Jaboatão

07/11


2006

Lula: Crescimento não se faz por medida provisória

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na noite desta segunda-feira, que, se pudesse, determinaria um forte crescimento econômico do país por meio de uma Medida Provisória.

A afirmação foi uma resposta irônica ao pedido feito pelo empresário Jorge Gerdau, dono das siderúrgicas Gerdau, que, antes do discurso de Lula disse que o país deveria crescer em um patamar mínimo de 5% ao ano e que o ideal seria algo entre 6% e 7%.

"Se eu pudesse decretar o crescimento de 7%, eu faria por Medida Provisória, para o [senador Romeu] Tuma e para o [senador Aloizio] Mercadante votarem", respondeu Lula, em tom de ironia. Os dois participaram de um evento da revista Carta Capital, que premiou as empresas mais admiradas do país.

"É preciso definir e dizer com toda a clareza que nós temos que buscar um crescimento de, no mínimo, 5% do PIB [Produto Interno Bruto] ao ano, preferencialmente eu diria um número entre 6% e 7% ao ano", havia dito minutos antes Gerdau.

Apesar da aparente troca de farpas, o empresário é cotado para assumir um ministério no segundo mandato do presidente reeleito. Seu nome aparece como um possível substituto de Luiz Fernando Furlan no Desenvolvimento.

Sem mágica

O petista fez questão de ressaltar que não existe "mágica" para a política econômica e que tem certeza de que país está no caminho certo. "Toda vez que se tentou inventar alguma mágica, o país quebrou em alguns meses", disse.

A uma platéia de empresários, Lula voltou a defender sua política econômica porque com ela, explicou, além de conseguir estabilizar o país, pôde alimentar projetos sociais para a população mais carente.

O presidente negou que queira dividir o país entre ricos e pobres. "O que eu quero é repartir o pão produzido de forma mais justa", argumentou. (Folha Online)


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Olinda

06/11


2006

Serra viaja para não comparecer à CPI dos sanguessugas

 O ex-ministro da Saúde e governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB), não deve comparecer à CPI dos Sanguessugas nesta terça-feira, apesar de ter sido convidado a prestar depoimento. Outros três ex-ministros da pasta --Barjas Negri (PSDB), Humberto Costa (PT) e Saraiva Felipe (PMDB)-- confirmaram que prestarão depoimento à comissão.

Segundo a assessoria de imprensa do tucano, Serra está em Washington (EUA) para renegociar empréstimos para o metrô de São Paulo. Ele só deve voltar ao Brasil por volta do dia 15.

Saraiva Felipe vai prestar depoimento à CPI na quarta-feira, por volta das 15h. Segundo sua assessoria, o peemedebista quer contribuir com as investigações porque é de seu interesse que tudo seja esclarecido. Assim, em nenhum momento ele pensou em recusar o convite da comissão.

No mesmo dia, seu antecessor no cargo, Humberto Costa, também confirmou presença e será ouvido às 11h.

Barjas Negri viaja ainda hoje para Brasília, onde presta depoimento à CPI na manhã desta terça-feira.

A comissão quer esclarecer as denúncias de envolvimento de funcionários do Ministério da Saúde no esquema de compra superfaturada de ambulâncias --que ficou conhecido como máfia dos sanguessugas.

Serra e Barjas estiveram à frente do Ministério entre 1998 e 2002, no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Costa e Saraiva chefiaram a pasta entre janeiro de 2003 e julho de 2005, já no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Dossiê

A CPI remarcou para o dia 21 de novembro os depoimentos de Gedimar Passos, Valdebran Padilha e Jorge Lorenzetti, acusados de envolvimento na compra do dossiê antitucano. Os três foram ao Senado Federal na última terça-feira para serem ouvidos, mas depois de acordo firmado entre parlamentares do governo e da oposição, a reunião acabou suspensa e remarcada para o final do mês.

A expectativa é que a comissão crie uma sub-relatoria para investigar especificamente a compra do dossiê. Os parlamentares temem desviar o foco inicial das investigações --a compra superfaturada das ambulâncias-- para a compra do dossiê. (Folha Online)



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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Governador também pode sofrer impeachment. Disso Serra tem certeza. Prefere não arriscar. Vai deixar a coisa esfriar, depois ele senta e goza.


Ipojuca 2021

06/11


2006

Lula: "Não vou correr riscos". E não mexerá na economia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende manter Henrique Meirelles no comando do Banco Central, mas vai trocar diretores da instituição considerados ''burocráticos''. Com estilo conservador, Lula não dará guinada na economia, mas não quer que o segundo mandato seja apenas mera continuidade do primeiro: acredita que há espaço para o País crescer mais, com queda mais acelerada dos juros. Meirelles só não ficará no governo se não aceitar as mudanças que Lula planeja fazer na diretoria do BC, para adequá-las à orientação de crescimento mais rápido da economia.

Apesar das pressões de petistas por uma inflexão radical na política monetária, as maiores alterações no ministério, previstas para dezembro, serão mesmo no território da política, uma vez que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, também deverá permanecer na equipe. ''Eu não vou correr riscos'', disse o presidente a um auxiliar, na manhã de hoje (6), antes de dirigir a reunião da coordenação de governo, no Palácio do Planalto, que, mais uma vez, tratou de investimentos. Na prática, Lula quer reforçar a área de infra-estrutura no segundo mandato e fortalecer os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Integração Nacional. A receita para o crescimento passa pela elevação da taxa de investimentos do País, de 20% para 24,5% do PIB.

O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, chegou a dizer que seu contrato terminava no fim deste ano, mas é possível que permaneça no time. Se não ficar, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter é cotado para a vaga. Lula gosta de Gerdau, que integra o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social desde 2003, e poderá escalá-lo para outra função.

CIRO E MARTA - Com 15 dos 34 ministérios, o PT faz discurso público de que deixará Lula à vontade para compor a equipe, mas, na prática, não é bem assim. Muitos petistas torcem o nariz para a possibilidade de o deputado eleito Ciro Gomes (PSB-CE) ocupar o Ministério da Saúde. Motivo: a pasta é estratégica e, com ela, Ciro tende a se projetar como o candidato à sucessão de Lula, em 2010.

Nas fileiras do PT, há outros nomes de olho nesse título, como a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy e governador eleito da Bahia, Jaques Wagner. Marta se credenciou para a Esplanada ao coordenar com sucesso a campanha de Lula em São Paulo, no segundo turno. Está cotada para assumir Cidades, pasta hoje comandada pelo PP de Paulo Maluf.

Lula não decidiu até agora o que oferecer ao PP e ao PL, duas siglas envolvidas no escândalo do mensalão. O PTB de Roberto Jefferson, pivô da crise que sacudiu o governo, continuará representado por Walfrido Mares Guia no Ministério do Turismo.

A Democracia Socialista, facção de esquerda no mosaico petista, pressiona pela manutenção do Desenvolvimento Agrário com o PT. Gostaria de reacomodar Miguel Rossetto, que só deixou a pasta para concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Sul. Rossetto perdeu a eleição e está desempregado, assim como o petista Olívio Dutra, que disputou o governo gaúcho. Velho amigo de Lula, Olívio já foi ministro das Cidades, mas não deverá voltar para o ministério. Informações da Agência Estado.


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Paulin de Caruaru.

Onde estão os que criticavam a política rconômica de FHC? Agora tá certa?


CABO

06/11


2006

Secretário esquece de bater continência ao chefe

Não integra a versão do folclore da política a história de que em fim de governo até o garçon não aparece para servir o café. E quando serve, o café está frio. Uma prova? Um secretário de Estado, ontem, esqueceu que o governador de Pernambuco, Mendonça Filho, havia convocado uma reunião do secretariado. Quando chegou ao Palácio das Princesas, o encontro já havia acabado. Envergonhado, o secretário deu marcha a ré, e sequer procurou saber o que havia sido acertado na reunião.

Este e outros fatos exclusivos você verá amanhã, na coluna Bastidores da Política e do Poder, que o signatário deste blog está postando há quatro dias, entre 6h e 6h30m da matina. Fique ligado na coluna do blog e comece seu dia informado.


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06/11


2006

Ministro nega, mas MP apura novo escândalo na Saúde

O ministro da Saúde, Agenor Álvares da Silva, negou nesta segunda-feira que tenha informações de um novo escândalo envolvendo o ministério, a exemplo das máfias dos vampiros e dos sanguessugas. De Genebra, onde participa da eleição para a nova diretoria da OMS (Organização Mundial da Saúde), o ministro admitiu apenas que o Ministério Público Federal vem investigando denúncias repassadas pela pasta, mas que nada ainda foi comprovado.

Uma das denúncias seria a de que fornecedores estariam vendendo --a preços superfaturados-- medicamentos para o Ministério da Saúde. O ministro justificou que as investigações ainda estão em curso para não revelar quais os medicamentos. Destacou, no entanto, que o ministério não teria envolvimento com o caso. Seria vítima dos fornecedores que estariam combinando os preços.

Segundo o ministro disse à rádio CBN, ele tem recebido ''uma gama enorme de denúncias'', algumas delas relacionadas aos escândalos dos vampiros e sanguessugas. Por orientação do governo, todas as denúncias são encaminhadas ao Ministério Público Federal. Informações da Folha Online.


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Petrolina abril 2021

06/11


2006

Lula terá duas cerimônias de posse

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá fazer duas cerimônias de posse para seu segundo mandato. Uma seria formal, no dia 1º de janeiro, conforme determina a Constituição. A outra seria festiva, em data diferente, só para receber os chefes de Estado e de governo, segundo um auxiliar.

Com isso, Lula ofereceria aos dirigentes de outras nações uma alternativa ao dia 1º, quando os dirigentes de boa parte dos países do mundo estão envolvidos com os festejos de fim de ano e têm dificuldades para prestigiar a posse do presidente do Brasil.

Lula não esconde de ninguém que não gosta da data oficial da posse de presidente do Brasil. Já manifestou sua vontade de mudá-la, mas se deu conta de que fazer uma emenda constitucional apenas para alterar a data seria um exagero.

Constituição
A Constituição de 1988 determinou que o mandato do presidente da República -- para o primeiro que fosse eleito (no caso, Fernando Collor de Mello) -- seria de cinco anos e que a posse ocorreria no dia 15 de março. Para os seguintes, seria em 1º de janeiro.

O Congresso Revisor de 1993 votou pouquíssimas emendas constitucionais, por causa do chamado escândalo dos anões do Orçamento. Mas uma das emendas aprovadas reduziu o mandato do presidente para quatro anos e manteve a data da posse para 1º de janeiro.
 
Posteriormente, a emenda que instituiu a reeleição também manteve a data da posse. Lula é a favor da volta dos cinco anos para presidente e de uma posse noutra data, que não seja o primeiro dia do ano. Informações do Portal G1.


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Bandeirantes 2021

06/11


2006

Berzoini: "Ligações para Freud trataram de segurança"

Ricardo Berzoini, ex-presidente do PT, divulgou nota explicando que as 32 ligações de seu comitê para a empresa de segurança de Freud Godoy - suspeito de ter ordenado o pagamento do dossiê contra candidatos tucanos - se devem à prestação de serviço da Caso Sistemas de Segurança a seu escritório. Seis telefonemas aconteceram três dias antes do flagrante de petistas com R$ 1,75 milhão para comprar o dossiê. Leia a íntegra da nota de Berzoini:

NOTA À IMPRENSA

Em razão de notícia veiculada hoje (6) pela edição eletrônica do jornal O Estado de S. Paulo - parcialmente reproduzida na edição online do Correio Braziliense e no portal G1 (da TV Globo) -, que informa a existência de ligações do meu comitê de campanha, em São Paulo, para a empresa Caso Sistemas de Segurança Ltda., sediada também na capital paulista, esclareço que os serviços de segurança da empresa Caso foram solicitados em razão da ocorrência de assaltos ocorridos nos dias 10 e 11 de agosto do corrente ano, eventos esses que foram objeto de comunicação à Polícia Civil do Estado de São Paulo e que já são também do conhecimento da Polícia Federal.

Os eventuais telefonemas entre os dois escritórios relacionam-se, portanto, ao escopo da prestação de serviços acima mencionada. Esclareço que em nenhum momento da campanha conversei com o sr. Freud Godoy, nem para tratar de assuntos de segurança nem muito menos para tratar de fatos relacionados com o objeto do inquérito policial. Informações do JBOnline.


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Comentários

guilherme alves

Só há uma maneira de constatar alguma irregularidade, se for possível dar ciência do que foi conversado entre as partes. Caso não seja possível, é pura ilação tirar conclusões do que presumivelmente foi conversado.


Serra Talhada 2021

06/11


2006

Mendonça decreta austeridade nos gastos públicos

O governador de Pernambuco, Mendonça Filho (PFL), determinou à equipe durante reunião de secretariado, hoje à tarde, no Palácio do Campo das Princesas, austeridade nos gastos públicos nos dois últimos meses de Governo. Para disciplinar as despesas, o governador vai editar decreto que será publicado no Diário Oficial de amanhã, normatizando gastos com diárias, viagens, contratação de novas obras e consultorias.

 "Não vamos encerrar a gestão antes do prazo, mas temos que manter o rigor seguido durante este Governo", afirmou o governador, ressaltando que a Lei de Responsabilidade Fiscal deve ser inteiramente cumprida, assim como o superávit orçamentário. Na reunião com o secretariado, o governador Mendonça Filho discutiu, também, o planejamento de trabalho para os dois últimos meses de Governo.

Entre os destaques, atividades e projetos em fase de conclusão, visitas a obras e inaugurações que irão demandar a presença do governador Mendonça Filho. A agenda se concentra, sobretudo, nas áreas de educação e saúde, além da segurança pública.


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guilherme alves

Que medida mais exótica. Por que só agora pedir austeridade nos gastos? Antes dessa data não haveria controle dos gastos? Ou por que as verbas orcamentárias estão estouradas?

José Rodrigues da Silva

Senhor atual governador, com todo o respeito. Qual segurança?


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06/11


2006

Polêmica dos precatórios não tira Briano da transição

Alvo de ataques por parte da campanha do governador eleito Eduardo Campos (PSB), a secretária da Fazenda da atual gestão, Maria José Briano, foi um dos quatro nomes escolhidos pelo governador Mendonça Filho (PFL) para integrar a equipe que fará a transição da sua gestão para a futura. Briano foi apontada no guia eleitoral do socialista como contadora geral do Estado quando se realizou a operação dos precatórios. O PSB usou a imagem dela para justificar a legalidade da operação.

Em entrevista coletiva após o anúncio da equipe, Briano preferiu não polemizar a questão. “Estou absolutamente tranqüila, sou profissional. Uma missão não se discute'', disse a secretária ao ser questionada sobre como se sentia por integrar a equipe de transição do governador Mendonça Filho e, por isso, precisar manter contato freqüente com a equipe do socialista.

Além de Briano, integram a equipe de transição pelo lado de Mendonça Filho os secretários Cláudio Marinho (Planejamento) - coordenador da equipe -, Flávio Góes (gabinete civil) e Maurício Romão (Administração e Reforma do Estado). As informações são da Agência Nordeste.


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Soraya da Cruz Plácido

Continuo falando: QUEM NÃO DEVE, REALMENTE NADA TEME, E A SECRETÁRIA MARIA JOSÉ BRIANO, no Governo anterior , era apenas uma CONTADORA, que apenas assinava, não tinha AUTORIDADE, portanto, achei maravilhosa a inclusão dela nesta composição da transição... Parabéns!!!

guilherme alves

Vão continuar falando precatórios até quando? O povo decretou nas urnas o fim dessa polêmica. Vamos respeitar a vontade das urnas gente.

José Rodrigues da Silva

...cambinda "briando" que vêm no caminho...? Têm parentesco?


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

06/11


2006

Lula retoma viagens para inspecionar obras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer levantar as pendências ambientais e jurídicas que emperram obras de infra-estrutura programadas ou em andamento no País. Lula decidiu dar prioridade às pendências dos projetos de infra-estrutura na reunião de coordenação de governo desta segunda-feira. Ele vai retomar as viagens de inspeção de obras pelo País.

Mais de vinte grandes projetos foram paralisados ou estão em ritmo lento por esta razão, entre eles as usinas hidrelétricas Belo Monte, Rio Madeira e Estreito, além da pavimentação da BR-163 (Cuiabá-Santarém).

''Os ministros dos Transportes e de Minas e Energia vão apresentar os projetos em suas áreas e as pendências de cada um'', informou um assessor.

Os ministros Paulo Sérgio Pereira Passos (Transportes) e Silas Rondeau (Ministério de Minas e Energia) serão recebidos por Lula na terça-feira. Depois de ouvi-los, o presidente vai chamar a ministra de Meio Ambiente, Marina Silva, e a direção do Ibama, disse a fonte. As informações são do portal Terra.


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José Rodrigues da Silva

transvestido de Indiana Jones lá vai o luiz enganando e sofismando. O tipo de ministro que ele "chama", sei não, é cara do seu governo. Ruim e imcompetente!!!


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