Jaboatão

03/05


2021

PT volta a ocupar cargos na gestão Paulo Câmara

Integrante do núcleo petista mais próximo ao PSB e ao Governo, o ex-secretário de Saneamento do Recife na gestão Geraldo Júlio, Oscar Barreto, não foi esquecido pelo velho patrão. Ele vai assumir a coordenação da Gestão Fundiária de Suape, instituição atrelada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, pasta que Geraldo foi presenteado quando encerrou sua missão na Prefeitura.

Ouvido pelo blog, Oscar confirmou o convite, mas negou que sua volta ao Governo seja o start do realinhamento dos petistas ao Governo do PSB diante da janela aberta para uma composição nas eleições do próximo ano. "O presidente de Suape me convidou. Foi um gesto pessoal, nada a ver com a aliança PSB com PT", desabafou.

Acredite se quiser!


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Ipojuca 2021

03/05


2021

Bolsonaro e Lula buscam apoio de Sarney

Na véspera do início da fase de depoimentos na CPI da Covid e em meio a articulações de olho nas eleições de 2022, o ex-presidente José Sarney (MDB) passou a ser procurado na condição de interlocutor de alto nível pelo governo e pelo PT, maior partido de oposição. Além do papel central na CPI, o que preocupa o Planalto, o MDB tem a maior bancada do Senado.

Na terça-feira passada, o presidente Jair Bolsonaro esteve com Sarney em Brasília, no mais importante gesto de aproximação com o MDB, partido do relator da CPI, o senador Renan Calheiros (AL). O Palácio do Planalto está em alerta com a atuação de Renan, que mandou duros recados ao governo em seu primeiro pronunciamento após ser nomeado relator na comissão.

Como revelou o colunista do GLOBO Ancelmo Gois, Bolsonaro prestou continência para Sarney na entrada e na saída da reunião na semana passada. Durante a conversa, o presidente não mencionou o nome de Renan Calheiros, mas se queixou das dificuldades que enfrenta na Presidência da República.

Para o PT, a busca pelo ex-presidente José Sarney vem no contexto de uma sinalização ao centro. Em viagem a Brasília nesta semana, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende se encontrar com Sarney. Pessoas próximas ao maranhense dizem que o convite não foi formalizado, mas frisam que Lula e Sarney mantêm boa relação e costumam se encontrar.

Lula dá como certo o apoio de Renan Calheiros e Renan Filho nas eleições de 2022. Entretanto, Renan e Sarney, assim como diversos caciques do MDB, apoiaram o impeachment da presidente Dilma Rousseff em 2016, mas em seguida retomaram a relação com Lula. Enquanto esteve no poder, o petista desenvolveu uma relação de amizade com Sarney.

A presidente do partido, Gleisi Hoffmann (PR), ressaltou sua boa relação com alguns quadros emedebistas e disse que não descarta alianças nacionais com siglas fora do campo da esquerda.

O MDB se declara independente em relação a Bolsonaro. O partido abriga os líderes do governo no Senado e no Congresso, Fernando Bezerra (PE) e Eduardo Gomes (TO), assim como políticos mais próximos da oposição, como o próprio Renan Filho e o governador do Pará, Helder Barbalho, com autonomia para alianças regionais.


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Petrolina abril 2021

03/05


2021

CPI da Covid investigará falta de vacinas

Integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid decidiram investigar a ausência de vacinas para a aplicação da segunda dose da CoronaVac. Segundo levantamento do G1, ontem, oito capitais brasileiras suspenderam a aplicação da segunda dose devido a falta do imunizante.

A CPI da Covid foi instalada na última terça-feira no Senado Federal. A Comissão é responsável por apurar ações e omissões do governo federal e eventuais desvios de verbas federais enviadas aos estados para o enfrentamento da pandemia.

Nesta semana a CPI irá ouvir os ex-ministros e o atual titular da Saúde, senadores cobrarão explicações e soluções para a falha de planejamento da pasta.

O ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, será questionado porque não houve uma previsão confiável para a distribuição dessas doses.

“Isso evidencia uma total falta de planejamento. A CPI entrará nesse tema, tamanha a gravidade”, disse ao blog do Camarotti o senador Eduardo Braga (MDB-AM), integrante da CPI da Covid.

Já o ministro Marcelo Queiroga será cobrado a dar uma resposta rápida para a paralisia na vacinação de idosos que aguardam a segunda dose.

“O governo precisa dar uma resposta rápida a ausência de vacinas. Como não se previu um estoque para a segunda dose?”, reforçou o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (AP-Rede).


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Fernandes

Áudios vazados comprovam que o genocídio é um projeto de governo. Se o ministro sabe o que deve ser feito, se o exército, força à qual ele pertenceu, também o sabe, tanto que vacinou ou vacinará seu contingente, ao submeter-se aos desígnios do genocida Ramos torna-se cúmplice do projeto de extermínio em curso e deve ser chamado a depor na CPI do Genocídio para esclarecer os fatos, Pedro Simonard. Antropólogo, documentarista, professor universitário e pesquisador


ALEPE

03/05


2021

Lira diz que não há prazo para analisar pedidos de impeachment

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou, hoje, ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não é automática a análise de pedidos de impeachment do presidente da República e que não há prazo em lei para essa avaliação.

Segundo o deputado, esse exame deve levar em conta as conjunturas doméstica e internacional.

Lira se manifestou por determinação da ministra Cármen Lúcia, do STF, após um advogado recorrer da decisão dela que rejeitou uma ação para forçar o presidente da Câmara a analisar pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro.

Em abril, a ministra rejeitou a ação por questão processual e reforçou que a Constituição não fixa prazo para que o presidente da Câmara faça a análise de admissibilidade dos pedidos de impeachment.

Cármen Lúcia afirmou ainda que o Supremo tem entendimentos de que essa avaliação é política, não cabendo intervenção da Justiça. Diante de recurso, como é praxe nesse tipo de ação, a ministra determinou que Lira se manifestasse sobre os requerimentos do advogado.

No documento, Lira afirmou que a Constituição, a Lei 1.079, de 1950, que trata dos crimes de responsabilidade, e o regimento da Câmara, não estipulam prazo para a análise inicial dos pedidos de impeachment.

“É forçoso concluir que o exame liminar de requerimentos de afastamento do presidente da República, dada sua natureza política e em vista de sua repercussão em todo o sistema político nacional, não pode seguir um movimento automático, podendo e devendo esta Presidência ser sensível à conjuntura doméstica e internacional”, escreveu.


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03/05


2021

Sobre as crônicas de Magno Martins

Por Arnaldo Santos

Há críticos que julgam saber o que é bom e o que é mau, porque confundem sua cornetinha com o clarim da Fama. [Arthur Schopenhauer. Dantizig, 22.02.1788; Frankfurt, 21.09.1860].

Ao estimado consulente que experimentar o lance de ler estas despresumidas notações, peço, encarecidamente, que delas não espere alusões à insipidez da cornetinha ou ao excelente paladar literário do clarim da Fama, mencionado à epígrafe pelo Mestre germânico de O Mundo como vontade e como representação.

Sucede que, sem me arvorar de crítico ou exegeta desta Arte - o que jamais me seria dado fazer – configuro um simples leitor atento e cuidadoso, ao aproveitar os dotes de um escritor, ora com o fito da própria fruição, direta na pessoa, ora, e nas mais das vezes, visando a progredir, com as lições recebidas e descodificadas, feito um consultor enriquecido com aquilo de salutar originário de produções de qualidade, conforme sucede com este produto editorial, mais uma vez assinado pelo intelectual pernambucano Magno Martins. 

Evidentemente, na qualidade de receptor de mensagens por via de livros e demais suportes comunicacionais, há tanto tempo, aprendi a bem cindir o útil em relação ao ocioso, o veraz no concernente ao duvidoso, o real em face do aparente, o fluente em cotejo ao suplantado, e tantos outros pares de circunstâncias apropriadas bem ou mal pela atividade literária, à disposição do bom ledor, a fim de que as empregue ou rejeite, sem que o escritor, ad voluntatem, de caso pensado, o tenha forçado a aceitar ou sugerido banir do seu texto.    

Também, neste ensejo, dirijo escusas a quem vir este escrito por mais uma razão, expressa na ideia de eu não haver expendido quaisquer opiniões mais abertas e claras a respeito das vastas folhas expressas em 837 páginas de A Dor da Pandemia, tão inteligente, divina e literariamente refletidas pelo artista a mancheias sob escólio. O fato é que, como me demonstrou, certa vez, um escritor e amigo cearense, titular da Academia Brasileira de Literatura e Jornalismo, não é conveniente subtrair, de quem arrosta uma obra, o premier plat, [= primeiro prato, em francês] seu aperitivo de leitura, quando se antecipam as ideações autorais, seus teores e jeitos de escrever, conforme é usual se proceder, no Brasil, com as abas, prefácios e informações de quarta capa [SANTOS, Arnaldo. In DA SILVA et al, 2019].

Com efeito, pensadamente, deixei remansar ao talante dos consumidores desta produção a descoberta de peculiaridades, motes literoartísticos e entretons de que o Autor se serviu para redigir as maravilhosas narrações, nutridas de entusiasmo, graça, tristeza, pesar e profundez, segundo é passível de se comprovar neste espesso e literariamente gostoso volume, malgrado cuidar de tema funesto e malvado, que, ainda hoje, abril de 2021, experimentamos sob incontido assombro.

É consabido, decerto, pelos consumidores de trabalhos da dimensão deste, o fato de que a distinção e a delicadeza do gênero crônica – o que é plenamente verificável nestas centenas de páginas – respondem pela magia de atrair a maioria dos leitores, em particular se as peças são publicadas em jornais de papel de sábados e domingos, emprego atualmente um pouco à deriva, em virtude do resplendor da virtualidade informacional, nitidamente procurando desbancar a as comunicações de teor real, do jeito como aconteceu, à guisa de ensaio e sem sucesso, nos anos de 1950, com a televisão relativamente ao rádio do italiano Guglielmo Marconi e do Padre brasileiro Roberto Landell de Moura [COSTELLA, A. F., 1978].

Nos fins de semana, pois, conforme exprime o autor à frente, [...] os  cadernos se conformam, também, a matérias menos prosaicas, transpondo a trivialidade de notícias, reportagens, entrevistas e demais expedientes informacionais a suster o periodismo diurnal de nossas cidades. [MESQUITA, in RIBEIRO; MARQUES: 2021- aba 2].

Na esteira de sua reflexão, e com o objetivo de chamar a atenção do consumidor destas linhas para o valor do gênero sob comento, tem-se que o exercício da medida escritural conformada na crônica, [...] na sucessão temporal e aggiornamento in corso desta casta literária, é hoje postada numa mescla de conto com a poesia. Malgrado exercitada desde datas por demais recuadas, como adjutório dos relatos verazes e nobres, passou, nos Oitocentos, a ser móvel de atenção de escritores de nomeada, os quais ainda a desenvolvem à saciedade, para refletir, com perspicácia e em momentos propícios, a vida da sociedade, concernente às relações sociopolíticas, aos motos culturais citadinos e a muitos outros motivos a ensejarem conceitos. [IBIDEM].

Exprime, ainda, o articulista mencionado que, conforme os antecederam, num exemplo, no Brasil e em Portugal, [...] um Joaquim e três Josés – Joaquim Maria Machado de Assis, José Martiniano de Alencar José Maria Eça de Queirós e José Duarte Ramalho Ortigão, muitos renomeados compositores ensaiaram seu gênio inventivo via recursos da crônica, em folhetins e livros [...] exatamente a bitola assente pelo nosso escritor Magno Martins para levar ao lume o suntuoso conjunto de composições de A Dor da Pandemia.

A mim se afigura, ainda, oportuno expressar, en passant, [de passagem] a ideação histórica de que, tanto sob observação pessoal como no rastro da literatura atinente a esta matéria, a casta literária sob nota – nossa estimada crônica – continua empregada no exercício particular da imprensa jornalística brasileira, por meio dos jornais (diários), semanários e revistas, constituindo esta conjunção de expedientes informacionais um dos poucos mass media – ou até o único – a recorrer a esta medida compositiva, por via da qual – conforme de novo exprime Mesquita [...] obtiveram visão pública eminentes jornalistas patriais, hoje cultuados, como foram, dentre outros, Evaristo [Ferreira] da Veiga, Alcindo Guanabara, José [Carlos] do Patrocínio e Carlos [Frederico Werneck de] Lacerda.

Conforme guardo a certeza, afeito, pois, aos ditames operacionais deste excepcional meio de se escrever e, em adição indispensável de conhecimento e vigor para aportar na recepção, entendimento e apreensão do leitor, nosso escritor prima pelo relato transparente e delicado dos seus causos, conquanto tenha de sopesar mágoa e dor ante matéria excessivamente opressora, porém ocorrente e verdadeira.

Convicto de que não retirei o apéritif do consultor deste exemplar, como referido no começo destes comentários, aguardo outras ocasiões nas quais o autor nos presenteie com distintas e amenas crônicas, porém arrimadas em motos desoprimidos do carrego temático da covid-19, ao que ele foi agora, forçosamente, submetido.


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Bandeirantes 2021

03/05


2021

A era da irracionalidade

MONTANHAS DA JAQUEIRA – Eis a nova era da irracionalidade, proclama o bicho-grilo Adalbertovsky, em tom monocrático, ao parodiar tema do livro A era da incerteza, do economista canadense-americano John Kenneth Galbraith, cujo enfoque eram “as conquistas, sonhos, expectativas, delírios e frustrações do século 20. Em termos de incertezas o século 20 não amarra a chuteira no comparativo com este século 21. Sob o signo da pandemia, estamos vivenciando a era das irracionalidades, das tragédias e das farsas, ao menos no reino de Pindorama”. 

“O século 20 foi da primeira e segunda guerras mundiais, da revolução bolchevique na União Soviética, do holocausto praticado pelos nazistas contra os judeus; dos genocídios comunistas comandados por Stalin na URSS e Mao Tse-tung na China Continental: das carnificinas do Kmer Vermelho no Camboja; dos fuzilamentos “revolucionários” em Cuba, “pero sen perder la ternura” jamais. E mais, da guerra do Vietnã, da libertação de colônias na África e nova era depois da tirania do domínio português”. 

“Também foi o século da descoberta das vacinas, da erradicação da pólio e da varíola, da maravilhosa penicilina pelas mãos abençoadas do Doutor Alexander Fleming em 1928. As incertezas do século 20 vieram do fracasso do socialismo real, da tragédia das guerras e das exclusões sociais em meio à expansão do progresso tecnológico. Mesmo depois do fim do colonialismo e do apartheid, o continente africano continua mergulhado na corrupção, fome e epidemias”. 

“O vírus virou o mundo pelo avesso. Vira Brazil! Vira Pernambuco! Ano passado o Governo do Estado dispunha de montanhas de denários para adotar ações contra o vírus, grande parte em transferências do Governo federal. Somente a Prefeitura montou um pacote de 670 milhões sem licitação. Diziam que os resultados eram os melhores possíveis. Hoje apresentam números preocupantes. As medidas restritivas, sendo ou não inevitáveis, agravam a quebradeira do comercio e o desemprego”.

“O governador, secretários e demais príncipes não abrem mão de um ceitil de seus salários. A conta da eficiência não fecha. Dirão que a culpa é da rafaméia. As autoridades estão devendo uma explicação convincente sobre a gastança de antes e os resultados de agora”. O artigo do bicho-grilo Adalbertovsky está postado no Menu Opinião.


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Fernandes

Áudios vazados comprovam que o genocídio é um projeto de governo. Se o ministro sabe o que deve ser feito, se o exército, força à qual ele pertenceu, também o sabe, tanto que vacinou ou vacinará seu contingente, ao submeter-se aos desígnios do genocida Ramos torna-se cúmplice do projeto de extermínio em curso e deve ser chamado a depor na CPI do Genocídio para esclarecer os fatos, Pedro Simonard. Antropólogo, documentarista, professor universitário e pesquisador


Serra Talhada 2021

03/05


2021

Professora acusa hospital do Recife de negligenciar mãe

EXCLUSIVO

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

A professora Ana Celina Guimarães Franjic tem feito uma série de denúncias nas redes sociais contra o Hospital São Marcos, no Recife. Sua mãe, a aposentada Janete de Araujo Guimarães, de 90 anos, está internada na unidade de saúde.

Conforme relato da educadora, Janete foi diagnosticada com pneumonia no último dia 17. Ela acusa a equipe do Hospital São Marcos de negligência. “Minha mãe foi jogada na área restrita, para pacientes com suspeita de Covid, mesmo (com o exame) tendo dado negativo”, comentou Ana Celina.

Outros exames para detectar a presença do novo coronavírus foram feitos posteriormente e de novo deram negativo. Ainda segundo ela, os testes eram encaminhados ao Rio de Janeiro após diagnóstico em laboratório local. “O primeiro (teste foi) feito no Cerpe sábado 17/04/2021 deu negativo, mas teve que ir para o Rio de Janeiro”, prosseguiu.

Em uma das postagens, a professora questionou o procedimento e levantou suspeitas sobre a Rede D’Or São Luiz, com sede no Rio e responsável por administrar o Hospital São Marcos. “Talvez para aumentar a renda do grupo (D’Or)”, disparou.

Ana Celina responsabilizou uma equipe médica pelo agravamento do estado de saúde da mãe em dado momento. Também disse que acionou a ouvidoria do hospital, mas não adiantou. “O descaso e incompetência anteriores são fatos comprovados pelo próprio Hospital São Marcos Recife, em particular duas médicas, supervisão e ouvidoria, porque todas foram acionadas por mim pelo telefone, persistiram com minha mãe na área restrita para Covid e não observaram a evolução da pneumonia”, afirmou.

Em 23 de abril, Janete Guimarães mudou de quarto e saiu da ala de risco. A agonia, contudo, estava longe de terminar conforme relato de Ana: novos exames detectaram trombose e comprometimento de parte do pulmão direito da mãe.

No último dia 28, Ana Celina relatou que o médico cardiologista Renato Della Santa ligou para comunicar que sua mãe estava inconsciente na UTI Cardiológica do Hospital São Marcos e que aguardava novo exame de Covid-19, o que causou estranhamento.

“Logo em seguida liga a ouvidoria do Copa D’Or (outra unidade da Rede D’Or), do Rio de Janeiro, dizendo que eu tinha ciência de que minha mãe entrou no Hospital São Marcos por suspeita de Covid. Como assim? Minha mãe foi socorrida por uma ambulância particular porque havia vomitado muito e estava desidratando”, enfatizou Ana Celina.

Ela expôs nas redes sociais o telefone do médico. Ao mesmo tempo, compartilhou fotos da mãe internada e demonstrando fragilidade, com alguns ferimentos. Outra preocupação realçada por Celina é o fato de integrar o grupo de risco e por isso disse que temia contrair a Covid-19 em ambiente hospitalar. “Tive que vir para cá porque se eu a deixasse sozinha, a Justiça seria acionada em cima de mim”, explicou.

O Blog procurou a assessoria do Hospital São Marcos e o médico Ricardo Della Santa para que se pronunciassem sobre o caso, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria.


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

03/05


2021

Coluna da segunda-feira

João terá que ser expulso

Presidente nacional do PCdoB, a vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos, só foi comunicada da saída do deputado João Paulo, que pretende voltar ao PT, pelo líder da legenda comunista na Câmara, Renildo Calheiros. Pela lei, João não poderá se transferir automaticamente para o partido que fundou e militou a vida inteira, a não ser que ocorra um acordo de cavalheiros, sob o risco de perder o mandato.

A legislação eleitoral proíbe a troca de partido ao longo do exercício do mandato, com exceção da chamada “janela do troca-troca”, aberta faltando um ano para a próxima eleição. “Não posso dizer que vamos criar algum problema para João no diretório nacional, sob o meu comando, porque ele nunca me procurou, conduziu tudo com Renildo”, disse Luciana, a mandachuva do partido, numa conversa rápida com o blog.

Ao ser questionado sobre a pendenga, que pode retardar seu projeto de botar de imediato a estrela do PT na testa e no coração, João Paulo disse que não estava preocupado com isso. “Não é uma preocupação minha, mas estamos analisando”, admitiu, referindo-se a Renildo Calheiros. Ex-prefeito do Recife, João Paulo disputou as eleições passadas para prefeito de Olinda, mas foi derrotado por Professor Lupércio, reeleito no primeiro turno.

“Minha volta ao PT é certa, inclusive já conversei com Lula e a presidente Gleisi Hoffmann”, revela o parlamentar, adiantando, também, que tratou do assunto igualmente com o senador Humberto Costa, o ex-ministro José Dirceu, o ex-ministro Gilberto Carvalho, um dos braços direitos de Lula, e com o presidente estadual do PT, Doriel Barros.

A ideia de João Paulo é anunciar a reatada do seu casamento com o PT na primeira passagem de Lula por Pernambuco, o que está sendo agendado tão logo a pandemia emita sinais de que está sob controle no Estado, com a redução de casos e mortes. “Estou aguardando a agenda de Lula”, reiterou. Por fim, o deputado disse que não haverá nenhum tipo de retaliação porque, segundo ele, Renildo entendeu a situação. “Renildo deverá tratar do caso com Luciana”, afirmou.

PERDA DE MANDATO – Se João Paulo não receber por escrito um documento da direção do PCdoB abrindo mão da sua filiação, ou sendo expulso, neste processo da sua volta ao PT, corre o risco de perder o mandato de deputado estadual. Basta só o suplente da coligação entrar com um recurso na Justiça Eleitoral que a causa é dada como certa e líquida. A regra é clara: o mandato proporcional pertence ao partido e não ao mandatário. Neste sentido, a única exceção é a janela do chamado jeitinho brasileiro, aberta faltando exatamente um ano para a eleição seguinte.

OLHO NO SENADO – O que está por trás da intenção de João Paulo voltar ao PT? A charada é fácil de matar: o ex-prefeito está de olho na vaga para o Senado na chapa do candidato a governador da possível aliança em nível nacional, reproduzida em Pernambuco na disputa majoritária entre PSB e PT. Não há um candidato natural ao Senado. Humberto tem mais quatro anos de mandato e se couber ao PT a indicação do candidato ao Senado o nome mais expressivo, sem dúvida, é o de João Paulo.

EXIGÊNCIA DE LULA – Na composição da chapa da aliança governista, o que se diz, diante do novo casamento PT x PSB, é que Lula colocará como condição a indicação do nome para senador, estratégia nacional para fortalecer o partido, hoje em baixa, no Congresso. Neste caso, caberia aos demais partidos da ampla aliança governista a indicação do candidato a vice-governador. Fortalecido entre os demais partidos concorrentes, por ter o maior número de deputados na Assembleia, caberia ao PP preencher a chapa com o candidato a vice.

OS SEM ESPAÇO – Se de fato vier a ser brindado com a indicação do candidato a vice na coligação governista, o PP já tem, desde já, um nome para ser puxado do colete do seu presidente estadual, Eduardo da Fonte: o presidente da Assembleia Legislativa, Eriberto Medeiros. Impedido de disputar, mais uma vez, a presidência da Casa, Eriberto já está percorrendo o Estado para ganhar musculatura na briga pela composição da chapa de governador. Neste caso, deixam de ser contemplados na aliança o PSD, de André de Paula, o Republicanos, de Silvio Costa Filho, e o Solidariedade, de Augusto Coutinho, além do PDT, de Wolney Queiroz, que já disse que não trocará Ciro Gomes por Lula na disputa presidencial.

FERIDAS E ALINHAMENTO – Em entrevista, ontem, ao blog da Folha de Pernambuco, o senador Humberto Costa admitiu que PSB e PT poderão subir ao altar, novamente, de véu e grinalda, para reatar o casamento desfeito no Estado com a disputa pela Prefeitura do Recife na eleição passada. “A eleição deixou muitas feridas, principalmente pelo forte uso do antipetismo na campanha, mas sempre as portas se abrem para o diálogo e no caso de Lula vier a ser de fato candidato a gente terá que discutir várias alternativas e se unir, novamente, em Pernambuco”, disse.

CURTAS

PATINHO FEIO – Quem não deve gostar nadinha dessa história de João Paulo voltar ao PT para disputar o Senado é o presidente estadual do PSD, André de Paula. Ele sonha acordado na disputa majoritária, mas o partido dele ainda está sendo tratado na aliança governista como o patinho feio, sem espaço e sem poder na estrutura do Governo Paulo Câmara.

MUDANÇA – Em Caruaru, o PTB passa a ser comandado, a partir desta semana, pelo ex-deputado Adolfo da Modinha, empresário bem-sucedido e bolsonarista convicto. Ele assume as rédeas trabalhistas na capital do forró substituindo o ex-senador Douglas Cintra, que fará o mesmo caminho de Armando Monteiro Neto, a quem é ligado, filiando-se ao PSDB. Douglas é candidato a deputado federal.

Perguntar não ofende: A CPI da pandemia vai convocar Geraldo Covidão para explicar o escândalo dos porcos? 


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Fernandes

O Bolsonarismo é uma seita extremista que hospeda o pior do ser humano: o fanático religioso, o militar miliciano, o rico racista e violento, e o pobre ignorante.

Fernandes

Que fique bem claro que Bozo é Ladrão Genocida, e marcos de camaragibe é Fresco queima o Boga.

Fernandes

Quem chama o nosso mito Jair Bolsonaro queima a Boga. Ui marcos de camaragibe. Nazista.

marcos

Que fique bem claro que Lula é Ladrão.

marcos

Quem chama o nosso mito Jair Bolsonaro de Bozo queima a Rosca. Ui Nazista.


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

02/05


2021

Noblat ganhou Esso com cassação do agora patrão

Conversando, há pouco, com um amigo de Brasília, ouvi dele a versão de que o jornalista Ricardo Noblat trocou a Veja, como antecipei logo cedo, pelo site Metrópoles, do ex-senador Luiz Estevão (DF) – em prisão domiciliar desde março de 2020 após ter sido cassado e preso por corrupção em 2000 –, porque "recebeu um convite irrecusável".

Tudo bem, compreensível até, quando o profissional busca a valorização do seu trabalho. Essa procura, entretanto, tem também seu viés ético e moral, que se sobrepõe em muito a vantagens financeiras. Não é caso de Noblat, algoz de Estevão, mas o tempo fez com que ele passasse uma borracha na história.

Só para refrescar a memória dos leitores: Noblat ganhou em 2000, pelo Correio Braziliense, o Prêmio Esso de Jornalismo pela cassação e consequente prisão de Luiz Estevão, senador eleito na chapa do ex-governador do DF, Joaquim Roriz. No comando do Correio, jornal que alçou à condição de condômino, Noblat fez uma perseguição implacável a Roriz, que chegou a suspender todo tipo de relação com o periódico, inclusive publicidade do Governo.

O jornal começou, portanto, a fazer o caminho ao fundo do poço, já naquela época, graças a ele, que acabou demitido e afastado do condomínio. Colegas de profissão com os quais conversei, há pouco, em Brasília, revelaram que Noblat brigou com a Veja e que sua permanência lá estava insustentável.

Noblat já acusou ex-senador de ameaças ao filho

Para além da contenda jornalística, Noblat também passou por cima de uma pessoal envolvendo o filho André, que acusou "a turma do Luiz Estevão" de espancá-lo em 1998, durante a corrida eleitoral no DF. O episódio foi narrado pelo próprio Ricardo Noblat. De acordo com o relato, André era aluno de jornalismo do Centro Estudantil Universitário de Brasília e foi parar no hospital devido à surra.

"Ao longo da campanha, André havia sido advertido mais de uma vez por estudantes, cabos eleitorais do candidato ao Senado Luiz Estevão de Oliveira – sim, o único senador cassado até hoje por quebra de decoro. Meteu-se com desvio de dinheiro público para a construção da sede do fórum da Justiça do Trabalho, em São Paulo. 'Avise ao seu pai para deixar de falar mal dos nossos candidatos senão vai sobrar pra você', dissera um dos estudantes a André", narrou Ricardo Noblat em matéria publicada no próprio blog em 2008.

Pernambucano, Ricardo Noblat se acha a bala que matou Kennedy no Jornalismo, mas seu conceito de blogueiro bem informado começou a perder crédito com a grande barriga da sua trajetória: deu com exclusividade que Michel Temer havia renunciado no ápice da crise que o ex-presidente enfrentou. A história mostra que Temer nunca pensou nisso.


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02/05


2021

Após roubo, igreja em Paulista pede doações para sopão

Os fiéis da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Paratibe, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, estão revoltados. Os três ar-condicionados da igreja foram roubados neste final de semana. Houve registro de um boletim de ocorrência na manhã de hoje.

Para arrecadar fundos e comprar novos equipamentos, o pároco Carlos Eduardo precisará suspender ações sociais devido ao roubo. "Não respeitam mais os lugares sagrados. Teremos que suspender a compra de alimentos para o sopão que distribuímos pra mais de 800 pessoas por dia", desabafou o sacerdote. 

A Igreja também apela à população para que denuncie à Polícia se tiver acesso a informações sobre alguém vendendo ar-condicionados. A Paróquia de Nossa Senhora de Fátima também está aberta a doações. Confira os dados bancários:

Banco: 748 - Banco Cooperativo Sicredi S.A. - Bansicredi

Agência: 2203

Conta: 39494-7

Razão Social: PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

PIX

CNPJ: 02.258.337/0001-29


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