Jaboatão vai conquistar você

22/01


2022

Janones, o candidato inesperado

Por Marcelo Tognozzi

Os nem-nem, que não querem nem Bolsonaro e nem Lula, estão começando a apalpar um candidato para chamar de seu. É o que revela a última pesquisa PoderData sobre a sucessão presidencial.

André Janones, 37 anos, deputado mineiro de 1º mandato pelo Avante, chegou à Câmara a bordo de 178 mil votos depois de uma campanha de R$ 60 mil feita pelas redes sociais. Sem fazer campanha, ele está empatado com o governador João Doria e 1 ponto atrás de Ciro Gomes.

Magro, 1,70m, fala simples e fácil de entender, Janones conquistou algo raro na política destes nossos tempos de fake news: credibilidade. Faz suas lives explicando com linguagem simples, direta e retumbante tudo sobre o auxílio emergencial e coisas que mexem com o dia a dia do cidadão. No Facebook são 7,9 milhões de seguidores, 128 mil no Twitter e 2 milhões no Instagram.

Janones tem linha direta com o Brasil profundo do celular pré-pago e pacote do

Facebook ilimitado. Por isso, tanta audiência nesta rede social. Sua conversa é um papo reto com o brasileiro invisível nas metrópoles, mas que faz a diferença no interior. Nada a ver com candidatos folclóricos como Cabo Daciolo ou Enéas. Muito menos se parece com Marina Silva, política com bom trânsito na elite paulista, queridinha das ONGs internacionais e dos ecologistas.

Num dos seus vídeos sobre reajuste do salário mínimo, feito em setembro e com 5 milhões de visualizações, Janones afirma com todas as letras que a imprensa está mais preocupada em entreter o cidadão do que em informar. Num país onde o jornalismo de opinião prevalece sobre o jornalismo da informação, a falta de credibilidade é uma amarga realidade.

Para milhões de brasileiros sofridos com a queda na qualidade de vida, desemprego e dependentes da ajuda do governo por causa da pandemia, Janones conseguiu ser alguém em que se pode confiar. Este fenômeno é notável num país acostumado a desacreditar dos políticos em geral e dos congressistas em particular. Ele conversa com o eleitor num ritmo e numa linguagem jornalística capaz de prender a atenção e ao mesmo tempo fazer as pessoas pensarem. Faz isso por puro instinto. Não ataca nem Lula e nem Bolsonaro. Fala de e para um Brasil que não sai na grande mídia.

A coisa chegou a tal ponto, que numa live do presidente Bolsonaro no fim de 2021, na qual ele tratou do auxílio, teve gente postando nos comentários coisas do tipo: “está tudo muito bom, tudo muito bem, mas realmente eu preferia ouvir a confirmação do Janones, que ainda não falou no assunto”.

Clique no link disponível e confira o artigo na íntegra (https://www.poder360.com.br/opiniao/janones-o-candidato-inesperado/)


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Comentários

Joao

É deslumbrar uma nova eleição para oportunistas surgirem!


Caruaru - Jan 2022

22/01


2022

Duque comemora início das obras do Senac Serra Talhada

O ex-prefeito de Serra Talhada Luciano Duque sempre foi um entusiasta da atração de investimentos para o município e também é um dos responsáveis pela chegada do Sesc e Senac no município. Desde o início do seu governo, em 2013, Duque foi parceiro das entidades empresariais e do Sistema Fecomércio, viabilizando os terrenos para que esses importantes equipamentos chegassem ao município de Serra Talhada.

“É com muita alegria que hoje concretizamos um sonho, um sonho sonhado lá atrás por todos nós”, disse Duque, durante a assinatura da Ordem de Serviço para início das obras da unidade. Luciano disse ainda que a parceria com o Sindcom, presidido pelo empresário Francisco Mourato, e com a CDL, hoje presidida por Maurício Melo, resultou em bons frutos para o município. “Aqueles que plantam boas sementes colhem bons frutos”, enfatizou, finalizando com a frase que mais expressou no seu segundo mandato: “o futuro é aqui”.

De acordo com o presidente da Fecomércio, Bernardo Peixoto, o Sesc Serra Talhada deverá ser inaugurado em no máximo 90 dias. Já as obras do Senac serão iniciadas de imediato.


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Cabo - Pavimentação e Drenagem

22/01


2022

PSOL-PE apresenta pré-candidatos para o Governo e Senado

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) realizou, hoje, a Conferência Eleitoral que escolheu, por 73% dos votos, o nome de João Arnaldo para a disputa do Governo de Pernambuco e o de Eugênia Lima para o Senado Federal.

O processo de escolha contou com ampla participação da militância do partido desde dezembro de 2021, com a realização de quatro debates que abordaram a conjuntura política, saúde, educação, moradia, soberania alimentar, economia, entre outros diversos temas importantes para construção de uma alternativa popular de esquerda para o estado e país.

A Conferência Eleitoral foi formada por todas as forças que compõem o partido, fortalece a democracia partidária e representa a instância legítima da legenda para conduzir esta etapa do futuro processo eleitoral. Foram 100 conferencistas, respeitando a correlação de forças presentes no PSOL, de acordo com o 7º Congresso, realizado no segundo semestre do último ano. Na ocasião, também foi apresentado o pré-programa resultante dos debates programáticos e a defesa dos nomes para a escolha da chapa majoritária.

"De forma democrática e inclusiva chegamos ao nome do companheiro João Arnaldo por entender que ele representa bem o conjunto do partido. Com experiência e competência João vem de longa militância, sabe o direcionamento do partido e os anseios da população. Ficamos felizes com a escolha e agradecemos a participação do companheiro Ivan Morais, que de forma brilhante também defendeu seu ponto de vista durante os debates internos", frisou o presidente do partido, Tiago Paraíba, lembrando que agora, o próximo passo é cair em campo para mostrar à sociedade as pautas e propostas do partido.

"É uma grande responsabilidade representar nosso partido nesta jornada dura que é a pré-candidatura ao Governo de Pernambuco. Parabenizo o companheiro Ivan Morais, por quem tenho grande admiração e orgulho de compartilhar a mesma luta. Vamos dialogar com os demais partidos de esquerda entorno de uma frente política contra o bolsonarismo e seus aliados da velha direita e contra os retrocessos do PSB de Pernambuco", frisa João Arnaldo. 

Para Eugênia Lima, que se coloca pela segunda vez à disposição do partido para a disputa do Senado, será uma honra participar do pleito e poder ajudar a construir uma alternativa política de esquerda em Pernambuco. "Estamos em busca de um Pernambuco melhor para se viver. A sociedade precisa de respostas, e a gente tem condições políticas de oferecer isso", fala Eugênia.


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Petrolina Dezembro 2021

22/01


2022

A verdade sobre a origem do sapo barbudo

Por José Nivaldo Júnior

Brizola era um mestre na arte de botar apelidos e criar carimbos. Ele era o seu próprio marqueteiro. Brizola improvisava magistralmente. Em 1982, na sua primeira eleição para Governador do Rio de Janeiro, no debate da Globo, chamou o oponente Moreira Franco, jovem, mas já com a cabeleira bem grisalha, de Gato Angorá. Pegou até hoje.

Em 1989, na campanha presidencial, chamou Fernando Collor de filhote da ditadura. Collor ganhou, subiu a rampa do Palácio do Planalto, o apelido subiu junto.

O mais famoso dos seus apelidou perseguiu Lula durante muitos anos: "Sapo Barbudo". No segundo turno de 1989, nas eleições presidenciais de 1994 e 1998, Lula foi castigado por ele. Volta e meia, alguém chacoalhava: como diz Brizola...

Foi um momento muito doloroso nas nossas vidas. Brizola largou na campanha presidencial como favorito. Era o líder das pesquisas. Até ser atropelado pelo fenômeno Fernando Collor e passar para o segundo lugar. A distância não era grande. Era tido como certo no segundo turno. Mais de 10 candidatos disputando, a maioria do campo progressista. A tendência era que esses votos de Lula, Ulisses Guimarães e Mário Covas, principalmente, viessem para Brizola. Ele mesmo se acomodou um pouco, confiando no que todo mundo dizia: no segundo turno Brizola ganha de lavada.

Eis que seguia a apuração conforme o figurino, Collor em primeiro, mas não muito longe, Brizola em segundo. Lula nos calcanhares, mas em nenhum momento ameaçando ultrapassar.

Por uma dessas armadilhas da História, que são "teoria da conspiração" mas existem, a apuração em Minas Gerais travou. Travou, parou a contagem, o que houve o que não houve, virou a noite, virou o dia, nada. Quando voltou, dias depois, Lula tinha recebido uma avalanche de votos, por coincidência nas urnas paralisadas. Totalmente diferente da cantiga das urnas, no país e na própria Minas Gerais. Passou Brizola por um cabelinho de sapo, sem trocadilho, e foi para o segundo turno.

Perplexidade geral. A grande expectativa era como Brizola reagiria. Ele já tinha sido vítima de uma tentativa de fraude armada, entre outros, pelo Ibope e pela Rede Globo, na eleição do Rio, em 1982. Desmontou a fraude graças a uma combatividade sem limites e com o apoio de empresas da tecnologia do computador, então nascente.

Esperava-se que ele partisse com tudo para desmoralizar a armação. Mas não. Para aumentar a perplexidade ele convocou a imprensa. Fez da pequena escadaria de acesso ao seu edifício um palanque improvisado. Eu estava colado no seu ombro, privilegiado papagaio de pirata. Deve existir um registro fotográfico do momento nos arquivos de algum jornal. Ouvi perfeitamente e lembro claramente a frase que ele disse, após anunciar apoio a Lula: "Vamos fazer a burguesia engolir esse sapo barbudo".

No outro dia, a manchete foi: Brizola chama Lula de Sapo Barbudo.

Fica o reparo para algum historiador detalhista. Registro de uma testemunha ocular e auricular, com boa memória, ainda, apesar de 32 anos terem se passado.

Para os íntimos, Brizola justificou sua decisão de aceitar a fraude sem reagir. Argumentou que uma briga pela vaga, naquele momento, fragilizaria a esquerda, criaria ressentimentos, era fazer o jogo da direita.

Mais uma prova da grandeza com que enxergava a política.

Ele, mesmo com as ressalvas que fazia a Lula, se empenhou no segundo turno com uma disposição que não teve consigo mesmo no primeiro turno.

Transferiu para Lula cada um dos sufrágios das estrondosas votações que tinha alcançado no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. Fazendo jus ao slogan, que adotei, mas alguém criou, "Quem conhece Brizola, vota em Brizola". Foi a vez de Lula sofrer sabotagens. Perdeu.

No ano seguinte, Brizola teve, na eleição para governador do Rio, uma das maiores votações percentuais de todos os tempos.

Na festa da posse, Fernando Lyra, Marcelo Teixeira e eu estávamos lá. Desse momento glorioso, tenho o registro fotográfico.


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22/01


2022

Prédio do Diário será restaurado

Da coluna de João Alberto

Ao reassumir a Casa Civil do governo do Estado, José Neto vai autorizar o início da licitação das obras de recuperação do antigo prédio do Diário de Pernambuco. O espaço histórico vai ser sede do Arquivo Público Estadual, destinação original quando o edifício foi comprado. As obras vão ser coordenadas pelo diretor do arquivo, o jornalista Evaldo Costa, que trabalhou no prédio, como editor do nosso jornal,


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Arcoverde janeiro 2022

22/01


2022

O chá de cadeira que Brizola me deu

Se o líder político brasileiro Leonel Brizola estivesse vivo, completaria 100 anos neste 22 de janeiro. Em razão do seu centenário, reproduzo abaixo um dos textos do meu livro “Histórias de Repórter”, lançado em 2017. Na crônica, eu descrevo o fato que ocorreu em 1994, quando saí de Brasília onde morava e fui entrevistar Brizola no Rio de Janeiro. A entrevista aconteceu após um chá de cadeira de mais de 10h, porém rendeu uma boa manchete e a primeira página no Diário de Pernambuco. Confira!

“Em 1994, quando Brizola disputou pela segunda vez a Presidência da República, tentei, durante três meses, uma entrevista exclusiva com ele. Meu contato era o então deputado Brandão Monteiro, de quem me aproximei em Brasília. Brizola era o tipo de personagem política que fascinava qualquer arguto repórter.

Com sotaque gaúcho forte e expressões dos pampas que cultivou ao longo da sua vida, Brizola tinha uma marca registrada de retórica inflamada. Não perdia oportunidade para criar caricaturas verbais de seus oponentes. Chamou Lula de “Sapo Barbudo", Paulo Maluf de “Filhote da Ditadura” e Moreira Franco de “Gato Angorá”.

Era um orador carismático, de frases implacáveis, capaz de provocar reações fortes nos adversários. Tinha fama de brigão e brigou até com a Rede Globo. Minha intenção era fazer provocações sobre a sua relação conflituosa com Miguel Arraes, aliado histórico na resistência ao golpe militar de 1964,

Símbolos da luta contra a repressão, Brizola e Arraes foram cassados. Arraes, como governador, Brizola, deputado federal pelo Rio. Brizola se exilou no Uruguai e nos primeiros anos defendeu a luta armada. Arraes exilou-se na Argélia. Com a anistia no final dos anos 70, ambos voltaram gloriosos.

O que se dizia é que Arraes e Brizola, embora com posições convergentes, nunca se entenderam porque tinham o mesmo projeto no exílio: voltar ao Brasil, governar de imediato os seus Estados para em seguida tentar a Presidência da República. Neste sentido, Brizola foi mais bem sucedido, porque se elegeu governador do Rio logo em 1982, enquanto Arraes teve que esperar quatro anos, atropelado pela candidatura de Marcos Freire, em 82.

As mágoas de Brizola ganharam um capítulo especial quando em 1989, na primeira eleição presidencial após a reabertura política, já com o mandato de governador no papo, Arraes apoiou à candidatura de Lula. Brizola fez de tudo para ter Arraes em seu palanque e alimentou a esperança até o último segundo da prorrogação, até porque era a forma de adentrar no Nordeste com força.

Em 1994, Brizola tenta a sua segunda cartada para presidente, após renunciar ao mandato de governador do Rio, e não consegue, mais uma vez, atrair Arraes ao seu palanque. Certo dia, Brandão Monteiro me ligou confirmando a entrevista. De Brasília, decolei no primeiro voo para o Rio. Brizola morava numa cobertura em Copacabana.

Tomei um chá de cadeira de 10 horas para arrebatar a entrevista. Cheguei em seu prédio às oito da manhã e só fui recebido no cair da tarde. Mas valeu! Como iria falar para o Diário de Pernambuco, jornal de maior circulação no Nordeste, líder inconteste no Estado, Brizola pediu desculpas pela demora alegando que fora um dia amargo, onde teria descascado vários abacaxis.

“Vem cá, garoto, agora sou todo seu. Pode perguntar o que quiseres”, provocou.

Foi uma longa, maravilhosa e polêmica entrevista. Brizola destilou todo o seu veneno contra Arraes, confirmou suas mágoas por não contar com o seu apoio na disputa presidencial e, bom frasista, disse que Arraes implantou em Pernambuco o coronelismo do asfalto, depois de fazer suas considerações pessoais sobre a figura do desafeto: personalista, de posições nacionalistas duvidosas”.


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Serra Talhada 2021

22/01


2022

Gestão no Cariri da Paraíba atinge 96,6% de aprovação

A gestão do prefeito Dr. Augusto Valadares (DEM), em Ouro Velho, localizada no Cariri da Paraíba e distante 309 Km de João Pessoa, alcançou a marca de 96,6% de aprovação em seu primeiro ano. Os dados são de pesquisa realizada pelo Instituto Opinião, divulgada pelo Portal MaisPB.

Na pergunta aos 230 eleitores ouvidos pela pesquisa, apenas 1,7% dos entrevistados disseram desaprovar o modelo de gestão implementando no município, enquanto outros 1,7% não sabem ou não quiseram responder ao questionamento.

A administração municipal é ótima para 54,3% das pessoas ouvidas pelo Instituto Opinião, 40,9% consideram boa, 3,5% classificam o governo como regular, 0,4% atribuem uma avaliação ruim e nenhum dos entrevistados analisou como péssima.

Nota de avaliação

O Instituto Opinião pediu à população uma nota (de 0 a 10) sobre o trabalho desenvolvido pela atual gestão: 66,1% atribuíram nota 10, 14,8% deram 8 e 13,5% conferiram 9. A média geral ficou em 9,4. Augusto Valadares venceu as eleições de 2020 com 84,41% dos votos válidos.

Histórico de avaliação

Em outubro do ano passado, pesquisa do Instituto Opinião, divulgada no Portal MaisPB, identificou aprovação de 95,7% em relação à gestão de Ouro Velho. Antes, em abril nos 100 dias de governo, a avaliação identificada foi de 95,2%. A mais nova sondagem amplia o índice para 96,6%.

Dados técnicos

A pesquisa foi realizada no último dia 17 de janeiro deste ano e ouviu 230 eleitores da sede do município e zona rural. Foram eles: bairros Alto do Chorão, Antônio Cordeiro de Sousa, Boca do Sapo, Centro, José Mariz, Mutirão e Vila Mabel. E com os moradores da zona rural nas seguintes localidades; Alto dos Pedros, Balanço, Boa Vista dos Barões, Boa Vista dos Nunes, Boa Vista dos Zuza, Balanço, Dependência, Olho d’Água de Baixo, Olho d’Água de Cima, Panto Leão, Pilões, Pitombeira, São Paulo dos Dantas e Xique-Xique.


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SESC - Férias de Janeiro

22/01


2022

BBB22: Fulô de Mandacaru cria paródia para participante

A banda Fulô de Mandacaru, vencedora da terceira temporada do "SuperStar", criou uma paródia para a caruaruense que está no BBB22, Eslovênia Marques. O trio de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, divulgou nas redes sociais, a torcida para o time da Eslô, através da música.

A participante de Caruaru no BBB22, Eslovênia Marques, tem 25 anos A modelo e estudante de marketing, nasceu em João Pessoa, na Paraíba, mas se considera pernambucana, por morar na Capital do Forró. Ela foi estudante de física, Miss Caruaru e Miss Pernambuco.

Já a banda Fulô de Mandacaru venceu o SuperStar em 2016. O grupo caruaruense conquistou a terceira edição do programa, que era apresentado por Fernanda Lima e tinha como jurados Paulo Ricardo, Daniela Mercury e Sandy. A última música apresentada e que conquistou 70% dos votos foi "São João de Outrora". Os vencedores do reality faturaram 500 mil reais, além de um contrato com a Som Livre.


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Bandeirantes novembro 2021

22/01


2022

Após enterro da mãe, Bolsonaro vai a lotérica apostar na Mega-Sena

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a Brasília, na manhã de hoje, após viajar a Eldorado, no interior de São Paulo, para acompanhar o velório e o sepultamento da mãe, Olinda Bonturi Bolsonaro, que morreu aos 94 anos, na madrugada de ontem. Antes, Bolsonaro foi a uma lotérica para apostar na Mega-Sena.

Bolsonaro viajou a Eldorado acompanhado da esposa, Michelle Bolsonaro, e de dois filhos: Flávio e Renan. O presidente chegou às pressas, após a interrupção de uma viagem internacional para o Suriname, de onde deveria seguir para a Guiana.

Neste sábado, por volta das 9h, Bolsonaro saiu da residência da família, onde passou a noite, falou com a imprensa e com alguns moradores. Ele estava acompanhado do filho Flávio. Na sequência, o presidente e o filho foram a uma lotérica da cidade, perto das 10h15, para apostar na Mega-Sena.

Pouco depois, às 10h50, o presidente, a família e a comitiva presidencial embarcaram em dois helicópteros com destino ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde pegaram outro voo para Brasília, por volta das 12h30. Não há agenda oficial para este fim de semana.


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Comentários

Joao

Se após enterrar a mãe, ele foi jogar na lotérica, imagina o que ele faria na morte de um inimigo político!


Pousada da Paixão

22/01


2022

Ceará é destaque com projetos de energia

A redução de desigualdades e a ampliação do acesso dos pequenos produtores rurais a crédito serão os grandes focos dos projetos desenvolvidos pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) em 2022. Isso é o que afirma o superintendente da Sudene, general Carlos César Araújo Lima. E o Ceará faz parte desses planos, enfatiza. Nos grandes aportes dos fundos federais de desenvolvimento da Região, os projetos do setor de energia foram destaque em 2021. No Fundo do Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), 12 projetos cearenses receberam 38,5% de todo recurso aportado pelo funding no ano.

O superintendente destaca que a Sudene trabalha pela aprovação do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), que visa o planejamento de longo prazo para a Região. Araújo afirma que, ao ser aprovado, o PRDNE será o livro de cabeceira de todos que trabalham desenvolvimento regional no Nordeste nos próximos anos e, na sua gestão na Sudene, a análise de projetos já começa a levar em consideração essas diretrizes.

"Apoiamos entes privados, e temos dado prioridade a empresas que instalam negócios que mais beneficiem a comunidade dos municípios, que têm ações maiores aos municípios como contrapartida. Quanto mais elas contribuem, a prioridade dada é maior, assim como a possibilidade delas receberem financiamentos”, disse.

Quando falamos dos grandes projetos e atração de novos negócios para a Região, Araújo destaca as ações com incentivos fiscais e as iniciativas financiadas com recursos do Fundo do Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), em que o orçamento de 2021 foi R$ 3,06 bilhões. Segundo o superintendente, a ideia é que a Sudene também fortaleça seu papel de articuladora de investimentos na Região, mesmo que não envolva aplicação de recursos dos fundos federais.

Em relação ao FDNE, foram analisadas 81 consultas prévias, das quais 45 foram aprovadas no último ano. Destaque para os 12 projetos de empreendimentos de geração do setor de energia localizados no Ceará. De acordo com dados da Sudene, a perspectiva é de aporte total de R$ 2,04 bilhões no Estado através dos projetos, sendo R$ 1,18 bilhão oriundos exclusivamente do FDNE.

"No caso do FDNE, várias empresas estão instalando parques de produção de energias renováveis no Estado, e mantemos o foco nessas empresas de maior porte", enfatiza. Com relação aos projetos a serem desenvolvidos a partir da transposição do Rio São Francisco, o superintendente destaca que já há prospecções com empresas.

Araújo ainda ressalta que o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) definiu uma série de rotas produtivas, com as vocações de cada localidade da Região. "O objetivo é investir para que cada região desenvolva mais ainda o que ela já tem vocação em fazer. É aproximar dos pequenos produtores as indústrias que ficavam distantes e não tinham segurança para fazer investimentos no interior do Nordeste", concluiu.


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