FMO janeiro 2020

21/02


2007

A vez do balanço mórbido de mortos, feridos e acidentes

 A Prefeitura do Recife vai divulgar na próxima quarta-feira (21) o balanço do carnaval 2007. O prefeito João Paulo estará na Central Multicultural (Marco Zero), a partir das 15h, divulgando os dados.

Neste período pós-carnaval, que é também o dos balanços como o noticiado acima, deve ser também a vez das estatísticas mórdidas que deverão sair das autoridades policiais, de trânsito, com a tradicional divulgação de dados relacionados com o número de mortos, feridos, acidentes de trânsito, e por aí vai. (Com informações do pe360graus)


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Janise Carvalho

Há pessoas que adoram um palco, esse JP é uma delas.


Banco de Alimentos

21/02


2007

O último suspiro do Carnaval 2007

 Oficialmente, a Quarta-feira de Cinzas não é mais uma dia de Carnaval. Na prática, porém, há muitos anos que os foliões aproveitam a data para dar a última esticadinha na farra. E a grande pedida para os farristas de última hora é o popular Bacalhau do Batata, bloco que percorre as ladeiras de Olinda com muita animação.

Este ano, o Bacalhau do Batata – fundado por um garçom que trabalhava nos quatro dias de folia e só podia brincar depois que ela acabava – organiza um café da manhã na Igreja da Sé, a partir das 8h, e concentra os foliões até o meio-dia, quando sai pelas ladeiras da Cidade Alta. É gratuito e aberto a todos.

No Recife, a maior pedida é o festival Rec Beat, que oferece um Carnaval alternativo na rua da Moeda, no Bairro do Recife. Tem desfile de moda, tenda eletrônica e uma atração-surpresa que promete sacudir quem ainda estiver a fim de animação. (Informações do pe360graus)


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O Jornal do Poder

21/02


2007

E olha ''nós aí'' novamente!

 Até que foi um reencontro não tão demorado assim, concorda leitor? E olha nós aí novamente, retomando uma rotina que, - longe de ser enfadonha, como poderia fazer supor a expressão, é dinâmica, é interação, é uma via de mão-dupla entre blog  e leitores, uma busca desenfreada da informação quente, do saber, da identidade com o que se passa por este mundo afora. Mudando um pouco a saudação usada quando ''nos retiramos'' sexta-feira passada, desejamos, agora, ''um feliz pós-carnaval'', leitor amigo!


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Comentários

Janise Carvalho

Nossas boas vindas ao nosso querido blogueiro e sua equipe.

Drácula

XIIIIIIII...... FOI PULAR CARNAVAL??? ....OI FOI GASTAR ESSES DIAS TODOS.......PARA FAZER ESSE POEMA AÍ....... DE REABERTURA DOS TRABALHOS?....HAHAHHAHAHAH



16/02


2007

Vamos dar uma paradinha no carnaval

O Carnaval chegou e com ele uma pausa. Pela primeira vez, próximo a completar seu primeiro aninho, o blog pára e só volta a ser atualizado na quarta-feira de cinzas. Desde a sua criação, em 6 de março do ano passado, este blog trabalhou a todo vapor. Mas, vamos aproveitar os quatro dias de folia para dar uma relaxada e descansar, porque não somos de ferro - nem minha equipe nem muito menos eu.

Nessas imagens, meu caro leitor, está a minha equipe na redação do blog, todos usando a camisa do blog, que, em breve, mandarei de brinde para os leitores cadastrados. Deixo abaixo um texto para reflexão. Até a próxima quarta-feira de cinzas, quando voltaremos com todo gás e o espírito renovado. Bom carnaval!

 


















 


















 

















 


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Comentários

Edmar Lyra Cavalcanti Júnior

Caro Magno Martins, feliz carnaval pra todos nós. Sim... Vou cobrar a camisa viu ? Desde que você criou o blog sou um leitor assíduo. Um forte abraço.

caique silveira

Nada melhor do que ferias para recuperar as energias e retomar o ano a toda força, descansa magno, que tu mereces!

Goretti

Magno, espero que você agora ligado a um jornal, consiga se manter livre para expressar opiniões.

Pedro Araújo

Bem que vocês merecem amigo, nada melhor que curtir o momo. Com relação ao brinde, não esqueça de mim.

Mariana

Parabéns Magno ,vcs estarão renovados para voltar dando banho como sempre na concorrência , não temos dúvidas.



16/02


2007

Um texto para reflexão no carnaval. Até quarta!

Rubem Alves é um dos meus cronistas preferidos. Mineiro, estudou Teologia e foi pastor numa comunidade presbiteriana, em Lavras (MG). É psicanalista e professor da Unicamp. Mora em Campinas e dedica boa parte do tempo a escrever crônicas e artigos. É autor de vários livros, dentre os quais se destacam O retorno e terno, O quarto do mistério, Sobre o tempo e a eternidade.

 

Conservo na minha biblioteca praticamente todos os seus livros e não perco um só artigo de sua autoria na Folha de São Paulo.  Poucos conseguem encantar tanto falando do quotidiano como ele, que lembra muito Milan Kundera, quando diz que a vida é composta como uma partitura musical e que a nossa alma é uma música.

 

Neste carnaval, quando decidi não atualizar o blog, para descansar enquanto muitos caem no frevo, fiquei encucado: o que escrever para servir de reflexão aos nossos leitores, principalmente os que não caem na folia, como eu, que estou mais uma vez no meu Sertão, desta feita em Triunfo, cidade que adoro curtir? Decidi vasculhar meus arquivos e lá me deparei com algumas pérolas de Rubem Alves.

 

Se muita gente achou poético o que escrevi sobre as reminiscências do meu Sertão, quando estive em Afogados da Ingazeira, minha terra natal, no final do ano, imagine o que não dirá de Rubem Alves! Ele diz que tudo que é bonito enche os olhos de lágrimas. Esse sentimento é a essência da vida.

 

Lembro de meu velho pai. Quando chovia no Sertão, algo que se transforma numa festa – porque é uma raridade e uma preciosidade – ouvia, ainda menino, meu pai dizer que as plantas sentiam alegria. Alegria, portanto, rima com amor. Lya Luft, que nos contempla com seus belos textos em Veja, dizia do seu amado, Helio Pelegrino, que ele era fera: batia portas, brigava no trânsito, rachou um telefone que não dava linha. Mas nele morava um inesperado riso de menino.

 

Ninguém fala de amor melhor do que Rubem Alves e desse menino que existe dentro de nós. Quem ama, para ele, ouve sempre a voz do mar. O mar, nas palavras poéticas dele, “tem um beijo salgado e mistério nas suas profundezas”.  Ainda sobre o amor, que se espalha em todos os cantos neste carnaval, dá para lembrar, também, outro monstro sagrado da crônica e da poesia, talvez o maior deles - Drummond de Andrade, que assim escreveu: “O amor é dado de graça, é semeado no vento, na cachoeira, no eclipse”.

 

Voltemos a Rubem Alves. Lembro de uma crônica sua sobre o seu desejo de morrer bem velhinho. ”Quero viver enquanto estiver acesa, em mim, a capacidade de me comover diante da beleza.” A comoção diante da beleza, segundo ele, tem o nome de alegria, “mesmo quando as lágrimas escorrem pela face”. Que belo, hein?

 

“Na alegria – acrescenta o cronista – a natureza atinge o seu ponto mais alto: ela se torna divina. Quem tem alegria tem Deus. Nada existe, no universo, que seja maior do que esse dom. O universo inteiro, com todas as suas galáxias: somos maiores e mais belos do que ele, porque nós podemos nos alegrar diante da beleza dele, enquanto ele mesmo não se alegra com coisa alguma”.

 

Rubem Alves nos remete ao verdadeiro sentimento real da alegria, que abunda onde tem amor. O carnaval é uma alegria passageira, portanto fugaz. Não se contagie pela onda. Talvez mais felizes sejam os que não provam da festa da carne e que buscam um refúgio, como eu, no meu querido sertão.

 

Aqui, dá para ler e reler Rubem Alves. Fazer  planos, estudar novos projetos de vida e profissional. Refletir sobre o blog, este instrumento revolucionário de comunicação que nos propiciou a era da internet. E recordar, refletir, para compreender melhor as pessoas e a vida. Guimarães Rosa, que meu pai nos obrigava a ler na adolescência, dizia que as estórias têm um poder mágico. Elas produzem metaformoses inesperadas nas pessoas.

 

Mergulhe nas estórias e rejuvenesça. Descobri, com os leitores do blog, uns poucos temas que me dão alegria, e eu os uso como ganchos nos quais vou pendurando tudo o que vejo, sinto e penso. O Sertão é um deles. Rubem Alves, que mora em São Paulo, se confessa um apaixonado pelo mar. “Tenho saudades do mar. Sinto falta das suas ondas frias, sinto falta do seu beijo salgado, sinto falta da sua cor azul, sinto falta do mistério das suas profundezas”, diz ele.

 

Mas, o mar, segundo ele, está cheio de naufrágios. No Sertão, não corremos esse risco, mas, infelizmente, estamos constantemente sob o risco de morrer de fome, de inanição, como em Morte e Vida Severina. Mesmo assim, troquei o mar de Rubem Alves pelas caatingas do sertão.

 

 Aqui, no silêncio da sua vegetação rasteira e cheirosa, posso ouvir os versos de Fernando Pessoa, que ele recitou baixinho, como se falasse consigo mesmo ou com Deus:

 

“Deus ao mar o perigo e o abismo deu. Mas é nele que se espelhou o céu”.

 

Bom carnaval!


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romilson marques cabral

Bobagem Magno. Se todos aqueles que gostam de carnaval fosse para o Sertão ou praias o Carnaval se acabaria e a folga de vocês também, ora. Viva o Carnaval,pó,pó,pó,pó,pó....!!!!!

HERLANDY OLEGÁRIO DA SILVA

Adorei o texto!!! Um abraço Magno.

josé arnaldo amaral

Bravíssimo !!!

Pedro

Bom Carnaval, Magno, pra você e equipe (apesar do posicionamento político equivocado, voces merecem de fato)!

Gostei! Tá bonito. Bom Carnaval a todos!



16/02


2007

Prefeito deve se fantasiar de marajá, diz enquete

A maioria dos leitores - 52% - escolheu a fantasia de marajá para o prefeito do Recife, João Paulo (PT), brincar o carnaval, devido, claro, ao aumento-marajá que recebeu da Câmara. A segunda fantasia mais votada foi a de Pinóquio, com 38%. Hoje, o blog, que pára neste Carnaval, deixa aí para o leitor a nova enquete. O leitor já escolheu Carlos Wilson como o candidato do PT a prefeito do Recife e depois Danilo Cabral como candidato do PSB. E no PMDB, quem deve ser o nome ungido? Vamos decidir? Então vote, escolhendo entre três nomes - Jarbas Vasconcelos, Raul Henry e Carlos Eduardo Cadoca. Participe, vote! O blog agradece.


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roberto lima

E nós, como sempre, de palhaços.

roberto lima

E nós, como sempre, de palhaços.

Edmar Lyra Cavalcanti Júnior

Meu candidato é Mendonça Filho. Estou apenas fazendo um comentário sobre quem deve ser o candidato do PMDB.

Janise Carvalho

Ué...Pensei que o nobre vereador estava apostando na candidatura de Mendoncinha!

Edmar Lyra Cavalcanti Júnior

Mas se for pela ordem de votação, Cadoca deveria ser o candidato a Prefeito pelo PMDB, pois, obteve 63 mil votos pra Deputado Federal na capital pernambucana. Mas, pelo PMDB, Cadoca não vai. Se for, é pelo PR ou pelo PTB.



16/02


2007

As veias abertas da deliquência

"Enquanto o aparelho policial é mobilizado em operações de guerra para detonar soldados do tráfico nas favelas, nos morros e nas periferias e apreender alguns quilinhos de drogas, quantidades industriais, toneladas e mais toneladas de armas e de entorpecentes atravessam as fronteiras e desembarcam nos aeroportos clandestinos ilegais e nas alfândegas do País. Estarrecedor é sabear que não existe uma operação de guerra -- diplomática, comercial ou mesmo militar -- para desmontar a grande indústria de drogas e de contrabando de armas nos territórios sem lei do Paraguai, da Bolívia e nas selvas da Colômbia. O governo do Cordão Encarnado trata com leniência ou complascência os traficantes e terroristas das Farc colombianas chamados de guerrilheiros revolucionários. Assim ,não naverá misericórdia para estancar a sangria da delinquência e da violência no Brasil", escreve o jornalista José Adalberto Ribeiro ao falar sobre "As veias abertas da delinquência. Leia no Menu Opinião.


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16/02


2007

A fantasia do prefeito

O carnaval é um evento que serve para fazer as pessoas cativarem seus sonhos pictóricos  e, através de  fantasias, incorporar personagens  que jamais poderiam ser na vida real.  Exemplos são vários, tais como o Adão da burra, um engenheiro inteligente; o  lorde de Olinda – um homem humilde,  já  falecido, que sempre usou o carnaval para se  transformar  num “ lord”  inglês com sua cartola, fraque,  bengala e luvas brancas.. Isso também me lembra Duílio, que era separado e abandonou a família, mas no carnaval fazia questão de colocar uma penca de chocalhos na bunda e fazia fita e muito barulho com sete filhos a segui-lo em fila indiana. Todos já devem ter cantarolado, a seu tempo, me dá um  dinheiro aí! Ou ensaiado uns passos na troça do “eu acho é pouco! O texto é do professor Carlos Alberto Fernandes, colaborador deste blog. E sua íntegra e está postado em Opinião. Boa leitura!


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16/02


2007

Estrangeiros só se contentam desfilando no Sambódromo

 O grito de guerra do puxador de samba ecoa na madrugada, fogos explodem, a bateria começa a tocar e 4.000 pessoas avançam sob os holofotes da avenida. Para esses turistas, só assistir ao espetáculo não basta -- eles têm de fazer parte dele.

''É uma experiência única na vida'', disse Kirsi Salo, 28, de Helsinque, que já desfilou com amigos na escola de samba Porto da Pedra, no Rio de Janeiro.

Apesar da violência na cidade, a segurança dentro do Sambódromo é reforçada e o medo não afastou os turistas.

A Finlândia é o segundo país com mais escolas de samba fora do Brasil, e todo mês de junho há desfiles em Helsinque. O Japão é o país com mais escolas, tirando o Brasil.

Alguns estrangeiros conseguiram sair na bateria. ''Venho treinando bastante com a bateria da Vila Isabel ... Eles são ótimos'', disse Mashu Miyazawa, 36, de Tóquio. Ele contou que um amigo brasileiro que fundou uma escola de samba em Tóquio o ensinou a tocar a caixa de guerra.

Mais de 80 por cento dos integrantes da Unidos de Vila Isabel são moradores locais, que ganham a fantasia de graça. O restante, a maioria brasileiros, paga entre 300 e 800 reais.

''Está ficando bem caro, mas vale a pena'', disse Anne Laure Tourvieille, 41, que vai desfilar com amigos pelo segundo ano seguido.

As fantasias dos destaques podem chegar a 4.500 reais. Mas, como se sabe, quanto mais minúscula a fantasia, mais atenção ela chama.

Dá para comprar a fantasia pela Internet. As 13 escolas da liga principal têm seu website próprio com fotos das fantasias de cada ala. E nem é preciso falar português para navegar nas páginas.

O inglês Mark Carter vai desfilar pela primeira vez, no dia de seu 39o aniversário, na segunda-feira, pelo Salgueiro. ''Preferimos isso a um jantar com amigos e uns drinques'', disse ele. Apesar de ter pago cerca de 600 reais por sua fantasia com motivos africanos, ele disse que o gasto foi menor que com o ingresso do camarote, no ano passado.

Vanica Royster, que está organizando um grupo de 25 pessoas da American Society que vai sair no Salgueiro, disse que não é preciso ser especialista em samba, basta seguir o ritmo. ''Vá lá, seja feliz, cante mesmo que não saiba a letra.''

Algumas escolas são mais flexíveis que outras para aceitar estrangeiros, que podem comprometer o quesito evolução. ''Distribuímos os estrangeiros nas alas para que eles passem despercebidos pelos jurados'', disse Jean Claudio, da Vila Isabel, acrescentando que a maioria deles não participa de nenhum ensaio.

Mas os finlandeses dizem que se preparam. ''Não falamos português, mas compramos o CD e aprendemos o samba-enredo na praia'', contou Kirsi Salo.(Da Agência Reuters)


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José Rodrigues da Silva

Carnaval é um negócio como outro qualquer! Só aqui em Pernambuco não querem enxergar essa estrondosa evidência. Dizem lotados os hoteis do Recife. Como, se aqui é o lugar do Brasil onde eles fecham por falta de hóspedes!!! O secretário do Turismo de Pernambuco disto nada sabe, então...



16/02


2007

Encontrado corpo do piloto de avião que caiu em Noronha

Foi encontrado o corpo do alemão Frank H. Hettlich, que pilotava o avião bimotor Seneca que desapareceu na manhã desta sexta-feira a 60 quilômetros de Fernando de Noronha (PE). A aeronave saiu de Natal às 6h30 com destino à África. De acordo com o comando da Aeronáutica, o piloto fez o último contato às 8h e informou que havia pane em um dos motores. Depois, o bimotor sumiu do radar.

Os destroços do avião foram encontrados há cerca de uma hora. Também foi avistado um bote inflável, o que criou a expectativa de que o piloto pudesse ter se salvado. Equipes da Marinha e dois bandeirantes da Força Aérea Brasileira, além de barcos de pescadores participaram das buscas. Informações do JB Online.


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Janise Carvalho

É disso que sentiremos falta, no feriado, das notícias fresquinhas.


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