04/12


2006

Brasil é o último no ranking entre os países emergentes

 O Brasil ocupa a última posição no ranking de competitividade elaborado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham). Denominado BRIC-M, a lista reúne também Rússia, Índia, China e México.

A pesquisa leva em conta a legislação, a percepção da corrupção e o desempenho da economia, entre outros indicadores dos cinco países. A China aparece em primeiro lugar no ranking, seguida da Índia (2°) e Rússia (3°). Brasil e México empataram no quarto lugar.

Os cinco países são considerados os principais emergentes, com potencial para impulsionar a economia mundial nas próximas décadas e ultrapassar o G6 - formado por EUA, União Européia (UE), Japão, Austrália, Brasil e Índia - até 2050.

O desempenho insatisfatório do Brasil, compartilhado com o México, se deve aos elevados custos fiscais, institucionais e operacionais, aponta o levantamento da Amcham feito em parceria com o Movimento Brasil Competitivo e divulgado hoje.

No Brasil, houve piora em 14 dos 24 indicadores utilizados para avaliar a sua competitividade em relação aos demais países emergentes. Entre eles estão o risco soberano, intenção de investimentos diretos estrangeiros, transparência da política governamental, custo de energia, infra-estrutura de escoamento de mercadorias e empreendedorismo.

O risco soberano, apesar de apresentar tendência declinante desde 2000, continua em patamar bastante elevado, o pior entre os competidores. Esse indicador mede a capacidade de um país honrar seus compromissos financeiros. Assim, quando é alto, impõe a necessidade de altas taxas de juros para atrair investimentos. As informações são do Correio Web.


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Comentários

Paulin de Caruaru.

Que venham os investidores externos explorar o grande mercado do bolsa família...

adelson w. souza

também com um presidente desses,queriam o que?

José Rodrigues da Silva

Viva o "Dr." Luiz o nosso grande presidente!!! Sem ele jamais alcançariamos tão brilhante colocação!!! Somos os últimos, vivvvvvvvvvaaaaaaaaa!!! Hi, Hi, Hurra!


Jaboatão Habitacional Suassuna

04/12


2006

Delfim de novo, com a força de Lula

Ao ser entrevistado ontem  no programa Canal Livre, da Rede Band, o ex-ministro e ainda deputado não reeleito Delfim Neto (PP-SP), afirmou, em síntese, que no segundo mandato o presidente Lula terá duas alternativas: ou ser consagrado como estadista ou despedir-se do poder apenas como um simples sindicalista. 
 
Se fizer o Brasil crescer acima do percentual  ''miserável'' na faixa dos 2 % e alcançar os 4 % ou 5 %, Lula será consagrado como estadista. Se continuar prisioneiro do aumento de despesas, dos juros altos e do déficit da Previdência, será apenas o sindicalista. Disse mais que a reeleição é uma das maiores infelicidades do Brasil, pois em tempo de campanha eleitoral não se respeita a Bíblia, nem promessas nem leis de mercado ou teorias marxistas, o que prevalece é o  Diário Oficial''.  
 
Principal artífice do ''Milagre Econômico'' no regime militar autoritário da década de 1960, quando o PIB do Brasil cresceu de 9% a 10%,  o ex-ministro Delfim Neto, odiado pelas esquerdas e rotulado na época  como ''gordinho sinistro'', hoje é um dos principais conselheiros do presidente Lula e faz parte da malha das cogitações para ocupar um  ministério na área econômica. Agora, é Delfim de novo, com a força de Lula.


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Comentários

José Rodrigues da Silva

Só um pífio governo haveria de se louvar nos"conselhos" de Delfim Neto, este está morto, embora insepulto. Ora Delfim vá a p.q.p. e também vá se...


Pousada da Paixão

04/12


2006

Lula: festa politicamente forte e financeiramente sóbria

 Lula pediu ao PT e ao cerimonial do Palácio do Planalto uma festa de posse no dia primeiro de janeiro "forte politicamente e sóbria financeiramente". Diante disso, nenhum chefe de Estado será convidado para a festa, não haverá shows com cantores famosos (a não ser que façam apresentações de graça) e não haverá recepção ou festa no Palácio do Alvorada ao final do dia.

Os partidos que apoiaram Lula nas eleições vão se encarregar de levar o maior número de militantes possível para a esplanada dos ministérios e a presidência da República vai convidar para a posse no Palácio do Planalto pessoas beneficiadas por programas implementadas nos 4 anos do primeiro mandatos. Esses virão na faixa, com todas as despesas pagas pela presidência da República.

A festa de posse deve começar às 16h do dia primeiro e terminar com discurso de Lula no parlatório por volta das 19h. (Do Blog do Noblat)


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04/12


2006

Lula discute aumento de R$ 25 no salário mínimo

 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (4) o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, para dar início à discussão do reajuste do salário mínimo. O valor hoje está em R$ 350 e deve ser elevado em R$ 25.

Na proposta do Orçamento 2007, o valor fixado foi de R$ 375, após acordo entre o relator da peça, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), e a equipe econômica. Chegou-se a cogitar uma redução no reajuste para R$ 367, mas já foi descartado.

A reunião com Marinho é o primeiro movimento do presidente nas negociações. Na quarta-feira, ele deve receber sindicalistas para dar sequência às conversas sobre o novo valor.

No acordo fechado entre o relator do Orçamento e a equipe econômica, acertou-se ainda a correção da tabela do Imposto de Renda em 3% em 2007 e 2008. As informações são do Portal G1.


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04/12


2006

Dirceu no contra-ataque: "Globo faz jornalismo marrom"

O ex-ministro José Dirceu ficou uma arara com a matéria que o jornal O Globo traz, hoje, na sua edição, insinuando que ele se especializou agora num poderoso e influente lobista, agindo, supostamente, com o aval do presidente Lula. A resposta, dura, ela acaba de dar no seu blog, aduzindo que o jornal carioca está praticando "jornalismo marrom". Eis abaixo o seu desabafo:

"O Globo traz hoje uma página e meia com matérias a meu respeito, além de uma chamada na capa - para ter acesso gratuito à edição digital, é preciso fazer um cadastro no site. Eu classifico esse material como mais uma tentativa de me desconstruir, de impedir que eu exerça atividades profissionais e de, num claro absurdo, cercear as minhas relações pessoais.

Na semana passada, fui procurado pelo jornalista Gerson Camarotti, que solicitou uma entrevista. Justificou afirmando que no dia 30 passado fez um ano de minha cassação, e o jornal estava fazendo um perfil. Respondi por e-mail e por telefone e marcamos a entrevista, que vocês podem ler sob o título "''Não faço lobby, dou consultoria'', afirma". As outras matérias são "Dirceu faz lobby empresarial em vários países", "Consultor, o novo personagem" e "Preocupação permanente para Lula".

Começando por esta última, que gerou a chamada de capa, "''Consultoria'' de José Dirceu preocupa Lula", a possível preocupação do presidente Lula - possível porque ele não foi ouvido e as outras fontes são em "off", isto é, não se identificam (quem se esconde pode dizer qualquer coisa) -, estou absolutamente tranqüilo. No governo, e principalmente no Palácio do Planalto, todos sabem que não faço lobby. Se fizesse, todos saberiam, já que teria que solicitar favores e fazer pedidos ao governo.

Eu servi ao presidente e ao país e tenho orgulho disso, mas também fui presidente do PT, deputado estadual e deputado federal, além de uma liderança reconhecida.

Lobby só se faz com autorização de alguém ou em nome de alguém. Lobby faz quem é dependente de alguém que está no poder - e este não é o meu caso. Eu não preciso fazer lobby para poder dar consultoria ou advogar, como afirmei na entrevista ao Globo, já tinha dito à Folha e também a Lauro Jardim, da revista Veja. Mas, como se vê, não importa quantas vezes eu diga isso, certa mídia, com suas pautas pré-concebidas, divulga o contrário.

Se eu não falo de minhas atividades, estou escondendo; se falo, estou fazendo lobby. Logo, está claro que o objetivo da matéria é me combater, tentando desmoralizar minhas atividades de advogado e consultor e inviabilizar minhas relações construídas nos últimos 40 anos de vida pública.

Já a matéria com o título "Consultor, o novo personagem", assinada pelo jornalista Ricardo Galhardo, é baixaria pura, jornalismo marrom. Essa matéria não resiste a uma investigação independente, já que não fiz uma nova cirurgia plástica, não tenho filhos com Maria Rita e não comprei um "novo guarda-roupa" de marcas famosas - só deixei de usar terno e gravata. As demais considerações sobre restaurantes que freqüentaria e histórias de aviões particulares têm que ser colocadas na cota da tentativa de me desmoralizar pessoalmente, já que a acusação de lobby tenta me desmoralizar politicamente.

Mas não vão conseguir. Eu vou continuar na luta e me defendendo, trabalhando como consultor e advogado, participando do PT e da vida política do Brasil. Eu não vou me curvar àqueles que não se conformam com a vitória do presidente Lula, com o fortalecimento do PT e com a minha atuação política e profissional. Democraticamente e na Justiça, vou responder a mais essa tentativa de me calar em vida".


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Comentários

Paulin de Caruaru.

O Globo só deveria tratar do Zé Dirceu nas páginas policiais.Coloca o homem na primeira página aí perde a moral.

guilherme alves

Há mais siceridade no Zé Dirceu do que nas organizações Globo. A história demonstra esse fato.


Petrolina abril 2021

04/12


2006

Jungmann: "Janene não terá apoio nem do PP"

O processo de cassação do deputado licenciado José Janene (PP-PR) – acusado de envolvimento no escândalo do mensalão – marcado para esta quarta-feira, resultará na cassação de Janene. Essa é a avaliação do vice-presidente da CPI das Sanguessugas, deputado Raul Jungmann (MD-SP), que argumentou que as provas acumuladas contra o deputado “impossibilitam” a sua absolvição no plenário. “O conjunto da obra dele é simplesmente aterrador. Entendo que não existe nem mesmo dentro do próprio partido (PP) quem se disponha a defendê-lo”, afirmou. 

Apesar da proximidade dos festejos natalinos e do recesso na Câmara, Raul Jungmann afirmou que os trabalhos para o prolongamento da CPI não serão desmotivados – a CPI está prevista para acabar no dia 18 de dezembro. Ele relatou que membros da comissão estão colhendo assinaturas para prorrogar os trabalhos até o final de janeiro. “Falta ouvir muita gente”, justificou o deputado, sugerindo que todas as emendas parlamentares deveriam ser auditadas pela Controladoria Geral da União (CGU) para se evitar a corrupção.

“Eu fico preocupado com essas emendas. Por mais que você seja seletivo, vai que algum dinheiro sofra algum tipo de desvio? Perguntei ao ministro (Paulo Bernardo, do Planejamento) se as minhas emendas poderiam ser auditadas e ele autorizou”, relatou o deputado. As informações são da Agência Nordeste.


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Ipojuca 2021

04/12


2006

César Maia: "Lula não quer saber de reforma nenhuma"

O prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (PFL), criticou duramente nesta segunda-feira (4) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para ele, Lula "não quer saber de reforma nenhuma". A afirmação foi feita por meio de seu boletim eletrônico de análise política "Ex-Blog". Segundo Maia, a idéia do presidente de ter uma ampla base de apoio partidário em seu segundo mandato reforça a perspectiva. E alfinetou: "Parece absolutamente irracional Lula insistir para ter uma ampla base de apoio com vários partidos. Parece! Mas, quanto maior a base num quadro multipartidário inorgânico como o brasileiro, menor a chance de aprovar novas leis que tenham cheiro de reformas".

O pefelista usou a arrecadação da CPMF como exemplo para as acusações. "No ano de 2007 termina a CPMF e termina a autorização para desvinculações do gasto público, a DRU. Só que ambas são emendas constitucionais. Ou seja requerem, para serem prorrogadas, 60% dos votos efetivos", disse, complementando que o caso da CPMF só se vota até agosto "ou não entra mais em janeiro de 2008". Segundo Maia, o valor da arrecadação chega a R$ 30 bilhões para a CMPF "e um desvio de gasto de outros R$ 30 bilhões, o que exigiria deslocar de outros programas sociais".

Por esses motivos, Maia afirmou que essa seria a "razão de fundo desta base (multipartidária) tão ampla quanto irracional". E voltou a atacar: "Lula não quer saber de reforma nenhuma. Quer saber do dinheiro da CPMF e da liberdade para continuar gastando em qualquer lugar deixando as vinculações para o próximo governo". As informações são do Portal G1.


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Caruaru Campanha São João

04/12


2006

Dilma quer Marina fora do ministério de Lula

 Se depender da ministra Dilma Roussef, da Casa Civil, a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, deixará o governo por ocasião da reforma ministerial que Lula deverá promover até o fim deste mês.

Não há ministro com bola mais cheia junto a Lula do que Dilma. E ela acha que uma penca de projetos de infra-estrutura no país está emperrada por causa da política de Marina no ministério.

Na semana passada, Lula encarregou Dilma de destravar tais projetos. E de selecionar bons técnicos que possam ocupar cargos de relevo em vários ministérios.

Esses cargos serão de indicação exclusiva do presidente. Seus ocupantes poderão ganhar o carimbo dos partidos que indicarão ministros - mas a escolha deles depende de Dilma. (Do blog do Noblat)


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CABO

04/12


2006

Só Amaral acompanha Eduardo no encontro com Lula

O encontro do governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), com o presidente Lula, está marcado para às 17h30m, no Palácio do Planalto. Ao contrário do que estava sendo previsto - a participação de Ciro Gomes e dos governadores eleitos - ficou decidido que, além de Eduardo, participará do encontro apenas o vice-presidente da executiva nacional, Roberto Amaral.


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Bandeirantes Junho 2021

04/12


2006

Rompimento de Lúcio com Tasso no CE pode virar livro

O governador do Ceará, Lúcio Alcântara (PSDB), disse à Agência Nordeste que tem muito a dizer sobre sua passagem de quatro anos à frente do Estado. Perguntado se pretendia lançar um livro contando esta passagem, como fez o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Lúcio vacilou: “Tenho muito a dizer. Muitas verdades, mas não pretendo por enquanto escrever esta história”.

 

Um dos capítulos que está garantido, quando Lúcio decidir escrever o livro, será o do episódio que acabou em rompimento com o presidente nacional do PSDB, senador cearense Tasso Jereissati. No dia 31 de março deste ano, Lúcio foi convocado a Brasília e, no gabinete do senador, foi convidado a renunciar ao cargo para deixar o vice Francisco Queiroz Maia Júnior (PSDB) no poder pelo restante do mandato, por nove meses. Lúcio ganharia com a renúncia o apoio de Tasso para se candidatar o Senado. Lúcio não aceitou a proposta e virou inimigo de Tasso, que fez de tudo para impedir a reeleição do tucano, o que acabou conseguindo.

 

Lúcio vem lançando livros nos últimos dias sobre suas realizações no Governo. Hoje às 17h, ele lança o livro “A Prática de Uma Gestão Pública por Resultados”. Trata-se de uma coletânea de artigos elaborados por técnicos do Governo. Através deles, apresenta-se a leitura estratégica do plano de Governo, o modelo prático implantado no Estado e experiências inovadoras de políticas públicas baseadas nesse conceito de gestão.

 

Na semana passada Lúcio lançou livros sobre a Secretaria da Fazenda, a Secretaria de Desenvolvimento Regional e Local e sobre os 140 anos do romance “Iracema”, do escritor cearense José de Alencar. O governador é membro da Academia Cearense de Letras e foi presidente do Instituto Teotônio Vilela, o braço cultural do PSDB. As informações são da Agência Nordeste.


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Serra Talhada 2021