04/03


2021

Milton Coelho destina R$ 1 milhão a Sudene

Em reunião com o superintendente da Sudene, Evaldo Cruz, o deputado federal Milton Coelho (PSB) anunciou, na última terça-feira, a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1 milhão para a aquisição de máquinas e suplementos agrícolas, perfuração de poços artesianos e recuperação de estradas vicinais para os municípios de Pernambuco.

Essa iniciativa é uma sinalização do deputado em apoio à Sudene reforçando sua importância como órgão de planejamento, coordenação e execução de programas para o desenvolvimento do Nordeste.


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Cabo 2021

04/03


2021

Armando: Municípios precisam ser mais ouvidos

O ex-senador Armando Monteiro tem dialogado permanentemente com os prefeitos dos municípios de Pernambuco para tratar dos impactos da pandemia do coronavírus nas gestões e, sobretudo, na vida da população.

Para Armando, se antes existia a certeza de que os municípios precisam de mais diálogo, parcerias e da solidariedade dos governos estaduais e da União – o que já é previsto pelo Pacto Federativo -, a pandemia tornou ainda mais evidente o desequilíbrio entre os gastos sociais permanentes destes municípios e os repasses que recebem de estados e do Executivo Federal.

Pesquisa realizada pelo Programa Cidades Sustentáveis e pelo Ibope Inteligência mostra que as áreas mais impactadas pela escalada da COVID-19 nos municípios foram a educação e a geração de empregos, além da saúde.

“Os territórios reais de presença da COVID são os municípios, com todos os impactos que este problema tem trazido aos seus cidadãos, à saúde, educação e economia, dentre outras áreas”, afirma. 

Para Armando, as cobranças que têm sido feitas ao Governo Federal e aos gestores estaduais por parte dos prefeitos de todo o País, como a compra urgente de vacinas, são mais do que legítimas, e devem ser atendidas dada a gravidade da situação. 

Ele afirma que é neste momento que entidades como a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a Frente Nacional de Prefeitos e a Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE) precisam ser ainda mais valorizadas na formulação de políticas públicas que resolvam prioritariamente a saúde e garantam também a atividade econômica. “A equação entre salvar vidas e preservar empregos é nosso maior desafio, e por isto mesmo é preciso que os municípios também sejam protagonistas desta solução”, conclui.


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Fernandes

16/12 2009 Guerra: \"Armando vota contra os trabalhadores\" Escrito por Magno Martins, às 19h31Quando era deputado Armando Monteiro, presidente da CNI, em  1999, vota contra o povo e os trabalhadores pernambucanos.Começou com a votação do Fator Previdenciário (1999), que restringiu a concessão de aposentadorias. No mesmo ano, votou a favor do projeto que dificultou o acesso dos trabalhadores à Justiça do Trabalho e diminuiu os direitos adquiridos pelos funcionários públicos de todo o Brasil.  Os votos contra os funcionários públicos não ficaram apenas nisso. O deputado Armando Monteiro também votou contra o direito de ampla defesa dos servidores públicos demitidos.Ainda 1999, votou contra o projeto que isentava os trabalhadores de empresas privadas dos custos pelo arquivamento de ações trabalhistas.No ano seguinte, continuou votando contra os trabalhadores e o povo de Pernambuco. Por isso que votou contra o aumento do salário mínimo e ao combate ao nepotismo, um projeto que proibia o empreguismo de parentes.  E, nem os trabalhadores rurais escaparam dos votos do deputado Armando Monteiro. Em 2000, ele votou a favor de diminuir o prazo para que os trabalhadores do campo reclamassem os seus direitos trabalhistas



04/03


2021

Fundaj firmará parceria com a Prefeitura do Paulista

O presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos, esteve reunido, na tarde de ontem, com o prefeito do Paulista, Yves Ribeiro. Em pauta, propostas de parcerias entre a Fundaj e a gestão municipal. 

Entre elas, a parceria para superar as dificuldades na educação ocasionadas pela pandemia. "A Fundação tem um Escola de Inovação e Políticas Públicas que pode auxiliar a prefeitura com a oferta de cursos a distância", ressalta Antônio Campos.  

Como instituição que salvaguarda a memória e a cultura, a Fundaj também firmará parceria com a Prefeitura do Paulista para homenagear Dona Duda, 98 anos, cirandeira paulistense.  "Essa homenagem é um reconhecimento do valor que Dona Duda trouxe para a cultura não só de Paulista, mas de Pernambuco.  Essa parceria com a Fundaj é de suma importância ", destacou Yves Ribeiro. 

Também foi tema da reunião o desenvolvimento de projetos para potencializar o turismo de Paulista, como as praias do Janga e Maria Farinha, os prédios históricos, como o Forte de Nossa Senhora dos Prazeres de Pau Amarelo, e as igrejas, como a Paróquia de Nossa Senhora do Ó e a Igreja de Santa Isabel.


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Ipojuca 2021

04/03


2021

Lockdown por duas semanas em Fortaleza

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), decretou lockdown, a partir de amanhã até 18 de março, na Capital. No período, somente atividades econômicas consideradas essenciais poderão funcionar. A restrição também foi recomendada aos municípios cearenses em situação sanitária mais crítica. 

A medida foi anunciada em transmissão ao vivo ontem, ao lado do prefeito José Sarto (PDT) e do secretário de saúde, Dr. Cabeto. O decreto será publicado hoje.

“Sabemos que não é uma decisão fácil. Sei o quanto isso afeta a economia do Estado. Nos últimos seis anos, o que eu mais lutei foi para que a economia do Estado crescesse, gerasse emprego. Mas, neste momento, a única forma que temos até vacinar a população, é fazer o isolamento social rígido”, disse Camilo. 

O endurecimento das regras de isolamento social ocorre em meio ao aumento de casos e óbitos no Estado. Somente ontem, 84 mortes foram registradas no Ceará por conta da Covid-19.


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04/03


2021

A vida sem emprego (formal)

Por Antonio Magalhães*

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que chegamos ao final do ano de 2020 com a taxa de desemprego nacional em torno de 14%, correspondente a 14 milhões de brasileiros. Como toda estatística, ela serve a seu senhor para revelar ou esconder o que deve ou não ser mostrado.

Mas onde estão, como vivem, esses 14 milhões de pessoas sem empregos formais. Parados em casa, batendo perna atrás de um posto de trabalho, reclamando da vida, fazendo bicos, procurando cursos para se capacitarem ou na marginalidade? Todas as respostas estão corretas.

A estatística, por sua vez, mostra uma situação geral mas não contabiliza as fontes paralelas ou precárias de renda, pois o desemprego não é incapacitante. Os sem empregos se viram, embora políticos, economistas e a imprensa exibam com alarde que tal taxa de desemprego é um absurdo. E é mesmo. Mas nenhum deles procura verdadeiramente saber o que acontece com essas pessoas na vida real.

Os 14 milhões existem individualmente e estão fazendo o que podem para sobreviver juntamente com suas famílias, isso inclui aceitar tarefas estranhas à suas habilidades ou criando microempreendimentos que os afastam definitivamente do jugo patronal. Portanto, é falso achar que essa quantidade expressiva de brasileiros vive só a esperar a bolsa-família e o auxílio emergencial.

Eles estão em todas as partes e podem ser vistos em situações laborais mais diversas, como vendendo ostras nas praias, queijo assado, almoços populares, carregando compras, podando jardins, passando jogo de bicho, gerenciando pequenos fiteiros, enfim numa série de atividades para conseguirem renda.

Claro que a situação econômica deste grupo vai se agravar com o lockdown implantado pelo governador Paulo Câmara, sob o argumento de reduzir a contaminação do coronavírus no Estado. Isso é coisa para a elite. Os que dependem de receber diárias pelas funções que exercem não vão ficar em casa, nem deixar de viajar em ônibus lotado.

Na verdade, esse contingente de brasileiros com dificuldades no mercado de trabalho é vítima de erráticas políticas públicas de décadas, que não promoveram uma mudança estrutural na área de educação, permitindo que essas pessoas chegassem ao século 21 mal capacitadas para enfrentar os desafios desta época.

Nos últimos cinco anos houve um aceleramento do processo de digitalização da sociedade e da economia, a tecnologia da informação e comunicação chegou, chegando, para ficar. A pandemia aumentou a velocidade, quando as pessoas passaram a ver que é possível viver num mundo com base virtual, em home office, com delivery, compras online, telemedicina, internet banking, entretenimentos, caixas eletrônicos para pagamentos diversos. Enfim, o humano pouco capacitado saiu da linha de frente do dia-dia sendo substituído por máquinas.

E pouco está sendo feito para absorver essa massa deserdada. Ah, muitos vão lembrar ações governamentais para encaminhar desempregados a novos postos de trabalho, fala-se em introduzi-los no mundo da informática (que termo mais velho) ou treiná-los no empreendedorismo floreado inalcançável para a maioria.

Quando os humanos deste grupo perdem os empregos para as máquinas de empresas não há qualquer menção na possibilidade de capacitá-los, dentro da sua parca expertise, para novas funções. Ficam desamparados e desesperados. Uma situação que alguns não superam, entregando-se à violência, às drogas e a sei mais o quê.

O que se busca aqui é um papel mais ativo da sociedade, das empresas, dos governos no acolhimento e encaminhamento desta massa ao futuro. É muito cômodo para o topo da pirâmide social dizer que o PIB não vem crescendo para receber laboralmente o contingente que anualmente chega ao mercado de trabalho. Essa e outras questões podem ser verdadeiras mas não justificam a situação em que o País chegou.

Afinal somos uma nação ou um bando de idiotas que vive a puxar toda a sardinha para sua brasa. Vivemos todos no mesmo território e devemos ter responsabilidade social para procurar soluções verdadeiras e não promover disputas ideológicas só para elevar quem supostamente faz mais por esses brasileiros. É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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Fernandes

Até aliados de Bolsonaro avaliam que compra de mansão escancara a corrupção A compra de uma mansão avaliada em R$ 5.97 milhões pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos — RJ) em Brasília é criticada até entre aliados A compra de uma mansão avaliada em R$ 5.97 milhões pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos — RJ) em Brasília é criticada até entre aliados próximos de Jair Bolsonaro, que consideram o fato “um tiro no pé”. Em um primeiro momento, eles chegaram a duvidar da compra, dizendo que o senador não seria “maluco” de fazer algo do tipo. A avaliação de auxiliares do Planalto é de que a compra da propriedade de luxo expõe não somente o senador, investigado no esquema das rachadinhas, mas também o próprio presidente.


Petrolina 2021

04/03


2021

Coluna da quinta-feira

Enfim, um alento

Em meio a tantas notícias malvadas, com Estados radicalizando nas medidas de prevenção da covid, chega de Brasília algo que abre uma janela de esperança para um dos setores mais atingidos pela pandemia, o de eventos. De autoria do deputado pernambucano Felipe Carreras (PSB), o plenário da Câmara aprovou, ontem, um socorro emergencial para empresários, artistas, produtores culturais, enfim, para quem vive da promoção da cultura em geral no País.

Faz, de imediato, o parcelamento de débitos de empresas do setor com o Fisco Federal. Entram nesse rol empresas de hotelaria em geral, cinemas, casas de eventos, casas noturnas, casas de espetáculos, serviços turísticos e empresas que realizem ou comercializem congressos, feiras, feiras de negócios, shows, festas, festivais, simpósios ou espetáculos em geral e eventos esportivos, sociais, promocionais ou culturais.

Também ficam contempladas as entidades sem fins lucrativos. “O setor de eventos foi o primeiro a parar e será o último a ter suas atividades retomadas”, desabafa Felipe Carreras. Segundo ele, mais de 450 mil empregos viraram pó no rastro da pandemia. “Milhares de trabalhadores estão sem renda e sem perspectiva há um ano. Não falo apenas pelas grandes empresas, dos artistas e dos músicos. Eu sou a voz do montador de palco, dos seguranças, dos donos de barraquinhas de comidas, dos bilheteiros, cenógrafos, técnicos de som e luz, faxineiros e tantos outros. O nosso projeto vai voltar a dar dignidade aos milhares de trabalhadores desse setor”, atesta.

Evento rima com turismo, um está atrelado ao outro. São fortes fomentadores da economia e geradores dos empregos informais. Quantos empregos, por exemplo, Caruaru deixou de gerar impedido de promover o São João? E o belíssimo espetáculo da Paixão de Cristo, em Nova Jerusalém? Isso sem falar na maior de todas as festas, o Carnaval. Centenas ou milhares de artistas estão há mais de um ano sem fazer show, deprimidos em casa, vendo seus negócios ruir, sem nenhuma sinalização de luz no final do túnel.

A economia informal – e ninguém entende mais do que ela do que Felipe, que antes de entrar para a política vivia de eventos – é uma usina fomentadora de empregos. Propícia o turismo, sustenta os grandes espetáculos e eventos, que formam a maior cadeia geradora de renda no País. Lamentável que o Governo não tenha reagido para proteger um setor tão importante, que agoniza e que vai demorar – e muito - a se recuperar, dependendo apenas dos ventos que vão acelerar a chegada da vacina para todos, indiscriminadamente.

Sem cirurgias – A Secretaria de Saúde suspendeu, ontem, cirurgias eletivas em todas as unidades hospitalares do Estado como parte das medidas para conter o avanço da Covid-19. A suspensão dos procedimentos, publicada no Diário Oficial, ocorre entre os dias 8 e 19 de março. A determinação leva em conta a necessidade de "destinar o maior número de leitos disponíveis para pacientes diagnosticados ou com suspeita de infecção pela Covid-19". Em fevereiro, o Estado já havia suspendido cirurgias eletivas em unidades públicas e privadas de 63 cidades do interior.

Trânsito livre – Filiado ao Republicanos, partido do ministro João Roma Neto, o deputado Silvio Costa Filho, parlamentar já com projeção nacional com apenas dois anos de mandato em Brasília, tem prestígio com o titular da pasta de Cidadania e ontem, na primeira audiência com o aliado, deu provas disso ao assegurar tratamento diferenciado para o Estado nas ações de todos os programas federais de matriz social sob a responsabilidade do neto de João Roma, o famoso Diabo Loiro.

Consórcio da vacina – Prefeitos de 39 municípios pernambucanos já oficializaram o interesse em participar do consórcio nacional para compra de vacinas contra a Covid-19, liderado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP). O prazo dado para que as cidades façam a adesão vence amanhã. A FNP reúne prefeituras de cidades com mais de 80 mil habitantes, mas qualquer município pode aderir ao consórcio público para aquisição de vacinas. Até então, a aquisição e a distribuição das vacinas são coordenadas pelo governo federal, por meio do Ministério da Saúde.

Apenas 7 milhões – O Brasil vacinou pelo menos 7.255.888 pessoas com a primeira dose de imunizantes contra o coronavírus até as 16h de ontem. Desses, 2.236.720 receberam a segunda dose. Ao todo, foram 9.492.608 doses administradas no País. O número de vacinados com a primeira dose no País representa 3,4% da população brasileira. Os vacinados com as duas doses são 1%. Os dados são do CoronavirusBot, que compila dados das secretarias estaduais de saúde. A quantidade de pessoas que receberam a segunda dose (2.236.720) no Brasil equivale a 31% dos que tomaram a primeira dose (7.255.888). As vacinas que estão em uso são a CoronaVac e a de Oxford/AstraZeneca. Ambas são administradas em duas doses.

Bolsa no teto – O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou, ontem, que o Bolsa Família ficará dentro do teto de gastos. Ao longo do dia se discutiu, no Senado, abrir uma exceção no limite de despesas públicas para o benefício. Seria dentro da votação da PEC emergencial. A declaração de Lira foi dada ao lado do ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. Antes, eles estavam reunidos com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), outros congressistas e representantes do Ministério da Economia.

CURTAS

OS VALORES – A nova rodada do auxílio emergencial deve beneficiar 45 milhões de brasileiros, mas ao mesmo tempo restringir os valores e o número de contemplados por família. A versão mais recente da minuta de medida provisória que recria o programa prevê quatro parcelas mensais, em valores que vão de R$ 150 a R$ 375.

PROFESSORES – O governo Jair Bolsonaro informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter incluído trabalhadores da área de educação na lista dos serviços essenciais e que vão fazer parte do grupo prioritário de vacinação contra covid-19 no País, em documento encaminhado à corte na noite da última terça-feira e visto pela Reuters.

Perguntar não ofende: Por que Geraldo Covidão tomou Doril?


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Fernandes

Ciro Gomes. Bolsonaro sempre foi corrupto! E o pior: corrompeu os filhos desde jovens. Não demora e todo o Brasil vai perceber que somos governados por uma quadrilha! Quem tá achando bom é marcos de camaragibe mamador de piroca e queima a rosca. Ui o barraco está só começando, Pega fogo o Cabaré Direitopatas. kkkkkkkkk

marcos

523.000 cabeças de gado Nelore. Lulinha é foda!

marcos

Só lembrando, Flávio era deputado e agora senador. Lulinha limpava cocô de elefante no Zoo de São Paulo.

Fernandes

Ciro Gomes. Bolsonaro sempre foi corrupto! E o pior: corrompeu os filhos desde jovens. Não demora e todo o Brasil vai perceber que somos governados por uma quadrilha! Quem tá achando bom é marcos de camaragibe mamador de piroca e queima a rosca. Ui o barraco está só começando, Pega fogo o Cabaré Direitopatas. kkkkkkkkk

marcos

Só o gado de Lulinha 523 mil cabeças valem R4 2 600 Bilhões de Reais. Só o rebanho dá pra comprar 390 Mansões de Flávio. Fora a fazenda. MARMININO>


Serra Talhada 2021

03/03


2021

FBC: Não há espaço para aventuras

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), defendeu, hoje, a retomada do pagamento do auxílio emergencial com a definição de contrapartidas fiscais para garantir a sustentabilidade da dívida pública. Segundo ele, sem renovar o compromisso com a responsabilidade fiscal, a economia brasileira pode sofrer “consequências desastrosas”, como aumento da inflação e dos juros, redução do poder de compra das famílias, baixo crescimento e desemprego. 

Durante a discussão da PEC Emergencial no plenário do Senado, Fernando Bezerra citou a retração de 4,1% do PIB em 2020, contrariando “as projeções mais pessimistas”, e alertou que “não há espaço para aventuras”.

“Com fundamentos sólidos e estímulos adequados, a economia brasileira foi capaz de amortecer o choque da primeira onda, mas não há espaço para aventuras. Sabemos que a retomada do pagamento do auxílio emergencial é medida inadiável no momento que Estados e municípios endurecem as regras de distanciamento para conter a transmissão do vírus. Mas faremos isso com responsabilidade, respeitando o arcabouço fiscal vigente”, disse o líder. 

Ao lembrar que a adoção de gatilhos é matéria exaustivamente debatida, Fernando Bezerra ressaltou que o objetivo da PEC Emergencial é aperfeiçoar os mecanismos de controle dos gastos públicos, estendendo as medidas a Estados e municípios.

“Destaco a dimensão federativa da crise fiscal. Para se ter uma ideia, nove Estados encerraram 2020 em situação de emergência fiscal e 14 em estado de alerta, ou seja, com indicador de despesa acima de 85%. Nos municípios, as finanças encontram-se em situação igualmente alarmante”, concluiu.


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paulo roberto da silva

A contra partida taxar ás grandes fortunas, e aumentar os impostos de quem aquirir jatinhos, e iates!


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03/03


2021

PE decreta pandemia da fome, desabafa deputado


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Jornao O Poder

03/03


2021

Governo vai comprar vacinas da Pfizer e Janssen

O Ministério da Saúde decidiu, hoje, assinar contratos para compra de vacinas contra a Covid-19 dos laboratórios Pfizer e Janssen. Os contratos estão em fase de elaboração e devem ser assinados até o início da próxima semana, com determinação da quantidade de doses a serem entregues.

Em reunião nesta quarta com representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou à entidade que a elaboração do contrato com a Pfizer está em andamento e que o ministério está em negociações com a Janssen.

À tarde, o ministro Pazuello e membros da cúpula do ministério se reuniram por videoconferência com representantes da Pfizer. "Vamos fazer uma divulgação conjunta de um documento mostrando que estamos nessa fase da negociação. A proposta de cronograma que está sendo apresentada para nós é uma boa proposta, e a partir de agora a gente segue os trâmites de fazer esse contrato o mais rápido possível", disse o ministro Pazuello em vídeo divulgado após a reunião pela assessoria do ministério.

A vacina da Pfizer é a única que tem registro definitivo aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A da Janssen recebeu aprovação de autoridades sanitárias de outros países. Outras vacinas avaliadas pela Anvisa – como a CoronaVac e de Oxford, as duas que atualmente estão sendo aplicadas no Brasil – receberam somente a autorização para uso emergencial.

O governo vinha resistindo à compra de vacinas da Pfizer sob o argumento de que o laboratório impunha condições "draconianas". A principal queixa do Ministério da Saúde era a de que a Pfizer não se responsabiliza por eventuais efeitos colaterais da vacina.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

03/03


2021

Fundaj vai reeditar CD para homenagear Edson Nery

O Dia Mundial do Livro é celebrado em 23 de abril. Na data, a Fundação Joaquim Nabuco vai homenagear, in memoriam, o professor e bibiotecário pernambucano Edson Nery da Fonseca (1921-2014). Uma das ações anunciadas pelo presidente da Fundaj, Antônio Campos, consistirá na reedição de um CD em que Edson Nery declama poesias de Manuel Bandeira. A produção foi de Maria Teresa Costa Lima (foto), que também empresta sua voz à obra.


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