Lavareda

29/10


2020

Sobradinho terá maior vazão em 7 anos

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) informa que, em atendimento às diretrizes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a partir de amanhã, a vazão do Rio São Francisco, a partir do Reservatório de Sobradinho (BA) passará de 800 metros cúbicos por segundo (m³/s) para  1.100 m³/s e será gradualmente elevada até chegar a 2.600 m³/s no dia 4 de novembro de 2020,

Essa será a maior vazão liberada por Sobradinho em sete anos, período em que a Bacia do Rio São Francisco enfrentou escassez hídrica. O próximo período chuvoso começa em novembro deste ano e termina em abril de 2021.

O Reservatório de Itaparica, da Usina de Luiz Gonzaga (PE), está sendo monitorado para manter seu volume útil no patamar de 30%. A vazão de Xingó (SE) será mantida em 2.300 m³/s, podendo chegar a 3.000 m³/s, a depender da necessidade de atendimento ao Sistema Interligado Nacional – SIN.

A Chesf destaca a importância de a população não ocupar as áreas ribeirinhas situadas na calha principal do rio, entre o trecho de Sobradinho até a foz, com o objetivo de garantir a segurança de todos.


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Com energia sobrando e o governo não baixa a tarifa em 30%, realmente é de uma incompetência sem tamanho. Basta a Selic em 2% e a inflação subindo. O Governo está perdido.


ALEPE

29/10


2020

FBC e Fernando Filho selam parceria com Zeca em Arcoverde

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) e o deputado Fernando Filho (DEM) selaram o compromisso com a candidatura de Zeca Cavalcanti (PTB) a prefeito de Arcoverde durante ato político que reuniu lideranças do município do Sertão do Moxotó, ontem. “Estou aqui hoje para fazer justiça. Zeca, líder de uma região, se coloca nessa disputa, e a minha obrigação, como senador de Pernambuco, é estar aqui para trazer o meu apoio. O desafio que Zeca vai enfrentar vai precisar da força política do povo de Arcoverde. E o prestígio que eu tiver será para viabilizar os projetos que Zeca está apresentando para Arcoverde”, disse FBC, que é líder do governo no Senado.

O deputado federal Fernando Filho (DEM) também comentou a parceria firmada com Zeca Cavalcanti. “Na vida, a gente precisa escolher um lado, e não poderíamos deixar de estar ao lado de Zeca nessas eleições. Não vai faltar apoio para Zeca fazer uma gestão muito melhor do que fez em Arcoverde. A melhor forma de agradecer uma parceria é com o trabalho. E eu vou me esforçar em Brasília para atender às demandas do povo de Arcoverde.”

“Zeca teve a coragem de lançar sua candidatura com o apoio de nossa força política para recuperar o orgulho do povo de Arcoverde. Mas não basta ganhar a eleição. Tem que ser uma vitória expressiva, para que Zeca tenha força para buscar recursos em Brasília para fazer Arcoverde avançar. Por isso vamos trabalhar para construir uma grande vitória no dia 15”, acrescentou o deputado estadual Antonio Coelho (DEM).

Agreste – Antes do ato político em Arcoverde, os parlamentares estiveram em Pesqueira para renovar o apoio à prefeita Maria José (DEM), que concorre a um segundo mandato. Após uma caminhada pelas principais ruas da cidade, Fernando Filho assumiu o compromisso de articular recursos federais para ampliar o programa de pavimentação. 

“Antes da eleição, nós iniciamos com a prefeita um programa de pavimentação de 27 ruas. Dez já foram feitas. E a prefeita Maria José me dizia que Pesqueira tem pelo menos 300 ruas sem pavimentação, na areia, na lama. Eu tenho a convicção que no seu próximo mandato nós vamos viabilizar em Brasília para Maria José pavimentar mais 70 ruas, para fechar 100.” 

No Agreste, a comitiva do senador Fernando Bezerra também passou pelas cidades de Águas Belas, onde esteve com apoiadores do candidato Dr. Elton (MDB); Tupanatinga, para reforçar a campanha de Dr. Diego (MDB); e Poção, para renovar o apoio ao prefeito Merson (MDB), que disputa um segundo mandato.


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O Jornal do Poder

29/10


2020

Prêmio de Economia Criativa é lançado em Pernambuco

A Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), lançou o Prêmio Delmiro Gouveia de Economia Criativa ontem. A iniciativa destina R$ 900 mil para projetos de fomento à inovação e diversidade cultural em todo o Nordeste. Para a outorga do Edital, uma cerimônia foi promovida no Campus Casa Forte, no Recife, com a presença do ministro da Educação, Milton Ribeiro, e do presidente da Fundaj, Antônio Campos. Em seguida, o ministro visitou a obra do Museu do Homem do Nordeste, a exposição Tempo de Nabuco, no Solar Francisco Ribeiro Pinto Guimarães, e, no bairro do Derby, o Cinema da Fundação, a Escola de Inovação e Políticas Públicas (EIPP) e a Sala de Leitura Nilo Pereira Coelho.

A solenidade de lançamento aconteceu na Sala Calouste Gulbenkian, restrita para 40 convidados. Além do ministro e do presidente da Casa, integraram a mesa principal o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, e o diretor de Memória, Educação, Cultura e Arte (Dimeca), da Fundaj, Mario Helio. Representando os estados, participaram também os secretários Frederico Amâncio (Educação/PE), Fábio Guedes (Educação/AL), Anderson Lindoso (Cultura/MA), Lúcio André Rodrigues (Fundo de Incentivo à Cultura/PB), Kennedy Vasconcelos (Trabalho e Empreendedorismo/CE) e o diretor da Empresa de Promoção Turística do Rio Grande do Norte, José Alves Pinto Júnior. Também estiveram na solenidade de lançamento do prêmio, os reitores José Carlos de Sá (IFPE), Alfredo Macedo Gomes (UFPE) e Marcelo Carneiro Leão (UFRPE).

Em sua fala, Ribeiro destacou a gestão de Antônio Campos à frente da Fundaj e destacou o empenho do Governo Federal em promover uma educação de valores e o suporte da pasta no combate à corrupção. “Percebo a seriedade, a probidade, o sonho e paixão que nosso presidente e sua equipe têm pela Educação. Confesso que saio daqui com o coração muito tranquilo e certamente os objetivos serão alcançados através de iniciativas como esta”.

Após saudar os servidores públicos, celebrados neste dia 28, o presidente da Fundaj deu por lançada o Prêmio Delmiro Gouveia. “Estamos, sob inspiração de Joaquim Nabuco, trabalhando em prol de uma abolição plena. Não apenas formal, mas efetiva. Isto começa pela educação e pelos meios de sobrevivência, pela livre iniciativa, sem nos esquecermos do desenvolvimento econômico, mesmo em meio às maiores crises. Este é o sentido de iniciativas como o nosso Prêmio”, celebrou Campos. “O Nordeste inventa e se reinventa a cada peça, a cada passo e a cada produção de uma indústria tão complexa quanto inesgotável. É com criatividade e inovação que iremos vencer essa crise”, concluiu.


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Abreu no Zap

29/10


2020

Dois pesos, duas medidas em Araripina

Em toda eleição se configura uma reação até natural os pedidos de impugnação de pesquisas, por parte de políticos envolvidos na campanha, mesmo sem ter conhecimento prévio do resultado, exclusivo de quem contrata e de quem faz, no caso o meio de comunicação e o instituto, respectivamente. Admissível. Faz parte do jogo e das questiúnculas partidárias.

O que soa estanho é que uma decisão, seja a favor ou contra, venha a ser tomada pela justiça quase dois meses após a impugnação, como foi o caso de uma pesquisa no município de Araripina. Ali, foi concedida uma liminar impedindo a divulgação dos números de uma pesquisa para prefeito do Instituto Potencial, em parceria com este blog, e somente 50 dias depois de concedida esta liminar o mérito entrou em pauta, tendo o juiz julgado improcedente e revogado a tutela de urgência, que impediu a  divulgação dos dados na época em que a pesquisa foi realizada.

Lamentável, até porque foi um caso raro. Tenho parceria com o Instituto Opinião, este de Campina Grande, há 14 anos, e nunca a justiça deixou de se manifestar em menos de 72 horas sobre recursos dessa natureza.

O exemplo mais claro e incontestável vem de Dormentes, no Sertão. Ali, o juiz deu a liminar impedindo a divulgação de uma pesquisa para prefeito do Instituto Opinião em parceria com este blog, mas o Tribunal derrubou a liminar. Não encontrou nada de ilegal e ontem mesmo a pesquisa foi postada neste blog.

Reafirmo a estranheza no caso de Araripina, porque a Constituição assegura o chamado prazo razoável no que as partes têm direito de obter. Uma manifestação da justiça eleitoral 50 dias após o início do processo não é um prazo razoável como está assegurado no Artigo 5º da Constituição e no Artigo 4º do Código do Processo Civil, que reafirma o preceito da celeridade em processos eleitorais em se tratando dos prazos exíguos de uma campanha.


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29/10


2020

Prefeitura de Frei Miguelinho é disputada por mulheres

Com pouco mais de 15 mil habitantes, Frei Miguelinho é um município do Agreste pernambucano e um dos poucos do Brasil a ter, nas eleições de 2020, todas as candidaturas à Prefeitura composta por mulheres. O episódio histórico acontece após o ex-prefeito Lula da Capivara (Podemos), que também concorria por chapa majoritária, ter candidatura indeferida pela justiça eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa, o que motivou o candidato a indicar a filha para substituí-lo. Outras duas postulantes também disputam a prefeitura. As informações são do Diário de Pernambuco.

Em um cenário acirrado, Lula da Capivara teve candidatura impugnada pelo Ministério Público Eleitoral por motivos de irregularidades nas contas públicas no período de sua gestão. O ex-prefeito indicou a própria filha Luiza Karla (Podemos) para disputar a cadeira do poder executivo do município. Em entrevista ao Diário de Pernambuco, a candidata afirma estar honrada em participar de um momento histórico na cidade, que, para ela, é fruto de um reconhecimento ”que a mulher vem recebendo, originado de muita luta e trabalho”, afirma Luiza Karla. Estreando na disputa pela prefeitura do município, ela conta estar orgulhosa em poder contribuir com a cena política de Frei Miguelinho. “Isso muito me orgulha e muito me honra poder representar a minha querida cidade”. 

Primeira mulher a ser nomeada prefeita da cidade e atual candidata à reeleição, Adriana Assunção (PSB) conta que é a primeira vez que a cidade presencia três mulheres concorrendo a uma vaga na prefeitura. Episódio que ela julga necessário e que deve ser apoiado para estimular a participação de mais mulheres. “Isso mostra a nossa força feminina, nossa garra e empoderamento”, conta.

Partilhando do mesmo posicionamento, a candidata Tatiana Moura (PSL) aponta que, apesar de alguns avanços que as mulheres conquistaram ao longo da história o cenário atual encontra-se longe do adequado. “Alguns avanços já foram conquistados pela mulher, como o direito ao voto, o direito de poder se candidatar, mas o debate sobre a representatividade encontra-se muito distante do desejado.”, diz. Remetendo-se à cidade do interior pernambucano, ela completa: “Por isso as eleições deste ano em Frei Miguelinho reafirmam a importância de que mulheres devem estar cada vez mais presentes no campo político”.


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Banco de Alimentos

29/10


2020

A falsa privatização do SUS

Por Antonio Magalhães*

No meio político existe uma expressão chamada de “perua”. Quando se quer testar a repercussão de qualquer medida se lança uma “perua”, ou uma isca, para que os concordantes e discordantes possam botar a cabeça de fora apontando os supostos equívocos ou acertos da proposta.

Quero crer que não tenha sido uma  “perua” do presidente Bolsonaro e do ministro Paulo Guedes a publicação de um decreto que determinava estudos técnicos, eu disse estudos técnicos, para avaliar alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a construção, modernização e operação das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) nos Estados e municípios.

Mesmo porque há uma necessidade concreta da saúde pública para que essas unidades realmente funcionem. Atualmente há mais de 4 mil UBS e 168 UPAs inacabadas, herança maldita de governos petistas. Para colocá-las em funcionamento faltam recursos financeiros para as obras inconclusas, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal.

A proposta do Governo Federal da parceria com o setor privado estava bem estruturada, permitindo que a decisão final ficasse com os gestores locais e não com o Governo Federal, que iria servir apenas como ponto de apoio para a modelagem dos projetos que seriam desenvolvidos por Estados, municípios ou consórcios municipais ou regiões metropolitanas.

E ainda dava opções de projetos: podiam ser "bata cinza", que incluía somente a construção da infraestrutura, a manutenção, operação, limpeza e segurança, por exemplo. Ou "bata branca", que adicionava também a contratação de profissionais de saúde. O acerto do convênio definiria a alternativa. Para tanto, iriam atuar o Ministério da Saúde e o BNDES na definição de diretrizes e na seleção dos candidatos.

Mas num exercício fantasioso e canalha, setores oposicionistas passaram a gritar no dia de ontem que o presidente Bolsonaro queria na verdade privatizar o Sistema Único de Saúde, o SUS. Juntaram-se a parlamentares do PT, PSOL, Rede e PC do B, juristas da palavra monitorada pela mídia anti presidente, médicos de oitivas congestionadas, que passaram a fazer análises mirabolantes sobre o que não ia acontecer para lhe dar um ar de verdade.

É uma técnica de desmanche de reputações e de fatos verdadeiros já manjada na esfera política. Não se tocam, propositadamente, que os problemas do SUS e das unidades básicas de saúde se agravaram nas administrações anteriores, os 13 anos petistas. Até o morto-vivo politicamente Lula da Silva saiu do caixão para dizer que o “decreto era nefasto”. O objetivo do grupo discordante nesse caso e na maioria deles é desfazer a atual administração do Governo Federal, sem pena ou responsabilidade pelo que diz e o que faz.

Infelizmente, diante de uma repercussão tão inesperada, o presidente Bolsonaro preferiu revogar o tal decreto das parcerias públicas e privadas para viabilizar o atendimento nas UBS e UPAs. Mas isso não termina agora. Um segundo capítulo voltará a acontecer.

Mesmo porque o exemplo da parceria dos Estados e municípios com a Organizações Sociais de Saúde (OSS) vem dando certo no país e em Pernambuco. O que são essas parcerias, senão a participação da iniciativa privada no setor público de saúde. As instituições filantrópicas do terceiro setor, sem fins lucrativos, são responsáveis aqui no Estado e em outros pontos do país pelo gerenciamento de serviços de saúde do SUS em parceria com as secretarias municipais e estadual de saúde.

O pernambucano deve lembrar bem as dificuldades do então governador Eduardo Campos, em 2013, para implantar esse sistema paralelo e bem sucedido de saúde pública. Gritaram contra uma suposta privatização da saúde médicos, sindicalistas, políticos. Hoje todos estão de bico calado porque viram os efeitos positivos desta iniciativa que permitiu a administração eficaz de UPAs e hospitais da rede pública. O diferencial é grande entre uma unidade da OSS e outra do setor exclusivamente público. E quem ganhou com isso? Só o cidadão. É isso.

*Integrante da Cooperativa de Jornalistas de Pernambuco


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JOÃO FREIRE CORRÊA LIMA

Antônio Magalhães sempre correto nas suas análises. Entretanto, o que me causou estranheza, é o momento. Com as pautas econômicas travadas, eleição para presidência da Câmara e Senado, além de estarmos vivendo uma Pandemia aumentada pela grande mídia e governadores de esquerda, seria prudente deixar esse decreto para um época mais à frente. Na política como na vida, prudência é uma virtude.



29/10


2020

Josimara abre frente de 19 pontos em Dormentes

A prefeita de Dormentes, Josimara Cavalcanti (PSB), estaria reeleita se o pleito fosse hoje, segundo pesquisa do Instituto Opinião, em parceria com este blog. Ela tem 53,7% das intenções de voto, abrindo 19,1 pontos para o candidato Roniere Reis (Patriota), com 34,6%. Brancos e nulos representam 3,4% e os indecisos são 8,3%.

Na sondagem espontânea, em que o entrevistado é forçado a lembrar o nome do prefeiturável sem o auxílio do disco com o nome de todos os candidatos, Josimara foi lembrada por 50% dos eleitores, enquanto 29,1% mencionaram o ex-prefeito Roniere. Dos consultados, 17,1% não sabem em quem votar e 3,1% estão entre brancos e nulos.

O levantamento mostra a opinião dos eleitores sobre os dois prefeituráveis e a chance de votar em um deles. Entre os que com certeza votariam em Josimara Cavalcanti, estão 49,1% e 16,9% afirmaram que poderiam votar na postulante socialista. Já 31,7% disseram que não votariam e 0,3% que não a conhecem. Só 2% não responderam.

Sobre Roniere, 28,3% asseguraram que com certeza votariam nele e 26% afirmaram que poderiam votar. Em contrapartida, 42,6% não votariam no candidato do Patriota e 1,4% do eleitorado não o conhece. O índice dos que não responderam ficou em 1,7%.

A consulta do Instituto Opinião, de Campina Grande (PB), foi a campo entre os dias 19 e 20 deste mês, com a aplicação de 350 questionários. A margem de erro é de 5,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança de 95%. A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação.

A pesquisa é representativa dos eleitores da área pesquisada (a cidade de Dormentes) e foi feita da seguinte forma: primeiro na aleatorização da amostra em quatro estágios (bairro/localização, rua, domicílio e entrevistado) e depois em um controle das variáveis (sexo e faixa etária), ponderado de acordo com os dados obtidos junto ao TSE e TRE-PE. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é PE-02323/2020.

Quando a pesquisa é estratificada, as maiores taxas de intenção de voto de Josimara Cavalcanti estão entre os eleitores idosos (62,1%), entre os que possuem grau de instrução superior (69,6%) e entre os com renda acima de dois salários (65,7%). Por sexo, 60,1% são homens e 47,1% são mulheres.

Já Roniere Reis tem maior preferência entre o eleitorado com faixa etária dos 25 aos 34 anos (46,7%), com grau de instrução médio (37%) e com renda de até dois salários (37,1%). Por sexo, 40,7% são mulheres e 28,7% são homens.

AVALIAÇÃO DE GESTÃO

O Instituto Opinião também questionou os entrevistados sobre o grau de satisfação com os três níveis de poder – federal, estadual e municipal. A gestão da prefeita Josimara tem aprovação de 62,3% e desaprovação de 29,1%. Apenas 8,6% não responderam.

Já o governador Paulo Câmara (PSB) é desaprovado por 45,1% dos eleitores e possui aprovação de 28,3%. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), por sua vez, tem aprovação de 41,1% e desaprovação de 38,6% dos consultados.


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28/10


2020

Coluna da quinta-feira

Sem partido e sem campanha

O presidente Bolsonaro revelou, ontem, a verdadeira razão de ter optado por ficar de fora dos palanques na campanha municipal: não tem fonte financeira para cobrir as despesas com deslocamentos pelo País, logística cara, que envolve despesas com aeronaves, hotéis, segurança e aluguel de carros. Quando presidente, Lula fazia isso sem nenhum problema porque o seu partido, o PT, bancava tudo. Bolsonaro está sem filiação partidária.

As viagens presidenciais, para agenda oficial, não podem ter agenda política, porque se não o presidente seria acusado de uso da máquina nas eleições. Pela primeira vez, um chefe da Nação vive essa situação inusitada: tem o poder, mas não tem um partido. Eleito pelo PSL, Bolsonaro foi forçada a deixar a legenda depois de um conflito interno e público com o presidente da legenda, o deputado pernambucano Luciano Bivar. Sem filiação partidária, o presidente até tentou criar um partido, mas não conseguiu.

Ele e aliados imaginavam que o Aliança pelo Brasil, o novo partido, deslancharia em menos de seis meses. O otimismo era tanto que se acreditava, na época, que a sigla estaria apta a disputar as eleições municipais, mas não deslanchou. Os entraves foram tantos que o presidente, então um dos principais entusiastas da ideia, não aposta mais, hoje, todas as suas fichas na criação da sigla. Tanto que ele ensaia um retorno ao PSL, com receio de que o Aliança não consiga sair do papel.

As razões pelas quais o partido ainda não saiu do papel são várias. Entre elas, a pandemia do coronavírus; a redução do número de servidores nos cartórios eleitorais; o não reconhecimento de várias assinaturas de apoiadores e, em menor escala, disputas internas e a falta de confiança plena da militância na cúpula do novo partido. Em resumo, a clássica teoria da tempestade perfeita.

Durante esses nove meses, o partido conseguiu homologar apenas 20 mil assinaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apesar do baixo número de assinaturas aceitas pela Corte Eleitoral até o momento, integrantes do Aliança afirmaram que 160 mil fichas estão no TSE à espera de homologação e outras 100 mil estão em posse do partido. Para criar uma sigla, são necessárias pelo menos 492 mil assinaturas. Ou seja, caso esses cadastros em posse do partido sejam reconhecidos pelo TSE, a sigla teria em torno de 280 mil apoiadores – pouco mais da metade da meta.

Abriu o jogo – Falando com um grupo de apoiadores, ontem, em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente Bolsonaro disse que gostaria de participar das eleições municipais, mas afirmou que não tem condições financeiras para arcar com os gastos de deslocamento aos municípios. “Para ir para lá, tenho que ir pelos meios próprios. Não tenho como arranjar segurança para mim, meios próprios. É muito caro, não tenho condições”, disse. Bolsonaro citou Belo Horizonte como uma das cidades em que gostaria de ter participação mais efetiva. “BH me interessa. Gosto muito do Bruno Engler [candidato do PRTB]. Pode fazer um bom trabalho caso chegue à Prefeitura”, disse.

Efeito do apoio – Mesmo fora da campanha, a quem o presidente acenou em termos de apoio o resultado não foi nada alentador. Em São Paulo, após o deputado Celso Russomanno (Republicanos) cair e oscilar negativamente nas pesquisas de intenção de voto para a Prefeitura, suas propagandas do horário eleitoral deixaram de mencionar Bolsonaro. Na estreia da propaganda eleitoral gratuita de rádio e TV, do dia 9, o jingle do candidato citava Bolsonaro três vezes. "Com Russomanno e Bolsonaro, quem ganha é a nossa cidade", dizia um trecho da música. Já no refrão, repetido duas vezes, constava o trecho "e Bolsonaro apoiando".

Nova constituinte – Um dia após dizer que a Constituição deixa o Brasil "ingovernável", o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), disse que vai enviar "imediatamente" um projeto de decreto legislativo (PDC) para a realização de um plebiscito sobre a elaboração de uma nova Carta Magna. Segundo o parlamentar, ele já tem um texto pronto, que precisa apenas de ajustes nas datas propostas para a realização da consulta popular. A ideia inicial era que o plebiscito fosse feito nas eleições municipais deste ano para em 2022 ter uma Assembleia Constituinte. Barros disse que não teve apoio de lideranças quando elaborou o projeto, mas que a receptividade à sua ideia o motivou a apresentar o projeto.

Globais na CNN – Desde que estreou no Brasil, há mais de sete meses, a CNN contratou nomes conhecidos da TV Globo e que estavam 'na ativa'. Só na última semana, a emissora americana contratou dois âncoras de lá: Gloria Vanique, que apresentava o Bom Dia São Paulo, ao lado de Rodrigo Bocardi, e o jornalista Márcio Gomes, que era um dos plantonistas do Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje e Jornal da Globo, além das duas edições locais de jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Outra apresentadora, uma das primeiras que saiu da Globo para migrar para a CNN, foi Monalisa Perrone. Ela colocou no ar o primeiro jornal considerado 'da madrugada' da Globo, o Hora Um, que começava às 5h.

CURTAS

BOA NOTÍCIA – O secretário especial de Política Econômica do Governo Federal, Adolfo Sachsida, disse, ontem, que a economia brasileira terá uma injeção de recursos de R$ 138 bilhões até dezembro. A declaração foi durante live promovida pelo banco Safra, com a participação de Joaquim Levy, diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Safra, e a economista Priscila Deliberalli, também do Safra. Durante a videoconferência, o secretário disse que a projeção dele de injeção de recursos considera o auxílio emergencial que ainda será pago até o final do ano (R$ 73 bilhões). Está na conta R$ 15 bilhões que ainda não foram sacados do saque emergencial do FGTS.

Perguntar não ofende: Quem vai subir ou descer na pesquisa do Ibope de hoje para prefeito do Recife?


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Comentários

Fernandes

Contas públicas têm rombo histórico, e política gera incerteza para 2021.

Fernandes

Só lembrado, marcos alma sebosa de camaragibe, queima a rosca e está grávida.

marcos

Só lembrando : Lula é Ladrão.

Fernandes

Não sou psiquiatra muito menos psicólogo para discutir com marcos alma sebosa de camaragibe, queima rosca. Te lasca aí.

marcos

Depois da visita do nosso Presidente Mito Jair Bolsonaro ao Maranhão, ao ver a multidão Lula diz mais uma vez: Perdemos o Nordeste!



28/10


2020

Pesquisa de Araripina foi legal, reconhece justiça

Só ontem chegou ao conhecimento deste blog a decisão do juiz da 84ª Zona Eleitoral de Araripina, Eugênio Jacinto Oliveira Filho, julgando improcedente o pedido de impugnação da pesquisa de intenção de voto para prefeito daquele município, feita pelo Instituto Potencial em parceria com este blog. O juiz também revogou a tutela provisória de urgência que impedia a divulgação dos números.

O blog não divulgou o resultado na época em obediência à justiça, mas diante desta decisão vem a público informar que o levantamento naquela época apontou o seguinte resultado: o prefeito Raimundo Pimentel (PSL) seria reeleito com 47% das intenções de voto. Em segundo lugar ficaria o candidato do SD, Tião do Gesso, com 29%, uma frente de 17 pontos percentuais.

Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é forçado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da cartela com todos os nomes, o prefeito também lidera com 42%, Tião do Gesso aparece com 24%.

A pesquisa eleitoral foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º PE- 07192/2020. As entrevistas foram realizadas no período de 27 a 31/08/2020, sendo aplicados 434 questionários.

O impedimento da divulgação, na época, acatado pela justiça, se deu por causa de um pedido do PTdoB, feito pelo advogado Antonio Joaquim Ribeiro Junior, que trabalha para a coligação do candidato Tião do Gesso. Infelizmente, a população não pôde se informar de um quadro naquela época revelando o sentimento da população em relação ao pleito. Clique aqui e confira a sentença na íntegra.


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28/10


2020

STJ nega habeas corpus e Matuto segue afastado

Por Houldine Nascimento, da equipe do blog

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) não concedeu o habeas corpus pedido pela defesa do prefeito afastado de Paulista, Junior Matuto (PSB). Em decisão proferida no fim da tarde de hoje, o ministro Rogerio Schietti Cruz, da Sexta Turma do Tribunal, negou a liminar. Dessa forma, o gestor se mantém longe da Prefeitura.

Segundo a assessoria de Matuto, a solicitação de habeas corpus “tem o mesmo teor do primeiro (pedido), que solicitava o retorno dele à cadeira de prefeito do Paulista. Não tendo absolutamente nada a ver com prevenção”. A sentença representa nova derrota para o gestor afastado.

Antes do HC, a defesa de Junior Matuto chegou a pedir ao STJ a suspensão da sentença que o retirou do cargo de prefeito, sem sucesso. “Não se conhece do pedido de suspensão de liminar”, proferiu o vice-presidente da Corte, ministro Jorge Mussi.


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28/10


2020

Múcio é internado com Covid, mas passa bem

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio Monteiro, que está com Covid-19, foi hospitalizado hoje, segundo a assessoria de imprensa da Corte.

O motivo foi uma piora do estado de saúde do ministro. Ainda de acordo com a assessoria, ele está bem e não foi para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

Múcio permanecerá no TCU até 31 de dezembro deste ano, quando se aposentará, antecipando em 2 anos e 9 meses o prazo da aposentadoria compulsória (quando servidores completam 75 anos).

Para o lugar dele, foi indicado o ministro Jorge Oliveira (Secretaria-Geral da Presidência), que já teve o nome aprovado pelo Senado.


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