21/10


2006

Lula e Alckmin usam debate no programa de rádio

 Durante o horário político eleitoral reservado às rádios na manhã deste sábado, o candidato à Presidência da República do PSDB, Geraldo Alckmin, o destaque foi novamente para o plano de obras que realizará, se eleito, e a participação do candidato no debate do SBT.

Segundo seus narradores, Alckmin transformará o Brasil num canteiro de obras, levando emprego e desenvolvimento para todas as regiões do País, com quatro áreas: infra-estrutura viária, moradia, saneamento e urbanização de favelas. Segundo o programa de Alckmin, o candidato tucano foi o que apresentou as melhores propostas no debate no SBT, que aconteceu nesta quinta-feira.

“O importante é o emprego. É preciso ter olhos no futuro. O Brasil pode muito mais e está perdendo tempo. A prioridade número um é o emprego. Também vamos investir na saúde, fazendo um rigoroso controle de gastos para evitar a corrupção”, disse Alckmin.

Ainda apresentando partes do debate, a fala de Alckmin destacou a segurança. “A segurança é responsabilidade do governo federal. Vou criar o Ministério da Segurança Pública e também vamos combater a lavagem de dinheiro”, disse o candidato.

Dianteira

Já o programa de Lula, candidato à reeleição pelo PT, destacou o aumento na vantagem sobre o candidato do PSDB nas pesquisas de intenção de voto, que dariam a Lula 24% a mais que Alckmin.

O programa de Lula destacou que o Brasil avançou muito nos últimos quatro anos e criticou o desempenho do PSDB à frente do Estado de São Paulo.

Na visão dos narradores de Lula, foi ele o melhor candidato durante o debate realizado na quinta-feira pelo SBT, no qual o candidato do PT mostrou mais propostas.

“Durante o tempo que vocês governaram, o Brasil não cresceu o tanto que cresceu no tempo que eu governei. Com o pé no chão, vamos fazer as coisas que tem que fazer. É preciso formar um alicerce para o Brasil crescer”, disse Lula, que ainda destacou que é possível crescer com uma forte distribuição de renda.

Ao final, o programa do candidato ainda prometeu melhoras para a educação, com a instalação de laboratórios de informática em todas as escolas de nível médio do País. (Estadão)


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Cabo 2021

21/10


2006

Freire deu uma forcinha para Alckmin no debate

 No debate do SBT, Alckmin revelou que não houve irrigação durante o governo Lula, enquanto 31 mil hectares foram irrigados no governo FHC. Quem deu a dica ao candidato tucano foi o deputado Roberto Freire (PPS). A informação está na coluna de hoje do jornalista Claudio Humberto.


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helenosilva

conde drácula,vc.tem razao.o severino roberto freire agora é puxa saco de jarbas,traidor.mas quando tirava onda de nacionalista,de comunista,esses idiotas petistas votavam nele.

Esse político desmoralizado pode dar força a ninguém, quem deu uma força a ele foi o Jarbas estradas, senão ele estaria desempregado, em 2007. Quem te viu e quem ti vê Roberto Freire.

Drácula

MAS O FREIRE NÃO É LADRÃO...OS AMIGOS DE VCS PETISTAS SIM...VCS PORIAM A MÃO NO FOGO POR ELES???? HAHAHAHAHAHA BANDO DE LADRÕES!!!!

LULA E EDUARDO! É A FORÇA DO POVO!

Roberto Freire...quem é esse cara? Ah, me lembro! Era um "comunista"(sic!) que se insurgia contra o neoliberalismo. Me lembro dele. Seu último cargo foi depeutado federal com a grana e o esquema montado por Jarbas e Severino Sérgio de Estelita Guerra. Hoje, um nada, um prostituto dos tucanos.

helenosilva

estranho,nao é magno.roberto freire era referencia dessa cambada que hoje mete o pau nele.era esquerda,nacionalista.agora,quando nao apoia o companheiro,é traidor,etc. muito estranho mesmo.



21/10


2006

Churrasqueiro de Lula interpela Raul Jungmann

 Envolvido no escândalo da compra do dossiê contra tucanos, o ex-petista Jorge Lorenzetti interpelou ontem judicialmente o deputado Raul Jungmann (PPS-PE). Cobrou esclarecimentos sobre afirmações do parlamentar segundo as quais Lorenzetti teria comprado parte dos dólares utilizados para negociação do dossiê. A interpelação, apresentada ontem ao STF, questiona a intenção de Jungmann ao dar publicidade a uma denúncia sem confirmação. O deputado disse que vai responder: "Não fiz nenhuma acusação". (Da Folha de S.Paulo)


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Agora responda as suas acusações, cuidado para as pessoas não descobrirem as suas beneces dada pela primeira dama do país, quando o presidente era o Fernando Henrique Cardoso, FHC.


Ipojuca 2021 IPTU

21/10


2006

Veja parte final: As más companhias de Lulinha

 "...O lobista Alexandre Paes do Santos é homem de relações perigosas e de uma vasta ficha criminal. APS, como ficou conhecido em Brasília, fez carreira – e, posteriormente, fama policial – no submundo das negociatas da Esplanada dos Ministérios, aproximando-se de raposas da política e cultivando a imagem de personagem misterioso e poderoso. As estripulias de APS nas sombras de Brasília vieram a público em 2001, quando a Polícia Federal apreendeu a agenda do lobista. Ali, escondia-se o inventário das atividades subterrâneas de APS, como pagamentos de propinas a parlamentares e funcionários do governo, histórias de chantagens e esquemas de superfaturamento em contratos com órgãos públicos. Minucioso e detalhista, o lobista anotava na agenda valores de suborno ao lado da letra "K", que os investigadores descobriram tratar-se de um código que correspondia ao acréscimo de três zeros ao valor registrado. Ao lado de nomes de deputados e servidores públicos havia, por exemplo, a inscrição "50K" (ou 50 000, reais ou dólares).

O escândalo foi um golpe para o lobista. Ele perdeu seus trinta clientes e passou a responder a três inquéritos da Polícia Federal, por suspeitas de corrupção, contrabando e tráfico de influência – investigações que se mantêm até hoje. Apesar da turbulência e da notoriedade, APS conseguiu se reerguer. Recuperou boa parte dos clientes e voltou a despachar numa espaçosa mansão, com quatro andares e elevador. Mas o sossego de APS pode durar pouco. Um de seus clientes, a Telecom Italia, está enrolado numa investigação de promotores de Milão, na Itália. Eles apuram a existência de um caixa secreto da Telecom Italia, que seria usado para pagar propina a autoridades de vários países – inclusive, é claro, do Brasil. Fonte: Revista Veja


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helenosilva

que é isso,magno.voce colocando matéria contra o filho do companheiro.isso nao se faz.o rapaz puxou ao pai.nao sabia de nada.

Hoje. em vários países. voce usa a Internet para fazer ligações interrurbanas a custo zero. Aquí no Brasil graças ao LUlla e LUllinha, a Telemar conseguiu que esse serviço não fosse implantado. Resumindo: o povo mais uma vez é prejudicado e a familia Silva fica mais rica a nossa custa.

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...

Paulin de Caruaru.

Tá explicada a votação de Cali comprando prefeitos do litoral ao sertão.

Cesar Augusto R. Cavalcanti

Mas, Magno, você passou a semana falando em "BOMBA" e de repente me vem com um "PEIDO DE VÉIA" quáquáquá



21/10


2006

Veja parte 4: Lulinha usava mansão de lobista em Brasília

 ''...Em suas visitas a Brasília, Lulinha e Kalil ocupavam uma sala no escritório do lobista Alexandre Paes dos Santos, conhecido como APS (veja reportagem). O escritório de APS está instalado em uma imponente mansão com quatro andares e elevador na sofisticada região do Lago Sul. Ali, com regularidade mensal, Lulinha e Kalil despacharam por quase dois anos, entre o fim de 2003 e julho do ano passado. A sala usada pela dupla tem 40 metros quadrados. Fica bem ao lado da sala do lobista APS. Há algumas semanas, estava mobiliada com duas mesas. Todas as cadeiras eram vermelhas. Havia dois computadores, duas linhas telefônicas, uma impressora e um único quadro na parede. Lulinha e Kalil tinham ramais privativos, o 8118 e o 8130. Sobre sua relação com a dupla Lulinha-Kalil, APS diz apenas: ''Eu emprestei a sala, mas não tenho a menor idéia do que eles faziam lá''. Seria ingênuo esperar que dissesse alguma coisa mais comprometedora sobre os vizinhos de sala e colegas por dois anos.

Além da sala, APS também colocou sua frota à disposição da dupla. Quando Lulinha e Kalil começaram a freqüentar o escritório do lobista, seus deslocamentos por Brasília eram feitos em Ford Fiesta. Com cerca de 1,90 metro de altura, Kalil reclamou que o Fiesta era desconfortável e disse que gostaria de um carro mais espaçoso. APS substituiu o Fiesta por um Omega. Enquanto despachavam na mansão de APS durante o dia, Kalil e Lulinha eram hospedados na Granja do Torto ou no Palácio da Alvorada, residências oficiais da Presidência da República. Quando isso não era possível, Kalil ia para o hotel Blue Tree, a menos de 1 quilômetro do Alvorada. Não se conhecem bem as razões pelas quais Lulinha e Kalil mantinham uma sala no escritório do lobista de métodos heterodoxos. O que faziam ali? Por que despachavam dali? Em busca dessas respostas, VEJA descobriu que a sala foi cedida a Lulinha e Kalil como parte de um acordo dele com a francesa Arlette Siaretta, dona do grupo Casablanca, um conglomerado de 54 empresas que, entre outras atividades, faz produção de filmes e eventos, gravação de comerciais e distribuição de DVDs.

Em 2002, Arlette Siaretta e APS se tornaram sócios num projeto de transmissão de imagens digital via satélite. Desde então, a mansão do lobista passou a funcionar como filial informal da empresa Casablanca em Brasília. ''Ela me pediu a sala e eu cedi'', diz APS. Mas por que a Casablanca teria interesse em instalar Lulinha e Kalil em sua filial informal em Brasília? Apesar de ser dona de metade do mercado de finalização de comerciais no país, Arlette Siaretta tinha um problemão no início do governo de Lula. Ligada ao PSDB e produtora das últimas três campanhas presidenciais tucanas, a empresária encontrou no PT uma muralha que lhe barrava negócios com o governo federal e as estatais, até então uma de suas grandes fontes de receita. Arlette Siaretta precisava de alguém para lhe abrir as portas do governo.

No fim de 2003, o sócio de Lulinha apareceu em seu escritório, em São Paulo, prometendo exatamente aquilo de que a empresária precisava – portas abertas. ''Você tem uma grande empresa. Eu tenho acesso às pessoas que decidem. Podemos ganhar dinheiro juntos'', teria dito Kalil, conforme o relato feito a VEJA por uma testemunha do encontro. Arlette Siaretta adorou a idéia. Fecharam negócio: Kalil receberia 5% das transações no governo que a Casablanca conseguisse por seu intermédio. Não poderia haver escolha melhor. Os ''meninos'' do presidente entregaram o que prometeram. Pois bem, Siaretta continuou tendo no governo petista a mesma participação que tinha no mercado nos oito anos dos tucanos, algo em torno de 50% de todos os contratos de filmes feitos para as empresas de publicidade que prestam serviço ao governo.

Não se sabe por que Arlette Siaretta confiou em Kalil. Procurada por VEJA em cinco oportunidades, a empresária não quis dar entrevista. Sabe-se, porém, que uma das melhores credenciais de Kalil para dizer-se influente foi sua proximidade com Lulinha – que, registre-se, não esteve presente na negociação com Siaretta. A pedido de Kalil, a empresária até concordou em trabalhar com Alberto Lima, conhecido como Beto Lima, amigão de Kalil (há quinze anos) e de Lulinha (há nove anos). Dono de um bar em Campinas que falira em agosto de 2003, Beto Lima passou a despachar diariamente na sede da Casablanca, em São Paulo. Siaretta mandou imprimir cartões de visita com seu nome e a custear suas despesas com passagens aéreas e hospedagem no triângulo São Paulo–Brasília–Rio de Janeiro. Assim como Kalil e Lulinha, Beto Lima também passou a usar o escritório de APS em Brasília, que lhe servia de apoio para suas visitas às principais agências de publicidade que trabalham para o governo e para estatais. Beto Lima dá sua versão: ''Minha função é prospectar novos negócios para a Casablanca. Usei o escritório como base operacional, apenas para dar e receber telefonemas''.

Em julho de 2004, a turma deu uma grande exibição de sua influência para Arlette Siaretta. O cineasta Aníbal Massaini Neto, diretor de Pelé Eterno, um documentário sobre a vida do craque, queria exibir seu trabalho ao presidente Lula, mas não conseguia romper o bloqueio. Arlette Siaretta, que produziu o filme, colocou em movimento sua engrenagem: acionou Beto Lima, que acionou Kalil, que acionou Lulinha – que marcou uma sessão de cinema no Alvorada com a presença do pai. A exibição aconteceu na noite de 13 de julho de 2004. Depois, houve um jantar, com arroz, feijão, peixe e farofa, além de uísque e charutos cubanos. Estavam todos lá: Lulinha, Kalil, Beto Lima, além de Siaretta. A certa altura, já empolgado, Lula fez um discurso no qual começou afirmando admirar duas pessoas na vida. A platéia apostou que uma seria Pelé, o astro do filme e presente à festa. Mas não. Lula disse que admirava Abraham Lincoln e – tchan, tchan, tchan, tchannn ­ Kalil Bittar. Era a gratidão por tudo de bom que Kalil já fizera por Lulinha. A empresária Arlette Siaretta ficou muito satisfeita com o resultado do jantar, pelo acesso que conseguira e pelo prestígio de seus colaboradores.

Lulinha e Kalil mantêm-se mergulhados no mutismo sobre a real dimensão dos negócios e interesses que ajudaram em Brasília. Não falam também sobre seus despachos na sala ao lado da do lobista APS, bem como sobre suas andanças por empresas privadas e gabinetes federais. O assessor da dupla, procurado por VEJA, conversou com a revista. Disse que Kalil esteve na mansão do lobista APS, mas que Lulinha jamais colocou os pés lá. APS desmente o assessor de Kalil e Lulinha. Ele confirma que o filho do presidente despachava no escritório cedido por ele. Quando VEJA quis saber sobre outros detalhes, o assessor disse que Lulinha e Kalil não prestariam nenhum esclarecimento adicional. As investidas de lobista de Lulinha em Brasília e suas conexões empresariais merecem um esclarecimento mais pormenorizado. Todo pai tem direito de ver no filho um Ronaldinho e na filha uma Gisele Bündchen. Da mesma forma é vital tentar entender o mistério por trás de certas transformações extraordinárias dos filhos de presidentes, em especial quando elas ocorrem durante o ápice de poder dos pais. (...) Fonte: Revista Veja


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helenosilva

magno,nao coloca mais matéria da veja.nao está vendo que ELA É VENDIDA.o filho do companheiro é honesto,se entrou nessa fria,puxou ao pai:nao sabia de nada.

TAL PAI TAL FILHO ! ONTEM LIMPAVA BOSTA NO ZOOLÓGICO, HOJE EMPRESÁRIO DE SUCESSO. NO PT NÃO HÁ DIFICULDADES PARA FICAR RICO DO DIA PARA A NOITE.

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...

Paulin de Caruaru.

A Istoé é literalmente a "mais vendida".É aquela cujo dono foi pedir arrego ao presidente para saldar as dívidas e deu o excepcional furo do dossiê.


Jaboatão Março 2021

21/10


2006

Veja parte 3: Lulinha levou empresários ao pai

 "...A constatação que se esconde por trás disso é a de que Lulinha, depois de receber a bolada da Telemar, começou a comportar-se como lobista da empresa junto ao governo de seu pai. Pode-se afirmar com certeza que em pelo menos um encontro oficial Lulinha tratou de ajudá-la. Antes de entrar o dinheiro da Telemar o lobby da dupla Lulinha-Kalil era feito justamente em favor da concorrente, a Brasil Telecom. Com a ajuda de Lulinha e Kalil, Yon Moreira da Silva, da Brasil Telecom, conseguiu ser recebido pelo presidente Lula em uma audiência que, curiosamente, não constou da agenda oficial do Palácio do Planalto.

Ela foi marcada por César Alvarez, assessor especial da Presidência, e durou quase duas horas – sem mais ninguém na sala. Sobre o que Yon Moreira e o presidente conversaram? Segundo Yon Moreira, sobre o projeto Computador Conectado, que visaria difundir a venda de computadores populares e o acesso gratuito à internet. ''Lula ficou impressionado com o projeto que apresentei a ele'', diz Yon. ''Houve uma sintonia entre nós. Mas não falamos nenhuma palavra sobre o filho dele.'' Yon Moreira completa: ''Lula queria que os pobres do Brasil tivessem acesso à internet, e eu tinha o melhor projeto para realizar esse sonho''. O auxílio de Lulinha e Kalil ao então diretor da Brasil Telecom é grave à luz de uma informação adicional: o encontro ocorreu no mesmo período em que o representante da empresa pagava 60.000 reais mensais a Lulinha e Kalil a pretexto de patrocinar um programa de games da dupla exibido pela Rede Bandeirantes.

Essa é a mais simples e clara demonstração de um lobby empresarial junto ao governo: a Brasil Telecom patrocinava Lulinha e Kalil e, ao mesmo tempo, a dupla abria as portas da sala do presidente da República à Brasil Telecom. Parece inocente. Não é. Como esses encontros ocorreram a portas fechadas e como os interesses das teles eram (e são) bilionários, qualquer simpatia do governo por um ou outro contendor é decisiva. (...) Fonte: Revista Veja


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Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...

guilherme alves

A fonte ignóbil gera ânsia nesse blog. Seja democrático, dá o mesmo espaço para a reportagem da Carta Capital.


Petrolina 2021

21/10


2006

Veja parte 2: Como Lulinha virou o "fenômeno" do pai

 ''...Pouco ou nada se sabe dos hábitos dos filhos de Lula antes ou depois de o pai receber a faixa presidencial. Mas a trajetória profissional de Fábio Luís mudou e muito. Foi só depois da posse que seus dons fenomenais começaram a se expressar – e com tal intensidade a ponto de o pai ver nele um Ronaldinho dos negócios. Ele mostrou talento para as comunicações e, como se lerá nesta reportagem de VEJA, para a atividade de lobista junto ao governo. A reportagem revela que o filho do presidente associou-se ao lobista Alexandre Paes dos Santos, um personagem explosivo, que responde a três inquéritos da Polícia Federal, por suspeitas de corrupção, contrabando e tráfico de influência. Esse dom do filho do presidente se revelaria ainda no episódio de sua associação com a Telemar.

Sabe-se agora que os 15 milhões de reais investidos pela Telemar na empresa de Lulinha não foram um investimento qualquer. As circunstâncias sugerem que o objetivo mais óbvio seria comprar o acesso que o filho do presidente tem a altas figuras da República. O setor de telefonia estava e está em uma guerra em que, a se repetir a tendência mundial, haverá apenas um ou dois vencedores. Ganhar fatias do adversário é vital.

Houve uma corrida entre grandes empresas de telecomunicações para ver quem conseguia alinhar o filho do presidente entre seu time de lobistas. A Telemar venceu. A maior empresa de telecomunicações do Brasil em faturamento e em número de telefones fixos instalados, e com 64% do território nacional coberto por ela, a Telemar é uma empresa cujo faturamento anual supera 7 bilhões de dólares.

A aposta na associação com Lulinha acabou não sendo muito produtiva para a Telemar porque o escândalo veio à tona. Mas foi por pouco. O governo negociava a queda de barreiras legais que impedem a atuação nacional de empresas de telefonia fixa. Além disso, por orientação do governo, fundos de pensão de estatais preparavam-se para vender fatias relevantes de sua participação acionária no setor. Quem estivesse mais perto do poder se sairia melhor.

O Ronaldinho do presidente Lula é mesmo um fenômeno. Formado em biologia, ele ainda era chamado de Lulinha, apelido que os amigos hoje evitam, quando trabalhava como monitor no zoológico de São Paulo, com um salário de 600 reais por mês. Para reforçar seus ganhos, dava aulas de inglês e computação. Do ponto de vista profissional e financeiro, vivia uma situação que parece ser muito semelhante à dos quatro filhos com curso superior do leitor da Folha.

Em dezembro de 2003, no entanto, quando Lula estava em via de completar seu primeiro ano no Palácio do Planalto, Lulinha começou sua decolagem rumo à galeria exclusiva dos indivíduos fenomenais. Junto com Kalil e Fernando Bittar, filhos de Jacó Bittar, ex-prefeito de Campinas e um velho amigo do presidente, Fábio Luís tornou-se sócio da Gamecorp, empresa de games que ainda se chamava G4 Entretenimento e Tecnologia Digital. Até aqui a trajetória de Fábio Luís lembra a dos geniozinhos americanos do Vale do Silício que se enfurnam em uma garagem e saem de lá com uma idéia matadora de vanguarda como o Google ou o YouTube, projetando-se para o estrelato dos negócios multimilionários. A Gamecorp continuou a expandir-se. Em junho deste ano, fechou um contrato com a Rede Bandeirantes para alugar seis horas de programação diária no Canal 21. Depois que o contrato foi firmado, a emissora mudou de nome: de Canal 21, passou a chamar-se PlayTV. Oficialmente, trata-se de um arrendamento de horário.

Em janeiro de 2005, apenas um ano depois da chegada de Lulinha à empresa, a Gamecorp já estava recebendo o aporte milionário de 5,2 milhões de reais da Telemar – e Lulinha já era um empreendedor de raro sucesso. A Gamecorp dera um salto estratosférico, coisa rara mesmo num mercado em expansão, como é o caso da internet e dos jogos eletrônicos. A sociedade entre a Telemar e a Gamecorp se materializou por meio de uma operação complexa, que envolveu uma terceira empresa e uma compra de debêntures seguida de conversão quase imediata em ações. O procedimento visava a ocultar a entrada da Telemar no negócio. VEJA revelou a associação em julho do ano passado.

O caso de Lulinha tem uma complexidade maior. Sua relação com a Telemar não se esgota nos interesses de ambos na Gamecorp. O filho do presidente foi acionado para defender interesses maiores da Telemar junto ao governo que o pai chefia. Em especial, em setores em que se estudava uma mudança na legislação de telecomunicações que beneficiava a Telemar. VEJA descobriu agora que a mudança na lei foi tratada por Lulinha e seu sócio Kalil Bittar com altos funcionários do governo. O assunto levou a dupla a três encontros com Daniel Goldberg, titular da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça (SDE). Em um desses encontros, ocorrido no início de 2005, Lulinha e Kalil, já então sócios da Telemar, sondaram o secretário sobre a posição que a SDE tomaria caso a Telemar comprasse a concorrente Brasil Telecom – fusão que a lei proíbe ainda hoje. Goldberg, ciente do obstáculo legal, disse que o negócio só seria possível mediante mudança na lei. O estouro do escândalo Lulinha abortou os esforços para mudar a legislação e favorecer o sócio do filho do presidente.

Quando a Telemar fez uma oferta de compra à Brasil Telecom, o mercado interpretou o movimento como um sinal de que a mudança na lei era dada como certa. Paralelamente à oferta, estavam em plena efervescência os encontros de Lulinha e Kalil com Goldberg para tratar dos bastidores da negociação entre duas gigantes da telefonia. Oficialmente nada disso ocorreu. O assessor de Lulinha e Kalil, o jornalista Cláudio Sá, diz que, se houve encontros com Goldberg, foram contatos meramente sociais. Mas do que eles falaram? ''Encontros sociais. Aperta a mão. Como vai? Tudo bem? Tudo certo? Esse tipo de coisa'', responde o assessor. Goldberg diz que não foi nada disso. Ele conta que conversou com Lulinha e Kalil para aconselhá-los a contratar uma ''consultoria tributária e um escritório de advocacia''. É bastante improvável que essa seja toda a verdade porque, nessa época, a Gamecorp já tinha consultor. Era Antoninho Marmo Trevisan, amigão do presidente. (...) Fonte: Revista Veja


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Soraya da Cruz Plácido

Eu achei a música do atual Presidente bastante persistente:Porém, deveria ser assim: DEIXA O HOMI (HOMEM) LÁ R.... Ao invés de DEIXA O HOMEM TRABALHAR...

helenosilva

magno,vou deixar de ler o seu blog.o filhinho do companheiro nao sabia que havia maracutaia nesse negócio.é honesto.nao sabia de nada.se vc continuar,vai perder um leitor assiduo.a revista veja é VENDIDA.o menino puxou ao pai,nao sabia de nada.

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...

guilherme alves

A fonte, há muito tempo, é ignóbil. A mesma fonte, tempos atrás, não se passou a fazer uma reportagem sobre o famoso, na época, PHC, ou seja, o famoso lobista Paulo Henrique Cardoso. Fenônemo nos bastidores do poder, e até conseguir um Proer para salvar o banco do sogro - o BANCO NACIONAL.


Serra Talhada 2021

21/10


2006

Veja: Lula vê o filho como o "Ronaldinho" dos negócios

  A bomba de fim de semana prevista no meio político, aparentemente já está publicada na edição online da revista Veja desta semana. Trata-se de uma reportagem sobre as atividades do filho do presidente Lula - Fábio Luis Lula da Silva - de 31 anos, que primeiro virou sócio da Telemar numa operação de compra de empresa de jogos eletrônicos estranha no mercado das telecomunicações. Não satisfeito, ''Lulinha'' como costuma ser chamado, passou a atuar como lobista em Brasília. Leiam a parte 1 da reportagem:

''Como aconteceria com qualquer pai, o presidente Lula tem demonstrado o orgulho que sente pelo sucesso de seu filho Fábio Luís Lula da Silva. Aos 31 anos, Lulinha, apelido que ele detesta, é um empresário bem-sucedido. É sócio de uma produtora, a Gamecorp, que, com um capital de apenas 100.000 reais, conseguiu fazer um negócio extraordinário: vendeu parte de suas ações à Telemar, a maior empresa de telefonia do país, por 5,2 milhões de reais.

Como a Telemar tem capital público e é uma concessionária de serviço público, a sociedade com o filho do presidente sempre causou estranheza. Na segunda-feira passada, em entrevista ao programa Roda Viva, Lula teve de falar em público sobre os negócios do filho. ''Não posso impedir que ele trabalhe. Vale para o meu filho o que vale para os 190 milhões de brasileiros. Se têm alguma dúvida, acionem ele'', afirmou.

Dois dias depois, em entrevista à Folha de S.Paulo, o assunto Lulinha voltou ao foco. Os jornalistas lhe apresentaram uma questão formulada por um leitor do jornal, que não foi identificado. A pergunta dizia o seguinte: ''Tenho 61 anos, sou pai de quatro filhos adultos, todos com curso superior, mas com dificuldades de bons empregos ou de empreender. Como é que o seu filho conseguiu virar empresário, sócio da Telemar, com capital vultoso de 5 milhões de reais?''.

Em sua resposta, o presidente Lula começou explicando que seu filho virou sócio da Gamecorp quando a empresa, fundada por alguns amigos em Campinas, já tinha mais de dez anos de vida. ''Eles fizeram um negócio que deu certo. Deu tão certo que até muita gente ficou com inveja'', disse. Em seguida, o presidente fez menção às suspeitas que cercam a sociedade da Gamecorp com a Telemar. ''Se alguém souber de alguma coisa que meu filho tenha cometido de errado, é simples: o meu filho está subordinado à mesma Constituição a que eu estou'', disse o presidente, fazendo logo depois uma divagação comparativa que já nasceu imortal: ''Porque deve haver um milhão de pais reclamando: por que meu filho não é o Ronaldinho? Porque não pode todo mundo ser o Ronaldinho''.

Os entrevistadores gostaram do paralelo estabelecido pelo presidente entre seu filho e o astro do futebol e perguntaram se não seria mais fácil virar um Ronaldinho quando se é filho do presidente. Lula respondeu: ''Não é mais fácil, pelo contrário, é muito mais difícil. E eu tenho orgulho porque o fato de ser presidente da República não mudou um milímetro o hábito dos meus filhos''''. (...) Fonte: Revista Veja


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GOSTARIA DE SABER POR QUE ESSE RAIMUNDO DEFENDE TANTO ESSES CORRUPTOS DO PT? QUER O LULLINHA PREFEITO TALVEZ PARA REALIZAR O SONHO DE SER ARAPONGA DELES. ÉTICA RAIMUNDO.

Raimundo Eleno dos Santos

Às vezes a imprensa quer detonar alguém,e passa a arranjar munição,nitroglicerina e tantas outras mungangas.Esquecem q quem arma os explosivos e "otras cositas mas"corre o risco de ser tragado p/artefato nefando q armou.Tem casos interessantes como esse.Estão promovendo o Lulinha.Será prefeito/2007.

Drácula

DUDU 40.....ENTENDI...

Drácula

NÃO FAÇA ISSO MAGNO... NÃO DEIXE OS QUARENTA LADRÕES ENTRAR EM SUA VIDA NÃO....ESSE NEGÓCIO DE DUDU E OS 40 NÃO VAI DAR CERTO... FIQUE ONDE ESTÁ..HAHAHAHAHA

Drácula

PO... MEU PAPAI NUNCA ME AJUDOU A COMPRAR UM TELEFONE....NEM UMA TELEFÔNICA... ESSE LULINHA É UM FENÔMENO MESMO...LIMPAVA COCO DE CAPIVARA NO ZÔO... E VIROU SÓCIO DA TELEMAR....COMO O PT E O LULA SÃO GENEROSOS....SÓ PERNAMBUCO NÃO VÊ ISSO....POVO INGRATO... QUE PREFERE VOTAR NO CHUCHU...


Jornao O Poder

21/10


2006

Agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco

    Para este sábado, 21 de outubro de 2006 

Eduardo Campos – Frente Popular de Pernambuco

8h – Caminhada em São Lourenço da Mata
10h – Carreata com saída na Avenida Recife com destino a Olinda
17h – Carreata e Comício em Palmares
20h Carreata e Comício em Gravatá

Mendonça Filho – Coligação União por Pernambuco

8h – Carreata com saída na Avenida Abdias de Carvalho (em frente à  Chesf), Jaboatão dos Guararapes (Santo Aleixo), Moreno Centro, BR 232, Vitória, Pombos, Gravatá, Bezerros e Caruaru
Saindo do Agreste Central
Belo Jardim, Tacaimbó, São Caetano e Caruaru.
Saindo do Agreste Meridional.
Brejo da Madre Deus, Panelas, Cupira, Agrestina e Caruaru.
Saindo do Agreste Setentrional
Santa Cruz do Capibaribe, Taquaritinga, Toritama e Caruaru.
Término: Pátio da Coletoria, em Caruaru, com comício no final (Com informações do pe360graus)


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Raimundo Eleno dos Santos

Mendonça é o retrato de Kiko. Ele está ficando louuuuuuuuuuuuuuco! Não sai da casa dos trinta!


Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

21/10


2006

A revolução do microcrédito

"Garantir pequenos empréstimos a famílias de baixa renda que nunca teriam acesso ao sistema bancário normal foi a engenhosa saída encontrada pelo economista Muhammad Yunus e seu banco Grameen para melhorar a vida da população das aldeias de Bangladesh, um dos países mais pobres do planeta. A iniciativa, não somente por seu caráter inusitado, mas inovador, deu a Yunus o Nobel da Paz deste ano. Por trás do prêmio, mais que merecido, estão a firme determinação de lutar contra a miséria e uma idéia revolucionária: o microcrédito", atesta o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros(PMDB-AL), em seu artigo semanl para este blog, postado há pouco em Opinião. Boa leitura!


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