Faculdade de Medicina de Olinda 2

11/10


2019

Raul e FBC filiam prefeita de Panelas ao MDB

O presidente estadual do MDB, deputado federal Raul Henry, e o senador Fernando Bezerra Coelho estiveram juntos, ontem, em mais um ato de filiação partidária, desta vez em Panelas, no Agreste. Num ato que reuniu mais de mil pessoas no Sindicato dos Trabalhadores Rurais, os parlamentares abonaram as fichas de filiação da prefeita Joelma Campos e do ex-prefeito Sérgio Miranda. O ato contou com a presença do deputado estadual Guilherme Uchoa Júnior (PSC), além de vereadores da base da prefeita e lideranças políticas da região.

“Panelas é um lugar único na minha vida, onde fui votado em todas as eleições que disputei desde 2002. Aqui só tive lições de correção, de lealdade, de amizade, de decência desse grande líder e gestor público Sérgio Miranda. Hoje estamos com muita alegria abrindo as portas da nossa casa, do MDB, para receber com tapete vermelho esse conjunto político liderado por Sérgio e pela prefeita Joelma. É uma honra e um orgulho recebe-los em nosso partido”, afirmou o presidente estadual Raul Henry.

O senador Fernando Bezerra Coelho afirmou que o ato teve “grande simbolismo”, uma vez que a prefeita havia sido expulsa de seu antigo partido, o PSB, após declarar apoio à campanha do presidente Jair Bolsonaro, no ano passado. “Joelma foi vítima de um ato de violência política. Como líder do governo no Senado, fiz questão de estar presente nesta filiação para trazer o apreço e a solidariedade do presidente. E para dizer que vamos agendar uma visita para que a prefeita possa encontra-lo e para que os pleitos de panelas possam ser tocados, para que ela possa prosseguir com o brilhante trabalho que vem fazendo. Sobretudo na educação básica, onde Panelas tem os melhores indicadores de todo o estado”, destacou FBC.

Por sua vez, Sérgio Miranda reforçou a importância da união entre Raul, Fernando e o senador Jarbas Vasconcelos para o crescimento do MDB no estado. “O MDB é um partido muito importante na história de Pernambuco. Isso fortalece um lado, porque quando só um lado tem poder, Pernambuco sai perdendo. Nós chegamos para nos somar nessa história, que ainda tem muito a contribuir com nosso estado”, afirmou Miranda. “Estou muito feliz de entrar num partido que é referência de pessoas que se preocupam com o povo e que vão nos ajudar.  Estamos nos sentindo muito bem acolhidos e prontos para os desafios que virão”, completou a prefeita Joelma.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Detran

11/10


2019

Antônio Campos ministra palestra na XII Bienal do Livro

A literatura pernambucana em verso e prosa. Esse rico acervo literário presente na coleção Pernambuco em Antologias, lançada pela Editora Carpe Diem, será o tema da palestra do escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras (APL), Antônio Campos, amanhã, às 19h, no Auditório Círculo das Ideias, na programação da XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Após a palestra haverá sessão de autógrafo.  

Já em sua segunda edição, a coleção reúne as publicações “Cronistas de Pernambuco”, “Pernambuco, Terra da Poesia” e “Panorâmica do Conto em Pernambuco”. É assinada por Antônio Campos, junto com Cyl Galindo (contos), Cláudia Cordeiro (poesia) e Luiz Carlos Monteiro (crônicas). “Essas obras, organizadas por mim em parceria com grandes amigos, são um vasto mural da produção literária pernambucana”, ressalta Campos.

No livro Pernambuco, terra da poesia, realizado em parceria com Cláudia Cordeiro, os leitores encontrarão um painel da poesia pernambucana entre os séculos XVI e XXI. São 161 poetas em quase 600 páginas de poemas. “Tivemos como resultado um registro magnífico de várias situações, paisagens e sentimentos vivenciados, tanto por parte dos autores quanto pelos leitores que “viajam” ao lerem a obra”, detalha Antônio Campos.

Já Panorâmica do conto em Pernambuco, uma parceria com Cyl Gallindo, foi necessária uma leitura detalhada de mais de 500 textos em livros, revistas, internet e acervos pessoais dos autores, o que proporcionou um painel do que há de excelência na literatura de contos. Suas páginas transcendem o registro biográfico da naturalidade, trazendo Graciliano Ramos, que morou em Buíque, agreste pernambucano, durante a infância, assim como a ucraniana Clarice Lispector, que se dizia recifense por ter morado no Recife quando criança.

O livro que completa a trilogia, o Cronistas de Pernambuco, realizado em parceria com o professor Luiz Carlos Monteiro, traz um importante registro literário de autores de variada origem e tendência profissional e artística, do século XIX até os dias atuais. “Reunimos pequenos ou grandes acontecimentos, fatos e eventos cotidianos que a notícia de jornal não pode exprimir com a poesia e a sutilidade que a crônica requer”, explica Antônio Campos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

13° Bolsa Familia

11/10


2019

Toffoli suspende afastamento de Lula Cabral

Por decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, a prorrogação do afastamento cautelar do prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Lula Cabral (PSB), foi suspensa. Com isso, o gestor pode retomar o comando da Prefeitura. Toffoli atendeu, hoje, a um pedido da defesa do socialista e decidiu pela “imediata recondução” do prefeito até o julgamento definitivo do caso.

N\ última semana, os advogados de Lula Cabral entraram com um pedido no STF, encaminhado a Toffoli, argumentando que já foram ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa, assim como colhidos os interrogatórios dos réus e que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região não analisou os pedidos de Lula Cabral para retornar ao exercício do mandato de prefeito.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Prefeitura de Limoeiro

11/10


2019

Craque Zé Roberto revive momentos no Santa

Ex-ponta esquerda dos tempos áureos do Santa Cruz, na década de 70, José Roberto Padilha, o Zé Roberto, virou jornalista no Rio, onde vive. Amigo do jornalista Irineu Tamanini, com quem trabalhei em Brasília e agora também mora na cidade maravilhosa, Zé Roberto se dispôs a fazer artigos para o blog, rememorando momentos inesquecíveis que viveu como atleta tricolor. Também atuou no Flamengo e Fluminense. Leia seu primeiro texto abaixo.

A partida perfeita

Por Zé Roberto*

O Estádio Rei Pelé, em Maceió, é um das daqueles templos sagrados do futebol brasileiro que foram construídos durante o milagre econômico, na década de setenta. Quando você está lá dentro jogando, a laje fecha sobre você, te engole, como no Mineirão, canaliza o eco da torcida para perto de onde você vai bater o corner, como no Serra Dourada, o Olímpico, o Maracanã.

De lá bem longe, entre a Bahia e Pernambuco, numa quarta-feira à noite, durante o campeonato brasileiro de 1978, na partida entre o meu Santa Cruz FC e o CRB, guardo uma das mais gratas lembranças e lições de toda a minha carreira como atleta profissional. Foi ali que realizei, em 17 anos de carreira, talvez a única das minhas atuações perfeitas com a bola nos pés.

Qual desportista, ator, médico ou engenheiro não se lembra do dia em que acertou tudo durante a prática do seu ofício? Naquela noite iluminada, onde Júpiter deve ter se entendido com Netuno, o biorritmo, badalado na ocasião, era favorável e as cartas e o búzios conspiravam a meu favor, devo ter errado dois passes dos 70 que realizava, em média, durante as partidas.

Jogadas de linha de fundo? Das cinco tentativas, em quatro deixei o lateral para trás e ao tentar os cruzamentos sobre a grande área inimiga, acabei acertando quatro passes, dois na cabeça do Nunes, um para o voleio certeiro do Betinho, o ultimo para um peixinho de Luís Fumanchú, que decretaram nossa vitória por 4x1.

Nesta abençoada partida, não corria. Voava. Roubava as bolas no meio-campo do CRB como quem tirava pirulito de bebê, e iniciava os contra ataques com uma rapidez e eficiência impressionantes. E pensava, enquanto jogava: mas, porque justo ali, longe da grande mídia, apenas com a Rádio Clube de Pernambuco e a Gazeta de Alagoas transmitindo a partida e sem qualquer TV, tinha que ser o local do meu melhor momento? Porque não jogara tudo aquilo no Maracanã, dois anos atrás, quando defendia o CR Flamengo e disputei a concorrida final (174 mil pessoas, o quarto público da história do Maracanã) da Taça Guanabara contra o Vasco? Ou por que tal inspiração não ocorrera três anos antes, quando disputei as semifinais do campeonato brasileiro pelo Fluminense, contra o Internacional, no mesmo Maracanã, e fui incapaz de impedir Falcão, Caçapava, Paulo Cesar Carpeggiani e Lula nos eliminarem da competição?

Se tivesse tal competência em tais ocasiões, jogando na cidade maravilhosa e defendendo camisas mais poderosas, certamente seria convocado para a seleção brasileira. Mas aprendi a não discutir com o destino. É ele quem nos conduz, e se ele quis que fosse ali o meu dia de Rivelino, que tal um chute de fora da área? Confiante, quando clareou na intermediária não virei o jogo para as laterais, como sempre fazia, resolvi arriscar, e juro que ela passou raspando a trave. Dribles, então, que pouco tentava por jogar à base de dois toques, até aquela partida minha especialidade para errar poucos passes, ser o ponto de equilíbrio do time para manter um craque que deveria estar no meu lugar sentado no banco, acabei dando uns quatro, de tão solto e abusado que me encontrava. É impressionante, jogava e pensava, como a mente, desobstruída das nossas cotidianas limitações, conseguia fazer até com o bom, eficiente e previsível futebol que até ali apresentava.

Fim de jogo, parti para o vestiário como Cesar Cielo se dirigiu ao pódio olímpico na China, nas nuvens, realizado. Afinal, era um dedicado atleta profissional que treinava mais que todos os meus companheiros, lutava pela vitória com sua minoria, e que merecia, nem que fosse por uma noite, num palco pouco iluminado ou reconhecido, jogar como sempre sonhei e busquei.

Passei pelo treinador, que era Evaristo Macedo disse o de sempre após nossas vitórias: “valeu, garoto!”. Mas como valeu, se nunca havia jogado antes assim, com nenhum dos meus 16 treinadores anteriores? E fui encontrando pelo caminho repórter alagoano, narrador baiano, torcedor invasor local protestando, passando por adversários e ninguém deu a mínima para o que havia realizado. Será que eles pensavam que jogava sempre assim: E, se assim  fosse, o que estaria fazendo no Santa Cruz, em Recife? Turismo em Boa Viagem, pagando promessas, visitando a feirinha de Olinda? Quando alcancei o vestiário já era 50% alegria e 50% frustração. Se havia treinado tanto, evitado noites e cigarros, as bebidas alcoólicas para atingir um dia a perfeição, quando a atingi, ninguém foi capaz de reconhecer. Nem uma medalha, muito menos um Motorádio, um abraço, um valeu.

Já nos vestiários, de banho tomado, notei meus companheiros felizes com a vitórias, que fazia avançar na classificação do brasileiro, e pela goleada conseguida fora de casa. Nada que reconhecesse minha iluminada atuação. Decepcionado, já de posse da conhecida vontade de chutar baldes perante simples adversidades, não mais bolas, dirigi-me à balança que o Sr. Amauri, um simpático funcionário do clube coral, que nos pesava antes e depois das partidas, uma prática que só conheci em Recife. Ao subir e conferir o que perdi, seu Amauri confidenciou baixinho: “Que atuação, hem! Zé Roberto? Parabéns, você foi brilhante esta noite!”. Que alívio senti naquele instante. Não fiquei nem prosa, nem mascarado, apenas feliz. Afinal, de que valeria uma busca pela perfeição, em qualquer profissão, se quando a alcançamos, nem que fosse por apenas 90 minutos, que é o tempo dos holofotes da minha, ninguém fosse capaz de reconhecer, no mínimo, o seu esforço, a sua obstinação.

De lá para cá, até 1985 quando encerrei minha carreira, jogando no Bonsucesso FC, não me recordo de nenhuma atuação parecida, tipo desequilibrar uma partida, embora continuasse treinando passes, aperfeiçoando chutes, cabeçadas e domínio de bola. Continuei a ser o Zé Roberto de sempre, nunca mais o Zico, o Rivelino e o Gérson daquela inesquecível noite. Mas foi de seu Amauri que guardei a maios lição deste episódio: sempre que assisto de perto, seja como treinador ou mesmo torcedor, uma atuação acima da média, em qualquer modalidade esportiva (se for longe, pela TV, procuro mandar e-mail) faço questão de esperar o final da partida e dar um força e incentivo ao autor da proeza.

Só eu sei o que fiz para um dia ser perfeito no que fazia, e muito mais, jamais esqueci o que a indiferença e o descaso são capazes de aprontar com nosso interior minutos depois de tal conquista.

*Jornalista e ex-jogador de futebol


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2019

Pernambucana realiza noite de autógrafos na Bienal

A escritora pernambucana Suzana Guimarães Farias realiza, no próximo domingo, às 18h30, na XII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, a noite e autógrafos do livro “A janela, pequenos poemas em prosa”.

Suzana possui diversos textos premiados pela Academia Brasileira de Letras (ABL), ela também escreve em inglês e espanhol. Uma de suas obras já foi apresentada no Instituto Cervantes. Na ocasião, a autora recebeu, do Instituto, um documento de agradecimento.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Magno coloca pimenta folha

11/10


2019

Ação de Educação Ambiental lembra 1 ano das eleições

O Parque Histórico dos Montes Guararapes, no município de Jaboatão dos Guararapes, foi o escolhido para um mutirão de limpeza do projeto “Renovar o Brasil”, coordenado pelo advogado e professor universitário Cristiano Carrilho. A ação contou com 70 voluntários e recolheu mais de 140 kg de lixo em 2 horas de caminhada ecológica.

O projeto “Renovar o Brasil” incentivou a educação ambiental nos pontos críticos de lixo no entorno dos mirantes dos Montes Guararapes. “A criatividade na escolha dos Montes Guararapes se deve a importância histórica do local onde, na Batalha dos Guararapes, em 1649, começamos a renovar o Brasil com a saída dos holandeses do nosso território. O mutirão de limpeza servirá como um indutor de mudança de comportamento capaz de transformar a estética de Jaboatão dos Guararapes, deixando um legado para incentivar a comunidade a cuidar melhor do meio ambiente, se tornando uma ação de transformação. Investir na Educação Ambiental é benéfico para o presente e para o futuro”, explicou Carrilho.

No último dia 05, mais de 1,4 mil ações do projeto Renovar O Brasil ocorreram simultaneamente em 445 municípios brasileiros. Elas foram realizadas por alunos do RenovaBR, com os mais diferentes perfis políticos. Para o fundador do RenovaBR, Eduardo Mufarej, o projeto é uma oportunidade para os alunos, e futuros candidatos, mostrarem que podem transformar a vida da população através de pequenas ações. “Quem pretende ocupar um cargo político precisa provar que está comprometido com a população e com as cidades onde vivem. E, mais do que isso, esses futuros políticos necessitam comprovar que conseguem mobilizar as pessoas que estão próximas, transformar seus bairros e, mesmo em uma escala ainda pequena, mudar para melhor a realidade da população”, destacou.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banner de Arcoverde

11/10


2019

Bolsonaro não cumpriu 20% das metas para 100 dias

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não cumpriu, até hoje, 20% das metas estabelecidas para os primeiros 100 dias do seu governo. O período se encerrou há seis meses, em 10 de abril.

Levantamento realizado pelo UOL aponta que, das 35 metas lançadas para o período, 7 não foram atendidas até agora. Entre elas, estão a modernização do programa Bolsa Atleta, a redução tarifária do Mercosul e a independência do Banco Central.

Por outro lado, foram cumpridas promessas como a proposição de um "projeto de lei para aumentar eficácia no combate ao crime organizado" – o chamado pacote anticrime; e o apoio a privatizações no setor de transportes.

A reportagem considerou a descrição feita pela Casa Civil no documento de apresentação de cada meta, divulgado em janeiro. Para as metas que dependem de aprovação do Congresso para implementação, foi utilizado como critério o andamento dos projetos de lei apresentados.

É o caso da regulamentação da educação domiciliar, estabelecida como prioritária para o ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Em abril, o governo encaminhou à Câmara dos Deputados um projeto de lei para tratar sobre o tema. Mas o texto não avançou: desde então, o projeto aguarda a criação de uma comissão especial para sua análise na Câmara.

Na semana passada, a deputada federal Caroline de Toni (PSL-SC) apresentou um requerimento para que o texto fosse apensado a um projeto de lei apresentado em 2012 pelo deputado Lincoln Portela (PR-MG). Desarquivada neste ano, a proposta de autoria de Portela já teve passagens pela comissão de Educação. O pedido da deputada, no entanto, foi negado. Clique aqui e leia a reportagem na íntegra.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


11/10


2019

Controladoria do Recife esclarece empasse com ASCIRE

Nota oficial

Em resposta à nota divulgada pela Associação dos Servidores de Controle Interno do Recife (ASCIRE), a Controladoria-Geral do Município (CGM) e a Secretaria de Administração e Gestão de Pessoas (SADGP) esclarecem:

Nos dias 18 e 19 de junho, quase todos os servidores lotados na Controladoria-Geral do Município se ausentaram dos postos de trabalho, em horário de expediente, sem que fosse apresentada justificativa formal por parte da Associação em tempo hábil para deliberação da chefia imediata. Os ofícios que justificavam a discussão de Projeto de Lei na Câmara Municipal do Recife foram apresentados poucos momentos antes do abandono em massa dos postos de trabalho.

Em função do ocorrido, foi necessária a aplicação do disposto no inciso II, art. 130 da Lei n.º 14.728/85 – Estatuto dos Funcionários Públicos do Município do Recife –, que determina a perda de um terço (1/3) do vencimento do dia, quando o servidor comparecer ao serviço com atraso máximo de uma (1) hora, ou quando se retirar antes de findo o período de trabalho.

Em relação à mudança de nomenclatura do cargo de Analista de Controle Interno para Gestor Governamental – Controle Interno é importante esclarecer que essa é uma adaptação meramente formal que não acarreta qualquer mudança nas funções originalmente previstas para esses servidores. A adaptação se deu apenas para a unificação das carreiras de Analista de Gestão Administrativa, Analista de Planejamento, Orçamento e Gestão, Analista de Gestão Contábil e Analista de Controle Interno dentro da nomenclatura “Gestor Governamental”.

A CGM e a SADGP reiteram seu compromisso com o debate democrático e a participação dos servidores em todos os espaços de discussão dos interesses das mais diversas categorias que compõem o serviço público municipal, desde que respeitada a legislação vigente.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha