Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes

12/06


2021

Pacheco presta condolências à família de Marco Maciel

O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), divulgou nota de pesar pela morte do ex-senador e ex-vice-presidente da República Marco Maciel, aos 80 anos, hoje. Leia abaixo:

"Nota de pesar

É com tristeza que recebo a notícia, neste sábado (12), do falecimento de Marco Maciel, que foi governador de Pernambuco, senador e vice-presidente da República no governo Fernando Henrique Cardoso. O pernambucano lutava há sete anos contra o mal de Alzheimer. Sua partida inflige enorme perda para a política brasileira e a arte da conciliação. Meus sentimentos à sua família, amigos e admiradores.

Senador Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso Nacional"


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Petrolina abril 2021

12/06


2021

Familiares e amigos se despedem de Marco Maciel

O corpo do ex-senador e ex-vice-presidente da República Marco Maciel foi enterrado no fim da tarde de hoje, na Ala dos Pioneiros do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Antes disso, parentes e amigos mais próximos participaram de uma cerimônia de despedida no Salão Negro do Congresso Nacional. 

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), terceiro-secretário do Senado, representou a Mesa Diretora do Senado no velório. A Câmara dos Deputados foi representada pelo deputado Hiran Gonçalves (PP-RR). Pela manhã, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), já havia divulgado uma nota de pesar em que manifestou tristeza e seus sentimentos aos familiares do político pernambucano. 

O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) também compareceu ao Salão Negro, lamentou a perda e disse que Marco Maciel foi um exemplo de homem público: " Ele está fazendo falta neste momento de radicalismo de direita e de esquerda. A gente precisa realmente ter uma compreensão melhor do que ele fez. Foi um vice-presidente que colaborou muito com o país e que prestou muitos serviços. É uma perda muito grande, mas temos agora seu legado de uma pessoa conciliadora, correta, que sempre pensou no Brasil. Vai ficar para nós como exemplo de homem público".

Espírito conciliador 

A urna com o corpo chegou à sede do Parlamento brasileiro pouco depois das 14 horas e foi carregada por soldados dos Dragões da Independência, unidade militar que cumpre o papel simbólico de guarda do presidente da República. O arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa, comandou a cerimônia do velório ao lado do Frei Donald, da Paróquia Santo Antônio, e de outros padres. 

O arcebispo destacou que uma das heranças do ex-senador será a valorização do diálogo, que se torna ainda mais importante numa época em que a sociedade brasileira nunca esteve tão polarizada. "Marco Maciel deixou um legado de diálogo. Era um homem que tinha seu partido, mas era capaz de conversar, com uma visão maior na busca do bem comum. Eu diria que ele deixou o legado de um autêntico político", disse Dom Paulo. 

Ao falar sobre a vida pessoal do ex-senador, o arcebispo lembrou que Marco Maciel teve formação jesuíta e que sempre teve a fé como centro de sua vida. " Ele nunca negou a sua crença, sempre foi um católico praticante e que pautava sua vida pública no alicerce da fé. Os grandes prédios precisam ter um alicerce consistente, e ali estava uma cultura de valores e comprometimento com o bem", concluiu. 

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o país deve homenagear Maciel neste momento em que há tanta discussão sobre o fortalecimento da democracia. " Sem dúvida, foi um construtor da transição e nos permitiu chegar a um porto seguro. Teve também trabalho importante na Constituinte de 1988 e foi um vice-presidente muito equilibrado. A democracia brasileira deve muito a ele, pois construiu a aliança democrática e foi um homem construtor de pontes e de consensos e por isso deixou sua marca ", afirmou o magistrado do STF.

Muito próximo a Marco Maciel, o senador pernambucano Jarbas Vasconcelos (MDB) não pôde estar presente. Durante a pandemia, o parlamentar tem permanecido no Estado. Em seu lugar, enviou o assessor Aristeu Plácido Júnior, que prestou condolências à viúva Ana Maciel.

"Fui ao velório do presidente Marco Maciel prestar minha última homenagem a este homem público de envergadura e sobretudo um pacificador. Construiu sua carreira política baseada em  princípios éticos, de conciliação e de fidelidade, hoje muito em falta na nossa República. O Marco de Pernambuco, como ficou conhecido, parte, mas nos deixa um legado altamente expressivo e que dever servir de exemplo para as novas gerações de políticos brasileiros. Que Deus o tenha", disse Aristeu.

Instituições 

Marco Maciel deixou três filhos e a esposa, Ana Maria Maciel, que falou rapidamente com a imprensa e fez questão de lembrar que o marido sempre se preocupou muito com as instituições republicanas brasileiras.

"Ele sempre falava que as pessoas passam, mas as instituições, não. Um dos últimos projetos apresentados por ele no Senado, em 2007, já tratava exatamente dos preparativos dos 200 anos da Independência do Brasil, que vai ser em 2022. Naquela ocasião, algumas pessoas já perguntaram o porquê de tanta pressa e ele dizia: "Se deixarmos para ultima hora ficará mal feito. Temos que pensar o quanto antes os destinos do nosso país", recordou. 

Também estiveram presentes no velório os senadores Chico Rodrigues (DEM-RR), Marcos Rogério (DEM-RO) e o ex-senador Edison Lobão.

*Com informações da Agência Senado


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Ipojuca 2021

12/06


2021

Integração FM presta homenagem a Marco Maciel

"Nossa homenagem ao ex-vice-presidente da República, Marco Maciel, que faleceu neste sábado (12), em Brasília, aos 80 anos, por complicações do Alzheimer. Marco Maciel manteve ligação muito próxima com os sócios-fundadores da Rádio Integração FM, o deputado federal Gilson Machado, o deputado estadual Geraldo Barbosa e o prefeito de Surubim Humberto Barbosa, sempre atendendo aos pleitos que lhe eram apresentados para a população da nossa região. A sua mais destacada ação na cidade foi a implantação do abastecimento de água. Por tão importante obra, o prefeito à época Antônio Barros, determinou a instalação de um busto, do então governador Marco Maciel, na Praça Dídimo Carneiro, no Centro de Surubim. Os nossos sentimentos à família enlutada.

Fábio Barbosa
Diretor da Rádio Integração FM"


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Caruaru

12/06


2021

A morte de Marco Maciel, voz da moderação

Por Heron Cid*

“Buscar sempre, entre aquilo que nos separa, aquilo que nos pode unir. Se queremos viver juntos na divergência, princípio vital da democracia, estamos fadados a nos entender".

A frase de Marco Maciel, que morreu nesta manhã no Recife (PE), aos 80 anos, pelas complicações de Alzheimer, cala fundo nesse desafiador momento de cólera que vivemos no Brasil.

Ou pelo menos deveria. Ex-vice presidente da República (na Era FHC), senador, deputado federal, o pernambucano era um dos mais lúcidos e respeitados políticos do seu tempo.

Foi um papa da moderação e do equilíbrio.

Tudo que está em profunda escassez no deserto da vida pública brasileira de hoje em dia.

Na ironia desses tempos, a voz eloquente do diálogo morre. Não parece coincidência.

*Jornalista


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12/06


2021

Relaxe no São João em clima de Paixão de Cristo

Sem realizar a Paixão de Cristo pelo segundo ano consecutivo, deixando o Nordeste, consequentemente, mais pobre culturalmente, o cenário do espetáculo da morte e ressurreição de Cristo em Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife, tem outro atrativo espetacular: a Pousada da Paixão, tocada pela família do meu amigo Robinson Pacheco, o Robinho.

Com a aproximação dos festejos juninos sem aglomerações, devido à pandemia, Robinho está promovendo uma excelente oportunidade para quem sonha em conhecer Nova Jerusalém e seu maior teatro ao ar livre do mundo: um pacote bem em conta de fim de semana na Pousada da Paixão, que fica dentro do teatro.

O hotel é maravilhoso. É lá que se hospedam os grandes astros globais da Paixão de Cristo. Tem apartamentos confortáveis, piscina e uma comida de dar água na boca. Mais do que isso, o tratamento personalizado do meu amigo Robinho, gente da melhor qualidade.

Ele é filho de Plínio Pacheco, fundador da cidade-teatro de 100 mil metros quadrados, o que considero uma das sete maravilhas do mundo.

Você ainda está em dúvida?


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CABO

12/06


2021

Dr. Marco Antônio Maciel

Por Reginaldo Valença*

Hoje Pernambuco amanheceu triste. Hoje Pernambuco amanheceu política e culturalmente mais pobre. Faleceu esta madrugada o maior pernambucano do século vinte, nosso Governador, Deputado, Ministro, Senador, vice-Presidente Marco Maciel.

Estadista com nenhum dos que vim a conhecer em minha vida, empreendedor e, sobretudo, um homem sério, honesto, adjetivo este último que muito raramente se pode impingir aos políticos que conheci ao longo dos meus sessenta anos de vida. Guardo este adjetivo para pouquíssimos homens públicos a quem conheci. A ele, no entanto, utilizo sem nenhum receio de errar e, ainda, com bastante orgulho.

Você, Marco Maciel, fez-me sentir orgulhoso de ser pernambucano, fez-me sentir vaidoso com a política pernambucana, ao contrário do sentimento que carrego hoje, quando olho para meu sofrido Estado e vejo apenas mediocridades e corruptos, ao menos por parte dos que veem dominando nosso torrão nos últimos vinte anos.

Na minha opinião, Marco Maciel foi o grande incentivador do Porto de Suape. Muito reclamam para si a paternidade, mas Marco Maciel foi o grande incentivador.Como vice-presidente, manteve a discrição, mas não a forte atuação em prol do bom andamento de nossa democracia. Teríamos, já naquela época, talvez nos tornado uma republiquetazinha socialista, caso a atuação de Marco Maciel não fosse firme em defesa da democracia. 

Morre pobre, coisa de outro mundo quando se trata de um político com mais de cinquenta anos de atuação. Foi assassinado politicamente pelo ladrão que então estava em moda, hoje politicamente superado, que, na ânsia de eleger aqui em Pernambuco outros de sua laia, atuou de forma desonestamente agressiva com o intuito de eleger “um certo excremento”. A doença que o levou, não tenho dúvidas, desencadeou-se por esta razão.

Na qualidade de pernambucano sério, honesto, cumpridor de minhas obrigações cívicas e, ainda, em nome de outros tantos outros que como eu viveu a época de seu assassinato, venho aqui, de pronto, pedir minhas desculpas ao povo brasileiro por instalar no Senado Federal vampiros em lugar de um homem tão correto como foi o Dr. Marco Antônio Maciel.

Minhas sinceras desculpas!

*Ex-assessor especial de Marco Maciel


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Comentários

Mesquita

A ameaça Socialista é uma versão do homem do (saco) voltada para adultos emocionalmente imaturos e intelectualmente limitados.


Bandeirantes 2021

12/06


2021

Ciro Gomes está vivinho da Silva

Por Marcelo Tognozzi*

Ciro Gomes está vivinho da Silva. Em menos de 1 mês praticamente dobrou de tamanho, saindo de 6%, em 12 de maio, para 10% em 9 de junho, registra a última pesquisa do PoderData. Tem a soma dos votos de Mandetta, João Doria e João Amoedo. Luciano Huck ainda aparece na pesquisa, embora tenha renovado seu contrato com a Globo e não trocará a segurança de um emprego milionário pelas incertezas da política.

Ciro tem feito uma campanha inteligente de uns meses para cá, depois do embarque do marqueteiro João Santana, transformado em réu pela turma de Curitiba e ainda obrigado a ostentar aquele incômodo adereço no tornozelo. Mas depois da desmoralização de Sergio Moro e do desmanche da Lava Jato levado a cabo pelo Supremo, o adereço de João virou um mero detalhe. Já não diferencia o justo do pecador.

A pesquisa PoderData mostra Lula perdendo votos no 2º turno –uma queda de 7 pontos em 2 meses na diferença para Jair Bolsonaro. Nesse retrato do momento, os números refletem a disposição de Bolsonaro para se manter em alta às custas de uma campanha permanente –embora sujeita a acidentes de percurso, como a casca de banana do relatório fajuto do TCU (Tribunal de Contas da União), mas com invejável capacidade de estimular seu eleitorado. No 1º turno, o presidente teria hoje 33% dos votos contra 31% de Lula.

Desde 1978 acompanho todas as eleições no Brasil. Vi Nelson Carneiro derrotar Sandra Cavalcanti e Vasconcelos Torres, candidatos dos militares, e não cantar vitória: “Só dá pra dizer que eu ganhei de verdade quando tomar posse como senador”.

Em 1982, Leonel Brizola arrancou lá de baixo e ganhou a eleição para governador do Rio com 34,1% dos votos, deixando na poeira Moreira Franco, Miro Teixeira e Sandra Cavalcanti. Em 1988, Jânio Quadros derrotou Fernando Henrique na disputa pela prefeitura de São Paulo e desinfetou a cadeira do gabinete, na qual dias antes o adversário posara para fotos.

Jaques Wagner ganhou a eleição para governador da Bahia em 2006 no 1º turno, com 52,8% dos votos e desbancando o favoritismo de Paulo Souto. Jurava que venceria no 1º turno e ninguém acreditava. Ainda naquela 2006, Geraldo Alckmin conseguiu a proeza de ir para o 2º turno contra Lula e perder a eleição com menos votos do que teve no 1º.

Os exemplos são muito e nada é definitivo na política e o caminho está aberto. Ciro escolheu difundir suas propostas em pílulas espalhadas pelas redes sociais e aplicativos de mensagens como Whatsapp e Telegram. Publica vídeos curtos e sem o menor pudor de meter o dedo na ferida, como no que chama Bolsonaro de traidor.

É forte na verve e na virtu, mas só isso não basta. Convive com a vulnerabilidade de ser um candidato com baixa audiência nas redes sociais, se comparado a Lula e Bolsonaro. Tem 1,2 milhão de seguidores no Twitter, outros 1,1 milhão no Instagram, 925 mil no Facebook e 285 mil no YouTube. É pouco.

Só no Twitter, Bolsonaro tem 6,7 milhões e Lula outros 2,5 milhões. Ciro vai precisar engrossar esse caldo, porque não existe mais campanha eficiente sem redes sociais. Elas são a chave da mobilização e da persuasão.

O problema de Ciro é a ansiedade; e talvez João Santana, como bom e hábil baiano, consiga descarregar um pouco essa pilha. Anda preocupado demais em mostrar ao respeitável público que é melhor que Lula e Bolsonaro, porque, como ele mesmo argumenta em um dos seus vídeos, “nunca me acusaram de ser corrupto e nem de ser incompetente”.

Ciro reconhece que errou no passado, pisou no tomate dando declarações machistas e, no mínimo, incômodas para sua então companheira Patrícia Pilar. Diz isso olhando nos olhos da sua atual cara metade Giselle Bezerra, como quem pede desculpas, alegando evolução, a maturidade transformando para melhor um homem de 63 anos. O fio desencapado de ontem virou o disjuntor de hoje. Será?

Ciro e seus 10% ainda não são uma novidade. Ele já teve essa intenção de voto no fim do ano passado. Poderá vestir o manto da novidade na medida em que consiga conquistar seu eleitorado alvo, os nem-nem, aqueles que não querem votar nem em Lula e nem em Bolsonaro.

Precisa transformar seus 10% de apoio numa corrente de mobilização, o que não é tarefa fácil, mas também nada tem de impossível. Bolsonaro e Lula se seguram na ponta às custas de um eleitorado freneticamente mobilizado, alimentado à base de palavras de ordem, atos de rua, muito barulho nas redes sociais e humor regado a memes para todos os gostos.

O perfil eleitoral de Ciro revelado na pesquisa indica que ele tem uma maioria de eleitores homens –entre eles, chega a 12%; contra 9% das mulheres. O grupo mais denso dos seus apoiadores reúne eleitores entre 25 e 59 anos, pessoas em idade produtiva e integrantes da maior parcela do eleitorado. É mais popular no Centro Oeste e no Norte, regiões onde Bolsonaro tem alta performance.

Isso chama a atenção, indicando que, neste momento, Ciro pode estar beliscando Bolsonaro onde ele é mais forte. Embora tenha mais votos entre os eleitores com ensino fundamental (11%), Ciro consegue 21% entre os que ganham de 5 a 10 salários-mínimos, empatado com Lula, que ali guarda 23% das preferências.

Ciro nasceu por acaso em Pindamonhangaba (SP). É cearense de corpo, alma e DNA. De paulista mesmo só a certidão de nascimento. O Ceará é um estado que nos deu 2 presidentes sem votos: José Linhares e Humberto de Alencar Castelo Branco. O 1º chegou lá pela sorte de estar comandando o Supremo Tribunal Federal em 1945, quando Getúlio foi deposto. Os militares decidiram que ele ficaria na presidência até a posse do vencedor das eleições de 2 de dezembro de 1945.

Morou no Catete por 3 meses, deslumbrou e virou piada: entrou Linhares e saiu Res, porque perdeu a Linha, tantas foram as sinecuras distribuídas a amigos e parentes. Castelo liderou o golpe de 1964, derrubou João Goulart e inaugurou o regime militar. Presidiu o país de 1964 a1967 e morreu num acidente de avião 4 meses depois de deixar o poder.

Vivo e precisando de uma alquimia capaz de deixá-lo ainda mais vivo, com seus 10% virando 20% ou até 30%, Ciro tenta furar o bloqueio e entrar no jogo comendo pelas beiradas. Precisará de muito fôlego, paciência e perseverança para crescer e chegar em outubro de 2022 vivinho da Silva, sobrevivente de uma campanha que se insinua violenta em todos os sentidos.

E se Deus quiser e o padre Cícero ajudar, provar o gostinho de entrar para a História como o 1º político do Ceará a virar presidente pelo voto popular.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no Poder360.


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Serra Talhada 2021

12/06


2021

OAB lança nota de pesar pela morte de Marco Maciel

"NOTA

A OAB-PE lamenta a morte do ex-vice-presidente da República, ex-senador e ex-governador Marco Maciel, uma referência de homem público que marcou a história política do nosso estado e que honrou as melhores tradições de Pernambuco. 

Marco Maciel esteve presente em todos os momentos importantes da política pernambucana e brasileira entre as décadas de 1960 e 2010, sempre com atuação discreta, conciliadora e marcante.

"A melhor definição para Marco Maciel é que ele sempre foi artífice do entendimento. Um homem público que sempre foi claro em suas posições, mas nunca deixou de dialogar com todos os campos e atores políticos, perfil que faz muita falta nos dias atuais", afirma o presidente da OAB-PE, Bruno Baptista."


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

12/06


2021

Governo de SP autua Bolsonaro por não usar máscara

O governo do Estado de São Paulo autuou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por não usar máscara e provocar aglomeração em ato político junto a motoqueiros, chamado de “motociata”, na capital paulista hoje. O valor da autuação é de R$ 552,71. As informações são do Poder360.

O governo de João Doria (PSDB) – adversário político do presidente – tomou a mesma providência que o governo do Maranhão, que autuou Bolsonaro por provocar aglomeração.

De acordo com a nota da assessoria do governo paulista, o presidente e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, seu filho, foram flagrados por equipes da Saúde e Segurança Pública sem máscara. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, também foram autuados no valor de R$ 552,71 para cada.

O governo do Estado disse que os três desrespeitaram as medidas preventivas já conhecidas contra a covid-19. O uso de máscaras é obrigatório no Estado de São Paulo desde maio de 2020.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

12/06


2021

Bolsonaro passeia de moto e causa aglomeração em SP

O presidente Jair Bolsonaro participou, hoje, do ato político “Acelera para Cristo”, que ficou conhecido como “motociata”. Milhares de motociclistas percorrerão 129 km e passarão por 14 pontos. As informações são do Poder360.

Sem máscara, o presidente provocou aglomeração e cumprimentou apoiadores. Segundo Jackson Vilar, organizador do evento, o ato é a favor do presidente Jair Bolsonaro, em defesa do “voto auditável”, e a favor da médica Nise Yamaguchi e “todos os médicos que sofrem ataques da esquerda”. 

A deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)  afirmou que o livro Guinness Book, que registra recordes, estava “de olho” no ato, que, de acordo com ela, pode ser o maior da história. Também disse que a “motociata” é em homenagem a Jesus e servirá para arrecadação de alimentos e para enaltecer a “liberdade“.

Saiba quais são os pontos do percurso:

Avenida Olavo Fontoura;
Praça Campos de Bagatelle;
Avenida Santos Dumont;
Avenida do Estado;
Ponte Governador Orestes Quercia;
Marginal Tietê;
Rodovia Bandeirantes (trevo km 62);
Marginal Pinheiros;
Ponte Engenheiro Ari Torres;
Avenida dos Bandeirantes;
Corredor Norte-Sul – Avenida Rubem Berta;
Avenida Pedro Álvares Cabral;
Praça Armando de Sales Oliveira;
Praça Ibrahim Nobre (Obelisco).


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Comentários

Mesquita

Motociata de Bolsonaro cercado por 6.300 PMs assim é bom, quero vê-lo nos debates.

Wellington Antunes

Quem quer saber de Guiness Book? Grande bosta! O povo quer é vacina que o governo desse genocida não providenciou em tempo hábil e hoje alcançamos o triste record de quase 500 mil mortes. Triste recorde, isto sim.


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