Jaboatão

16/05


2021

Mossoró produz petróleo, sal, frutas e tem águas termais

Na sequência da reprodução do livro O Nordeste que deu certo, de minha autoria, o capítulo já adentra em território do Rio Grande do Norte. A região escolhida foi a de Mossoró, que se diferencia no contexto da economia nordestina impulsionado pela produção de petróleo, de sal e de frutas, com ênfase para o melão.

Mossoró, na verdade, é um oásis de prosperidade no semiárido nordestino, com baixíssimas taxas de desemprego, poços de petróleo que jorram até em plena caatinga, sal, a maior salina em território nacional. Para completar, vocação turística: está na fronteira com a praia de Timbal, uma das mais lindas do Estado, e na própria Mossoró tem águas termais, com propriedades medicinais, com maravilhosas piscinas em hotéis, grande isca para atração de turistas até com sotaque inglês e europeu. 

Ao final dos capítulos sobre o Rio Grande do Norte  - o livro dá foco ao que deu certo nos nove Estados do Nordeste  - uma radiografia atualizada do Estado 28 anos após a publicação do livro. Mergulhe a seguir na estação potiguar e se depare com um Nordeste diferenciado. 

A maior reserva de petróleo 

Capítulo 9

Localizada a 300 km de Natal, numa das áreas mais atingidas pela seca, Mossoró é, hoje, o maior polo indutor de crescimento do Rio Grande do Norte. O município tem dois títulos pouco conhecidos, mas de causar inveja: o maior produtor nacional de frutas tropicais, e campeão nacional em produção de petróleo em terra. Do Campo Petrolífero de Canto do Amaro, na divisa com o município de Areia Branca, saem a cada dia 35 mil barris de óleo, retirados de 704 poços e que formam o maior campo terrestre do Brasil.

O Rio Grande do Norte produz 310 toneladas/dia de gás de cozinha (GLP), o equivalente a 24 mil botijões/dia, tendo Mossoró uma contribuição de mais de 60% nessa espetacular cifra. A produção abastece todo o Estado e mais uma grande parte do Ceará e da Paraíba. No ano passado, a Petrobras fez investimentos de US$ 168 milhões nos campos de exploração petrolífera de Mossoró gerando mais de cinco mil empregos (diretos e indiretos) na região. Só os grandes projetos de produção de frutas para exportação, como o da Maisa, que em 93 exportou 57 mil toneladas de melão, têm uma oferta maior de emprego.

As reservas de óleo chegam a 345 milhões de barris de gás, a 12 mil metros cúbicos, segundo a Petrobras. Para se ter uma ideia, somente em terras do município de Mossoró, a Petrobras já perfurou com sucesso 538 poços, cada qual com vazão de 700 metros, com capacidade para produzir 5 barris/dia, com 159 litros. Em todo o Rio Grande do Norte, a Petrobras tem em operação 2.090 poços, sendo apenas 90 em alto mar, o que permite computar as seguintes cifras: 63 mil barris de óleo (em terra), 14 mil (em mar) e 2.04 milhões m3/dia de gás (GLP).

Além do petróleo e das frutas tropicais, Mossoró é, também um dos maiores produtores de sal do País: pelas suas 15 usinas de beneficiamento passaram 3,4 milhões de toneladas do produto em 92.

Além de sediar hoje o maior projeto agrícola do País (a Maisa), ser um dos maiores produtores de sal e o maior produtor do País em petróleo na terra, Mossoró tem outra característica que impulsiona sua economia e faz com que a cidade tenha uma projeção acentuada até no exterior: as suas águas quentes, que variam de 54 a 28 graus, famosas no tratamento de doenças da pele.

Rush industrial

Já faz quase 20 anos que a Petrobras descobriu, pela primeira vez, um poço petrolífero na caatinga de Mossoró. “Foi uma grande festa, com direito a fogos de artifício, bolo e guaraná”, relembra Manoel Antônio do Nascimento, 63 anos, um dos primeiros operários a trabalhar duro nas escavações de petróleo no município. Hoje, a cidade bate recorde em número de poços, com 538, seguido por Areia Branca (166), que fica bem na divisa do Estado.

A Petrobras nunca imaginava que descobriria tanto petróleo numa região tão castigada pela seca. Tanto que, no início, os investimentos foram tímidos, mas agora com a descoberta de Canto do Amaro, o maior campo terrestre de exploração de petróleo hoje no Brasil, a concepção da Petrobras mudou e muito.

Canto do Amaro fica entre os municípios de Mossoró e Areia Branca, mas cabe a Mossoró a maior fatia nessa contribuição produtiva, tanto de óleo como de gás de cozinha. Enquanto a área pertencente ao município de Mossoró entra com 280 mil barris/dia, Areia Branca dá uma parcela de apenas 90 mil barris/dia, tendo um terço dos poços de Mossoró.

O núcleo de produção de Mossoró vai do Sertão ao Litoral, pois a cidade está a apenas 40 quilômetros de Tibau, uma das praias mais famosas do Rio Grande do Norte, já em terras do município de Macau. “Mossoró hoje é, na verdade, uma grande região de exploração petrolífera, já que sua localização geográfica permite a montagem de projetos em terra e mar”, define o técnico Silvano Araújo, do escritório central da Petrobras, em Mossoró.

“Nosso município tem tido um crescimento impulsionado inicialmente pela Petrobras, e agora pelas grandes fazendas de produção de frutas tropicais”, diz o prefeito Jerônimo Maia, 82 anos, eleito pela terceira vez. Ele reconhece que administra uma cidade privilegiada em relação às demais da região, pobres e sem alternativa econômica. “Há uma grande migração para cá devido à falta de opções de trabalho dos municípios vizinhos e isso eleva as taxas de desemprego”, observa o prefeito.

Segundo o secretário de Finanças, Nilson Rodrigues, “nós não usufruímos diretamente das benesses da Petrobras porque o recolhimento do seu ICMS vai direto para os cofres do Estado, que só nos repassa 15,83%”. Ele destaca que a maior arrecadação do município está no comércio do sal, das frutas tropicais e principalmente do comércio varejista. A cada semana se instalam pelo menos quatro novos comerciantes na cidade, explorando os mais diversos produtos.

De acordo com último censo do IBGE, em cinco anos (1980 a 1985) o número de indústrias em Mossoró passou de 310 para 4.893; o número de casas comerciais (varejista) pulou de 2.590 para 4.560. O mesmo patamar de crescimento observou-se nas atividades caracterizadas como “serviços”.
 
Mossoró se destaca, ainda, pela pesca do camarão de água doce. Segundo o Censo do IBGE, em 1989 o município teve uma produção de 221 toneladas do crustáceo, consumida pelo mercado regional. “O que veio nos salvar, na verdade, foram os projetos agrícolas”, admite, orgulhoso, o prefeito, adiantando que, depois dos projetos de irrigação, muita gente passou a ter emprego e não há mais tanta miséria quanto o nível que se observa na região.

Águas quentes

O turismo é uma outra atividade que gera riquezas em Mossoró. As famosas águas quentes do hotel Thermas, construído pelo governo estadual e hoje privatizado, atraem turistas de todo o Brasil e até do exterior. Segundo o gerente Valdir Nascimento, um paulista já plenamente adaptado à região, o hotel vive permanentemente ocupado todos os dias da semana. Para conseguir um apartamento é preciso que se faça reserva com muita antecedência. “Os turistas chegam de toda a região, principalmente dos estados do Nordeste, do Sudeste e do Sul”, relata Valdir. Para ele, essa frequência deve aumentar ainda mais quando as companhias aéreas estiverem operando com linhas comerciais no município. “Nosso aeroporto está sendo preparado para receber Boeing”, anima-se o gerente do Thermas.

Mossoró ficou famosa pelo milagre de suas fontes termais hidrominerais, captadas a 1.000 metros de profundidade. “Elas proporcionam extremo relax, beleza e bem estar à saúde”, diz o gerente, acrescentando que o Thermas é “um resort, circundado por 10 piscinas com temperaturas variadas, lago artificial e áreas verdes sombreadas por um generoso arvoredo”.

O Thermas é o único de águas quentes na cidade. Tem uma superestrutura: 67 apartamentos simples, 32 luxos, 32 superluxos e dois chalés com suíte. “Nossas diárias variam de acordo com o mês e o dólar do dia”, diz Valdir, adiantando que a maior frequência tem sido de canadenses, americanos, franceses, alemães e japoneses, que visitam Mossoró para conhecer as fazendas de irrigação e investir em novos projetos.

Sal, muito sal

Em 1990, enquanto o Brasil produziu 4,1 milhões de toneladas de sal marinho, somente o Rio Grande do Norte contribuiu com 3,6 milhões de toneladas. Os números refletem uma outra faceta de Mossoró: um dos maiores produtores de sal do País. “Nossa previsão é refinar três mil toneladas por mês”, revela o empresário salineiro Francisco Souto Filho, um dos sócios da Companhia Brasileira de Sal Refinado, com sede em Mossoró e filial em Natal.

Em Mossoró, há 13 refinarias que processam o sal, beneficiado, moído e refinado, movimentando um contingente de cinco mil pessoas. Só o Sindicato dos Produtores de Sal conta com três mil filiados. “Nós já chegamos a empregar 10 mil pessoas, mas a recessão nos atingiu violentamente”, diz Souto Filho, que, mesmo assim, está investindo forte na atividade. 

Souto emprega uma média de 450 operários e confessa que se o Brasil reaquecer a economia sua produção pode dobrar, duplicando da mesma forma a geração de emprego. O forte da Companhia Brasileira de Sal Refinado é o sal comum. Ele não quis adiantar a receita, mas disse que a venda do sal dá um lucro médio de 30%. Do sal comum, sairão da sua empresa este ano 30 mil toneladas, sendo a maior parte para o mercado externo.

A extração salineira no polígono de Mossoró é uma atividade permanente, ao contrário dos projetos de frutas tropicais, que passam a gerar mais empregos nas safras a cada semestre. O salineiro-carregador Antônio Florêncio Carvalho não tem um minuto de sossego. Conta ele que desde que começou a trabalhar no ramo, não sabe o que é descanso. “A gente tem sempre alguma coisa para fazer, mesmo quando a produção cai”, diz.


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Olinda

16/05


2021

Políticos pernambucanos lamentam morte de Covas

Políticos de vários espectros em Pernambuco lamentam a morte do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), hoje, aos 41 anos. Ele vinha lutando desde 2019 contra contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Confira, abaixo, as mensagens:

Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco: "A política brasileira perde uma liderança séria e competente com a morte do prefeito de São Paulo Bruno Covas, aos 41 anos. Bruno herdou do avô Mário Covas o senso de justiça e a coragem. Características que ficaram evidentes em sua luta contra o câncer. Minha solidariedade à família e aos amigos."

Bruno Araújo, presidente nacional do PSDB: "O PSDB perdeu uma de suas mais promissoras e brilhantes lideranças: o prefeito Bruno Covas. Depois de lutar bravamente, ele nos deixou neste dia 16. Jovem, mas com a bela história de alguém que muito construiu e muito ensinou. Deixa conosco o exemplo do trabalho pelo bem comum, do esforço para transformar e melhorar, da defesa inequívoca da democracia, da liberdade e do respeito. Deixa também a certeza de que 'é possível fazer política sem ódio, fazer política falando a verdade'. 

Bruno pode ser definido pela coragem, pela alegria, pela juventude, pela dedicação e, claro, pelo sobrenome. Era neto de Mário Covas e, assim como o avô, jamais se omitiu, deixou-se abater ou desistiu diante das dificuldades. Também como o avô, nos fará uma enorme falta. 

Bruno Covas nasceu na política e dela nunca se distanciou. Foi presidente da nossa Juventude, deputado estadual ainda com 26 anos e Secretário de Meio Ambiente. Deputado federal eleito em 2014,  reforçou a nossa bancada na Câmara num momento extremamente importante e delicado para o Brasil.

Ser prefeito de São Paulo, dizia ele, foi o maior desafio de sua vida. Mas foi também onde mais se viu seu firme propósito de garantir uma vida melhor para todos os cidadãos. Bruno Covas pôs o coração a serviço dos paulistanos. Novas escolas, novas creches, hospitais, moradia. A São Paulo de Bruno Covas é sustentável, inclusiva, conectada e solidária.

Ele nos deixa cedo, mas nos deixa muito. É e sempre será sinônimo de realização.

Nós, companheiros tucanos, abraçamos o filho Tomás, seu inseparável companheiro de todos os momentos; os pais Renata e Pedro, e toda a família Covas. Neste dia triste, há, em cada canto deste país, muitos de nós lembrando e agradecendo a imensa alegria chamada Bruno Covas."

Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), senador: "Recebo com muita tristeza a notícia do falecimento do prefeito Bruno Covas, um jovem com a trajetória política marcada pela conciliação, o espírito público e os princípios democráticos, como o avô, o ex-governador Mário Covas. Lutou com bravura a batalha pela vida. Que Deus conforte a família e os amigos neste momento de luto."

Humberto Costa (PT-PE), senador: "Toda a minha solidariedade à família do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, que lutava contra o câncer desde 2019. O tucano, que se destacava pela ponderação na política, partiu muito jovem, com apenas 41 anos."

Jarbas Vasconcelos (MDB-PE), senador: "O Brasil perdeu hoje um homem público de princípios e de uma trajetória marcada por muito trabalho e dedicação. Já São Paulo se despediu hoje de um grande prefeito, que atuou sempre com muita competência em favor de seu povo e sua cidade. Bruno Covas lutou bravamente por sua saúde, dando a todos nós um exemplo de força e vontade de viver.  Tive o privilégio de conhecê-lo e de ter convivido de perto com seu avô e sua grande inspiração, o ex-governador Mário Covas. Não tenho dúvidas que Bruno trilharia um caminho de muitas conquistas e sucesso não só em seu estado, mas em todo País. Aos seus familiares e amigos, deixo aqui meus sinceros sentimentos. Que eles possam encontrar conforto nas lembranças e no exemplo deixado por ele."

João Campos (PSB), prefeito do Recife: "Após 2 anos travando uma brava luta pela vida, o prefeito Bruno Covas nos deixa um importante exemplo de coragem. A força que demonstrou ao longo de toda a sua  trajetória, tenho certeza, será a melhor maneira de lembrar dele. Que Deus possa confortar sua família e amigos. Minha solidariedade e meu respeito."

Miguel Coelho (MDB), prefeito de Petrolina e secretário-geral da Frente Nacional dos Prefeitos: "O Brasil perdeu uma grande liderança. Após uma longa e corajosa luta, Bruno Covas descansou. Homem de trajetória política exemplar, digno do sobrenome que carrega. Por onde passou, foi bem sucedido, seja como parlamentar ou no poder executivo. Bruno Covas ainda tinha muito a oferecer aos paulistas e brasileiros, mas, infelizmente, sua partida foi antecipada por um mal atroz. 

Tive a oportunidade de me aproximar mais de seu convívio nos últimos tempos por conta do trabalho na Frente Nacional dos Prefeitos e confirmei as minhas impressões. Bruno tinha muito espírito público e dedicação em servir a causas maiores. 

Dia triste para todos nós que perdemos um colega/amigo, assim como, para o Brasil, que perde um líder. Que o exemplo de luta, força e fé de Bruno possa guiar todos. Meus sentimentos aos familiares e amigos mais próximos. A história de Bruno continuará a nos inspirar como homem íntegro e corajoso até seus últimos momentos."

Raquel Lyra, prefeita de Caruaru e presidente do PSDB em Pernambuco: "O prefeito Bruno Covas foi um guerreiro. Lutou até o fim, sem esquecer um minuto de sua cidade e sua gente. São Paulo e o Brasil perdem hoje um homem público e um grande gestor que jamais será esquecido. Neste momento de dor e despedida, o PSDB de Pernambuco presta solidariedade à família, seus inúmeros amigos e ao povo de São Paulo“.

Professor Lupércio (SD), prefeito de Olinda: "Bruno Covas exerceu a sua vida política com muito diálogo, visão nacional e respeito a todos. O Brasil perde um grande homem público. Que Deus conforte a família e os amigos. Desejo a minha solidariedade a todos. Descanse em paz, querido Bruno Covas."

Luciana Santos, vice-governadora de Pernambuco e presidente nacional do PCdoB: "Lamento a morte de Bruno Covas, prefeito de São Paulo. Um jovem promissor, de espírito democrata, com quem sempre tivemos uma convivência respeitosa e franca. Meus sentimentos a toda família Covas, em especial a Tomás, seu filho, e a todos os paulistanos."

André Ferreira, deputado federal, vice-líder do Governo na Câmara e presidente do PSC em Pernambuco: "(Bruno Covas) combateu o bom combate, terminou a carreira, guardou a fé."

Carlos Veras (PT), deputado federal: "Toda solidariedade à família do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, especialmente ao seu filho, Tomás. Covas morreu hoje após travar uma grande luta contra o câncer. Foi um verdadeiro guerreiro contra essa terrível doença. Que Deus conforte a todas e todos neste momento de dor."

Marília Arraes (PT), deputada federal e segunda-secretária da Câmara: "Desejo muita força para a família de Bruno Covas, que partiu hoje depois de uma luta dura contra o câncer. Que a família, em especial o filho Tomás, encontre conforto neste difícil momento. Muita paz!"

Silvio Costa Filho, deputado federal e presidente do Republicanos em Pernambuco: "O prefeito Bruno Covas foi um exemplo de força e determinação. Mesmo lutando contra o câncer nos últimos 2 anos, ele exerceu o cargo desempenhando um belo papel, em defesa de quem mais precisa. Nossa solidariedade à família e aos amigos que ele reuniu ao longo da vida."

Túlio Gadêlha (PDT), deputado federal: "Admirável a forma corajosa e otimista que Bruno Covas enfrentou o câncer. Mesmo debilitado, se manteve firme nas coletivas. Colocou o dever público acima da própria saúde. Sem dúvida, alguém que fará falta à democracia. Que Deus conforte o coração dos seus familiares."

Armando Monteiro Neto (PSDB), ex-senador: "A morte de Bruno Covas é uma grande perda para o nosso País. Ele encarnava os mais elevados valores da vida pública. Ética, equilíbrio e espírito democrático. Tudo isso inspirado no extraordinário legado de seu avô, Mário Covas. Legado esse que soube honrar e valorizar. Meus sentimentos a toda a sua família."

Renato Antunes (PSC), líder da oposição na Câmara de Vereadores do Recife: "“Pensar diferente não deve ser motivo de desonra, ódio ou desprezo. Nossa solidariedade ao povo de São Paulo, família e amigos do prefeito Bruno Covas. Paz e consolo da parte do Deus Eterno.”


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Ipojuca 2021

16/05


2021

Sai hoje primeira pesquisa do Opinião para governador

Mais uma vez, este blog, pioneiro no Nordeste, líder em acessos na Região, um dos mais lidos do País, sai na frente: à meia-noite, pontualmente, traz uma pesquisa do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), com o primeiro cenário da disputa para o Governo de Pernambuco nas eleições de 2022. O levantamento foi a campo entre os dias 7 e 11 últimos, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios do Estado.

A pesquisa envolve amplos cenários, mas amanhã, dando o seu start, o leitor tomará conhecimento apenas da preferência dos pernambucanos para governador. Na sequência, os cenários para presidente da República e senador. Traz, também, avaliação de Bolsonaro e Paulo Câmara, da gestão do Estado frente à pandemia e, mais do que isso, cenários testando o potencial de cada candidato da oposição no enfrentamento ao candidato do Governo.

A divulgação terá sequência por pelo menos cinco dias, já que, conforme adiantei, o Opinião trabalhou em cima de um extenso questionário, fazendo, na verdade, uma radiografia da situação política e eleitoral do Estado, faltando um ano e seis meses para as eleições do próximo ano, nas quais o eleitor volta às urnas para eleger presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

Vale a pena dormir, hoje, um pouco mais tarde.


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CABO

16/05


2021

Morre prefeito de São Paulo, Bruno Covas

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), morreu hoje, às 8h20, aos 41 anos, em São Paulo. Desde 2019, ele lutava contra um câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado.

Covas estava internado no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, desde 2 de maio, quando se licenciou da prefeitura. Na sexta-feira (14), ele teve uma piora no quadro de saúde e a equipe médica informou que seu quadro havia se tornado irreversível.

"O prefeito de São Paulo Bruno Covas faleceu hoje às 08:20 em decorrência de um câncer da transição esôfago gástrica, com metástase ao diagnóstico, e suas complicações após longo período de tratamento. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o dia 2 de maio, sob os cuidados das equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. David Uip, Dr. Artur Katz, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, Prof. Dr. Raul Cutait e Prof. Dr. Roberto Kalil", diz a nota divulgada pela Prefeitura de São Paulo.

Nas últimas horas de vida, o prefeito recebeu sedativos e analgésicos para não sentir dores.

*Com informações do G1


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16/05


2021

Ato ecumênico por Bruno Covas ocorre em hospital

Um ato ecumênico pela saúde de Bruno Covas, prefeito licenciado de São Paulo, foi realizado na noite de ontem em frente ao Hospital Sírio-Libanês, no centro da capital paulista. Representantes de diversas religiões participaram do ato, que durou 30 minutos e terminou com a oração Pai Nosso (assista acima). As informações são do G1.

Covas está internado desde o dia 2 de maio para tratamento do câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. Segundo o boletim médico divulgado na sexta (14), o quadro é irreversível.

Com o afastamento de Covas do cargo, o vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), assumiu a Prefeitura de São Paulo no último dia 4, por 30 dias.


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Petrolina abril 2021

16/05


2021

Atriz Eva Wilma morre vítima de câncer

A atriz Eva Wilma morreu ontem, aos 87 anos, em decorrência de câncer no ovário. A informação foi confirmada pela equipe da artista ao UOL. Ela estava internada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, desde o dia 15 de abril. Ainda não há informações a respeito da realização do velório e do sepultamento.

"Comunicamos que a atriz Eva Wilma, acaba de falecer às 22h08, no Hospital Israelita Einsteins, em São Paulo, em função de um câncer de ovário disseminado, levando a insuficiência respiratória. Nossos profundos e sinceros sentimentos a todos os familiares, especialmente a John Herbert Buckup Jr e Vivien Buckup", lê-se na nota divulgada pela assessoria de imprensa da atriz.

História de internação

Eva Wilma foi internada no dia 15 de abril na UTI para tratamento de problemas cardíacos e renais. Cinco dias depois, o hospital Albert Einstein chegou a emitir comunicado dizendo que a atriz havia tido uma melhora na função do coração e seguia com assistência renal.

No dia 8 de maio, Eva Wilma recebeu o diagnóstico de câncer no ovário da equipe médica e iniciou tratamento oncológico imediato para conter o avanço da doença.

Na noite de ontem, a atriz não resistiu ao tratamento do câncer e veio a falecer às 22h08. A atriz deixa dois filhos e três netos.

O hospital também divulgou nota em que confirma a morte da atriz e é assinada pelo cardiologista Cláudio Cirenza, pelo clínico geral Roberto Sebastian Zeballos, pelo oncologista Fernando Maluf e pelo diretor médico do Alberto Einstein, Miguel Cendoroglo.

Perfil

Eva Wilma Riefle Buckup Zarattini nasceu em São Paulo, em 1933.

Após ter tido aulas de canto, balé clássico e piano com Inesita Barroso na adolescência, ela iniciou sua carreira no teatro na década de 50 e fez dois filmes com o diretor Armando Couto e o ator Procópio Ferreira, "O Homem dos Papagaios" e "A Sogra".

Na TV, a atriz fez a sua estreia na Tupi, em 1953, no seriado "Namorados de São Paulo (que depois foi rebatizado como "Alô, Doçura"). A série de trabalhos na televisão a colocou como uma das maiores atrizes do Brasil da década de 1970.

Em 1968, Eva Wilma e outros artistas participaram de uma greve contra a censura na ditadura militar. Ela e as atrizes Eva Todor, Tônia Carrero, Leila Diniz, Odete Lara, Norma Bengell e Cacilda Becker caminharam de mãos dadas à frente de outros participantes da manifestação no centro do Rio de Janeiro.

Eva Wilma fez história com personagens que oscilavam entre mocinhas e vilãs, como as gêmeas Ruth e Raquel da primeira versão de "Mulheres de Areia" (1974), a Dra. Martha do seriado "Mulher" (1998/1999) e a perversa Altiva, de "A Indomada" (1997).

Eva Wilma tinha 70 anos de carreira como atriz e estava afastada da televisão desde 2018, quando fez a novela "O Tempo Não Para", exibida pela TV Globo.

Do casamento com o ator John Herbert, que durou entre 1955 e 1976, Eva teve os filhos Vivien Riefle Buckup e John Herbert Riefle Buckup. Ela também esteve casada por 23 anos com o ator Carlos Zara (1930-2002).


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Bandeirantes 2021

16/05


2021

Coluna especial

A saga de João Santos

Ao encerrar, hoje, a primeira etapa da série desta coluna desnudando os bastidores do poderoso Grupo João Santos, responsável pela montagem do segundo maior império do cimento do Brasil, me aventuro a traçar os caminhos de uma minibiografia de João Pereira dos Santos, sertanejo raiz, valente desde nascença, honrando as mais fidedignas tradições de quem nasce por aquelas brenhas, espiando os ares do mundo, como Lampião, seu mais famoso conterrâneo, pelas frechas de uma serra.

Quando João Santos nasceu, a hoje mais do que famosa Serra Talhada, a 480 km do Recife, era conhecida como Villa Bella. Caçula de Rita Pereira dos Santos com José Bernardino Gomes dos Santos, fazendeiro renomado, proprietário da Fazenda Ladeira Vermelha, João Santos, conforme escrevi ontem, não gozou do privilégio e da felicidade da convivência familiar com o pai, que perdeu quando tinha menos de dois anos de idade.

Logo após a morte do valente José Bernardino ocorreram conflitos políticos violentos na região, destruindo a totalidade do patrimônio familiar da viúva. Sem condições de sobreviver num Sertão no qual era apaixonada até pelo seu sol escaldante, dona Rita é obrigada a migrar para o Estado de Alagoas, levando todos os filhos. Por força do destino, o menino João Santos vai ser trabalhador com apenas 8 anos de idade numa fábrica.

Num acidente de trabalho, perde um dedo esmagado numa máquina, num incidente muito semelhante ao que se deu com o ex-presidente Lula quando operário no ABC paulista, e de Amador Aguiar, fundador do Bradesco. Por conta disso, é imediatamente transferido para o setor administrativo da mesma fábrica, vindo, por uma dessas coincidências gratificantes da vida, a servir diretamente o lendário Delmiro Gouveia (foto), alimentando uma vocação empreendedora.

Em Alagoas, a família viveu num bairro popular. O pequeno João iniciou os estudos numa escola operária, aprendendo a tocar saxofone, instrumento pelo qual se apaixona, sendo obrigado a largar mais na frente e ainda mais depois quando começa de fato a ganhar dinheiro, rios de dinheiro, através do cimento. Aos 15 anos, retorna para Pernambuco, fixando residência em Jaboatão. Ali, estuda na paróquia e faz parte do grupo musical da escola religiosa.

Aos 17 anos, se muda, definitivamente, para o Recife, após ser convidado a trabalhar na multinacional Great Western, mas sem jamais largar os estudos. Aluno aplicado e disciplinado, não se contenta apenas em seguir o currículo escolar tradicional. Ousado, passa também a estudar a língua inglesa e a ler de maneira compulsiva. Recebe a qualificação de contador e depois o diploma do curso superior de economista. Em seguida, passa a trabalhar para o grupo do português Adriano Ferreira, no qual tem um desempenho tão espetacular que, rapidamente, se torna sócio do empreendedor.

Daí para virar uma legenda na vida de Pernambuco foi um pulo. Em poucos anos, se abraça com a sua verdadeira vocação de empresário, virando usineiro. Apurei que existem muitas controvérsias sobre a forma como João Santos se transformou no dono da Usina Santa Teresa. A versão mais próxima da realidade seria a de que Adriano havia deixado o negócio quebrado nas mãos do sócio, retornando, de forma desesperada, para Portugal.

Depois de anos de completa ausência, o velho português retorna ao Brasil e encontra a empresa completamente recuperada, em excelentes condições financeiras, bem posicionada no mercado. Consta ainda que tentou retomar seus negócios, mas é vencido pelos argumentos de João Santos de que foi ele, e não o português sócio do passado, que correu o risco, sendo responsável pela salvação da usina.

Até hoje, decorridos tantos anos, parentes de Adriano Ferreira ainda acusam João Santos de ter se apropriado do bem alheio, porém não existe evidência sobre isso. A partir da Usina Santa Teresa, o órfão de Villa Bella constrói um império cimenteiro, começando em Goiana e se expandindo para o resto do Brasil, chegando a erguer 12 fábricas de cimento espalhadas pelo país.

Além do açúcar e do cimento, João Santos, já bem de vida, também investiu em plantações de bambu para as fábricas de papel e celulose de Pernambuco e do Maranhão, dentre outros setores, chegando a gerar mais de dez mil empregos diretos. Hoje, o grupo João Santos passa por gravíssimas dificuldades financeiras, jurídicas e corre, inclusive, risco de sobrevivência, sucumbido em dívidas que superam a casa dos R$ 8 bilhões, com ativos líquidos sobremodo reduzidos.

Independente de quaisquer escândalos atuais ou do passado, impossível não tirar o chapéu e reconhecer a relevância de João Santos na história econômica do Brasil, especialmente de Pernambuco. Contra ele e seu grupo há fatos nada abonadores, chocantes, para ser mais preciso. Mas devemos ser justos e reconhecer que a história dos responsáveis por novos paradigmas na economia do Brasil, como o velho João Santos, não pode se apagar da memória.

Pernambucanos no cimento - João Santos não estava sozinho na história do cimento no Brasil. Na verdade, tinha um grande concorrente: José Ermírio de Moraes, do Grupo Votorantim, além de Severino Pereira da Silva, do Grupo Paraíso. Esse trio pernambucano dominou a produção de cimento no Brasil durante todo o pós-guerra. José Ermírio tentou detonar quando ele iniciou a produção de cimento na ilha de Itapessoca em 1951, então a maior fábrica de todo o Nordeste. Líder nacional do setor, José Ermírio fez de tudo para quebrar o seu conterrâneo Santos, ao colocar cimentos abaixo do custo em Pernambuco.

A reação – Diante disso, João Santos contratou várias barcas, tipo chatas, para levar a produção do seu cimento ao Sudeste, passando a vender abaixo do custo. Ao ver que o mercado estava prejudicando a todos, José Ermírio desiste de destruir seu conterrâneo. João Santos não tolerava desperdícios. Conta-se que quando ele via algum funcionário estragando qualquer coisa, reagia, dando lições de economia. Dizia que era inaceitável qualquer desperdício, seja por uma simples folha de papel ou um clipes. No grupo, isso acabou gerando a chamada cultura do desperdício.

Pedido de casamento à filha - Thales Ramalho, ex-ministro do Tribunal de Contas da União, ex-deputado federal, talhado para articulação política, era um grande boêmio, muito mulherengo. Quando começou a namorar a filha de João Santos, foi lá falar com o futuro sogro e pedir a mão de Rosália em casamento. João Santos assim reagiu: “Mandei investigar e descobri coisas terríveis sobre você”. Ao que Thales respondeu: “Eu mesmo lhe investiguei e também descobri coisas terríveis sobre o senhor”. Ao que o velho, sem pestanejar, bradou: “Pode casar com a minha filha, está aprovado”.

Bom de prosa: O patriarca da família Santos gostava muito de conversar, de perguntar, pesquisar, se atualizar e se divertia com a suas histórias e reações, como a que narrei acima do pedido de casamento da sua filha. Mas mesmo sendo super discreto e reservado, se entusiasmava e, quando provocado, ganhava fôlego para entrar na discussão de temas da História, da atualidade e do futuro. Era um conversador nato, curioso por todos os temas da vida. Como todo bom sertanejo, era daqueles que não trocava uma boa prosa por nada no mundo. Era uma forma de se divertir, de relaxar, quebrar as tensões do dia a dia nos negócios.

Sem pai rico - O tempo, o senhor da razão, como versa a Bíblia, sempre foi algo preocupante para o empreendedor João Santos. Era um tremendo visionário, um homem além do seu tempo e da sua geração. Raciocinava e fazia planos para o do agora, mirando como o amanhã distante como um profeta. Quando os engenheiros do seu grupo tentavam frear os seus ânimos, seus prognósticos quanto ao futuro das suas áreas de produção, informando, por exemplo, que ele podia ficar tranquilo, porque suas terras tinham calcário o suficiente para explorar por 50 anos, sem parar, ele torcia o nariz. Achava pouco demais, exigia muito mais. Certa vez, um dos filhos lhe perguntou por que ele não gostava de viajar de jatinho, já que a família tinha vários, no que ele respondeu: “Não tenho pai rico”. Isso é que coisa de sábio.

CURTAS

Checoslováquia - João Santos teve a visão de trazer as fábricas de cimento fora da rota tradicional. Foi até a Checoslováquia, na época comunista, e criou uma relação diferenciada para ter tecnologias a preços muito menores que os concorrentes. Deu um diferencial de custos menores. Na prática, demonstrou que não tinha qualquer preconceito ideológico e sim o mais puro pragmatismo.

Continuidade – Esta série não chega ao fim. Ela se encerra apenas neste espaço da coluna. A partir desta semana, tudo que chegar ao meu conhecimento e for apurado será postado como ao longo do dia, sem, necessariamente, depender de tantos detalhes de uma coluna desta natureza. Como repórter experiente, sei que estou diante de uma história muito mais profunda e apaixonante, que merece ser, verdadeiramente, escrita. Por isso, nem em breve terá um ponto final.

Perguntar não ofende: Como continuar o legado positivo de João Santos sem sua família?


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Comentários

Fernandes

Eita já ia esquecendo, marcos de camaragibe é Fresco.

Fernandes

Bolsonaro é um incapaz. Bolsonaro não tem capacidade de liderar o Brasil. É a opinião de 58% dos brasileiros, segundo o Datafolha. Só 38% pensam o contrário. Mas não é apenas isso: 50% dos entrevistados nunca confiam naquilo que o presidente diz, e outros 34% só confiam às vezes. Os que sempre confiam no sociopata são 14%.

Fernandes

Vários cientistas políticos já cravam que marcos de camaragibe já nasceu emprestando o cu, é o fresco mais safado de camaragibe da rua da Esquina.

Fernandes

Vários cientistas políticos já cravam que Luiz Inácio Lula da Silva se elege com folga no 1°turno em 2022.

marcos

O nosso presidente mito Jair Bolsonaro foi a forra com o Capitão Corrupção ontem em Brasília. No seu discurso Bolsonaro chama Lula de : O Bandido dos nove dedos e de Canalha várias vezes. Ui eu acho é pouco. Kkkkkk


Serra Talhada 2021

15/05


2021

"Renan, vagabundo", gritam apoiadores de Bolsonaro

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a cavalo em ato com a presença de milhares de apoiadores em Brasília. Vários ministros acompanharam o chefe do Executivo durante a manifestação.

Bolsonaro também disparou críticas contra o ex-presidente Lula, a quem chamou de "canalha" e disse que o petista só ganhará "pela fraude", voltando a questionar o sistema eleitoral. Em outro momento, apoiadores gritaram "Renan, vagabundo", em referência ao relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Nas suas redes sociais, o presidente publicou um vídeo fazendo um balanço do ato pró-governo. Na manifestação, foi possível ver diversos participantes sem máscara. Também havia faixas pedindo intervenção militar, o que é inconstitucional.


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Anuncie Aqui - Blog do Magno

15/05


2021

A saga de João Santos

Encerrando a primeira etapa da série envolvendo os bastidores inéditos em torno do Grupo João Santos, alvo de uma recente operação da Polícia Federal, postarei logo mais, exatamente à meia-noite, uma coluna especial, quebrando a tradição dos domingos sem coluna. Revelo o que apurei sobre a vida do patriarca João Santos, uma minibiografia de um visionário, que enxergava além do tempo, que quebrou paradigmas até construir um império, o segundo maior do País, alicerçado na produção de cimentos.

Levantei informações desde a sua infância pobre em Serra Talhada, terra natal dele, até ao ápice da sua saga. A série chega ao fim apenas na coluna. A partir desta semana, tudo que apurar será postado ao longo do dia, sem depender, necessariamente, do tradicional e mais lido espaço do blog, o da coluna postada à meia-noite. 


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

15/05


2021

Itaíba: Povoado de Jirau é refém de lamaçal

Os moradores do povoado de Jirau, em Itaíba, no Agreste Meridional de Pernambuco, estão tendo muita dificuldade para se deslocar devido à estrada de acesso, que virou um verdadeiro lamaçal. O Blog recebeu um vídeo que mostra um caminhão atolado. Um trator foi acionado para tentar tirar o veículo do atoleiro.

O leitor que enviou as imagens destacou que a ordem de serviço para asfaltar o trecho de 6 km da rodovia foi assinada ainda durante a gestão do ex-governador Eduardo Campos (PSB). Ainda de acordo com ele, vários parlamentares também foram provocados pela população, especialmente os que possuem base eleitoral em Itaíba, casos dos secretários estaduais Claudiano Martins (Desenvolvimento Agrário) e Rodrigo Novaes (Turismo e Lazer), ambos licenciados da Assembleia Legislativa de Pernambuco, mas nada foi solucionado.

O outro trecho da via, com 9 km, que liga o distrito-sede de Itaíba ao distrito de Negras, foi concluído.


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