligente. Desconheço um político jovem, brasileiro, que tenha a trajetória política que inclui um Ministério. Carismático e sério, ele tem um compromisso e irá honrá-lo. É o seu nome, a sua vida pública e a sua hora de trabalhar pela sua gente.

helenosilva

vc tá malulco,é magno?que história de corrente de severino cavalcanti é essa?acha que eduardo é louco de contar com um idiota daquele,ladrao barato,que tentou furtar o pobre dono do botequim da camara?tenha paciencia,assim é demais.

milton tenorio pinto junior

Evandro Avellar de vice foi até cômico e patético! Imposição do coordenador do ET,o Sr. Sergio Guerra. Da uma pena!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

milton tenorio pinto junior

O grande derrotado foi você Jarbas! Onde anda a turma da pefelândia? Sergio Guerra,coordenador de Geraldo?José Jorge,vice de quem?Jorge não era o pé quente? Apostei Magno e ganhei,não teve nada de eleição apertada,foram mais de Hum milhão.eu avisei!!!!!!



29/10


2006

Oposição promete que não vai dar trégua a Lula

Parlamentares da oposição reconheceram esta noite a “legitimidade” da reeleição do presidente Lula, mas prometem não dar descanso ao petista nos próximos quatro anos. A repórter do blog em Brasília, Ana Silveira, conversou esta noite por telefone com vários parlamentares da oposição. Todos são unânimes em dizer que vão manter as cobranças sobre as denúncias da compra do dossiê. Também estão dispostos a provar que Lula pode estar envolvido nas denúncias de corrupção.

 

“É do processo democrático, alguém tem que sair vitorioso. Mas continuo afirmando que vale a pena lutar para combater a corrupção. A urna não absolve e o resultado eleitoral não autoriza a impunidade”, disse.

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que a oposição não vai erguer a bandeira branca para Lula. “Quando se elege um governo novo, nós damos um prazo para ver como ele se comporta. Mas este é um governo de continuidade, não há porque dar tempo. O julgamento político deve ocorrer”, ressaltou.

Os parlamentares reconheceram que erraram no "tom" durante a campanha de Alckmin. Entre eles, o sentimento é que o candidato deveria ter sido mais ousado nas críticas a Lula. Agora prometem unir forças para tirar o PT do poder em 2010.


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29/10


2006

Eduardo conclama adversários à unidade pelo bem de PE

 Em longa entrevista concedida no Recife Monte Hotel, em Boa Viagem, o governador eleito Eduardo Campos agradeceu ao povo pernambucano e aos integrantes de sua coligação e a militância política a vitória que conquistou nas urnas frente a União por Pernambuco. Em alguns momentos, muito emocionado, sobretudo quando tratava do seu avô Miguel Arraes e sua passagem pela história política em Pernambuco, Eduardo Campos anunciou como marca de seu futuro governo o esquecimento das velhas brigas do passado e a determinação de unir os pernambucanos, “até os nossos adversários”, em torno de projetos que beneficiem Pernambuco. “Vamos agir dentro do padrão que marcou nossa vida pública”, disse o governador eleito.

 

Eduardo Campos colocou como prioridade no início de sua administração construir no estado um ambiente que responda ao apelo feito pela sociedade que o elegeu, ou seja, o de “não me decepcione.”

 

Indagado sobre a possível dificuldade de acomodar dentro do governo uma frente constituída por cerca de 18 partidos, o governador eleito respondeu que “difícil é governar sem apoio, já que o apoio ajuda muito.” Eduardo observa, ainda, com relação aos seus aliados, que “agora é que mais preciso deles”, expressando a todo o momento sua gratidão aos que “se colocaram de forma corajosa na linha de frente''. Entre esses aliados ele citou, especificamente, o ex-ministro Humberto Costa, que, segundo ele, tinha sofrido uma perseguição implacável.

 

Sobre a sua forma de administrar, Eduardo disse que iria fazer uma administração “sem compartimentos nem departamentos no governo”.

 

Quanto ao fato de ter na bancada de Pernambuco os três senadores na oposição, o governador eleito respondeu que “se eles tiverem o mesmo padrão que tive como deputado, como oposição, nunca trabalhando contra Pernambuco” tudo dará certo. Eduardo disse confiar no “espírito republicano dos senadores pernambucanos” para buscar o melhor para o estado. O governador eleito deixou claro que pretende conservar essa frente que o elegeu por muito tempo.

 

Questionado sobre a argumentação do seu adversário Mendonça Filho de que sua vitória se deveu, em grande parte, ao peso do presidente Lula em seu palanque, Eduardo admitiu que o apoio do presidente foi “importantíssimo” em sua vitória. Neste momento, ao lembrar o que aprendeu com seu avô Miguel Arraes e o apoio que recebeu de Lula durante todo tempo, Eduardo Campos, muito emocionado, afirmou que aprendeu na sua vida a trabalhar “com dois homens públicos (Arraes e Lula) que me trouxeram até aqui”. Ainda sobre a vitória de hoje, o futuro governador disse que era “a vitória de Dr. Arraes e de meu amigo e companheiro Lula”.

 

Outros itens de sua entrevista foram ações administrativas de porte, nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento, não deixando de enfatizar que vai manter o que for correto feito pelos seus antecessores. “Não é porque foi feito pelos nossos adversários que vamos deixar de dar o tratamento correto”, disse.

 

Sobre a formação da sua equipe, ele deixou claro que só vai cuidar disso em novembro e dezembro, observando que não há nenhum secretário escolhido ainda, e que qualquer coisa que saia antes “é barriga”.

 

Ele deu um destaque especial à situação político-administrativa que vai encontrar, ou seja, um quadro em Pernambuco no qual estão sintonizados politicamente Governo Federal, Estadual e Prefeitura do Recife.  “É um momento histórico. Fizemos isso (a vitória) enfrentando a incompreensão de muitos, críticas impiedosas dos que venderam o Brasil”.

 

Ao final da entrevista, depois de responder a muitas perguntas dos jornalistas, o governador eleito disse que acabava de descer do palanque hoje, e iria consumar isso no Marco Zero, comemorando estendendo a mão a todo o pernambucano, olhando para o futuro, deixando de lado “arengas e brigas que não interessam a Pernambuco”.


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Comentários

Ricardo José Amorim Campos

Engraçado...qdo nao era governo fazia questao de complicar. agora quer apoio? Ele nao que trate de pisar na bola pq não perdoaremos!

helenosilva

e o magno na secretaria de imprensa.veja a análise dele de hoje,já mudou ,nao é mesmo magno?tá certo.

helenosilva

e esqueci o delegadao da policia federal,que está a frente da SDS,com toda sua equipe,tao eficiente.nao podem ser esquecido.lembre que a violencia,principalmente com as mulheres,roubos,tudo isso diminuiu.ha,ha,ha

helenosilva

uma vaga para o jose jorge,que está desempregado,o mauricio da administraçao precisa continuar a perseguir os funcionários mais pobres e o perazzo para continuar a vergonhosa administraçao na compesa.nao esqueça.ha,ha,ha


Petrolina abril 2021

29/10


2006

Lula assume negociação direta com o Congresso

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito neste domingo, afirmou que vai manter a forma de coordenação política do seu governo como está, mas que vai interferir mais nas negociações com o Congresso. O presidente afirmou que pretende conversar com todas as lideranças até dezembro.

Lula chamou o Congresso de "uma cabeça pensante com muitas cabeças pensantes ao mesmo tempo", numa referência à dificuldade de negociação para aprovação de projetos. Lula concedeu uma rápida entrevista coletiva após o pronunciamento da vitória no Hotel Intercontinental, em São Paulo.

Sobre as falhas do primeiro mandato que devem ser corrigidas, Lula afirmou que adquiriu muita experiência com a vida pública. O presidente afirmou que vai acompanhar suas decisões com "lupa" e que tudo o que chegar à sua mesa terá que estar em funcionamento em 30 dias, em referência às dificuldades burocráticas governamentais. "É uma lição que quero colocar em prática", disse o presidente, "todo mundo aqui tá calejado".

O presidente também afirmou que não vai diminuir o número de ministérios, uma das bandeiras de seu adversário Geraldo Alckmin, e criticou os que defendem a idéia, que chamou de "equivocada". Ele ressaltou que o peso político das pastas é muito maior do que o seu peso no Orçamento. Ele preferiu não se pronunciar sobre a reforma ministerial.

Uma manifestante aproveitou o silêncio feito pelos jornalistas que aguardavam o pronunciamento de um colega para protestar contra a política social do governo e foi vaiada. Lula não tomou conhecimento do caso.

O presidente encerrou dizendo que seu governo foi infinitamente melhor que o do seu antecessor, mas que agora isso acabou e que as comparações serão feitas com ele mesmo. As informações são do portal Terra.


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Ipojuca 2021

29/10


2006

A nova enquete: Eduardo fará um bom governo?

Mais de 70% dos leitores deste blog disseram que o governador Mendonça Filho (PFL) não revertia a ampla frente posta pelo seu adversário nas pesquisas, o ex-ministro Eduardo Campos (PSB). Dos 1.515 que votaram, 1.070 afirmaram não acreditar na hipótese, enquanto 440 disseram o contrário - apenas 29,31%. Hoje, começamos uma nova enquete: qual a sua expectativa em relação ao Governo Eduardo Campos? Vote! Participe! O blog agradece.


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helenosilva

votem,ajudem o magno.os clones dele-ana,jussara,soraya desapereceram.ele agora precisa de uma vaga.quer ser secretário de imprensa.vamos ajuda-lo.


Caruaru Campanha São João

29/10


2006

Eduardo Campos: "Não encaro vitória como revanche"

Bastante emocionado, Eduardo Campos concedeu sua primeira entrevista como governador eleito, na noite deste domingo (29), no Recife Monte Hotel, em Boa Viagem. Durante a coletiva, ele agradeceu aos pernambucanos pelos 2,6 milhões de votos e voltou a destacar o discurso que usou durante toda a campanha que é olhar o futuro do Estado.

Eduardo destacou que não pretende realizar nenhum tipo de auditoria ou investigação sobre o atual governo, alegando que a legislação brasileira irá se responsabilizar por essa fiscalização.

Apesar da diferença de 1,2 milhão de votos, Eduardo disse que não encara a vitória contra Mendonça Filho como uma revanche da derrota que o seu avó, Miguel Arraes, sofreu para Jarbas Vasconcelos em 1998.

Ele destacou também que espera contar com o apoio dos seus opositores para governar o Estado, entre eles o próprio Jarbas Vasconcelos, eleito senador, além de Sérgio Guerra e Marco Maciel. E disse ainda esperar deles uma atitude republicana e democrática.

Após a coletiva, Eduardo Campos foi ao Marco Zero, no Recife, onde será realizado um show com a participação de artistas que fizeram campanha para o candidato, como Antônio Carlos Nóbrega. Informações do Pe360graus. 


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helenosilva

magno,voce as vezes se faz de inocente.vc acha que o todo poderosoa severino sérgio guerra vai ajudar eduardo?e o raivoso jarbas também vai?e a miss brasilia,vai ficar sozinha?

helenosilva

eduardo,além desses senadores,voce deve continuar com o mauricio,da administraçao que fez muito pelos funcionários mais humildes e o perazzo,um MONSTRO á frente da compesa.ha,ha,ha,


CABO

29/10


2006

PE: Lula tem 78,48% dos votos

Lula (PT) - 78,45%
Votos: 3.259.032*

Geraldo Alckmin (PSDB) - 21,52%
Votos: 893.626*

Seções apuradas: 99,96%


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Bandeirantes Junho 2021

29/10


2006

Eduardo anuncia amanhã equipe de transição

O governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), anunciou, há pouco, que a única decisão tomada em relação ao secretariado é a criação da pasta da Cultura. O nome mais cotado para a Secretaria é o escritor Ariano Suassuna. Campos não anunciou a equipe de transição, assinalando apenas que teria um perfil extremamente técnico. Garantiu, entretanto, que amanhã sai a equipe de transição, que será enxuta.


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Serra Talhada 2021