FMO janeiro 2020

05/04


2020

Covid-19: País pode chegar a 100 mil casos em abril, diz IBGE

O Globo - Coluna do Ancelmo Gois

Se não forem tomadas medidas mais rígidas de combate à pandemia do novo coronavírus, em todo o Brasil, a projeção do professor Jose Eustáquio Alves (da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE) não é nada otimista: “O país pode chegar a 100 mil casos até o fim de abril, com pelo menos quatro mil mortes”.

Para ele, nosso país, “infelizmente, segue o mesmo caminho percorrido por Itália, Espanha e EUA com uma taxa porcentual de variação diária em torno de 15% a 20%. Oposto ao caminho seguido por China, Japão e Coreia do Sul”, disse.

Mas o jogo não está perdido: mexam-se!


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Abreu e Lima

05/04


2020

Aliança: TSE recusará metade das assinaturas

O Globo - Coluna de Lauro Jardim

Os fundadores do Aliança pelo Brasil, futuro partido da Jair Bolsonaro, voltarão a cadastrar no sistema do TSE as fichas de apoiamento à criação da legenda.

Eles haviam suspendido o procedimento em virtude da grande quantidade de assinaturas que estavam sendo consideradas inválidas pelo tribunal.

A cúpula da futura sigla calcula ter pouco mais de 1 milhão de documentos preenchidos e estima que aproximadamente metade não passará no crivo do tribunal.

Se a previsão se confirmar, o Aliança deverá sair do papel, já que são necessárias 492 mil assinaturas em nove estados diferentes.


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05/04


2020

Panelaços contra Bolsonaro entram na rotina da população

Por Revista Forum

Assim como nos últimos 18 dias, ontem foi dia de panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro. O protesto feito nas janelas das casas e apartamentos, em meio ao isolamento social que boa parte da população brasileira se submeteu por conta do coronavírus, começou no dia 17 de março, véspera do primeiro pronunciamento do presidente para falar sobre a pandemia.

No dia do discurso, quando Bolsonaro pregou a “volta à normalidade” e minimizou os impactos da Covid-19, a manifestação espontânea ganhou caráter massivo e atingiu seu ápice na última terça-feira (31), quando o presidente falou mais uma vez em cadeia nacional e destilou mentiras sobre a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para além dos dias de pronunciamento, os panelaços ocorreram diariamente, por vezes maiores, por vezes menores. Mas não cessaram. As palavras de ordem que predominam são “Fora, Bolsonaro” e “Bolsonaro genocida”. Há também apoiadores do presidente que aproveitam o momento para xingar o ex-presidente Lula ou o PT.

Ocorrendo sempre entre 20h e 20h30, os protestos contra Bolsonaro entraram na vida dos brasileiros confinados em casa a ponto do panelaço já se tornar uma referência para as atividades do dia a dia.

“Hoje minha mãe falou que vai fazer a janta depois do panelaço”, relatou uma usuária do Twitter. “20:30 estamos sempre no horário. O panelaço já virou referência”, postou outro.


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Prefeitura de Serra Talhada

05/04


2020

"Todos terão contato com o vírus", diz secretário

Por Estadão Conteúdo

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, disse que a contaminação de toda a população pelo novo coronavírus é uma situação inevitável. A questão é a velocidade em que isso vai ocorrer, para que todos aqueles que precisarem de apoio médico, possam encontrar a estrutura necessária.

Gabbardo ponderou que, apesar da contaminação generalizada prevista no longo prazo, cerca de 86% dos infectados sequer vão perceber ou ter sintomas, dadas as suas condições de saúde, idade e imunidade, entre outros fatores. Os demais 14% podem precisar de apoio médico. Boa parte desses será tratada, mas uma parte menor não vai resistir.

A tendência, segundo o secretário, é que haja uma desaceleração no ritmo no médio prazo. Gabbardo disse que, ao longo do tempo, não se sabe em quanto tempo, ao menos 50% das pessoas vão ter tido contato com o vírus e vão criar imunidade. "Eu já tive? Estou imunizado. Entro em contato com outro, não transmito. Isso vai acontecer lentamente. O fluxo só reduz quando tem 50% das pessoas já imunizadas", disse o secretário. "Imaginar que, se botássemos uma máscara, e vivêssemos em uma bolha, não teríamos o vírus..."

Gabbardo declarou que, na prática, a situação só tende a cair quando a maior parte da população criar imunidade. "Isso vai deixar de existir quando nós tivermos uma vacina. Agora, o que a gente procura fazer é que essa transmissão ocorra numa velocidade baixa, para que a gente possa ter tempo para tratar isso", comentou o secretário-executivo.


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05/04


2020

Datafolha: 59% são contra renúncia de Bolsonaro

Folha de S. Paulo - Igor Gielow

A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros.

Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. Foi o que apurou pesquisa do Datafolha com 1.511 entrevistados, feita por telefone de 1º a 3 de abril. A margem de erro é de três pontos.

Apesar de o levantamento apontar que apenas 33% dos ouvidos consideram a gestão da crise sanitária pelo presidente da República como boa ou ótima, 52% creem que ele tem condições de seguir liderando o país.

Para 44%, Bolsonaro perdeu tais condições, e 4% não souberam responder.

O tema renúncia passou a frequentar as conversas no mundo político desde que o presidente adotou um tom negacionista e de confronto com o Ministério da Saúde e governadores na condução da emergência.

Um grupo de políticos de oposição à esquerda —incluindo os ex-presidenciáveis Fernando Haddad (PT-SP), Ciro Gomes (PDT-CE) e Guilherme Boulos (PSOL-SP)— lançou na semana passada manifesto pedindo a renúncia de Bolsonaro, o que ele negou.

"Da minha parte, a palavra renúncia não existe. Eu fico feliz até por estar na frente [do combate] a um problema grande como esse. Fico pensando como estaria o outro que ficou em segundo lugar [Fernando Haddad] no meu lugar aqui", afirmou.

A pesquisa Datafolha mostra que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), os que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).

Já a rejeição ao gesto tem maior apelo entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (69%), homens (65%) e quem ganha de 2 a 5 mínimos (64%).

A região Nordeste segue a tendência geral do levantamento e registra o maior índice de apoiadores da renúncia de Bolsonaro: 47%, ante 49% contrários à ideia.

Já o Sul, região bolsonarista na eleição, vem com 28% de apoio à renúncia. Norte e Centro-Oeste registram 30% e o Sudeste, 37%.

A divisão se mantém quando a pergunta é sobre a capacidade de liderança do presidente da República. Bolsonaro é visto como capaz por 62% no Sul, 60% no Norte/Centro-Oeste, 49% no Sudeste e 47% no Nordeste —onde empata com os que o acham incapaz (49%).

A Covid-19 é tema de contencioso entre o Planalto e os estados, mas não há uma mudança abrupta de percepções sobre Bolsonaro entre aqueles que melhor avaliam o trabalho de seus governadores.

Entre as ocupações, empresários e estudantes estão em polos opostos. Para 74% dos primeiros, Bolsonaro não deve renunciar; pensam que ele deve 52% dos segundos.

Estudantes são os que mais acham que o presidente perdeu condições de liderar (57%), enquanto empresários são os que mais o veem como capaz (65%).

Entre os mais ricos, há um empate acerca da imagem de liderança do presidente. A avaliação positiva é maior entre os mais velhos (59%) e com renda entre 5 e 10 mínimos (62%).

Na sua tradicional base de apoio, os evangélicos, Bolsonaro pontua melhor do que na média. Não querem a renúncia 64% deles, e 60% acham que o presidente ainda reúne condições de governar.

O temor da Covid-19 também impacta a avaliação. Creem que Bolsonaro segue apto ao cargo 66% dos que não têm medo da doença, índice que cai a 57% entre os que têm um pouco de medo e para 38% entre quem tem muito medo.

Da mesma forma, 48% dos que têm muito medo defendem a renúncia, ante 32% dos que têm um pouco e de 28%, dos que não sentem temor.

A título ilustrativo, na mesma altura de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) tinha sua renúncia pedida por 60%, ante 37% que a queriam no cargo em abril de 2016.

Os dados não são diretamente comparáveis porque aquela pesquisa foi presencial, com outra metodologia.

A crise era de outra natureza também. Naquele ponto, Dilma estava a dias de sofrer a abertura do processo de impeachment e ser afastada, o que ocorreu em maio.

Já seu sucessor, Michel Temer (MDB), teve a cadeira pedida por 76% dos ouvidos em junho de 2017, sob o impacto do escândalo das gravações do empresário Joesley Batista. Mas ao fim ele conseguiu passar a faixa a Bolsonaro.

O Datafolha também questionou o grau de conhecimento das pessoas acerca do pronunciamento do presidente em rede nacional na última terça-feira (31), no qual ele tentou moderar seu tom negacionista da crise.

Viram a fala de Bolsonaro 57% dos brasileiros. Desses, 23% acham que ela ajudou a gestão da crise, 26% não viram nem vantagem nem desvantagem, e 5% creem que ela atrapalhou.

Os mais instruídos e ricos foram os que mais viram: 78%, e também são os que mais a aprovaram como positiva: 35% e 38%, respectivamente.

Pesquisa foi feita por telefone para evitar abordagem

A pesquisa telefônica, utilizada neste estudo do Datafolha, procura representar o total da população adulta do país, mas não se compara à eficácia das pesquisas presenciais feitas nas ruas ou nos domicílios.

Por isso, apesar de aproximadamente 90% dos brasileiros possuírem acesso pelo menos à telefonia celular, o Datafolha não adota o método em pesquisas eleitorais, por exemplo.

O método telefônico exige questionários rápidos, sem utilização de estímulos visuais, como cartão com nomes de candidatos.

Além disso, torna mais difícil o contato com os que não podem atender ligações durante determinados períodos do dia, especialmente os de estratos de baixa classificação econômica.

Assim, mesmo com a distribuição da amostra seguindo cotas de sexo e idade dentro de cada macrorregião, e da posterior ponderação dos resultados segundo escolaridade, os dados devem ser analisados com alguma cautela.

Na pesquisa divulgada na sexta (3), feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes, o Datafolha adotou as recomendações técnicas necessárias para que os resultados se aproximem ao máximo do universo que se pretende representar.

Todos os profissionais do Datafolha trabalharam em casa, incluídos os entrevistadores, que aplicaram os questionários de suas casas através de central telefônica remota.

Os limites impostos pela técnica telefônica não prejudicam as conclusões pela amplitude dos resultados apurados e pelos cuidados adotados.

Foram entrevistados 1.511 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu do dia 1º ao dia 3 de abril de 2020.


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Comentários

Fernandes

Essa foi comprada para agradar os gados Bozolóides. kkkk. Aceita dói menos.

marcos

Ô mortadela, o povo brasileiro cansou de Ladrões. Xô Corrupção.

Fernandes

Essa foi comprada para agradar os gados Bozolóides. kkkk

marcos

59% aprovam o presidente, a esquerda corrupta e os idiotas úteis ficam mordendo as costas. Kkkkkkkkk


O Jornal do Poder

05/04


2020

A saúde e a política

Por Carlos Brickmann

Bolsonaro prometeu não demitir o ministro Mandetta no meio da guerra. De que guerra fala? Da guerra ao coronavírus, na qual adota comportamento contrário ao recomendado pelo Ministério da Saúde? Guerra pela reeleição?

O presidente disse que o ministro sabe que ambos “não estão se bicando”. Mas levou uma pancada forte: Rosângela, esposa do ministro Sérgio Moro, apoiou Mandetta publicamente. “Entre a ciência e o achismo, eu fico com a ciência (...) Mandetta tem sido o médico de todos nós e minhas saudações são para ele”. Ambos, Moro e Mandetta, estão com popularidade superior a dele. É possível que Bolsonaro tema que decidam disputar 2022 contra ele.


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Banner de Arcoverde

05/04


2020

Hora da verdade: o bem e o mal

Por Carlos Brickmann

É na hora da crise que as pessoas se revelam: dá para ver quem é bom, quem é mau, quem é ótimo. Bom é o pessoal da Lupo, famosa por suas meias. A fábrica estava parada – mas seus donos arranjaram tudo para manter boa distância entre os operários chamados a trabalhar, desenvolveram a máscara de proteção e estão trabalhando, por enquanto abastecendo as unidades de saúde da região de Araraquara. Maus são altos funcionários do setor público, que recebem ótimos salários, multiplicam-nos com penduricalhos e não desistem de um único centavo para a luta contra o coronavírus. Mantêm carros, jatinhos, todas as mordomias, e garantiram uns aos outros que na verba deles não se mexe.

 Bons são os empresários (190, até agora) que assinaram manifesto se comprometendo a não demitir até maio e pedindo que, além disso, o empresariado faça doações para a sobrevivência de pessoas como manicures, vendedores de lanches e outros que não têm como pagar as contas. Entre as empresas que assumiram este compromisso, estão Magazine Luiza, Renner, BTG, Natura, Boticário, XP. Itaú, Bradesco e Santander estão no grupo (mas mostram seu lado mau mantendo os juros no alto).

E, dizem os empresários, demitir é mau negócio, custa caro. Pior, ao demitir ajudam a perpetuar a crise que lhes dá prejuízo.

 Ótimos são médicos e enfermeiros que, mesmo aposentados, voltaram à ativa e enfrentam o risco do vírus lutando para salvar vidas. Sejam louvados. 


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Prefeitura de Limoeiro

05/04


2020

Prefeito de Tabira nega acordo para sair deputado em 22

Caro Amigo Jornalista e Apologista de Cantoria Magno Martins, 

hoje, 04 de Abril de 2020, lendo seu blog como de costume, por ser de credibilidade nesse meio político e também trazer notícias das mais variadas possíveis, vi que fui citado em dois Posts, o primeiro entitulado “Sebastião apoia PT em Tabira de olho na Alepe” e o outro “Armando não se surpreende com Tabira”, venho deixar meus esclarecimentos quanto às citações.

Sempre defendi minhas ideologias políticas em defesa da democracia, da luta de classes e direitos, em defesa do meio ambiente, cultura popular e também os anseios da população assim como faço com o meu trabalho de poeta e repentista ao escutar o que o público pede nas cantorias e festivais. A cultura popular faz parte da minha essência assim como a política sempre fez parte do meu passado, do meu presente e fará parte do meu futuro. Cantei meus versos e militei ao lado de grandes políticos em várias fases da minha vida tal como exemplo Miguel Arraes com o qual tive o privilégio de ser tratado como amigo por ele e seus familiares. Fui o primeiro presidente e fundador do PSB em Tabira na década de 80 e para fortalecimento do partido participei na chapa de vice prefeito nas eleições de 1988. Sempre votei no partido dos trabalhadores nas eleições presidenciais de 1988 até 2018 em Lula, Dilma e Haddad. Sempre tive apreço e admiração pelo amigo e político Armando Monteiro e, diga-se de passagem, um homem íntegro e honesto. Estive filiado ao PTB desde 2008, aonde disputei as eleições de vereador (2008) e Prefeito (2012 e 2016) e fui vitorioso em todas elas graças ao povo de Tabira que confiou no nosso trabalho. Apoiei o então deputado federal Armando Monteiro a senador nas eleições de 2010 como também nas eleições a governador em 2014 e 2018 aonde, mesmo perdendo no estado, a cidade de Tabira sempre o deixou majoritário como uma ampla frente de votos. E mesmo assim o deputado/senador sempre honrou o seu papel como parlamentar em destinar várias emendas de obras e ações para a nosso município. Não posso ir contra a vontade do povo de Tabira que clama atualmente por mais ações do governo estadual e também por mais ações que estão atualmente sendo debatidas constantemente com nossos deputados federais Carlos Veras e Ricardo Teobaldo além do meu amigo e deputado estadual Antonio Moraes.

Diante disso, primeiramente asseguro que não há nenhuma articulação quanto à composição de PT e PSB em Tabira para um possível apoio a uma candidatura minha a ALEPE, pois sou eleitor do Deputado Estadual Antonio Moraes, o qual apóio desde 2006 e continuarei nessa jornada. Temos dois deputados federais eleitos em nosso grupo que também estão em constante sintonia com nosso mandato de Prefeito que são Ricardo Teobaldo e Carlos Veras. Respeito o deputado Valdemar Borges, um grande apoiador da cultura popular, porém discordo dos seus comentários sem ser preciso tecer qualquer palavra quanto a isso.

O Partido dos Trabalhadores em Tabira sempre esteve presente em minhas campanhas e assim como alguns partidos da nossa base de apoio pleiteia, com vários pré-candidatos, a condição de estar compondo a chapa majoritária. Não existe nenhuma candidatura imposta nem por mim e nem por nenhum partido ou liderança. Estaremos a definir os nomes de prefeito e vice mais a frente através de pesquisas de opinião, reuniões com partidos e lideranças na zona urbana e rural e chegaremos a um denominador comum. Ninguém está preterido do processo como alguns adversários pregam pelos arredores da cidade. Isso já é o desespero de mais uma derrota que se aproxima de quem quer o atraso de Tabira.

Neste momento não estou discutindo processo eleitoral, pois vivemos um momento crítico de saúde pública mundial com essa Pandemia do Coronavírus que necessita de nossa atenção redobrada no município. A população não quer esse debate político agora, pois precisamos salvar vidas e alertar quanto às recomendações da OMS, Ministério da Saúde e Secretaria Estadual de Saúde.

Deixo meu abraço fraterno de estima e consideração ao amigo Pajeuzeiro e a recomendação ao Povo que fique em casa, pois nada mais importante do que preservarmos nossa saúde e nossas vidas.

 

Sebastião Dias

Poeta e prefeito de Tabira


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Shopping Aragão

05/04


2020

MDB ganha 10 vereadores em Buíque

Encerrado, ontem, o prazo para filiações partidárias, o prefeito de Buíque, Arquimedes Valença (MDB), demonstrou toda a sua liderança e experiência para entrar na disputa eleitoral com o apoio de 10 vereadores, sendo que cinco deles tinham sido eleitos na chapa adversária, em 2016.

A demonstração de força foi ainda maior ao colocar todos os dez parlamentares no partido do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), legenda pela qual vai disputar a reeleição e seu 5º mandato. Um xeque mate na oposição. 

Seu principal adversário, o ex-prefeito Jonas Camelo (PP), chega ao final do prazo de filiações demonstrando toda a sua falta de liderança com apenas um vereador, a presidente da casa Corina Almeida, esposa do seu pré-candidato a vice, Modesio Soares, pivô do rompimento do vereador Leonardo de Gilberto que passou a integrar a bancada do prefeito ao se filiar ao MDB.

Além dele, também foram eleitos pela oposição em 2016 e deixaram suas legendas de origem para ingressar no partido comandado por Arquimedes Valença os vereadores Felinho da Serrinha, André de Toinho, Ernani Neto e Dão Tavares, que também é tio do ex-prefeito Jonas que, pelo jeito, não tá segurando nem a família ao seu lado.

 Estão todos agora no MDB. Já integravam a bancada governista, eleitos ao lado de Arquimedes, os vereadores Dodó, Peba do Carneiro, Euclides do Catimbau, Dyego de Barão e Elson Francisco. Todos agora estão também no partido do Movimento Democrático Brasileiro.

Além de montar uma chapa genuinamente do 15 (número do MDB), o prefeito Arquimedes no alto de seus 70 anos demonstrou ainda mais jogo de cintura ao atrais outros ex-vereadores e pré-candidatos para o seu grupo. Na lista está o tio do ex-prefeito Jonas Camelo e ex-presidente da Câmara, Rômulo Camelo. 

Além dele engrossam a lista a jovem Alessandra Queiroz, Ronaldo Andrade, Felix Mago, Adauto Nilo, Babá do Carneiro, Zé Leite (Cego do Catimbau), Rogerio Tiririca, Márcia Camelo e Ieda Enfermeira.

“Sempre fizemos política com respeito as pessoas, aos adversários e as opiniões contrárias, mas sempre acreditando e lutando por nossos ideais que é ver Buíque crescer e avançar rumo ao futuro com trabalho, saúde, educação, assistência social e desenvolvimento. Estamos prontos para a batalha eleitoral, para os novos desafios, mas até lá temos muitas obras a entregar e a fazer. A ordem agora é trabalhar, sempre respeitando as questões de segurança de enfrentamento ao coronavírus”, disse  Valença.


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05/04


2020

Primeira representação eleitoral por uso do Facebook

O Ministério Público Eleitoral  de Venturosa entrou com  Representação Eleitoral contra os candidatos da oposição no município, Adrianno Galindo e Tarcísio Tenório, em razão de estarem utilizando o site de relacionamentos Facebook de forma ilegal. 

Os perfis dos Representados são “patrocinados”, ou seja, os mesmos ou terceira pessoa pagam ao administrador do Facebook para que seus perfis e suas postagens ganhem maior visibilidade e maior exibição, a fim de alcançar um maior número de pessoas atingidas pela postagem, cuja finalidade é impressionar as pessoas com maior número de “visualizações”. 

Na representação, o Ministério Público pede a notificação dos representados para, no prazo de 48 horas, remover as postagens, sob pena de desobediência, e a não patrocinar outras publicações com conteúdo semelhante. 

Em caso de descumprimento da ordem, os representados além das sanções eleitorais, poderão responder às sanções penais. A medida adotada pelo Ministério Público requer a remoção das postagens, inclusive oficiando-se ao administrador do Facebook no Brasil. Os Representados terão que apresentar defesa, no prazo de 48 horas.

Ao final, O Ministério Público de Venturosa pede a condenação dos Representados ao pagamento de multa, que poderá chegar ao montante de R$ 30 mil reais.


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