31/10


2006

MP investiga desvio de dinheiro em Frei Miguelinho

Atendendo a pedido do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a Justiça apreendeu computadores, disquetes e centenas de documentos do Centro de Geração de Emprego (Cegepo), uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) e da empresa Osasco Consultores Associados.

Ambas estão sendo investigadas pelo MPPE por suposto desvio de dinheiro público da Prefeitura de Frei Miguelinho, no Agreste. A ação recebeu o apoio da Polícia Militar e foi acompanhada por promotores do Núcleo Integrado de Repressão à Criminalidade Organizada (Nirco) e de Defesa do Patrimônio Público. O material apreendido na sede das duas empresas no Recife, resultou em oitenta sacos lacrados, que serão triados e analisados pelo MPPE para comprovação das possíveis irregularidades.

A investigação está sendo realizada conjuntamente pelo promotor de Justiça de Santa Maria do Cambucá (da qual Frei Miguelinho é termo), Rinaldo Jorge da Silva, e pelo Nirco. A suspeita é de que as duas entidades tenham participação em fraudes envolvendo a contratação irregular de serviços para a prefeitura, sem comprovação de que os mesmos foram efetuados.

Sendo uma Oscip, a Cegepo poderia apenas encaminhar trabalho voluntário, mas há indícios de que ela tenha funcionado, na prática, como uma empresa para terceirização de contratos na área de saúde e educação. Entre 2003 e 2005, a Oscip assinou convênios no total de mais de R$ 4 milhões com o município.

A Cegepo tem atuação em mais de 100 municípios nos estados de Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Há denúncias de irregularidades também em Pesqueira, Trindade e São Lourenço da Mata e uma ação popular em andamento em São José da Coroa Grande. As informações são do MPPE.


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Jaboatão Habitacional Suassuna

31/10


2006

Eduardo tem hoje primeiro encontro com Lula

Após enfrentar um dia de reuniões para articulações políticas, o governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), seguiu no início da noite de ontem para Brasília, onde se encontra, hoje, com o seu principal cabo eleitoral, o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O encontro foi um convite do próprio presidente, que deverá receber no mesmo dia outros governadores de sua base de apoio. A intenção, além da comemoração das respectivas vitórias, seria garantir e articular a governabilidade de mais quatro anos de Governo. Apesar de não adiantar a pauta da conversa, alegando que se tratava de uma reunião reservada e de iniciativa de Lula, Eduardo não descartou a hipótese de já iniciar, na ocasião, reivindicações para o Estado, dando início à tão falada parceria entre os Governos Federal e Estadual.

À tarde, o governador-eleito se reuniu com o presidente nacional do PSB em exercício, Roberto Amaral. De antemão, garantiu que pretende reassumir o cargo, mas que ainda não há data definida para isso. “Não vou renunciar a presidência do partido, terei tempo para fazer as duas coisas (ser governador e presidente do PSB). É só uma questão de distribuir tarefas, e eu sei delegar e cobrar. Mas eu vou combinar com ele (Roberto Amaral) o momento certo para voltar”, disse.

Amaral, no entanto, disse que o assunto não foi discutido durante a conversa. Segundo ele, o encontro se restringiu a uma análise do quadro nacional e da transição do governo. As informações são da Folha de Pernambuco.


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Ana B. Holanda

Se fosse durante a campanha, este encontro traria novidades, como promessas sobre ações a serem realizadas. Vamos ver se já vem algo para nosso estado. se Lula garante iniciativas que não só promessas......Tô rezando.


Pousada da Paixão

31/10


2006

José Queiroz é o mais cotado para presidente da AL

Com a eleição de Eduardo Campos (PSB) para o Governo de Pernambuco, deve ter início na Assembléia Legislativa a briga pelo comando da Casa. O sucessor do atual presidente, Romário Dias (PFL) pode ser do PDT, que fará parte da composição da futura base governista. A disputa pela presidência da Casa acontecerá apenas em fevereiro, mas os nomes do deputado José Queiroz (PDT) e do deputado Guilherme Uchôa (PDT) já surgem como possíveis postulantes ao cargo.

Uchôa já manifestou seu desejo de pleitear o cargo, mas o seu correligionário teme que a precipitação possa atrapalhar o trânsito das conversações iniciais entre Campos e a Casa. “Acho que o momento para falarmos nesse assunto é prematuro. Eduardo tem que transformar o apoio conquistado em energia, precisamos deixar nossas forças em harmonia”, analisou Queiroz.

O trâmite na Assembléia não se restringirá apenas ao cargo da presidência. A 1ª secretaria também será alvo de disputa entre os deputados e três nomes já aparecem na briga: Marco Antônio Dourado (PTB), Aglaílson Júnior (PSB) e Isaías Régis (PTB). As informações são da Folha de Pernambuco.


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Ana B. Holanda

É só o que faltava mesmo. Zé Queiroz é um inútil na política pernambucana.... Valha Meu Deus.....

Oswaldo Barreto Guimarães

Queiroz na presidência... É só o que falta para PE!

Paulin de Caruaru.

E Jorge Gomes vai para a secretaria de UFOLOGIA.



31/10


2006

Governador da PB busca reaproximação com Lula

Um dia depois de ser reeleito governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB) deu início, ontem, a uma reaproximação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de ampliar as "parcerias" com o governo federal no próximo mandato. O tom de conciliação e o entendimento com os governadores proposto por Lula em seu primeiro pronunciamento como presidente reeleito recebeu elogios do tucano.

"Temos que compreender que existem trincheiras específicas do embate político e não é recomendável que governantes se confrontem. Não é recomendável que o presidente da República esteja em confronto com o governador, o governador em confronto com os prefeitos. O presidente Lula já demonstrou qual é o seu ânimo", disse Cássio, durante coletiva à imprensa.

Lula apoiou a candidatura de José Maranhão (PMDB), que se coligou com o PT. Na reta final da campanha, no entanto, o governador procurou enfatizar as relações amistosas com o presidente e disse que tinha a garantia de que a Paraíba não seria discriminada caso ambos fossem reeleitos.

Cássio falou por telefone nesta segunda com Lula. Uma conversa amistosa e tranqüila, conforme observou. "Nesse telefonema renovamos o compromisso de juntos atuarmos", disse o governador, que tratou de temas como a instalação de uma usina de biodiesel no Estado e do processo de prospecção do petróleo na cidade de Souza.

Ele adiantou que deverá ir a Brasília na semana que vem para um encontro com o presidente. "Para reiniciarmos enfim as relações que sempre foram preservadas mesmo na divergência política."

Em entrevista ao Estado, no final da noite de domingo, 29, o governador disse que, à exceção da expressiva votação individual do presidente, a eleição deste ano mostrou que nenhum partido pode se apresentar como hegemônico no Brasil. Um resultado, segundo ele, que "mantém o equilíbrio federativo" da nação.

"Os partidos estão com suas forças compartilhadas, divididas. E isso vai exigir muito diálogo, muita discussão entre a oposição e o governo daqui para frente", avaliou Cássio, após a festa da vitória em João Pessoa, que reuniu uma multidão vestida de amarelo na orla marítima da capital. As informações são da Agência Estado.


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31/10


2006

Lula diz que Mantega fica e garante que Dirceu não volta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito para mais quatro anos de mandato, afirmou, ontem, que não vai alterar a política econômica e que Guido Mantega fica à frente do Ministério da Fazenda. Ele disse também que participa de todas as decisões referentes à economia, independente de quem seja o ministro.

Lula fez as declarações durante uma série de quatro entrevistas concedidas a quatro emissoras de TV: Record, Band, Globo e SBT, numa clara demonstração de que pretende cumprir a promessa feita ontem de melhorar o relacionamento com a imprensa.

Na primeira entrevista da noite, para o Jornal da Record, o presidente afirmou que, além de manter Mantega, não vai permitir a volta do seu antigo braço-direito no governo, o ex-ministro José Dirceu. Lula foi taxativo: "Dirceu é um homem cassado politicamente". O presidente destacou que vai se dedicar nos próximos quatro anos ao projeto de crescimento e desenvolvimento do Brasil.

Band

Na segunda entrevista da noite, para o Jornal da Band, Lula negou que o PT tenha prejudicado sua campanha. Segundo ele, o partido "ajudou demais", embora "alguns companheiros tenham metido os pés pelas mãos".

Globo

Na terceira entrevista da noite, para o Jornal Nacional, o presidente afirmou que a política econômica não é uma responsabilidade dos ministros, e sim do governo. Ele se referiu à afirmação do ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, de que a "Era Palocci" teria chegado ao fim. Lula reafirmou que a economia vai crescer nos próximos quatro anos, que vai manter a "seriedade" na política fiscal, e que a inflação será mantida sob controle.

SBT

Na quarta e última entrevista da noite, para o Jornal do SBT, Lula criticou a postura adotada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de dificultar o diálogo entre oposição e governo. Ele afirmou que FHC age "como se fosse um jovem estudante de 19 anos contra tudo e contra todos". Lula disse que, como ex-presidente, Fernando Henrique deveria passar tranqüilidade à sociedade. O presidente ironizou: disse que FHC nunca o chamou para "tomar um cafezinho", mas que não tem mágoa das pessoas e que, se o tucano não quiser café, pode oferecer outras coisas. As informações são do portal Terra.


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Comentários

josé arnaldo amaral

... A VOTAÇÃO DO MULLÁ NÃO É COMBUSTÍVEL PARA AUMENTAR A ROUBALHEIRA NO I I REINADO DA PETRALHADA ... 45 NELLE$$$ ! ! !


Petrolina abril 2021

31/10


2006

Serra avisa que não fará oposição feroz a Lula

 O governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB), acenou nesta terça-feira com a possibilidade de manter um bom relacionamento com o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e garantiu que o PSDB não será adepto do "quanto pior, melhor". Na contramão dos opositores mais ferrenhos, Serra declarou, em entrevista coletiva, que irá cooperar administrativamente com Lula e com o País. "A minha relação com o presidente Lula será a melhor possível. Eu vou ser um sincero cooperador desta aliança institucional."

Serra disse não acreditar que Lula vá fazer uma administração contra o Estado de São Paulo. E informou que telefonou nesta terça para o presidente Lula, desejando-lhe sucesso neste segundo mandato. "Desejei-lhe boa sorte neste segundo mandato, porque a boa sorte para ele significa boa sorte também para o povo brasileiro."

Apesar de acenar com uma relação cordial com o governo federal, o governador eleito paulista criticou as baixas taxas de crescimento e os elevados índices de desemprego que ainda prevalecem no Brasil. E destacou: "Ninguém deve tolerar estagnação econômica, por timidez e mesmo por covardia."

E reiterou que a tarefa é tirar o Brasil da armadilha que inibe a produção, fecha fábricas, reduz empregos e desqualifica o mercado de trabalho. "O baixo crescimento não faz a boa redistribuição de renda: ele redistribui apenas a pobreza."

Serra disse que fará um governo popular em São Paulo, voltado ao desenvolvimento e aos setores mais necessitados. "Mas também com responsabilidade fiscal e disposição para enfrentar, dentro da lei, os interesses que se oponham e esses objetivos."

Prioridades

Ainda sobre o governo de São Paulo, Serra falou que terá como uma das prioridades a segurança pública. "Os delinqüentes e os bandidos do crime organizado sofrerão quatro anos de duro combate e de aplicação rigorosa das leis", avisou.

Outra prioridade, segundo ele, será a área da Saúde, com atenção especial para as Santas Casas e os hospitais filantrópicos.

O tucano evitou falar sobre seus planos para 2010. Disse apenas que as próximas eleições gerais ainda estão muito longe e que ele está focado integralmente na administração do governo de São Paulo.

Apesar disso, afirmou que é favorável ao desenvolvimento, reconhecendo que faz parte da ala desenvolvimentista. "Não há incompatibilidade em pregar o desenvolvimento e controlar a inflação." E ironizou: "Desenvolvimentista virou um insulto e desenvolvimento virou palavrão." Para ele, uma das questões vitais e urgentes para o futuro do Brasil "é desmontar a armadilha anticrescimento".

Ao falar da reforma tributária, que o governo federal quer discutir com os governadores eleitos e reeleitos, Serra disse que é Ph.D. no assunto, até mesmo porque foi relator desta matéria na Constituinte de 1988. Mas ressaltou que, apesar da experiência que tem sobre o tema, este é um assunto complexo e o ponto de partida deve ser do governo federal. "O governo federal deve apresentar sua proposta e aí poderemos discutir o assunto."


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Ipojuca 2021

31/10


2006

Partidos já brigam por espaço no segundo governo

 Desde o dia seguinte à vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, partidos aliados já começaram a se movimentar para conseguir espaço no governo.

Legendas como PMDB, PSB e PC do B passam o dia esquadrinhando suas demandas para Lula. O presidente do PMDB, Michel Temer, teve ontem um dia repleto de conversas com lideranças vitoriosas do partido, que serão fundamentais na garantia ao apoio ao presidente. Ele teve contatos com os governadores eleitos Luiz Henrique (SC), Sergio Cabral (RJ) e André Puccinelli (MS), além do senador eleito Jarbas Vasconcelos (PB) e do deputado federal Geddel Vieira Lima (BA).

Temer pretende convocar o conselho político do partido --instância que reúne a Executiva e governadores-- para decidir pelo apoio a Lula. "O partido deve se unir em torno de um projeto", afirmou.

O PSB, fortalecido pela eleição de três governadores --CE, RN e PE--, já fala abertamente em participar do núcleo do governo. No primeiro mandato, esteve confinado a franjas da administração, como Ciência e Tecnologia e Integração Nacional. Agora, sonha com dois ministérios de peso: Transportes e Saúde encabeçam a lista, além de uma liderança do governo no Congresso.

"O partido pode assumir mais responsabilidades. Esperamos que o PSB tenha condições, em um segundo mandato, de participar de decisões estratégicas de governo", disse o senador eleito Renato Casagrande (ES), secretário-geral do partido. Ele poderá assumir a liderança do governo no Senado, segundo a Folha apurou.

Já o deputado Beto Albuquerque (PSB-RS) disse que o partido quer estar no "centro político". "Apoiamos o governo em todos os momentos de crise. Nunca pipocamos nessas horas", declarou Albuquerque, vice-líder do governo no Congresso. O PSB, que elegeu 27 deputados federais, quer aumentar essa bancada para 40 até a posse, em fevereiro. Os parlamentares viriam principalmente de PDT, PV e PPS.

O PC do B sonha manter a presidência da Câmara dos Deputados sob o comando de Aldo Rebelo (SP) e quer um ministério com orçamento maior que o dos Esportes.

Os partidos aguardam um chamado de Lula, que ocorrerá na próxima semana. Ontem, o presidente interino do PT, Marco Aurélio Garcia, disse que pretende arrebanhar novas siglas para a base governista. Citou o PDT e o PV, que estariam emitindo sinais de disposição para o diálogo.

Para Garcia, nenhuma pasta está reservada para o PT. "Não existe ministério inegociável."(Folha Online)


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Caruaru Campanha São João 2

31/10


2006

Heloisa, Cristovam e Ana Maria devem contas ao TSE

 Os candidatos eliminados da disputa presidencial no primeiro turno tiveram até às 19h desta terça-feira para prestar contas da campanha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No horário estipulado, o TSE tinha recebido apenas as informações das campanhas de José Maria Eymael (PSDC) e de Luciano Bivar (PSL).

Cristovam Buarque (PDT), Heloísa Helena (PSOL) e Ana Maria Rangel (PRP) não enviaram suas contas. Candidatos que não se acertaram no prazo estipulado ficam impossibilitados de disputar eleições futuras, pois não receberam a certidão de quitação eleitoral.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSDB) têm até o dia 28 de novembro para a prestação de contas, pois disputaram os dois turnos da eleição.

Segundo o site do TSE, Eymael declarou que ficou com uma dívida de campanha. Ele disse que conseguiu arrecadar R$ 272.467,97, mas gastou R$ 272.496,87. O comitê financeiro nacional do candidato disse que arrecadou R$ 53.423,31 e que gastou R$ 53.560,67. De acordo com as informações remetidas por Eymael ao TSE, a maior parte das receitas decorreu de doações, que totalizaram R$ 200.031,97.

Luciano Bivar afirmou ter arrecadado R$ 214.062,50 e que gastou R$ 214.054,26. (Estadão) 


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CABO

31/10


2006

TSE ouvirá envolvidos no escândalo do dossiê

O corregedor-geral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro César Asfor Rocha, marcou para o dia 10 de novembro os depoimentos de 13 testemunhas de defesa dos acusados de envolvimento no dossiegate.

Entre as testemunhas que prestarão depoimento, estão o procurador da Justiça Federal no Mato Grosso, Mário Lúcio Avelar, o delegado da Polícia Federal, Edmilson Pereira Bruno --acusado de vazar as fotos do dinheiro que seria utilizado na compra do dossiê --e o superintendente da Polícia Federal, Paulo Lacerda. Também serão convocados jornalistas e o deputado Sigmaringa Seixas (PT-DF), advogado e amigo pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O corregedor justifica as convocações com o argumento de que serão necessárias para "colher informações de que tiverem conhecimento a respeito do quanto noticiado na petição inicial e dos demais esclarecimentos de que dispuserem capazes de influir na decisão do presente feito".

O corregedor convocou as testemunhas depois de receber as defesas dos acusados e a cópia do inquérito aberto pela PF sobre o dossiegate.

Representação

O TSE investiga a compra do dossiê depois de representação protocolada pelo PSDB e do PFL, que integravam a coligação do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência.

O corregedor apura a suposta participação no dossiegate do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça), do presidente licenciado do PT, Ricardo Berzoini, do ex-assessor da Presidência da República Freud Godoy, além de Gedimar Passos e Valdebran Padilha, presos com R$ 1,7 milhão que seria utilizado na compra do dossiê.

Se o TSE concluir após as investigações que o presidente Lula teve participação no episódio, ele pode ter o novo mandato impugnado pela Justiça Eleitoral. (Folha Online)


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Bandeirantes Junho 2021

31/10


2006

PPS + PMN + PHS = "Mobilização Democrática"

 A Executiva Nacional do PPS aprovou nesta terça-feira, por unanimidade, a fusão com o PMN e o PHS, que deve dar origem à MD (Mobilização Democrática). A decisão ainda precisa ser referendada pelas instâncias dos partidos.

Na reunião desta terça, a Executiva decidiu agilizar o processo de criação da nova legenda junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A primeira medida será convocar um congresso nacional extraordinário ainda em novembro, para consultar toda a base partidária sobre a fusão.

O presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), afirmou que a idéia do partido é encaminhar o registro da MD antes do recesso do Judiciário, que começa no dia 15 de dezembro.

"Porém, antes da conclusão do processo, há necessidade de convocarmos um congresso extraordinário para referendar a fusão, o que pode acontecer ainda neste mês", disse Freire.

Apesar disso, o PPS ainda depende dos processos internos do PMN e do PHS. "A intenção do PPS é dar agilidade ao processo de fusão para garantir o pleno funcionamento parlamentar do novo partido no Congresso Nacional no próximo ano", explicou Freire.


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Serra Talhada 2021