Lavareda

30/11


2020

A terceira onda

Idos da década de 1980, o escritor norte-americanos Alvin Toffler preconizou “a terceira onda”, a quarta onda, revela o bicho-grilo Adalbertovsky. “Estamos atualmente navegando na crista das sucessivas ondas toffernianas em todas as longitudes do planeta Vivenciamos uma revolução na dimensão exata da palavra. As ondas de Alvin Toffler referem-se a revoluções civilizatórias, de processos evolutivos na sociedade. Isto, nada a ver com as ondas do vírus comunista chinês nos tempos tresloucados de agora. Aliás, nem de vírus eu gosto, muito menos comunista”.  

“O micróbio, cuja imagem é uma coroa de espinhos, vai completar aniversário de um ano em circulação no planeta. O maior estrago já foi feito. Se houver novas ondas marítimas, fluviais ou terrestres, a solução é adotar medidas cautelares para conviver com o bicho. Irracional seria parar todas as atividades, porque a vida segue e não podemos desembarcar deste planeta azul. Nem só de vírus e de eleição vive a humanidade”.

“MEU LIVRO – Transcrevo a seguir resumo de capítulo do meu atual livro que está para ser lançado – A PRIMEIRA VACINA: A descoberta da primeira vacina vem dos idos de 1796, pelas mãos e o cérebro do médico e cientista Edward Jenner, no lugarejo Berkeley, Inglaterra. Dedicado  a pesquisas sobre doenças, em especial a varíola, lá estava o inglês Edward Jenner estudando os casos de pessoas que se contaminavam com uma doença chamada cowpox, zoonose bovina variante da varíola humana, ao ordenharem vacas. Apareciam pústulas na pele das pessoas contaminadas. 

“O médico extraiu o pus de lesões das pessoas contaminadas com o vírus cowpox e o aplicou em doentes da varíola humana. O doutor Jenner fez e repetiu a experiências em várias pessoas. Os doentes de varíola ficaram curados. Estava criada a prodigiosa e pioneira vacina.

Tempos do Império, 1808, a vacina chegou ao Brazil trazida pelo  general e diplomata com atuação internacional, Felisberto Caldeira Brant, o Marques de Barbacena, uma das figuras mais notáveis do Primeiro Império. Assim começava uma longa e heróica jornada planetária”.

A crônica do bicho-grilo Adalbertovskly está postada no Menu Opinião. Metam os peitos!


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ALEPE

30/11


2020

Coluna da segunda-feira

As razões da derrota

A vitória de Marília Arraes (PT) estava nas mãos, com 8 pontos de vantagem frente ao concorrente João Campos, segundo o primeiro levantamento do Datafolha na disputa de segundo turno. Só que ao longo da campanha cometeu erros mortais. Ficou num jogo solitário, ouvindo só um lado, o do seu marqueteiro, da teoria suicida de amor na política, paz e amor. Só quem se deu bem com isso uma única vez foi Lula, mas Lula era Lula.

Se quisesse e soubesse usar na hora certa, Marília tinha um verdadeiro arsenal para detonar o adversário, que passou incólume, enquanto ela, agredida e atacada, não reagiu e quando reagiu não convenceu. Quando partiu para endurecer o jogo, já era tarde. Já João Campos, bem assessorado e bom aluno na estreia de campanha majoritária, soube, mesmo as vezes parecendo um robô, desconstruí-la.

A candidata não aceitou nenhuma visão que não fosse a do marqueteiro, que vinha com pesquisas quantitativas mostrando enormes vantagens numéricas, a ponto de ontem, às vésperas da eleição, entregar dados que Marília venceria. Também argumentava que as qualitativas diziam que ela não podia nem desconstruir o adversário nem rebater a desconstrução. Só que Marília também não admitia sequer o questionamento dessa estratégia que, estava na cara, seria e foi mortal.

Se ocorreram ataques tenebrosos de todos os tipos, mas ao não reagir deixou que sua candidatura fossa abatida em pleno voo. Marília perdeu por outros fatores também, entre os quais o abuso do poder econômico do PSB, com duas máquinas moendo para João, o amadorismo instalado em sua coordenação política, que em nenhum momento existiu, e, por último, e decisivo: a rejeição do eleitorado ao PT, partido varrido do mapa eleitoral das capitais, sem um só prefeito eleito.

João Campos obteve uma grande e histórica vitória. Agora o Recife vai ter o mais jovem prefeito de capital de todo o Brasil e de sua história, aos com 27 anos. Passa a carregar nas costas a responsabilidade como sucessor do pai, que partiu de maneira prematura e trágica. Com isso, terá que demonstrar sua capacidade política e gerencial para obter bons resultados, ser reeleito prefeito em 2024 e ser candidato a governador em 2026 quando terá atingido a idade mínima para concorrer ao Governo do Estado.

Amadorismo – Tão logo passou para o segundo turno, tirando a vaga de Mendonça Filho (DEM), Marília foi procurada por vários atores e lideranças políticas. Houve, de largada, um grande número de adesões. Eram vereadores eleitos, mas magoados com o PSB, suplentes e um balaio de pensadores, que não tinham voto, mas tinham o que dizer. Marília não constituiu um núcleo político nem deu poderes a ninguém para falar em seu nome. Dava a impressão de que não queria companhias nem voto, que venceria sozinha uma eleição dificílima. Política não é para amadores.

Jogou certo – Já João Campos, mais humilde no aprendizado do jogo, ouviu a todos, delegou, ampliou e montou uma equipe de campanha experiente e astuta. Jogou de acordo com o que ensinou a sua equipe técnica, até nos debates, quando conseguiu, em muitos momentos, tirar a adversária do sério. Mais do que isso, João foi para o ataque e suas flechadas funcionaram, deram resultado, tanto que atraiu um balaio de votos do segmento evangélico ao sugerir que Marília era ateia.

Direita e esquerda – Ferino e vingativo, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, comemorou como ninguém a vitória de João Campos, não por ter simpatia ao PSB, mas para se vingar do ex-senador Armando Monteiro Neto, que deixou a legenda em apoio à Marília. “O incrível é que Armando nunca dá uma dentro: perdeu na direita e na esquerda”, disse Jefferson, em mensagem ao blog tão logo tomou conhecimento da derrocada do PT na capital pernambucana.

Milton Coelho – A vitória de João abre na Câmara dos Deputados uma oportunidade para um dos quadros mais brilhantes do PSB: o suplente Milton Coelho, que passa a ser efetivado. Atual chefe de gabinete do governador Paulo Câmara, Milton é um eduardista histórico, tendo ocupado todas as funções públicas em vida, desde a presidência estadual da legenda socialista à missão de vice-prefeito do Recife na gestão João da Costa, por delegação expressa do ex-governador. Fará com certeza um belo mandato, amplo, com visão para todos os segmentos da sociedade. É um articulador nato, jeitoso no trato.

CURTAS

O GUARDIÃO – Em Paulista, a vitória esmagadora de Yves Ribeiro (MDB) não é obra apenas da sua história, sua popularidade e cheiro de povo. Seu vice Dido Vieira, também emedebista, teve papel relevante na campanha, verdadeiro braço direito do prefeito eleito. Empresário bem-sucedido, Dido será um grande ator na gestão e pode até pensar em voos mais altos na política se Yves vier a fazer uma boa gestão.

TRANSIÇÃO – Em live, ontem, no calor da eleição de segundo turno, o prefeito eleito de Paulista anunciou que pretende constituir, já a partir de hoje, a sua equipe de transição para levantar a herança maldita de Júnior Matuto. Posso até estar errado, mas essa equipe deve ser coordenada pelo vice-prefeito eleito Dido Vieira.

Perguntar não ofende: Magoada com as traições do PT, Marília deixa o partido ou vai ficar convivendo com lobos?


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Comentários

Carlos

Cadê os petralhas que comentam neste blog? Estão de ressaca de tanto chorar? Chorem não, gritem Lula livre que passa kkkkkkkkkkkk.

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Mais uma vez tivemos a desmoralização dos institutos de pesquisas. Ou eles são incompetentes ou desonestos. O detalhe é que eles sempre erram em favor da esquerda. Agora, querer dourar a derrota não dá. Marília perdeu e perdeu feio. Primeiro por ser candidata do PT, partido que virou uma Organização Criminosa comandado pelo bandido julgado e condenado Lula ladrão. Segundo por ser uma péssima política, sem carisma, desagregadora sem nenhum preparo para o diálogo e debates. É a típica petista que só fala palavras do ordem. Como repetia em todos os debates sendo chamada de Marília passo a passo. Tivemos também as figuras do Mendonça Filho e Armando Monteiro se revelando que nunca pensaram no nosso povo quando um, de maneira patética, pediu o voto nulo e o Armando, pelo menos teve a hombridade de definir seu apoio. Apoio para o Partido da Trambicagem. A Patrícia, sem nenhuma chance, pensando unicamente em vingança. Recife mostrou não é mais aquela que se deixava enganar pelas promessas. Mostrou que não aceita essa dos donos dos votos querendo transferir o que não lhe pertence. O voto é do povo. Não tem dono. Deus é grande.

MARCOS MORAIS

Pois é caro Magno, agora você reconhece os méritos de João Campos, aquele que você disse que foi emparedado por Marília no último debate. Na verdade Marília só foi vencedora dessa eleição na primeira pesquisa do segundo turno por que nas urnas quem sempre ganhou foi João Campos foi assim no primeiro turno e novamente no segundo, na força do voto João sempre foi mais forte, desde a campanha para Deputado Federal até o pleito atual. Apesar de toda campanha que você fez no seu blog contra João e a favor de Marília o povo demonstrou que já sabia quem ele queria ver à frente da Prefeitura do Recife. Mas João assim como o seu pai saberá ser grande, agregador e com inteligência suficiente para governar com todos, inclusive com adversários, pelo bem da cidade e do povo do Recife.

marcos

Bom dia Gretchen e Boca de veludo, vocês irão para o Enterro do PT?

marcos

O PT Perdeu foi? .......... kkkkkkk


O Jornal do Poder

29/11


2020

Marília: Aqui começa uma nova articulação da oposição

Por Houldine Nascimento, da equipe do blog 

A candidata do PT à Prefeitura do Recife, Marília Arraes, falou sobre o resultado eleitoral mais de uma hora depois de a apuração ter encerrado. Um pronunciamento ocorreu na noite de hoje, no Hotel Villa D'Oro, na Soledade, área central da cidade.

Marília fez alguns agradecimentos aos eleitores e aos apoios recebidos durante a campanha. A prefeiturável criticou o candidato adversário, João Campos, e o PSB.

"Fizemos uma campanha bonita, limpa, diferente do nosso adversário, que iniciou o segundo turno parecendo que era outra pessoa. Com uma campanha baseada em agressões, em fake news. Em argumentos fundamentalistas que buscavam trazer a ilusão das pessoas sobre minha imagem e colocando a fé das pessoas no meio", declarou.

A candidata petista foi além, ao dizer que "lutou contra duas máquinas", em referência à Prefeitura do Recife e o Governo de Pernambuco, ambos administrados pelo PSB. "É importante dizer que desde 2016 nenhuma candidatura do PSB tinha essa dificuldade de ganhar uma eleição. Isso mostra a insatisfação das pessoas com a atual gestão", comentou.

"Foi feita a democracia. A gente tem que respeitar a democracia e desejar sempre o melhor para a cidade, mas é importante deixar aqui bastante marcado: aqui vai começar uma nova articulação da oposição em Pernambuco. Nós não temos condições de nos articular com um grupo que, além de fazer tão mal na gestão, seja no Estado, seja no município, mas também trata a política da forma que tratou", prosseguiu.

Marília também disse que as pessoas recuperaram a esperança em um novo projeto e que isso representa uma vitória. Ela destacou o fato de ser a primeira mulher a chegar no segundo turno.

Ao lado da petista, estiveram o candidato a vice, João Arnaldo (PSOL), o presidente Estadual do Podemos, deputado federal Ricardo Teobaldo; o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN) e a deputada estadual Teresa Leitão (PT), entre outros nomes da política local. O vice-presidente nacional do PT, José Guimarães, era aguardado, mas não veio.

Com 100% das urnas apuradas, Marília obteve 348.126 votos, o que representa 43,73% dos votos válidos. Uma diferença de quase 100 mil votos para o vencedor João Campos (PSB), com quem disputou o segundo turno.


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Comentários

JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Nova articulação? Com Marília à frente? Com a bandeira do PT, uma Organização Criminosa? Graças a Deus que essa oposição, agora formada pelos eternos derrotados Mendonça e Armando, juntos com uma amadora e raivosa Patrícia, nunca prosperará. Todos sem visão de estadista. Querendo apenas seus projetos pessoais e a vaidade acima de tudo. Essa eleição teve, além da grande derrota do PT, o desmascaramento, repito, do Mendonça Filho, Armando Monteiro e a Patrícia, mostrando que nunca foram candidatos de direita.


Abreu no Zap

29/11


2020

Padilha avalia que sua campanha foi vitoriosa

O candidato à Prefeitura do Paulista pelo PSB, Francisco Padilha, concorreu pela primeira vez a um cargo eletivo, partindo do zero e chegando ao fim do segundo turno das eleições municipais com 42,48% dos votos válidos. Ao fim da apuração, Padilha avaliou que considera sua campanha vitoriosa.

"Nossa campanha foi linda demais! Cheia de projetos incríveis para transformar Paulista e com o apoio do povo, que me encheu de orgulho. Orgulho de ser filho dessa terra e viver, todos os dias, os seus avanços, mas sem ignorar tudo que precisa de atenção. Obrigado por sentir e partilhar esse amor roxo que se espalhou por toda cidade. Não vamos parar por aqui! Vamos seguir, incansavelmente, com novas ideias, disposição e coragem para fazer uma Paulista diferente! Não vamos desistir de Paulista. Aos nossos militantes que pegaram no serviço incansavelmente, muito obrigado!”, avaliou.


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29/11


2020

Marília Arraes: Lutamos contra duas máquinas

Por Houldine Nascimento – da equipe do Blog


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Comentários

Carlos

Que vergonha o Anderson Ferreira no meio desses petralhas.

Carlos

Chora não, grita Lula livre que passa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Banco de Alimentos

29/11


2020

Vitória de João ratifica consolidação do PSB no Estado

Por Edson Mota - especial para o Blog

Com 56,27%, o candidato João Campos (PSB) foi eleito prefeito do Recife, vencendo a sua prima, Marília Arraes (PT), que obteve 43,73%. Com isso, ratifica o legado que o seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, deixou no Estado.

Ele agradeceu a todos que estiveram com ele, como o prefeito Geraldo Julio e o governador Paulo Câmara. Ao fim do discurso, ele saiu de carro pelas ruas do Recife para comemorar com a militância.


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29/11


2020

João discursa pela primeira vez como prefeito eleito

Por Edson Mota – especial para o blog

O prefeito eleito do Recife, João Campos (PSB), falou pela primeira vez após vencer as eleições deste domingo (29). Ele chegou ao local com a namorada Tabata Amaral.

Chegando com festa feita pela militância e recepcionado pelo governador Paulo Câmara (PSB), João falou, em seu discurso, que o objetivo da sua vida, agora, é trabalhar pelo Recife. "Sei do tamanho da nossa responsabilidade. Ela é tão grande quanto a minha dedicação para cuidar do recifense. Cuidarei integralmente da cidade. Não entro em nada na vida pela metade", afirmou.

Ele também mencionou o ex-governador Eduardo Campos, morto em 2014, tido como referência pessoal. "Vamos fazer o que ele nos ensinou. Meu coração só tem gratidão por esse momento", finalizou.


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marcondes pereira leite

O interessante que o psb so t3m santo. Invlusive o finado cria do pt.

Liane Souza Souto Maior

E agora é FAKE? Ou é REAL? Kkkkkk Chora não PETRALHA.

Liane Souza Souto Maior

E agora é FAKE? Ou é REAL? Kkkkkk Chora não PETRALHA.



29/11


2020

Eduardo Braide é eleito prefeito de São Luís

Eduardo Braide, do Podemos, foi eleito prefeito de São Luís, hoje, no segundo turno. O resultado saiu às 18h22, com 95,56% das urnas apuradas. Braide tinha 55,87% dos votos válidos, totalizando 260.886.

Braide venceu Duarte Júnior (Republicanos) e ficará no cargo de prefeito a partir de janeiro de 2021. Será o primeiro mandato de Braide como prefeito na capital e a vice dele será Esmênia Miranda (PSD).

A primeira parcial da apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) saiu por volta das 17h45. A partir daí, foram cerca de 45 minutos até a confirmação da eleição de Eduardo Braide.


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29/11


2020

Dr. Pessoa, do MDB, é eleito prefeito de Teresina

Dr. Pessoa, MDB, foi eleito neste domingo (29) prefeito de Teresina para os próximos anos. Com 100% das urnas apuradas, ele teve 236.339 votos, o que corresponde a 62,31% dos votos válidos. Será o primeiro mandato de Pessoa no comando do poder executivo municipal. Robert Rios, PSB, é o vice-prefeito da chapa. 
Após a confirmação do resultado, Dr. Pessoa agradeceu os eleitores. "Cuidar de pessoas é o meu forte. Esses que estão aí e que me criticaram nós vamos responder com trabalho, com amor, com economia pujante, com emprego e renda, focado também nas políticas públicas. Essa é a maneira que o Dr. Pessoa com sua equipe irá administrar Teresina", declarou.
Em seu discurso, Dr. Pessoa destacou a vitória em cima do candidato do PSDB, o partido esteve por quase 30 anos na administração municipal de Teresina. Para o prefeito eleito, o resultado da eleição mostra que Teresina queria mudança de gestão.
"É porque a minha alma se conectou com alma dos teresinenses. Eles estavam administrando como se fosse as casas deles, agora o Dr. Pessoa vai administrar com o povo de Teresina", comentou.
Dr. Pessoa, 74 anos, é formado em medicina pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (UNIFESO), Rio de Janeiro. Ele foi diretor de diversas unidades de saúde no Rio de Janeiro e no Piauí.
Atualmente é professor na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e coordenador do Curso de Urgências Médica e Cirúrgicas na UFPI, coordenador de monitores do curso de Urgências Médica e Cirúrgicas na UFPI. Pessoa foi vereador de Teresina por três mandatos seguidos e deputado estadual.
G1


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