Blog do Magno 15 Milhões de Acessos

12/01


2021

Governo: Não cabe prazo de 72h para liberar CoronaVac

A Advocacia-Geral da União defendeu, hoje, em documento ao Supremo Tribunal Federal (STF), que não é possível aplicar a autorização automática para o uso emergencial da CoronaVac – mesmo que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não se manifeste sobre o pedido de registro em até 72 horas.

A AGU pediu que o STF rejeite um pedido do partido Rede Sustentabilidade para que o prazo de 72 horas seja aplicado à análise da CoronaVac. Na ação, o partido diz que a Anvisa está conferindo tratamento diferenciado nos processos de autorização para uso emergencial de vacinas, o que violaria princípios constitucionais, como o da igualdade.

Segundo a AGU, a alegação da Rede não se sustenta e não tem "credibilidade técnica", representando apenas "meras presunções".

"Não ha? que se considerar deferimento tácito ou automático de uso emergencial em caso de ausência de manifestação da Anvisa, nem mesmo eventualmente. Isso porque esse procedimento diz respeito a uma vacina de caráter experimental, que pode causar risco não previsíveis a? população alvo, já? que os dados relativos a? eficácia e segurança não seriam analisados com qualidade técnica pelo corpo de servidores da Anvisa", diz a AGU.

No documento, a Advocacia-Geral da União cita diferenças entre os procedimentos de "registro", "autorização para uso emergencial, em caráter experimental" e "autorização excepcional para importação e distribuição", todos eles realizados pela Anvisa.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


12/01


2021

Jornal “O Poder” destaca crescimento do Blog

Em sua edição de hoje, o jornal veiculado exclusivamente pelo WhatsApp, “O Poder”, trouxe na sua matéria de capa o crescimento alcançado por este blog no último ano. O blog cresceu 21% e alcançou a marca de 15 milhões de acesso durante as eleições de 2020. Para acessar o jornal o poder e conferir a matéria, basta entrar neste site: www.jornalopoder.com.br.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

O Jornal do Poder

12/01


2021

Deputado paraibano morre por complicações da Covid-19

O deputado estadual paraibano João Henrique (PSDB) morreu, hoje, aos 77 anos, vítima da Covid-19. O parlamentar estava internado desde o dia 7 de dezembro, em hospital particular de São Paulo.

A informação da morte de João Henrique foi confirmada pelo filho Michel Henrique. Segundo ele, a família estava toda em São Paulo acompanhando a internação do pai. “Estivemos com ele até o último suspiro, ele como sempre, foi um guerreiro”, disse Michel Henrique.

De acordo com a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a situação de João Henrique se agravou devido a diabetes. A ALPB declarou luto oficial de sete dias e informou que o velório de João Henrique vai ocorrer na sede legislativa, mas ainda não há previsão de quando o corpo do parlamentar vai chegar na Paraíba.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu no Zap

12/01


2021

Editorial analisa saída da Ford do Brasil

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre a repercussão da saída da Ford do Brasil e o que levou a empresa a tomar esta decisão. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Ford sobreviveu mais de 100 anos no Brasil. Não sobreviveu a Bolsonaro!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Magno, sua chamada está equivocada. A Ford não está indo para a Argentina. A Ford já tem planta naquele País. Planta com produção de caminhonetes que ela vai dá continuidade. Vai deixar de produzir automóveis de passeio aqui no Brasil. Não vai transferir sua produção.



12/01


2021

Telegram ultrapassa 500 milhões de usuários ativos

Cerca de 25 milhões de usuários se inscreveram na plataforma de mensagens Telegram nas últimas 72 horas, disse seu fundador, o russo Pavel Durov, hoje, em reação ao anúncio de seu concorrente, WhatsApp, de que compartilhará mais dados com sua empresa mãe, o Facebook.

"Durante a primeira semana de janeiro, o Telegram ultrapassou os 500 milhões de usuários ativos mensais. Depois disso, continuou a crescer: 25 milhões de novos usuários chegaram ao Telegram nas últimas 72 horas", disse Dúrov em seu canal na rede.

"Este é um aumento significativo em relação ao ano passado", continuou, acrescentando que o Telegram já havia tido ondas repentinas de registros durante seus "sete anos de experiência na proteção da privacidade de seus usuários", mas "desta vez é diferente".

"As pessoas não trocam mais sua privacidade por serviços gratuitos. Não querem mais ser reféns de monopólios de tecnologia", acrescentou o bilionário de 36 anos.

Sem falar na concorrência, ele fez referência ao WhatsApp, alvo de críticas desde a quinta-feira passada, após ter pedido aos seus dois bilhões de assinantes que aceitassem novas condições de uso.

Os usuários que as rejeitarem não poderão acessar suas contas a partir de 8 de fevereiro. Dessa forma, o grupo busca rentabilizar sua plataforma ao permitir que anunciantes entrem em contato com seus clientes pelo WhatsApp, e até mesmo vendam seus produtos diretamente, como já é o caso na Índia.

Este anúncio teve consequências também para outro aplicativo de mensagens, o Signal, que desde a semana passada está na lista dos mais baixados nas plataformas Apple Store e Google Play em diversos países.

Fundado em 2013 pelos irmãos Pavel e Nikolai Durov, criadores da popular rede social russa VKontakte, o Telegram afirma que a segurança é sua prioridade e geralmente se recusa a colaborar com as autoridades, o que tem levado a tentativas de bloqueio em alguns países, principalmente na Rússia.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Banco de Alimentos

12/01


2021

Deputados já priorizam emendas para seringas

Em sessão remota extraordinária, instalada hoje, o presidente da Comissão de Finanças da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Aluísio Lessa (PSB), sugeriu o remanejamento de pelo menos 10% das emendas parlamentares para aquisição de insumos necessários à campanha de vacinação contra a Covid-19.

De acordo com Lessa, esse percentual de remanejamento das emendas individuais representaria o repasse de mais de R$ 111 milhões para a compra dos insumos, como seringas por exemplo. A proposta deve ser avaliada pela Mesa Diretora da Casa.

“Seria um esforço de cada deputado em também ser parceiros nessa campanha, uma campanha da sociedade pernambucana, que deseja essa vacina. A gente não tem notícia de Brasília de quando, quanto e como essa campanha de vacinação será iniciada. Temos que atacar com o que dispomos na mão”, disse.

Sob o comando do presidente da Alepe, deputado Eriberto Medeiros (PP), a sessão desta terça deu início ao período de autoconvocação dos parlamentares para votar a prorrogação, por 180 dias, do decreto do estado de calamidade pública em Pernambuco e nos municípios.

“Vamos analisar, votar e aprovar os decretos de calamidade e, dessa forma, dar mais celeridade aos trabalhos dos gestores do Executivo, tanto do Estado, o governador Paulo Câmara, quanto das prefeituras, na aquisição de material, contratação de pessoal, tudo que se fizer necessário para avançarmos no combate ao coronavírus”, disse o presidente da Alepe.

Os pedidos de prorrogação do estado de calamidade pública serão analisados, amanhã, pelas Comissões de Justiça, de Finanças e de Administração Pública. Na quinta, as matérias serão votadas, às 10 horas, no plenário.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


12/01


2021

Deputado quer Estados com poder policial

O deputado Augusto Coutinho (Solidariedade) usou suas redes sociais para se posicionar contra a possibilidade de restringir o poder dos governadores sobre as polícias militar e civil. Em uma publicação no Instagram (@augustocoutinhope) escreveu:

“Não faz o menor sentido no ambiente democrático os dois projetos que chegaram ao Congresso visando reduzir o poder dos governadores sobre as polícias militar e civil. É totalmente despropositada esta ideia de tirar o controle das polícias dos estados. Sou contra qualquer movimentação nesse sentido”.

Coutinho ressaltou, ainda, que tal proposta “se opõe completamente ao que temos lutado e defendido muito, a dizer: fazer com que o pacto federativo exista de fato, descentralizando o poder e dividindo ele melhor e de maneira mais justa entre os entes federados”.

Ao todo são dois os projetos de lei orgânica das polícias civil e militar que reduzem o poder dos governadores sobre a PM e a polícia civil e que estão para serem votados no Congresso. Eles promovem mudanças profundas nas estruturas das polícias, incluindo, até mesmo, a criação da patente de general, atualmente exclusiva das forças armadas, no âmbito da PM. Outro ponto sensível do projeto é a constituição de um Conselho Nacional da Polícia Civil subordinado à União.

Esta pauta é defendida por aliados do presidente Bolsonaro. Governadores de vários estados e de diferentes partidos têm se unido contra o texto.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Jornao O Poder

12/01


2021

Saída da Ford é aviso ao Brasil que mercado mudou

Por Fernando Castilho – coluna JC Negócios

A gigante Ford está avisando ao mundo, Brasil no meio, que chegou a hora de focar nos negócios rentáveis que as tecnologias impuseram. Não é uma escolha da companhia, é uma imposição do mercado.

Se a gente olhar no quintal da Ford, a Chrysler já se juntou com a Fiat e agora com Peugeot Citroën que terão marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Dodge, Alfa Romeo e Opel.

A outra vizinha Chevrolet também aposta em novas parcerias. Os japoneses? Bom, os japoneses são diferentes. Eles já estão nessa “vibe” há muito tempo, depois que viram que só poderiam ser fortes nos Estados Unidos com alta tecnologia.

Nada mais americano que a Ford. Mas se ela não focar no novo mercado, corre o risco de ficar para trás. E é isso que ela está fazendo. E o Brasil não é um mercado especial para ela.

Na verdade, o mundo hoje tem fábrica demais para consumidor de menos. O sonho de jovens de ter o seu carro novo já não é tão forte.

Depois dos aplicativos, ter carro em países como o Brasil virou um problema, já que não se pode beber e dirigir. O mercado mudou e pronto.

E mesmo quem está pensando em carro, agora pensa em carro elétrico. E se possível, abastecido por energia renovável. Dito de outra forma: o mundo vai comprar menos carro no futuro.

E como fica o Brasil neste caso? Bom, o Brasil ainda roda na plataforma de carro com motor a combustão. Na contramão do mundo, ele dificulta a entrada de carro elétrico no País, enquanto outros países brigam por esse tipo de fábrica.

Por exemplo, o Brasil fez, em 2018, um programa de apoio à indústria automobilística. Chama-se Rota 2030 e prevê a concessão de três benefícios: a aplicação diferenciada do IPI, o regime de autopeças não produzidas e o incentivo referente à aplicação em projetos de P&D. Carro a gasolina.

Segundo projeções da Receita Federal, estava prevista uma renúncia scal de R$ 2,11 bilhões para 2019 e R$ 1,64 bilhão para 2020.

Isso graças à redução das alíquotas do IPI, em até 2%, para veículos que atenderem os requisitos do programa, podendo o benefício ser estendido para os veículos híbridos equipados com motor que utilize, alternativa ou simultaneamente, gasolina e álcool.

E valerá a partir de 01/01/2022. Ah, tem uma redução de até 15,3% do valor gasto em P&D no IRPJ e na CSLL.

Note que não tem uma linha sobre carro elétrico. Porque o projeto foi desenhado pelas grandes montadoras era para carro com motor a combustão.

Não tem no Brasil nenhum incentivo à produção de carro elétrico. E isso acontece porque a indústria automobilística tem 20% da produção industrial no Brasil. E ela não está interessada na produção de carro elétrico.

Então, é preciso entender que a decisão da Ford tem a ver com o seu negócio no mundo, mas tem a ver com suas dificuldades no Brasil. A Ford não está na vanguarda das novas tecnologias do setor.

Ela vem perdendo mercado porque com as fábricas que tem, está ficando caro produzir carro no Brasil.

A companhia pode fazer esses carros mais barato noutros países. E quando isso acontece, importa pouco se ela recebeu incentivos de R$ 20 bilhões. Ela vai embora porque a conta não fecha.

O tal do custo Brasil que ela já viu que não vai cair tão cedo. Ela não tem o mercado nem as condições das outras concorrentes no Brasil. Então, ela disse: Fui!

Certo, mas e as cidades que apostaram nisso? Bom, vai ser uma tristeza.

Uma montadora é uma espécie de microcosmo. Funciona como um farol, sob a luz gravitam milhares de empregos.

Não é só a fábrica. É o pessoal das autopeças, o messo das transportadoras, dos serviços de apoio, do comércio e até da revenda de carro que fica na cidade. Tudo isso vai bater no comércio. Quando a fábrica fecha, fecha uma cadeia inteira.

Cria problema para a prefeitura e para o governador, porque o comércio decorrente dessa renda acaba ajudando na arrecadação de ICMS.

Claro que o ministério da Economia vai dizer que é uma questão global, e é. Mas também é verdade que quando o bicho pega, as empresas saem primeiro dos lugares mais frágeis e onde o governo não ajuda.

É preciso não esquecer. O Brasil é um mercado de 2,5 milhões de automóveis. É muita coisa. Mas não é nada de extraordinário no futuro mercado. E outras montadoras vão analisar a saída da Ford.

Num governo atabalhoado como o de Bolsonaro, as empresas só precisam de uma justificativa para ir embora. Até porque nenhuma delas é obrigada a devolver incentivo quando fecha. O medo é a moda pegar.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Ford sobreviveu mais de 100 anos no Brasil. Não sobreviveu a Bolsonaro!

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Não se fecha uma grande indústria do dia para noite. São estudos de viabilidade e de cenários futuros que fazem essas decisões. No Nordeste, quando dos Incentivos Fiscais da Sudene promovido pelo Celso Furtado, tivemos uma verdadeira corrida ao ouro. Foi o grande boom da industrialização no Nordeste. O Celso Furtado, considerado grande economista, esqueceu ou ignorou um dos princípios básicos da economia que é a matéria prima próximo as indústrias. Quando do fim dos Incentivos, fecharam quase todas. São esses salvadores da Pátria que são idolatrados por terem criados empregos provisórios com dinheiro dos nossos impostos. A Ford envelheceu. Não modernizou seus veículos e vendia somente por quem tinha fidelidade a marca. As demais montadoras, com modernização dos motores e equipamentos, se firmaram no mercado. Acredito que a Ford viu o mercado muito competitivo e os investimentos para competir não seriam rentáveis. São decisões empresariais que o governo não tem como intervir. A não ser com incentivos tirados do nosso bolso. Com toda certeza teremos o nicho deixado pela Ford preenchido por outras marcas. Ainda não revogaram a Lei da Oferta e da Procura.



12/01


2021

Sirinhaém: Gestão de Hacker deixa rombo na previdência

A prefeita de Sirinhaém, Camila Machado (PP), foi pega de surpresa no primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), ocorrido na última sexta-feira, 08 de janeiro. A gestão do ex-prefeito, Franz Hacker (PSB), deixou uma dívida de R$ 6,089 milhões com o INSS decorrente do não pagamento das contribuições patronais. Só na primeira parcela do FPM, foi descontado o valor de R$ 886.697,42.

A nova gestora de Sirinhaém já iniciou uma série de medidas para conter as irregularidades encontradas na prefeitura. “Não temos nenhuma segurança administrativa e financeira. O povo de Sirinhaém vai saber a partir de agora o que tinha por trás do marketing e das cores. Essa dívida inviabiliza os investimentos em obras e ações para o início da gestão, além de prejudicar o futuro dos nossos servidores. Estamos buscando um diálogo com o INSS para parcelar a dívida”, denunciou Machado.

Camila vai assinar ainda nesta semana um decreto de Estado de Emergência Administrativo/Financeiro. Todas as medidas necessárias estão sendo tomadas para o funcionamento da gestão municipal.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha