FMO janeiro 2020

22/04


2012

Minha cidade é linda

 

 

 

 

 

 

 

 

Apaixonado por Bom Jardim, município localizado no Agreste pernambucano, o leitor William Jorge nos enviou as fotos publicadas hoje. Ele destaca que as atrações do município são muitas e quem lá chega fica admirado com a tranquilidade, o verde, a brisa, a beleza dos casarios e os atrativos naturais encontrados na zona rural. Bom Jardim, “terra de gente guerreira”, segundo ele, se desenvolveu no entorno de uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Santana.

Sobre o nome da cidade, há uma lenda segundo a qual o primeiro proprietário das terras da região, no século XVIII, contratou um capelão para dar assistência religiosa à população local. O capelão habitava num lugar cheio de árvores frondosas e paus d''arco, circundado por um riacho.

Até hoje o município é conhecido, também, como Pau D''arco e Cidade das Cachoeiras. Faça uma foto de um ponto turístico da sua cidade e envie para: [email protected].


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IPTU Cabo

22/04


2012

Aliado de Cachoeira teve conversa de "irmão" com Perillo

 Interceptações telefônicas feitas pela Polícia Federal em abril de 2011 sugerem que a relação entre o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e o grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, era mais próxima do que o governador admite. No dia 2 de março, Perillo declarou à Folha de S.Paulo que esteve com Cachoeira em eventos festivos, "nada que possa caracterizar relação próxima".

Os diálogos gravados durante a Operação Monte Carlo mostram que as demandas do grupo de Cachoeira -- que está preso sob acusação de contravenção -- eram manobradas por Wladimir Garcez. Ex-vereador de Goiânia, ele agia como operador político e "ponte" de Cachoeira com o governo goiano. Em um diálogo, Garcez diz a Cachoeira que teve uma conversa "de irmão" com Perillo, no gabinete do governador. Segundo Garcez, Perillo chegou a lhe segredar inúmeros dados sobre as contas do governo e pediu "reserva". (Folha de S.Paulo)


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Governo de PE - Decimo Terceiro

22/04


2012

Guerra: PSDB ajudará a recuperar credibilidade da CPI

SERGIO GUERRA - FOLHA DE S.PAULO

 As CPIs desempenharam um importante papel no passado recente da história brasileira. Foi a partir das investigações promovidas por uma CPI, em junho de 1992, que o ex-presidente Fernando Collor acabou sofrendo o impeachment.

Um ano depois, coube ao Congresso Nacional instalar a CPI do Orçamento, que desbaratou um esquema de desvios do dinheiro público comandado por parlamentares e funcionários do Legislativo. Seis parlamentares foram cassados, oito absolvidos e quatro preferiram renunciar para fugir da punição e da inelegibilidade.

Enquanto esteve na oposição, o PT se mostrou implacável nas CPIs. Pelo menos até o governo Lula enfrentar sua primeira CPI, criada em maio de 2005 com o objetivo específico de investigar denúncias de corrupção nos Correios.

O estopim da crise que levou à instalação desta CPI foi a divulgação de uma fita de vídeo que mostrava o ex-funcionário da estatal Maurício Marinho aceitando propina de empresários.

Apesar de toda a precaução do governo Lula, que deixou a presidência da CPI nas mãos do senador petista Delcídio Amaral (MS) e a relatoria com o deputado peemedebista Osmar Serraglio (PR), o foco da investigação acabou sendo o esquema de pagamento mensal direcionado a parlamentares da base aliada em troca de votos no Congresso Nacional, que ficou mais conhecido com mensalão.

Isso só foi possível porque, a cada sessão da CPI dos Correios -transmitida ao vivo para todo o país-, a sociedade brasileira se mobilizava e pressionava o Legislativo, exigindo a continuidade das investigações.

De lá para cá, as CPIs perderam sua força. Isso porque, diante do estrago político promovido pela CPI dos Correios, o PT e seus aliados mudaram de estratégia.

Nos últimos sete anos, as poucas CPIs que a oposição conseguiu emplacar não produziram efeitos práticos, como a das ONGs e dos cartões corporativos, graças à obstrução patrocinada pelo governo petista.

O Congresso tem agora nas mãos uma oportunidade de resgatar a função democrática das CPIs, investigando um novo esquema de corrupção desvendado pela Polícia Federal e comandado pelo contraventor Carlos Cachoeira.

Na expectativa de tirar o foco da sociedade em relação ao julgamento do mensalão, previsto para acontecer ainda este semestre, o PT errou no cálculos ao imaginar que poderia confundir a opinião pública ao anunciar apoio à CPI do Cachoeira.

Em vídeo conclamando os movimentos populares a cobrarem a instalação da nova CPI, o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, imaginou que poderia atingir ainda a oposição. Em especial, o governador de Goiás, Marconi Perillo, que causou constrangimentos a Lula em 2005 ao declarar publicamente que o alertara para o mensalão.

Nada foi comprovado contra Perillo. A situação se complicou, de fato, para o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, e uma das principais empreiteiras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Construtora Delta.

Os indícios e provas de que Agnelo e a Delta mantinham uma estreita relação com Cachoeira evidenciam o arrependimento de setores do PT e do próprio governo na sua estratégia de desviar o foco do julgamento do mensalão.

Coerente com sua história de luta, o PSDB defenderá a apuração de todas as denúncias envolvendo Cachoeira e seus parceiros públicos e privados. Além disso, faremos o que estiver ao nosso alcance para recuperar a credibilidade de um importante instrumento da democracia brasileira, a CPI.


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Comentários

jose silva antonio

PARECE PIADA ESSE ANAO FALANDO EM CREDIBILIDADE EM CORRUPCAO QUEM NAO LEMBRA DA CPI DO ORCAMENTO CONTA OUTRA SERGIO ANAO TUES TAO HONESTO QUANTO O PERILLO OU O DEMOSTENES

Wellington Antunes

ah!, faltou citar ainda Mendonça Filho logo atrás de ACM Neto. Todos eram só felicidade. Vamos ver se essa alegria vai continuar depois da CPI. A surpresa já começou quando viram que o PT assinou por unanimidade e Dilma garantiu que não vai intervir, desmascarando PIG que dizia que o PT queria melar

Wellington Antunes

A tal foto da oposição toda sorridente irritou ao extremo, pelo que percebemos, a colunista Eliane Cantanhêde. Só faltou chama-los de burros. Nesta foto, na linha de frente estavam sorridentes: Álvaro Dias, ACM Neto, Bruno Araújo, Agripino Maia, Roberto Freire e Aécio Neves.

Wellington Antunes

Só mesmo uma oposição lunática acha que Lula e as lideranças petistas não sabem o que tem no baú da operação Monte Carlo. Vem muita bomba por aí e quando Lula afirma que a CPI deve ser feita “doa a quem doer”, podem apostar que Lula sabe o que diz. E que já calculou em quem doerá mais.

Wellington Antunes

É engraçado acharem que Lula não passa de um principiante, um aprendiz de feiticeiro, que deixa livres forças que é incapaz de controlar. Que teria cometido um erro infantil, ignorando o estrago que a CPI irá causar, pois todos sabem como começa uma CPI, mas ninguém sabe como termina”.


acolher

22/04


2012

Aprovação a Dilma sobe, mas eleitor quer Lula em 2014

 A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014. Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2011, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha. Para 29%, Dilma faz um governo regular. Outros 5% consideram que a atual administração é ruim ou péssima. Em janeiro, essas taxas eram de 33% e 6%, respectivamente.

QUEREM LULA EM 2014 

Como a curva de popularidade positiva de Dilma tem sido ascendente desde o início, o Datafolha incluiu desta vez uma nova pergunta no levantamento sobre a eleição de 2014 -- quem deveria ser o candidato do PT a presidente: Dilma ou Lula? As respostas foram bem mais favoráveis a Lula. Ele é o predileto de 57% dos brasileiros para disputar novamente o Planalto daqui a dois anos e meio. Outros 32% citam Dilma. Para 6%, nenhum dos dois deve concorrer. E 5% não souberam responder. (Folha de S.Paulo - Fernando Rodrigues)


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Comentários

S. C. B. M.

A PROPAGANDA POLÍTICA já esta começando PARA ILUDIR OS QUE NÃO LÊEM JORNAIS NEM ESCUTAM REPORTAGEM A RESPEITO DESTE GOVERNO.



22/04


2012

Sérgio Kirchner

ELIO GASPARI

Cristina Kirchner assumiu o controle da petrolífera YPF em nome do futuro da Argentina. Pelo menos é o que ela diz. O governador Sérgio Cabral desapropriou um edifício de 13 andares avaliado em R$ 500 milhões, onde funcionam 14 grandes empresas, nas quais trabalham 4.000 pessoas, para servir de anexo à Assembleia Legislativa e dar conforto a 70 deputados. Até 2011, 33 deles estavam espetados na Justiça. Quem sabe, até o fim do mandato, desapropriará sua casa de Mangaratiba para servir de colônia de praia para os deputados.


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Cúpula Hemisférica

22/04


2012

Procuradoria: Demóstenes seria sócio oculto da Delta

 Três diálogos captados pela Polícia Federal indicam que o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) negociou para que a Prefeitura de Anápolis (GO) pagasse R$ 20 milhões à empreiteira Delta. As conversas são usadas pela Procuradoria-Geral da República para apontar indícios de que Demóstenes seria ''sócio oculto'' da Delta.

Tratava-se de dívida que, anteriormente, pertencia à Queiroz Galvão e que, segundo os áudios, foi ''comprada'' pela Delta por R$ 4,5 milhões. O dinheiro se referia ao contrato de recolhimento do lixo, que já foi feito pela Queiroz Galvão e hoje está sob responsabilidade da Delta. Em diálogo gravado em 9 de julho de 2011, Demóstenes relatou a Cachoeira detalhes da reunião prefeito de Anápolis, Antonio Gomide (PT). Demóstenes disse a Cachoeira que o prefeito concordava em pagar 50% por meio de precatórios e negociar os outros 50% da dívida. (Folha de S.Paulo - Leandro Colon e Fernando Mello)


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Prefeitura de Serra Talhada

22/04


2012

PT dividido entre Lula e Dilma

 A indefinição no PT quanto à escolha do relator para a CPI mista que investigará os negócios do bicheiro Carlinhos Cachoeira é mais um capítulo das divergências explícitas entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Palácio do Planalto. Lula apoia a indicação do ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP). A presidente Dilma Rousseff discorda, temendo que as mágoas do petista por ter sido afastado do cargo de líder tragam novas dores de cabeça ao Executivo.

O PT não teve dúvidas, ao longo de todo esse episódio de instalação da CPI, sobre de que lado ficaria: os petistas sempre escolheram Lula. “Não se iluda, o PT sempre vai escolher o Lula nos instantes em que ele discordar da presidente”, confirmou um petista de destaque nos quadros partidários. A própria criação da CPI colocou Dilma e Lula em flancos distintos. O ex-presidente quer a investigação mais ampla e emitiu sinais objetivos de seu desejo ao PT e aos demais partidos da base. Dilma, ao contrário, não queria ver o Congresso parado, nem sobressaltos em sua gestão.


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Prefeitura de Limoeiro

22/04


2012

Eleições: CPI pode sim atingir os políticos no pleito

Quem acredita que a Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) mista do Cachoeira não afetará as eleições municipais tem que se precaver. Cientistas políticos avaliam que, mesmo sendo um pleito regional, os partidos envolvidos com o empresário da jogatina podem sofrer as consequências, mesmo que o caso tenha se regionalizado praticamente no Centro-Oeste, principalmente no Distrito Federal e em Goiás.

Segundo o cientista político David Fleischer, a Máfia das Sanguessugas, descoberta em 2006, serve de exemplo de que o episódio Carlinhos Cachoeira pode ter reflexos nas eleições deste ano. Naquela época, grande parte dos políticos envolvidos com o escândalo das ambulâncias não se reelegeu. Este ano pode ocorrer fenômeno semelhante, atingindo não só os políticos, mas também os partidos. Seguramente, acredita Fleischer, isso ocorrerá em Goiás em grau maior.

DILMA POUPADA 

Os analistas, porém, acreditam que o funcionamento da comissão, em um primeiro momento, não atingirá a imagem da presidente Dilma Rousseff, que hoje tem uma popularidade de mais de 70%. Hoje, nem mesmo a oposição ousa atacá-la. Mas ninguém sabe como será o andar da carruagem, especialmente se houver integrantes de seu governo envolvidos com o empresário da jogatina. Porém, é bom lembrar que, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi aberta a CPI dos Correios, mas nada afetou sua popularidade. (Edson Luiz - Correio Braziliense)


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22/04


2012

Corrupção: protesto teve força e bombas em SP

Manifestantes entram em confronto com a polícia militar na marcha Nacional contra a corrupção na política durante a tarde de hoje, na avenida Paulista

O dia de protestos pela realização imediata do julgamento do mensalão foi marcado por uma forte adesão em Brasília, uma pequena mobilização no Rio de Janeiro e pelo confronto entre manifestantes com a Polícia Militar na Avenida Paulista, em São Paulo. Pelo menos 80 cidades organizaram manifestações anticorrupção pelo país neste sábado.Em frente ao museu que, por volta das 18h30, um grupo de manifestantes bloqueou totalmente a Avenida Paulista. A Tropa de Choque da Polícia Militar entrou em cena jogando bombas de gás lacrimogênio para dispersar o grupo. Houve correria e gritos. Alguns manifestantes responderam lançando pedras e até uma garrafa.

 

Entre os alvos de crítica dos manifestantes, estavam o presidente do Senado, José Sarney; o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu; o senador Demóstenes Torres e os deputados federais Paulo Maluf e Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca. “O povo aprovou, o povo decidiu: ou para a roubalheira ou paramos o Brasil”, era o grito dos que protestavam. Diferentemente de outros anos, nenhum político apareceu para acompanhar a marcha nem houve grupos com bandeiras de partido tentando pegar carona na manifestação. Em várias cidades, foram recolhidas assinaturas em um abaixo-assinado que será entregue pessoalmente aos ministros do STF.(Site de Veja)


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22/04


2012

Lei Seca: pena de até 11 anos no novo Código Penal

 A impunidade para o motorista acusado de cometer crime por dirigir alcoolizado tem chance de chegar ao fim com a reforma do Código Penal. A comissão de juristas criada pelo Senado para discutir as atualizações na lei modificou a redação do artigo do Código de Trânsito Brasileiro que trata dos delitos na direção de um veículo. Entre as mudanças está o aumento da pena para 11 anos nos casos de homicídio culposo (sem intenção de matar) quando o condutor estiver embriagado ou disputando racha, além da exclusão do índice de álcool no organismo para configurar crime. Especialistas ouvidos pela reportagem, acreditam que, se a proposta passar, as brechas da lei seca desaparecerão.


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