Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

23/01


2021

Morre Larry King, lenda da TV norte-americana

Um dos grandes comunicadores da TV dos Estados Unidos, o apresentador Larry King morreu, hoje, aos 87 anos por complicações da Covid-19. A informação foi confirmada pelos representantes do jornalista em sua conta oficial no Twitter.

Larry King estava internado desde 2 de janeiro deste ano no Centro Médico Cedros Sinai, em Los Angeles, depois que contraiu a Covid-19. Na CNN, ele conduziu durante 25 anos o programa "Larry King Live".

King era portador da diabetes do tipo 2 e retirou um câncer de pulmão em 2017. Ainda não há informações sobre o velório e enterro do comunicador, que deixa três filhos e nove netos.


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O Jornal do Poder

23/01


2021

Fundaj participa de exposição dedicada a Pelé

A Fundação Joaquim Nabuco firmou parceria com a IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, Organização Social de Cultura,  responsável pela gestão do Museu do Futebol e do Museu da Língua Portuguesa. A Fundaj participará da exposição "Pelé 80 – o Rei do Futebol", inaugurada em outubro do ano passado no Museu do Futebol, em São Paulo, cedendo o apito usado para marcar o milésimo gol do Rei do Futebol para compor a mostra.

O presidente da Fundaj, Antônio Campos, esteve reunido em São Paulo, na manhã de hoje, com a diretoria da IDBrasil, representada pelas diretoras Executiva, Renata Motta; Técnica, Marília Bonas; e de Desenvolvimento Institucional, Carolina Bianchi. O apito, que integra o acervo do Museu do Homem do Nordeste desde 2008, foi usado pelo árbitro alagoano Manoel Amaro de Lima, em 19 de novembro de 1969, para autorizar o pênalti no qual Pelé marcou seu milésimo gol. 

O Rei do Futebol vestia a camisa do Santos e jogava contra o Vasco, na 14ª rodada da Taça Roberto Gomes Pedrosa, no estádio do Maracanã. Enquanto o som do apito parava o jogo, o pênalti era anunciado na voz do cronista esportivo Jota Soares, narrador da histórica partida.


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Abreu no Zap

23/01


2021

Prefeita do Ipojuca define metas com o secretariado

Na primeira reunião com o secretariado, ontem, a prefeita do Ipojuca, Célia Sales (PTB), pediu integração à sua equipe. Além da apresentação do seu Plano de Governo, a gestora e a vice, Patrícia Alves, definiram as metas para os próximos quatro anos. A estrutura administrativa de cada secretaria permanece a mesma, devendo haver uma reforma administrativa, no entanto, ainda no primeiro semestre de 2021. 

“Peço que coloquem à disposição de Ipojuca toda a experiência que carregam em seus currículos. Os desafios, quando surgirem, precisam ser vencidos pela disposição em fazer o melhor sempre. Nestes próximos quatro anos, vou monitorar de perto cada secretaria que confiei a vocês. Teremos reuniões de monitoramento com metas e prazos bem definidos, porque entendemos que só assim vamos avançar. Fizemos muito no primeiro mandato mesmo com todas as dificuldades que vocês já sabem. Agora, com a graça de Deus, vamos fazer muito mais”, discursou Célia Sales. 

Ela ressaltou que, na crise desta pandemia da  Covid-19, o time de secretários teve uma maior integração e parabenizou pela dedicação e empenho dos comitês formados, a exemplo do Comitê Contra o Coronavírus e o de fiscalização em Porto de Galinhas. “Quero que esta motivação e compromisso continuem”, afirmou. Célia Sales também ressaltou que todos precisam trabalhar para gerar mais emprego e renda para os ipojucanos, se empenhando, com “criatividade e inovação”, para garantir não só a instalação de novas empresas, mas o fortalecimento das já existentes no município. 

Em seu discurso, a prefeita declarou que quer ver ainda mais avanços do que já conquistou na Educação, na Saúde e na Segurança. Falou da preocupação com o tráfico de drogas, que vem crescendo no município, e antecipou que cobrará políticas públicas mais assertivas tanto para a Zona Rural como para a juventude envolvendo esportes, cursos de capacitação e oportunidades de emprego. Anunciou que vai dar uma atenção especial ao Turismo e ao Meio Ambiente, tão afetados nos últimos dois anos (óleo e pandemia), e antecipou que, em breve, fará diversas inaugurações de demandas antigas da população, contempladas no Programa de Retomada Econômica, lançado em junho de 2020, “Ipojuca é TOP”.


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23/01


2021

Procon-PE interdita Sala de Reboco

Houldine Nascimento, da equipe do blog

O Procon Pernambuco interditou o Sala de Reboco Bar & Comedoria. Uma equipe do órgão operativo esteve no tradicional espaço localizado no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife, por volta das 22h30 de ontem. Durante a operação, fiscais encontraram pessoas dançando enquanto havia a execução de música ao vivo, o que foi proibido pelo Governo do Estado em uma nova determinação para enfrentamento à Covid-19, no último dia 15 de janeiro.

O Blog procurou o proprietário da Sala de Reboco, Rinaldo Ferraz, para que se pronunciasse sobre a interdição. De acordo com ele, ocorria uma live solidária para ajudar músicos. "Algumas pessoas vieram doar presencialmente. Na hora em que a fiscalização chegou, elas estavam dançando. Mostrei na relação que só havia 125 pessoas. Eles viram que estava tudo regularizado com o Corpo de Bombeiros e infelizmente houve essa interdição. Eu vou fazer a defesa. Fui informado que vou ser notificado em dez dias", explicou,

A Sala de Reboco está em funcionamento desde 1999 e se notabilizou pelo incentivo ao forró pé-de-serra, ajudando a revelar diversos talentos. Ainda segundo Rinaldo, a ação do Governo pode levar o espaço à falência. "Estou com um sanfoneiro da banda que está ficando cego. Estamos levantando dinheiro para a cirurgia dele. Infelizmente, quando as pessoas vêm fiscalizar, olham de forma fria. Até questionei pelo fato de ser uma causa nobre, enquanto os ônibus e os metrôs estão dessa forma, assim como foram os comícios. E eles vêm agora em cima da classe empresarial e artística. Vou preparar a defesa e lutar pela casa para manter a divulgação da nossa cultura porque, caso contrário, vai embora mais um espaço", comentou.


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23/01


2021

O odor da morte

Por Arnaldo Santos*

Por entre as colunas de concreto e os vidros blindados, que protegem e escondem o ocupante do gabinete presidencial do Brasil, e sua corriola de ministros igualmente genocidas - como o da saúde - exala o odor da morte de mais de 215 mil cadáveres de brasileiros, vitimados pela negligência e a incúria administrativas desse (des)governo, revelando em cada um dos seus integrantes o mais abominável dos sentimentos humanos, (desumanos), que é o desprezo pela vida do outro. É imperioso lembrar que somos apenas 2,7% da população da Terra, e respondemos por 10% dos mortos em todo o mundo pela Covid.

O que aqui afirmamos ficou provado ainda no ano passado (todos se lembram), quando o “capitão da morte” mandou cancelar a compra das primeiras vacinas Coronavac - 42 milhões de doses - pelo simples fato de ser medicamento chinês. Percebem quanta falta estão fazendo para imunização dos 30 milhões prioritários? Essa aquisição havia sido comunicada pelo “mentiroso” ministro da morte, Eduardo (dia “D”, hora “H”, oxigênio) Pazuello, que foi obrigado a desmentir a informação 24 horas depois, não sem antes ser humilhado publicamente pelo seu chefe.

Outro fato que chama atenção no campeonato das vacinas, Doria X Bolsonaro, foi a demora na aprovação para uso emergencial, pela ANVISA, com direito a exibição em rede nacional de televisão, algo nunca visto na história dessa instituição. Foi uma tentativa de recuperar a credibilidade científico-técnica, arranhada em razão do uso político a que foi submetida no atual (des)governo.

A fúnebre realidade vivida pela população de Manaus, na última semana, que comoveu o mundo, confirma que o negacionismo e a eugenia bolsonarista fizeram escola, sendo o governador do Amazonas, Wilson Lima, seu aluno mais aplicado e desprezível.

Sua negligência e o desprezo pela vida conduziram muitas pessoas a agonizarem até o decesso vital por falta de oxigênio, revelando sua crueldade e do que um genocida é capaz.

O mais surpreendente é que, em vez de assumir suas responsabilidades - pedir perdão ao Brasil pela desídia e pelos crimes cometidos, admitindo que errou quando afrouxou as medidas de isolamento social, cedendo às pressões do “capitão da morte”, quando esteve em Manaus, fazendo campanha pelo não fechamento do comércio - preferiu atribuir as cenas horrendas a que o mundo assistiu pela televisão à variante do vírus, que internacionalmente está sendo chamado de “bozovirus”.

Eles, no entanto, não estão sozinhos na prática do cometimento desse que pode ser considerado “crime contra a humanidade”; a eles se juntam as “luxuosas” companhias dos integrantes do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal - STF, que, como instituições guardiãs dos direitos individuais e coletivos da sociedade, onde a vida é o bem maior a ser protegido e preservado, silenciaram.

Por interesses subalternos e falta de uma atuação politico-jurídica como se espera das instituições democráticas, se omitiram do papel constitucional que lhes cabem; e deixaram esse genocida continuar brincando de matar. Por isso, nos seus amplos salões e luxuosos plenários, estão empilhados os mais de 215 mil cadáveres, para que também sintam o odor da morte.

Deve ser lembrado o fato de que, já no início da pandemia, quando se choravam os primeiros 20 mil mortos pela Covid, o negacionismo se intensificava, aliado ao exercício ilegal da Medicina, via rede nacional de televisão, pelo demente charlatão “capitão da morte”. Este, então, receitava abertamente o uso indiscriminado da tal cloroquina, sem qualquer eficácia comprovada, e recomendava que a população não deveria ficar em casa nem usar máscara. A tudo isso se somavam os sucessivos ataques as outras instituições e o descumprimento da Constituição; ali já estavam dadas as condições para que o Congresso e o STF interrompessem a trajetória desse sádico, pois, na divisão dos poderes, cabe aos legisladores e aos doutos juízes da Suprema Corte essa função.

Como não o fizeram, faço saber que as centenas de milhares de órfãos que choram a morte dos seus pais, as milhares de viúvas e viúvos, com dificuldades para criar seus filhos, as centenas de milhares de sonhos e histórias de vida interrompidos, são também responsabilidade dos senhores, por terem se omitido do cumprimento do dever legal, que seria a interrupção, via impeachment, ou por meio de outro instrumento legal, das ações dessas mentes doentias e perversas indiferentes à dor e à comoção de toda uma Nação. Continuarão impunes? Até quando?

Por isso, senhores ministros e congressistas, sintam o mau cheiro que exala dos mais de 215 mil cadáveres, que vocês, pela omissão, deram causa aos seus óbitos; experimentem, ainda, a dor dos que agonizaram até morrer pela falta de um cilindro de oxigênio, pois todos os males e sofrimentos causados pelo bolsonarismo doentio e perverso são, também, responsabilidade dos senhores.

No contexto dessa realidade sombria, o Brasil já é um grande necrotério, onde os vermes que corroem essa Nação se alimentam dos cadáveres deixados pela Covid, e nutrem o mórbido sentimento de desumanidade e indiferença pela sociedade em geral, especialmente pelos pobres que são os mais suscetíveis a contaminação pelo coronavírus, que, por necessidades e instinto de sobrevivência, se expõem ao vírus em grau muito maior.

Para aqueles que ainda mantêm intacto o uso da razão, é impensável deixar que falte oxigênio para acudir a população de qualquer cidade brasileira, enquanto o ministro da morte exercita o charlatanismo bolsonarista receitando cloroquina, agora disfarçado de um tal “tratamento precoce”, mesmo depois da ANVISA ter declarado não existir qualquer evidência científica da sua efetividade no tratamento do coronavírus.

 A propósito das supostas propriedades terapêuticas da cloroquina no tratamento da Covid, o Governo do Ceará financiou uma pesquisa, por meio da FUNCAP, junto ao Departamento de Farmacologia Clínica/UFC, e espera receber os resultados nos próximos dias, para saber se há comprovação científica para uso profilático no combate ao vírus.

A pergunta que se faz é, como ser indiferente à morte de pessoas por asfixia, nos corredores dos hospitais, e não atuar com toda autoridade e a responsabilidade que lhe cabia, como fez esse verme ministro da morte quando esteve em Manaus? Na semana anterior à falta de oxigênio em todas as unidades de saúde, ele havia sido informado do problema e ainda assim viajou sem tomar qualquer providência, para depois apresentar como motivo a cínica desculpa de que a força aérea não dispunha de boeing para transportar os cilindros, embora o Ministério da Saúde já soubesse do iminente colapso há pelo menos dez dias! Reparem a quem está entregue a saúde do povo brasileiro!

A pergunta que todos fazemos é: - por que não alugou quantos boeings fossem necessários para fazer o transporte e acudir às pessoas e evitar que morressem daquela forma tão sofrida? Nosso respeito e reconhecimento aos médicos e a todos os profissionais da saúde, que mesmo nas situações mais adversas, nunca se omitiram.

O mais surpreendente é que o requisito mais ressaltado em seu currículo – é que ele seria um especialista em logística, e não foi capaz de fazer chegar a tempo, aos hospitais de Manaus, os cilindros de oxigênio tão necessários para salvar a vida daquelas pessoas que vimos agonizar até a morte. Imagine se não o fosse!

Senhores genocidas: a vacina, pelo seu valor científico e eficácia comprovadas em todos os ensaios e testes clínicos, vai conter a velocidade da transmissibilidade do vírus, vai reduzir significativamente o número de infectados e mortos daqui para frente, (se houver vacinas suficientes), mas suas máscaras que só recentemente passaram a usar, especialmente pelo “capitão da morte”, continuarão impregnadas pelo fartum exalado dos cadáveres dos pais e mães, esposos e esposas, irmãos e irmãs, filhos e filhas, tios e tias, cunhados e cunhadas, primos e primas, amigos e amigas, que os senhores, pela prática genocida com que se conduziram até aqui, deram causa as suas mortes.

A pandemia vai passar, mas o bodum da morte não, e vocês vão continuar cheirando para nunca mais esquecerem dos crimes que cometeram. Até aqui a pandemia teve o vírus como causa a ser combatida, desde agora, pelas vacinas, e três inimigos ainda mais difíceis de enfrentar: o negacionismo do governo, a mente doentia e criminosa do presidente e as mentiras do ministro da morte.

Saibam os estúpidos desse governo e seus aliados que a culpa por essa monstruosidade cometida contra o povo brasileiro é de vocês, e já está registrado pela história. Se, por acaso, os doutos juízes do STF, em um lapso de consciência, mesmo que tardiamente, fizerem a justiça se realizar, vocês pagarão pelos seus crimes, pois não lhes restará lugar para se esconderem, e menos ainda um refúgio para se livrarem do peso da culpa. Tenho dito!

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas. Comentários e críticas para: [email protected]


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Comentários

marcos

Quanta merda senhor Arnaldo.


Banco de Alimentos

23/01


2021

Belo Jardim ganha um hotel maravilhoso

No Jornalismo desde os anos 80, focado na política, pós graduação em Ciência Política pela Unicap e curso especial na UNB, nunca resumi minha atividade a uma temática. Sou plural, tenho livros sobre o potencial do Nordeste e também abordando o drama interminável das secas inclementes, que gerou a chamada indústria da seca.

Por onde passo - e viajo muito - costumo divulgar boas descobertas, como o restaurante Águas de Março, em plena Serra dos Ventos, em Belo Jardim, onde comi ontem um peixe maravilhoso contemplando a natureza. Também a maravilhosa tripa do bar e restaurante Bodeca do Jokka, no centro de Belo Jardim. 

Faço isso como dicas e também para valorizar o que é bom. Prestigio também os grandes investidores anônimos do Nordeste, como é o caso de Giva Fidelis, matuto audacioso de Belo Jardim, que abriu, há três anos, o Hotel Lacazzona, situado às margens da BR-232, a 184 km do Recife e 73 km de Arcoverde, portal de entrada do Sertão.

Foi lá onde foi realizado o primeiro encontro do ano dos novos presidentes de câmaras municipais, ontem, cumprindo o protocolo rigoroso da pandemia. O hotel tem um espaço bem amplo e confortável, dois auditórios, o maior deles com capacidade para 600 pessoas. Tem também uma piscina maravilhosa com bar molhado, espaço kids e uma mini academia. Os apartamentos são ótimos, com duas suítes presidenciais.

Giva atua também no ramo de motel. Apaixonado por Belo Jardim, conseguiu uma linha de crédito do Banco do Nordeste para tirar do papel o projeto dos seus sonhos: dar a cidade um hotel de qualidade, o que há muito Belo Jardim necessitava. E está dando certo, mesmo em tempos tão bicudos de crise sanitária. 

Serviço 
Hotel Lacazzona 
BR-232 KM 180 
Reservas: [email protected]
Fones: 81. 3726.4806 e 998795513


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23/01


2021

Um embaixador no inferno

Por Marcelo Tognozzi*

O embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima nasceu vacinado contra a mediocridade e a incompetência. Ao longo dos seus mais de 50 anos de carreira não foram poucas as vezes em que desafiou o impossível e venceu. Diplomata brasileiro mais importante da segunda metade do século 20, sempre teve como marca pessoal a eficiência da sua diplomacia exercida com determinação, cavalheirismo e, acima de tudo, uma enorme paixão pelo Brasil. Os mais jovens não sabem, mas nos anos Paulo Tarso o Itamaraty era muito mais que uma repartição burocrática com funcionários poliglotas. Ali funcionava uma usina de talentos capazes de ousar e fazer a diferença.

O embaixador, que completará 88 anos em julho, é símbolo da competência e inteligência que necessitamos resgatar urgentemente para que o Brasil recupere sua importância e prestígio na comunidade internacional.

Nos últimos anos experimentamos a diplomacia de uma nota só, na qual o único parceiro relevante era o ex-presidente Trump. Os erros da diplomacia são caros demais e às vezes duram séculos até serem superados.

Esta semana o Brasil se encheu de esperança com as primeiras imagens de pessoas sendo vacinadas. Mas perdeu o fôlego logo em seguida, abatido pela notícia de que não teremos matéria-prima suficiente para produzir imunizantes em larga escala. Nossa diplomacia foi lerda, justamente quando mais precisávamos dela e pagaremos caro.

Foi por isso que decidi reproduzir esta conversa até agora inédita. Na tarde do dia 11 de julho de 2003, eu e o fotógrafo Orlando Brito batemos um longo papo com o embaixador Paulo Tarso sobre os bastidores do resgate dos brasileiros feitos reféns pelo ditador do Iraque, Saddam Hussein, em 1990, pouco antes de estourar a Guerra do Golfo. Saddam usaria brasileiros trabalhadores da Mendes Junior como escudos humanos no caso de um bombardeio norte-americano. Embaixador em Londres, ele interrompeu as férias no sul da França para rumar ao inferno iraquiano. Seu relato é uma aula de diplomacia, ousadia, coragem, solidariedade humana e profissionalismo. Tudo o que se espera de um embaixador de verdade.

Quando o presidente Fernando Collor pediu para o senhor resolver a questão dos reféns brasileiros no Iraque?

Paulo Tarso – Foi em 1990. Estava de férias no Hotel du Cap no Sul da França, quando o garçom trouxe o telefone. Era nosso encarregado de negócios em Bagdá pedindo para que eu entrasse em contato com o ministro do Comércio do Iraque e solicitasse a liberação dos vistos dos brasileiros. Em seguida, telefonou o Azambuja (embaixador Marcos Azambuja, secretário-geral do Itamaraty), e combinamos que eu iria a Londres pegar minhas coisas e depois voaria para Bagdá via Aman, na Jordânia. Eu tinha uma carta do Collor ao Saddam para usar em caso de necessidade.

Quantos eram?

Paulo Tarso – Eram 450 brasileiros que o governo Saddam chamava de hóspedes. Cada grupo estava ligado a um ministério. O primeiro grupo que consegui liberar era o do brigadeiro Hugo Piva. Diziam que ele estava lá ajudando o Iraque a fazer bomba atômica, mas não era nada disso. Ele estava fazendo uns awacs, aqueles aviões com radar e fez os awacs com uma plataforma russa.

Qual era sua estratégia?

Paulo Tarso – Manter a pressão com o grande número de brasileiros, porque queria que saísse todo mundo junto como forma de pressionar o governo do Iraque. O Itamar era presidente interino (Collor estava em viagem oficial no exterior) e um sujeito do SNI (antigo Serviço Nacional de Informações) que o assessorava começou a soprar no ouvido dele para mandar vir todo mundo que já tinha visto. Me recusei a cumprir esta instrução, porque era uma instrução suicida do ponto de vista dos nossos interesses.

Se ficasse um para trás já fracassaria…

Paulo Tarso – Exatamente. E perderia o poder de pressão. Em Bagdá não tinha comunicação com o Brasil. Fizemos uma gambiarra com o computador do José Meirelles Passos, correspondente de O Globo, e conseguimos acesso a uma internet precaríssima. Nosso sistema de telefone por satélite dava muita interferência com os tais awacs que o Piva montou lá. O Piva resolveu tirar o pessoal dele antes. E nós o pegamos em flagrante numa agência comprando passagens. Eu o chamei e passei-lhe os fogos. Como eu era o chefe, me prevaleci desta condição e desanquei o Piva. Como é que ele estava fazendo um negócio desse sem me falar e que poderia comprometer o êxito da missão? Ele ficou muito aborrecido comigo, mas acabou desistindo de sair antes.

E os outros?

Paulo Tarso – Começou-se a criar um fermento de insatisfação no acampamento da Mendes Junior. O pessoal estava muito revoltado e fui lá. O Rosental Calmon Alves, do Jornal do Brasil, tremendo gozador, disse que eu não conseguia me comunicar com os operários, porque falava difícil. No dia seguinte mudei o discurso. Um gerente da Mendes Júnior não me queria no acampamento apavorado com a possibilidade de eu ser sequestrado. O clima era esse. Fiz um discurso bem pedestre na linguagem. Nessa altura a Lúcia (mulher de Paulo Tarso) decidiu vir para Bagdá, mesmo contrariando minha orientação e a do Itamaraty. Usei isso como trunfo: “Olha aqui, quero dar uma prova de que a coisa está se normalizando, tanto que mandei vir minha patroa”. Esse troço rendeu, porque usei a expressão patroa e os jornalistas me gozaram pra burro. Mas surtiu efeito.

Como seguiram as negociações?

Paulo Tarso – O subsecretário de relações exteriores deles era muito influente e com prestígio no Iraque. Wissan Zhawyi. E o acesso a ele obtivemos usando o diplomata René Loncan, seu amigo. A Lúcia fez um jantar para ele na embaixada. Foi aquela luta, porque não havia mais gêneros em Bagdá. Mas o motorista da embaixada conseguiu comprar um carneiro e o cozinheiro fez um carneiro ótimo. Só que Wissan Zhawyi era vegetariano. Então foi uma decepção danada. Mas ele me ajudou, porque era parte da máquina permanente do Ministério do Exterior.

Como ele ajudava?

Paulo Tarso – A gente telefonava e ele dava informações importantes.

Nessa viagem o senhor não chegou a ter contato direto com o Saddam?

Paulo Tarso – Não foi preciso. Consegui resolver tudo sem falar com ele.

Então quem ajudou o senhor foi o Tariq Aziz e…
Paulo Tarso – E o Arafat (Yasser Arafat 1929-2004). O Arafat eu já conhecia e o procurei. Ele tinha uma casa em Bagdá e era muito meu camarada. Era fascinado pelo Brasil e, coitado, levou um cano aqui. Ele era empreiteiro no Oriente Médio, quando começou a construção de Brasília. Um vigarista vendeu para ele um lote apregoando qualidades excelsas para este lote e ele nunca conseguiu achar o diabo do lote. Eu ajudei a procurar também, mas nunca achei. Ele contava isso com muita graça.

Onde o senhor o conheceu?
Paulo Tarso – No Brasil havia um representante da OLP (Organização para Libertação da Palestina, chefiada por Arafat), o Farid Suwan, que ficou meu amigo. Numa das vezes que eu fui ao Iraque ele fez questão que eu conhecesse o Arafat. Quando fui para Bagdá nesta missão, antes passei pela Jordânia e consegui uma audiência com o rei Hussein, pedi para ele dar uma palavra com o Saddam e de fato ele deu. E o Arafat a mesma coisa. Eu o procurei e disse: “Chairman –ele era conhecido como chairman Arafat– precisamos de uma ajuda sua aí com o Saddam, faça ver a ele que é um erro histórico que está cometendo. Isso vai dificultar no futuro uma possível cooperação entre o Brasil e o Iraque“. O Arafat concordou e prometeu intervir junto ao Saddam. Foram duas ajudas políticas.

E as coisas evoluíram?
Paulo Tarso – Começaram a pingar os vistos que estavam faltando até que o Collor, que estava em Nova York, teve uma reunião com o Bush pai. Os americanos redigiram um comunicado à imprensa dizendo o seguinte: “O presidente Collor e o presidente Bush conversaram sobre a situação do Oriente Médio e convieram ambos que Saddam Hussein é um bandido”. Uma coisa desse gênero. E eu com mais de 400 brasileiros lá.

Como o senhor saiu dessa?
Paulo Tarso – O Nezar Hamdoum mandou me chamar. Era o homem forte do Ministério do Exterior e encarregado da propaganda no Iraque. Os americanos o chamavam de Goebbels do Iraque. Pegou um teletipo e disse: “Você viu essa notícia”. Eu respondi: “Soube, mas não vi e estou procurando confirmar”. Então mandei um telegrama para o Rezek (Francisco Rezek, ministro das Relações Exteriores), dizendo que a situação estava muito crítica, porque houve este problema do comunicado e isso poderia ser atenuado, caso ele concordasse em mandar um telegrama para o ministro do Exterior do Iraque. Preparei a minuta do telegrama. Telefonei para o Rezek e falei que a solução era essa e que ele mandasse o telegrama. Você pensa que mandou? Não mandou. Estava a fim de me queimar mesmo.

Como o senhor fez, embaixador?
Paulo Tarso – Eu fui e ensaboei o negócio sem nenhuma cobertura da retaguarda. Me tiraram o tapete. Se eu tivesse um documento do nosso ministro do Exterior dirigido ao ministro do Exterior do Iraque, dizendo que as palavras estavam fora de contexto, seria muito diferente. Outra coisa é o negociador, que não esteve presente à reunião, afirmar isso. Fiquei inteiramente pendurado na brocha. Sem nenhuma cobertura. Aí eu tive medo do Brasil: “Esses caras estão querendo me imolar aqui”.

O presidente Collor soube disso?
Paulo Tarso – Não sei se ficou sabendo desse detalhe. Fui lá no Nezar Hamdoum e consegui convencê-lo de que o Collor havia sido citado fora de contexto e que na hora de produzirem a nota penderam o texto para a posição americana. Aquilo não representava a posição brasileira, que estava expressa na minha atuação de conciliação e de buscar uma saída honrosa. Mas você vê o tipo de deslealdade que o sujeito cometia. Não custava nada mandar o telegrama.

E ele não estava fazendo uma coisa contra o senhor, mas sim contra…
Paulo Tarso – Os brasileiros. O Marcos Azambuja também estava cheio do negócio e me telefonava dizendo assim: “Tá na hora de você sair daí, rapaz”. E respondi ao Marcos: “Eu só saio daqui quando tirar o último brasileiro. Antes da hora eu não saio”. Se saísse antes da hora estava desmoralizado. O engraçado nessa missão era que onde quer que eu fosse era seguido de perto pelo embaixador inglês. Ele estava encucadíssimo sobre o que eu estava fazendo lá.

A Inglaterra tinha o mesmo problema?
Paulo Tarso – Tinha, mas era parte beligerante. A grande vitória foi a seguinte: fui o único sujeito que não era chefe de Estado e tirou os brasileiros de lá. Os austríacos mandaram o Waldheim, que era presidente da Áustria. E eu tirei sem necessidade de um adjutório político maior. Ele conseguiu tirar o pessoal dele, mas eram só 30. E eu ali vendo aquele negócio, ansioso por tirar os meus.

Como o senhor arquitetou a saída?
Paulo Tarso – Aí foi outro abacaxi. A Varig não quis desviar um avião da Europa para buscar o pessoal. Então fretei aviões da Iraq Airways. E foi uma coisa chata, porque o tesouro americano já tinha bloqueado as contas dos iraquianos. Acertamos o pagamento do avião e o banco Manufactures Hannover Trust não quis transferir o dinheiro, atrasando a operação. Não tive dúvida: botei a boca no trombone, dizendo que a culpa era do Manufactures Hannover, que não quis transferir o dinheiro.

E depois?
Paulo Tarso – Fretei um 747 para o primeiro voo e junto foi o embaixador Antonio Amaral Sampaio. Eu fiquei. No dia do meu embarque chegamos no aeroporto pontualmente à meia-noite. Toca o tempo a rolar e nada do avião estar pronto. Aí fiquei apavorado e disse para a Lúcia: “Isso é sacanagem do Saddam Hussein para nos obrigar a ficar aqui. Nós estamos fritos”. Esperamos no aeroporto quatro horas. Deitei num banco e às 4 da manhã, quando chamaram para o embarque, entrou um operário da Iraq Airways com um alicate e um arame nas mãos. Contou que estava dando problema na direção do avião. Eu disse: “Puta que pariu, agora nós estamos fodidos”. Um sujeito com um aspecto horrível, com um alicate e um arame na mão, vai fazer cagada.

O senhor ligou para o presidente?
Paulo Tarso– Liguei para o Marcos (Azambuja) avisando. E eles anunciaram.

Estavam todos apostando no seu fracasso.
Paulo Tarso – Hoje eu estou convencido disso. Cheguei aqui 12 de outubro de 1990, dia de Nossa Senhora Aparecida. Acho que foi a primeira vez que um diplomata brasileiro chegou no Brasil e 10.000 pessoas estavam no aeroporto. Fui direto falar com o Collor e ele preocupado em saber como tinha sido com o rei da Jordânia e o que o brigadeiro Piva estava fazendo lá.

Quantas horas de voo?
Paulo Tarso – Umas 18. Trouxemos a Mônica Yanakiev (jornalista). Na hora de ir para o aeroporto, ela pegou um táxi e o taxista quis agarrá-la. E ela se defendeu com um notebook. Deu uma notebocada na cabeça do sujeito. Estávamos desesperados para vir embora e apavorados de ter de ficar. Nossa saída foi muito engraçada. Quando o Mercedes da embaixada estava partindo para o aeroporto, o René Loncan colocou no toca-fitas o coro dos hebreus saindo da Babilônia, da ópera Nabuco de Verdi. Então saímos ao som do coro dos hebreus. Foi uma coisa emocionante. Quando ouço Nabuco lembro da nossa saída de Bagdá. Os hebreus éramos nós saindo da Babilônia.

*Jornalista. Texto publicado originalmente no site Poder 360.


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Jornao O Poder

23/01


2021

Coluna do sabadão

Supremo lava as mãos

A ministra Rosa Weber, vice-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) e responsável pelo plantão judicial até fevereiro, negou, ontem, um pedido de liminar (decisão provisória) para garantir a votação remota na eleição para a presidência da Câmara dos Deputados. Na segunda-feira, a Mesa Diretora da Câmara definiu, por 4 votos a 3, que a eleição, marcada para 1º de fevereiro, será somente no formato presencial.

Um dia depois, o PDT ingressou com mandado de segurança no Supremo, no qual pediu a liminar para que a votação ocorra em formato híbrido, permitindo o voto remoto ao deputado que assim preferir. Rosa Weber, no entanto, negou o pedido. Na decisão, a ministra defende que não cabe intervenção do Judiciário no assunto, por se tratar de questão interna da Câmara.

Ela destacou que a decisão da Mesa Diretora obedeceu aos procedimentos previstos e afirmou não ver “ameaça ao parâmetro constitucional do direito à saúde dos parlamentares com a densidade material necessária para provocar a excepcional intervenção do Poder Judiciário em assunto legislativo de cunho próprio”. Rosa Weber disse ainda que a decisão da Mesa Diretora foi tomada sob o argumento de que os deputados não poderiam receber tratamento diverso dos cidadãos, que em novembro do ano passado enfrentaram os riscos de contágio e compareceram às urnas nas eleições municipais de 2020.

Ao apresentar o pedido de liminar, o PDT classificou como “alarmantes” os níveis de contaminação pela covid-19 no Brasil e argumentou que “a possibilidade do voto à distância é fundamental para a preservação da saúde de deputados e funcionários da Casa, sobretudo aqueles que fazem parte do grupo de risco”.

Longe do debate – O deputado Arthur Lira (PP-AL), candidato a presidente da Câmara, disse, ontem, que não vai ao programa de entrevistas Roda Viva, da TV Cultura, por conflito de agendas. Ele também afirmou que seu adversário, Baleia Rossi (MDB-SP), criticou-o por instrução do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que apoia a candidatura do emedebista. Na próxima segunda, o programa receberá o candidato do MDB. Lira foi convidado a participar, mas recusou. “Fugir do debate sobre os rumos do País é desrespeito aos colegas de Câmara e à sociedade”, disse Baleia Rossi sobre a recusa de Lira.

Fisiologismo – A deputada Luiza Erundina (Psol-SP), candidata a presidente da Câmara pelo partido, insinuou, ontem, que a sigla negocia para aderir a “fisiologismo”. Ela se referia à possibilidade de a legenda aderir ao bloco de Baleia Rossi (MDB-SP), um dos favoritos na disputa pela Câmara. Na última quinta-feira à noite, a CNN Brasil publicou que o partido cogitava a adesão – o que o presidente da sigla, Juliano Medeiros, negou. O partido lançou a candidatura de Erundina à presidência da Câmara, mas não havia consenso na bancada. Uma parte preferia apoiar Baleia Rossi, principal concorrente de Arthur Lira (PP-AL). Lira é apoiado por Jair Bolsonaro.

Metamorfose – O deputado Baleia Rossi (MDB-SP), candidato a presidente da Câmara, disse por meio de sua conta no Twitter que seu principal adversário, Arthur Lira (PP-AL), não é previsível. Seria, segundo o deputado, “metamorfose ambulante”. A referência é a música de Raul Seixas de mesmo nome. A obra tem versos como “se hoje eu te odeio amanhã lhe tenho amor” e “eu quero dizer agora o oposto do que eu disse antes”. Um dos eixos da campanha de Arthur Lira é se colocar como um presidente que, se eleito, daria previsibilidade à Câmara dos Deputados. O candidato afirma que tem palavra e é cumpridor de acordos.

No prumo – Trabalhando feito um leão, em poucos dias o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (DEM), com quem estive, ontem, durante o encontro de presidentes de câmaras promovido pela UVP (União de Vereadores de Pernambuco), conseguiu dar uma guinada na arrecadação. Em apenas 11 dias, do dia quatro ao dia 15 deste mês, o setor de Tributos arrecadou a mais 2.850%, em contribuições tributárias, em relação ao mesmo período do ano passado. Em números reais, foram arrecadados R$ 236.742,64 ante apenas R$ 8.085,29 em 2020, prova de que o município agora encontrou o prumo.

CURTAS

ENCONTRO – O primeiro encontro do ano entre presidentes de câmaras municipais, em meio à pandemia do coronavírus, se deu de forma bem organizada, cumprindo todos os protocolos do Estado. À frente, o presidente da UVP, Josinaldo Barbosa, reeleito presidente da Câmara de Vereadores de Timbaúba. Ele convidou o ex-ministro Mendonça Filho, que é de Belo Jardim, local do evento, para encerrar, hoje, a programação de palestras, ao lado do prefeito anfitrião Gilvandro Estrela.

Rigor no Cabo – O prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém (PL), proibiu, ontem, a entrada de ônibus e vans de turismo nos fins de semana e feriados. Também vetou comércio e serviços nas praias, das 18h às 8h, para tentar evitar disseminação da Covid-19. As restrições fazem parte de um decreto que impede, também, circulação, parada e estacionamento de ônibus de turismo ou excursão, micro-ônibus, vans e similares nas modalidades day use e city tour.

Perguntar não ofende: A suspensão do auxílio emergencial provocou o aumento da rejeição ao Governo Bolsonaro?


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Comentários

Fernandes

A VERDADE É IMPLACÁVEL! PESSOAS FRACAS INSEGURAS INSTÁVEIS DEPRIMIDAS ANGUSTIADAS SÃO SONHO DE CONSUMO DO PASTOR, E BOZONECA.

Fernandes

Quanta merda marcos de camararibe Bundeiro, estás inspirada nesse domingo! .... Um conselho, a VÍRGULA pode ser usada. kkkkk

marcos

Esse Haddad é um danado, desrespeitou o direito do Gaydoso.(Gay idoso).

marcos

Fernando Haddad o nosso kit gay chama Ricardo Noblat de ¨Bicha Velha¨e a mídia não dá um pio. E aí Gretchen?

marcos

Ô Gretchen, o que porra é cresce luta?..... Menina fascista estuda um pouco. ... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk



22/01


2021

Ex-prefeito de Igarassu comemora números da cidade

O ex-prefeito de Igarassu Mário Ricardo (PTB) comemorou, em suas redes sociais, o número alcançado pelo município no ranking de melhores cidades para instalar uma empresa. Confira no vídeo o depoimento do ex-gestor.

Além do vídeo, o ex-prefeito publicou a seguinte mensagem: “Fico muito feliz em saber que as políticas públicas que nós fizemos colocaram Igarassu no rumo do desenvolvimento e a cidade continua a avançar cada dia mais. O trabalho está só no começo e sei que cada um de nós pode fazer a sua parte nessa missão”.


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