Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes

14/06


2021

Apneia: MPF denuncia pessoas ligadas a fornecedora de respiradores

O Ministério Público Federal em Pernambuco ofereceu, à Justiça Federal, segunda denúncia no âmbito da Operação Apneia, deflagrada em maio do ano passado para investigar irregularidades em contratos celebrados pela Prefeitura do Recife, por dispensa indevida de licitação, para aquisição de 500 ventiladores pulmonares para o enfrentamento da pandemia da covid-19. A denúncia, assinada pela procuradora da República Silvia Regina Pontes Lopes, tem como alvos três pessoas ligadas à microempresa Juvanete Barreto Freire ME (Brasmed Veterinária), contratada para o fornecimento dos equipamentos.

O MPF denunciou os empresários Juarez Freire da Silva e Juvanete Barreto Freire, sócios de grupo empresarial composto pelas empresas Bioex Equipamentos Médicos e Odontológicos, Bioex Equipamentos Médicos e Odontológicos e Brasmed Veterinária, bem como o representante local Adriano César de Lima Cabral, pela prática criminosa de venda de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem registro pelo órgão de vigilância sanitária competente. A conduta é prevista como crime hediondo na legislação penal brasileira. O MPF também requer que a Justiça Federal decrete a perda de eventual cargo público exercido pelos denunciados, bem como o pagamento de indenização para reparação dos danos morais e/ou patrimoniais causados.

Em resposta a ofício enviado pelo MPF, a Anvisa reiterou no dia 8 de junho, por meio de nota técnica, que a Juvanete Barreto Freire ME, até a presente data, não possui Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), ou pedido de AFE referente à realização de atividades com produtos para saúde. Além disso, informou que, quanto ao ventilador pulmonar BR 2000, fornecido pela Juvanete e fabricado pela Bioex Equipamentos Médicos e Odontológicos, não existe autorização para sua fabricação e comercialização no país, tampouco para utilização em humanos.


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Petrolina abril 2021

14/06


2021

Proposta descabida

Por Maurício Costa Romão*

O Projeto de Lei (PL) 2.522/15 que institui a “federação de partidos” no âmbito do sistema proporcional teve sua apreciação aprovada em regime de urgência na quarta-feira passada (9/06) pelo plenário da Câmara dos Deputados.

No formato da federação os partidos podem unir-se, como se um único partido fosse, obedecendo a uma mesma linha ideológico-programática, votando matérias conjuntamente e obrigados a assim permanecerem durante o período da legislatura.

Vista assim do alto até parece uma proposta bastante interessante, louvada no site do proponente do regime de urgência, o PCdoB, na matéria sob o título “Federação: instrumento para garantir o pluralismo partidário”, ad litteram:

“... A federação é vista pelos comunistas como uma ferramenta democrática que pode assegurar a diversidade ideológica na cena política nacional... o que queremos é nos inspirar nas experiências das grandes democracias do mundo. Há exemplos muito positivos em lugares como Portugal, Alemanha e Uruguai”.

A referência às experiências nominadas de grandes democracias do mundo não é apropriada, posto que mistura sistemas de governo parlamentarista e presidencialista, e passa a imagem de que a federação é a mesma coisa que a coalizão de partidos em composições legislativas de governo.

Ademais, em nenhum lugar da matéria e, registre-se, em nenhum outro lugar ou pronunciamento de qualquer parlamentar de qualquer partido aderente à federação, se diz como é que os candidatos serão eleitos pelo mecanismo sugerido.

Mas, o Art. 1º do PL, § 8º deixa claro que se aplicam à federação partidária todas as normas que regem as atividades dos partidos políticos no que diz respeito às eleições, inclusive... contagem de votos, obtenção de cadeiras... (grifo nosso).

Quer dizer, na prática, as coligações, a maior deformação do sistema brasileiro de voto, às duras penas extintas, pode voltar a funcionar de forma camuflada, com uma única diferença: os partidos coligados têm que permanecer juntos até o fim da legislatura.

Tudo isso a despeito de os resultados das eleições de 2020 terem mostrado que o fim das coligações proporcionais prenuncia um salutar processo de melhoria qualitativa do sistema partidário-eleitoral no Brasil, com diminuição da quantidade de partidos, bem como de sua fragmentação, considerada das mais elevadas entre as democracias modernas.

Não é trivial, também, a questão da verticalidade imposta no PL no seu Art. 1º, § 3º, Inciso IV, quando estabelece que a federação tenha abrangência nacional, isto é, o arranjo coligado será repetido nos estados (e municípios, mais à frente). Tal formato reveste-se de extrema complexidade face aos arranjos políticos locais.

Mesmo na parte conceitual, o alicerce da proposta não se sustenta num mosaico de partidos inorgânicos e sem ideologia definida, como é o caso do brasileiro. Um ajuntamento de siglas neste contexto, para o exercício da atividade parlamentar, comprometeria ainda mais a qualidade legislativa e não teria outro objetivo que não o de ultrapassar o quociente eleitoral, exatamente como se fazia na vigência das coligações.

Por último, mas não menos importante, o Projeto busca resguardar vários partidos de serem alcançados pela cláusula de desempenho partidário - uma grande conquista histórica - que estabelece regras progressivamente mais rigorosas para acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV.

Ao fim e ao cabo, o desditoso Projeto visa a tão somente amenizar os rigores da nova legislação, dando sobrevida eleitoral e financeira a boa parte das siglas oficiais, e propiciar condições de voto a alguns parlamentares em dificuldades de reeleição no atual contexto normativo. Um retrocesso inconcebível. 

*Ph.D. em economia pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos


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Ipojuca 2021

14/06


2021

Brasil cai para 6º em ranking de combate à corrupção

O Brasil foi ultrapassado pela Argentina e caiu para 6º no Índice de Capacidade de Combate à Corrupção (CCC), ranking que mede a capacidade dos países latino-americanos de detectar, punir e prevenir a corrupção.

Cinco dos 15 países analisados registraram quedas significativas em suas pontuações. Entre as maiores baixas estão os dois maiores países e as duas maiores economias da América Latina: Brasil e México.

O Brasil foi o país com a maior queda na pontuação, e sua nota regrediu de 5,52 para 5,07. Em 2019, o Brasil era o 2º do ranking.

Pelo 2º ano seguido, o Uruguai foi o país com a pontuação mais alta no Índice CCC (7,80 pontos em uma escala que vai de 0 a 10). A Venezuela ficou com a pior nota das 15 nações analisadas (1,40).

Veja o ranking:

Uruguai (7,80)

Chile (6,51)

Costa Rica (6,45)

Peru (5,66)

Argentina (5,16)

Brasil (5,07)

Colômbia (4,81)

Equador (4,77)

Panamá (4,55)

República Dominicana (4,38)

México (4,25)

Paraguai (4,08)

Guatemala (3,84)

Bolívia (2,43)

Venezuela (1,40)

O levantamento é feito pela Americas Society/Council of the Americas e pela Control Risks, que avaliam e classificam os países com base na eficácia com que podem combater a corrupção. Clique aqui e confira detalhes do levantamento.


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Comentários

Joao

Com uma desgraça de um presidente desses, auxiliado por um engavetador destes, logo estaremos em último. País de cegos, surdos e burros!

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

Com uma desgraça de um STF desses, não sei como não estamos em último. País de assaltantes com advogados de luxo!


Caruaru

14/06


2021

Pfizer ressarciria o Brasil caso não cumprisse prazo de entrega

A farmacêutica Pfizer se comprometeu a reembolsar o valor pago pelo Brasil por doses da vacina contra covid-19 caso o prazo de entrega não fosse cumprido. O compromisso foi firmado em agosto de 2020, segundo documentos entregues à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado e obtidos pelo Fantástico, da TV Globo.

Um dos documentos consultados pela reportagem é uma correspondência enviada em 27 de agosto pela embaixada do Brasil nos Estados Unidos ao Ministério das Relações Exteriores, então comandado por Ernesto Araújo.

Nela, os diplomatas informaram que a farmacêutica “se comprometeria a devolver ao governo brasileiro todo e qualquer pagamento antecipado, na hipótese em que a empresa não consiga honrar a obrigação de entregar a quantidade acordada da vacina”. Na época, a farmacêutica ofereceu 30 milhões de doses.

Ao depor à CPI, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello falou que um dos motivos para o contrato com Pfizer não ter sido assinado em 2020 era a falta de previsão de multa caso as entregas não fossem feitas no prazo determinado.

O gerente-geral da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, disse à CPI que governo brasileiro recebeu 6 propostas para comprar vacinas da Pfizer contra a covid-19 até fechar contrato com a farmacêutica.


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Comentários

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

A fonte do blog é a grobu? Que é isso cumpanheru?

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

Em terra de corruptos é muito fácil acreditar nisso!



14/06


2021

Os vírus são Anjos caídos

Vírus, protozoários e serpentes vieram da parte dos Anjos Caídos, assim falou o bicho-grilo Adalbertovsky em sua cantoria nas montanhas do planeta Jaqueira. E mais: “Estes micróbios conspiram contra a humanidade Adâmica desde os tempos primevos. A primeira investida aconteceu no Jardim do Éden. Adão e Eva eram eternos namorados e viviam felizes. Mas, a serpente do mal estava na espreita. A serpente disse para Eva: Você devia conhecer o outro lado do espelho. No outro lado do espelho havia uma maçã sorridente, da cor do pecado”.

“A maçã mandou um beijo para Eva. Enfeitiçada, Eva traiu Adão com uma maçã. Ganharás o pão de cada dia com as lágrimas do teu rosto, disse o Criador. Os Anjos Caídos foram expulsos do Paraíso porque se rebelaram contra o Criador e se transformaram em heróis das trevas. A missão terrestre do vírus é infelicitar a Humanidade. Faz parte da eterna luta do bem contra o mal. É falso o babado de dizer que o bem sempre vence. A história da humanidade diz o contrário. No Brazil a corrupção vendo sendo vitoriosa em todos os poderes onde canta o carcará”.

“Existem os micróbios do bem. São os Anjos da Guarda da microsfera, na luta contra os Anjos Caídos do mal. As bactérias do bem trabalham pesado nas defesas orgânicas e na digestão. Estão presentes nos sete buracos de nossas cabeças. Quando os Anjos caídos invadiram a Arca de Noé e tentaram se empoderar no corpo dos viventes, os Anjos da Guarda entraram em ação para salvar a humanidade”.

DITADURA – O comissário Dirceu ameaça: “Vamos dar a mão ao povo cubano em 2023”. Disse que os cubanos foram solidários com o Brazil no programa Mais Médicos. Falso. Em quatro anos a dinastia da seita vermelha destinou 6 bilhões para financiar a ditadura comunista falida e incompetente de Cuba. Se chegarem ao poder, os vermelhos também vão querer dar a mão ao ditador assassino da Venezuela, Nicolas Maduro”. 

ALÔ PREFEITO JOÃO CAMPOS! – A Emlurb proibiu o estacionamento interno no Parque da Jaqueira, medida antissocial e contraproducente e que prejudica centenas de pessoas, principalmente idosos, sem aglomeração. Isto é abuso de autoridade. O secretário André Longo e o global Ítalo Rochedo são testemunhas. Os usuários apelam ao bom senso do prefeito João Campos, para que verifique a situação in loco e revoque a proibição arbitrária”. A cantoria do bicho-grilo Adalbertovsky está postada no Menu Opinião.


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CABO

14/06


2021

Coluna da segunda-feira

Um ciclo com ponto final

Lamentada no País inteiro, com repercussão no Exterior, a morte de Marco Maciel, sábado passado, simboliza também, na verdade, um ciclo que está se fechando em Pernambuco como celeiro exportador de políticos com DNA nacional para atuar em favor do Brasil com assento no Congresso. A Câmara já foi presidida por três pernambucanos – Inocêncio Oliveira, Severino Cavalcanti e o próprio Maciel.

Nilo Coelho, maior expressão política do clã petrolinense, comandou o Senado. Também presidiu a Casa Alta o usineiro João Cleofas, que disputou três vezes o Governo de Pernambuco, perdendo para Agamenon Magalhães, Cordeiro de Farias e Miguel Arraes.Das lideranças forjadas no combate à ditadura – e Pernambuco foi grande protagonista – apenas o senador Jarbas Vasconcelos (MDB) cumpre mandato, hoje, aos 78 anos. Da sua geração, igualmente com visibilidade nacional, Roberto Magalhães, Inocêncio Oliveira, Joaquim Francisco, Egídio Ferreira Lima e Gustavo Krause estão sem mandato.

Deste ciclo, morreram Marcos Freire, Ricardo Fiúza, Carlos Wilson, José Mendonça, Sérgio Guerra, Eduardo Campos, Fernando Lyra, Cristina Tavares, Osvaldo Lima Filho, Maurílio Ferreira Lima, Osvaldo Coelho, Mansueto de Lavor, Antônio Farias e Severino Cavalcanti, todos com mandato de alta relevância, linhas de atuação antagônicas e ideologias as mais dispares. No velho ditado, cada macaco no seu galho, cumpriram papéis relevantes.

O ciclo que se fecha foi inspirado lá atrás. Estado revolucionário, Pernambuco mantém uma tradição em dar pitaco na cena nacional de longe. Já na Constituinte de 1824, tinha 11 representantes, entre eles Manuel Inácio Cavalcanti de Lacerda e Manuel Caetano de Almeida Albuquerque. Em 1946, Gilberto Freyre foi eleito deputado federal constituinte, recebeu vários prêmios e acabou contemplado com o título de Cavaleiro do Império Britânico, concedido pela Rainha Elizabeth II, da Inglaterra.

Eleito duas vezes deputado federal por Pernambuco, Josué de Castro destacou-se no cenário brasileiro e internacional não só pelos seus trabalhos ecológicos sobre o problema da fome no mundo, mas também no plano político em vários organismos internacionais. Outros nomes pernambucanos brilharam no plano nacional, viraram símbolos, como Joaquim Nabuco, líder da bancada abolicionista na Câmara dos Deputados.

Estácio Souto Maior, médico formado em 1935 pela Faculdade de Medicina de Pernambuco, ingressou na vida política filiando-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Elegeu-se deputado federal no pleito de outubro de 1954 e reelegeu-se quatro anos depois. Após a renúncia do presidente Jânio Quadros em 1961, votou contra a Emenda Constitucional nº 4, que implantou o sistema parlamentarista de governo, sob o qual foi empossado o vice-presidente João Goulart.

Interrompeu o mandato em setembro de 1961, quando foi nomeado ministro da Saúde do governo de João Goulart (1961-1964). Esteve à frente da pasta até junho de 1962, quando retornou à Câmara. Em outro plano, seja ocupando mandato federal ou não, são grandes referenciais políticos como o abolicionista José Mariano, o senador José Ermírio de Moraes, os ex-governadores Etelvino Lins, Barbosa Lima Sobrinho e Agamenon Magalhães.

Conde da Boa Vista, Cruz Cabugá, Rosa e Silva, Estácio Coimbra, Dantas Barreto, José do Rego Maciel, Francisco Julião, os irmãos Suassuna, Armando Monteiro Filho, Francisco do Rego Barros, Miguel Arraes e tantos outros que escapam da minha memória deram a Pernambuco o status da sua vocação: gerar para o Brasil uma geração de benfeitores.

O vice dos sonhos – Homenageado por lideranças de todos os matizes, Marco Maciel era uma unanimidade pelo seu perfil conciliador.  Fernando Henrique Cardoso disse que teve o vice dos seus sonhos. Se somados os dias alternados em que governou de fato nos oito anos de governo de FHC, Maciel ficou mais de um ano na Presidência. Fernando Henrique lhe dedicou espaço em seu “Diários da Presidência — 1995-1996”, lançado em 2015. Em suas 936 páginas, o ex-presidente cita seu vice 122 vezes. Considerado um coordenador político, recebia discretamente levas e levas de políticos em seu gabinete, aliviando o presidente de desgastes desnecessários.

Mal de Alzheimer – A família não divulgou a causa mortis de Marco Maciel, mas o ex-senador perdeu a vida pelas consequências nefastas do Mal de Alzheimer. Após deixar a Vice-Presidência, Maciel seguiu na política até 2011, quando terminou o mandato de senador pelo DEM. Com 20 anos no Senado em dois períodos, sua derrota na última tentativa de reeleição foi como um prenúncio da doença. O que parecia uma depressão foi se agravando.

O início do isolamento – O diagnóstico correto de nada adiantou, mas preparou a família. Até 2014, a doença pouco o afetava, mas Ana Maria, agora viúva, percebeu que o marido não conseguia acompanhar conversas e não lembrava de fatos históricos. “Ele percebia o esquecimento e ficava constrangido. No fim de 2014, não quis mais sair [de casa], só para consultas e coisas corriqueiras”, contou. Como os cuidados especiais exigem o trabalho de uma equipe, o casal mudou do apartamento que possui em Brasília para uma casa alugada onde pudesse acomodar os cuidadores.

Uma ave rara  Junto com Michel Temer, Marco Maciel era um dos ex-vice-presidentes brasileiros ainda vivos. Só que ao contrário do sucessor de Dilma, Maciel jamais rompeu com o titular do mandato, nem tentou ir além de suas atribuições. Visto como uma figura protocolar pelos detratores, seu verdadeiro papel foi de conciliador e de correção. Nunca brigou com FHC, diferente de Itamar Franco, que rompeu com Collor, e José Alencar, peça decorativa de Lula. O atual de Jair Bolsonaro, Hamilton Mourão, já derrapou com as palavras algumas vezes. Maciel primava pela lealdade e jamais foi duro com o superior hierárquico acomodado na cadeira presidencial.

Amansou até ACM – Diplomático, o maior feito de Maciel é praticamente desconhecido. A ele é creditada a capacidade de conter o explosivo senador Antônio Carlos Magalhães (PFL/DEM-BA), que presidiu a Casa de 1997 a 2001. Ele também ajudou a dissipar o escândalo da pasta Rosa, que denunciava o financiamento ilegal de campanhas de aliados do governo. Seus críticos diziam que ele jamais se expunha. Durante os governos Sarney e Collor, o deputado Ulysses Guimarães (PMDB) afirmava que o senador Maciel era capaz de falar por horas sobre os assuntos mais complexos sem proferir nenhuma opinião ou se posicionar, mesmo sendo presidente do PFL.

CURTAS

Alternativa – Não era de todo verdade. Egresso do movimento estudantil no início dos anos 60, Marco Maciel entrou na Arena, partido de sustentação da ditadura militar, sendo eleito deputado estadual e federal. No ocaso dos militares, defendeu abertamente a volta da democracia e chegou a ser cogitado como alternativa civil à Presidência do general João Figueiredo (1979-1985).

O rompimento – Depois, Maciel rompeu com o PDS, sucessor da Arena, ajudando a criar o PFL, que se alinhou com Tancredo Neves contra Paulo Maluf na eleição indireta para suceder Figueiredo. Nessa época, era presidente da Câmara. Foi conservador, claro, mas nem de longe era omisso ou um mero cortesão político. É uma triste ironia que um mestre do diálogo tenha sido enclausurado no labirinto de sua mente deteriorada, chegando a morrer, justamente nesses tempos de tamanho embate político.

Perguntar não ofende: Marco Maciel será lembrado em logradouros públicos, a partir de agora, tanto como Eduardo Campos? 


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Bandeirantes 2021

13/06


2021

Em pré-campanha, Duque recebe apoio de prefeito

Serra FM

Pessimismo é uma palavra que foi riscada do dicionário do ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT) quando o assunto é a conquista de uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nas eleições do ano que vem.

Somando apoios a cada dia, o ex-prefeito petista vem abrindo seu leque da Região Metropolitana do Recife (RMR) ao Sertão do São Francisco e anunciou mais um apoio importante na região.

“O prefeito de São José do Belmonte, Romonilson Mariano, gestor competente que faz um grande trabalho, fechou apoio a minha pré-candidatura, bem como o ex-prefeito, Marcelo Pereira. Estou muito satisfeito e honrado com estes apoios”, declarou Duque, durante entrevista ao comunicador Francys Maya.

Ainda durante a entrevista, Luciano Duque ratificou que pretende priorizar a pauta municipalista na Alepe, caso seja eleito deputado, e brincou parafraseando o ex-vereador Pessival Gomes. “Serei o trator do Sertão, pode ter certeza”.


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Serra Talhada 2021

13/06


2021

Gonzaga entrega tratores para agricultores de Trindade

Agricultores familiares do município de Trindade foram beneficiados com dois tratores na última sexta-feira (11). Os veículos e os implementos agrícolas foram adquiridos com recursos de emenda parlamentar do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), que esteve no município para entregá-los às duas associações responsáveis.

O primeiro equipamento beneficiou a Associação dos Moradores do Sítio Alegre, que possui 80 associados, presidida por José Alves Delmondes, conhecido como Zeca de Messias. O ato de entrega do trator com grade e arado, contou com a presença dos suplentes de vereadores Lamarth Piancó e Jailson. 

Já a segunda máquina, com implementos agrícolas, grade e arado, foi entregue a Associação dos moradores da Mangueira, que possui 130 associados e tem como presidente o professor Jailson Franco de Lima, conhecido como Jailson da Mangueira. 

Gonzaga Patriota destacou que as associações poderão melhorar as atividades rurais dando mais eficiência ao processo produtivo. “Com o recebimento dos tratores e dos implementos agrícolas, as associações poderão melhorar as atividades rurais dando mais eficiência ao processo produtivo e aumentando a produtividade de vários segmentos. Além disso, os equipamentos vão ajudar muito os pequenos agricultores no preparo da terra, para que possam produzir e levar comida até a mesa da população”, disse o socialista. 

Ainda na sexta-feira (11), o parlamentar também esteve em Lagoa Grande, Santa Cruz da Venerada, Ouricuri, Bodocó, Araripina e Santa Filomena.

MARCO MACIEL – Gonzaga lamentou o falecimento do ex-vice-presidente Marco Maciel: “O Brasil perde um grande homem público, uma referência do diálogo com todas as forças da sociedade. À família e aos amigos, meus sentimentos neste momento de profunda dor.”


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

13/06


2021

Coutinho quer baratear habilitação para cinquentinha

O deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade-PE) apresentou o Projeto de Lei 1163/21, que determina que o candidato à obtenção de autorização para conduzir ciclomotor será dispensado de participar de cursos e provas teóricas e de prática de direção. Para esta autorização, será apenas exigido um requerimento por parte do futuro condutor.

Com isso, os pilotos de ciclomotores, popularmente chamadas de cinquentinhas, poderão reduzir os custos ao iniciarem os preparativos para conquistarem a Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC). “Antes, não existia essa necessidade para os ciclomotores. É uma resolução recente que decidiu que tivesse. Na verdade, a gente quer baratear o custo da habilitação para esse tipo de moto”, comentou Coutinho.

O ciclomotor é o veículo de duas ou três rodas cuja velocidade máxima de fabricação não exceda a 50 km/h. Hoje, para obter a ACC, é preciso ter pelo menos 18 anos e ser aprovado em exames psicológico, de aptidão física e mental e de prática de direção, além de conhecer as leis de trânsito. “Com a exigência da ACC, nas atuais condições, muitos pilotos adquiriram motocicletas e hoje não podem utilizá-las. Na verdade, nossa intenção é fazer com que essas pessoas continuem a ter a condição deste transporte que é muito útil”, completou o deputado.

De acordo com o parlamentar, em cidades do interior nordestino, esse tipo de transporte é de suma importância para a mobilidade da população com baixa escolarização e difícil condição econômica. “Isso vai a dois sentidos: baratear o custo e dar condição ao analfabeto funcional para que ele tenha acesso a esse tipo de veículo”, completa.

A proposta em análise na Câmara dos Deputados altera o Código de Trânsito Brasileiro. O texto prevê ainda que órgãos estaduais autorizarão a prática de direção de ciclomotores em dias, horários e locais definidos. O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O deputado Augusto Coutinho reforça que o projeto está aberto a discussões de órgãos reguladores, como Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e a sociedade em geral.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

13/06


2021

Radialista detona governador por situação da Saúde

O radialista Edson Silva fez duras críticas ao governador Paulo Câmara (PSB), na última terça-feira (8). A motivação do comunicador é a situação da Upae (Unidade Pernambucana de Atenção Especializada) Palmares, que, pelo estado de abandono, não pode receber pacientes (assista).

O desabafo de Edson Silva ocorreu durante apresentação de seu programa na Rádio Cidade 87,9 FM, de Palmares, na Mata Sul pernambucana. O comunicador chega a chamar o governador de "irresponsável" e profere alguns palavrões.

Edson Silva cita o caso de uma pessoa diagnosticada com o novo coronavírus em Tamandaré, cidade do Litoral Sul do Estado, que teve de ser internada no Recife por falta de leitos na região.

O próprio radialista já esteve acometido com a Covid-19 e lembrou que foi internado no Hospital Regional de Palmares, onde, segundo ele, 100% dos leitos estão ocupados. "Passei duas madrugadas numa cadeira de plástico de bar", relatou.


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Comentários

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

O Radialista não tem razão em reclamar. A saúde de PE sempre foi perfeita, melhor até que a dos EUA. Imagina que o governador viu que nem precisavamos de hospitais de campanha e desativou os poucos que montaram com dinheiro federal!

Mesquita

A culpa é de Bolsonaro que protelou a compra da vacina, por isso todo esse problema.