06/03


2021

O país dos ricos e dos pobres

A vacinação contra a Covid-19 no Brasil tem servido para mostrar realidades distintas, do Litoral ao Sertão. Nos esquemas de drive-thru para receber o imunizante, vai de carro a cavalo. Esta fase é dedicada aos idosos.

Enquanto alguns políticos se vacinam de carro na capital, casos do senador Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) e do deputado estadual José Queiroz (PDT), há quem utilize um modesto animal, como o paraibano José Olinto, de 87 anos, em Curral de Cima, cidade que fica a 65 km de João Pessoa. O registro foi compartilhado pelo radialista Carlos Peruca nas redes sociais.

Talvez não tão modesto assim. Luiz Gonzaga chegou a cantar que, no Sertão, quem é rico anda de burrico, quem é pobre anda a pé.


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Cabo 2021

06/03


2021

DP firma acordo com agência chinesa

Do Diario de Pernambuco

Não é de hoje que Brasil e China possuem laços estreitos. Seja no âmbito político, econômico ou cultural, os gigantes sulamericano e asiático mantêm um relacionamento que ignora as distâncias geográficas e vai muito além da importante parceria comercial. Essa aproximação também se dá no meio da comunicação. Prova disso é a recente colaboração estabelecida entre o Diario de Pernambuco e a Xinhua, a agência nacional de notícias da China, que mantém um portal em português e, agora, está mais próxima dos pernambucanos. Os leitores podem conferir os resultados desta cooperação, a partir deste sábado, no site www.diariodepe.com.br/xinhua, que terá atualização diária.

Uma coincidência que une os dois veículos de comunicação é a data de surgimento de cada uma. Enquanto a primeira edição do Diario saiu no dia 7 de novembro de 1825, a Xinhua nasceu no mesmo dia e mês, porém em 1931.  “O Diario é o primeiro jornal da América Latina. Ao longo dos anos, teve um trabalho firme para apresentar a situação real do país. É um jornal com opinião justa e confiável. O DP desenvolveu também uma influência relevante no Brasil e, principalmente, na região nordestina”, aponta o diretor da agência, Chen Weihua, ao explicar os motivos da cooperação.

“Anos atrás, tive a oportunidade de visitar a sede do Diario. O espírito e a dedicação dos editores e jornalistas me deram uma forte lembrança. Há muitos anos, a Xinhua está constantemente buscando parceria com as mídias brasileiras em diversas formas. Portanto, a parceria com o DP também foi uma tentativa preciosa. Esperamos que, com os esforços dos dois lados, essa cooperação possa ter um resultado perfeito”, acrescenta Weihua, antes de ressaltar que a agência está instalada há um bom tempo no Brasil.

“Em 1961, a Agência de Notícias Xinhua estabeleceu a filial no Rio de Janeiro, a primeira no país. Com o desenvolvimento das relações China-Brasil e o intercâmbio e a cooperação mais próximos em vários campos, a Xinhua estabeleceu filiais em Brasília e São Paulo”, detalha. Atualmente, a Xinhua possui um total de 180 filiais no exterior, formando uma rede global de coleta de informações de notícias, fornecendo 24 horas por dia produtos noticiosos em chinês, inglês, francês, russo, espanhol, árabe, português, italiano e japonês, no formato de textos, fotos e vídeos.

De acordo com o diretor, os dois países só têm a ganhar com a proximidade entre suas redes de notícias. “Os meios de comunicação são pontes e vínculos que promovem a compreensão mútua entre as pessoas de países diferentes e fortalecem as trocas e cooperação entre os países. As filiais da Xinhua no Brasil dedicam-se a permitir que o público chinês e internacional conheça os eventos noticiosos no Brasil, compreenda os resultados importantes de trocas amistosas e também a aumentar o conhecimento sobre a China do público brasileiro”, conclui Chen Weihua.


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06/03


2021

Cid Gomes afirma defender auxílio de R$ 600

O senador Cid Gomes (PDT-CE) rebateu acusações de que votou contra o auxílio emergencial. Em um vídeo divulgado, hoje, em suas redes sociais, o parlamentar afirmou que a PEC emergencial que tramitou no Senado "apenas estabelece um teto para o auxílio desse ano" e que por isso se opôs.

"É mentira que votei contra o auxílio emergencial. A PEC que foi votada pelo Senado é uma desumanidade, porque tira recursos para a saúde, para a educação e para a ciência e ela apenas estabelece um teto para o auxílio desse ano, por sinal pouco mais de 10% do valor gasto pelo Governo no ano passado", escreveu.

Ainda segundo Cid, o projeto que vai discutir o auxílio emergencial ainda será votado e ele defende que o valor seja R$ 600: "O projeto que prevê o auxílio emergencial ainda será votado e eu defenderei R$ 600,00 durante todo o ano de 2021. Os bolsonaristas que estão espalhando mentiras certamente votarão por um auxílio de R$ 250,00 em apenas quatro parcelas. Nesse momento vamos ver, de fato, quem é contra o povo."


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Fernandes

Vcs não reclamam das filhas militares solteiras que recebem pensão vitalícia demagogos.

Fernandes

Esses Direitopatas só querem foder os pobres.

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

Vagabundo hipócrita. atirando com \"poiva\" dos outros!

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

Tá certo ele. Tira dos cofre do governo petralha que ele defende no Ceará!


Ipojuca 2021 IPTU

06/03


2021

Dados corrigidos do Google: 30 milhões em 2020

Amigos e leitores do Blog em Brasília não param de enviar imagens com os destacados outdoors da campanha dos 15 anos, simultaneamente aos 15 milhões alcançados em 2020. Na verdade, foram 30 milhões e a minha equipe está pedindo para retificar, sob a alegação de que ficaram alguns meses sem entrar na computação em cima dos levantamentos feitos pelo Google Analytics, que possui uma ferramenta pela qual mede a visibilidade de todos os sites e portais do mundo.


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06/03


2021

Milton Coelho critica valor do novo auxílio emergencial

O deputado federal Milton Coelho (PSB-PE) criticou o valor do novo auxílio emergencial. Em suas redes sociais, ontem, se contrapôs à PEC aprovada no Senado, que estabelece um teto de R$ 44 bilhões para o benefício.

De acordo com cálculos preliminares endossados pelo parlamentar, a medida vai permitir que cada pessoa contemplada receba apenas R$ 150. "O valor do auxílio emergencial de R$ 150, aprovado no Senado, está muito aquém das necessidades do povo brasileiro nesse momento de desemprego e crise provocada pela covid", escreveu Milton em sua página oficial no Facebook.

A proposta seguirá para a Câmara. Milton afirmou que vai trabalhar para aumentar os valores do auxílio emergencial: "Vamos lutar na Câmara dos Deputados para alterar o projeto e garantir a renda básica de 600 reais para os mais vulneráveis, e 1.200 para as mães chefes de família."


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Comentários

Fernandes

Vcs não reclamam das filhas militares solteiras que recebem pensão vitalícia, demagogos.

Fernandes

Esses Direitopatas só querem foder os pobres.

Sérgio Ricardo Claudino Patriota

Demagogo, irresponsável e sem voto. Uma desgraça dessa só quer aparecer, distribui tua fortuna de gabinete primeiro vagabundo!

Saulo Alves

Deputado demagogo e irresponsável


Jaboatão Março 2021

06/03


2021

Comitiva liderada por Ernesto Araújo viaja a Israel

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, viajou para Israel, acompanhado de representantes dos Ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia. De acordo com o Itamaraty, a comitiva brasileira dará andamento à cooperação científica e tecnológica e ao diálogo político entre os dois países.  As informações são da Agência Brasil.

O governo brasileiro pretende ampliar cooperação existente nas áreas de “tecnologias, terapias e vacinas para a prevenção e o tratamento da covid-19”. “O objetivo é levar toda a área de ciência, tecnologia e saúde que estamos desenvolvendo no país para fazer esse acordo de cooperação em várias áreas do conhecimento, inclusive de medicamentos e também de vacinas”, disse o secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcelo Morales.

O secretário falou em um vídeo, divulgado pelo presidente Jair Bolsonaro no Twitter. “Esse acordo de cooperação vai ser muito importante porque integra as duas nações para o desenvolvimento de drogas e vacinas”, acrescentou Morales.

O governo levará informações a respeito das vacinas contra covid-10 desenvolvidas no Brasil. “São 15 plataformas de vacinas e três chegaram a um grau de maturação que podem começar no próximo mês os ensaios clínicos em pacientes”, disse o secretário do MCTI.

Em Israel, a delegação brasileira também buscará informações sobre um medicamento destinado a pacientes de covid nos casos moderados e graves. Esse medicamento, no entanto, ainda está em fase de testes, sem eficácia comprovada.

“Representantes dos ministérios da Ciência e Tecnologia e da Saúde definirão parcerias com os representantes dos institutos de pesquisa israelense que permitirão aos dois países colaborar em estudos de imunologia e pesquisa sobre medicamentos e vacinas para prevenção, controle e tratamento da covid-19”, afirmou o Itamaraty, em nota.

A volta da delegação brasileira está prevista para a próxima quarta-feira (10).


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Petrolina 2021

06/03


2021

Comércio no RS terá de retirar produtos não essenciais

O governo do Rio Grande do Sul proibiu que estabelecimentos comerciais, incluindo supermercados, vendam produtos considerados não essenciais, obrigando que essas mercadorias sejam retiradas das prateleiras. A medida faz parte de um decreto publicado, ontem, que endurece as regras no estado para tentar diminuir a disseminação do novo coronavírus e superar o colapso no sistema de saúde, que tem mais de 100% dos leitos de UTI ocupados. As informações são do IG Último Segundo.

De acordo com o governo gaúcho, a norma afeta todos os estabelecimentos comerciais que seguem funcionando no estado. O comércio estará permitido a vender exclusivamente alimentos e produtos de higiene e limpeza . Eletrodomésticos, por exemplo, não podem estar sequer à mostra nas prateleiras.

"Nossa intenção é reduzir a circulação de pessoas nos supermercados , para que elas se dirijam a esses estabelecimentos apenas para comprar itens essenciais - itens de higiene, limpeza e alimentação. Assim, reduzimos a circulação, a entrada e a permanência nesses estabelecimentos", afirmou Eduardo Leite , governador do Rio Grande do Sul.

"As novas medidas atendem à necessidade de evitar que as normas de isolamento social possam ser burladas, de modo injusto para boa parte do varejo, por meio da venda de produtos em geral por estabelecimentos que têm a autorização para abrir apenas em razão da comercialização de produtos essenciais", complementou.

O decreto prevê punições que vão de advertência, em caso de primeira atuação, até interdição parcial ou total do estabelecimento, cancelamento da autorização para funcionamento e, na mais severa, cancelamento de alvará. As multas previstas vão de R$ 2.000, em casos leves, até R$ 1,5 milhão, para infrações consideradas gravíssimas.

O decreto também estipula multa para quem não usar máscara : até R$ 4.000. Pessoas usando o equipamento de proteção de maneira errada também podem ser punidas. A obrigatoriedade é válida para espaços públicos e privados acessíveis ao público, vias públicas e transporte público coletivo.


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Serra Talhada 2021

06/03


2021

Covid, vacina e governança

Por Arnaldo Santos*

Ao final do ano passado, escudada sob estudos que já comprovavam a aparição de novas cepas do Sars-Covi-2, e demostravam sua capacidade de mutabilidade com as novas variações, a comunidade científica brasileira emitiu alerta à população, chamando atenção e fazendo um apelo para a necessidade de que fossem evitadas as comemorações de final de ano, para que não houvesse aglomerações, como sendo a maneira mais segura de contenção da transmissibilidade do vírus, para não colapsar as estruturas de saúde.

Pela incivilidade e ausência de um mínimo de consciência coletiva, o que se viu foi uma proliferação de centenas de festas clandestinas, como se o vírus não mais estivesse em circulação ou tivesse ido passar o final de ano fora do Brasil. No período do carnaval, esse inadmissível e incivil comportamento somente se agravou, mesmo sob os apelos que continuaram sendo feitos pelos infectologistas, epidemiologistas, secretários de saúde - e governadores – estes por meio dos decretos de restrições, igualmente desrespeitados.

Agora a fatura chegou; e o valor que está sendo cobrado é a vida de milhares de brasileiros, somado às filas nas emergências dos hospitais à espera de um leito de UTI, que já não existem em disponibilidade para atender ao número de infectados, antecipando o fato de que muito mais vidas serão perdidas, enquanto o presidente segue sua trajetória como irresponsável disseminador do vírus da morte, ao promover aglomerações por onde passa.

Infelizmente, durante esta semana, batemos os recordes mais macabros da história da pandemia até aqui. Na terça feira, foram 1.724 mortos e na quarta (3.3.2021) 1.840, números que continuaram aumentando, segundo os epidemiologistas com quem conversamos.

 São perguntas que se impõem: - quantos mortos vamos ter que contar e chorar? Quantos caminhões-frigoríficos os governos estaduais ainda terão que adquirir para armazenar, em câmeras frias, os milhares de cadáveres ao lado dos hospitais, para que, finalmente, a população se conscientize da imperiosa necessidade de cumprir as medidas restritivas de isolamento social, que são, somente elas, as de que dispomos para salvar nossas vidas, enquanto não temos vacinas para todos?

O colapso no sistema de saúde público e privado, originado pela pandemia, mormente nessa onda, a segunda, somado aos impactos econômicos e sociais, denunciam e situam no centro do debate a incapacidade e a negligência do governo brasileiro para o enfrentamento da covid-19.

Os dados disponíveis, ainda que sujeitos a falhas pela demora dos resultados dos testes, apontam que já são quase 120 milhões de infectados, pouco mais de 65 milhões recuperados, e mais de 2,5 milhões de mortos em todo o mundo, sendo que, desses, mais de 260 mil óbitos ocorreram em nosso País, e o quantitativo continua crescendo.

Essa tragédia não deve ser vista apenas pela frieza dos números, mas, também e principalmente, pelo que significam em termos de vidas perdidas, e a orfandade das famílias que perderam seus entes queridos, muitos deles infectados pelos próprios parentes que não atenderam ao chamamento que vem sendo feito, o que está exigir com máxima urgência uma mudança de comportamento, guiado por uma ação de bom senso e de responsabilidade, de uma significativa parcela da sociedade, que precisa fazer a sua parte no cumprimento dos protocolos sanitários, ainda que o obtuso presidente oriente em sentido contrário.

Uma Outra ação ainda mais importante cabe ao próprio Governo Federal, que, ante o agravamento do problema, precisa assumir o papel que lhe cabe de estruturar uma governança da Covid, para, de modo objetivo, executar um planejamento nacional que possibilite coordenar e unificar as ações estaduais, em articulação com os governadores e prefeitos, no sentido de interromper o agravamento da pandemia, que, pelo número de mortos e infectados, e a desestruturação da economia, já é considerada a maior catástrofe que se abateu sobre o Brasil.

Nessa perspectiva, as ações de isolamento social, por exemplo, deveriam obedecer a uma determinação nacional unificada, e a um padrão mais rígido, e não somente de fins de semana, como vêm sendo adotado por estados e municípios, sem produzir os efeitos esperados.

Consoante essas medidas, os aeroportos e portos, bem como o transporte terrestre interestadual, deveriam obedecer a um controle unificado do Governo Federal, que também poderia incentivar e coordenar a formação de consórcios entre estados e municípios para aquisição de vacinas, medicamentos e EPIs, com grande redução de custos pelos ganhos de escala nessas compras, como sugere o professor doutor Flavio Ataliba, secretário executivo do Planejamento e Gestão do Governo do Ceará.

É de saber global o fato de que a pandemia trouxe para o centro do debate, em escala planetária, dois dos mais graves problemas, que em maior ou menor grau, atingem todas as nações - as crises sanitárias e econômicas, com agudo influxo político e social, nomeadamente nos países em desenvolvimento como o Brasil, onde o problema é amiudemente discutido de modo maniqueísta, como se saúde e economia fossem antagônicas e excludentes.

Todos são conhecedores, também, da realidade corrente do coronavírus, que expôs, de modo dramático, as dimensões da saúde coletiva e do desenvolvimento econômico-social como inexoravelmente vinculadas, sendo ao mesmo tempo um erro e uma falta de visão o antagonismo que o presidente da Republica tenta artificializar entre economia e saúde, somado ao seu comportamento de negação a todas as recomendações da comunidade científica em relação ao cumprimento dos protocolos sanitários, o que concorre para aprofundar ainda mais os rebatimentos da pandemia sobre a parcela mais pobre da população.

Na segunda onda, uma governança unificada para a Covid se faz ainda mais impositiva, e o desafio que se infunde ao governo é o de que o modelo a ser assumido articule todas as variáveis subjacentes à desestruturação da economia e do sistema de saúde, como consequências da aparição das novas cepas do vírus e a velocidade com a qual se dissemina.

É notória, divisada por toda a população nacional, a realidade de que os governadores, assim como os prefeitos, em todo o País, cobram insistentemente do Governo Federal uma governança centralizada da Covid, especialmente para a fase da segunda onda, quando a campanha de vacinação é a principal política que o governo, por intermédio do Ministério da Saúde, é capaz de oferecer às unidades subnacionais.

É surpreendente que, também nessa área, se observa uma ação pouco eficiente, em especial, na aquisição de vacinas já disponíveis em todo o mundo, não obstante a ANVISA se haver mostrado diligente em aprovar tanto os registros provisórios para esse período emergencial, e até o registro definitivo para a vacina da Pfizer, único laboratório que tem condições de atender uma maior quantidade de doses, para imunizar a população, mas que o governo somente essa semana resolveu anunciar a contratação desse imunizante.

Ante o negacionismo e as posições erráticas do presidente, recorremos mais uma vez aos Titãs, para perguntar aos cidadãos: será que “[…] o acaso vai ‘nos’ proteger, enquanto ‘andarmos’ distraídos” – dizemos - sem cumprir com as medidas restritivas, como determinam os protocolos sanitários?

*Jornalista, sociólogo e doutor em Ciências Políticas. Comentários e críticas para: [email protected].


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Jornao O Poder

06/03


2021

Armando Monteiro justifica volta ao PSDB

EXCLUSIVO

Por Houldine Nascimento, da equipe do Blog

O retorno do ex-senador Armando Monteiro Neto ao PSDB depois de 24 anos será oficializado na segunda-feira (8), às 10h30, em evento na sede estadual do partido, no Recife. Ele atendeu a um convite do presidente nacional da legenda, o pernambucano Bruno Araújo, que foi reconduzido ao cargo no mês passado.

Com a presença de poucos convidados, o ato será transmitido para os filiados do PSDB por meio de videoconferência e marca a mudança de comando entre os tucanos em Pernambuco: a deputada estadual Alessandra Vieira passa a Presidência para a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra. Ao Blog, Armando Monteiro justifica a filiação à legenda social-democrata.

"Meu primeiro partido foi o PSDB. Sempre tive uma certa afinidade com a linha social-democrata. Eu tinha muita admiração pelo governador Mário Covas, sempre tive uma relação de muito respeito com o presidente Fernando Henrique. Sou amigo do senador Tasso Jereissati, tenho muita estima pelo ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin e boa relação com o atual governador, João Doria", afirma.

Após 17 anos, Armando Monteiro Neto saiu do Partido Trabalhista Brasileiro, em razão das mudanças impostas ao diretório estadual pelo presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson. Além disso, causava incômodo o alinhamento do PTB ao presidente Jair Bolsonaro. A situação deixou sua permanência insustentável.

De acordo com o ex-senador, a escolha de um novo partido tinha de obedecer a dois requisitos: ser oposição ao grupo político que conduz o Governo do Estado e a Bolsonaro. "O PSDB atende a isso", comenta. Sua chegada ao PSDB também é carregada de muita expectativa pelo fato de possuir um grande número de aliados em Pernambuco, a exemplo da prefeita de Ipojuca, Célia Sales (PTB).

Armando Monteiro Neto nega a filiação da aliada por ora. "A prefeita Célia não definiu isso. Essa questão partidária depende muito de fatores locais. Não é só ter um alinhamento com a liderança. Eu deixei todos os aliados à vontade, cada um com o seu tempo. Não precisa entrar todo mundo de uma vez. Os que quiserem ingressar serão bem-vindos", explica.


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Blog do Magno 15 Milhões de Acessos 2

06/03


2021

Igarassu emite novo decreto com medidas restritivas

A prefeita de Igarassu, Professora Elcione Ramos (PTB), anunciou novo decreto com medidas de prevenção à Covid-19, ontem. Entre as novas determinações, estão suspensos os atendimentos ao público nos órgãos e repartições da Prefeitura até o próximo dia 17.

A gestão disponibilizou um telefone de atendimento à população, das 7h às 13h: (81) 3543-0729. Ainda de acordo com a Prefeitura de Igarassu, as portarias da Secretaria Municipal de Saúde poderão estabelecer normas complementares específicas, caso haja necessidade.

Além disso, durante este período, o município segue o decreto do governo estadual, que estabeleceu a suspensão de atividades consideradas não essenciais nos finais de semana, evitando aglomerações. A restrição de horário ao comércio continua durante os dias da semana. A Prefeitura está com equipes de fiscalização.


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