29/01


2021

Justiça concede tutela a gestante demitida na Prefeitura de Salgueiro

O juiz da 2ª Vara Cível da Comarca de Salgueiro, Neider Moreira Reis Junior, expediu, ontem, uma tutela de urgência em favor de uma gestante que havia sido exonerada de cargo na Prefeitura. Priscyla Noemya Duarte Nogueira Tavares atuava na Coordenadoria municipal da Mulher e ingressou com uma ação ordinatória para que fosse garantida sua estabilidade no cargo por ser gestante, de acordo com o que prevê a Constituição brasileira.

“Defiro a tutela de urgência para, acolhendo o pedido liminar, facultar ao gestor municipal: I) reintegrá-la à função que ocupava; II) nomeá-la para função outra compatível com a sua condição de gestante, preservando-se a remuneração anterior; III) exonerá-la sem ônus para a mesma, garantindo a remuneração que percebia até o 5º mês após o parto”, sentenciou.

Ainda segundo o magistrado, a decisão deve ser cumprida em um prazo de 05 dias, sob pena de “multa diária de R$ 50, limitada ao valor global de R$ 4,5 mil”.


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Cabo 2021

29/01


2021

Camaragibe também ligada no Frente a Frente

A partir da próxima segunda-feira, a Rádio Camará 98 FM, maior audiência em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, passa a integrar a Rede Nordeste de Rádio, para retransmitir o Frente a Frente, programa ancorado por este blogueiro, no horário das 18 às 19 horas, com mais de 40 emissoras nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Bahia.

A grande tribuna popular de Camaragibe estreia nesta data, também, a nova grade de programação diária da emissora, criada com muita competência e critério pelo radialista Jonas Silva, maior audiência da Camará, agora acumulando também a função de gerente da emissora.


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29/01


2021

Goiana prioriza a Saúde

Em tempos de pandemia, nos quais o que está em jogo é a salvação de vidas, Goiana, a terra da Fiat e do desenvolvimento, na Mata Norte de Pernambuco, está disputando a condição de vanguarda. O prefeito Eduardo Honório redirecionou todo o orçamento do município para investimentos na saúde.

Sua meta é ampliar o maior número possível de postos de saúde na periferia, nos distritos e sítios. "A saúde básica tem que ser uma obsessão da gestão", diz Honório. Segundo ele, se for necessário, irá remanejar recursos de outras pastas para a de Saúde com a intenção de reforçar o atendimento emergencial.

"Estamos vivendo um momento muito difícil, diria até dramático na saúde e o povo tem que ter maior atenção na saúde", enfatiza. Honório já agiu diferente de outros gestores que furaram a fila na chegada das primeiras doses da vacina contra a Covid-19. Ele próprio foi o fiscal. Saiu fiscalizando a vacinação na cidade e nos distritos.


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Ipojuca 2021 IPTU

29/01


2021

Pesquisa capta sinal incompleto sobre Bolsonaro

Poder360

O presidente Jair Bolsonaro enfrenta, há meses, uma rejeição persistente e alta ao seu trabalho (na casa de 40%), mas a sua taxa de aprovação é extremamente resiliente, na redondeza dos 35%. Essa constatação tem como base 13 pesquisas realizadas a cada 15 dias pela divisão de estudos estatísticos do Poder360, o PoderData, desde o início de agosto de 2020.

Diferentemente de outras empresas de pesquisa, como o Datafolha, o PoderData faz pesquisas nacionais a cada 15 dias. Ao analisar a curva dos levantamentos do PoderData é possível identificar que Jair Bolsonaro viveu uma lua-de-mel com o eleitorado apenas até o final de outubro de 2020. No estudo realizado de 26 a 28 daquele mês, 38% aprovavam o trabalho do presidente (respostas “ótimo” ou “bom”). Outros 35% rejeitavam (respostas “ruim” ou “péssimo”).

Do início de novembro para cá, o PoderData sempre registrou a taxa de rejeição maior, numericamente, do que a de aprovação para o trabalho do presidente. Como são muitas pesquisas seguidas, com apenas duas semanas entre uma e outra, a chance de haver desvios nos resultados se diluem e ficam quase insignificantes.

No final de dezembro de 2020 a rejeição ao trabalho de Bolsonaro foi a 42%. Na primeira semana de janeiro de 2021, registrou 44%. Depois, a taxa foi de 43% no levantamento de 18 a 20 de janeiro. Nesses 3 estudos, a aprovação ficou em 39%, 35% e 35%, respectivamente.

Na semana passada, entretanto, o Datafolha divulgou os dados de sua última pesquisa, realizada de 20 a 21 de janeiro de 2021. O jornal Folha de S.Paulo publicou (e parte da mídia reproduziu, de maneira automática) a seguinte interpretação: “Crise derruba popularidade de Bolsonaro, aponta Datafolha – rejeição vai a 40% e aprovação cai para 31% em meio à piora da pandemia da Covid-19 e fim de auxílio emergencial”.

Do início de agosto de 2020 (quando a pandemia de covid-19 já havia atingido seu 1º pico no Brasil), o Datafolha fez apenas 3 pesquisas nacionais, todas por telefone (com 2.016 a 2.065 entrevistas em cada uma). Nesse mesmo período, o PoderData, divisão de estudos estatísticos do jornal digital Poder360, realizou 13 levantamentos nacionais (com 2.500 entrevistas em cada estudo).

Como saber se a queda da popularidade e o aumento da rejeição a Bolsonaro se deram exatamente agora, no final de janeiro de 2021, por causa da “crise”, como afirma o jornal Folha de S.Paulo? Essa queda poderia ter sido no final de dezembro ou antes? Ou no início de janeiro? Sem pesquisas frequentes é impossível explicar esses pontos. A leitura do relatório da pesquisa no jornal paulistano indica que o solavanco da aprovação de Bolsonaro teria sido registrado em dias recentes.

Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais (chegamos finalmente à “aldeia global” de que falou o canadense Marshall McLuhan), a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21, passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.


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Comentários

Fernandes

GOVERNO CORRUPTO. Ministra Edson Fachin afirma que corrupção parece triunfar como CUPIM da república.

Fernandes

GREVE CONFIRMADA. Apesar de pelo feito por Bolzonaro, caminhoneiros confirmam GREVE pra segunda-feira.

Fernandes

Metade dos brasileiros não deseja reeleição de Bolsonaro, diz pesquisa. Pesquisa Exame/Ideia aponta que 50,3% dos brasileiros avaliam que Jair Bolsonaro não merece ser reeleito em 2022.Maiores íÍndices de rejeição estão localizados no segmento com baixa escolaridade e junto aos habitantes do Norte e Nordeste

Fernandes

Veja a troca de mensagens revelada por O Antagonista: — Tudo bem irmão? — Fala Ricardo, tudo excelente! — Quando deputado quiser agendar com Mourão só avisar. — Opa! Obrigado, Possivelmente ele vai querer sim. — Muito trabalho aí? — Sempre tem. — Precisamos tomar um café mais reservadamente. — Bora! Ué! — Tenho conversado com os assessores de deputados mais próximos é bom sempre estarmos preparados. — Putz, preparados para quê? — Nada de mais articulação normal mesmo. — Sabe que Mourão dividiu a ala militar. — Antes, Heleno dominava agora estão divididos — capitão está errando muito na pandemia. General Mourão é mais preparado e político. Você sabe disso. — Cara — não posso ter esse tipo de conversa — chefe não iria gostar. — Mas vamos nos falando. — Relaxa.

Fernandes

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Em clima de conspiração, relação de Bolsonaro e Mourão vive pior momento.



29/01


2021

Cheguei, Brasília!

Tive que acordar muito cedo para embarcar com destino a Brasília. O voo da Gol saiu do Recife às 5h e já estou no Distrito Federal. Na minha agenda, a cobertura da eleição das mesas diretoras do Senado e Câmara, na próxima segunda-feira.

Brasília viverá, sem dúvida, um fim de semana atípico, com muita articulação envolvendo na Câmara os candidatos Arthur Lira, líder do Centrão, apoiado pelo Planalto, e Baleia Rossi, postulante da oposição. No Senado, o senador mineiro Rodrigo Pacheco, já dado como eleito, terá como adversária a senadora Simone Tebet, do MDB, sem a menor chance de provocar uma surpresa.

Fico uma semana na corte. Hoje, reúno os amigos da confra candanga no restaurante Rei do Camarão, o antigo Bar do Alemão de tantos burburinhos da política. Além dos sócios, os deputados da bancada devem dar uma passadinha por lá, encontro coordenado pelo nosso embaixador no DF, Aristeu Plácido Júnior.


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Jaboatão Março 2021

29/01


2021

Coluna da sexta-feira

Um secretário desleal 

Quando governou Pernambuco, especialmente pela terceira e última vez, depois de ser cassado no primeiro mandato, o tarimbado e sabido Miguel Arraes, bisavô do prefeito do Recife, João Campos (PSB), não se envolvia diretamente na nomeação de auxiliares. Só tirava a caneta do tinteiro depois que um grupo de olheiros bisbilhotava a vida dos indicados.

O antigo SNI, hoje ABIN, cuida em Brasília de levantar a vida de nomes indicados para o Ministério e até estatais, para checar se tem algum indicado sem condições de levantar uma ficha corrida na polícia. Se estivesse assessorado por uma gente mais experiente e não menudos, certamente João Campos não teria nomeado José Manoel da Silva para presidir a Fundação de Cultura da Cidade do Recife.

Carimbar o passaporte para cargos, por menos importantes que sejam, exige de quem assina um mínimo de critérios. Não se pode confiar cegamente em secretários que já chegam com o prato pronto. O secretário de Cultura, Ricardo Melo, foi desonesto com o prefeito. Fez João bancar o dirigente de um órgão que cuida da política cultural da cidade que lá, atrás, chamou o pai dele, Eduardo Campos, de corrupto, Paulo Câmara “governador de merda” e Geraldo Júlio de “pior prefeito do Recife”.

Melo foi desleal na medida, também, que não passou ao prefeito e amigo pessoal a ficha de José Manoel, ativista político de esquerda, que antes de virar presidente da Fundação de Cultura matava o ócio nas redes sociais malhando os governos socialistas de Pernambuco, desde a sua implantação pelo ex-governador Eduardo Campos aos dias atuais capitaneados por Paulo Câmara, cria de Eduardo.

Com sua deslealdade jogou no colo de João a primeira crise da sua gestão em menos de 30 dias, que não será debelada apenas pela anulação do ato de nomeação de José Manoel. Se quiser se livrar desse fantasma que bateu à porta do seu Governo, o prefeito será obrigado a demitir, também, o secretário de Cultura.

O nanico Maia – A já certa derrota de Baleia Rossi, candidato do MDB à presidência da Câmara, em eleição marcada para a próxima segunda-feira, não será nefasta apenas para o deputado paulista. Trará consequências danosas ao atual presidente da Casa, Rodrigo Maia, que não está conseguindo sequer levar para Baleia o conjunto dos votos da bancada do seu partido, o DEM, que tende a votar, em sua grande maioria, em Arthur Lira (PP-AL), candidato governista. Maia vai sair menor do que entrou e terá que se refugiar em São Paulo como secretário de Dória.

O placar – Ex-líder do PSD na Câmara dos Deputados, o pernambucano André de Paula prevê, por baixo, 280 votos para Arthur Lira. Para ser eleito, o parlamentar alagoano só necessita de 257 votos, mas já há quem estique mais essa corda, chegando a 310 votos, como é o caso do deputado Felipe Carreras, eleitor do candidato do Planalto, reincidente nas decisões de fechamento de questão da bancada do PSB. 

O Pinóquio – O deputado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato a presidente da Câmara, disse, ontem, em Brasília, que Arthur Lira (PP-AL) e seus aliados têm “mentido muito” sobre os apoios que têm. Lira é o principal adversário de Baleia na disputa pela presidência da Casa. Ele deu as declarações na Câmara antes de participar de evento da Frente Parlamentar Mista Ética Contra a Corrupção. “Vejo um desespero dos adversários tentando criar factoides. Quem está tranquilo com a eleição não precisa mentir. E os nossos adversários estão mentindo muito. Isso é sinal de desespero”, declarou.

A independente – A senadora Simone Tebet (MDB-MS) confirmou, ontem, ao final da tarde, que concorrerá de forma independente à presidência do Senado. O líder do MDB no Senado, senador Eduardo Braga (MDB-AM), havia dito ao Poder360 mais cedo que a até então candidata do partido à presidência da Casa deveria seguir sozinha. Tebet não conseguiu o apoio integral da bancada do MDB. Segundo Braga, ela tem de 8 a 10 votos dos colegas, que são 15 no total. Ele negou, entretanto, que o movimento seja um desembarque da sigla da campanha da senadora.

Só no estadual – Em entrevista ao Frente a Frente, que vai ao ar, hoje, o deputado Carlos Veras, do grupo de Humberto Costa, praticamente confirmou que o senador será o candidato do PT ao Governo do Estado em 22. “Se ele topar, terá o apoio do partido e o meu entusiasmo”, disse. Veras falou também do rompimento da aliança do PT com o PSB, mas não condenou a nomeação de petistas para a gestão de João Campos, como ex-vereador Marcelo Santa Cruz, de Olinda. “O rompimento se deu em nível estadual e não municipal”, avaliou. Dá para entender?

CURTAS

DINHEIRAMA – Diante da disputa pelos comandos da Câmara e do Senado, o Governo Bolsonaro abriu o cofre e destinou R$ 3 bilhões para 250 deputados e 35 senadores aplicarem em obras em seus redutos eleitorais. O dinheiro saiu do Ministério do Desenvolvimento Regional, segundo trouxe ontem em primeira mão o jornal O Estado de São Paulo.

TÁ NA RUA – O vice-presidente Hamilton Mourão vai demitir o chefe de sua assessoria parlamentar, Ricardo Roesch Morato Filho. O funcionário está de férias e, segundo o Estadão apurou, não retornará às funções no Palácio do Planalto. A demissão foi decidida após o site O Antagonista mostrar mensagens trocadas entre o servidor e o chefe de gabinete de um deputado. A conversa teria relação com articulações no Congresso para um futuro impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

Perguntar não ofende: O secretário de Cultura do Recife, Ricardo Melo, é o ator principal do filme “Dormindo com o inimigo”?


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Comentários

Fernandes

O Brasil quer ser Feliz de Novo. Haddad 42% Bolzonaro 38% Lula 40,9% Bolzonaro 37,8%.

marcos

Ô Gretchen idiota, no Brasil nunca tivemos voto impresso pra tu pedir a volta deles. E o certo é em papéis mais finoS. Porra Anemia aprende caralho!

Fernandes

Em 1994, Jornal do Brasil noticiava votos falsificados em favor de Jair Bolsonaro. Justiça Eleitoral identificou cédulas impressas em papeis mais fino que o original; Bolzonaro hoje quer volta do voto impresso.

Fernandes

O Brasil quer ser Feliz de Novo. Haddad 42% Bolzonaro 38% Lula 40,9% Bolzonaro 37,8%.

Fernandes

A igreja é o berço da ignorância. Qualquer crápula pode ser pastor. Pra ser cientista tem que estudar muito, por muitos anos.


Petrolina 2021

28/01


2021

Onildo Almeida é vacinado pela neta em Caruaru

O início da vacinação para os idosos em Caruaru reservou uma grata surpresa para o compositor Onildo Almeida, de 92 anos. Ele foi vacinado, na manhã de hoje, pela enfermeira Mayara Almeida, sua neta. O artista, autor de músicas como "A feira de Caruaru", interpretada por Luiz Gonzaga, é um dos ícones da cultura caruaruense e do Nordeste.

"[Foi a] vacinação mais importante, porque minha própria neta me vacinou. Isso, para mim, é histórico. Tenho que agradecer a Deus pelo prolongamento da minha vida", comemorou Onildo.

A neta do artista já estava à espera do avô para vaciná-lo quando Onildo Almeida chegou ao Espaço Cultural Tancredo Neves ao lado da esposa, Lenita. Após aplicar o imunizante, Mayara não conteve a emoção. "Eu estou me tremendo", brincou.

"Foi um momento tão esperado pela família toda! Agora a gente está aqui, eu estou realizando o meu sonho, ver ele com saúde e vacinado. Não tenho nem palavras... Conseguimos estar aqui vivos para ver isso. É uma emoção especial", falou a enfermeira.

Onildo também ressaltou que é importante se vacinar, como forma de prevenção. "Pior é a doença. Você vacinado, se você for acometido da doença, ela não tem o mesmo efeito. Vim e me preveni, se a doença me pegar, eu estou vacinado", finalizou.


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Serra Talhada 2021

28/01


2021

Garanhuns: Painéis do prefeito e seus irmãos chocam

Em Garanhuns, no Agreste, a família Albino vem fazendo da Prefeitura e da Câmara Municipal a sua casa. Circula na cidade um vídeo gravado por uma servidora pública, em suas redes sociais, onde é possível ver um painel instalado na parede do gabinete da presidência da Câmara com as imagens do prefeito Sivaldo Albino e do vereador Johny Albino, que preside a Casa Raimundo de Moraes. Outro painel, esse reunindo o prefeito e o secretário de Infraestrutura, Sinval Albino, irmão de Sivaldo, também está instalado no gabinete da Secretaria de Obras da Prefeitura.

Tanto o vídeo, quanto os painéis estão chocando a Cidade, já que escancaram que os Poderes Executivo e Legislativo deixaram de ser impessoais, como reza a Constituição e, agora, são espaços de promoção pessoal. O prefeito vem sendo investigado pelo Ministério Público pela prática de nepotismo cruzado, já que o filho, Cayo Albino, que é pré-candidato a deputado estadual, foi nomeado em cargo de chefia na Câmara de Vereadores.


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

28/01


2021

Editorial analisa nomeação para Fundação de Cultura

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre as nomeações polêmicas promovidas pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB) O último nome indicado pelo gestor para assumir a Fundação de Cultura, José Manoel, já fez críticas duríssimas ao governador Paulo Câmara, ao ex-prefeito Geraldo Julio, e até mesmo ao ex-governador Eduardo Campos, pai de João. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

28/01


2021

Tebet vê jogo para fazer do Senado apêndice do Executivo

Após ter sido abandonada pelo próprio partido e lançar candidatura avulsa à presidência do Senado, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse, hoje, que a independência da Casa está “comprometida” com a possibilidade de vitória do adversário Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Pacheco tem o apoio do governo do presidente Jair Bolsonaro, do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e de nove partidos. Segundo Simone Tebet, há um “jogo” para transformar o Senado em “apêndice” do Executivo.

Ontem, o líder do MDB, Eduardo Braga (AM) apontou falta de apoio à candidatura de Simone Tebet no partido e passou a negociar com Pacheco e com Alcolumbre cadeiras na Mesa Diretora do Senado e no comando de comissões. A bancada do MDB é a maior do Senado (15 membros), mas a senadora não tem o apoio unânime dos colegas de partido.

“Há dois anos, eu abri mão da minha candidatura em nome de um projeto do candidato e atual presidente Davi Alcolumbre, que, entre outros compromissos, assumiu o compromisso conosco da independência do Senado. Hoje, a independência do Senado Federal está comprometida. Comprometida pela ingerência porque temos um candidato oficial do governo federal e isso é visível diante da assertiva e dos anúncios feitos por colegas em relação à estrutura e ao apoio e os pedidos de ministros, de ministérios, pedindo apoio para o candidato oficial do governo”, disse Simone Tebet.

Ela afirmou que se lançou candidata "sem nenhuma condicionante". "Veio o jogo de quererem transformar o Senado em um apêndice do Executivo e, dentro disso, vocês podem interpretar da forma que bem entenderem. E a partir daí começaram outras negociações”, acrescentou.

Em dezembro, o MDB divulgou carta na qual dizia estar unido e que teria um candidato próprio na disputa. Em 12 de janeiro, a legenda anunciou Tebet como a candidata da sigla. Entretanto, dentro do próprio partido – que tem, entre os filiados, os líderes do governo no Congresso, Eduardo Gomes (TO), e no Senado, Fernando Bezerra (PE) – o apoio a Simone Tebet não é unânime.

A emedebista disse respeitar os colegas que não votarão nela e disse considerá-los “amigos”. “Eu respeito, entendo o posicionamento deles, da mesma forma como eu acredito que eles agora entendem meu gesto de não poder recuar porque não sou candidata de mim mesma, sou candidata de uma convicção minha, de princípios éticos”, disse.


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Fernandes

O impeachment do Bolsonaro só não cabe nas cabeças de camarão dos Direitistas.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Choro dos perdedores. Queriam mandar mais que o Presidente e se deram mal. Política é para profissionais e não aqueles que pensam que são os donos do País.