Lavareda

01/12


2020

Bolsalulismo e obscurantismo desabam abraçados

Por José Nêumanne*

O “acordão” secreto do corrupto condenado em segunda instância Lula da Silva com o presidente Jair Bolsonaro para chegarem ao segundo turno de 2022, um acreditando garantir a própria vitória e contando com outro como adversário perfeito, sobrevive na UTI após as eleições municipais do domingo 29. Bolsonaro nomeou os petistas Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República e André Mendonça no Ministério da Justiça e indicou outro, Kassio Nunes Marques, para o Supremo Tribunal Federal (STF) para facilitar a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao segundo turno da eleição presidencial de 2022. E Lula espera chegar lá conquistando a ficha limpa em julgamento no STF. Ou para tanto indicar, caso isso não seja viável, um poste, como Dilma Rousseff em 2010 e 2014 e Fernando Haddad em 2018. Os dois lados do abjeto cambalacho, contudo, perderam feio nas últimas disputas eleitorais municipais.

O PT, que, em 2016, só tinha vencido uma eleição em capital agora deixaou claro que a estratégia única do “Lula livre” foi suicida: não elegeu prefeito em capital nenhuma. Jilmar Tatto, candidato do partido, repetiu o fiasco anterior de Fernando Haddad, não disputando o segundo turno em São Paulo. Marília Arraes, neta do doutor Miguel, levou uma surra de votos do primo João Campos, bisneto do patriarca da esquerda nacional. Já o chefe do Executivo federal, que ainda não dispõe de um partido para chamar de seu, objetivo cumprido por qualquer borra-botas no Brasil, cometeu crimes eleitorais protagonizando lives em palácio para 16 candidatos, e só elegeu quatro, um quarto, nenhum em colégio eleitoral que pudesse avalizar o delírio de sua reeleição. Na única vitória de um bolsonarista em capital, Vitória (ES), Delegado Pazolini, Clio, deusa irônica da História, reservou o malogro ao petista histórico João Coser.

Em São Paulo, numa de suas amostras grátis de “arrognância” (junção de arrogância com ignorância, criada por Roberto Campos), o chefe do governo federal adotou como favorito o “cavalo paraguaio” Celso Russomanno, No primeiro turno, este chegou em quarto lugar e, ao perder para Covas, Boulos e o ex-governador Márcio França, repetiu a tradição de partir na cabeça e acabar na rabeira. No Rio, Bolsonaro dobrou a aposta e ficou no placê com a tunda imposta pelo ex-prefeito Eduardo Paes, do DEM. Os vencedores no Rio e em São Paulo fizeram questão de inovar e comemorar a vitória com discursos lembrando a principal causa do fiasco do chefão da extrema direita nos dois maiores colégios eleitorais do País. Não será fácil sequer chegar ao segundo turno em 2022, embora eleições municipais não decidam a presidencial, posterior.

O prefeito reeleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), teve a seu lado a aposta do capitão de milícias no adversário a destruir, o governador João Doria, que durante a campanha, por causa da própria rejeição, foi mantido a discreta distância. No discurso triunfal, este lembrou as vitórias do PSDB, legenda dos dois, no Estado mais populoso do País. E o vencedor do domingo 29 deu um tom nacional a seu primeiro discurso após o anúncio do resultado da apuração. Nele fez críticas indiretas ao presidente Bolsonaro, dizendo que os paulistanos derrotaram o “obscurantismo e o negacionismo” e votaram “a favor da ciência”. Parece uma análise correta num discurso promissor. Além da garantia de continuidade da política de combate à pandemia, apoiada pelo povo no voto, o neto do patriarca tucano Mário Covas previu: “Restam poucos dias para o negacionismo e o obscurantismo”. Isso, é claro, dependerá de confirmação na campanha presidencial de 2022. “É possível fazer política sem ódio, falando a verdade”, disse, em outra investida sobre o “mito”, mas adiou para depois da apuração a decisão de retroceder medidas de reclusão dos cidadãos depois do recrudescimento do contágio da covid 19.

Paes atirou em outra evidência contra o presidente, que votou em Crivella: “Nós passamos os últimos anos radicalizando a política brasileira e contestando aqueles que exercem a atividade política, e os resultados desse quadro de extremos, de divisão, não fez bem aos cariocas nem aos brasileiros. Essa eleição manifestou uma força muito grande daqueles que exercem a atividade política, a gestão pública”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, chefão do DEM e do Centrão bolsonareiro, deu uma de papagaio de pirata para aumentar o próprio cacife e da trupe no apoio ao governo federal, ao lado do vencedor. Embora o flagrante de que a politicagem continua reinante na política brasileira em geral e na fluminense em particular, não se pode omitir, no caso, que a aposta de Bolsonaro em Crivella foi a decisão mais estúpida da história política brasileira, e logo em seu domicílio eleitoral.

Ao agradecer em idioma parecido com o português, imitando o PT, o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, foi elogiado por seus simpatizantes nos meios de comunicação por ter cumprido o protocolo de cumprimentar o vencedor. E também agradeceu às “duas milhões de eleitores” (sic) que o sufragaram nas urnas. Nos cursos universitários citados nos perfis da campanha, seu professor de Português deve ter sido Lula ou Bolsonaro. Mas, infelizmente, isso importa pouco num cenário em que pouquíssimos líderes políticos falam um vernáculo escorreito. Mais importante será destacar o esquecimento da matemática dos analistas da esquerda, omitindo o fato de que o vencedor lhe impôs uma derrota histórica de quase 20 pontos porcentuais, um capote, como se dizia em meus tempos de péssimo jogador de vôlei no seminário em Campina Grande. De fato, 59% a 31% é uma diferença acachapante. As análises que falam do derrotado como líder de uma nova esquerda são, portanto, lorota de tontos. Parodiando pelo oposto o sucesso de Luiz Gonzaga, popularizado por Sílvio Santos: “que mentira, que lorota má”.

*Jornalista, poeta e escritor


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

ALEPE

01/12


2020

Bolsonaro aponta Tarcísio e Gilson craques da equipe

Em desabafo, ontem, no Rio, sobre a eficácia do seu Governo e estilo de gerir o País, o presidente Bolsonaro citou e elogiou como auxiliares exemplares em resultados de gestão o ministro de Infraestrutura, Tarcísio Vieira, e o presidente da Embratur, o pernambucano Gilson Neto. Veja!


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Carlos

Chora, esquerdopata, Bolsonaro até 2026.

gilson

De que adianta craques, se temos um técnico incompetente.


O Jornal do Poder

01/12


2020

Prefeito eleito de Limoeiro pode ser cassado

A Justiça Eleitoral pode cassar o mandato do prefeito eleito de Limoeiro, Orlando Jorge (Podemos), por abuso de poder político e econômico. 

As denúncias estão sendo investigadas pela Justiça Eleitoral em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), processo de número 0600536-09.2020.6.17.0024. Entre os indícios apontados estão que Orlando Jorge disponibilizava veículos de campanha para os eleitores de Limoeiro, município no Agreste do Estado, irem fazer cirurgias e receberem outros atendimentos médicos e odontológicos em Paudalho, na Zona da Mata, cidade onde o então candidato exercia a função Secretário Municipal de Saúde. 

Nas denúncias enviadas à Justiça, há imagens nas quais são possíveis flagrar veículos adesivados com propaganda de campanha de Orlando Jorge.  

A audiência será realizada nesta sexta-feira (04/12). Caso confirmada as irregularidades, o prefeito eleito pode ter a cassação do diploma e ainda responder por improbidade administrativa.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Abreu no Zap

01/12


2020

Criciúma tem madrugada de violência com cidade sitiada

A cidade de Criciúma, no Norte de Santa Catarina, passou por uma madrugada de violência, hoje. Criminosos fortemente armados trocaram tiros com a força policial da cidade, arrombaram agências bancárias e caixas eletrônicos. Os bandidos também provocaram incêndios e fizeram reféns nas ruas do centro do município.

Segundo informações do portal UOL, a ação começou pouco depois da meia-noite e teve fim antes das 3h. Pouco após as 2h da madrugada, o prefeito da cidade, Clésio Salvaro (PSDB), foi a público pelas redes sociais explicar que a cidade estava sendo alvo de um assalto de “grandes proporções” e pediu que as pessoas não saíssem de casa.

“Criciúma é alvo de um assalto de grandes proporções. Junto às autoridades militares e forças de segurança, seguimos monitorando e acompanhando o desenrolar dos fatos. Fiquem em casa. Muito cuidado!”, escreveu o prefeito.

Ao portal G1, a Polícia Militar do estado informou que o grupo incendiou acessos à cidade, além de atacar um batalhão da polícia. Pelas redes sociais vários vídeos do momento da ação mostram a violência dos criminosos. Reféns são vistos sentados no meio da rua e notas de dinheiro foram espalhadas nas ruas. Até a publicação desta matéria não havia informações oficiais sobre possíveis vítimas ou feridos, assim como a prisão de suspeitos.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


01/12


2020

Coluna da terça-feira

Primeiro cenário de 22

Como no Brasil a próxima eleição começa quando acaba a última, já é possível delinear um cenário para 2022 em Pernambuco? Ao manter a Prefeitura do Recife em sua estrutura de poder, evidentemente que o PSB saiu fortalecido. Seu candidato natural a governador é o prefeito Geraldo Júlio, que tem pela frente problemas que fogem da alçada política derivando para a judicial. São seis operações da Polícia Federal em seu lombo, que andam, com graves consequências.

Geraldo tem a seu desfavor também sua fraca e inoperante gestão, passando dos 60% de reprovação, sem tempo hábil para se recuperar. Vai depender do desempenho de João Campos no seu primeiro ano, que não será nada fácil diante da situação de dificuldades financeiras da Prefeitura. Some-se a isso o fato de não contar com apoio do Governo Federal e a má vontade do presidente Bolsonaro.

Do lado da oposição, três nomes saíram fortalecidos das urnas: Miguel Coelho (MDB), prefeito de Petrolina; Raquel Lyra (PSDB), prefeita de Caruaru; e, por fim, Anderson Ferreira, prefeito de Jaboatão dos Guararapes. Ainda incipiente, sem fazer nenhum tipo de movimentação, nem assumir a possibilidade, o ministro José Mucio Monteiro, que antecipou em um ano e nove meses sua aposentadoria do Tribunal de Contas da União, é uma alternativa corrente apenas hoje nos bastidores.

Bom gestor, revelação política no Estado, Miguel Coelho tem dois grandes desafios a enfrentar: a questão política-geográfica (um nome do Interior e de município distante, no Vale do São Francisco, já divisa com a Bahia) e a sorte do pai, o senador Fernando Bezerra Coelho, que deve ir à reeleição, mas não se sabe por onde. Anderson também é fato novo em gestão pública, mas seu grupo ainda é pequeno e precisa de mais amplitude, acima do universo evangélico.

Já Raquel Lyra, geograficamente, está bem mais próxima do eleitorado urbano da Região Metropolitana e sairia forte numa região com cerca de 1,5 milhões de eleitores, o entorno de Caruaru. Pesa o fato de ser mulher, filha de ex-governador, bem avaliada como gestora. Por fim, Marília Arraes merece um capítulo à parte. Saiu derrotada eleitoralmente, mas conquistou um capital político: 348,126 mil votos na capital.

Armando Monteiro e Mendonça Filho, o primeiro sem partido e o segundo do DEM, são nomes presentes na memória do eleitor, com densidade eleitoral, mas talvez estejam fora de 2022 por virem de seguidas derrotas eleitorais no Recife e no Estado. Certamente, entretanto, serão atores importantes na discussão de um projeto alternativo da oposição.

No caso de Marília, tem pela frente a necessidade, se quiser de fato a entrar no jogo, de mudar de legenda. O PT foi o seu grande inimigo e está, literalmente, varrido do mapa do poder no País. Para onde ela iria, eis a grande questão. Teria que optar por uma legenda de centro-esquerda e começar a trabalhar, em tese, a unidade das oposições.

Abstenção – A abstenção geral nas eleições de segundo turno foi de 29,5%, a maior da história do País. Entre as capitais, a que teve maior abstenção foi Goiânia (GO), onde 36,75% dos eleitores não foram às seções de votação no domingo. Venceu o candidato Maguito Vilela (MDB), que está internado desde outubro devido à covid-19. “Tradicionalmente [a abstenção] é maior no 2º que no 1º turno. O ideal é que a abstenção tivesse sido menor, mas a verdade é que quando tudo começou se imaginava uma abstenção colossal”, declarou o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso.

Golpe – O jornal britânico Financial Times repercutiu os resultados das eleições municipais no Brasil e disse que a escolha dos prefeitos foram um “golpe” para o presidente Jair Bolsonaro. A publicação ainda afirma que o PT também foi derrotado. Escreveu que o “establishment voltou”. “Partidos tradicionais do centro e centro-direita ganharam os grandes prêmios nas eleições municipais do Brasil”, diz o trecho inicial da reportagem, que destacou a vitória de Bruno Covas (PSDB) sobre Guilherme Boulos (Psol), em São Paulo.

Sinal verde do STF – O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a dizer que não será candidato a um novo mandato à frente da Casa porque a Constituição não permite. Não falou, porém, se não será candidato mesmo que o STF (Supremo Tribunal Federal) o libere para concorrer. “Não trabalho por hipótese”, declarou. Segundo informações de bastidores em Brasília, o Supremo já tem votos suficientes para permitir que ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), candidatem-se novamente. As eleições nas Casas estão marcadas para fevereiro.

Mapa partidário – Dos 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aptos a participar da disputa, 29 conseguiram eleger ao menos um prefeito. As quatro legendas que saíram das urnas sem sequer uma vitória para o Executivo municipal foram UP, PCO, PCB e PSTU. Já outros quatro partidos conquistaram apenas uma única prefeitura cada: Novo, PTC, DC e PMB. A análise considera o resultado de todos os municípios do Brasil onde o nome do próximo prefeito já está definido – em Macapá (AP), as eleições foram adiadas por causa da falta de energia.

CURTAS

SEM LOCKDOWN – O prefeito eleito no Rio, Eduardo Paes (DEM), disse, ontem, que, a princípio, descarta o lockdown no Rio. Segundo ele, as medidas a serem adotadas serão terapêuticas em um primeiro momento. Em sua avaliação, o isolamento total seria "extremo e desnecessário". Paes disse ainda que tem conversado com o futuro secretário de Saúde, Daniel Soranz, justamente pela preocupação com a Saúde, agravada nesse momento pela pandemia.

MENOS VOTADOS – Os prefeitos Marcelo Crivella (Republicanos), Hildon Chaves (PSDB) e Emanuel Pinheiro (MDB) receberam menos votos no 2º turno de 2020 do que haviam obtido em 2016. Eles disputaram a reeleição no Rio, em Porto Velho e em Cuiabá, respectivamente. Já o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira (PDT), conseguiu mais votos do que há quatro anos.

Perguntar não ofende: Quem sai mais perdendo na eleição municipal: Bolsonaro ou Lula?


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

Fernandes

Tem calma marcos mamador de piroca Lolita de camaragibe, teu negócio é queimar a rosca

marcos

Boa noite Gretchen, já chegasse do enterro do PT foi?

Fernandes

Tem calma marcos mamador de piroca Lolita de camaragibe, teu negócio é queimar a rosca

marcos

Fiasco eleitoral faz Jaques Wagner dar início ao processo de isolamento de Lula ...................................... A corrupção contaminou todo o PT....................................................... Ninguém saiu ileso, durante a longa temporada do partido no poder. Porém, o ex-presidiário, indubitavelmente representa o que há de mais relevante na podridão que tomou conta do partido................................................ A tarefa agora é se livrar de Lula................................... Jaques Wagner, ainda repleto de ‘cuidados’, certamente para não ferir sentimentos, deu início ao processo. O espertalhão já se coloca como alternativa do partido como candidato a presidente. “Meu nome está posto, tanto na cena nacional como na cena estadual (…). Sou amigo irmão do Lula, mas vou ficar refém dele a vida inteira? Não tem sentido”.

marcos

Chora não Gretchen vai dar esse rabão e esquece Lula.


Banco de Alimentos

30/11


2020

João vai limpar área infectada por Geraldo

O blog apurou, há pouco, que o primeiro dia de atividade do prefeito eleito do Recife, João Campos (PSB), já foi concentrado nas negociações em torno da montagem do seu secretariado, que será o mais amplo possível no que diz respeito ao atendimento dos mais diversos segmentos partidários que o ajudaram a derrotar Marília Arraes na eleição de segundo turno no dia de ontem.

O que se ouve já é muita gente reclamando da perda de espaços, a começar pelo grupo do prefeito Geraldo Júlio (leia-se a sua cozinha). O que João deve fazer de imediato é limpar a área de Saúde, espectro de corrupção da atual gestão, objeto de seis operações da Polícia Federal.

E distribuir cargos com partidos do centrão que integraram a sua ampla coligação. João quer dar uma cara própria ao seu Governo para não ficar refém ou a reboque de Geraldo Júlio. Nunca um prefeito eleito dispensou o primeiro dia útil pós eleição para cuidar da montagem do secretariado.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha

Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Pera! Depois de querer ser censor, juiz, desembargador, ministro do TSE, PF, MP, agora quer mandar na administração do João Campos? Acho que endoidou de vez.



30/11


2020

PSB encolhe, mas lidera ranking de prefeitos eleitos

Um levantamento feito pelo G1/PE mostra que o mapa dos partidos que governam as cidades de Pernambuco sofreu mudanças após o fim das eleições 2020. O PSB, do governador Paulo Câmara e do prefeito do Recife Geraldo Julio, continua com o maior número de prefeituras, assim como nas eleições passadas, mas elegeu 15 prefeitos a menos em comparação com 2016, saindo de 68 para 53.

O MDB teve um crescimento após o resultado das urnas e se tornou o segundo partido com maior número de prefeitos eleitos no estado. No país, o partido lidera o ranking de prefeitos eleitos, seguido pelo PP e PSD.

O Republicanos, o Avante e o PP foram os partidos que mais cresceram percentualmente em Pernambuco, desde as eleições em 2016.

O resultado aponta um crescimento de partidos considerados do “Centrão” ou com inclinação à direita. Também houve quedas de partidos tradicionais como PSDB, PTB, PDT e PT.

O levantamento não considera os candidatos a prefeito sub judice, que aguardam julgamento da Justiça Eleitoral. Seis cidades de Pernambuco estão nessa situação: Tuparetama, Palmares, Capoeiras, Palmeirina, Itamaracá e Pesqueira. Clique aqui e confira a matéria completa.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


30/11


2020

Editorial analisa resultado das eleições no segundo turno

No Frente a Frente de hoje, programa que ancoro pela Rede Nordeste de Rádio, o meu editorial foi sobre resultado das eleições no segundo turno em todo Brasil e, especificamente no Recife. Vale a pena conferir!

O Frente a Frente tem como cabeça de rede a Rádio Hits 103,1 FM, em Jaboatão dos Guararapes.


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha


30/11


2020

Defensoria Pública inaugura novo núcleo em Bezerros

A Defensoria Pública de Pernambuco inaugurou a nova unidade de atendimento do Núcleo de Bezerros, no Agreste do Estado. Recebido através de uma parceria entre a Defensoria e a Prefeitura local, o Núcleo na Terra dos Papangus disponibilizará para a população um amplo espaço de atendimento na região central da cidade, com quatro ambientes nos quais estão distribuídos a triagem, sala de atendimento e sala de conciliação, elevador especial para cadeirantes, com também uma copa.

Para o defensor público-geral José Fabrício, propiciar para a população vulnerável uma estrutura de atendimento bem localizada e moderna e a custo zero é a missão da Defensoria Pública. “Quando a gente fala de acesso à justiça, sabendo que nosso país tem uma desigualdade tamanha, uma das maiores do mundo, imagine você que é pobre, tendo um direito seu relegado a segundo plano e não ter a quem recorrer. A Defensoria Pública entra aí, pra fazer essa ponte, para que o cidadão vulnerável possa fazer valer os seus direitos através de uma estrutura oficial do Estado acessível e bem equipada”, disse.

De acordo com a chefe do Núcleo de Bezerros, Cláudia Xenofonte, a nova sede vai facilitar o acesso à população local devido a sua localização. “Esse novo núcleo, localizado na região central, vai facilitar o acesso para toda população. Além da localização, uma estrutura nova, moderna, tem o aspecto acolhedor para a população e ao mesmo tempo facilitador para o Defensor desempenhar o trabalho da melhor formas possível e Bezerros merece uma Defensoria com essa qualidade”, afirmou.

A cerimônia de inauguração foi conduzida pelo defensor público-geral Fabrício Lima e contou com a presença do subdefensor Geral Henrique Seixas, do subdefensor Cível e Criminal da Região Metropolitana José Wilker, o defensor público João Duque e a chefe do Núcleo de Bezerros, Cláudia Xenofonte. Ainda participaram da inauguração José Cícero Lima (representante da Prefeitura), o vereador Eliel Vieira (presidente da Câmara), Marconi Andrade (secretário do Governo do Estado), Cleonildo Lopes, em nome da Faculdade Vale do Pajeú, bem como o magistrado Paulo Alves de Lima (Ministério Público).


Faça Login para comentar


Email
Cadastre-se
Esqueci minha senha