Lavareda

30/03


2008

PE: mais de 600 famílias de sem-terra ocupam 6 fazendas

 Mais de 600 famílias de trabalhadores rurais sem-terra ligados à Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar de Pernambuco (Fetraf-PE) ocuparam neste domingo (30) seis propriedades rurais em Pernambuco - cinco na região agreste e uma na zona da mata sul.

As ações marcaram o início da jornada por reforma agrária deste ano. A meta é, até 1º de maio, promover acampamentos em 35 áreas localizadas nas regiões do sertão, agreste e zona da mata do Estado, com a participação de três mil famílias.

Os trabalhadores rurais estão decepcionados com a lentidão da implantação da reforma agrária no País, segundo o presidente da Fetraf-PE, João Santos. Ele frisou que no ano passado a reforma agrária praticamente não andou no Estado, onde mais de 30 mil famílias - ligadas a 14 movimentos - estão "debaixo da lona". A Fetraf-PE conseguiu uma única desapropriação de terra e cinco vistorias de áreas reivindicadas.

"Infelizmente a reforma agrária não sai do papel e a violência no campo tem aumentado em todo o País". Ele acredita que cabe aos movimentos sociais e aos trabalhadores sem-terra pressionarem o governo a cumprir com suas promessas. "A única saída para conseguir terra para o trabalhador e acabar com a violência contra eles é a reforma agrária", defende ele.

A Fetraf-PE é responsável por 38 assentamentos - com 1.879 famílias - e 66 acampamentos, que somam seis mil famílias à espera de reforma agrária em Pernambuco. Os números não incluem as ações iniciadas hoje. De acordo com João Santos, embora a Fetraf use a expressão "ocupar" e "ocupação", os sem-terra não invadem todas as propriedades enumeradas. "A gente entra na terra quando a característica de abandono é total", explicou ele. "Quando tem gente, ficamos em acampamentos na frente da propriedade".(Portal G1)


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ALEPE

30/03


2008

Trabalho dos juízes será acompanhado, diz ministro

 A partir da próxima semana começa o cadastro de todos os processos do Brasil. O levantamento faz parte do programa “A Justiça aberta”, sistema da Corregedoria Nacional de Justiça que permitirá que qualquer pessoa tenha acesso, pela Internet, às informações mensais sobre o número de processos, decisões e despachos que foram proferidos em todas as varas dos Estados brasileiros.

Um dos objetivos do programa é descobrir os “juízes TQQ”, magistrados que não residem na comarca onde atuam e, portanto, só trabalham às terças, quartas e quintas-feiras. “Pela primeira vez será possível estabelecer um controle da atividade jurisdicional do país. Hoje não existe nenhuma corregedoria que acompanhe de perto o trabalho dos juízes”, afirmou o corregedor nacional de Justiça e ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Cesar Asfor Rocha, durante palestra realizada pela IASP (Instituto dos Advogados de São Paulo) nesta sexta-feira (28/3).

Para Asfor Rocha, com o cruzamento de dados de todas as varas estaduais será possível comparar e fazer um exame objetivo da atuação de cada magistrado. “Com um ranking de todos os juízes do país, será possível até mesmo fazer promoções mais justas”, destacou o corregedor.(Do site Consultor Jurírdico)


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Comentários

Raimundo Eleno dos Santos

Tudo isso é culpa do salário que recebem. Quem ganha tanto precisa de tempo para gozar as benesses dos ganhos.Tem que trabalhar menos. Essa é a lógica. São os príncipes da república.Não sou contra que ganhem bem, sou contra a falta de respeito quanto ao serviço que estão a cargo.É isso.


O Jornal do Poder

30/03


2008

Evidência escancarada do dossiê e enrolada do acórdão

Coluna de Reinaldo Azevedo - VEJA 

A ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil, insiste numa farsa na qual apenas o subjornalismo de aluguel finge acreditar. Dilma vem de longe. Já pintou e bordou. Sabe que quem depende do governo pra viver faz-lhe as vontades. O diabo é que ninguém acredita. Vejam o que vai acima. Se preciso, clique na imagem para ampliá-la. Pois bem. Qual é a tecla em que insiste Dilma?

"Os dados referentes aos gastos estão sendo apenas digitalizados". É mesmo? A versão já está desmoralizada porque o dossiê que circula é um documento de 13 páginas que faz uma seleção dos tais dados. Mas isso ainda é o de menos. Vejam o que vai acima, estampado na página de VEJA da semana passada. Aponta-se a “REVERSÃO DO SALDO PARA CAMPANHA ELEITORAL, ASSINADO POR ESTER FREITAS GONÇALVES – ASSISTENTE DA DIVISÃO DE ORÇAMENTO”.

Simples digitalização? Quer dizer que, no documento oficial colhido pela equipe de Dilma, constava “A REVERSÃO DO SALDO PARA CAMPANHA ELEITORAL”? Isso estava no registro original ou foi ali acrescentado pela equipe que apenas "digita a base de dados”? A VEJA escreveu, então, na edição passada: “O documento sugere que houve promiscuidade entre o dinheiro público e a campanha eleitoral dos tucanos”.

Na Folha de hoje, a repórter Marta Salomon observa que, “numa das páginas, a coluna ‘observações’ do relatório anota o nome do funcionário que autorizava gastos no Palácio do Planalto em 1998, como uma possível sugestão a que fosse convocado a depor na CPI dos Cartões.”


Quer dizer que a “base de dados” de Dona Dilma — que, oficialmente, apenas traz documentos digitalizados — faz sugestões de convocação para a CPI e também promove acusações sobre promiscuidade eleitoral? Ela tem explicações para isso? Ela não tem. O Painel deste sábado, da Folha, lembrava que os dados estão fora de ordem cronológica, que Ruth Cardoso é apenas “Dona Ruth” e que uísque vira “uiscão”. É o rigor técnico da equipe da Mãe do PAC...

Bem, ninguém mais tem dúvida de que se trata mesmo de um dossiê, montado com o objetivo de intimidar a oposição, com o fito exclusivo de impedir, sabe-se lá por quê, a divulgação dos gastos do presidente Lula. E já se sabe mais: dossiê coordenado pela equipe de Dilma, com o pleno conhecimento dos ministros José Múcio (Articulação Institucional), Paulo Bernardo (Planejamento) e Franklin Martins (Comunicação Social). E, claro, com o pleno conhecimnto do pai de todos: Lula.


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Comentários

Jonas C Holanda Junior

Às vezes Magno eu me pergunto o que é feito da capacidade de dicernimento de parte dos nossos analistas políticos, será que não se vê a forma desabrida com que esta ministra trata a inteligência de todos? É de dar dó!!!


Abreu no Zap

30/03


2008

Evo Morales vive seu inferno astral

 O bloqueio de estradas por caminhoneiros contrários ao decreto que impede a exportação de óleo de soja não é o único problema enfrentado pelo governo de Evo Morales no momento. Em Camiri, região do Chaco, uma paralisação de trabalhadores exige a real nacionalização do gás, mudanças na empresa de energia YPFB e medidas de estimulo ao desenvolvimento regional. Entre elas, a criação de uma universidade.

Em Sucre, manifestantes invadiram a prefeitura e depredaram as estações da teve e da radio estatal boliviana. Organizada por estudantes, a manifestação teve o objetivo de impedir os trabalhos do prefeito ligado ao MAS (Movimento ao Socialismo), que da sustentação ao governo Morales. Ariel Iriarte foi indicado pelo presidente da Republica como prefeito interino. Os manifestantes não aceitam a indicação.

Segundo o diário El Deber, o governo anunciou que pretende processar os manifestantes que tenham sido identificados pela policia local. “Há um prefeito nomeado legalmente. E preciso que o deixem trabalhar”, afirmou Hector Arce, vice-ministro de coordenação governamental. Em nota oficial, a direção da teve estatal classificou os ataques à emissora em Sucre como um ato de vandalismo e censura.

No caso da proibição das exportações de óleo de soja, La Paz não dá sinais de que pretenda revogar o decreto, editado na ultima semana, como pedem os industriais. Na terça-feira, 25, o governo começou a vender aos bolivianos estoques estatais, a preços mais baixos do que os oferecidos por empresas privadas em La Paz e El Alto, terceira e segunda cidades mais populosas do pais. O litro custara 8,50 bolivianos (cerca de 2 reais). Havia chegado a 15 bolivianos no inicio de marco.

O governo utilizou o argumento da alta dos preços para bloquear as exportações de óleo de soja. Os produtores, sediados em sua maioria na região de Santa Cruz, dizem que o objetivo das medidas de Evo Morales e tentar impedir que o departamento, o mais rico da Bolívia, decrete sua autonomia. O referendo sobre a autonomia de Santa Cruz esta marcado para 4 de maio. La Paz considera o plebiscito ilegal. E dizem que não há falta de produto no país. Segundo eles, o mercado interno consome apenas 20% da produção local.

Morales enfrenta o inicio de uma crise econômica em seu país. A inflação, que pelos índices oficiais foi de cerca de 11% no ano passado, já gira na casa dos 22%, segundo projeções de economistas locais. Há risco de falta de alimentos em algumas cidades.(Carta Capital)


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30/03


2008

Irmão de Renan infringiu quase tudo na lei, diz STV

 O deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL), irmão do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), será investigado pelo Supremo Tribunal Federal pela acusação de grilagem de terras, danos ambientais, falsificação de documentos públicos e sonegação fiscal. O inquérito foi aberto sexta-feira (28/3) no STF a pedido do procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza. O caso envolve fazendas do deputado em Murici (AL). O procurador pede que a Receita Federal informe se as fazendas constam das declarações de renda de Olavo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. O deputado nega as acusações.


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S. C. B. M.

O OLAVO É O IRMÃO DO RENAN, QUE É AMIDO DO SEVERINO CAVALCANTE E QUE O luiz inácio AFIRMA QUE AMIDO DOS DOIS, VEJAM QUE QUARTETO.

roberto de pessoa

Num balaio de gatos não pode nascer uma andorinha. Vamos ver o que vai aflorar a respeito de Renildo Calheiros, o queridinho de Luciana Santos.


Banco de Alimentos

30/03


2008

Judiciário corporativista

 Em entrevista à repórter Carolina Brígido, do jornal O Globo, o advogado Paulo Lôbo, membro Conselho Nacional de Justiça, afirma que os colegas são corporativistas e sugere que o CNJ tenha menos juízes. De acordo com o alagoano, a decisão do CNJ que validou o último concurso para juiz no Rio de Janeiro é um exemplo desse corporativismo.

Na ocasião a maioria dos conselheiros concordou que havia indícios de fraude na seleção, mas preferiu não prejudicar quem já havia tomado posse. Dos 15 integrantes do CNJ, nove são magistrados. Os outros seis integrantes são representantes da Advocacia, do Ministério Público, da Câmara e do Senado Federal.(Consultor Jurídico)


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30/03


2008

O silêncio e a calúnia

ESPECIAL

(Mino Carta - Carta Capital)

 Pergunto aos leitores: em qual país democrático e civilizado a saída de um jornalista do peso de Paulo Henrique Amorim de um portal da importância do iG seria ignorada pelo resto da mídia? Na imprensa, a notícia só mereceu uma lacônica nota na Folha de S.Paulo, no vídeo o registro pela TV Senado de um discurso do senador Inácio Arruda, do PCdoB do Ceará, a lamentar o episódio e solidarizar-se com Amorim.

E o episódio não somente é muito grave, mas também altamente representativo da prepotência dos senhores, acobertados pelos seus sabujos midiáticos. O espetáculo da tartufaria não é surpreendente. Não cabe espanto, sequer um leve assomo de perplexidade. Tudo normal, na Terra brasilis, tão distante, tadinha, da contemporaneidade do mundo. Porque não há país democrático e civilizado onde o abrupto afastamento de um profissional tão honrado e competente quanto Amorim não teria repercussão na mídia, imediata e profunda.

Não faltaria a busca das razões que levaram o iG a agir de forma tão violenta, ao tirar Conversa Afiada do ar sem aviso prévio, ao lacrar o computador do jornalista e enxotar o pessoal da equipe da sede do portal. Bastaria este comportamento para justificar a repulsa da categoria em peso e a investigação dos interesses envolvidos, necessariamente graúdos.

Pelo contrário, ouviu-se clangoroso silêncio, quase a insinuar que, se a mídia não o noticia, o fato não aconteceu. Que diria Hannah Arendt ao verificar que no Brasil há cada vez menos “homens dispostos a dizer o que acontece e que acontece porque é”, de sorte a garantir “a sobrevivência humana”?

Pois o fato se deu, e não se exigem esforços mentais einsteinianos para entender que os donos do iG (Brasil Telecom, Fundos e Daniel Dantas) decidiram abandonar Amorim ao seu destino. Não é difícil também enxergar como pano de fundo o projeto de fundir Brasil Telecom com Oi, a ser executado com o apoio do BNDES, e portanto do governo federal, a configurar mais um clássico do capitalismo sem risco de marca tipicamente brasileira.

Ocorre-me comparar o mutismo atual diante de um fato tão chocante com a indignação midiática que, recentemente, submergiu a campanha de ações movidas em juízo por fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus contra a jornalista Elvira Lobato, da Folha de S.Paulo, autora de reportagem sobre o êxito empresarial da Iurd. Não está claro até o momento se o Altíssimo acudiu o bispo Macedo e seus prosélitos, mas é certo que, se o fez, ou o fizer, terá de enfrentar a ira da mídia nativa.


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Comentários

Paulo Kigrer

Diogo Mainardi bem expressa a"importância" que o ex-grande Mino Carta acredita existir no miope comentarista e quase cego articulista, que é o Paulo Henrique Amorim...

Paulin de Caruaru.

O" grande jornalista" agora tá no blog dos patrões.Nada mais apropriado.

Jonas C Holanda Junior

Paulo Henrique não era contra a fusão da Oi com Brasil Telecom, portanto não poderia ter sido este o motivo de sua exoneração. Ademais é um áulico petista há menos nas hostes do jornalismo chapa-branca. Já foi tarde!

francisco sales

peso ? importância ? só se for em puxa saquismo ! puxou o saco de Roberto Marinho até ficar roxo ! Puxa os dos bispos e reportagem séria que é bom, nada !



30/03


2008

A Vênus fala, o Brasil treme

 Carta Capital

A Globo está se anunciando a si mesma. Recrutou as estrelas de seu maior firmamento e, numa revoada alvar de sorrisos e figurinos, sai por aí festejando os méritos que ela própria se atribui.Antes, o Almanaque Capivarol. Hoje, a Rede Globo de Televisão.

É normal, mas, no caso da Globo, é também instigante. A cavaleiro de seu poderio quase hegemônico, vislumbrando aquela planície de concorrência zero, a emissora sempre se deu ao luxo de ser parcimoniosa na contemplação do próprio umbigo. Tem, claro, aquela coisa feérica de final de ano, os arrancos ufanistas do Galvão Bueno e os surtos periódicos do Pedro Bial, o biógrafo do patrão. Mas, olímpica no seu pódio de qualidade tecnológica e competência artística, à Globo bastava olhar em volta e descer sobre o território hostil o véu de sua superior indiferença.

Agora a Globo precisa reiterar e reiterar, além do surrado bordão da qualidade, seu angelical compromisso com conceitos como “liberdade de opinião” e “credibilidade”. Foi o que, com compreensiva incredulidade, este colunista julga ter ouvido enquanto bailavam à sua frente Regina Duarte, Tony Ramos, William Bonner, Fátima Bernardes.

A Globo domina um padrão artesanal de qualidade que é inegável. Aprendeu com o Boni, lá no passado, e ainda não conseguiu desaprender completamente. Por que, então, mentir no que diz respeito a uma pluralidade de opinião que ela jamais cultivou? Cidadania, democracia, liberdade, justiça social são assuntos que a Globo encaminha diretamente para o Departamento Comercial. Princípios, na Globo, vão dormir no setor de achados e perdidos.

Estará ela, então, reagindo ao bafo quente da Record, enfim uma concorrente à altura? A implacável perseguição da Globo e de seus alto-falantes aos evangélicos obedece a uma lógica humanitária ou
é que, de olho na Record, seus bolsos começaram a coçar? Enquanto isso, dá-lhe anúncio.

“Qualidade só se vê na Globo.” Não é bem assim, mas esperteza, pelo menos, a emissora dos Marinho ainda exercita. Convém reconhecer. Monopolista das transmissões esportivas no Brasil, ela parece ter entendido que futebol tem sutilezas que nem sempre a razão reconhece.

A notícia da semana é que a Globo vai transmitir, a partir de maio, a Série B do Campeonato Brasileiro. Brilhou na cabeça de alguém a óbvia idéia de que a graça do futebol, no Brasil, sempre estará onde o Corinthians está. A tal Série A, podem escrever, produzirá um sono de cemitério.

O resultado é que Luciano Huck passa a sair, aos sábados, meia hora mais cedo para dividir com Angélica os cuidados da prole. Perde uma fatia do seu programa sem drama, sem choradeira. Huck é o primeiro a saber que, no entertainment canarinho, a prioridade sempre há de ser aquela magia preto-e-branco.


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30/03


2008

Constituição Cidadã corre perigo

Carta Capital

 Às vésperas de completar 20 anos, a Constituição de 1988 pode sofrer um revés fatal se for aprovada sem alterações a reforma tributária enviada ao Congresso pelo governo. A proposta abala dois dos principais pilares de sustentação dos artigos que inspiraram o deputado Ulysses Guimarães a batizá-la de Constituição Cidadã.

Um deles, o conceito de Seguridade Social, é a expressão máxima dos progressos embutidos no texto constitucional, com financiamento através de um orçamento próprio e autônomo, mediante as contribuições sociais. Ou seja, a Cofins e a CSLL. A reação conservadora a esse ponto sustentava, com razão, que a Seguridade seria menos onerosa para os cofres públicos se financiada exclusivamente pelo orçamento fiscal.

O projeto do governo extermina o truque orçamentário ao acabar com o orçamento da Seguridade Social. Teriam os constituintes de 1988 feito uma opção errada ao instituir um orçamento próprio para a Seguridade? O Congresso vai engolir isso?

O outro pilar atingido pela proposta é o pacto federativo. A unificação de alíquotas do ICMS acaba com o único instrumento que os estados dispõem para fazer política econômica. Ela acaba com a chamada “guerra fiscal”. Os estados, no governo Fernando Henrique Cardoso, perderam os bancos comerciais e de desenvolvimento, perderam a autonomia financeira e a capacidade de fazer dívida em face da Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, estão obrigados a transferir de 13% a 15% da receita corrente líquida para a União, a título de juros da dívida.


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