23/06


2021

Humberto virou um babão

Já faz tempo que o senador Humberto Costa é piada nas rodas políticas do Estado, verdadeiro babão do PSB, mesmo quando os socialistas esculhambam o PT. Sem dúvida, só Freud explica.

Nos últimos dias, duas situações chamaram a atenção dos esquerdistas: seu apoio à reforma previdenciária feita pelo prefeito João Campos, que tira direitos dos trabalhadores que batem ponto na Prefeitura do Recife, sobretudo das mulheres. Quando a matéria foi posta em votação pelo Congresso, ele votou contra, mas quando se trata de atrapalhar a vida de quem rala no Recife e perde direitos, cala.

Há pouco, de forma cínica, na maior cara de pau, babou o governador Paulo Câmara, fazendo uma defesa, repleta de adjetivos, defendendo que o socialista seja o vice de Lula, caso o petista seja candidato ao Planalto em 2022. Quem diria, companheiro! Já pensou o pior governador de Pernambuco vice de Lula?


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Comentários

Josimar de Oliveira

Com perdão da palavra.... Ele e Lula são duas bostas


Jaboatão Habitacional Suassuna

23/06


2021

STF mantém decisão que declarou Moro parcial

Poder 360

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) validou, hoje, por 7 votos a 4, a decisão da 2ª Turma que declarou o ex-juiz Sérgio Moro parcial no caso tríplex do Guarujá, que mirou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão manda a ação penal à estaca zero e é uma vitória do petista contra a Lava Jato.

O julgamento foi retomado com a leitura dos votos de Marco Aurélio Mello e o presidente do STF, Luiz Fux. Em abril, os ministros já tinham formado maioria pela suspeição de Moro, mas a sessão foi suspensa por pedido de vista (mais tempo de análise) do decano. Marco Aurélio devolveu o processo para votar antes de se aposentar do tribunal, em 12 de julho.

O ministro votou contra a decisão que declarou Moro suspeito. Disse que o ex-juiz era tido como herói nacional, mas que “do dia para a noite”, passou a ser suspeito com base nos diálogos obtidos por hackers.

“Dizer-se que a suspeição está revelada em gravações espúrias é admitir que ato ilícito produza efeitos, valendo notar que a autenticidade das gravações não foi elucidada. De qualquer forma, estaria a envolver diálogos normais, considerados os artífices do Judiciário. O que é comum no dia a dia processual”, disse Marco Aurélio. “Há de caminhar-se para a conclusão segundo a qual a Turma não podia desarquivar o que já estava arquivado e prosseguir no julgamento para concluir pela procedência do pedido formalizado, colocando em xeque o trabalho de vulto maior, que implicou o rumo do Brasil”.

Fux concluiu o julgamento afirmando que a discussão sobre a suspeição de Moro levou em consideração “provas roubadas”, citando os diálogos do ex-juiz com procuradores da Lava Jato.

“Uma prova roubada, que depois foi lavada. É como lavagem de dinheiro. É uma prova roubada, ilícita“, disse. “É muito importante imaginarmos que esta suspeição tenha derruído um processo de tantos anos, 7 anos de processo foram alijados do mundo jurídico“.

Em seu perfil no Twitter, Moro comentou a decisão e disse que os votos dos ministros Edson Fachin, Roberto Barroso, Marco Aurélio e Fux “correspondem aos fatos ocorridos e ao Direito“. Os 4 magistrados ficaram vencidos no julgamento.

“Os votos dos Mins. Fachin, Barroso, Marco Aurélio e Fux, não reconhecendo vícios ou parcialidade na condenação por corrupção do Ex-Presidente Lula, correspondem aos fatos ocorridos e ao Direito. Nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula, cuja culpa foi reconhecida por dez juízes“, escreveu Moro.


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Pousada da Paixão

23/06


2021

Bolsonaro exonera ministro do Meio Ambiente

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exonerou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A exoneração foi publicada no "Diário Oficial da União" e informa que a exoneração foi a pedido de Salles.

No mesmo decreto, Bolsonaro nomeou Joaquim Alvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente.


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23/06


2021

Fernando recebe especialistas para avaliar PEC 32

O deputado pernambucano Fernando Monteiro (PP) presidiu, ontem, por quase cinco horas, a primeira audiência pública da Comissão Especial que trata da PEC 32/2020 na Câmara dos Deputados. O tom da audiência seguiu o que Fernando Monteiro tem defendido desde que assumiu a Comissão: o diálogo.

O cronograma de trabalhos prevê outras 13 audiências públicas, até meados de agosto. “A Comissão é imparcial e a ideia é ouvir todas as categorias e todos os envolvidos nesta proposta de emenda apresentada pelo Executivo. Nossa função, na Comissão Especial, é dialogar a partir dos diferentes pontos de vista”, reforça o deputado, que defende que a reforma seja avaliada como uma oportunidade de modernização do estado brasileiro.

No debate sobre “Inovação na Administração Pública” foram ouvidos o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade; o presidente da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (ANESP), Pedro Pontual; o presidente da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), Diogo Costa; a procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo, Élida Graziane Pinto; o líder de Causas no Centro de Liderança Pública (CLP), José Henrique Nascimento, e a livre-docente e doutora em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (USP), Irene Nohara.


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23/06


2021

Projeto garante pensão aos órfãos da pandemia

As mais de 500 mil mortes por Covid-19 no Brasil escondem também outra tragédia: a dos órfãos da pandemia. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), pelo menos 45 mil crianças e adolescentes perderam os pais na pandemia. Pensando nisso, o senador Humberto Costa (PT-PE) elaborou um projeto que prevê pensão para os jovens que ficaram órfãos em decorrência do coronavírus.

A ideia é minimizar os impactos sociais da pandemia, buscando garantir que as crianças e os adolescentes, até atingirem a maioridade civil, sejam assistidos pelo Estado. A proposta estabelece uma pensão de R$ 1.500,00 para os órfãos cujas famílias tenham uma renda familiar bruta mensal seja igual ou inferior a 2 (dois) salários mínimos. Além disso, os responsáveis não podem estar filiados a um regime social de previdência durante o período do benefício.

Segundo o senador, o projeto tem como objetivo acolher aqueles jovens que foram vítimas da maior pandemia do século. "O Estado tem o dever de amparar crianças e adolescentes neste momento tão difícil. Todos os dias morrem cerca de duas mil pessoas por uma doença para a qual já existe vacina. Vivemos uma tragédia sem precedentes. O Brasil tem o maior número de mortes de Covid-19 por milhão de habitantes entre os países mais populosos. Esse quadro aterrador vai deixar sequelas por mais de uma geração e precisamos agir para minimizar esse impacto", afirmou Humberto.

Membro titular da CPI da Pandemia e presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, o senador também destacou a importância de apurar as responsabilidades sobre a pandemia no país. "Os brasileiros têm sido vítimas de uma saga destruidora de quem deveria unir e não desagregar, de quem deveria investir na ciência e não desestimular. Mesmo tendo apenas 2% da população mundial, somos responsáveis diariamente por cerca de 20% das mortes por Covid-19. Precisamos apurar as responsabilidades e punir todos aqueles que estão envolvidos nessa tragédia que vem assolando o Brasil", afirmou.


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Petrolina abril 2021

23/06


2021

Miguel lança auxílio para trabalhadores do São João

Além da perda das vidas, a pandemia trouxe danos para a renda de inúmeros trabalhadores que tiveram suas atividades paralisadas por conta das restrições. Para amenizar os prejuízos econômicos aos profissionais que atuam no São João de Petrolina, o prefeito Miguel Coelho sancionou, hoje, a lei do auxílio financeiro emergencial para diversas categorias do ciclo junino oficial. O objetivo é garantir uma fonte de renda extra para mais de 900 trabalhadores do tradicional evento nordestino.

O auxílio emergencial será destinado a vendedores ambulantes, garçons, cantores, sanfoneiros, quadrilheiros entre outros profissionais que participaram dos festejos ao longo do ciclo junino. Para ter direito ao recurso, os trabalhadores precisarão se inscrever na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, além de comprovar residência em Petrolina e atuação durante o São João em 2018 ou 2019.

O pagamento será em cota única a partir de agosto. Para os garçons, ambulantes, membros de quadrilhas juninas e violeiros será garantido um auxílio de R$ 400,00. Já para cantores, bandas entre outros grupos artísticos, o valor será de 50% do cachê pago pela prefeitura no último ciclo junino, chegando até o pagamento máximo de R$ 5.000,00 pelo auxílio.

Os recursos empregados no pagamento do benefício são oriundos da verba antes destinada à realização do São João. "Tomamos a decisão de garantir esse apoio aos trabalhadores porque sabemos que essa época era muito importante para a renda dessas famílias. Este é um dos maiores auxílios pagos pelas prefeituras da região. Sabemos que é um investimento que vai ajudar muita gente que tem sofrido economicamente com a pandemia. Ano que vem, esperamos que, em vez de estar anunciando um auxílio, possamos fazer uma grande festa com alegria e oportunidade de trabalho para todas essas famílias", ressaltou o prefeito Miguel Coelho.


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Ipojuca 2021

23/06


2021

Prefeito de Capoeiras ameaça blogueiro

O prefeito interino de Capoeiras, vereador José Ernandes, conhecido popularmente como Pitonho, enviou um áudio ao blogueiro César Silva fazendo ameaças. Irritado com denúncias sobre sua gestão, Pitonho disse que deseja se encontrar com o representante da imprensa.

“Tu estás brincando demais comigo", avisa, em tom ameaçador. O prefeito interino é aliado do candidato do PSB na eleição passada, conhecido como Nego do Mercado, eles estão juntos na foto. Em Capoeiras, segundo vereadores da oposição, banditismo e socialismo andam juntos.

O blogueiro informou que não foi a primeira ameaça. Ele fez um BO hoje pela manhã na delegacia de Polícia Civil.


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Caruaru Campanha São João 2

23/06


2021

Cais do Porto do Recife será dragado

Da coluna de João Alberto

Com investimento de R$ 28,5 milhões do DNIT, o Porto do Recife vai licitar a dragagem do seu cais, de um mínimo de oito metros e o máximo de 12 metros. Entre as vantagens, permitirá que os transatlânticos parem junto do Terminal Marítimo, evitando a necessidade de um traslado de ônibus, desconfortável para os passageiros. Obra deve ficar pronta até o final do ano.


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CABO

23/06


2021

Edson Vieira tem contas de 2014 aprovadas pelo TCE

O ex-prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Edson Vieira (PSDB) teve suas contas referentes ao ano de 2014 aprovadas pelo Tribunal de Contas de Pernambuco, em sessão realizada ontem. Esta é a quarta aprovação da gestão Vieira que já recebeu parecer favorável nos anos 2013, 2014, 2016 e 2018.

Em suas redes sociais, Edson Vieira comemorou a aprovação de suas contas.

“Quero compartilhar com todos que minhas contas do exercício de 2014 foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco nesta terça (22). Meu foco foi sempre trabalhar para transformar a vida das pessoas, quando estive como prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, investimos em todas as áreas da administração pública, enfrentamos os desafios sempre com atitude e determinação”, disse Vieira.


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Bandeirantes Junho 2021

23/06


2021

Marco Maciel, um sacerdote da democracia

Por Reginaldo de Castro*

A ideia de que o vice é um peso morto, figura decorativa, não encontra eco na História do Brasil –na recente ou na remota. Aqui, desde os tempos da Colônia – não por acaso chamada de a era dos vice-reis –, o 2º frequentemente superou o 1º.

Na República, nem se fala. Nada menos que 8 vice-presidentes completaram o mandato do titular, seja por morte desse, seja por impedimento decorrente de crise política.

Já no 1º governo republicano, o de Deodoro da Fonseca, o vice, Floriano Peixoto, foi chamado a completar-lhe o mandato. Deodoro, depois de fechar o Congresso e mandar prender congressistas, renunciou, deixando atrás de si grave crise política e econômica.

Coube ao vice enfrentar as turbulências decorrentes de tais desatinos –entre outras, a Revolta da Armada e a ruína econômica decorrente da política do Encilhamento–, valendo-se da força para fazê-lo, o que lhe rendeu a alcunha de “Marechal de Ferro”.

Importa dizer que, não obstante toda a controvérsia que seu governo ainda provoca, superou em protagonismo o titular.

Não foi caso único. Para não ir tão longe, basta lembrar o desempenho regenerador de 2 recentes vice-presidentes – Itamar Franco, sucedendo Fernando Collor, e Michel Temer, sucedendo Dilma Rousseff. No governo Itamar, concebeu-se, por meio de seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, o Plano Real, o mais bem sucedido de toda a era republicana.

No governo Temer, por meio da equipe econômica, comandada por Henrique Meirelles, foi possível tirar a economia da UTI.

Estabeleceu-se, entre outras providências, um teto de gastos públicos, fez-se uma pequena reforma trabalhista e, num estreito prazo de 2 anos, consertou-se o que foi possível das contas públicas, num ambiente político convulsionado pelas forças políticas aliadas ao governo deposto. Mais uma vez, o vice melhorou o país.

Em 12 de junho de 2021, faleceu, em Brasília, aos 80 anos, outro ex-vice-presidente, de cuja grandeza nem todos tiveram a exata dimensão, graças à discrição com que sempre agiu.

Não buscava os holofotes, mas a eficácia da política no sentido de promotora do bem comum. Refiro-me a Marco Maciel, por duas vezes vice-presidente nos governos de Fernando Henrique Cardoso.

Foi quase tudo na vida pública: presidente da Câmara, governador de Pernambuco, senador, ministro-chefe da Casa Civil (governo Sarney), vice-presidente da República, professor, membro da Academia Brasileira de Letras e, para honra de nossa classe, advogado.

Militando em tantas frentes, e sempre com grande protagonismo, jamais foi alvo de qualquer denúncia ou suspeição, o que o distingue entre não muitos homens públicos de sua geração, em que grande parcela praticou a chamada política com “p” minúsculo, sem a grandeza que o ofício exige.

Aristóteles dizia que a política era a mais nobre das atividades humanas. Marco Maciel inclui-se entre os poucos que honraram esse dito. A propósito de sua morte, Fernando Henrique destacou, entre suas qualidades, a de lealdade. De fato, uma virtude relevante. Mas Marco Maciel foi bem mais que um homem leal.

Exerceu como poucos o papel de bombeiro na política, apagando incêndios decorrentes da ação predadora dos extremismos.

Era o presidente da Câmara quando, em 1977, o governo Geisel fechou o Congresso e editou o assim chamado Pacote de Abril, que, entre outros atos, impôs uma reforma arbitrária da magistratura e a figura execrável do senador biônico.

Maciel, que pertencia ao partido governista, a Arena, viu a oportunidade de fazer daquele amargo limão uma limonada.

Foi um dos articuladores da política de distensão, em que assumiu protagonismo o então presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Raymundo Faoro, e o presidente do Senado, Petrônio Portella.

Maciel é pouco citado quando se evoca aquele momento, de que resultaram, entre outros, o fim do AI-5, a suspensão da censura, o restabelecimento do habeas corpus e o compromisso com a anistia, afinal concedida no governo seguinte, do general Figueiredo.

Como vice-presidente, foi igualmente fator de estabilidade política, propiciando algo de que o país hoje tanto carece, a união da centro-direita (PFL), a que pertencia, à centro-esquerda (PSDB), a que pertencia (e ainda pertence) o então presidente.

O Brasil deve-lhe o exemplo de um talento a serviço do bem, um democrata que fez da política um sacerdócio. No ambiente de intolerância que nos aflige fará muita falta um Marco Antonio Maciel.

*Advogado. Foi presidente nacional da OAB. Hoje é membro honorário vitalício do Conselho Federal


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Serra Talhada 2021