Blog do Magno 15 Milhões de Acessos

14/01


2021

Mulher relata sumiço de bebê no Hospital Dom Malan

Uma denúncia envolvendo o Hospital Dom Malan, em Petrolina, no Sertão pernambucano, viralizou nas redes sociais. Em vídeo, uma mulher, que se identifica apenas como Patrícia, relata que passou por uma cesárea na unidade de saúde, no último dia 27 de outubro. Ela afirma que estava grávida de uma menina, mas que, após o parto, funcionários do hospital a apresentaram rapidamente um garoto, que veio a óbito poucas horas depois.

“A menina nasceu à 1h16m. Durante o parto, possivelmente, eles levaram a minha filha para uma outra sala e, em seguida, me trouxeram um menino totalmente desfigurado. Ele tinha problemas graves de mau formação visíveis: tinha o abdômen muito alto, o fígado era grande e a língua maior do que a boca, uma cor pálida, estranha e problemas graves de respiração, no coração e estava sem cordão umbilical”, declarou.

Segundo Patrícia, o marido e a mãe, que a acompanhava, foram impedidos de entrar no Dom Malan. Só depois, a mãe foi informada de que o bebê faleceu.

Patrícia explica que passou por diversas consultas e exames, que atestavam a espera de uma menina saudável. No oitavo mês de gestação, entrou em trabalho de parto e procurou uma maternidade de Juazeiro, na Bahia, até que houve a decisão de transferi-la para o Hospital Dom Malan.

Ela conclui o vídeo fazendo um apelo a autoridades: “Peço às autoridades, em especial ao Ministério Público de Petrolina, Pernambuco, que entre em providência a respeito desse caso e me ajude a encontrar as respostas sobre o possível paradeiro da minha bebê, Liziane. Peço às autoridades que me deem a oportunidade de fazer o teste de DNA com o menino morto recebido.”

O Blog procurou a Promotoria de Justiça e Cidadania de Petrolina, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. O Hospital Dom Malan também foi contactado e se pronunciou por meio de nota:

Nota de Esclarecimento - Hospital Dom Malan

O Hospital Dom Malan informa que segue rígidos protocolos de segurança do paciente e orientações do Ministério da Saúde, inclusive, para este período de pandemia - que reduziu o fluxo de pessoas dentro da unidade materno-infantil.

O caso já está nas mãos da justiça e com os advogados. O hospital reafirma, neste momento, o compromisso com a família de prestar todos os esclarecimentos necessários para elucidação do ocorrido.


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O Jornal do Poder

14/01


2021

Pazuello anuncia início da vacinação para quarta-feira

Após uma reunião com o Ministério da Saúde, hoje, prefeitos disseram que, de acordo com o ministro Eduardo Pazuello, a vacinação contra a Covid-19 começará em todo o país na quarta-feira da semana que vem. A data depende de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial das vacinas Coronovac e Astrazeneca. A decisão da Anvisa sai no domingo.

"De acordo com @ministropazuelo, próxima segunda chegam as 2 milhões de doses da Astrazeneca para estados. Há também as 6 milhões da Coronavac. Anvisa liberando domingo, distribuem na terça para iniciar na quarta, dia 20. Ou seja: 8 milhões de doses para janeiro", escreveu o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), em uma rede social.

Algumas outras prefeituras que também saíram da reunião informando que o governo marcou a data do dia 20 foram as de: Salvador, Curitiba, Cuiabá, Maringá, Ribeirão Preto e Araucária (PR).

"Em Curitiba, vamos vacinar primeiro os grupos prioritários. Os 70 mil profissionais de saúde, e todos os idosos de Curitiba, que são perto de 300 mil pessoas", afirmou o prefeito Rafael Greca (DEM). "Será em 20 de janeiro".

O presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Jonas Donizete, ex-prefeito de Campinas, afirmou que eventual atraso no voo que vai buscar doses de vacina na Índia pode alterar a data.

"Embora tenha sido mencionado a data do dia 20, às 10h da manhã, essa data está pendente destes dois fatores: da logística de voo e da aprovação da Anvisa", afirmou.


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Abreu no Zap

14/01


2021

Pelo menos 1 a cada 5 congressistas pegou Covid

Ao menos 102 deputados e 27 senadores contraíram a covid-19 até agora. Isso equivale a 21,7% do total de 594 cadeiras do Congresso (513 deputados + 81 senadores). Ou seja, 1 a cada 5 congressistas foi contaminado pelo coronavírus. Houve uma morte até o momento.

A taxa de contaminação é de 3,8% para todos os brasileiros. A comparação, entretanto, tem ressalvas. Isso porque possivelmente todos os congressistas fizeram teste de covid-19 em algum momento. No Brasil, é minoritária a parcela da população que teve acesso a esse procedimento.

Entre os partidos, somadas as bancadas de Câmara e Senado, o PSD foi o que mais teve contaminações identificadas pela reportagem em relação ao número de integrantes. A sigla de Gilberto Kassab teve ao menos 22 congressistas com a covid-19. Ou seja, 47,8% do todo. É a legenda que mais registrou infectados também em números absolutos.

O Poder360/Drive só não encontrou casos da doença nas bancadas de PV (4 deputados) e Rede (uma deputada).

Até agora, 1 congressista morreu por causa do coronavírus: Arolde de Oliveira (PSD-RJ), senador. Tinha 83 anos. Dividindo a única morte pelo número de contaminados (que pode ser maior), chega-se a uma taxa de mortalidade no Congresso de, no máximo, 0,78%.

O senador José Maranhão (MDB-PB), de 87 anos, e o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), 48 anos, estão internados. Os deputados Jesus Sérgio (PDT-AC) e Célio Silveira (PSDB-GO) deixaram o hospital nos últimos dias.

Maranhão está no hospital desde dezembro. O boletim médico divulgado na 4ª feira (13.jan.2021) informa que ele segue na UTI (unidade de terapia intensivo) sem previsão de alta. “O senador encontra-se na Unidade de Terapia Intensiva, sedado, em ventilação mecânica, recebendo suporte clínico e fisioterápico”. A assessoria de Marcos Pereira informou que ele passa bem.

O Piauí foi o Estado com o maior percentual de casos de covid-19 entre congressistas. Em seguida, vem o Amazonas –a 3ª unidade da Federação com mais mortes por milhão de habitantes. Em números absolutos, puxam a fila São Paulo (com 17 contaminados) e Rio de Janeiro (13).

O Poder360/Drive consultou Lideranças de bancadas e congressistas para levantar os casos confirmados. Quem teve o vírus e depois renunciou ao cargo foi computado –caso de Roberto Pessoa (PSDB-CE), hoje prefeito de Maracanaú (CE). Também foi computado o ministro Fábio Faria (PSD-RN), que é deputado licenciado. Pode haver mais casos não identificados.

O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) contou à reportagem que seu exame foi negativo, mas teve o diagnóstico clínico. “Passei o Natal derrubado, parecia que tinha uma carreta em cima da minha cabeça”, disse.

Há pelo menos 1 caso de reinfecção no Congresso. O deputado Marx Beltrão (PSD-AL) pegou coronavírus duas vezes. Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também estão entre os já infectados.


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14/01


2021

BB diz que não foi comunicado sobre demissão do presidente

O Banco do Brasil informou, hoje, que não recebeu nenhuma comunicação formal por parte do "acionista controlador", ou seja, o governo federal, sobre qualquer decisão a respeito da possível demissão do seu presidente, André Brandão. A informação foi divulgada por meio de "fato relevante" à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A possibilidade da saída de Brandão do comando do banco estaria relacionada a uma insatisfação do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o blog da Ana Flor, Bolsonaro se irritou com o anúncio, feito no início desta semana, do fechamento de mais de 200 agências e um programa de demissão voluntária com o objetivo enxugar 5 mil vagas.

Ainda de acordo com o blog, Bolsonaro passou a receber telefonemas e pedidos de audiência de políticos. Eles reclamam que suas cidades deixariam de ter agências do banco.

A principal irritação de Bolsonaro é motivada pelo anúncio das medidas antes da definição das presidências da Câmara e Senado – as eleições estão previstas para fevereiro.

Brandão assumiu a presidência do banco em setembro de 2020, levado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e pelo presidente do Banco Central, Campos Neto.


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14/01


2021

PT rompe com o PSB e entregará os cargos no Governo

A Executiva Estadual do PT oficializou, hoje, o que este blog já havia adiantado, ontem, sobre o rompimento da legenda com o PSB no Governo de Pernambuco. Em nota enviada pelo presidente do partido no Estado, o deputado estadual Doriel Barros, a legenda comunicou o rompimento e a entrega dos cargos. Confira a nota na íntegra abaixo:

“Como resultado de debates internos sobre a continuidade da participação do Partido dos Trabalhadores no Governo do Estado, decidimos deixar os cargos que o PT ocupa na atual gestão (PSB-PE).

Nossa participação na gestão foi uma decorrência natural da aliança que celebramos com o PSB em 2018 e que teve resultados extremamente positivos para ambos os partidos, entre os quais as reeleições do governador Paulo Câmara no primeiro turno e do senador Humberto Costa, além da significativa contribuição ao desempenho eleitoral de Fernando Haddad no primeiro e segundo turnos das eleições presidenciais.

Ao longo desses dois anos, o PT contribuiu de forma decisiva para o sucesso da administração estadual, desenvolvendo políticas públicas com criatividade, competência e compromisso com a maioria da população, especialmente no segmento da agricultura familiar. Implantamos um trabalho que, se continuado, permitirá a colheita de importantes frutos para a gestão estadual e mudanças estruturais nesses setores.

Nosso posicionamento não decorre de divergências administrativas com o governo que consideramos estar cumprindo os compromissos celebrados no programa de governo referendado em 2018 pela população pernambucana. É uma consequência política do acirrado enfrentamento eleitoral municipal de 2020, especialmente no Recife, onde recebemos da campanha do PSB tratamento inaceitável, desrespeitoso e incompatível com o histórico de relacionamento de nível elevado entre nossas siglas.

Decorre também da posição da direção nacional do PT que não produziu nenhuma manifestação pública ou reservada que demonstrasse o interesse em preservar nossa participação no governo como espaço facilitador de conversas entre as duas siglas em nível nacional.

A partir de agora, assumimos um posicionamento de independência em relação ao governo estadual que pautará também a nossa conduta na Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Esperamos ainda a continuidade de um diálogo respeitoso com o governo estadual e com a própria Frente Popular.

Recife, 14 de janeiro de 2021.

Doriel Barros – presidente do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco


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Banco de Alimentos

14/01


2021

Frankestein do Brasil

Por Edson Barbosa*

Bem que Mary Shelley poderia ter escolhido outro final para sua obra-prima, permitindo a Frankestein, a criatura, a satisfação do seu desejo de amor. Tivesse a escritora feito uma pequena mudança no enredo e daria vida à fêmea pedida pelo monstro, bastando para isso que Dr. Victor Frankestein, o criador, concluísse a construção da donzela, emigrando os noivos para as selvas da América do Sul, conforme acertado, deixando a humanidade em paz.

Porém, a ficção, ao menos no romance gótico, foi eternizada da maneira que se sabe. Temeroso em criar uma raça de monstros que viesse a destruir a humanidade, Victor interrompe o seu experimento no laboratório das ilhas Orkneys e foge da criatura.

A história de terror acaba nas geleiras do Mar do Norte, quando, diante do cadáver do seu criador, na cabine do navio, Frankestein, o monstro, aos prantos, promete ao capitão Walton, que se retiraria para o extremo Norte e lá deixaria a humanidade em paz, cometendo suicídio.

Misturando ficção e realidade, houvesse Mary Shelley concluído o seu enredo com a partida do casal de criaturas Frankestein para a América do Sul, penso que nem mesmo eles teriam a capacidade macabra de gerar um filho chamado Brasil, tal como se apresenta há 520 anos, tão degenerado e deformado pela maldade, pela desigualdade humana; um monstro tenebroso que, a preço do dia de hoje, mata mais de 60 mil pessoas por ano, na bala, e mais de 200 mil, pela infecção do coronavírus, há apenas 10 meses. Isso é milhares de vezes mais terrível que os três ou quatro assassinatos cometidos pela criatura no romance.

Frankestein do Brasil, agora uso o nome abandonando a ficção, dizimou nações nativas inteiras, escravizou índios e negros, queimou os documentos dos negros escravizados, suprimiu-lhes até a senzala onde dormiam, e a ração que comiam, negou-lhes a terra, a educação e corrompeu-lhes a identidade.

Frankestein do Brasil criou essa república velha cafetina espoliativa de si própria, em benefício das Fords da vida, que ao longo de 120 anos saciam os seus desejos mais animalescos, sem sequer usar a camisinha, e vão-se embora, deixando infectada a dignidade humana dessa terra brasilis, em pleno século 21.

Penso que talvez seja esse o nosso ponto de inflexão, no janeiro de tantas mortes. Façamos proveito do assunto do suicídio, agora trazido à tona pelo ministro da Justiça do Brasil, quando dá início à criação de um monstrengo, abrindo investigação contra o jornalista, biógrafo, romancista, Ruy Castro, mas também, na vida real, ajudante de criador de monstros que andam à solta por aí. Quem é do ramo da política, sabe.

A esse Frankestein do Brasil, voltemos ao enredo da ficção, eu proponho que se retire para o extremo do Norte e, por lá, até se suicide. Duvido que haja investigação do ministro capaz de condenar alguém por isso. Até porque, à Polícia Federal, devem-se reservar ações relevantes do interesse do Estado, com responsabilidade, isenção e autonomia, sem nenhum Frankestein de plantão para atrapalhar.

*Jornalista e publicitário. Consultor em comunicação de interesse público, nos segmentos institucional, corporativo e político. Coordena e desenvolve projetos no Brasil e América Latina.


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14/01


2021

Yves anuncia regulamentação de kombeiros em Paulista

O prefeito de Paulista, Yves Ribeiro (MDB), estabeleceu um prazo de 120 dias para que kombeiros que atuam na cidade passem por regulamentação. Além disso, suspendeu blitz durante o período. O anúncio ocorreu, hoje, em reunião com parte do secretariado e representante dos motoristas de Kombi.

Essa foi a maneira encontrada pelo gestor para organizar o transporte coletivo em Paulista e evitar novos conflitos entre agentes de trânsito e kombeiros. "Estamos fazendo uma parceria. O importante é que possamos trazer tranquilidade para os kombeiros. São 430 pais de família que vivem de Kombi", comenta Yves.


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Jornao O Poder

14/01


2021

Artur tenta voto de Marília

Na passagem ontem pelo Recife, o candidato do Centrão à Presidência da Câmara, Artur Lira (PP-AL), teve uma conversa reservada com a deputada Marília Arraes, da bancada do PT na Casa, pediu seu apoio, mas saiu sem a certeza do voto da petista, que já havia se encontrado com ele em Brasília.

Lira já teria, hoje, mais de 300 votos, inclusive Marília não seria a única assediada no PT. Outro que está na sua agenda é o também pernambucano Carlos Veras. Ambos foram convidados para o almoço com Lira ontem no Costa Brava, mas recusaram o convite.


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14/01


2021

Lockdown, a estratégia suicida

Por Antonio Magalhães*

Paulo Câmara e Geraldo Júlio erraram ao determinar um lockdown rigoroso durante a primeira fase da pandemia causada pelo vírus chinês. Um estudo do psicólogo e professor da UFPE, Bruno Campello, apontou que o isolamento social determinado pelos governantes a partir de março de 2020 levou a mais mortes pela Covid. Para Campello foi uma “estratégia suicida”.

O psicólogo usou os dados da empresa de geolocalização In Loco, contratada sem licitação pela Prefeitura do Recife, e do Google para monitorar os pontos mais rigorosos de isolamento e onde aconteceram as mortes futuras, quatro a seis semanas depois.

“Pensei que as mortes poderiam ser mais um efeito da fase da pandemia – disse Campello em entrevista ontem ao programa da Jovem Pan “Pingos nos iis” –, mas vi, com base em estatística, que meu ponto de vista, ao contrário das autoridades, estava se confirmando”.

AUMENTARAM AS MORTES

Segundo ele, o lockdown proposto para supostamente desafogar o sistema público de saúde terminou aumentando o pico de mortes e em menos tempo, com o crescimento do número acumulado de óbitos. “Só para dar uma ideia, o isolamento de 45 dias provocou um aumento de 15% das mortes. Um dado surpreendente, mas verdadeiro”, acrescentou.

Ele participou em dezembro passado de uma viagem de integrantes do Ministério da Saúde a Manaus, onde aconteceram muitas mortes pela Covid. “Os óbitos ocorreram quatro a seis semanas depois de um radical isolamento social. Muitos o qualificaram de quarentena, mas ela só afasta os doentes. Já o lockdown juntou saudáveis e doentes permitindo mais contaminações”.

ESCOLAS FECHADAS

Campello lembrou ainda que a iniciativa de fechar escolas foi um equívoco das autoridades, em todos os países. “Comprovadamente se soube que a fração de crianças e adolescentes contagiada pelo coronavírus foi muito pequena. E as mortes nessa faixa etária foram bem menores. Embora se admita que muitas crianças morrem por gripes comuns”. Para ele, epidemiologicamente e estatisticamente não se justificou o fechamento das escolas.

A versão de um fechamento total, ou lockdown, para combater a Covid foi desenvolvido em 2006 nos Estados Unidos, quando o governo de George W. Bush procurava um meio de reduzir as contaminações futuras em epidemias de gripes. A filha de um epidemiologista de 14 anos deu a ideia de que as crianças por contactarem muitas pessoas na escola poderiam ser transmissoras de maior grandeza do vírus da gripe.

Pois bem, o governo Bush acatou a sugestão do médico com base num estudo de pouca consistência científica com 180 crianças sugerindo o isolamento dos menores. O estudo foi duramente criticado por cientistas na época, mas terminou engavetado por falta de risco real. E com a pandemia do coronavírus, o isolamento social como tinha sido proposto foi retomado radicalmente.

POUCA ATENÇÃO

Bruno Campello afirmou na sua entrevista que procurou por meio de amigos comuns autoridades do Estado e da Capital, mas não lhe deram atenção. O seu estudo, compartilhado com o pai, também professor, Fernando Campello de Souza, quase ficou inédito uma vez que três repositórios de trabalhos acadêmicos recusaram acolhê-lo sem qualquer justificativa. Outras sete revistas recusaram o trabalho sem explicações. “Agora ele já está no repositório SSRN e uma revista científica vai publicá-lo”, completou. É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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